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A influência do treinamento "relações interpessoais e a felicidade" no ambiente de trabalho

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Academic year: 2021

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1 UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RS – UNIJUÍ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS, CONTÁBEIS, ECONÔMICAS

E DA COMUNICAÇÃO – DACEC

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO DE PESSOAS – MBA 1ª EDIÇÃO - MODALIDADE EaD

A INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO “RELAÇÕES INTERPESSOAIS E A FELICIDADE” NO AMBIENTE DE TRABALHO

Pós-Graduanda:Beatriz Maria Luchese Peruffo Profª. Orientadora: Maira Fátima Pizolotto

Resumo

Tendo como princípio que se deve exercitar os talentos e respeitar os valores individuais, principalmente a ética, para melhorar os relacionamentos interpessoais, foi proposta para a direção do Colégio Marista Aparecida de Bento Gonçalves/RS a realização do Treinamento “Relações Interpessoais e a Felicidade” com palestra e dinâmicas de grupo, ministrado pela pesquisadora e customizado para atender as necessidades da organização. Para tanto o objetivo geral foi analisar a influência do Treinamento “Relações Interpessoais e a Felicidade” na vida pessoal e no ambiente de trabalho dos professores e funcionários do Colégio Marista Aparecida de Bento Gonçalves/RS e a avaliação da realização do mesmo, pela Direção da citada organização. O modelo de investigação utilizado neste estudo foi pesquisa aplicada, de natureza qualitativa, utilizando as técnicas exploratória e descritiva e a pesquisa documental, bibliográfica, de campo e de levantamento. A coleta dos dados deu-se por meio de questionário aos colaboradores e entrevista a direção do citado Educandário. De acordo com os resultados obtidos os colaboradores e a direção da organização pesquisada consideram importante à realização de treinamentos, especialmente o proposto, para o desenvolvimento pessoal e profissional, melhorando assim, os relacionamentos interpessoais. Palavras-Chave: Treinamento; Desenvolvimento; Relações Interpessoais.

Abstract

Based on the principle that one should exercise their talents and respect individual values , especially ethics , to improve interpersonal relationships , was proposed to the Direction of the Marista Aparecida School of Bento Gonçalves/RS conducting Training "Happiness and Interpersonal Relations " with lecture and group dynamics , taught by the researcher and customized to meet the needs of the organization . To achieve the overall objective was to

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2 analyze of Coaching “Happiness and Interpersonal Relations” in personal life and working environment of teachers and staff in Marista Aparecida School of Bento Gonçalves / RS and evaluation of the implementation of the same Direction by the said Organization. The research model used in this study was applied research, qualitative in nature, using exploratory and descriptive techniques and documentary research, literature, and field survey. Data collection was performed by means of a questionnaire to interview employees and the Direction of that educandário. According to the results the Direction of the employees’ surveyed organization consider important to conduct trainings, especially proposed for personal and professional development, thus improving interpersonal relationships.

Key-Words: Training; Development; Interpersonal Relations Introdução

Frente às mudanças do mercado, do fluxo constante de novas informações e de conhecimentos, além da acirrada competitividade entre empresas, tornou-se imprescindível investir no desenvolvimento das pessoas como diferencial estratégico das organizações.

Para Chiavenato (1999) a competitividade das empresas depende agora do conhecimento que é inovador e mutável. E, reforça que o segredo das empresas bem sucedidas é saber consolidar e reciclar o conhecimento entre seus funcionários, treinar, preparar e desenvolver os funcionários para que tenham condições permanentes de lidar com a mudança e com a inovação, de proporcionar valor à empresa e ao cliente e, sobretudo, de mantê-la sempre eficaz e competitiva em um mundo globalizado e ainda de forte concorrência.

Neste sentido, o tema estudado consiste em treinamento/desenvolvimento e relações interpessoais, tendo como objetivo geral analisar a influência do Treinamento “Relações Interpessoais e a Felicidade” na vida pessoal e no ambiente de trabalho dos professores e funcionários do Colégio Marista Aparecida de Bento Gonçalves/RS. O treinamento proposto e ministrado pela pesquisadora fora customizado para atender as necessidades da organização pesquisada, conforme apêndice C.

O presente artigo está estruturado em quatro seções além desta introdução. Discute-se o referencial teórico, após delimita-Discute-se os procedimentos metodológicos da pesquisa. E por fim, apresentação dos resultados e aconclusão seguida da bibliografia e apêndices.

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3 2 Referencial Teórico

2.1 O sentido do trabalho

A organização precisa identificar o significado do trabalho de cada colaborador para saber o que o motiva, ou seja, o sentido que ele dá ao seu trabalho.

Para Rockenbach (2003) é no trabalho que encontramos uma identificação e conseguimos sermos nós mesmos, fazendo aquilo que realmente tem a ver conosco expressando os nossos diferenciais. E, faz-se necessário que o trabalho seja encarado desta forma, tanto para os sujeitos como para as organizações, para que o trabalho passe a ser encarado como fonte de realização de vida.

Sanders (2011) ao explanar sobre as empresas feitas para servir, destaca como a busca por um objetivo maior e uma cultura de valorização das pessoas leva ao sucesso duradouro, afirma que a compensação financeira já não é o principal indicador de sucesso. A nova moeda corrente são as relações pessoais.

Um trabalho que tem sentido é aquele realizado de forma eficiente e satisfatório, com remuneração apropriada e justa e, ainda, ser reconhecido por suas habilidades e contribuições ao sucesso dos negócios e da sociedade de tal forma que a qualidade de vida e a eficácia organizacional sejam melhoradas.

A música “O Que Você Faz Pra Ser Feliz?” de Clarice Falcão questiona o sentido do trabalho como segue: “O que faz você feliz? Você feliz o que é que faz? Você faz o que te faz feliz? O que faz você feliz você que faz”.

O colaborador além de ter brilho nos olhos, deve fazer brilhar os olhos dos colegas. Esse é o grande significado que todos deveriam buscar para ter o melhor trabalho do mundo e assim impactar vidas direta ou indiretamente, pois o trabalho é fonte de realização e satisfação.

2.2 Relacionamento interpessoal no trabalho

O relacionamento interpessoal é a interação de duas ou mais pessoas e está diretamente ligado à forma como cada um percebe, sente, e se manifesta em relação à outra. No ambiente de trabalho, é importante manter contatos saudáveis, que gerem sentimentos positivos, facilitando não só a harmonia entre as pessoas, como também a produtividade e a eficácia.

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4 Para Kanter (2010) parte da arte implica reconhecer a existência de diferenças sem fazer um julgamento de valor, ajustando as expectativas e as reações para se adequar a elas, afirmando que é necessário o ajuste do próprio estilo para se colocar no lugar dos outros.

Quando duas ou mais pessoas se relacionam harmonicamente, nasce uma força maior, que é o espírito de equipe. Para se alcançar bons resultados pessoais ou organizacionais, imprescindível compartilharem o interesse em atingir o mais alto nível de qualidade nos serviços oferecidos e isto se consegue através do trabalho conjunto.

Carnegie (2012) apresenta alguns princípios que são fundamentais para o desenvolvimento de um bom relacionamento interpessoal, entre eles: Torne-se verdadeiramente interessado na outra pessoa; sorria e seja um bom ouvinte.

Andrews (2011) enfatiza que um crescente número de pesquisadores vem demonstrando que a felicidade e a satisfação com a vida são critérios centrais para a saúde e o sucesso na vida. Verificou-se que as pessoas felizes têm: mais criatividade; produtividade mais alta; melhor desempenho no trabalho e mais sucesso profissional; renda maior; mais autocontrole, liderança e competência para lidar com situações adversas. E, conclui dizendo que é melhor ser feliz. Aumentar o nível de felicidade das pessoas é de fato uma meta científica e social que vale a pena.

As organizações buscam colaboradores com educação e formação, com capacidade de resolução dos problemas enfrentando situações desafiadoras com atitude construtiva, pois conduta pessoal é tão importante quanto desempenho profissional.

As organizações analisam as características pessoais e não apenas profissionais e técnicas de seus colaboradores, ou seja, o temperamento, as atitudes inclusive fora da organização, a maneira de se relacionar e liderar pessoas, por serem fatores importantes no trabalho. Assim, as habilidades de comunicação, de liderança e o respeito humano, ganham novas dimensões na Gestão Organizacional.

Cabe exemplificar com uma fábula grega sobre o sol e o vento, contada por Carnegie (2012, p. 175), da seguinte forma:

“Eles discutiam sobre qual dos dois era mais forte e o vento disse: Provarei que sou mais forte. Vê aquele velho que vem lá embaixo com uma capa? Aposto como posso fazer com que ele tire a capa mais depressa do que você. O sol recolheu-se atrás de uma nuvem e o vento soprou até quase se tornar um furacão, mas, quanto mais ele soprava, mais o velho segurava a capa junto de si. Finalmente, acalmou-se e foi embora; então o sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para o velho. Imediatamente ele esfregou o rosto e tirou a capa. O sol disse então ao vento que a gentileza e a amizade eram sempre mais fortes que a fúria e a força.”

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5 Para obter melhores resultados é fundamental que a organização estimule seus colaboradores a desenvolverem suas habilidades de relacionamento interpessoal, objetivando compreender e conviver melhor com os colegas e clientes.

Nesse contexto, Conaty e Charan (2011), explanam que desenvolver talentos por meio de experiências expande a competência e a capacidade nos quatro componentes do talento: características pessoais, mix de habilidades, desenvolvimento de relacionamentos e senso crítico em relação a pessoas e negócios.

Pizolotto, Drews e Abreu (2008, p. 14) explanam o seguinte:

“Partindo do conhecimento de que o comportamento organizacional refere-se basicamente aos atos e às atitudes das pessoas nas organizações, podemos concluir que o estudo do comportamento organizacional deve ser focado nas pessoas, mais precisamente, em suas atitudes e comportamentos”.

A motivação se torna importante dentro do enfoque comportamental, por ser necessário compreender os mecanismos que movem as pessoas para o bom desempenho ou improdutividade, para colaborar ou prejudicar os interesses da organização.

2.3 Treinamento para desenvolvimento pessoal e profissional

O Treinamento é um dos recursos de Desenvolvimento de Pessoal que visa fortalecer as habilidades e competências, aumento de produtividade e das relações interpessoais preparando os colaboradores para as constantes mudanças do mercado de trabalho e inovações tecnológicas.

Os principais objetivos do treinamento para Chiavenato (1999) é preparar o pessoal para execução imediata das diversas tarefas peculiares à organização por meio da transmissão de informações e desenvolvimento de habilidades; proporcionar oportunidades para o contínuo desenvolvimento pessoal, não apenas em seus cargos atuais, mas também para outras funções para as quais a pessoa pode ser considerada; e, mudar a atitude das pessoas, com várias finalidades, entre as quais criarem um clima mais satisfatório entre os empregados, aumentar-lhes a motivação e torná-los mais receptivos às técnicas de supervisão e gerência.

Para Marras (2000) à organização interessa preencher as lacunas de CHA – competências, habilidades e atitudes, visando otimizar a eficiência e eficácia individuais e grupais.

Num mercado cada vez mais globalizado e competitivo é preciso investir em treinamento, capacitando os colaboradores para serem atuantes e protagonistas da própria história, saindo do lugar de meros expectadores.

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6 3 Metodologia

3.1 Classificação da pesquisa

O modelo de investigação utilizado neste estudo, segundo Roesch (2012) foi pesquisa aplicada, de natureza qualitativa, utilizando a técnica exploratória e descritiva e a pesquisa documental, bibliográfica, de campo e de levantamento que permitiu a necessária base teórica para sua construção e do estudo de caso com a aplicação de questionário aos colaboradores e entrevista a direção do Colégio Marista Aparecida de Bento Gonçalves/RS, para coleta dos dados tendo como foco analisar a influência do Treinamento “Relações Interpessoais e a Felicidade” e, a percepção que os colaboradores têm da importância dos relacionamentos interpessoais na vida pessoal e no ambiente de trabalho, ministrado pela pesquisadora e a avaliação da realização do mesmo, pela Direção da citada Organização.

A pesquisa qualitativa é útil como ferramenta descritiva para determinar o que é importante aos colaboradores pesquisados e para os gestores da organização e por que é importante, e não para saber quantos avaliam positivamente ou não o treinamento proposto.

3.2 Sujeitos da pesquisa

A população pesquisada compõe-se de 43 (quarenta e três) professores e funcionários que participaram do Treinamento ministrado sob o tema de “Relações Interpessoais e a Felicidade”, sendo que 40 (quarenta) responderam o questionário (Apêndice A), dentro de um quadro de 90 colaboradores.

Quadro 1 - Perfil dos Participantes

Gênero

Feminino 92,50%

Masculino 7,50%

Faixa Etária

Nascidos entre 1990 a 2009 – Geração Z 2,50% Nascidos entre 1980 a 1990 - GeraçãoY 50,00% Nascidos entre 1960 a 1980 - Geração X 37,50% Nascidos até 1960 - Baby Boomers 10,00%

Estado Civil Solteiro (a) 22,50% Casado (a) 62,50% União Estável 12,50% Divorciado (a) 2,50% Filhos Nenhum 37,50% 1 a 2 62,50% Cargo Funcionário (a) 32,50% Professor (a) 62,50%

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7 Grau de

Instrução

Ensino Fundamental Incompleto 2,50%

Ensino Médio Completo 2,50%

Ensino Superior Incompleto 10,00%

Ensino Superior Completo 12,50%

Pós – Graduação Incompleto 5,00%

Pós – Graduação Completo 60,00%

Mestrado Incompleto 2,50%

Mestrado Completo 5,00%

Os profissionais da geração Y buscam mais do que salários e benefícios por serem; movidos a desafios contínuos.Portanto, o gerenciamento dos jovens profissionais exige uma nova postura dos líderes da geração X.

3.3 Coleta e Análise de Dados

Houve reunião preparatória com os gestores, para após a Palestra realizar a coleta de dados através de aplicação de questionário aos colaboradores (apêndice A) e entrevista com a Direção da Organização (apêndice B).

O questionário para aplicação aos colaboradores foi elaborado com dados pessoais para identificação da população pesquisada por meio dos seguintes itens: gênero, faixa etária, estado civil, quantidade de filhos, cargo e escolaridade. E após, com 8 questões avaliativas da importância de um modo genérico quanto as afirmações relativas as relações interpessoais e ao Treinamento proposto, onde o colaborador assinalou numa escala tipo Likert de sete pontos, correspondendo: 1 a 2 mínima importância; 3 a 5 razoável importância; 6 a 7 máxima importância, o quanto valorava de cada afirmação. E ainda, 8 questões avaliativas da concordância de modo específico e pessoal quanto as afirmações relativas as relações interpessoais e ao Treinamento proposto, onde o colaborador assinalou numa escala tipo Likert de sete pontos, correspondendo: 1 a 2 discordo totalmente; 3 a 5 nem concordo nem discordo; 6 a 7 concordo totalmente, o quanto concordava ou discordava de cada afirmação. Ao final oportunizado para sugestões e comentários, podendo ou não identificar-se.

Fora utilizado o método de análise de conteúdo como técnica de análise dos dados. E, os dados levantados a partir dos questionários foram tabulados através do software Excel a partir do qual se realizaram as análises estatísticas e os resultados denotados em explanações teóricas.

Para uma melhor visualização, apresenta-se no quadro 2 e no gráfico 1 todas as respostas dos colaboradores formuladas no apêndice B e o escore médio das variáveis

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8 questionadas diante da importância de um modo genérico versus a concordância de modo específico e pessoal,e ainda, nos quadros 3 a 10, analisa-se individualmente as 8 questões respondidas pelos colaboradores referentes aos resultados do estudo realizado com referência à influência do Treinamento “Relações Interpessoais e a Felicidade” na vida pessoal e no ambiente de trabalho dos professores e funcionários da organização pesquisada.

No gráfico 2 apresenta-se a Localização da Região de Desempenho do escore médio das variáveis questionadas diante da importância de um modo genérico versus a concordância de modo específico e pessoal.

Após, fora realizada a entrevista direcionada a Direção da Organização (apêndice B).

3.3 Treinamento “Relações Interpessoais e a Felicidade”

A pesquisadora entende-se privilegiada de ter em família as primeiras noções de amor incondicional e ético, sim, foram os pais que ensinaram com o exemplo de vida que a honestidade é o caminho à felicidade. Estes ensinamentos moldaram o caráter e a busca diária pela qualidade de vida com as pessoas escolhidas para amar e trabalhar. Falar em público, sempre foi um prazer, desde criança estudante no Colégio ora pesquisado, adorava ser mestre de cerimônia nas sessões cívicas, ou ainda apresentando uma peça de teatro, tais atividades motivaram sobremaneira para o atual exercício de palestrante.

Tendo como princípio que se devem exercitar os talentos e respeitar os valores individuais, principalmente a ética, para melhorar os relacionamentos interpessoais, foi proposta para a direção do Colégio Marista Aparecida de Bento Gonçalves a realização do Treinamento “Relações Interpessoais e a Felicidade” com palestra e dinâmicas de grupo, conforme apêndice A, ministrado pela pesquisadora e customizado para atender as necessidades da organização.

Este Treinamento realizado na organização pesquisada, por ser esta uma notória ferramenta utilizada por empresas que, ao provocar mudanças no comportamento dos colaboradores, visa à maximização dos resultados corporativos.

Proferida palestra no dia 23 de novembro de 2013, onde foram abordados os seguintes temas: O que é ética? Atendimento ao Público; Seja um bom ouvinte; Critique as atitudes, não a pessoa; Elogie a pessoa, não as atitudes; Apresentação Pessoal e Profissional; Comunicação Verbal e Escrita; Qualidades essenciais da voz: Ênfase, Entonação, Pronúncia, Ritmo e Confiança; Relacionamentos Interpessoais no ambiente familiar, social e no trabalho; A mulher e as múltiplas funções. Postura dos professores e dos pais na atualidade, comparado

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9 com a década de 60; Somos senhores das nossas escolhas e o critério é individual; Dinheiro X Desapego e a felicidade; Para ser feliz: pule, brinque, faça o que gosta de fazer, pratique esportes, tenha um hobby, sorria, abrace, estude, seja voluntário; Permita-se ser feliz; e,Firmar o Compromisso Pessoal: O que farei para ter bons relacionamentos interpessoais diariamente? Durante a palestra houve as seguintes dinâmicas de grupo: Vivência mapa das cores: Visando a descoberta da cor (qualidade) predominante e da cor (qualidade) que o participante precisa desenvolver e como os colegas enxergam o participante; Vivência amor no coração: Objetivando sentir a felicidade ao lembrar alguém que ama; Vivência bom ouvinte: Em primeiro momento, em pares, um tentou falar e o outro interrompia, não dando atenção. Posteriormente, em círculos, um grupo falava e o outro ouvia com atenção, complementando algumas frases sugeridas pela pesquisadora, visando que os participantes percebessem a importância de ser ouvido. E, no encerramento da atividade a Vivência sonhos e flores, onde de forma lúdica objetivou demonstrar que trabalham com seres humanos com defeitos, qualidades, sonhos e metas individuais e da equipe.

O público pesquisado foi atuante e participativo nas atividades propostas.

4 Apresentação e Análise dos Resultados

4.1 Caracterização da Organização pesquisada: Colégio Marista Aparecida – Bento Gonçalves – RS

A história marista na cidade de Bento Gonçalves, localizada na Serra Gaúcha, começou em 24 de janeiro de 1940.

O Colégio Marista Aparecida faz parte da rede marista de solidariedade presente no Brasil com 58 colégios, 75 unidades sociais, 16 veículos de comunicação, três editoras, seis instituições de ensino superior e oito hospitais.

O mundo cada vez mais higt-tech de crianças e jovens coloca a educação diante do desafio de inovar as formas de ensinar e potencializar o aprendizado dos estudantes. É preciso aliar conceitos e práticas para abrir novos caminhos e possibilidades por isso é tempo de inovar e o Marista Aparecida acompanha as mudanças da Educação Infantil ao Ensino Médio dinamizando o jeito de ensinar e aprender dos 638 estudantes.

4.2 Resultados obtidos junto aos colaboradores da Organização pesquisada

As respostas do questionário aplicado aos colaboradores da escola pesquisada, foram analisadas conforme a importância de um modo genérico e, a concordância de um modo

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10 específico e pessoal quanto as afirmações relativas as relações interpessoais e ao Treinamento proposto. Passa-se a análise das 8 questões avaliadas:

4.2.1 Relacionamento com colegas e superiores no resultado final do trabalho

Os colaboradores avaliaram mais importante de um modo geral do que pessoal o relacionamento com colegas e superiores no resultado final do trabalho, conforme quadro 3 e gráfico 1.

E, de acordo com o gráfico 2 a avaliação dos colaboradores da importância do relacionamento com colegas e superiores no resultado final do trabalho está localizada na Região Apropriada de Desenvolvimento.

Salienta-se que para alcançar melhores resultados organizacionais deve haver um bom relacionamento entre colaboradores e superiores administrando os conflitos de forma efetiva. Quadro 3: Relacionamento com colegas e superiores no resultado final do trabalho

Importância que o relacionamento com colegas e superiores tem no resultado final do trabalho.

Importância: 96,2% O relacionamento com colegas e superiores afeta o resultado final de meu

trabalho.

Concordância: 87,5%

4.2.2 Emoções e comportamentos pessoais afetando colegas de trabalho

Os colaboradores avaliaram mais importante de um modo geral do que pessoal as emoções e comportamentos pessoais afetando colegas de trabalho, de acordo com o quadro 4 e com o gráfico 1.

E, conforme gráfico 2 a avaliação dos colaboradores da importância das emoções e comportamentos pessoais afetando colegas de trabalho está localizada na Região Apropriada de Desenvolvimento.

Destaca-se comentário de colaborador ao final do questionário que demonstra que as emoções afetam os relacionamentos: “Eu acredito que somos movidos pelo coração, pelas emoções...e precisamos buscar o equilíbrio para sermos bons profissionais”.

Quadro 4: Emoções e comportamentos pessoais afetando colegas de trabalho Importância que as emoções e comportamentos pessoais afetam os colegas de

trabalho.

Importância: 92,5% Minhas emoções e comportamentos afetam meus colegas de trabalho. Concordância: 85,0% 4.2.3 Bom relacionamento interpessoal no trabalho

Os colaboradores avaliaram mais importante de um modo geral do que pessoal o bom relacionamento interpessoal no trabalho, isso ilustrado no quadro 5 e no gráfico 1. E,

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11 conforme gráfico 2 a avaliação dos colaboradores da importância do bom relacionamento interpessoal no trabalho está localizada na Região Apropriada de Desenvolvimento.

Para Moscovici (1994) os grupos, especialmente dentro das empresas, são um desafio para os seus membros. As pessoas não se escolheram, com ou sem afinidades entre si, terão de produzir um resultado em conjunto. Para que um grupo desses possa atuar como equipe eficaz, ele terá que pensar globalmente e agir localmente. E, para tanto, deverão buscar um bom relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho.

Quadro 5: Bom relacionamento interpessoal no trabalho

Importância de ter bom relacionamento interpessoal no trabalho. Importância: 95,8% Tenho um bom relacionamento interpessoal no meu trabalho. Concordância: 87,5% 4.2.4 Ser bom ouvinte

Os colaboradores avaliaram de uma forma acentuada mais importante de um modo geral do que pessoal ser bom ouvinte e ainda, demonstrando que gostam de serem ouvidos, mas que precisam exercitar para serem melhores ouvintes para ter boas relações interpessoais, de acordo com o quadro 6 e o gráfico 1.

E, conforme gráfico 2 a avaliação dos colaboradores da importância de ser bom ouvinte está localizada na Região Apropriada de Desenvolvimento.

Cabe citar Agostinho, Bauer e Predebon (2002, p.9) onde demonstram a importância de ouvir visando o diálogo e aprendizagem, como segue:

“A compreensão de que ninguém pode ter a resposta certa é libertadora, se não precisarmos mais sustentar nossa opinião contra as demais; ao ouvir uma crítica ao que dissemos, poderemos pensar: “que bom alguém está me dando uma oportunidade para refletir sobre as limitações de minhas idéias, e aperfeiçoá-las”. É uma chance de aprendizado que, em sendo recíproca, configura um diálogo – aprendizagem organizacional. Convivencialidade.”

Quadro 6: Ser bom ouvinte

Importância de ser bom ouvinte. Importância: 94,3%

Sou um bom ouvinte. Concordância: 83,7%

4.2.5 Elogios frequentes a colegas de trabalho

Os colaboradores avaliaram de uma forma acentuada mais importante de um modo geral do que pessoal elogiar frequentemente os colegas de trabalho, demonstrando que gostam

de receber elogios, consoante com o quadro 7 e com o gráfico 1. E, corroborando com tal assertiva, o gráfico 2 ilustra que a questão da importância de elogiar

os colegas está no Limite Mínimo de Desempenho, portanto precisam elogiar com mais frequência os colegas para ter boas relações interpessoais.

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12 O autor Assi (2012) apresenta algumas atitudes que podem ser fatais para a motivação de sua equipe entre elas as críticas públicas aos colaboradores: Se você vai criticar algo, faça isso em particular. Criticar publicamente inclui gritar tão alto que toda a equipe pode ouvir, mesmo quando a porta de sua sala está fechada. Uma atitude como essa, acaba com a empolgação de todos seus subordinados, e não apenas daquele que foi criticado.

Friza-se comentário de colaborador ao final do questionário que demonstra a importância do elogio para o desempenho individual e organizacional: “...Acertamos e erramos (humano), e precisamos daquele olhar além, daquele que nos olha, nos corrige com respeito e que também nos elogia quando realizamos um bom trabalho.”

Quadro 7: Elogios frequentes a colegas de trabalho

Importância de elogiar frequentemente os colegas de trabalho. Importância: 91,2%

Frequentemente elogio meus colegas de trabalho. Concordância: 73,8%

4.2.6 Boas relações interpessoais para a captação e fidelização dos clientes

Os colaboradores avaliaram mais importante de modo pessoal que genérico as boas relações interpessoais para a captação e fidelização dos clientes, com uma discrepância de percentual genérico e pessoal muito ínfima, em conformidade com o quadro 8 e gráfico 1.

E, conforme gráfico 2 a avaliação dos colaboradores da importância das boas relações interpessoais para a captação e fidelização dos clientes está localizada na Região Apropriada de Desenvolvimento.

Cabe fazer referência a Pizolotto, Drews e Abreu (2008, p.98):

“Transformar os sonhos em realidade, identificando habilidades, desejos, metas e projetos. Trilhando esse caminho, muitos profissionais “deixaram de trabalhar”, simplesmente porque transformaram aquelas horas de rotina diária (conhecidas como jornada de trabalho) em horas de prazer, auto-realização, melhorando as relações humanas no ambiente da empresa buscando parcerias interessantes com os clientes, fornecedores, concorrentes, agentes públicos, ampliando os sonhos dos acionistas, expandindo a participação em projetos sociais e de voluntariado, enfim ,pensando grande na dimensão profissional, e voltando para casa com motivação para o relacionamento com a família, os amigos, a vida integral, desenvolvendo múltiplos talentos de relacionamento.”

Assim, os colaboradores têm boas relações interpessoais e os clientes passam a ter sentimentos de pertencimento da organização atraindo ainda mais novos clientes.

Quadro 8: Boas relações interpessoais para a captação e fidelização dos clientes Importância das boas relações interpessoais na organização para a captação e

fidelização dos clientes.

Importância: 94,2% Boas relações interpessoais no Colégio Marista Aparecida ajudam na captação e

fidelização dos alunos.

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13 4.2.7 Treinamentos no trabalho

Os colaboradores avaliaram mais importante de modo pessoal que genérico os Treinamentos no trabalho, com uma pequena discrepância de percentual genérico e pessoal de acordo com o quadro 9 e gráfico 1.

E, conforme gráfico 2 a avaliação dos colaboradores da importância dos Treinamentos no trabalho está localizada na Região Apropriada de Desenvolvimento.

Friza-se comentário de colaborador ao final do questionário que demonstra a importância do treinamento para o desempenho individual e organizacional: “... Nosso local de trabalho precisa funcionar como uma engrenagem, onde cada um depende do outro, somo um só. Precisamos nos aperfeiçoar, buscar sempre novos conhecimentos...”. E, ainda, reforça a necessidade de ocorrerem periodicamente: ”Os encontros deveriam ser mais freqüentes”.

Drews, Pizolotto e Griebeler (2012), referem Marras que classifica a gestão estratégica de pessoas como Administração Estratégica de Recursos Humanos (AERH), ou seja, trata-se de uma gestão que privilegia, como objetivo fundamental, pela sua participação efetiva, a otimização dos resultados finais da empresa, por meio da qualidade dos talentos que a compõe. Em outras palavras: são as pessoas qualificadas que irão fazer com que a organização tenha sucesso nas suas atividades. Isto porque quanto mais qualificadas e comprometidas as pessoas forem, menor o índice de retrabalho e possível perda de clientes. Demonstrando assim, a pertinência de treinamentos constantes no ambiente de trabalho. Quadro 9: Treinamentos no trabalho

Importância dos Treinamentos no trabalho. Importância: 93,3%

Treinamentos são importantes para o desenvolvimento de meu trabalho. Concordância: 96,2%

4.2.8 Treinamento “Relacionamentos Interpessoais e a Felicidade”

Os colaboradores avaliaram mais importante de um modo geral do que pessoal participar do Treinamento “Relacionamentos Interpessoais e a Felicidade”, com uma ínfima discrepância de percentual genérico e pessoal, consoante no quadro 10 e no gráfico 1.

E, conforme gráfico 2, a avaliação dos colaboradores da importância da realização do Treinamento “Relacionamentos Interpessoais e a Felicidade” está localizada na Região Apropriada de Desenvolvimento.

Destacam-se alguns comentários de colaboradores ao final do questionário que demonstram a importância do Treinamento “Relacionamentos Interpessoais e a Felicidade”

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14 propiciando capacitação funcional e motivacional visando melhores resultados no trabalho e uma maior qualidade de vida aos colaboradores:

“...Parabéns pelo excelente trabalho desenvolvido na escola. Acredito q nós, educadores, necessitaríamos de momentos iguais a este outras vezes durante o ano, pois vivemos correndo, sem tempo para pararmos e olharmos p/ nossos colegas e nos olharmos. Esquecemos que temos sentimentos e acabamos não cuidando. Não nos permitimos “sentir”.

- “Sugestão: Retomar este treinamento no início do ano letivo para recarregar/carregar baterias”.

- “Gostei do trabalho e espero ter mais durante o ano letivo 2014. Parabéns pelo teu trabalho. Uma palavra, atitude, gesto, fazem a diferença”.

Quadro 10: Treinamento “Relacionamentos Interpessoais e a Felicidade” Importância do Treinamento “Relacionamentos Interpessoais e a Felicidade” para o trabalho.

Importância: 96,2% O Treinamento “Relacionamentos Interpessoais e a Felicidade” influencia

positivamente na minha vida pessoal e profissional.

Concordância: 95,0%

Verifica-se no Gráfico 1 que os colaboradores avaliaram de uma forma acentuada mais importante de um modo geral do que pessoal ser bom ouvinte e ainda, demonstrando que gostam de serem ouvidos, mas que precisam exercitar para serem melhores ouvintes para ter boas relações interpessoais.

E, ainda, avaliaram de uma forma acentuada mais importante de um modo geral do que pessoal elogiar frequentemente os colegas de trabalho, demonstrando que gostam de receber elogios e, que a questão da importância de elogiar os colegas está no Limite Mínimo de Desempenho, portanto precisam elogiar com mais frequência os colegas para ter boas relações interpessoais, conforme Quadro 2 e Gráfico 2.

Gráfico 1: Percentual médio das variáveis questionadas diante da importância de um modo genérico versus a

concordância de modo específico e pessoal.

0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 Importância Concordância

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15 A seguir no Quadro 2 uma forma de visualizar as oito questões respondidas pelos colaboradores através do apêndice A, com os percentuais das respectivas respostas.

Quadro 2: Escore médio das variáveis questionadas diante da importância de um modo genérico versus a

concordância de modo específico e pessoal.

Destaca-se que das oito questões respondidas pelos colaboradores, sete estão localizadas na Região Apropriada e somente uma está no Limite Mínimo de Desempenho, e ainda, nenhuma questão localizada na Região de Excesso, a Aprimorar e de Urgência no gráfico 2, demonstrando assim, que há boas relações interpessoais na organização pesquisada.

Gráfico 2 – Localização da Região de Desempenho do escore médio das variáveis questionadas diante da importância de um modo genérico versus a concordância de modo específico e pessoal.

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16 4.4 Resultados da avaliação da Direção da Organização

Na entrevista a Direção da Organização identifica a necessidade de treinamento através de conversa com os colaboradores, reclamação de clientes (pais e alunos) e também, faz parte do planejamento da Escola treinamentos na área de atendimento ao público, comunicação, relacionamento interpessoal e liderança. Para a direção do Educandário o treinamento é percebido como benéfico para a organização e para os colaboradores, além de considerar um investimento, diante da necessidade dos colaboradores.

Percebida mudança no comportamento dos colaboradores que participaram do Treinamento, uma vez solicitado que necessitam de mais momentos de formação envolvendo inclusive com a Equipe Diretiva, que gostaram do encontro e relataram os desafios apresentados nas dinâmicas propostas.

A Direção da Escola pesquisada recomenda este tipo de capacitação, entendendo que:

“As capacitações dependem do envolvimento de todos na mudança – querer mudar. O trabalho em educação exige dos colaboradores treinamento, estudo e acompanhamento constante das relações interpessoais. Na sala de aula, a relação professor-aluno é uma dos principais razões do sucesso e do fracasso da aprendizagem. Dentro da educação marista, a acolhida e a escuta são determinantes na atuação dos educadores. Dentro das diretrizes emanadas no Capítulo Geral nosso lema para o triênio é: Chamados a cuidar da vida.”

Importante citar Pizolotto e Drews (2009, p.34) que salientam a importância do treinamento fazer parte e estar alinhado às metas organizacionais, como segue:

“Por meio do desenvolvimento profissional é que surgem os talentos na organização. E devido a sua importância é que está se constituindo nas organizações (e substituindo a visão tradicional e pontuada de treinamento) o processo de educação continuada, que acompanha a evolução dos conhecimentos e da inovação tecnológica. Diuturnamente é necessário desenvolver ações de educação continuada, sob pena de se constituir uma equipe fragilizada e pouco competitiva.”

Afirma a Direção que o Treinamento “Relacionamentos Interpessoais e a Felicidade” é satisfatório para as exigências atuais do mercado de trabalho e para a realidade da Escola, uma vez dentro dos aspectos e filosofias de educação marista.

(17)

17 Conclusão

O objetivo desta pesquisa é analisar a influência do Treinamento “Relações Interpessoais e a Felicidade”, e a percepção que os colaboradores têm da importância dos relacionamentos interpessoais na vida pessoal dos professores e funcionários no ambiente de trabalho do Colégio Marista Aparecida de Bento Gonçalves/RS e, a avaliação da realização do mesmo, pela Direção da citada Organização, conclui-se então, que não somente o referido Treinamento, mas outros também contribuem para o aprimoramento do desempenho pessoal e profissional dos colaboradores, gerando resultados significativos e vantagem competitiva no mercado globalizado.

Aos colaboradores cabe individualmente utilizar as competências e aptidões no domínio do relacionamento interpessoal, para lidar eficaz e assertivamente com situações problemáticas.

Sugere-se a Equipe Diretiva que continue com a promoção do desenvolvimento pessoal e profissional, visando à valorização dos colaboradores e a melhoria das relações interpessoais na organização, com incentivo permanente ao elogio entre os colegas de trabalho, e, para obter melhores resultados é fundamental que a organização estimule seus colaboradores a desenvolverem suas habilidades de relacionamento interpessoal, objetivando compreender e conviver melhor com os colegas e clientes.

Enfim, recomenda-se que a organização pesquisada priorize a implementação de programas sistemáticos de treinamento, como forma de manter seu quadro de pessoal motivado e voltado às boas relações interpessoais.

(18)

18 Referências Bibliográficas

AGOSTINHO, M.; BAUER, Ruben; PREDEBON J. (org.) Convivencialidade: a expressão da vida nas organizações. SP: Atlas, 2002.

ANDREWS, Susan. A ciência de ser feliz. São Paulo: Ágora, 2011.

ASSI, Marcos. Não desmotive sua equipe. Revista Melhor Gestão de Pessoas - Edição 298, Setembro, 2012.

BRANDÃO, Hugo P., BORGES-ANDRADE, Jairo E. e GUIMARÃES, Tomás de A. Desempenho Organizacional e suas relações com competências gerenciais, suporte organizacional e treinamento. RAUSP – Revista de Administração da Universidade de são Paulo – Vol. 47 – n. 4 – São Paulo, 2012.

CARNEGIE, Dale. Como fazer amigos e influenciar pessoas, 52. Ed, São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2012.

CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

CHIAVENATO, Idalberto. Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos Como incrementar talentos na empresa. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1999.

CONATY, Bill e CHARAN, Ram. A arte de cultivar líderes: Como se tornar um mestre na criação de talentos, Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.

DREWS, Gustavo A. e PIZOLOTTO, Maira F. Orientações TCC Ijuí: Ed. Unijuí, 2012.

DREWS, Gustavo A., PIZOLOTTO, Maira F. e GRIEBELER, Marcos P. D. Estratégias de Gestão de Pessoas. Ijuí: Ed. Unijuí, 2012.

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. Ed. – São Paulo: Atlas, 2010. GRAMIGNA, Maria R. M. Jogos de empresa e técnicas vivenciais. – São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1997.

KANTER, Rosabeth Moss. Empresas fora de série – Gestão de mudança para criar valor, inovação e crescimento, Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

MARRAS, Jean Pierre. Administração de Recursos humanos: do operacional ao estratégico. 3. Ed. – São Paulo: Futura, 2000.

(19)

19 MOSCOVICI, Fela. Equipes dão certo: a multiplicação do talento humano. Rio de Janeiro: José Olympio, 1994.

PIZOLOTTO, Maira Fátima; DREWS, Gustavo Arno. Gestão de Pessoas. Ijuí: Ed. Unijuí, 2009.

PIZOLOTTO, Maira Fátima; DREWS, Gustavo Arno; ABREU, Roseli Lima. Comportamento Organizacional. Ijuí: Ed. Unijuí, 2008.

ROCKENBACH, Cláudia W. O sentido do trabalho: gestão de pessoas e subjetividade. Monografia - Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão de Recursos Humanos, Ijuí, UNIJUI, 2003.

ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e de pesquisa em administração, 3. Ed, São Paulo: Atlas, 2012.

SANDERS, Dan J. Empresas feitas para servir, Rio de Janeiro: Sextante, 2011.

TEIXEIRA, Enise B., ZAMBERLAN, Luciano, RASIA, Pedro C. Pesquisa em Administração. Ijuí: Editora Unijuí, 2009.

(20)

20 APÊNDICE A

Questionário direcionado aos colaboradores

Questionário realizado de forma livre e espontânea, com o pleno consentimento do participante e do empregador Colégio Marista Aparecida, com a permissão para utilização de seu conteúdo exclusivamente para o Trabalho de Conclusão do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão de Pessoas – MBA - da UNIJUÍ – Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul.

Sexo: ( ) Feminino ( ) Masculino Idade: ( ) Nascidos entre 1990 a 2009 ( ) Nascidos entre 1980 a 1990 ( ) Nascidos entre 1960 a 1980 ( ) Nascidos até 1960 Estado Civil: ( ) Solteiro (a) ( ) Casado (a) ( ) União Estável ( ) Divorciado (a) ( )Viúvo(a) Filhos: ( ) Nenhum ( )1 a 2 ( ) 3 ou mais Cargo: ( ) funcionário (a) ( ) professor (a) Grau de instrução:

(21)

21 ( ) Ensino fundamental completo

( ) Ensino médio incompleto ( ) Ensino médico completo ( ) Ensino superior incompleto ( ) Ensino superior completo ( ) Pós-Graduação incompleto ( ) Pós-Graduação completo ( ) Mestrado incompleto ( ) Mestrado completo ( ) Doutorado incompleto ( ) Doutorado completo

Avalie de 1 a 7 conforme legenda levando em conta a importância que você dá a cada item questionado:

1 2 3 4 5 6 7 Mínima Importância Razoável Importância Máxima Importância

QUESTÃO IMPORTÂNCIA

1. Importância que o relacionamento com colegas e superiores tem no resultado final do trabalho.

2. Importância que as emoções e comportamentos pessoais afetam os colegas de trabalho.

3. Importância de ter bom relacionamento interpessoal no trabalho.

4. Importância de ser bom ouvinte.

5. Importância de elogiar frequentemente os colegas de trabalho.

6. Importância das boas relações interpessoais na organização para a captação e fidelização dos clientes.

7. Importância dos Treinamentos no trabalho.

8. Importância do Treinamento “Relacionamentos Interpessoais e a Felicidade” para o trabalho.

(22)

22 Avalie de 1 a 7 conforme legenda levando em conta o quanto você concorda com cada item questionado:

1 2 3 4 5 6 7 Discordo Totalmente Nem Discodo Concordo Totalmente

Nem Concordo

QUESTÃO CONCORDÂNCIA

1. O relacionamento com colegas e superiores afeta o resultado final de meu trabalho.

2. Minhas emoções e comportamentos afetam meus colegas de trabalho.

3. Tenho um bom relacionamento interpessoal no meu trabalho. 4. Sou um bom ouvinte.

5. Frequentemente elogio meus colegas de trabalho.

6. Boas relações interpessoais no Colégio Marista Aparecida ajudam na captação e fidelização dos alunos.

7. Treinamentos são importantes para o desenvolvimento de meu trabalho.

8. O Treinamento “Relacionamentos Interpessoais e a Felicidade” influencia positivamente na minha vida pessoal e profissional.

(23)

23 APÊNDICE B

Entrevista direcionada à Direção do Colégio Marista Aparecida.

Entrevista realizada de forma livre e espontânea, com o pleno consentimento do participante e do Colégio Marista Aparecida, com a permissão para utilização de seu conteúdo para o Trabalho de Conclusão do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão de Pessoas – MBA, da UNIJUÍ – Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul.

Dados da Organização Pesquisada Nome:

Tempo de existência no mercado: Quantidade de professores:

Quantidade de funcionários em outras funções: Quantidade de alunos:

1. Identificação da necessidade de treinamento: [ ] Análise do mercado e concorrência

[ ] Conversa com os colaboradores [ ] Resultado financeiro da empresa [ ] Reclamação de clientes (pais e alunos) [ ] Faz parte do planejamento da Escola

2. Quantidade de treinamentos para os professores e funcionários por ano: [ ] 1 [ ] 2 [ ] 3 [ ] 4 [ ] Mais de 4 3. Tipo de treinamento: [ ] Atendimento ao público [ ] Comunicação [ ] Relacionamento interpessoal [ ] Liderança [ ] Dicção e oratória

[ ] Atualização de novas ferramentas gerenciais [ ] Atualização sobre ferramenta tecnológica

(24)

24 4. Quanto à escolha do tipo de treinamento:

[ ] Decisão da Direção da Escola [ ] Escolha dos professores [ ] Decisão de ambos

5. A Escola percebe o treinamento como: [ ] Exigência do mercado

[ ] Investimento [ ] Custo

[ ] Necessidade dos colaboradores

[ ] Algo normal do cotidiano da organização

6. Aplicação pelos colaboradores dos conhecimentos adquiridos:

[ ] Os colaboradores aplicam os conhecimentos adquiridos ao seu cotidiano de trabalho [ ] Retêm os conhecimentos adquiridos

7. O treinamento é percebido como: [ ] Mais benéfico para a empresa [ ] Benéfico para ambos

[ ] Mais benéfico para o colaborador

8. Existe uma política de acompanhamento (treinamentos, avaliações periódicas) dos colaboradores e seu desempenho?

___Sim. . __ Não. Explique:

9. Quais fatores levam a Escola a capacitar seus colaboradores em relações interpessoais?

10. De uma forma geral, o “Treinamento Relações Interpessoais e a Felicidade” é satisfatório para as exigências atuais do mercado de trabalho e para a realidade da sua Escola? Comente.

11. São percebidas mudanças no comportamento dos funcionários e professores após a citada capacitação? Assinale uma ou mais afirmativas.

(25)

25 [ ] São melhores ouvintes

[ ] Elogiam com maior frequência os colegas de trabalho [ ] Melhoraram os relacionamentos entre os colegas de trabalho [ ] Demonstram maior importância nas boas relações interpessoais [ ] Outra mudança:________________________

[ ] Nada alterou

12. A Escola recomenda este tipo de capacitação?

(26)

26 APÊNDICE C

Referências

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