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DRT (X) Teóricas ( ) Práticas

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Academic year: 2021

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Unidade Universitária

Centro de Ciências Biológicas e da Saúde - 040 Curso

Psicologia

Núcleo Temático: Pesquisa em Psicologia Disciplina

Análise de dados em Psicologia I

Código da Disciplina ENEX00857

Professores Priscila Covre

Alessandra Gotuzo Seabra

DRT 114432-7 113302-3

Etapa: 2ª Carga horária semanal:

4 h/a (X) Teóricas ( ) Práticas Semestre Letivo: 2º semestre/2014. Ementa:

Estudo dos conceitos e aplicações introdutórias à análise quantitativa de dados em Psicologia, contemplando: variáveis (quantitativas e qualitativas); coleta, organização, apresentação e análise descritiva de dados: não agrupados e agrupados; distribuição normal; introdução à estatística inferencial: análise bidimensional e comparação de médias.

Conteúdo Programático

- Análise de dados: definição, importância para a Psicologia, diferenças e complementariedade entre análise de dados qualitativa e quantitativa;

- Coleta de dados: população e amostra, tipos de amostragem, tamanho de amostra, tipos de variáveis - Análise estatística descritiva: frequência, medidas de tendência central, medidas de dispersão, gráficos e tabelas

- Estatística inferencial ou indutiva: conceitos básicos, distribuição normal, noções de probabilidade, testes estatísticos para análise bidimensional (qui-quadrado) e comparação de médias (teste-t)

Metodologia

1. Aula Expositiva

2. Atividades/Exercícios em grupo Critérios de Avaliação

Primeira avaliação (P1): prova individual valendo de 0 a 10 com peso 1. Segunda avaliação (P2): trabalho em grupo valendo de 0 a 10 com peso 1. Média Intermediária (MI) = P1 +P2

2

Prova final (PAFE): prova individual valendo de 0 a 10.

Média Final = MI + PAFE 2 Bibliografia Básica:

COSTA, Sérgio Francisco. Introdução Ilustrada à Estatística, 4ª edição. São Paulo: HARBRA, 2005, 416p. LEVIN, Jack; FOX; James Alan. Estatística para Ciências Humanas, 9ª edição. São Paulo: Pearson – Prentice Hall, 2004, 497p.

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GODOY, Arlida Schmidt. Introdução à pesquisa qualitativa e suas possibilidades. Rev. adm. empres. [online]. 1995, vol.35, n.2, pp. 57-63. ISSN 0034-7590.

BOLFARINE, Heleno.; BUSSAB, Wilton O. Elementos de amostragem, 1ª edição. São Paulo: Editora buchler, 2007.

DANCEY, Christine P.; REIDY, John. Estatística sem Matemática para Psicologia, 3ª edição. Porto Alegre: Bookman / Artmed, 2006, 608p.

LAPPONI, Juan Carlos. Estatística Usando Excel, 4ª edição, revista e atualizada. São Paulo: Campus Elsevier, 2005, 496p.

LEVINE, David M, BERENSON, Mark L., STEPHAN, David. Estatística: Teoria e Aplicações usando microsolf excell em portugues. 3 ed. Rio de Janeiro L.T.C., 2005,636p.

BISQUERRA ALZINA, Rafael; CASTELLA SARRIERA, Jorge; VILLEGAS I MARTINEZ, Francesc. Introdução à estatística: enfoque informático com o pacote estatístico SPSS. Porto Alegre: Artmed, 2007. 255

HAIR, Jr; ANDERSON, R. E.;TATHAM, R.L.; BLACK, W.C. Análise Multivariada de Dados. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, 2005, 600p.

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Unidade Universitária

Centro de Ciências Biológicas e da Saúde – 040 Curso

PSICOLOGIA

Núcleo Temático:

Fundamentos Teóricos da Psicologia Disciplina:

Análise Experimental do Comportamento I

Código da Disciplina:

ENEX00859

Professor(es):

Cassia Roberta da Cunha Thomaz Cristina Moreira Fonseca

Daniel Fonteles DRT: 113024-3 113775-0 114690-0 Etapa: 2a Carga horária: 04h/a semanais (X) Teórica (X) Prática Semestre Letivo: 2º/2014 Ementa

A disciplina apresenta os princípios filosóficos, teóricos e técnicos da Análise Experimental

do Comportamento.

Objetivos

Fatos e Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes, Normas e Valores

Conhecer os fundamentos filosóficos e as bases teóricas e técnicas da análise experimental do comportamento. Identificar a importância da atividade de pesquisa.

Utilizar as leis gerais do comportamento para analisar situações cotidianas.

Registrar e analisar funcionalmente comportamentos observados em laboratório.

Sistematizar observações e elaborar relatório científico.

Perceber a proposta da Análise do Comportamento e do Behaviorismo Radical como uma possibilidade de atuação do psicólogo.

Comportar-se de acordo com os princípios éticos da pesquisa, especialmente na atividade prática

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1. O conceito de condicionamento: Aprendizagem Respondente e Operante

2. O controle do comportamento pelas conseqüências: modelagem, reforçamento positivo e negativo, punição, extinção, reforço condicionado e esquemas de reforçamento

intermitente.

3. Controle de estímulos: Discriminação e Generalização.

PARTE PRÁTICA:

1. A pesquisa em Análise Experimental do Comportamento 2. Linguagem científica e registro de comportamento

3. O laboratório em Análise Experimental do Comportamento 4. Nível Operante

5. Treino ao bebedouro

6. Modelagem da resposta de pressão à barra 7. Esquema de reforçamento contínuo

8. Extinção da resposta de pressão à barra 9. Reforço condicionado

10. Esquemas de reforçamento intermitente 11. Tabulação de dados

12. Análise de dados individuais 13. Relatório de experimento Metodologia:

 Aulas teóricas de exposição e síntese.

 Discussão em grupo da bibliografia.

 Exercícios de análise de situações práticas.

 Aulas práticas realizadas no laboratório de Psicologia Experimental, com a realização de experimentos com animais.

Critério de Avaliação:

Haverá três avaliações intermediária. Duas provas (P1 e P2) com valor de 0 a 10,0 cada. A outra avaliação (L) será referente a nota de laboratório que será composta por 0-2,0 pontos de participação (presença e realização das tarefas), mais a soma das notas de quatro relatórios parciais de experimentos com ratos (0-2,0 pontos cada). A P1, a P2 bem como a nota de L terão peso 1 (cada). Ao final do semestre letivo, haverá uma prova final (PAFE), cuja data será definida pela Universidade. A PAFE terá peso 3 (três). A média semestral será composta da seguinte forma: P1+P2 +L+ PAFEx3 /6. Os critérios de aprovação obedecerão às normas gerais da universidade quanto à nota mínima e frequência às aulas.

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Bibliografia Básica:

- ANDERY, Maria Amália, SERIO, Tereza Maria Pires, MICHELETTO, Nilza. Comportamento e Causalidade. São Paulo: Laboratório de Psicologia Experimental, Programa de Estudos Pós-graduados em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento.

http://www.pucsp.br/pos/experimental/graduacao/Downloads/comportamento_causalidade_2009.p df

- MOREIRA, Marcio Borges e de MEDEIROS, Carlos Augusto. Princípios básicos de análise do comportamento. Porto Alegre: Artes Médicas, 2007.

- SKINNER, Burrhus Frederic. Ciência e comportamento humano. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

Bibliografia Complementar:

- CATANIA, Charles. Aprendizagem: comportamento, linguagem e cognição. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.

- MATOS, Maria Amelia e TOMANARI, Gerson Yukio. A análise do comportamento no laboratório didático. São Paulo: Manole, 2002.

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UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

PLANO DE ENSINO

Unidade Universitária:

Centro de Educação, Filosofia e Teologia Curso / Núcleo Temático:

Teologia /Núcleo de Ética e Cidadania (NEC) Disciplina:

ÉTICA E CIDADANIA II

Código da Disciplina:

Professor (es): DRT: Etapa: 2ª.

Carga horária: 2h/aulas semanais

Semestre Letivo: 1º/2014 Ementa:

Estudo da influeência da teologia calvinista, na formação do pensamento político e jurídico moderno. Análise crítica das ideias políticas que moldaram as sociedades contemporâneas e serviram de base às conquistas históricas dos Direitos de Cidadania. Introdução a uma teoria do Estado. Discussão sobre os direitos fundamentais assegurados na Constituição brasileira. Análise da história e da cultura afrodescendente e indígenas, das questões democráticas, e das ameaças aos direitos humanos fundamentais na atualidade.

Objetivos:

Fatos e Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes, Normas e Valores

 Conhecer o processo histórico de conquista dos direitos de cidadania e de formação das instituições democráticas modernas.  Conhecer o desenvolvimento da história e cultura afrodescendente.  Reconhecer a influência do pensamento reformado no processo de construção das democracias políticas modernas.  Compreender os desafios políticos do nosso tempo, á luz dos conteúdos apreendidos.

 Observar os fatos sociais e políticos, consciente da complexidade que envolve a ação política.

Utilizar os valores cívicos apreendidos como norteadores de uma conduta cidadã consciente e responsável.  Utilizar os conteúdos apreendidos no exercício de uma cidadania ativa, transformadora da realidade social.  Preocupar-se com a sustentação dos direitos de cidadania e liberdades historicamente conquistados.  Ser consciente da importância da conduta ética no exercício da cidadania.  Interessar-se pelas questões democráticas e pela participação cidadã no governo da sua cidade e na elaboração das suas leis.

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UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Conteúdo Programático:

1. Ética e Cidadania, Moral e Direito, Poder e Política: conceitos e articulações. 2. O Ser humano como ser social e político.

3. A invenção da política e da cidadania pelos gregos e romanos: o nascimento da democracia política e dos direitos políticos do cidadão.

5. A democracia dos antigos e a democracia dos modernos.

6. A tradição liberal nos teóricos contratualistas: em defesa dos direitos civis. 7. A teologia calvinista e sua influencia na política.

8. A teologia calvinista e sua influencia no pensamento jurídico moderno. 9. Liberalismo e Democracia: aporias e conciliação.

10. Os Direitos humanos hoje: ameaças e oportunidades Metodologia:

O conteúdo programático será assim desenvolvido:

Aulas expositivas e dialogadas: serão ministradas de forma a possibilitar a organização e síntese dos conhecimentos apresentados.

Leituras recomendadas: serão indicadas com a finalidade de proporcionar ao graduando oportunidades para (a) consulta de uma bibliografia específica relacionada com a disciplina e (b) desenvolvimento das suas capacidades de análise, síntese e crítica.

Tarefas orientadas: realizadas individualmente ou em pequenos grupos, devem estimular a participação ativa do graduando no processo de aprendizagem, proporcionando momentos para (a) apresentar e discutir assuntos relacionados à disciplina e (b) desenvolver sua capacidade critica e argumentativa.

Reflexão sobre a prática da intervenção: momento no qual os graduandos participam de atividades com ênfase nos procedimentos de observação (de forma direta ou indireta) e reflexão sobre a prática da intervenção, problematizando o cotidiano profissional.

Recursos audiovisuais: para viabilizar o aprendizado serão utilizados textos e artigos acadêmicos, vídeo, power point, análise de cenários.

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UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Critério de Avaliação:

O processo de avaliação deverá incluir no mínimo dois instrumentos de avaliação intermediária, conforme o Regulamento acadêmico.

MI (média das avaliações intermediárias) PAF (avaliação final)

MF (média final)

Primeira possibilidade:

MI 7,5 (sete e meio) e frequência 75% aluno aprovado na disciplina. MF = MI Segunda possibilidade:

2,0 MI < 7,5 e frequência 75% obrigatoriedade da realização da PAF. MF = (MI + PAF) / 2

MI 6,0 (seis) e frequência 75% aluno aprovado na disciplina. Bibliografia Básica:

1. BOBBIO, N. Liberalismo e Democracia; tradução Marco Aurélio Nogueira. São Paulo: Brasiliense, 2005. ISBN: 85-11-14066-2.

2. STRAUSS, L. & CROPSEY, J. (orgs.). História da Filosofia Política; tradução Heloisa Gonçalves Barbosa; revisão técnica: Manoel Barros da Motta. Rio de Janeiro: Forense, 2013. ISBN 978-85-218-0478-9.

3. VILLEY, MICHEL. A Formação do pensamento jurídico moderno; tradução Claudia Berliner; 2ª. Ed. São Paulo: Editora Martins Fontes, 2009. ISBN: 978-85-7827-169-5. Bibliografia Complementar:

1. ARISTÓTELES. A Política. São Paulo: Martins Fontes, 2006. ISBN: 8333623232 2. BIÉLER, André. A força oculta dos protestantes: oportunidade ou ameaça para a

sociedade? São Paulo: Ed. Cultura Cristã. 1999.

3. BOBBIO, N. A Era dos direitos. São Paulo: Campus, 2004.

4. CHAUÍ, M. Introdução á História da Filosofia: dos pré-socráticos a Aristóteles. 2ª. ed. revista e ampliada. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. ISBN 85-359-0170-I.

5. MINOGUE, Kenneth. Política: uma brevíssima introdução; tradução Marcus Penchel. Rio de Janeiro: Zahar,1998. ISBN: 85-7110-459-X.

6. LUCIANO, Gersem dos Santos (org.). O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de Hoje. Brasília: SECAD, 2006.

Fontes eletrônicas complementares:

1. Constituição da República Federativa do Brasil. Disponível em HTTP://www.planalto.gov.br/ccivil.

2. Carta de Princípios. Chancelaria da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Disponível em: HTTP://www.mackenzie.br/cartas_principios.html.

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UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Unidade Universitária

Centro de Ciências Biológicas e da Saúde - 040 Curso

PSICOLOGIA Disciplina

Fundamentos Epistemológicos da Psicologia

Código da Disciplina ENEX01253 Professores:

Paulo Roberto de Andrada Pacheco – 114337-8 2ª Etapa

Carga horária total: 72 h/a Semestre Letivo

1º/2014 Ementa

A disciplina analisa o processo de constituição da Ciência Moderna e, em especial, das Ciências Humanas e da Psicologia no século XIX. Esta perspectiva histórica é decorrente de uma concepção de método como conjunto de procedimentos de pesquisa construídos a partir de determinadas concepções de Homem, Natureza, Sociedade e Conhecimento.

Objetivos

Fatos e Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes, Normas e Valores Compreender os fundamentos

antropológicos, epistemológicos e metodológicos das ciências. Conhecer o processo de constituição da Ciência moderna, das Ciências Humanas e da Psicologia.

Apropriar-se das modalidades de produção do conhecimento, sua extensão e limites.

Identificar a concepção de homem, natureza e

conhecimento que sustenta os modelos de Ciência e as perspectivas em Psicologia.

Valorizar a diversidade

epistemológica e metodológica. Valorizar a abertura da razão como critério fundamental para o diálogo intelectualmente livre no meio acadêmico.

Perceber as relações entre objetividade e subjetividade na produção científica do

conhecimento. Metodologia

Aulas expositivas e filmes Leitura e discussão de textos Estudos dirigidos

Trabalhos em grupo Critério de Avaliação

Prova intermediária 1 (PI1) = Prova individual, notas de 0.0 a 10.0, peso 2;

Prova intermediária 2 (PI2) = Média aritmética dos trabalhos: notas de 0.0 a 10.0, peso 2; Prova final (PAFE) = Prova final individual e escrita, notas de 0.0 a 10,0, peso 4;

Nota final: N1x2 + N2x2 + N3x4/8

Obs.: Caso o aluno, antes da PAFE, possua nota igual ou maior a 7.5 (PI1x2 + PI2x2/4 ≥ 7.5), não precisará realizar a prova final, se for de sua escolha.

A prova substitutiva, que se realizará antes da PAFE, versando sobre todo o conteúdo do

semestre, é um direito do aluno e, tendo optado por ela, deverá substituir uma – e apenas uma – das notas das provas intermediárias.

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UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Conteúdo Programático

1. Introdução: premissas para o conhecimento 1.1 Realismo: senso de objetividade

1.2 Razoabilidade: senso lúdico 1.3 Moralidade: senso de altruidade 2. O que é conhecimento?

2.1 O conhecimento fundamental 2.2 O primeiro motor do conhecimento 2.3 Obstáculos para o conhecimento

3. O nascimento da ciência moderna 3.1 A ciência entre os séculos XVI e XVIII 3.2 Tipos de ciência

3.3 A linguagem científica 3.4 A pesquisa científica

4. O nascimento da psicologia científica

4.1 As ciências humanas e a psicologia no século XIX

4.2 O relativismo epistêmico pós-moderno das ciências humanas Bibliografia Básica

 OLIVA, Alberto. Filosofia da ciência. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.

 MASSIMI, Marina. Experiências de descoberta e maravilha nos relatos de cientistas dos séculos XVI a XVIII. In: HOFFMANN, Anette e MASSIMI, Marina. Ciência: da maravilha à descoberta (pp. 1-31). Ribeirão Preto: Funpec, 2011.

 JASPERS, K. Introdução ao pensamento filosófico. São Paulo: Cultrix, 2006. Bibliografia Complementar

 ANDERY, M. A. e outros. Para Compreender a Ciência: uma perspectiva histórica. São Paulo / Rio de Janeiro: Educ / Espaço Tempo, 1996.

 BONATTO, F. R.; CARVALHO, A. M.; MORENO, E. e SILVA, I. P. Aprendendo

metodologia científica: uma orientação para alunos de graduação. São Paulo: O nome da rosa, 2000

 CHALMERS, A. F. O que é Ciência afinal?. São Paulo: Brasiliense, 1993.

 GADAMER, Hans-Georg. A razão na época da ciência. Rio de Janeiro: Tempo brasileiro, 1983.

 PINTO, A. V. Ciência e existência: problemas filosóficos da pesquisa científica. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.

 SOKAL, Alain e BRICMONT, Jean. Imposturas intelectuais: o abuso da Ciência pelos filósofos pós-modernos. Rio de Janeiro/São Paulo: Record, 2001

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Campus Higienópolis: Rua da Consolação, 896  Edifício João Calvino – 7º andar – Sala 715  Consolação  São Paulo – SP  CEP 01302-907

Tel. (11) 2114-8165  www.mackenzie.br - e-mail: [email protected]

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Decanato Acadêmico

Unidade Universitária:

Centro de Ciências Biológicas e da Saúde – 040 Curso: Psicologia Núcleo Temático: Interfaces da Psicologia Disciplina: Fundamentos da Antropologia Código da Disciplina: ENEX 01247 Professora:

Claudia Valença Fontenele

DRT: 1143493

Etapa: 2ª Carga horária semanal:

4 h/a ( X ) Teórica ( ) Prática Semestre Letivo: 2º/2014 Ementa:

A disciplina apresenta as principais escolas e correntes da Antropologia, com ênfase na Antropologia Cultural, e fornece subsídios para a compreensão do homem na relação com sua cultura. A simbolização e a diversidade cultural.

Objetivos:

Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes e Valores Conhecer o universo conceitual,

temático e metodológico da Antropologia; a questão do etnocentrismo e suas implicações no âmbito da pesquisa e da teoria

antropológica (como a ciência que trata da compreensão do “outro”, da diversidade cultural, dos fundamentos simbólicos da vida social, do corpo); identificar os assim chamados primeiros esforços antropológicos, o desenvolvimento histórico da Antropologia, suas principais correntes e escolas, e temas contemporâneos.

Interpretar a realidade social em suas dimensões

antropológicas. Mapear as interseções e influências mútuas entre os campos da antropologia cultural e da psicologia na constituição de um saber sobre o ser humano e sobre a cultura. Propiciar uma compreensão crítica do ser humano em sua relação com a herança cultural nos diversos contextos e de mudança social. Proporcionar outros horizontes de compreensão e ferramentas etnográfico-conceituais que habilite compreender a diversidade humana.

Estar sensibilizado para uma reflexão sobre o significado da cultura na construção e

transformação das relações sociais. Por meio de um senso crítico e analítico promover uma compreensão dos fenômenos culturais que caracterizam o ser humano (formulação de regras, construção e transmissão de conhecimentos, valores, costumes, afetos) em sua diversidade.

Conteúdo Programático:

Antropologia: definição e história (a ciência antropológica na Europa e nos EUA, por meio de seus autores seminais, do evolucionismo do século XIX à contemporaneidade); a Antropologia no quadro geral das ciências; as ferramentas metodológicas da Antropologia; os processos de saúde-doença no campo da Antropologia; a Antropologia do Corpo e das Emoções, bem como o debate

contemporâneo no campo antropológico. Metodologia:

Aulas expositivas e dialogadas, baseadas em leituras e análises prévias de textos, bem como por meio de exibição e discussão de filmes.

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Campus Higienópolis: Rua da Consolação, 896  Edifício João Calvino – 7º andar – Sala 715  Consolação  São Paulo – SP  CEP 01302-907

Tel. (11) 2114-8165  www.mackenzie.br - e-mail: [email protected]

Critério de Avaliação:

Prova Parcial 1 - Prova individual: valor de 0 a 10 pontos (peso 1/nota individual)

Prova Parcial 2 - Trabalho grupal: valor 0 a 10 pontos (peso 1/ nota grupal)

Prova Substitutiva - Todo o conteúdo abordado na disciplina – (peso 1/nota individual);

PAF: valor 0 a 10 pontos (peso 2/nota individual) – somente para alunos que não atingiram a média 7,5 nas avaliações parciais.

Média parcial: P 1 + P 2 = ou > 7,5 OU Média final: Média Parcial + PAF = ou > 6,0 2 2

Bibliografia Básica:

LAPLANTINE, F. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 2007.

LARAIA, R. B. Cultura: um conceito antropológico. 20 ed. Rio de Janeiro:Zahar, 2006.

LE BRETON, D. As Paixões Ordinárias: antropologia das emoções. Petrópolis, Vozes, 2009. Bibliografia Complementar:

DA MATTA, R. “Você tem cultura”. In: Roberto DA MATTA, R. Explorações: ensaios de Sociologia Interpretativa. Rio de Janeiro, Rocco, 2011.

DAMATTA, R. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro:Rocco, 1987. GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro:LTC – Livros Técnicos Científicos, 1989.

LÉVI-STRAUSS, C. As estruturas elementares do parentesco. Petrópolis: Vozes, 2012.

VELHO, G. “Observando o familiar”. In: NUNES, Edson de Oliveira (Org.) A aventura sociológica. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.

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Campus Higienópolis: Rua da Consolação, 896  Edifício João Calvino – 7º andar – Sala 715  Consolação  São Paulo – SP  CEP 01302-907

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UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Decanato Acadêmico

Unidade Universitária

Centro de Ciências Biológicas e da Saúde – 040 Curso

Psicologia

Núcleo de Apoio Temático

Fundamentos Teóricos da Psicologia Disciplina

Fundamentos em Psicologia Social

Código da Disciplina ENEX01252 Professores

Bruna Suruagy do Amaral Dantas Erich Montanar Franco

DRT 114223-0 111697-8

Etapa

Carga horária semanal 4h/a ( X ) Teórica ( ) Prática Semestre Letivo 2º/2014 Ementa

A disciplina apresenta, em uma perspectiva histórica, os fundamentos teóricos e epistemológicos da Psicologia Social, visando à compreensão das principais correntes, com enfoque na visão crítica.

Objetivos

Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes e Valores

Estudar os fundamentos teóricos e epistemológicos da Psicologia Social e suas contribuições para o entendimento das relações entre sujeito e sociedade.

Refletir sobre as possibilidades de atuação do psicólogo social na sociedade contemporânea, privilegiando os desafios do cenário brasileiro e a produção de conhecimento científico.

Postura crítica e propositiva frente aos desafios que o psicólogo enfrenta em sua atuação nos campos da Saúde, da Assistência Social, do Trabalho e da Educação.

Conteúdo Programático

Unidade I: Aspectos Históricos e Epistemológicos

 Percurso histórico do pensamento em Psicologia Social nos E. U. A. e na Europa  Tensões entre as perspectivas sociológicas e psicológicas/biológicas  Positivismo x Materialismo Histórico Dialético

 Método positivista x Método dialético  O conceito de sujeito histórico

 O Desenvolvimento da Psicologia Social na América Latina  Contexto histórico e político Latino-americano  A Psicologia Social no Brasil

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Campus Higienópolis: Rua da Consolação, 896  Edifício João Calvino – 7º andar – Sala 715  Consolação  São Paulo – SP  CEP 01302-907

Tel. (11) 2114-8165  www.mackenzie.br - e-mail: [email protected]

Unidade II: Categorias Fundamentais da Psicologia Social

 Pensamento e Linguagem

 Sentidos e Significados

 Consciência, Alienação e Ideologia

 Representações Sociais

 Identidade

Atividade Metodologia

Aulas dialogadas;

Discussão das leituras recomendadas;

Exercícios analíticos baseados em artigos jornalísticos e filmes.

Critérios de Avaliação

Os alunos realizarão, no mínimo, duas avaliações intermediárias. Cada uma delas valerá dez pontos e possuirá pesos diferentes. A primeira avaliação (A1), que será individual e terá peso três, consistirá na análise de um artigo de jornal e buscará avaliar a apreensão de conceitos fundamentais para a disciplina. A segunda avaliação (A2), cujo peso é 2, corresponderá a atividades em grupo, que terão como característica fundamental a discussão e reflexão crítica de filmes, curtas, reportagens, editoriais e artigos. Nesse caso, será avaliado o uso analítico dos conceitos apresentados na disciplina. Ambas as avaliações darão origem à Média Intermediária (MI).

MI = A1(3) + A2(2)

5

A terceira avaliação (PAF) será uma prova escrita e buscará aferir o aproveitamento do aluno referente às reflexões e análises produzidas durante todo o semestre. A Média Final (MF) será constituída pela soma da Média Intermediária (MI) com a Prova Final (PAF), dividida por dois. MF = MI+PAF

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Campus Higienópolis: Rua da Consolação, 896  Edifício João Calvino – 7º andar – Sala 715  Consolação  São Paulo – SP  CEP 01302-907

Tel. (11) 2114-8165  www.mackenzie.br - e-mail: [email protected]

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Decanato Acadêmico

Bibliografia Básica

MARX, K. & ENGELS, F. A Ideologia Alemã. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

MOSCOVICI, S. Representações Sociais: Investigações em Psicologia Social. Petrópolis: Vozes, 2004.

VIGOTSKI, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

Bibliografia Complementar

ALMEIDA, L. P. de. Para uma Caracterização da Psicologia Social Brasileira. Psicologia: Ciência e Profissão, 32, 2012, p. 124-137.

Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98932012000500009 ÁLVARO, J. L. e GARRIDO A. Psicologia social: perspectivas psicológicas e sociológicas. São Paulo: Mc Graw Hill, 2007.

CHAUÍ, M. Cultura e Democracia: o discurso competente e outras falas. São Paulo: Cortez, 2007. JACÓ-VILELA, A. M. O estatuto da psicologia social – contribuições da história da psicologia social. In: MAYORGA, C. & PRADO, M. A. M. [Orgs.]. Psicologia Social: articulando saberes e fazeres. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. (p. 37-54).

KONDER, L. O que é dialética. São Paulo: Brasiliense, 1981.

LANE, S. T. M. e CODO, W. (Orgs). Psicologia social: o homem em movimento. São Paulo: Brasiliense, 2004.

LEONTIEV, A. N. Atividade e Consciência. In: ____________. Filosofia na URSS: problemas do Materialismo-Dialético. Moscou, 1977, p. 180-202.

Disponível em: http://www.marxists.org/portugues/leontiev/1972/mes/atividade.htm

MAZER, S. M. & MELO-SILVA, L. L. Identidade Profissional do Psicólogo: uma revisão da produção científica no Brasil. Psicologia: ciência e profissão, 30(2), 2010, p. 276-295.

OLIVEIRA, M. K. de. Linguagem e cognição: questões sobre a natureza da construção do conhecimento. Temas em Psicologia, n. 02, 1995, p. 01-09.

Disponível em:

http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1413-389X1995000200002&script=sci_arttext

WACHELKE, J. F. R. O vácuo no contexto das representações sociais: uma hipótese explicativa para a representação social da loucura. Estudos de Psicologia, 10(2), 2005, p. 313-320.

Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-294X2005000200019&lang=pt

(16)

Campus Higienópolis: Rua da Consolação, 896  Edifício João Calvino – 7º andar – Sala 715  Consolação  São Paulo – SP  CEP 01302-907

Tel. (11) 2114-8165  www.mackenzie.br - e-mail: [email protected]

Unidade Universitária:

Centro de Ciências Biológicas e da Saúde - 040 Curso: Psicologia Núcleo Temático: Interfaces da Psicologia Disciplina: Neurociências do Comportamento I Código da Disciplina: ENEX01018 Professora:

Camila Cruz Rodrigues Simone Freitas Fuso

DRT: 1137909 1133510 Etapa: 2ª Carga horária: 4h/a semanais ( x ) Teórica – 02 horas ( x ) Prática – 02 horas Semestre Letivo: 2º/2014 Ementa:

A disciplina apresenta as bases do funcionamento neural e suas correlações com o

funcionamento cognitivo.

Objetivos:

Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes e Valores Conhecer as bases do

funcionamento do sistema nervoso e suas relações com o

funcionamento cognitivo e comportamento.

Relacionar diferentes tipos de comportamentos com a atividade de determinados substratos neuroanatômicos.

Interessar-se por compreender os processos cognitivos e bases neurais subjacentes ao

comportamento.

Conteúdo Programático:

EVOLUÇÃO DO CÉREBRO E DO COMPORTAMENTO

ORGANIZAÇÃO CEREBRAL

NEURÔNIOS E SINAPSES

DESENVOLVIMENTO NEURAL

SISTEMAS DE NEUROTRANSMISSORES E SUA INFLUÊNCIA NO COMPORTAMENTO

NEUROANATOMIA E NEUROFISIOLOGIA DAS PRINCIPAIS FUNÇÕES COGNITIVAS

Metodologia:

Aulas teóricas em sala de aula; prática em laboratório de neuroanatomia.

Critério de Avaliação:

As avaliações serão constituídas por:

- uma prova teórica (P1) referente a matéria teórica, sendo a P1 com peso 2.

- duas provas práticas (PP1) e (PP2), com valor de 0 a 10 cada prova.

- uma prova final (PAF) referente ao conteúdo teórico-prático de todo o semestre, com

peso 2.

Média Intermediária: (2*P1+PP1+PP2/4)

Média final: (2*P1+PP1+PP2+ 4*PAF/8)

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Campus Higienópolis: Rua da Consolação, 896  Edifício João Calvino – 7º andar – Sala 715  Consolação  São Paulo – SP  CEP 01302-907

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UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Decanato Acadêmico

Bibliografia Básica:

- KOLB, D.; WISHAW, I. A. Neurociência do Comportamento. São Paulo: Manole, 2002. - BEAR, M. F.; CONNORS, B. W.; PARADISO, M.A. Neurociências: desvendando o sistema nervoso. Porto Alegre: Artmed, 2002.

- GAZZANIGA, M.S.; IVRY, R.B.; MANGUN, G.R. Neurociência Cognitiva: a biologia da mente. São Paulo: Artmed, 2006.

Bibliografia Complementar:

- LENT, R. Neurociência da Mente e do Comportamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

- KANDEL, E. R.; SCHWARTZ, J. H.; JESSEL, T. M. Fundamentos da neurociência e do comportamento. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1997.

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UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Decanato Acadêmico

Unidade Universitária: CCBS - 040 Curso: PSICOLOGIA Núcleo Temático:

Fundamentos Teóricos da Psicologia Disciplina:

OBSERVAÇÃO E ENTREVISTA

Código da Disciplina ENEXO1353 Professores:

Denise Teixeira Mráz Zapparoli Terezinha A de Carvalho Amaro

DRT: 113020-1 113774-3 Etapa: Carga horária: 04 h/a semanais (X) Teórica ( ) Prática Semestre Letivo: 2o/2014 Ementa

A disciplina apresenta e proporciona o exercício dos principais processos e recursos para coleta de informações e construção de dados em Psicologia, com ênfase em técnicas de observação e entrevistas e suas formas de registro, utilizadas na prática do psicólogo, tanto em pesquisa quanto em análise, avaliação e intervenção. Aborda a elaboração e manejo da entrevista nas diferentes etapas da vida e nos diferentes âmbitos de trabalho do psicólogo Objetivos

Expor as bases para a realização de observações e entrevistas nos diferentes contextos. Fornecer subsídios para observações, elaboração e aplicação da entrevista nas diferentes faixas etárias do ciclo vital.

Debater especificidades do uso da observação e entrevista em contextos diversos de atuação do psicólogo.

Abordar questões técnicas e éticas relacionadas à devolutiva a partir do uso de observação e entrevista.

Fatos e Conceitos Procedimentos e

Habilidades

Atitudes, Normas e Valores

Conhecer os principais processos e recurso utilizados para a coleta e construção de dados em Psicologia. Analisar a pertinência e adequação desses processos e recursos às diversas práticas do psicólogo.

Aplicar as técnicas relativas à coleta de informações e construção de dados em Psicologia. Executar os procedimentos relativos à coleta de informações e construção de dados em Psicologia. Valorizar os procedimentos e técnicas relativas a coleta de informações e construção de dados em Psicologia.

Desenvolver atitudes eticamente orientadas no trato das informações, dados e pessoas no que se refere à observação e entrevista.

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UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Decanato Acadêmico

Metodologia

Aulas expositivas dialogadas Aulas teórico/práticas

Atividades em dupla e grupo Apresentação de casos ilustrativos

Critério de Avaliação:

Realização de duas avaliações intermediárias:

a) 1a Atividade teórico/prática de Observação, em dupla (com nota de 0 a 10 pontos / Peso 2); b) 2a Atividade teórico/prática de Entrevista (com nota de 0 a 10 pontos / Peso 3)

Média Intermediária (MI) = (1a Atividade x Peso 2) + (2a Atividade x Peso 3) 5

Obs.: Prova Substitutiva em apenas uma das duas avaliações intermediárias Nota final sem PAF = ≥ 7,5 (Aprovado)

c) PAFE, teórica, escrita, individual e sem consulta com valor de 0 (zero) a 10 (dez) / peso 1, para os alunos que não obtiveram nota de aproveitamento igual ou superior a 7,5 (sete e meio)

Media Final (MF) = MI + PAFE 2

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UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Decanato Acadêmico

Conteúdo Programático 1. Contextualização

1.1 Contextualizar Observação e Entrevista como técnicas de investigação científica em Psicologia

2. Observação 2.1. Definições

2.2. Tipos e finalidades da observação (objetivos, uso, escolha da técnica) 2.3. Registro dos dados da observação e Índice de Concordância

2.4. Observação em diferentes contextos 2.5. Etnografia e observação participante 2.6. Questões éticas e práticas da observação 3. Entrevista

3.1. Definições e tipos

3.2. Entrevista como prática narrativa e discursiva 3.3. Tipos, finalidades e etapas da entrevista 3.4. Registro da entrevista

3.5. Entrevista em diferentes contextos 3.6. Questões éticas e práticas da entrevista 3.7. Questionários 4. Outros procedimentos 4.1 História de vida 4.2 História oral 4.3 Grupo focal Bibliografia Básica

BAUER, M. W.; GASKELL, G. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007

CHIZZOTTI, A. Pesquisa qualitativa em ciências humanas e sociais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.

DANNA, M. F.; MATOS, M. A. Aprendendo a Observar. 2a.ed. São Paulo: EDICON, 2011. 176 p.

Bibliografia Complementar

ANGROSINO, M. Etnografia e observação participante. Porto Alegre: Artmed, 2009 BELEI, R. A. O uso de entrevista, observação e videogravação em pesquisa qualitativa. Cadernos de Educação. FaE/PPGE/UFPel. Pelotas [30]: 187, 199, janeiro/junho 2008. BELL, J. Projeto de pesquisa: guia para pesquisadores iniciantes em educação, saúde e ciências sociais. Porto Alegre: Artmed, 2008.

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UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Decanato Acadêmico

BENJAMIN, W. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1994.

BENTZEN, W. R. Guia para observação e registro de comportamento infantil. Cengagi, 2012 BOUMARD, P. O lugar da etnografia nas epistemologias construtivistas. PSI Revista de Psicologia Social e Institucional. Volume 1(2) - nov./1999. Disponível em:

<www2.ccb/psicologia/revista/texto1v1n22.htm>

COSTA, F. B. Disponível em:

http://www.teses.usp.br

DAVIS, F. Comunicação não-verbal. Summus Editora,1979. 196 p.

DI DOMENICO, V. G. C.; CASSETARI, L. Métodos e técnicas de pesquisa em psicologia: uma introdução. São Paulo: Edicon, 2010.

DUARTE, R. Entrevistas em pesquisas qualitativas. Educar, Curitiba, n. 24, p. 213-225, 2004.

Editora UFPR 213. Disponível em:

<http://redalyc.uaemex.mx/src/inicio/ArtPdfRed.jsp?iCve=155017717012>

GOMES, A. A. Usos e possibilidades do grupo focal e outras alternativas metodológicas. <http://www.enfoques.ifcs.ufrj.br/artigos/v2nr1/ObituarioMerton2.html.>

RICHARDSON, R. J. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, 2008.

SPINK, M. J. (org). Práticas discursivas e produção de sentido no cotidiano: aproximações teóricas e metodológicas. São Paulo: Cortez, 2000

Referências

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