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REPRODUÇÃO PROF. CHARLES

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Academic year: 2021

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Texto

(1)

Charl e s Murat ori

Fisiologia

Reprodução

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Charl

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Murat

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Reprodução

capacidade

dos

seres

vivos

de

originar

descendentes, perpetuando a espécie.

Tipos de reprodução:

Assexuada

– sem participação de gametas, pouca variabilidade

genética, rápida, gera vários descendentes. Força preponderante

CONSERVAÇÃO.

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Charl e s Murat ori

A reprodução

ASSEXUADA pode ser

SIMPLES ou MÚLTIPLA

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SIMPLES

Divisão binária, bipartição ou cissiparidade

- Comum em organismos unicelulares

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DIVISÃO MÚLTIPLA

Gemiparidade, gemulação ou brotamento

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DIVISÃO MÚLTIPLA

Esporulação

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MULTIPLICAÇÃO VEGETATIVA

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REPRODUÇÃO SEXUADA

Tipos de Fecundação

Isogamia (algas)

Anisogamia

(musgos)

Oogamia

(animais)

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Sexuada – ocorre com formação e participação de gametas, maior

variabilidade genética.

- indivíduos monóicos;

- indivíduos dioicos

1 2 3

- hermafroditas com autofecundação1

- hermafroditas simultâneos 2

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Fecundação Externa x Fecundação Interna

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Local de desenvolvimento do embrião:

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- ovíparos – ovos fecundados que se desenvolvem fora do organismo

materno.

mamífero réptil

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O desenvolvimento embrionário pode ser:

- indireto – quando há fase de larva.

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monoicos – hermafroditas.

Classificação quanto à presença de sistemas reprodutores

• dioicos – sexos separados.

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Tipos de ciclos de vida:

- Ciclo diplonte

– organismo diploide (2n), meiose (E!) gamética. Ex:

animais.

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- ciclo haplonte

– organismo haploide (n), meiose (E!) zigótica. Ex:

algumas algas.

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- ciclo haplodiplobionte

– alternância entre organismos diploides (2n) e

haploides (n), meiose (E!) espórica. Ex: fungos e na maioria dos vegetais.

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CASOS

ESPECIAIS

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PARTENOGÊNESE

Caso especial de reprodução, onde um indivíduo é formado apenas pelo óvulo

não fecundado. Ex. alguns artrópodes, alguns peixes, anfíbios e répteis.

Tipos de Partenogênese

• Partenogênese arrenótoca

Somente os machos se desenvolvem dos óvulos

partenogenéticos.

• Partenogênese telítoca

Somente as fêmeas se desenvolvem dos óvulos

partenogenéticos.

• Partenogênese deuterótoca

Os machos e as fêmeas se desenvolvem dos

óvulos partenogenéticos.

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Charl e s Murat ori •

Metagênese

Alternância de gerações

- Assexuada

- Sexuada

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Regeneração ou laceração

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Conjugação

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Neotenia

Fecundação realizada no estágio larvar;

Realizada por adultos que mantém características larvais, pedomorfia.

Axolote (Salamandra) . Charl e s Murat ori

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SISTEMAS

REPRODUTORES

Reprodução Humana

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GAMETOGÊNESE

Apresentam linhagem:

Somática (mitose) - 2n

Reprodutiva (mitose ou meiose)

- 2n ou n

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ESPERMATOGÊNESE

Inicia-se durante o desenvolvimento embrionário

Células germinativas primordiais (2n) Espermatogônias (2n) Sucessivas divisões mitóticas Testículos do embrião Espermatogônias (2n) Intensas divisões mitóticas Puberdade (13-16) Espermatócito I (2n) Aumento do tamanho e diferenciação Meiose I Meiose II Maturação, fase de especialização Espermiogênese Fase de multiplicação

Fase de crescimento Fase de especialização Fase de maturação Espermatócito II (n) Espermátide (n) Espermatozoide (n) Charl e s Murat ori

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Hormônio liberador de gonadotrofina

Controle Hormonal Masculino

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OVOGÊNESE

Inicia-se durante o desenvolvimento embrionário

Células germinativas primordiais (2n) Sucessivas divisões mitóticas Ovogônias (2n) Intensas divisões mitóticas Ovogônias (2n) Ovócito I (2n) Aumento do tamanho e diferenciação Meiose I Glóbulo Polar (n) Ovócito II (n) Glóbulo Polar (n) Óvulo (n) Fase de multiplicação Fase de crescimento Fase de maturação Meiose II Interrompida na prófase I Se houver fecundação Charl e s Murat ori

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Formação do folículo ovariano

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Controle Hormonal Feminino

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Ciclo Feminino

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Principais diferenças entre

espermatogênese e ovulogênese

Principais diferenças entre os dois processos

Espermatogênese Ovulogênese

Gônadas em que acontece Testículos Ovários

Gametas formados por gônia 4 espermatozoides 1 ovócito ou óvulo

Fase de multiplicação Longa Curta

Fase de crescimento Curta Longa

Acumulação de vitelo Não Sim

Espermiogênese Sim Não

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Anatomia

Reprodutiva Humana

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Estrutura Interna do Testículo

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Sistema Reprodutor Feminino

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A fecundação e a gravidez

• Fecundação – fusão dos gametas masculino e feminino (anfimixia ou

cariogamia). Ocorre no terço superior da tuba uterina.

• Conclusão da meiose II

• Formação de membrana de

fecundação

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Fertilização e Nidação

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Formação do Blastocisto

Implantação ou nidação do Embrião

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Blastocisto

(nó embrionário ou embrioblasto)

(

nidação

)

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Nidação

Endoderma primitivo Charl e s Murat ori

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Vilosidades Coriônicas e o HCG

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Variação dos hormônios na gravidez

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Métodos

Contraceptivos

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Vasectomia

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A tabelinha, também conhecida por método rítmico, é baseada no calendário mensal, para calcular o inicio e o fim do período fértil. Desse modo, a mulher tentará evitar relações sexuais nos períodos em que há maior chance de gravidez.

Esse método contraceptivo tem maior chance de funcionar para mulheres com ciclos regulares, mas ainda assim é pouco eficaz para prevenir a gravidez.

Teoricamente, a mulher é mais fértil no meio do seu ciclo. Ou seja, nos ciclos mais comuns com 28 a 30 dias, a fertilidade máxima seria entre o 12° e o 15º dia, contando como primeiro dia o início da menstruação. Mas isso é válido para quem quer engravidar, e não para quem quer prevenir a gravidez.

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Coito interrompido – consiste na retirada do pênis da vagina, na

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Pílulas anticoncepcionais

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Injeções anticoncepcionais

A injeção anticoncepcional é um método contraceptivo que possui em sua fórmula a combinação de progesterona ou associação de estrogênios, com doses de longa duração. A injeção pode ser mensal ou trimestral, e deve ser aplicada na região glútea.

Para os anticoncepcionais mensais, as vantagens e desvantagens são as mesmas da pílula anticoncepcional. Para os anticoncepcionais injetáveis trimestrais, existe a vantagem de serem aplicados a cada três meses, mas há a

desvantagem de provocarem a ausência de menstruação no início do tratamento. O retorno da fertilidade (capacidade

de engravidar) ocorre vagarosamente, cerca de nove meses após a última injeção trimestral.

A primeira aplicação do anticoncepcional deve ser realizada no primeiro dia do ciclo menstrual (podendo acontecer no máximo até o 8º dia). A segunda aplicação deve ocorrer 30 dias depois, com tolerância de aproximadamente três dias, nos casos dos anticoncepcionais.

O anticoncepcional injetável possui o mesmo mecanismo de ação das pílulas, pois ele suspende a ovulação, reduz a espessura endometrial e espessa o muco cervical. O fluxo menstrual pode diminuir devido a maior quantidade de hormônios no contraceptivo.

O contraceptivo injetável trimestral é indicado para as mulheres que não podem ou não desejam receber estrogênio, pois são compostos apenas de progestágeno.

A injeção anticoncepcional também pode causar dor de cabeça, acne, alterações do humor, redução da densidade mineral óssea, vertigens e aumento de peso. Entretanto, possui efeitos benéficos, como alívio das cólicas menstruais e melhora da anemia, redução dos sintomas associados à endometriose, à dor pélvica crônica e redução do câncer de endométrio.

É um método contraceptivo muito eficaz, com apenas 0,1% a 0,6% de falha para a injeção mensal e de 0,3%, para a injeção trimestral, o que é equivalente à eficácia da ligadura de trompas. O uso desse método deve ser recomendado pelo médico ginecologista e a sua aplicação deverá ser realizada em farmácia com receita.

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Pílula do dia seguinte

A pílula do dia seguinte é uma anticoncepção de emergência. Consiste de um ou dois comprimidos com grande quantidade de hormônio (levonorgestrel), e tem como função evitar a ovulação e criar um ambiente desfavorável aos espermatozoides. Não deve ser usada de maneira habitual para evitar problemas com o ciclo menstrual.

O primeiro comprimido deve ser tomado em até 72 horas depois da relação sexual desprotegida, e caso haja um segundo, 12 horas após o primeiro. Seu uso deve ser apenas em caso de emergência, como um furo na camisinha.

Se ingerido o primeiro comprido até 24 horas após a relação, a pílula tem um índice de 5% de falha. Entre 25 e 48 horas, o índice de falha aumenta para 15% e entre 49 e 72 horas, o índice de falha chega a 42%.

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Dispositivo intrauterino (DIU) e Sistema intrauterino (SIU – também conhecido como DIU medicado ou DIU Hormonal) são, como o nome já diz, sistemas ou

dispositivos que devem ser inseridos por médicos,

dentro do útero. A grande vantagem destes métodos é a comodidade e a alta eficácia, que pode proteger a

mulher durante 5 a 10 anos, dependendo do produto. Tanto o DIU como o SIU impedem a penetração e passagem dos espermatozoides, não permitindo seu encontro com o óvulo. A grande diferença é que o DIU é feito de cobre, um metal, e não possui nenhum tipo de hormônio, enquanto o SIU libera um hormônio dentro do útero. Além do efeito contraceptivo, o hormônio pode apresentar outros efeitos, como reduzir o fluxo

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Diafragma

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O diafragma é um contraceptivo composto por uma membrana de silicone, em forma de cúpula, envolvido por um anel flexível. Existem diafragmas de vários tamanhos, podendo variar entre 50 mm a 105 mm. O diafragma é inserido na vagina antes da relação sexual, impedindo a entrada do esperma no útero. É recomendável que o diafragma seja utilizado junto a um creme ou geleia espermicida, para oferecer maior lubrificação e também para aumentar a eficácia contraceptiva. O diafragma deve permanecer no lugar durante seis a oito horas depois do coito para poder evitar a gravidez, mas deve ser removido dentro de 24 horas.

OBS: Os espermicidas são substâncias químicas em forma de geleia, creme,

comprimido, tablete ou espumas, que devem ser colocadas na vagina 15 minutos antes da relação sexual. Os espermicidas servem como barreira para impedir o contato dos espermatozoides com o útero. Usados isoladamente, os espermicidas não oferecem grande eficácia, mas associados a outros métodos de barreira, como o diafragma, são úteis e oferecem mais proteção. Em algumas mulheres, a substância pode provocar reações alérgicas.

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Anel vaginal

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O anel vaginal é um pequeno anel flexível de superfície lisa, não porosa e não absorvente, que contém etonogestrel e etinilestradiol.

O anel deve ser colocado na vagina, no formato de um 8, na parte superior, uma região bastante elástica e não sensível ao toque, no 5º dia da menstruação, permanecendo nessa posição durante três semanas (21 dias). Após a retirada do anel, deve-se fazer uma pausa de 7 dias e um novo anel deve ser utilizado. O anel libera os hormônios etonogestrel ( progestagênio) e etinilestradiol (estrogênio), que entram na corrente

sanguínea e atuam inibindo a ovulação.

Os efeitos adversos relatados com o uso do anel vaginal incluem: sangramento de escape, cefaleia, vaginite, leucorreia, ganho de peso e expulsão do anel.

O retorno da fertilidade ocorre assim que o uso é suspenso. Quando usado corretamente, a taxa de prevenção de gravidez é de 99%. Sua eficácia é de 0,4 a 1,2% a cada 100 mulheres por ano. É tão eficaz

quanto as pílulas combinadas mais modernas e com doses mais baixas de hormônios. O anel não interfere na relação sexual, e a maioria das usuárias e seus parceiros não sentem nenhum incomodo durante a relação sexual.

Não é indicado para mulheres com doenças no fígado, câncer de mama, risco de trombose, suspeita de gravidez, fumantes, hipertensão, cefaleias com alterações neurológicas, diabetes ou com alergia a um dos componentes. No período de amamentação não pode ser utilizado e deve ser substituído por outro.

O anel vaginal é conveniente, pois só precisa ser aplicado uma vez ao mês. A própria mulher deve introduzi-lo na vagina, empurrando com o dedo até não senti-lo mais. Nos primeiros sete dias de uso recomenda-se o uso de preservativo.

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Camisinha masculina

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Camisinha feminina

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Implante Anticoncepcional

O implante anticoncepcional é uma pequena cápsula que contém o hormônio etonogestrel. Possui 4cm de comprimento e 2mm de diâmetro. Ele é introduzido embaixo da pele por meio de um aplicador descartável.

Esse método atua impedindo a liberação do óvulo do ovário, além de alterar a secreção de muco pelo colo do útero, e dificultar a entrada de espermatozoides.

Existem implantes que duram de seis meses, um ano e até três anos. É um método muito eficaz, 99% de prevenção de gravidez, equivalente ao da ligadura de trompas. Entretanto, não previne contra as DSTs. Caso a mulher deseje engravidar, basta solicitar a remoção. O retorno da fertilidade ocorre rapidamente.

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Adesivo Anticoncepcional

O adesivo anticoncepcional, também chamado de patch, é um material aderente que deve ser colado na pele da mulher e permanecer na mesma posição por uma semana. Esse método contraceptivo possui em sua fórmula a combinação de dois hormônios: progestogênio e o estrogênio, que são liberados na circulação de forma contínua por sete dias.

O primeiro adesivo deve ser colocado no primeiro dia da menstruação. Os adesivos vêm em três unidades para serem usados de forma consecutiva. Após as três semanas de uso, é necessário fazer uma semana de pausa.

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Pode ser colocado em diversos locais do corpo, como braço, na barriga, nas costas ou nas nádegas. Evite colocar na região das mamas. A cada nova aplicação o adesivo de posição.

Caso haja descolamento total ou parcial do adesivo durante menos de 24 horas, recoloque o mesmo adesivo (se permanecer aderido) ou cole um novo adesivo, para evitar a perda da eficácia. Se o anticoncepcional estiver descolado por mais de um dia, será necessário colar um novo adesivo e reiniciar um novo ciclo. Também se aconselha realizar um método de barreira por sete dias (camisinha).

Não há flutuações hormonais e a eficácia contraceptiva se mantém mesmo que haja atraso de até dois dias na substituição do adesivo.

É um método contraceptivo muito eficaz e possui poucos efeitos colaterais, entre os quais dores de cabeça, cólicas menstruais leves e náuseas. Para mulheres acima do peso é possível que ocorra redução na eficiência desse método contraceptivo. Desse modo, para estas mulheres, é recomendado um outro método contraceptivo.

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Temperatura basal

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Muco cervical ou Método Billings

O método do muco cervical, também conhecido como método de Billings, baseia-se na observação da secreção do muco secretado pela vagina.

Após o período de menstruação, a vagina fica seca. Ao perceber a presença do muco cervical, que pode indicar fertilidade, a mulher deve evitar relações.

A mulher pode observar o aumento progressivo de muco, que atinge o seu pico durante a ovulação, quando fica grudento. Após a parada da secreção desse muco, a mulher deve permanecer em abstinência por três dias.

É um método contraceptivo pouco eficiente, pois inúmeras situações podem alterar a produção do muco e sua consistência. Não é recomendado para mulheres que não possuem um parceiro fixo.

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,: Renat a Murat ori

Gêmeos

Monozigóticos,

univitelinos ou

verdadeiros –

formados por um

único zigoto;

Dizigóticos,

divitenilos ou

fraternos – formados

a partir de dois ou

mais zigotos

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12) pág.871O fascinante processo de criação da vida O interesse pelo

desenvolvimento embrionário é antigo. Em seus estudos anatômicos,

Leonardo da Vinci especulou sobre os mistérios da concepção: desenhou

um feto dentro do útero e criou esboços de uma possível ligação entre a

medula espinhal e os testículos. No século XVII, cientistas naturalistas

acreditavam que o espermatozoide abrigaria um bebê em miniatura, pronto

para usar o útero como incubadora. Hoje temos ao nosso alcance

informações significativas, que esclarecem boa parte das nossas dúvidas.

Recursos de ultrassonografia permitem acompanhar a evolução da

gravidez desde os primeiros dias após a fecundação, e descobertas no

campo

da

genética

trouxeram

revelações

sobre

hereditariedade.

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,: Renat

a

Murat

ori

Sobre desenvolvimento humano, é correto afirmar que:

A) O ovócito II, durante a penetração do espermatozoide, completa a 2ª divisão meiótica e dá origem a um óvulo e um 2º glóbulo polar.

B) Nos gêmeos monozigóticos, a fecundação se dá com a participação de dois ovócitos e dois espermatozoides que podem dar origem a crianças de sexos diferentes

C) No ciclo menstrual, após o pico de LH, a taxa de estrogênio aumenta e a da progesterona diminui, estimulando o aumento dos níveis de FSH

D) Aproximadamente cinco semanas depois da fecundação, ocorre o processo de nidação, que estimula a produção de FSH.

E) Na gravidez, o útero produz HCG, que contribuirá para suspensão da menstruação e da ovulação.

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6) pág.875 A pílula anticoncepcional é um dos métodos contraceptivos de maior segurança, sendo constituída basicamente de dois hormônios sintéticos semelhantes aos hormônios produzidos pelo organismo feminino, o estrogênio (E) e a progesterona (P). Em um experimento médico, foi analisado o sangue de uma mulher que ingeriu ininterruptamente um comprimido desse medicamento por dia durante seis meses.

a) b) c)

d) e)

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Pág. 871 – 12 O fascinante processo de criação da vida O interesse pelo desenvolvimento embrionário é

antigo. Em seus estudos anatômicos, Leonardo da Vinci especulou sobre os mistérios da concepção: desenhou um feto dentro do útero e criou esboços de uma possível ligação entre a medula espinhal e os testículos. No século XVII, cientistas naturalistas acreditavam que o espermatozoide abrigaria um bebê em miniatura, pronto para usar o útero como incubadora. Hoje temos ao nosso alcance informações significativas, que esclarecem boa parte das nossas dúvidas. Recursos de ultrassonografia permitem acompanhar a evolução da gravidez desde os primeiros dias após a fecundação, e descobertas no campo da genética trouxeram revelações sobre hereditariedade.

Adaptado de: Mente & Cérebro, nº 222, julho de 2011, p. 12. Sobre desenvolvimento humano, é correto afirmar que:

A) O ovócito II, durante a penetração do espermatozoide, completa a 2ª divisão meiótica e dá origem a um óvulo e um 2º glóbulo polar.

B) Nos gêmeos monozigóticos, a fecundação se dá com a participação de dois ovócitos e dois espermatozoides que podem dar origem a crianças de sexos diferentes.

C) No ciclo menstrual, após o pico de LH, a taxa de estrogênio aumenta e a da progesterona diminui, estimulando o aumento dos níveis de FSH.

D) Aproximadamente cinco semanas depois da fecundação, ocorre o processo de nidação, que estimula a produção de FSH.

E) Na gravidez, o útero produz HCG, que contribuirá para suspensão da menstruação e da ovulação.

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Pág. 879 – 3 (UERJ) Durante o ciclo menstrual, as concentrações sanguíneas de hormônios hipofisários e ovarianos sofrem notáveis variações. Os gráficos abaixo ilustram essas

variações, ocorridas durante um ciclo de 28 dias. O gráfico que representa o hormônio

progesterona, em um ciclo menstrual normal, está indicado pela seguinte letra a) W

b) X c) Y d) Z X

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Analise a representação da sequência de eventos que ocorrem no aparelho reprodutor feminino humano.

Caso não ocorra o fenômeno indicado pela seta, o destino do ovócito II é ser: a) Degenerado na tuba uterina.

b) Eliminado juntamente com a menstruação.

c) Mantido na tuba, aguardando outra ejaculação.

d) Retornado ao ovário para ser eliminado na outra ovulação.

e) Aderido ao endométrio para ser posteriormente fecundado.

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O fascinante processo de criação da vida O interesse pelo desenvolvimento embrionário é antigo. Em seus estudos anatômicos, Leonardo da Vinci especulou sobre os mistérios da concepção: desenhou um feto dentro do útero e criou esboços de uma possível ligação entre a medula espinhal e os testículos. No século XVII, cientistas naturalistas acreditavam que o espermatozoide abrigaria um bebê em miniatura, pronto para usar o útero como incubadora. Hoje temos ao nosso alcance informações significativas, que esclarecem boa parte das nossas dúvidas. Recursos de ultrassonografia permitem acompanhar a evolução da gravidez desde os primeiros dias após a fecundação, e descobertas no campo da genética trouxeram revelações sobre hereditariedade.

Adaptado de: Mente & Cérebro, nº 222, julho de 2011, p. 12

Sobre desenvolvimento humano, é correto afirmar que:

A) O ovócito II, durante a penetração do espermatozoide, completa a 2ª divisão meiótica e dá origem a um óvulo e um 2º glóbulo polar.

B) Nos gêmeos monozigóticos, a fecundação se dá com a participação de dois ovócitos e dois espermatozoides que podem dar origem a crianças de sexos diferentes

C) No ciclo menstrual, após o pico de LH, a taxa de estrogênio aumenta e a da progesterona diminui, estimulando o aumento dos níveis de FSH.

D) Aproximadamente cinco semanas depois da fecundação, ocorre o processo de nidação, que estimula a produção de FSH.

E) Na gravidez, o útero produz HCG, que contribuirá para suspensão da menstruação e da ovulação.

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Márcia, Juliana e Ana Cristina são três amigas. Uma delas está amamentando, outra está entrando em seu período fértil e a terceira está no final de seu ciclo menstrual. Os gráficos 1 e 2 apresentam os níveis dos hormônios luteinizante (LH) e ocitocina no sangue dessas mulheres.

Se o gráfico 1 referir-se aos níveis de

(A) LH e o gráfico 2 aos níveis de ocitocina, Ana Cristina está entrando em período fértil, Márcia está no final de seu ciclo menstrual e Juliana está amamentando.

(B) LH e o gráfico 2 aos níveis de ocitocina, Juliana está entrando em período fértil, Ana Cristina está no final de seu ciclo menstrual e Márcia está amamentando.

(C) ocitocina e o gráfico 2 aos níveis de LH, Ana Cristina está entrando em período fértil, Márcia está no final de seu ciclo menstrual e Juliana está amamentando.

(D) ocitocina e o gráfico 2 aos níveis de LH, Márcia está entrando em período fértil, Juliana está no final de seu ciclo menstrual e Ana Cristina está amamentando.

(E) LH e o gráfico 2 aos níveis de ocitocina, Márcia está entrando em período fértil, Juliana está no final de seu ciclo menstrual e Ana Cristina está amamentando

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A pílula anticoncepcional é um dos métodos contraceptivos de maior segurança, sendo constituída basicamente de dois hormônios sintéticos semelhantes aos hormônios produzidos pelo organismo feminino, o estrogênio (E) e a progesterona (P). Em um experimento médico, foi analisado o sangue de uma mulher que ingeriu ininterruptamente um comprimido desse medicamento por dia durante seis meses.

Qual gráfico representa a concentração sanguínea desses hormônios durante o período do experimento?

(a) (b) (c)

(d) (e)

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Paula não toma qualquer contraceptivo e tem um ciclo menstrual regular de 28 dias exatos. Sua última menstruação foi no dia 23 de junho. No dia 06 de julho, Paula manteve uma relação sexual sem o uso de preservativos. No dia 24 de julho, Paula realizou um exame de urina para verificar se havia engravidado. Em função do ocorrido, pode-se dizer que, no dia 06 de julho, Paula:

a) Talvez ainda não tivesse ovulado, mas o faria um ou dois dias depois. Considerando que o espermatozoide pode permanecer viável no organismo feminino por cerca de dois dias, há a possibilidade de Paula ter engravidado. O exame de urina poderia confirmar essa hipótese, indicando altos níveis de gonadotrofina coriônica.

b) Já teria ovulado, o que teria ocorrido cerca de dois dias antes. Contudo, considerando que depois da ovulação o óvulo permanece viável no organismo feminino por cerca de uma semana, há a possibilidade de Paula ter engravidado. O exame de urina poderia confirmar essa hipótese, indicando redução no nível de estrógenos.

c) Já teria ovulado, o que teria ocorrido há cerca de uma semana. Portanto não estaria grávida, o que poderia ser confirmado pelo exame de urina, que indicaria altos níveis de estrógenos e LH. d) Estaria ovulando e, portanto, é quase certo que estaria grávida. Com a implantação do embrião no endométrio, ocorre um aumento na secreção de LH e diminuição nos níveis de gonadotrofina coriônica, o que poderia ser detectado pelo exame de urina já na semana seguinte à nidação.

e) Ainda não teria ovulado, o que só iria ocorrer dias depois. Portanto, não estaria grávida, o que poderia ser confirmado pelo exame de urina, que indicaria altos níveis de gonadotrofina coriônica.

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