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Adm Financeira

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(1)

ADMINISTRAÇÃO

FINANCEIRA

ADMINISTRAÇÃO

FINANCEIRA

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OBJETIVOS ESPECÍFICOS

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Trabalhar com ferramentas e conceitos que

permitam:

Identificar necessidades atuais e futuras de

recursos;

 Avaliar a saúde financeira das organizações; e

Trabalhar com ferramentas e conceitos que

permitam:

Identificar necessidades atuais e futuras de

recursos;

(3)

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Objetivo e Ambiente da Administração Financeira

 Objetivos e Funções do Administrador Financeiro; e

 Ambiente Econômico e Financeiro das Empresas;

Objetivo e Ambiente da Administração Financeira

 Objetivos e Funções do Administrador Financeiro; e

 Ambiente Econômico e Financeiro das Empresas;

(4)

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Finanças no Curto Prazo

 Administração de Caixa;

 Administração de Créditos e Contas a Receber;

 Administração de Estoque; e

 Administração do Capital de Giro.

Finanças no Curto Prazo

 Administração de Caixa;

 Administração de Créditos e Contas a Receber;

 Administração de Estoque; e

(5)

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Mercado de Capitais, Debêntures e Leasing

 Mercado de Capitais;

 Debêntures; e

 Leasing.

Mercado de Capitais, Debêntures e Leasing

 Mercado de Capitais;

 Debêntures; e

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Decisões de Investimento e Financiamento a Curto e

Longo Prazo

 Decisões de Investimento e Financiamento de Curto

Prazo; e

 Decisões de Investimento e Financiamento de Longo

Prazo.

Decisões de Investimento e Financiamento a Curto e

Longo Prazo

 Decisões de Investimento e Financiamento de Curto

Prazo; e

 Decisões de Investimento e Financiamento de Longo

Prazo.

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Finanças e Risco

 Risco;

 Retorno; e

 Hedge.

Finanças e Risco

 Risco;

 Retorno; e

 Hedge.

(8)

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Análise do Desempenho Empresarial

 Indicadores de Desempenho e Diagnóstico

Empresarial.

Análise do Desempenho Empresarial

 Indicadores de Desempenho e Diagnóstico

Empresarial.

(9)

METODOLOGIA

METODOLOGIA

Aulas expositivas;

Exercícios de fixação individuais e em grupo;

Exercícios em classe e extra-classe;

Pesquisas extra-classe.

Aulas expositivas;

Exercícios de fixação individuais e em grupo;

Exercícios em classe e extra-classe;

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AVALIAÇÃO

AVALIAÇÃO

 Provas escritas;

 Trabalhos e exercícios desenvolvidos em

classe e extra-classe;

 Provas escritas;

 Trabalhos e exercícios desenvolvidos em

classe e extra-classe;

(11)

BIBLIOGRAFIA

BIBLIOGRAFIA

Bibliografia Básica

 HOJI, M. Administração Financeira, Uma Abordagem Prática. São Paulo: Atlas, 2005.

 LIMA, F.G.; Neto, A. A. Fundamentos da Administração

Financeira. São Paulo: Atlas, 2011.

 LIMA, F.G.; Neto, A. A. Curso de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2010.

 MORANTE, A. S.; JORGE, F.T. Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2007.

 LEMES J. A. B. et al. Administração Financeira, Princípios,

Fundamentos e Práticas Brasileiras. Rio de Janeiro: Campus,

2004.

Bibliografia Básica

 HOJI, M. Administração Financeira, Uma Abordagem Prática. São Paulo: Atlas, 2005.

 LIMA, F.G.; Neto, A. A. Fundamentos da Administração

Financeira. São Paulo: Atlas, 2011.

 LIMA, F.G.; Neto, A. A. Curso de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2010.

 MORANTE, A. S.; JORGE, F.T. Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2007.

 LEMES J. A. B. et al. Administração Financeira, Princípios,

Fundamentos e Práticas Brasileiras. Rio de Janeiro: Campus,

(12)

BIBLIOGRAFIA

BIBLIOGRAFIA

Bibliografia Complementar

 ROSS, S. A. Administração Financeira, Corporate Finance. São Paulo: Atlas, 2002.

 GROPPELLI, A. A. ; NIKBAKHT, E. Administração Financeira, Um

modo fácil de dominar os conceitos básicos. São Paulo:

Saraiva, 2001.

 GITMAN, L. J. Princípios de Administração Financeira. São Paulo: Harbra, 2003.

 EHRHARDT, M. C.; BRIGHAM, E. F. Administração Financeira:

Teoria e prática. São Paulo: Cengage Learning, 2011. Bibliografia Complementar

 ROSS, S. A. Administração Financeira, Corporate Finance. São Paulo: Atlas, 2002.

 GROPPELLI, A. A. ; NIKBAKHT, E. Administração Financeira, Um

modo fácil de dominar os conceitos básicos. São Paulo:

Saraiva, 2001.

 GITMAN, L. J. Princípios de Administração Financeira. São Paulo: Harbra, 2003.

 EHRHARDT, M. C.; BRIGHAM, E. F. Administração Financeira:

(13)

BIBLIOGRAFIA

BIBLIOGRAFIA

Bibliografia Virtual

 GITMAN, L.J. Princípios de Administração Financeira. São Paulo: Harbra, 2003.

 CAMARGO, C. Planejamento Financeiro. IBPEX. ISBN: 8576490706.

 MEGLIORINI E. E.; VALLIM, M.A. Administração Financeira. Pearson. ISBN: 9788576052067.

Bibliografia Virtual

 GITMAN, L.J. Princípios de Administração Financeira. São Paulo: Harbra, 2003.

 CAMARGO, C. Planejamento Financeiro. IBPEX. ISBN: 8576490706.

 MEGLIORINI E. E.; VALLIM, M.A. Administração Financeira. Pearson. ISBN: 9788576052067.

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OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

Assim como em outras disciplinas as Finanças vêm se ajustando aos diversos momentos históricos em que passamos, e encontra seu maior desafio atualmente, diante das evidências do fim da era industrial, o surgimento da era da informação e posterior do conhecimento.

Assim como em outras disciplinas as Finanças vêm se ajustando aos diversos momentos históricos em que passamos, e encontra seu maior desafio atualmente, diante das evidências do fim da era industrial, o surgimento da era da informação e posterior do conhecimento.

HISTÓRICO DO ESTUDO DAS FINANÇAS HISTÓRICO DO ESTUDO DAS FINANÇAS

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OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

Nesta evolução do estudo de finanças, Archer e D`Ambrosio (1969) tratam de três abordagens: Tradicional, Administrativa

e Ênfase na Teoria Econômica.

Nesta evolução do estudo de finanças, Archer e D`Ambrosio (1969) tratam de três abordagens: Tradicional, Administrativa

e Ênfase na Teoria Econômica.

HISTÓRICO DO ESTUDO DAS FINANÇAS HISTÓRICO DO ESTUDO DAS FINANÇAS

Abordagem Tradicional: tem suas prioridades voltadas para a

vida e operações financeiras descontínuas das empresas, dando ênfase sobre os fatos que ocorrem de tempo em tempo, não dando maior destaque ao problemas administrativos do cotidiano. Todos os assuntos externos às empresas recebiam grande atenção.

Abordagem Tradicional: tem suas prioridades voltadas para a

vida e operações financeiras descontínuas das empresas, dando ênfase sobre os fatos que ocorrem de tempo em tempo, não dando maior destaque ao problemas administrativos do cotidiano. Todos os assuntos externos às empresas recebiam grande atenção.

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OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

Abordagem Administrativa: prioriza as práticas rotineiras das

atividades das empresas atribuindo uma natureza cotidiana e não mais eventual. Nesta fase foram introduzidos os estudo de orçamento, previsão de vendas, controles etc.

Abordagem Administrativa: prioriza as práticas rotineiras das

atividades das empresas atribuindo uma natureza cotidiana e não mais eventual. Nesta fase foram introduzidos os estudo de orçamento, previsão de vendas, controles etc.

HISTÓRICO DO ESTUDO DAS FINANÇAS HISTÓRICO DO ESTUDO DAS FINANÇAS

Abordagem com Ênfase na Teoria Econômica: atribui grande

ênfase a teoria econômica nas finanças. Nesta fase chegou-se ao estudo do custo de capital, taxa de retorno dos

Abordagem com Ênfase na Teoria Econômica: atribui grande

ênfase a teoria econômica nas finanças. Nesta fase chegou-se ao estudo do custo de capital, taxa de retorno dos

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OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

Atualmente quando falamos das responsabilidades da Administração Financeira estamos falando de uma área da empresa, responsável por trabalhar no sentido de agregar valor ao negócio.

Atualmente quando falamos das responsabilidades da Administração Financeira estamos falando de uma área da empresa, responsável por trabalhar no sentido de agregar valor ao negócio.

HISTÓRICO DO ESTUDO DAS FINANÇAS HISTÓRICO DO ESTUDO DAS FINANÇAS

O Administrador Financeiro deve ter uma visão ampla capaz de realizar os estudos necessários nas operações da empresa, sem menosprezar qualquer evento que aconteça nela ou no ambiente a que está inserida.

O Administrador Financeiro deve ter uma visão ampla capaz de realizar os estudos necessários nas operações da empresa, sem menosprezar qualquer evento que aconteça nela ou no ambiente a que está inserida.

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OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

A Administração Financeira tem por objetivo a geração de valor para a empresa.

A Administração Financeira tem por objetivo a geração de valor para a empresa.

OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

A geração de valor por sua vez consiste em obter ganhos, retornos sobre os investimentos (alocação de capital) superior ao custo do financiamento.

A geração de valor por sua vez consiste em obter ganhos, retornos sobre os investimentos (alocação de capital) superior ao custo do financiamento.

A empresa cria valor quando é capaz de apurar um ganho em A empresa cria valor quando é capaz de apurar um ganho em

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OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

Cabe ao Administrador Financeiro assegurar um melhor e mais eficiente processo de captação (financiamento) e alocação (investimento) de recursos de capital.

Cabe ao Administrador Financeiro assegurar um melhor e mais eficiente processo de captação (financiamento) e alocação (investimento) de recursos de capital.

OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

Para isso lhe é requerido, nos tempos atuais, maior nível de conhecimento e especialização, além de uma visão sistêmica e estratégica, com a sinergia necessária em relação ao futuro dos negócios.

Para isso lhe é requerido, nos tempos atuais, maior nível de conhecimento e especialização, além de uma visão sistêmica e estratégica, com a sinergia necessária em relação ao futuro dos negócios.

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OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

O Administrador Financeiro para gerar valor ao negócio deve desempenhar basicamente as seguintes funções:

O Administrador Financeiro para gerar valor ao negócio deve desempenhar basicamente as seguintes funções:

Planejamento Financeiro: busca analisar dentro das

necessidades de crescimento da empresa, as eventuais dificuldades e desajustes no futuro do negócio, na aquisição ou

Planejamento Financeiro: busca analisar dentro das

necessidades de crescimento da empresa, as eventuais dificuldades e desajustes no futuro do negócio, na aquisição ou

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OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

Controle Financeiro: dedica-se a acompanhar e avaliar todo o

desempenho financeiro da empresa, como custos e despesas, margens de ganho, volume de vendas, liquidez de caixa, endividamento etc. Além disso, analisa os desvios entre os resultados previstos e realizados propondo as correções necessárias.

Controle Financeiro: dedica-se a acompanhar e avaliar todo o

desempenho financeiro da empresa, como custos e despesas, margens de ganho, volume de vendas, liquidez de caixa, endividamento etc. Além disso, analisa os desvios entre os resultados previstos e realizados propondo as correções necessárias.

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OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

Administração de Ativos: perseguir a melhor estrutura, em

termos de risco e retorno, dos investimentos (ativos) para um gerenciamento eficiente de seus valores, além do acompanhamento do fluxo de caixa associada a gestão do capital de giro.

Administração de Ativos: perseguir a melhor estrutura, em

termos de risco e retorno, dos investimentos (ativos) para um gerenciamento eficiente de seus valores, além do acompanhamento do fluxo de caixa associada a gestão do capital de giro.

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OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

Administração de Passivos: se volta para a aquisição de fundos

(finaciamentos) bem como o gerenciamento de sua composição (proporção entre capital próprio e de terceiros), procurando definir a melhor e mais adequada estrutura em termos de liquidez, redução de seus custos e risco financeiro.

Administração de Passivos: se volta para a aquisição de fundos

(finaciamentos) bem como o gerenciamento de sua composição (proporção entre capital próprio e de terceiros), procurando definir a melhor e mais adequada estrutura em termos de liquidez, redução de seus custos e risco financeiro.

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OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

As funções apresentadas servem de base para o Administrador Financeiro, no desempenho de suas funções, solucionar as suas principais problemáticas, ou duas decisões que sempre o cercam: decisão de investimento (aplicação de recursos) e

decisão de financiamento (capitação de recurso).

As funções apresentadas servem de base para o Administrador Financeiro, no desempenho de suas funções, solucionar as suas principais problemáticas, ou duas decisões que sempre o cercam: decisão de investimento (aplicação de recursos) e

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OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

RECURSOS DE TERCEIROS RECURSOS PRÓPRIOS INVESTIMENTOS RISCO X RETORNO DECISÕES DE INVESTIMENTO DECISÕES DE FINANCIAMENTO

As grandes decisões do administrador financeiro As grandes decisões do administrador financeiro

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OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

As Decisões de Investimento tem por objetivo criar valor ao negócio. Um investimento só é economicamente viável quando o seu retorno esperado exceder a taxa de retorno exigida pelos proprietários do capital (credores ou sócios), ou seja, ao custo total do capital.

As Decisões de Investimento tem por objetivo criar valor ao negócio. Um investimento só é economicamente viável quando o seu retorno esperado exceder a taxa de retorno exigida pelos proprietários do capital (credores ou sócios), ou seja, ao custo total do capital.

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OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO OBJETIVOS E FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

As Decisões de Financiamento preocupam-se principalmente com as melhores fontes de financiamento e a melhor proporção a ser mantida entre o capital próprio e o capital de terceiros (dívidas).

As Decisões de Financiamento preocupam-se principalmente com as melhores fontes de financiamento e a melhor proporção a ser mantida entre o capital próprio e o capital de terceiros (dívidas).

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OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

As duas grandes decisões da Administração Financeira estão intimamente ligadas a questão econômica e financeira das empresas.

As duas grandes decisões da Administração Financeira estão intimamente ligadas a questão econômica e financeira das empresas.

AMBIENTE ECONÔMICO E FINANCEIRO DAS EMPRESAS AMBIENTE ECONÔMICO E FINANCEIRO DAS EMPRESAS

Uma decisão financeira deve levar em consideração se a empresa será capaz de gerar lucro (fator econômico) e gerar caixa (fator financeiro) de forma a harmonizar os investimento com os financiamentos.

Uma decisão financeira deve levar em consideração se a empresa será capaz de gerar lucro (fator econômico) e gerar caixa (fator financeiro) de forma a harmonizar os investimento com os financiamentos.

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OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

OBJETIVO E AMBIENTE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

FATORES DE VIABILIDADE DAS DECISÕES FINANCIERAS FATORES DE VIABILIDADE DAS DECISÕES FINANCIERAS

AMBIENTE ECONÔMICO E FINANCEIRO DAS EMPRESAS AMBIENTE ECONÔMICO E FINANCEIRO DAS EMPRESAS

RECURSOS DE TERCEIROS RECURSOS PRÓPRIOS INVESTIMENTOS RISCO X RETORNO DECISÕES DE INVESTIMENTO DECISÕES DE FINANCIAMENTO CUSTO DE CAPTAÇÃO CUSTO DO CAPITAL PRÓPRIO LUCRO OPERACIONAL R is co F in an ce iro R is co E co n ô m ic o

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Conceitos Básicos: Conceitos Básicos:

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Capital de Giro ou Capital Circulante Capital de Giro ou Capital Circulante  Disponibilidades;

 Disponibilidades;  Valores a Receber; e  Valores a Receber; e

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Conceitos Básicos: Conceitos Básicos:

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Ciclo Operacional: é o período identificado desde a compra da matéria-prima ou mercadoria até a venda e recebimento do produto vendido.

Ciclo Operacional: é o período identificado desde a compra da matéria-prima ou mercadoria até a venda e recebimento do produto vendido.

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Conceitos Básicos: Conceitos Básicos:

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Fluxo de Capital de Giro Fluxo de Capital de Giro

Recursos aplicados no ativo circulante Disponível Estoque de Materiais Vendas a vista Estoque de Realizável Vendas a prazo

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Capital Circulante Líquido Capital Circulante Líquido

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

 Capital Circulante Líquido (CCL) ou Capital de Giro Líquido  Capital Circulante Líquido (CCL) ou Capital de Giro Líquido CCL (CGL) = Ativo Circulante - Passivo Circulante

CCL (CGL) = Ativo Circulante - Passivo Circulante

CCL = Financiamento permanente que excede às necessidades também permanentes de recursos.

CCL = Financiamento permanente que excede às necessidades também permanentes de recursos.

(34)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Capital Circulante Líquido Capital Circulante Líquido

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

CCL (CGL) = [(Patrimônio Líquido + Exigível a Longo Prazo) - (Ativo Permanente + Ativo Realizável a Longo Prazo)]

CCL (CGL) = [(Patrimônio Líquido + Exigível a Longo Prazo) - (Ativo Permanente + Ativo Realizável a Longo Prazo)]

Ou Ou

(35)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Capital Circulante Líquido Capital Circulante Líquido

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Ativo Circulante 150.000

Passivo Circulante 130.000

Exigível a Longo prazo 80.000

Realizável a Longo Prazo 50.000 Ativo Permanente 120.000 Patrimônio Líquido 110.000 CCL = 150.000 - 130.000 = 20.000 CCL = 150.000 - 130.000 = 20.000 CCL = (110.000 + 80.000) - (120.000 + 50.000) = 20.000 CCL = (110.000 + 80.000) - (120.000 + 50.000) = 20.000

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Capital Circulante Líquido Nulo Capital Circulante Líquido Nulo

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Ativo Circulante Passivo Circulante

Realizável a Longo Prazo

(37)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Capital Circulante Líquido Negativo Capital Circulante Líquido Negativo

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Ativo Circulante

Passivo Circulante

Realizável a Longo Prazo

Exigível a Longo prazo

Ativo Permanente

(38)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Capital Circulante Líquido Capital Circulante Líquido

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Benefícios Produzidos por reduções no CCL: Benefícios Produzidos por reduções no CCL:  Libera capital investido em giro; e

 Obriga a empresa a eficiência operacional.  Libera capital investido em giro; e

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Transações que elevam o CCL : Transações que elevam o CCL :

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

 Novas dívidas (empréstimos e financiamentos);

 Aumento de capital por meio de novas integralizações;  Geração de lucro líquido; e

 Reduções de ativos não circulantes.

 Novas dívidas (empréstimos e financiamentos);

 Aumento de capital por meio de novas integralizações;  Geração de lucro líquido; e

(40)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Transações que reduzem o CCL: Transações que reduzem o CCL:

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

 Reduções de dívidas não circulantes;  Pagamentos de dividendos;

 Apurações de prejuízos líquidos; e  Elevação de ativos não circulantes.  Reduções de dívidas não circulantes;  Pagamentos de dividendos;

 Apurações de prejuízos líquidos; e  Elevação de ativos não circulantes.

(41)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Transações que não afetam o CCL: Transações que não afetam o CCL:

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

 Pagamento de dívidas de curto prazo;

 Compras de estoques a vista ou para pagamento no curto prazo; e

 Aquisição de bens fixos através de financiamento de longo prazo.

 Pagamento de dívidas de curto prazo;

 Compras de estoques a vista ou para pagamento no curto prazo; e

 Aquisição de bens fixos através de financiamento de longo prazo.

(42)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Investimento em Giro Investimento em Giro

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

ROI = Giro do Investimento x Margem Operacional ROI = Giro do Investimento x Margem Operacional

ROI = Giro do Investimento x Margem Operacional

ROI = Vendas x Lucro Operacional sem IR

(43)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Investimento em Giro Investimento em Giro

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Dilema Risco x Retorno Dilema Risco x Retorno

Políticas de Investimento em Giro Políticas de Investimento em Giro  Conservadora;  Média ; e  Agressiva.  Conservadora;  Média ; e  Agressiva.

(44)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Investimento em Giro Investimento em Giro

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Dilema Risco x Retorno Dilema Risco x Retorno

Quanto maior for a participação do Capital de Giro sobre o Ativo Total, menor será a rentabilidade da empresa. E quanto menor for o Capital de Giro maior será o risco da empresa.

Quanto maior for a participação do Capital de Giro sobre o Ativo Total, menor será a rentabilidade da empresa. E quanto menor for o Capital de Giro maior será o risco da empresa.

CAPITAL DE GIRO BAIXO MÉDIO ALTO

RISCO ALTO MÉDIO BAIXO

Ativo Circulante 800,00 1.100,00 1.400,00

Ativo Permanente 1.200,00 1.200,00 1.200,00

(45)

UNIP – UNIVERSIDADE PAULISTA

FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Investimento em Giro Investimento em Giro

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

45

Políticas de Investimento em Giro Políticas de Investimento em Giro

CAPITAL DE GIRO BAIXO MÉDIO ALTO

Lucro Operacional Bruto 1.000,00 1.000,00 1.000,00

Despesas Financeiras

Passivo Circulante 15% x 400,00 = 15% x 460,00 = 15% x 520,00 =

(60,00) (69,00) (78,00)

Exigível a Longo Prazo 20% x 600,00 = 20% x 690,00 = 20% x 780,00 =

(120,00) (138,00) (156,00)

Lucro antes do IR e CS 820,00 793,00 766,00

IR e CS (40%) (328,00) (317,20) (306,40)

(46)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Investimento em Giro Investimento em Giro

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Custos do Investimento em Capital de Giro Custos do Investimento em Capital de Giro

Os custos dos investimentos em Capital de Giro podem ser: Os custos dos investimentos em Capital de Giro podem ser:

De Carregamento (quando o CG é alto): gastos com manutenção e armazenagem de produtos e o custo de oportunidade do capital alocado ao ativo circulante.

De Carregamento (quando o CG é alto): gastos com manutenção e armazenagem de produtos e o custo de oportunidade do capital alocado ao ativo circulante.

(47)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Financiamento do Capital Giro Financiamento do Capital Giro

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Abordagem de Equilíbrio (Tradicional) Abordagem de Equilíbrio (Tradicional)

Nesta abordagem o ativo permanente e o capital giro permanente são financiados também por recursos de longo prazo (próprios ou de terceiros). As necessidades sazionais de CG, por sua vez, são cobertas por exigibilidades de curto prazo. Nesta abordagem o ativo permanente e o capital giro permanente são financiados também por recursos de longo prazo (próprios ou de terceiros). As necessidades sazionais de CG, por sua vez, são cobertas por exigibilidades de curto prazo.

(48)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Financiamento do Capital Giro Financiamento do Capital Giro

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Abordagem de Risco Mínimo Abordagem de Risco Mínimo

Esta abordagem é mais extrema e rara. A empresa encontra-se financiada por recursos permanentes (longo prazo), inclusive em suas necessidades sazonais.

Esta abordagem é mais extrema e rara. A empresa encontra-se financiada por recursos permanentes (longo prazo), inclusive em suas necessidades sazonais.

(49)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Financiamento do Capital Giro Financiamento do Capital Giro

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Outras abordagens de Composição do Financiamento do CG Outras abordagens de Composição do Financiamento do CG

Nesta abordagem a empresa financia todos os seus investimento permanentes (ativo permanente e CG permanente) com recursos de longo prazo, inclusive uma parte das necessidades financeiras sazionais, demarcado pela linha tracejada.

Nesta abordagem a empresa financia todos os seus investimento permanentes (ativo permanente e CG permanente) com recursos de longo prazo, inclusive uma parte das necessidades financeiras sazionais, demarcado pela linha tracejada.

(50)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Financiamento do Capital Giro Financiamento do Capital Giro

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Outras abordagens de Composição do Financiamento do CG Outras abordagens de Composição do Financiamento do CG

Nesta abordagem a empresa possui maior participação de recursos de curto prazo no financiamento do CG, os quais cobrem todas as necessidades variáveis e parte das necessidades permanentes.

Nesta abordagem a empresa possui maior participação de recursos de curto prazo no financiamento do CG, os quais cobrem todas as necessidades variáveis e parte das necessidades permanentes.

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Ciclos Operacionais Ciclos Operacionais

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Onde: Onde:

 PMEMP:prazo médio de estocagem das matérias-primas. PMF:prazo médio de fabricação.

 PMV: prazo médio de venda.  PMC: prazo médio de cobrança.

 PMEMP:prazo médio de estocagem das matérias-primas. PMF:prazo médio de fabricação.

 PMV: prazo médio de venda.  PMC: prazo médio de cobrança.

Intervalo existente entre a compra da mercadoria ou matéria-prima e o recebimento das vendas realizadas.

Intervalo existente entre a compra da mercadoria ou matéria-prima e o recebimento das vendas realizadas.

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Ciclos Operacionais Ciclos Operacionais

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Com pra (Pedi do) Arm azen age m (Rec ebim ento) Fabri caçã o (Iníci o) Arm azen age m (Iníci o) Vendas Rece bime nto das vend as Espera PMEMP PMF PMV PMC

Ciclo Operacional Total

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Ciclos Operacionais Ciclos Operacionais

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Ciclo Operacional Total = PMEMP + PMF + PMV + PMC

Ciclo Operacional Total = PMEMP + PMF + PMV + PMC

Ciclo Econômico = PMEMP + PMF + PMV

Ciclo Econômico = PMEMP + PMF + PMV

Fórmulas: Fórmulas:

Ciclo Financeiro = (PME + PMF + PMV + PMC) - PMPF

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Ciclos Operacionais Ciclos Operacionais

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Cálculo dos Prazos Operacionais Cálculo dos Prazos Operacionais

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Ciclos Operacionais Ciclos Operacionais

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

Cálculo dos Prazos Operacionais Cálculo dos Prazos Operacionais

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Ciclos Operacionais Ciclos Operacionais

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

 Reduzir ao mínimo os investimentos em estoque;  Reduzir ao mínimo os investimentos em estoque;

 Manter um controle mais eficiente sobre as contas a receber; e  Manter um controle mais eficiente sobre as contas a receber; e

Algumas estratégias básicas para gerenciar o Ciclo Financeiro: Algumas estratégias básicas para gerenciar o Ciclo Financeiro:

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

FINANÇAS A CURTO PRAZO

EXERCÍCIOS EXERCÍCIOS

ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

 Conceito de Caixa

ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA

Caixa, Liquidez e Custo

Caixa , Contas Correntes Bancárias e Aplicações Financeiras Fluxos de Caixa

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

Fluxo de Caixa

ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA

Fluxo de Caixa = Lucro Líquido + Despesas Não Desembolsáveis

Demonstrativo de Resultado

Receitas de vendas 180.000,00 (-) Despesas operacionais desembolsáveis (80.000,00)

(-) Despesas de depreciação (40.000,00)

(-) Despesas financeiras (22.000,00) (=) Lucro antes do IR e CS 38.000,00

(-) IR e CS (12.920,00)

(=) Lucro líquido 25.080,00

(60)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Razões para se manter o caixa

ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA

Motivos identificados por Keines:

 Motivo de Transação ou Negócio: tem por finalidade cobrir as necessidades de caixa geradas pelos negócios normais da empresa.

 Motivo de Precaução: visa manter caixa com o objetivo de atender a necessidades de pagamentos eventuais e imprevisíveis.

(61)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Ciclo de Caixa

ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

Ciclo de Caixa

ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA

Estratégia de Controle do Saldo de Caixa

A necessidade de manter um controle mais acurado na disponibilidade de uma empresa se faz pela necessidade em atender aos motivos de transação, precaução e especulação.

(63)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Ciclo de Caixa

ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA

Estratégia de Controle do Saldo de Caixa

Medidas de controle para uma eficiente administração de caixa

 Medidas de caixa: maior dinamização nos recebimentos de clientes.

 Medidas da empresa: envolvem alterações diretas (e, muitas vezes, relavantes) nos outros ativos circulantes.

(64)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Saldo Mínimo de Caixa

ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA

Objetivos para se manter o Saldo Mínimo de Caixa:

 Cobrir os compromissos programados de caixa;

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FINANÇAS A CURTO PRAZO

Saldo Mínimo de Caixa

ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA

Saldo de Caixa e Ciclo Financeiro:

Saldo Mínimo de Caixa =

Desembolsos totais de caixa esperado em determinado período

(66)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Dados de uma empresa referente a um ano: ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA

Giro dos Estoques 8 x

Giro de Valores a receber 6 x

Prazo Médio de Pagamento de Fornecedores 40 dias

Gastos com reflexo no Caixa (Desembolso) 5.400.000

PME = 360 dias / 8 = 45 dias PMC = 360 dias / 6 = 60 dias

(67)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Dados de uma empresa referente a um ano: ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA

OU

Saldo Mínimo de Caixa =

(

5.400.000

)

x dias65 = 975.000 360 dias

(68)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Saldo Mínimo de Caixa

ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA

Importante:

O modelo da cálculo do Saldo Mínimo de Caixa apresentado, admite um fluxo operacional uniforme durante o exercício, o que na prática, não é uma verdade. As empresas possuem operações sazonais.

(69)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Projeção de Necessidades de Caixa – Orçamento de Caixa ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA

A Projeção das Necessidades de Caixa são desenvolvidas pelo levantamento de todas as entradas e saídas de recusrsos previstas em determinado período de tempo.

Permite a identificação das necessidades de financiamento de curto prazo da empresa, assim como eventuais sobras de caixa para aplicações.

(70)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Projeção de Necessidades de Caixa – Orçamento de Caixa ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA

Descrição dos Fluxos Março de 2013 Abril de 2013 Maio de 2013

A Saldo Inicial de Caixa 1.800,00 1.800,00 2.100,00

B Entradas Previstas de Caixa 12.000,00 10.600,00 10.600,00

Recebimento de Vendas 10.200,00 10.600,00 10.200,00 Aumento de Capital por Integralização 1.000,00 - - Recebimento de Realível a Curto Prazo 800,00 - 400,00 C Saídas Previstas de Caixa 12.000,00 10.300,00 11.500,00

(71)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA

(72)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Introdução

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Na Administração do Contas a Receber iremos tratar:

 Das premissas da avaliação do risco na concessão de crédito;

(73)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Avaliação Tradicional do Risco de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Na análise tradicional do risco de um crédito são levados em consideração principalmente os seguintes critérios:

 Caráter: verificar a disposição do cliente em pagar corretamente seu crédito;  Capacidade: medir o potencial de geração de recursos do cliente visando a

(74)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Avaliação Tradicional do Risco de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

 Capital: analisar os investimentos do cliente, dando maior atenção a seu patrimônio líquido e solidez econômica do cliente;

 Garantia: verificar os ativos que o cliente possui e pode oferecer como forma de lastrear (garantir) seu crédito; e

(75)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Políticas de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

O nível de investimento no contas a receber depende do comportamento das vendas e da formulação de uma política de crédito para a empresa, a qual engloba, fundamentalmente, o

Política de crédito é um conjunto de procedimentos estabelecidos

com relação às condições de concessão de crédito, como prazo de pagamento, garantias, montante etc., e as práticas de cobrança dos

(76)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Políticas de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

 Análise dos padrões de crédito;  Prazo de concessão de crédito;

(77)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Políticas de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Análise dos Padrões de Crédito

Definem essencialmente os instrumentos de crédito e as exigências mínimas de garantias para a concessão do crédito ao cliente.

A medida que empresa afrouxa os padrões de crédito, aumenta a chance (risco) de uma conta a receber tornar-se incobrável, afetando o fluxo de caixa e o lucro de forma negativa.

(78)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Políticas de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Prazo de Concessão de Crédito

O Prazo de Concessão de Crédito refere-se ao período de tempo que a empresa concede a seus clientes para o pagamento das compras realizadas.

(79)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Políticas de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Descontos Financeiros por Pagamento Antecipado

O Desconto Financeiro pode ser definido como um abatimento no preço de venda efetuado quando os pagamentos das compras realizadas forem feitos a vista ou a prazos bem curtos.

A política de descontos financeiros afeta importantes variáveis que atuam na formação do lucro da empresa. Pode alterar as vendas, margens de lucros, volume de capital investido em contas a receber e inadimplência.

(80)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Políticas de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Descontos Financeiros por Pagamento Antecipado

Normalmente os descontos financeiros são concedidos tendo em vista o incremento das vendas. Espera-se que a introdução de descontos venha a atrair novos clientes ou incentivar volumes maiores de vendas.

(81)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Políticas de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Descontos Financeiros por Pagamento Antecipado

Devem ser previstos que o aumento no volume físico das vendas, ou reduções com despesas de incobráveis ou no custo de oportunidade do capital investido, posssam compensar satisfatoriamente essa perda no lucro.

(82)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Políticas de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Política de Cobrança

As políticas de cobrança têm por objetivo definir os diversos critérios e procedimentos possíveis de cobrança dos seus valores a receber

(83)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Políticas de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Política de Cobrança

Por outro lado, a adoção de medidas mais rígidas de cobrança pode refletir sobre as vendas, mediante uma retração por parte dos consumidores.

A empresa deve procurar uma política “ideal”, evitando, por exemplo, as reduções em suas vendas e consequentemente nos lucros.

(84)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Políticas de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Política de Cobrança

Um instrumento bastante útil de controle dos valores a receber é ordená-los por ordem cronológica.

(85)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Políticas de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Política de Cobrança

IDADE CRONOLÓGICA DOS CONTAS A RECEBER

CONTAS VENCIDAS VALOR PORCENTAGEM

0 - 15 dias 180.000 18%

16 - 30 dias 70.000 7%

31 - 60 dias 40.000 4%

Acima de 60 dias 10.000 1%

Subtotal 300.000 30%

CONTAS A VENCER VALOR PORCENTAGEM

0 - 30 dias 200.000 20%

31 - 60 dias 350.000 35%

61 - 90 dias 100.000 10%

Acima de 90 dias 50.000 5%

(86)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Políticas de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Importante:

A manutenção de uma carteira de valores a receber determina uma custo para a empresa. Este custo é calculado pelo que deixou de ganhar ao não aplicar os recursos em outra alternativa de investimento, optando por financiar as contas a receber (Custo de Oportunidade).

(87)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Políticas de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Exemplo de Retorno de Investimento em Contas a Receber:

Admita que uma flexibilização nos padrões de crédito (aumento no prazo de

cobrança), tenha produzido uma elevação de $ 300 nos resultados da empresa

(em função do aumento nas vendas), e uma necessidade também adicional de investimento de $ 1.200 em valores a receber.

O retorno do investimento do capital aplicado em contas a receber, na situação descrita, atinge 25% ($ 300 / $ 1.200).

(88)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Políticas de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Influências de uma Política de Crédito sobre as Medidas Financeiras

A introdução de uma nova política de crédito produz importantes influências sobre determinadas variáveis financeiras.

(89)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Políticas de Crédito

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Influências de uma Política de Crédito sobre as Medidas Financeiras

POLÍTICA DE CRÉDITO E VARIÁVEIS FINANCEIRAS

Medidas Financeiras Padrões de Crédito Prazo de Conscessão de Crédito FinanceirosDescontos Políticas de Cobrança Afrouxamento Restrição Ampliação Redução Elevação Diminuição Liberal Rígida

Volume de vendas + - + - + - +

-Despesas Gerais de Crédito + - + - - + +

-Investimentos em Valores a

(90)

-FINANÇAS A CURTO PRAZO

Medida de Controle

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Dias de Vendas a Receber (DRV)

O DRV é uma medida de controle que permite, pela relação entre os valores a receber e as vendas médias diárias, apurar o número médio de dias necessário

(91)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Medida de Controle

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Dias de Vendas a Receber (DRV)

DRV = Vendas a receber ao final de um período Vendas médias diárias no período

(92)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Medida de Controle

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Dias de Vendas a Receber (DRV)

Exemplo:

Vendas anuais 108.000

DRV = 10.200 = 10.200 = 34dias 108.000 300

(93)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Medida de Controle

ADMINISTRAÇÃO DE CONTAS A RECEBER

Dias de Vendas a Receber (DRV)

Este resultado indica indica que, em média, 34 dias das vendas realizadas no último exercício ainda não foram recebidas, ou seja, encontram-se registrados em “duplicatas a receber” o equivalente a 34 dias das vendas anuais da empresa.

(94)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Exercícios

(95)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Principais Tipos de Estoques

ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES

 Materiais de Consumo e Almoxarifado;  Matérias-primas e Embalagens;

 Produtos em Elaboração; e

(96)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Manutenção de Estoques - Finalidades Básicas ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES

 Estoques Operacionais, Funcionais ou Mínimos;  Estoques de Segurança; e

(97)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Custos dos Estoques

ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES

 Custos de Comprar

• Pesquisa de preços;

• Comunicações (correio, telefone, fax, internet, plataforma de comunicação de dados);

• Negociação com fornecedores de bens e serviços; • Emissão das ordens de compra;

• Recepção e conferência dos produtos comprados; e • Devoluções ocasionais.

(98)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Custos dos Estoques

ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES Custos de Manter • Investimento aplicado; • Armazenagem; • Transferência; • Seguros; • Perdas;

(99)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Custos dos Estoques

ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES

Custos de Faltar

• Atraso na produção/entrega do produto ao cliente: quando todo o pedido do cliente não pode ser atendido;

• Custo da compra eventual, fora de programação e com reduzido poder de negociação;

• Custos de reemissão de faturamento, embalagem e despacho de mercadorias: quando parte do pedido é atendido e os produtos em falta seguem

posteriormente;

• Custo da venda perdida: quando o cliente vai comprar o produto no concorrente;

(100)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Principais influências nos Investimentos em Estoques ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES

Fatores que influenciam mais diretamente os investimentos em estoques de:

Mercadorias e Produtos

Acabados Produtos em Elaboração Matérias-primas e Embalagens Materiais de Consumo e Almoxarifados

Demanda Extenção do ciclo de produção Prazo de entrega Peculiaridades operacionais e administrativas

Natureza Nível de desenvolvimento

teconológico da produção Nível de requisição

(101)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Controle de Estoques: Curva ABC

ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES

A Curva ABC basicamente retrata a representatividade dos elementos estocados, mediante levantamentos históricos, medindo a relação do volume físico demandado e sua participação no total dos investimentos efetuados.

(102)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Controle de Estoques: Curva ABC

ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES

Classificação ABC (Categorias: A=50%; B=20% e C=30%)

Produto Quantidade Custo Unitário Valor Estoque % sobre Valor % Acumulado Categoria

Cadeira 35 R$ 320,00 R$ 11.200,00 27,33% 27,33% A

Microcomputador 3 R$ 2.300,00 R$ 6.900,00 16,84% 44,17% A

Mesa 14 R$ 450,00 R$ 6.300,00 15,37% 59,54% B

Monitor de vídeo 5 R$ 1.200,00 R$ 6.000,00 14,64% 74,18% B

(103)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Controle de Estoques: Curva ABC

ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES

A Curva ABC classifica os elementos dos estoques em categorias por ordem de maiores investimentos da seguinte forma:

 Categoria A: enquadram-se todos os elementos que demandam maiores investimentos e exigem por consequência maiores cuidados em seu controle.

(104)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Controle de Estoques: Curva ABC

ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES

 Categoria B: grupo de itens cuja participação nos investimentos venha logo a seguir a Categoria A.

 Categoria C: enquadram-se os elementos de mais baixa representatividade os quais em um primeiro momento dispensam maiores preocupações.

(105)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Controle de Estoques: Curva ABC

ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES

O raciocínio básico da Curva ABC é demonstrar que um volume reduzido de bens estocados pode representar uma elevada proporção nos investimentos em estoques.

(106)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Controle de Estoques: Curva ABC

ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES

Cuidados com o uso da Curva ABC:

O uso indiscriminado do método pode levar a equívocos. Podem existir, por exemplo, elementos essenciais a produção, porém pouco representativos em termos de investimentos. Neste caso, esses itens

(107)

FINANÇAS A CURTO PRAZO

Exercícios

(108)

MERCADO DE CAPITAIS, LEASING E DEBÊNTURES

Mercado de capitais é um sistema de distribuição de

valores mobiliários que proporciona liquidez aos títulos de

emissão de empresas e viabiliza o processo de

capitalização. É constituído pelas

bolsas de valores

,

sociedades corretoras

e outras

instituições financeiras

autorizadas.

(109)

MERCADO DE CAPITAIS, LEASING E DEBÊNTURES

A participação nesse mercado permite às organizações a

obtenção de recursos a custo competitivo, uma vez que

podem captar externamente por meio da emissão de

ações ou títulos de dívida (debêntures).

MERCADO DE CAPITAIS

Seu objetivo é canalizar as poupanças (recursos

financeiros) da sociedade para o comércio, a indústria,

outras atividades econômicas e para o próprio governo.

(110)

MERCADO DE CAPITAIS, LEASING E DEBÊNTURES

Mercado Primário

MERCADO DE CAPITAIS

Refere-se a colocação inicial de um título, é nele que o

emissor toma e obtém os recursos.

(111)

MERCADO DE CAPITAIS, LEASING E DEBÊNTURES

Mercado Primário

MERCADO DE CAPITAIS

Para colocação de ações no mercado primário, a empresa

contrata os serviços de instituições especializadas, tais

como: bancos de investimento, sociedades corretoras e

sociedades distribuidoras.

(112)

MERCADO DE CAPITAIS, LEASING E DEBÊNTURES

Mercado Secundário

MERCADO DE CAPITAIS

Onde ocorre a negociação contínua dos papéis emitidos no passado. Ex: BM&F, BOVESPA. Para operar no mercado secundário, é necessário que o investidor se dirija a uma Sociedade Corretora membro de uma bolsa de valores, na qual funcionários especializados poderão fornecer os mais diversos esclarecimentos e orientação na seleção do

(113)

MERCADO DE CAPITAIS, LEASING E DEBÊNTURES

Principais Papéis Negociados

MERCADO DE CAPITAIS

 Ações; e

(114)

MERCADO DE CAPITAIS, LEASING E DEBÊNTURES

Principais Papéis Negociados

MERCADO DE CAPITAIS

Ações

(115)

MERCADO DE CAPITAIS, LEASING E DEBÊNTURES

Principais Papéis Negociados

MERCADO DE CAPITAIS

Tipos de Ações

Ordinárias: sua característica principal, o direito ao voto.

Preferenciais: sua característica principal, não tem direito a

voto, mas tem preferência no recebimento de dividendos e

reembolso de capital em caso de liquidação da empresa.

(116)

MERCADO DE CAPITAIS, LEASING E DEBÊNTURES

Principais Papéis Negociados

MERCADO DE CAPITAIS

Dividendos: pagamento de parte dos lucros aos acionistas

na proporção da quantidade de ações detida, ao fim de

cada exercício social.

No Brasil, pela Lei das Sociedades Anônimas, a empresa deve distribuir, no mínimo, 25% do lucro líquido do exercício como

(117)

MERCADO DE CAPITAIS, DEBÊNTURES E LEASING

As debêntures são títulos nominativos e negociáveis que

representam uma parcela do empréstimo total efetuado

pela emissora, em geral, para financiamento de projetos

de investimento ou outra necessidade de médio e longo

prazos.

DEBÊNTURES

Esses títulos conferem ao seu detentor, o debenturista, um

direito de crédito contra a empresa emissora da

debênture.

(118)

MERCADO DE CAPITAIS, DEBÊNTURES E LEASING

As características do título, como juros, prêmio e

rendimentos, são definidas na escritura de sua emissão.

(119)

MERCADO DE CAPITAIS, DEBÊNTURES E LEASING

Debêntures nominativas são aquelas que possuem

certificado (documento físico) no qual é definido o nome

do titular da debênture.

DEBÊNTURES

Debêntures escriturais são aquelas que não possuem

certificado (documento físico).

(120)

MERCADO DE CAPITAIS, DEBÊNTURES E LEASING

As debêntures podem ser classificadas em:

DEBÊNTURES

Debêntures simples: podem ser resgatadas somente em moeda nacional, ou seja,

não são títulos conversíveis em ações.

Debêntures conversíveis em ações: são resgatadas em moeda nacional, podendo

também ser convertidas em ações de emissão da companhia nas condições determinadas em sua escritura de emissão.

(121)

MERCADO DE CAPITAIS, DEBÊNTURES E LEASING

DEBÊNTURES

Os

vencimentos

desses

títulos

usualmente

são

determinados, no entanto, podem ser emitidas debêntures

de prazo não determinado.

Referências

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