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APTT HEMOSTASIS Instruções de Uso

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Academic year: 2021

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(1)

Tempo de tromboplastina parcial ativada

Finalidade .

Princ pio .

Caracter stica do sistema .

Metodologia .

Reagente

1.

-2

-Reagente para determina ão do tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPA) e medi ão dos fatores da coagula ão baseada no tempo de tromboplastina parcial ativada.

O reagente contendo ativador plasm tico ( cido el gico) desencadeia o mecanismo de coagula ão da via intr nseca atrav s da ativa ão do fator XII (Hageman), que forma um complexo com o cininogênio de alto peso molecular (HMWK) e com a pr -calicreina (PK). O fator XII ativado atua sobre o fator XI gerando o fator XIa que na presen a de fosfol pides e c lcio transforma o fator IX em uma enzima ativa (fator IXa), que ativa o fator VIII, formando o complexo IXa-fosfol pide-VIIIa que ativa o fator X. Esse fator ativado transforma a protrombina em trombina que atua sobre o fibrinogênio gerando fibrina. A forma ão de fibrina macroscopicamente demonstrada pelo aparecimento de um co gulo. O TTPA realizado incubando o plasma citratado com o reagente contendo ativador e fosfol pides.

Ap s a adi ão de c lcio, faz-se a medi ão do tempo de formação do co gulo.

O produto APTT Hemostasis -Labtest cont m substitutos de fosfol pides plaquet rios que, juntamente com um ativador sol vel, cido el gico, proporciona condi ões timas para a ativa ão por contato dos fatores da coagula ão (via intr nseca). Apesar de ser sens vel a deficiências de todos os fatores da coagula ão, com exce ão do fator VII, o sistema APTT Hemostasis detecta desordens hemorr gicas secund rias principalmente à deficiência dos fatores VIII, IX, XI, XII e Pr -calicre na.

O APTT Hemostasis pode ser utilizado tamb m com sucesso para monitorar pacientes em terapia com heparina. O sistema suficientemente sens vel para discriminar diferentes concentra ões deste anticoagulante, apresentando prolongamento do tempo de coagula ão proporcional à concentra ão de heparina no plasma.

Coagulometria.

Cont m cido el gico 99 mol/L, fosfol pide de c rebro de coelho 0,007%, fenol 320 mmol/L, albumina bovina 0,005%, estabilizadores e preservativo. Pronto para uso.

Cont m cloreto de c lcio 20 mmol/L e azida s dica 0,095%. ç ç ç á á á ç í é ç é ç í á í ç é á é í ó ç á ç á é í á ú á á ç ó ç ç í í ç ç á á é í é é í ç ç ç é á á í é é á ó

[Somente para uso diagn stico in vitro.]

Reagente 1 - Armazenar entre 2 - 8 ºC.

Reagente 2 - Armazenar entre 2 - 30 ºC. ó

í

í

≥ µ ≥ ≤

Os reagentes não abertos, quando armazenado nas condi ões indicadas, são est veis at a data de expira ão impressa no r tulo. Ap s abertos, os reagentes devem ser manuseados de acordo com as boas pr ticas de laborat rio para evitar contamina ões de natureza qu mica e microbiana que podem provocar redu ão da estabilidade.

O Reagente 1 deve permanecer aberto e fora da temperatura de armazenamento somente o tempo necess rio para obter o volume a ser utilizado no teste. A exposi ão prolongada do Reagente 1 ao ar atmosf rico pode comprometer o desempenho do mesmo. A estabilidade do Reagente 1 pode ser comprometida com a introdu ão de ponteiras mal lavadas.

Os cuidados habituais de seguran a devem ser aplicados na manipula ão do reagente.

O Reagente 2 cont m azida s dica que t xica. Não ingerir e, no caso de contato com os olhos, lavar imediatamente com grande quantidade de

gua e procurar aux lio m dico.

A azida pode formar compostos altamente explosivos com tubula ões de chumbo e cobre. Portanto, utilizar grandes volumes de gua para descartar o reagente.

Banho-maria mantido à temperatura constante (37 ºC); Pipetas para medir amostras e reagente;

Cron metro.

O TTPA pode estar aumentado em indiv duos em uso de cido acetilsalic lico, aztreonam, ofloxacino, metronidazol e fenito na.

A redu ão do TTPA pode ser observada em indiv duos em uso de anti-histam nicos, digit licos, contraceptivos orais, tetraciclina e estr genos conjugados.

importante tamb m que a amostra seja coletada, preparada e armazenada conforme descrito no item AMOSTRA.

Usar plasma colhido em citrato triss dico anidro 109 mmol/L (3,2%). Deve ser criado um Procedimento Operacional Padrão (POP) que estabele a procedimentos adequados para coleta, prepara ão e armazenamento da amostra. Enfatizamos que os erros devidos à amostra podem ser muito maiores que os erros ocorridos durante o procedimento anal tico. ç á é ç ó ó á ó ç í ç á ç é ç ç ç é ó é ó á í é ç á ô í á í í ç í í á ó É é ó ç ç í

Material necess rio e não fornecido

1.

2.

3.

Influências pr -anal ticas .

á

é

í

APTT HEMOSTASIS

Instruções de Uso

MS 10009010135

Ref.:

502

Precauções e cuidados especiais

1

2

(2)

Considerando que a qualidade da amostra fundamental para a exatidão dos resultados, recomenda-se a utiliza ão dos procedimentos que se seguem .

Obter o sangue por pun ão venosa e evitar garroteamento prolongado, hem lise, forma ão de bolhas e aspira ão de l quido tissular (fator lll). A agulha deve penetrar diretamente na veia na primeira tentativa (pun ão venosa não traum tica). O sangue deve fluir livremente sem que seja necess rio aplicar demasiada for a ao êmbolo. Não realizar o TTPA em amostra cuja pun ão for dif cil (pun ão venosa traum tica).

Coletar a amostra com seringa de pl stico e centrifugar em tubos de pl stico. O uso de material de vidro não siliconizado ativa os fatores da coagula ão e reduz falsamente o TTPA. Ap s remover a agulha, utilizar a por ão central da amostra na seringa, deixando as por ões anterior e posterior para outros testes.

No caso de sistema de coleta a v cuo, usar tubo de pl stico ou vidro siliconizado. Ao realizar coleta somente para testes de coagula ão, coletar duas amostras. A primeira em um tubo sem anticoagulante ou em tubo contendo citrato (tampa azul) que deve ser desprezada.

A segunda amostra coletada em tubo contendo citrato (tampa azul) ser utilizada para a realiza ão dos testes. No caso de coleta m ltipla, a amostra para testes de coagula ão dever ser obtida ap s a coleta de amostra em tubo sem anticoagulante e antes da coleta em tubo contendo EDTA.

Misturar 9 partes de sangue com 1 parte de citrato ou 3 mL de sangue e 1 gota de Trombstab (Labtest Ref.: 45). Homogeneizar 3 ou 4 vezes por inversão suave. Não usar oxalato, pois o Fator V muito sens vel a este anticoagulante.

Em pacientes que apresentam hemat crito maior que 55% a rela ão entre os volumes de sangue e de anticoagulante deve ser ajustada para garantir a exatidão do resultado. Para calcular o volume de anticoagulante necess rio em fun ão do hemat crito e do volume de sangue, utilizar a f rmula que se segue:

Volume de anticoagulante (mL) = 0,00185 x volume de sangue (mL) x (100 - hemat crito)

Para um hemat crito de 60% usar 0,22 mL de citrato e completar para 3,0 mL com sangue. Para usar Trombstab (Labtest Ref.: 45), adicionar 2 gotas a 0,5 mL de gua e usar na propor ão indicada pelo c lculo.

Centrifugar at 1 hora ap s a coleta a 3000 rpm ou 1500 g durante 15 minutos. Não necess rio remover o plasma do tubo. Manter o tubo tampado at a execu ão do teste para evitar mudan a do pH da amostra, que pode interferir nos resultados.

Manter as amostras entre 2 - 24 ºC e realizar o TTPA at 4 horas ap s a coleta. Caso exista possibilidade de congelamento r pido, o plasma, separado das c lulas, pode ser congelado a 20 ºC negativos por 2 semanas ou 70 ºC negativos por 6 meses. Sugerimos congelar o material em al quotas de 0,5 mL e, para evitar evapora ão do material durante o per odo de armazenamento, utilizar frascos adequados para congelamento ( criotubos ). As amostras devem ser descongeladas rapidamente a 37 ºC e testadas imediatamente.

é ç ç ó ç ç í ç á á ç ç í ç á á á ç ó ç ç á á ç á ç ú ç á ó é í ó ç á ç ó ó ó ó á ç á é ó é á é ç ç é ó á é í ç í 1-3

1.

2.

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5.

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7.

Exemplo .

8.

1.

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5.

6.

7.

Controle interno da qualidade .

Intervalo de referência

A presen a de co gulos implica na rejei ão da amostra.

Amostras de sangue devem ser consideradas como potencialmente infectantes. Portanto, ao manuse -las deve-se seguir as normas estabelecidas para biosseguran a.

Para descartar os reagentes e o material biol gico, sugerimos aplicar as normas locais, estaduais ou federais de prote ão ambiental.

Amostras ict ricas, lipêmicas e hemolisadas podem modificar os resultados de modo imprevis vel.

O seguinte procedimento se aplica a t cnica manual. O produto pode ser empregado para determina ão do TTPA utilizando equipamentos autom ticos e semi-autom ticos. Recomenda-se seguir exatamente as instru ões de opera ão propostas pelo fabricante.

Realizar o teste utilizando tubos de vidro rigorosamente limpos. A temperatura do banho-maria deve estar entre 36 - 38 ºC. Pr -aquecer o Reagente 2 (20 mmol/L) a 37 ºC.

Incubar a 37 ºC, 0,1 mL do plasma a ser medido (controle ou paciente) por no m nimo um minuto e no m ximo 10 minutos.

Adicionar 0,1 mL do Reagente 1, homogeneizar e incubar a 37 ºC por 3 a 5 minutos (tempo de ativa ão). Para obter resultados reprodut veis o tempo de ativa ão deve ser padronizado para todas as amostras.

Adicionar 0,1 mL do Reagente 2 (previamente aquecido a 37 ºC) e disparar simultaneamente o cron metro. Misturar suavemente e manter no banho-maria a 37 ºC por 15 a 20 segundos.

Remover o tubo, inclin -lo sucessivamente em intervalos menores que 1 segundo e observar a forma ão de um co gulo que interrompe a movimenta ão do l quido. Parar imediatamente o cron metro e registrar o tempo.

O laborat rio deve manter um programa de controle interno da qualidade que defina claramente os regulamentos aplic veis, objetivos, procedimentos, crit rios para especifica ões da qualidade e limites de toler ncia, a ões corretivas e registro das atividades. Materiais de controle devem ser utilizados para monitorizar a imprecis o da medi ão. Sugere-se utilizar as especifica ões CLIA para o erro total .

Os intervalos devem ser usados apenas como orienta ão. Recomenda-se que cada laborat rio estabele a, na popula ão atendida, Recomenda-seus pr prios intervalos de referência. ç á ç á ç ó ç é í é ç á á ç ç é í á ç í ç ô á ç á ç í ô ó á é ç â ç ç ç ç ó ç ç ó 5 6-8

Interferências

Procedimento

4

(3)

Características do desempenho

Estudos de comparação .

Estudos de precisão .

Avaliação do erro total .

Sensibilidade à heparina .

9

O método proposto foi comparado com método similar, sendo obtidos os seguintes resultados:

Utilizando a equação da regressão, o erro sistemático total estimado no tempo de 26,7 segundos é igual a 1,76% e no tempo de 65,6 segundos é igual a 11,2%.

Os seguintes resultados foram obtidos nos estudos de precisão:

O erro total (erro aleatório + erro sistemático) estimado no tempo de 26,7 segundos é igual a 3,13% e no tempo de 65,6 segundos é igual a 13,6%. Os resultados indicam que o método atende à especificação CLIA para erro total ( 15,0%) .

O TTPA é utilizado para monitorar a terapia com heparina, considerando que o prolongamento do tempo de formação do coágulo é diretamente proporcional ao aumento da quantidade de heparina.

≤ 5

A ação anticoagulante da heparina depende de muitos fatores, tais como: nível adequado de antitrombina III, ativação plaquetária e subseqüente exposição do Fator 4 plaquetário.

Medicamentos, taxa de metabolização e forma de administração da heparina e o tempo entre a coleta e realização do teste interferem no teste de sensibilidade.

A sensibilidade relativa do reagente APTT Hemostasis para a heparina pode ser determinada estabelecendo-se uma curva de sensibilidade à heparina. A curva deve ser construída adicionando-se quantidades conhecidas de heparina a um pool de plasma normal e realizando o teste para determinação do TTPA. O laboratório deve realizar o teste de sensibilidade utilizando a heparina de mesma fonte da administrada ao paciente e levando-se em consideração as variáveis que influenciam no teste.

O exemplo abaixo ilustra a relação entre concentração de heparina e o tempo em segundos obtido com o reagente APTT Hemostasis e um coagulômetro foto-ótico.

Plasmas com deficiência moderada e grave de vários fatores foram avaliados com o reagente APTT Hemostasis e o reagente demonstrou sensibilidade apropriada às deficiências dos fatores da coagulação conforme está mostrado na tabela a seguir:

O TTPA avalia as vias intrínseca e comum da cascata da coagulação. O TTPA é relativamente mais sensível às deficiências dos fatores VIII e IX do que às deficiências dos fatores XI e XII ou fatores da via comum, mas, na maioria das técnicas, níveis de fatores entre 15% e 30% do normal prolongam o TTPA. O TTPA é usado para detecção de deficiências ou inibidores dos fatores da coagulação da via intrínseca ou comum, além de se prestar para monitorização da anticoagulação com heparina e para rastreamento do anticoagulante lúpico.

Sensibilidade à deficiência de fatores da coagulação

Significado clínico .

Número de amostras

Tempo de tromboplastina parcial ativada (segundos) Média das estimativas (segundos) Equação da regressão Coeficiente de correlação Método Comparativo 205 21,9 - 200 34,6 Labtest = 0,8232 x Comparativo + 4,25 0,985 205 21,0 - 167,8 32,7 Método Labtest Intervalo (segundos) 26,3 - 46,9 26,1 - 45,9 26,7- 37,6 Idade 2 meses 5 meses Criança a par tir de 6 messes

e adultos Média 26,7 65,6 DP 0,19 0,79 CV (%) 0,7 1,2 N 5 5 Amostra 2 Amostra 1

Reprodutibilidade - Imprecisão total

Média 26,8 66,6 DP 0,08 0,60 CV (%) 0,3 0,9 N 10 10 Amostra 2 Amostra 1

Repetitividade - Imprecisão intra-ensaio

TTPA (segundos) 27,3 24,3 33,6 42,1 53,0 65,5 77,9 93,7 Concentração de Heparina (unidades/mL) 0,1 0,0 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7

Atividade do fator% TTPA (segundos)

44,8 20 82,0 <1 83,5 <1 40,9 20 134,2 <1 47,8 20 >200 <1 36,2 69,5 20 <1 Fator VIII VIII IX IX XI XI XII XII Pré-calicreína

(4)

Distúrbios da via intrínseca da cascata da coagulação são caracterizados pelo TTPA prolongado e o Tempo de Protrombina (TP) normal. Formas hereditárias incluem a deficiência dos fatores VIII ou IX (hemofilias A ou B respectivamente), fator XI, pré-calicreína, cininogênio de alto peso molecular e fator XII. A deficiência dos três últimos fatores não está associada com quadro de manifestação hemorrágica, constituindo-se apenas uma anormalidade laboratorial. Distúrbios adquiridos que cursam com TP normal e TTPA prolongado incluem o inibidor lúpico ou inibidores dos fatores VIII, IX e XI, além do uso de heparina.

Distúrbios da via comum causam o prolongamento do TP e TTPA, os quais, quando hereditários, indicam formas raras de deficiência de um dos seguintes fatores: fator X, fator V, protrombina ou fibrinogênio. Por outro lado, deficiências adquiridas de alguns destes fatores geralmente são acompanhadas por outras anormalidades na via extrínseca ou intrínseca, como ocorre nas hepatopatias, na coagulação intravascular disseminada (CIVD) e na deficiência de vitamina K. Além disso, quando o TP e o TTPA estão prolongados, torna-se importante a realização da dosagem de fibrinogênio e do tempo de trombina (TT), pois pode tratar-se de afibrinogenemia, hipofibrinogenemia ou disfibrinogenemia.

A limpeza e secagem adequadas do material utilizado são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.

O laboratório clínico tem como objetivo fornecer resultados exatos e precisos. A utilização de água de qualidade inadequada é uma causa potencial de erros analíticos. A água deionizada ou destilada utilizada no laboratório deve ter a qualidade adequada a cada aplicação. Assim, para preparar reagentes, usar nas medições e para uso no enxágüe final da vidraria, deve ter resistividade 1 megaohm.cm ou condutividade 1 microsiemens/cm e concentração de silicatos <0,1 mg/L. Quando a coluna deionizadora está com sua capacidade saturada ocorre produção de água alcalina com liberação de vários íons, silicatos e substâncias com grande poder de oxidação ou redução que deterioram os reagentes em poucos dias ou mesmo horas, alterando os resultados de modo imprevisível. Assim, é fundamental estabelecer um programa de controle da qualidade da água.

Para uma revisão das fontes fisiopatológicas e medicamentosas de interferência nos resultados e na metodologia sugere-se consultar http:/www.fxol.org.

1. International Committee for Standardization in Hematology.Thromb Haemostas 1976;36:237-238.

2. NCCLS. Collection, Transport, and Processing of Blood Specimens for Testing Plasma-Based Coagulation Assays; Approved GuidelineFourth Edition. NCCLS document H21-A4, 2003.

3. NCCLS. Procedures for the Collection of Diagnostic Blood Specimens by Venipuncture; Approved StandardFifth Edition. NCCLS document H3-A5, 2003.

4. NCCLS. One-Stage Prothrombin Time (PT) Test and Activated Partial Thromboplastin Time (APTT) Test; Approved Guideline. NCCLS document H47-A, 1996.

Observações

1.

2.

3.

Referências

≥ ≤

5. CLIA Requirements for Analytical Quality. Disponível em <http://www.westgard.com/clia.htm>.

6. Conway AM, Hinchliffe RF, Finn A, Bell F. Clin. Lab Haem 1999;21:427-428.

7. Flanders MM, Crist RA, Roberts WL, Rodgers GM. Clinical Chemistry 2005;51:1738-1742.

8. Jacobs DS, DeMott WR, Oxley DK. Laboratory Test Handbook, 5a edição, Lexi-Comp Inc: Hudson (Cleveland), 2001, 328-330. 9. Labtest: Dados de arquivo.

Estão disponíveis aplicações

garante o desempenho deste produto dentro das especificações até a data de expiração indicada nos rótulos desde que os cuidados de utilização e armazenamento indicados nos rótulos e nestas instruções sejam seguidos corretamente.

para sistemas automáticos e semi-automáticos.

[Termos e Condições de Garantia] A Labtest Diagnóstica

Informações ao consumidor

Edição: Fevereiro, 2007 Ref.: 170309

Copyright by Labtest Diagnóstica S.A. Reprodução sob prévia autorização

Apresentação

APTT Hemostasis Produto Referência 502-1/4 Conteúdo 1 X 4 mL 1 1 X 6 mL 2 CNPJ: 16.516.296 / 0001 - 38

Av. Paulo Ferreira da Costa, 600 - Vista Alegre - CEP 33400-000 Lagoa Santa . Minas Gerais Brasil - www.labtest.com.br Labtest Diagnóstica S.A.

Serviço de Apoio ao Cliente 0800 031 34 11 (Ligação Gratuita) e-mail: [email protected]

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Símbolos utilizados com produtos diagnósticos in vitro

Símbolos usados con productos diagnósticos in vitro

Symbols used with ivd devices

Representante Autorizado na Comunidade Europeia

Representante autorizado en la Comunidad Europea Authorized Representative in the European Community

Conteúdo suficiente para < n > testes

C C

ontenido suficiente para < n > tests ontains sufficient for < n > tests

Data limite de utilização (aaaa-mm-dd ou mm/aaaa)

Estable hasta Use by

(aaaa-mm-dd o mm/aaaa) (yyyy-mm-dd or mm/yyyy)

Limite de temperatura (conservar a)

Temperatura limite Temperature limitation (conservar a) (store at) Material Calibrador Material Calibrador Calibrator Material Material Calibrador Material Calibrador Calibrator Material

Consultar instruções de uso

Consultar instrucciones de uso Consult instructions for use

Adições ou alterações significativas

Cambios o suplementos significativos Significant additions or changes

Liofilizado

Liofilizado Lyophilized

Produto diagnóstico in vitro

Dispositivo de diagnóstico in vitro In vitro diagnostic device

Número do catálogo Número de catálogo Catalog Number

Ref.: 170309

Corrosivo Corrosivo Corrosive Controle negativo Control negativo Negative control Controle positivo Control positivo Positive control Controle Control Control Controle Control Control Marca CE Marcado CE CE Mark Tóxico Tóxico Poison Reagente Reactivo Reagent Número do lote Denominación de lote Batch code Risco biológico Riesgo biológico Biological risk Fabricado por Elaborado por Manufactured by

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