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Álgebra Linear MAE 709

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Academic year: 2021

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Mestrado em Matem´atica Aplicada

´

Algebra Linear – MAE 709

Prof Gregorio Malajovich, [email protected]

Organiza¸

ao geral do curso

Hor´ario: Segundas e Quintas, 15:00 `as 17:00

Local: Sala ABC-116

Homepage: http://www.labma.ufrj/ gregorio/ensino.html Bibliograf´ıa: N.V. Efimov e E.R. Rozendorn, Linear Algebra

and Multi-Dimensional Geometry, MIR, Moscow, 1975. G. Strang, Introduction to Linear Algebra,

Wellesley Cambridge Press, 1993.

Universidade Federal do Rio de Janeiro, Departamento de Matem´atica Aplicada, Mestrado em Matem´atica Aplicada, Exames de Qualifica¸c˜ao, http://www.labma.ufrj.br/mestrado Pr´e-requisitos: Um bom conhecimento de ´Algebra Linear de gradua¸c˜ao, ao n´ıvel

do texto de Strang (que ´e leitura pr´evia a este curso)

Crit´erio de Avalia¸c˜ao: 6 testes, com peso 1 cada, e um exame simulado com peso 5. As listas de exerc´ıcio ser˜ao discutidas em aula e n˜ao contam ponto. Planejamento de aulas: Um cap´ıtulo de Efimov e Rozendorn por semana,

mais uma semana para complemento de svd e teorema espectral, mais uma semana para condicionamento e norma de matrizes.

1

Primeira lista de exerc´ıcios (Cap 1, Efimov e

Ro-zendorn)

1. Ler o cap´ıtulo 1 de Ian Stewart, Galois Theory, Chapman e Hall, 1973, e fazer os exerc´ıcios.

2. Mostrar que o espa¸co das fun¸c˜oes cont´ınuas ´e um espa¸co vetorial. 3. Mostrar que o espa¸co das fun¸c˜oes integr´aveis ´e um espa¸co vetorial.

4. Mostrar que as colunas de uma matriz que correspondem a um menor de base (”basis minor”) s˜ao linearmente independentes.

5. Mostrar que elas geram a imagem (espa¸co das colunas) da matriz.

6. Mostrar que o determinante de uma matriz quadrada ´e igual a zero se e somente se as colunas da matriz s˜ao linearmente dependentes.

7. Escreva uma condi¸c˜ao necess´aria e suficiente para que as colunas de uma matriz m × n sejam linearmente dependentes.

(2)

8. Mostre que o posto de uma matriz ´e igual `a ordem de seu menores de base. 9. Mostre que o conceito de dimens˜ao de um espa¸co vetorial real est´a bem definido. 10. Seja ψ : Cn → R2n, definida por: ψ(z) = [Re(z

1), Im(z1), · · · , Im(zn)]T. Seja

λ ∈ C, escreva ψ(λz).

11. Mostre que a dimens˜ao da soma direta de n espa¸cos vetoriais ´e a soma das di-mens˜oes dos espa¸cos.

12. Seja  x j  def = x(x−1)···(x−j+1)j! . Mostre que x j 

, j = 0, · · · , d ´e uma base para o espa¸co dos polinˆomios em x de grau ≤ d.

2

Segunda lista de exerc´ıcios (Cap 2, Efimov e

Ro-zendorn e cap 2, Strang)

1. Sejam e1, · · · , en e e01, · · · , e 0

n bases de Rn, relacionadas por: e 0

i = P ei onde P ∈

GL(n, R) (isso quer dizer que P ´e uma matriz invers´ıvel n × n). Seja x =P xiei =P x0ie0i. Escrever x0i em fun¸c˜ao de xi.

2. Com as nota¸c˜oes da quest˜ao anterior, considere a fun¸c˜ao linear ω : Rn → R,

definida por: ω : x 7→P ωixi. Ache ω0i em fun¸c˜ao de ωi. Dica: P ωixi =P ωi0x 0 i.

3. Ainda com as mesmas nota¸c˜oes: Seja A uma transforma¸c˜ao linear de Rn, repre-sentada na base (e1, · · · , en) por uma matriz que tamb´em chamaremos de A. Na

base (e01, · · · , e0n), esta transforma¸c˜ao ´e representada por uma matriz A0. Escreva A0 em fun¸c˜ao de A.

4. Ainda com as mesmas nota¸c˜oes: seja Q : Rn → R uma forma quadr´atica,

re-presentada na base (e1, · · · , en) por: Q(x) =

P

ijQijxixj, onde Q ´e uma matriz

sim´etrica. Escreva essa mesma forma quadr´atica na base (e01, · · · , e0n).

5. Sejam A : Rm → Rn e B : Rl → Rm aplica¸c˜oes lineares. Mostre que o posto de

AB ´e menor ou igual ao m´ınimo do posto de A e do posto de B. Mostre que a igualdade n˜ao vale em geral.

6. Sejam A : Rm → Rn e B : Rm → Rn aplica¸c˜oes lineares. O que vocˆe pode afirmar

sobre o posto de A + B ?

7. Mostre que toda matriz de posto 1 se escreve da forma: abT onde a e b s˜ao vetores. Se abT ´e uma matriz n × n, mostre que det(I + abT) = 1 + atb

8. Leia o cap. 2 do livro do Strang, e fa¸ca os exerc´ıcios 25 p. 46, 27 p. 55, 30-31 p.65, 34 p. 76, 24 p. 88, 10 p. 99, 21 p. 100

9. Mostre que os polinˆomios x j



da lista anterior est˜ao relacionados aos polinˆomios xq pela f´ormula de mudan¸ca de coordenadas:

(3)

onde o somat´orio dos j vai de 0 a q, para algum valor dos Ajq.

10. Seja I = (I1, · · · , Ij) ∈ Nk tal que

P Ik = d. Definimos  d I  como o coeficiente de xI1 i x I2 2 · · · x Ij j em (x1+ · · · + xj)d. Ache o valor de  d I  . 11. Mostre que Ajq = PI  q I 

onde a soma ´e sobre todos os multi-´ındices I = (I1, · · · , Ij) tais que Ik ≥ 1∀k e P Ik = q.

12. Leitura complementar (opcional): o texto de Golub e Van Loan explica como a multiplica¸c˜ao de matrizes ´e feita na pr´atica.

13. Leitura complementar (opcional): leia a parte do texto de Gathen e Gerhard explicando o algoritmo de Strassen para multiplica¸c˜ao de matrizes.

3

Terceira lista de exerc´ıcios (Cap 3)

Quest˜ao ´unica. Sejam a1, · · · , am ∈ Rn e seja A o fecho convexo dos ai’s. Seja A a

matriz com linhas ai ∈ Rn. Assuma que A tem posto n.

Seja 1m = [1, 1, · · · , 1]T ∈ Rm, onde m ´e o n´umero de linhas de A.

Um vetor x ∈ Rn ´e dado com a seguinte propriedade: Ax ≤ 1m

onde a desigualdade matricial deve ser interpretada linha por linha. Al´em disso, Bx = 1n

para uma submatriz B de A com posto n e exatamente n linhas. Esse vetor x representa uma face F de A. (Essa face ´e um simplexo). A matriz B−1 tamb´em ´e dada.

Escreva um algoritmo para achar as faces adjacentes a F . Se poss´ıvel, evite inverter matrizes.

Ap´os resolver esse problema, procure na literatura o ”algoritmo do simplexo”, e veja se a sua solu¸c˜ao ´e razo´avel.

4

Quarta lista de exerc´ıcios (Cap 4)

1. Qual ´e a regra de mudan¸ca de coordenadas para uma forma tri-linear ?

2. Seja a(x) uma fun¸c˜ao c´ubica (i.e, um polinˆomio homogˆeneo de grau 3) em Rn. Mostre que a(x) = b(x, x, x) onde b ´e uma forma tri-linear sim´etrica. Ache a f´ormula de b(x, y, z) em fun¸c˜ao de a. (Essa f´ormula tamb´em ´e chamada de f´ormula de polariza¸c˜ao).

3. Refa¸ca a prova do m´etodo de Lagrange para reduzir uma forma bilinear `a forma canˆonica.

4. Refa¸ca a prova do m´etodo de Jacobi para reduzir uma forma bilinear `a forma canˆonica.

(4)

5. Mostre o crit´erio de Sylvester: uma forma quadr´atica ´e positiva-definida se e so-mente se todos seus menores principais s˜ao estritamente positivos.

6. Seja f : R4 → R quadr´atica, tal que f(0) = 0 e ∇f0 = 0. Descreva geom´etricamente

o gr´afico de f , distinguindo os casos que forem necess´arios.

7. Nas mesmas condi¸c˜oes, ache uma condi¸c˜ao necess´aria e suficiente para que o con-junto dos vetores x tais que f (x) ≥ 0 seja convexo.

8. Ache o grupo das transforma¸c˜oes lineares de R2 (aqui com coordenadas (t, x)) que

preserva a forma quadr´atica t2− x2. Interprete geom´etricamente em L(2).

9. [Exame de qualifica¸c˜ao, 2001/2] Seja Ano subespa¸co de L(n) gerado pelas matrizes

de permuta¸c˜ao. Mostre que dim An = n2 − 2n + 2. Sugest˜ao: mostre primeiro

que An = (An∩ Simn) ⊕ (An∩ Antin), onde Simn e Antin s˜ao, respectivamente,

os espa¸cos das matrizes sim´etricas e anti-sim´etricas.

5

Quinta lista de exerc´ıcios (Cap 5)

1. Mostre que L(n) = Rn⊗ (Rn)

2. Deduza que as matrizes de posto 1 geram L(n), enquanto espa¸co vetorial. 3. Seja f : Rm → Rn diferenci´avel. Escreva a k-´esima derivada de f .

4. Considere o operador ∧ : (R3)∗× (R3)∗ definido por: u ∧ v = u ⊗ v − v ⊗ u. Escreva a contra¸c˜ao de u ∧ v por vetores x e y na forma de um determinante 3 × 3. 5. Mostre (usando um argumento tensorial) que o tra¸co de um endomorfismo linear

M : E → E n˜ao depende da escolha da base de E. Explique porquˆe o tra¸co de uma fun¸c˜ao bilinear pode depender da base.

6. Escreva o produto de matrizes como uma contra¸c˜ao de tensores.

7. Qual a dimens˜ao do espa¸co das fun¸c˜oes k-lineares alternadas em Rn ? Ache uma

base para esse espa¸co.

6

Sexta lista de exerc´ıcios (Cap 6)

1. Sejam G e H grupos e ψ : G → H um homomorfismo. Mostre que a imagem e o n´ucleo de ψ s˜ao, respectivamente, subgrupos de G e de H.

2. Verifique que A → detA ´e um homomorfismo de GL(n) em (R∗, ×). Qual ´e o seu n´ucleo ? Sua imagem ?

3. Seja B ∈ GL(n). Verifique que A → B−1AB ´e um homomorfismo de GL(n) em (R∗, ×). Qual ´e o seu n´ucleo ? Sua imagem ?

(5)

5. Mesma pergunta, para R6 um hex´agono regular centrado na origem.

6. Seja C um cubo centrado na origem. Descreva o sub-grupo de GL(3) que fixa C. 7. Forne¸ca exemplos de invariantes dos tipos 1 a 4 (p. 195).

8. Que tipo de invariante ´e o volume n˜ao orientado ? 9. Dˆe um exemplo de pseudo-tensor axial de peso 3.

7

etima lista de exerc´ıcios (Cap 7)

1. (Exame de qualifica¸c˜ao, Mar¸co 1990) (a) Sejam N1 e N2 duas matrizes complexas

3 × 3, nilpotentes. Mostre que N1 ´e similar a N2 se, e somente se, N1 e N2 tˆem o

mesmo polinˆomio minimal. (b) Sejam A e B matrizes complexas n × n que tˆem o mesmo polinˆomio caracter´ıstico

f (x) = (x − c1)d1(x − ck)dk

e o mesmo polin omio minimal. Suponha que di ≤ 3, para todo i = 1, · · · , k.

Mostre que A e B s˜ao similares.

2. (Exame de qualifica¸c˜ao, Setembro 1991) (a) Descrever suscintamente como se con-segue uma base de Jordan para um operador nilpotente L : U → U . (b) Seja T : R10 → R10 um operador linear cujo polinˆomio m´ınimo ´e m(x) = (x − 2)4 e

tal que dimKer(T − 2I) = 3. Descreva as possibilidades para dimKer(T − 2I)2 e dimKer(T − 2I)3.

3. (Exame de qualifica¸c˜ao, Setembro 1990) Seja A uma matriz complexa n × n satis-fazendo a equa¸c˜ao Ar = I, r ∈ N, r 6= 0. (a) Mostre que A ´e diagonaliz´avel. (b) Mostre que |trA| ≤ n.

4. (Exame de qualifica¸c˜ao, Set. 1989) Se A ´e uma matriz complexa 5 × 5 com po-linˆomio caracter´ıstico (X − 2)3(X + 7)2 e polinˆomio minimal (X − 2)2(X + 7), qual

a forma de Jordan de A?

5. (Exame de qualifica¸c˜ao, Setembro 1992) Seja A matriz real n × n e suponha que λ ´e autovalor de A com parte imagin´aria n˜ao nula. Mostre que existe um subespa¸co de dimens˜ao 2 em Rn invariante por A.

6. (Exame de qualifica¸c˜ao, Mar¸co 1994) Construa uma matriz A, 3×3, que tem apenas 2 autovetores independentes, sabendo que A fixa os vetores (0, 1, 3) e (3, 0, 1). Calcule A20.

7. (Exame de qualifica¸c˜ao, Setembro 1994) Ache a forma de Jordan da matriz:     3 −4 0 2 4 −5 2 4 0 0 3 −2 0 0 2 −1    

(6)

8. (Exame de qualifica¸c˜ao, Setembro 1996) Ache a forma de Jordan da matriz:     −1 9 −1 9 −9 6 −9 6 1 −9 −1 9 9 −6 −9 6    

9. (Exame de qualifica¸c˜ao, Mar¸co 1997) Seja A uma matriz n × n, de coeficientes Aij

tais que: ai,j =    1 se i = j 2 se i = j − 1 0 Sen˜ao Determine a forma canˆonica de Jordan de A.

10. (Exame de qualifica¸c˜ao, Setembro 1992) Seja T : R4 → R4 um operador linear cujos polinˆomios m´ınimo e caracter´ıstico s˜ao, respectivamente, (x2+ 1)(x − 2) e

(x2+ 1)(x − 2)2. Determine as poss´ıveis formas canˆonicas reais de T , a menos da

ordem dos blocos.

11. (Exame de qualifica¸c˜ao, Mar¸co 1994) Seja p um polinˆomio geral de grau n. Con-sidere A : p(t) 7→ p(t + 1). Qual ´e o polinˆomio m´ınimo de A? Encontre a base de Jordan.

12. (Exame de qualifica¸c˜ao, Mar¸co 2000) Considere a seq¨uencia de n´umeros inteiros {an} gerada pela lei de recorrˆencia:

an+2 = 6an+ an+1, n ≥ 1,

e com a1 = 1, a2 = 2. Determine a100. Sugest˜ao: Existe uma matriz B, 2 × 2 tal

que xn+1= Bxn, onde xn = (an, an+1).

13. (Exame de qualifica¸c˜ao, fevereiro 2001) Sejam T e S duas transforma¸c˜oes lineares em um espa¸co vetorial complexo V de dimens˜ao finita tais que

T S = ST

(a) Prove que se λ ´e um autovalor de T , ent˜ao W = {v ∈ V ; T v = λv} ´e um subespa¸co invariante por S. (b) Prove que T e S possuem ao menos um autovetor em comum.

14. (Quest˜ao t´ıpica de exame oral) Explique o significado de um autovalor complexo (para uma matriz real, ´e claro).

8

Oitava lista de exerc´ıcios (Cap 8)

1. Mostre que toda matriz de SO(n) (Grupo de matrizes ortogonais de determinante 1) ´e um produto de rota¸c˜oes de Givens (rota¸c˜oes que fixam todas as coordenadas menos 2).

(7)

3. Mostre que toda matriz A m × n admite uma decomposi¸c˜ao A = QR, onde Q ∈ O(m) e R ´e triangular superior (i > j ⇒ Rij = 0).

4. Mostre como utilizar a decomposi¸c˜ao QR para resolver o problema dos m´ınimos quadrados: Se A : Rm → Rn injetiva, e b ∈ Rn, achar x tal que kAx − bk

2 seja

minimal.

5. Mesma pergunta, sem a hip´otese de que A ´e injetiva. Agora, ´e preciso achar a solu¸c˜ao x de norma minimal.

6. (Exame de Qualifica¸c˜ao, Setembro de 1996) Mostre que toda matriz complexa n × n A se escreve da forma: A = QRQH, onde Q ´e unit´aria e R ´e triangular superior. Essa fatora¸c˜ao ´e chamada de forma normal de Schurr. (...) Existe alguma decomposi¸c˜ao an´aloga para matrizes reais (com R real)?

7. (Exame de Qualifica¸c˜ao, Setembro de 1999) Dˆe um exemplo de uma matriz orto-gonal real A, 5 × 5, que tenha apenas um autovalor real de multiplicidade alg´ebrica igual a 1.

8. (Exame de Qualifica¸c˜ao, Dezembro de 2001) Seja a : (Rn)k → Rn uma forma

k-linear alternada n˜ao-nula em Rn. A norma de a pode ser definida assim:

kak2 = sup ku1k2=···=kukk2=1

|a(u1, · · · , uk)|

Mostre que se a norma de a ´e atingida para um certo valor de u1, · · · , uk acima,

ent˜ao a matriz U de colunas u1, · · · , uk ´e ortogonal.

9

Nona lista de exerc´ıcios (Cap 9)

1. Seja A uma matriz Hermitiana em L(Cn, Cn). mostre que seus auto-valores s˜ao reais e que existe uma base (sobre C) ortonormal de auto-vetores.

2. Seja g forma Hermitiana (=bilinear sesqui-sim´etrica) positiva definida em Cn. Seja a uma forma Hermitiana qualquer em Cn. Mostre que g e a podem ser

diagonali-zadas simultaneamente.

3. (Exame de Qualifica¸c˜ao, mar¸co 1990) Seja V um espa¸co vetorial complexo de dimens˜ao finita, com produto interno. Seja T um operador auto-adjunto em V . mostre que:

a) kα + iT αk = kα − iT αk para todo α ∈ V . b) α + iT α = kβ + iT β se e somente se α = β. c) I + iT e I − iT s˜ao invert´ıveis.

d) O operador U : V → V definido por U = (I − iT )(I + iT )−1 ´e um operador unit´ario.

4. (Exame de Qualifica¸c˜ao, setembro 1998) Sejam A1, · · · , Am matrizes Hermitianas

em Cn, n ∈ N. Suponha que

m

X

k=1

(8)

Mostre que A1 = · · · = An.

5. (Exame de Qualifica¸c˜ao, mar¸co 2000) Mostre que uma transforma¸c˜ao linear orto-gonal de R2 ´e uma reflex˜ao ou uma rota¸c˜ao.

10

ecima lista de exerc´ıcios (Cap 10)

1. Mostre que o posto de uma forma bilinear alternada em Rn´e um n´umero par, ≤ n.

2. Mostre que se ω ´e uma forma bilinear alternada, de posto r = 2m, ent˜ao existe um sistema de formas lineares independentes p1, · · · , pm, q1, · · · , qm tais que:

ω = p1∧ q1+ p2∧ q2+ · · · + pm∧ qm

3. (Lema de Cartan) Sejam p1, · · · , pm, q1, · · · , qm formas lineares, sendo p1, · · · , pm

independentes. Mostrar que

p1∧ q1+ p2∧ q2+ · · · + pm∧ qm = 0

se e somente se existirem coeficientes αij tais que qi =P αijqj.

4. Seja h·, ·i uma forma Hermitiana positiva definida em Cn. Considere ψ : Cn → R2n

que a todo z, associa (x, y) com zj = xj+ iyj. Mostre que

h·, ·i = (a + iη) ◦ (ψ ⊕ ψ)

onde a ´e bilinear sim´etrica positiva definida em R2n, e η ´e bilinear alternada em

R2n. Escreva o determinante da matriz de h·, ·i em fun¸c˜ao de η ∧ · · · ∧ η.

11

Ementa oficial do exame de qualifica¸

ao

Algebra Linear - MAE 705 1. Ementa:

- Espa¸cos Vetoriais e Transforma¸c~oes Lineares. Bases e Dimens~ao. Determinantes e Formas Multilineares. Produto Interno. Espa¸co Dual. - Auto-Valores e Auto-Vetores, Complexifica¸c~ao. Operadores Sim´etricos, Unit´arios e Normais. Decomposi¸c~ao Espectral. Forma Can^onica de Jordan. Decomposi¸c~ao em Valores Singulares. Normas de Matrizes.

Condicionamento. 2. Refer^encias:

- G. Strang, Linear Algebra and its Aplications, Academic Press, 1976. - P. Halmos, Finite Dimensional Vector Spaces, Springer-Verlag, 1974. - M. Gelfand, Lectures on Linear Algebra, Interscience Publ., NY, 1961.

- Hofman e Kunze, ´Algebra Linear, Pol´ıgono, S~ao Paulo, 1971.

Referências

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