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DIRETORIA DE PLANEJAMENTO - DP

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(1)

PLANO DIRETOR DO

AEROPORTO DE FORTALEZA – CE

PDIR - SBFZ

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO - DP

SUPERITENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO AEROPORTUÁRIO – DPDR GERÊNCIA DE PLANOS DIRETORES - DRPD

RELATÓRIO SÍNTESE

JUNHO 2011

Revisão 2 – NOV 2013

(2)

SUMÁRIO GERAL

VOLUME I

– RELATÓRIO SÍNTESE

VOLUME II

– CADERNO DE PLANTAS

FIGURA 01 – SITUAÇÃO ATUAL

FIGURA 02 - ZONEAMENTO CIVIL / MILITAR ATUAL FIGURA 03 – ZONEAMENTO FUNCIONAL ATUAL

FIGURA 04 – SITUAÇÃO ATUAL – ÁREAS DE SEGURANÇA FIGURA 05 – PEZPA EM VIGOR

FIGURA 06 – SITUAÇÃO PATRIMONIAL ATUAL FIGURA 07 – IMPLANTAÇÃO FINAL

FIGURA 08 – 1ª FASE DE IMPLANTAÇÃO – 2014 FIGURA 09 – 2ª FASE DE IMPLANTAÇÃO – 2025

FIGURA 10 – IMPLANTAÇÃO FINAL – ÁREAS DE SEGURANÇA FIGURA 11 – ÁREA PATRIMONIAL PROPOSTA

(3)

VOLUME I

(4)

SUMÁRIO

1. APRESENTAÇÃO

1.1.

Diretrizes Gerais de Planejamento

1.2.

Justificativa do Estudo

2. CARACTERIZAÇÃO ATUAL E FUTURA

2.1.

Caracterização Atual

2.1.1. Dados Básicos

2.1.2. Dados de Operação 2.1.3. Área Patrimonial

a. Zoneamentos Atuais

2.1.4. Sistema de Pistas de Pouso e Decolagem a. Características Físicas

b. Auxílios à Navegação Aérea 2.1.5. Sistema de Pistas de Táxi

2.1.6. Sistema de Pátios de Aeronaves 2.1.7. Principais Edificações

a. Terminal de Passageiros b. Terminal de Cargas c. Hangares

d. Prédios da Manutenção

e. Parque de Abastecimento de Combustível – PAA f. Serviço de Salvamento e Combate a Incêndio – SESCINC

(5)

2.2.

Caracterização Futura

2.2.1. Dados Básicos – Aeronaves de Planejamento 2.2.2. Dados de Operação

2.2.3. Fases de Implantação

a. Primeira Fase de Implantação – 2014 b. Segunda fase de Implantação – 2025 c. Implantação Final

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ÍNDICE DE QUADROS

Quadro 01 – Controle de Tráfego Aéreo ... 11

Quadro 02 – Características dos Ventos ... 12

Quadro 03 – Situação Patrimonial do Sítio Aeroportuário... 13

Quadro 04 – Pista de Pouso e Decolagem – Características Físicas ... 16

Quadro 05 – PPD – Faixas de Pista, Faixa Preparada e RESA ... 16

Quadro 06 – Auxílios à Navegação Aérea - Instalações e Equipamentos ... 19

Quadro 07 – Pistas de Táxi – Características Físicas ... 20

Quadro 08 – Pátios de Aeronaves – Características Físicas ... 21

Quadro 09 – Terminal de Passageiros – Setorização ... 22

Quadro 10 – Terminal de Cargas – Características Físicas ... 23

Quadro 11 - Terminal de Cargas - Condições Operacionais de Armazenamento 23 Quadro 12 – Hangares – Características ... 24

Quadro 13 – Hangar de Manutenção – Características ... 24

Quadro 14 – Manutenção – Características ... 25

Quadro 15 – Consumo Anual de Combustíveis (litros) ... 25

Quadro 16 – Carros Contra Incêndio – Características ... 26

Quadro 17 – Composição da Frota – Hora-Pico de Pista ... 27

Quadro 18 – Composição da Frota – Hora-Pico de Pátio ... 27

Quadro 19 – Composição da Frota das Aeronaves Cargueiras ... 28

Quadro 20 – Faixas de Aeronaves de Passageiros e Aeronaves Cargueiras ... 28

Quadro 21 – Faixas de Aeronaves de Passageiros x CRA ... 29

Quadro 22 – Faixas de Aeronaves Cargueiras x CRA ... 29

Quadro 23 – Código de Referência dos Componentes Aeroportuários da Área de Movimento ... 30

Quadro 24 – Fas32es de Implantação - Configurações Propostas ... 32

Quadro 25 – Resumo das Fases de Implantação ... 37

(7)

SIGLAS E ABREVIATURAS

Para melhor entendimento do disposto neste documento, serão utilizadas as seguintes siglas, convenções e abreviaturas:

ACN – Aircraft Classification Number – Número de Classificação de

Aeronaves

AIP – Publicação de Informações Aeronáuticas APP – Controle de aproximação

Cab. – Indicação ou rumo da cabeceira da pista de pouso e decolagem CINDACTA – Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego

Aéreo

COMAR – Comando Aéreo Regional

DME – Distance Measure Equipment - Equipamento radiotelemétrico EIA/RIMA – Estudo de Impacto Ambiental / Relatório de Impacto Ambiental ETA – Estação de Tratamento de Água

ETE – Estação de Tratamento de Esgoto FAA – Federal Aviation Association FIR – Região de Informação de Vôo IAC – Instituto de Aviação Civil

ICAO – International Civil Aviation Organization

IFR – Instrumental Flying Rules (Regras de Vôo por Instrumentos) ILS – Instrument Landing System (Sistema de Pouso por Instrumentos) INFRAERO – Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária KF – Subestação de Energia Elétrica

PAA – Parque de Abastecimento de Aeronaves

PCN – Pavement Classification Number – Número de Classificação de

Pavimento

PDIR – Plano de Diretor Aeroportuário

PEZPA – Plano Específico de Zona de Proteção de Aeródromo PEZR – Plano Específico de Zoneamento de Ruído

PR – Pista de Rolamento

SBCG – Aeroporto Internacional de Campo Grande

SESCINC – Serviço de Salvamento e Combate a Incêndio TECA – Terminal de Cargas

TMA – Área de Controle Terminal TPS – Terminal de Passageiros TWR – Torre de Controle

VFR – Visual Flying Rules (Regras de Vôo Visual)

(8)

1. APRESENTAÇÃO

O presente Plano Diretor do Aeroporto Internacional Pinto Martins - Fortaleza / CE, define a capacidade máxima de aproveitamento do sítio aeroportuário e apresenta um diagnóstico que indica as intervenções necessárias ao longo dos horizontes de planejamento admitidos. Estabelece, também, diretrizes e orientações para os projetos e programas de desenvolvimento do aeroporto.

Principais Estudos constituintes do Plano:

 Descrição, de forma sucinta, da caracterização atual do sítio aeroportuário, em termos da infraestrutura instalada e da situação patrimonial;

 Atualização dos estudos de demanda e capacidade projetada;

 Apresentação da concepção de desenvolvimento do aeroporto para cada fase de implantação da configuração aprovada pela Infraero, selecionada entre as alternativas de desenvolvimento deste sítio aeroportuário, de forma a identificar o atendimento aos requisitos de segurança operacional para a operação atual e para a pretendida em cada fase proposta;

 Desenvolvimento de diagnóstico do planejamento para um horizonte de 20 anos; e

 Avaliação da capacidade máxima do sítio por intermédio do desenvolvimento dos principais componentes aeroportuários.

As Diretrizes, a seguir, deverão nortear a formulação ou reformulação do planejamento geral para o desenvolvimento do Aeroporto, compatível com as necessidades atuais e potenciais de crescimento.

1.1. Diretrizes Gerais de Planejamento

 Planejar a ocupação do sítio aeroportuário para seu último horizonte, com a sua primeira fase de implantação tendo a flexibilidade necessária ao desenvolvimento proposto;

 Assegurar a ocupação do sítio para a sua capacidade máxima;

 Atender aos critérios preconizados no Regulamento Brasileiro de Aviação Civil 154 (RBAC 154 – Projeto de Aeródromos), da Agência Nacional de Aviação Civil, para a configuração geral do aeroporto;

(9)

 Buscar uma relação equilibrada entre a capacidade do sistema de pistas e dos demais componentes para a máxima utilização do sítio (implantação final);

 Promover a implantação harmônica e equilibrada das facilidades, em cada etapa de desenvolvimento até o esgotamento da capacidade do sítio;

 Estabelecer condições operacionais do sistema de pista de forma a compatibilizar as operações aeronáuticas com o gerenciamento da navegação aérea e o zoneamento urbano no entorno do aeroporto;  Considerar os aspectos do meio-ambiente e de relacionamento urbano,

principalmente quanto às restrições ambientais e impactos do desenvolvimento do aeroporto sobre a área circunvizinha ao sítio aeroportuário;

 Orientar a compatibilização dos Planos de Zona de Proteção e de Zoneamento de Ruído, interagindo com o Município e Estado, com o objetivo de adequar o uso e ocupação do solo na área de entorno, com as atividades aeronáuticas;

 Priorizar os aspectos de economicidade e balanceamento na equalização entre capacidade, demanda projetada e expansões previstas;

 Prever áreas especiais para teste de motores, de forma a não causar incômodo às áreas urbanas, e para inspeção de aeronaves sob qualquer tipo de ameaça, conforme normas específicas.

1.2. Justificativa do Estudo

O Plano Diretor do Aeroporto Internacional Pinto Martins - Fortaleza / CE foi elaborado em 1984 e aprovado pela Portaria 008/1SC4, de 09 de novembro de 1987.

Depois de passados tantos anos desde a conclusão do referido Plano Diretor, a justificativa primária para o presente estudo de planejamento torna-se o próprio tempo decorrido e as mudanças ocorridas nas premissas e parâmetros que balizaram o estudo original.

Ratificando a necessidade de revisão do Plano Diretor do Aeroporto de Fortaleza têm-se situações de ordem operacional e ambiental a serem ajustadas, além das oportunidades surgidas para realocação da ferrovia que passa próximo à cab. 13.

Projetos e obras em andamento requerem um embasamento técnico de planejamento, somente possível abordando o desenvolvimento de todos

(10)

os principais sistemas componentes do complexo aeroportuário, de forma balanceada, a partir de premissas e estimativas de demanda atualizadas. Notoriamente, a atividade do transporte aéreo sempre esteve direta e intimamente ligada ao desempenho da economia. Portanto, convém referenciar a relativa estabilidade econômica desde 1994, que foi responsável por variações acentuadas e imprevistas da demanda desse meio de transporte, em todos os segmentos do tráfego aéreo, justificando revisões de todo o planejamento da infraestrutura aeroportuária nacional.

(11)

2. CARACTERIZAÇÂO ATUAL E FUTURA

2.1. Caracterização Atual

2.1.1. Dados Básicos

 Nome Oficial: Aeroporto Internacional Pinto Martins;

 Endereço: Av. Senador Carlos Jereissati, 3.000 – CEP 60.741-900 – Bairro da Serrinha – Fortaleza – CE;

 Sigla OACI: SBFZ;  Sigla IATA: FOR;

 Código de Referência do Aeroporto: 4E;

 Tipo de Operação: VFR e IFR Precisão (Cat 1) e Não-Precisão;  Ponto de Referência do Aeródromo : 03° 46’ 33” S – 038° 31’ 56” W;  Localização no aeródromo: 102° / a 1.299 m da cab. 13;

 Elevação do aeródromo: 25,0 m;

 Temperatura de Referência do Aeródromo: 31° C;

 Declividade Magnética / Variação Anual: 21° W (2009) / 0,2’ E;  Tipos de Tráfego: Internacional Regular e Não-Regular, Doméstico Regular e Não-Regular, Cargueiro, Aviação Geral e Militar.

2.1.2. Dados de Operação

O tráfego aéreo da região metropolitana de Fortaleza é composto por movimentação de aeronaves civis e militares com área específica para treinamento. A preparação das previsões meteorológicas para o aeródromo (TAF) é de responsabilidade da CMA-1 Recife, que as fornece em períodos de 24 horas em 24 horas. As condições meteorológicas e de equipamento de auxílios à navegação aérea permitiram que o aeroporto operasse, no ano de 2010, cerca de 29,4% como regra de voo VFR num total de 22.927movimentos, enquanto que 70,6% para voo IFR, num total de55.217movimentos.

Os dados referentes à utilização de cada cabeceira indicam os seguintes percentuais: 99,95% para a cabeceira 13 e 0,05% para a cabeceira 31, em operações de pousos e decolagens.

A infraestrutura implantada no Aeroporto Internacional Pinto Martins é utilizada por aeronaves letra código 4E e conta com o PEZPA aprovado pela Portaria Nº 104/DGCEA, de 14 de Setembro de 2006, do

(12)

Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA). O PEZPA aprovado para o Aeroporto Internacional Pinto Martins considera uma Pista de Pouso e Decolagem de 3.324m de comprimento, no local da existente, significando uma ampliação de 240m no sentido da cabeceira 13 e 540m no sentido da cabeceira 31, e definindo as rampas de proteção que limitam os gabaritos das edificações próximas.

Existem alguns obstáculos naturais (serras e árvores), além de equipamentos e edificações, que ferem as rampas de proteção. A Portaria que aprova esse Plano identifica esses obstáculos, referendado às condições de Sistema de Pistas considerado.

Quadro 1 – Controle de Tráfego Aéreo

Tipo Tipo de Operação Executor

TMA-FZ Área de Controle Terminal DTCEA

ACC-FZ Centro de Controle de Área DTCEA

APP-FZ Centro de Controle de Aproximação DTCEA

CTR-FZ Zona de Controle DTCEA

AIS/MET Serviço de Informações Aeronáuticas / Meteorologia DTCEA

ECM Estação de Comunicações DTCEA

TWR Controle de Aeródromo DTCEA

As informações meteorológicas são obtidas por meio de sensores eletrônicos (tetômetro, anemômetro, pluviômetro, telepsicômetro), instalados próximo à pista que, junto aos demais serviços meteorológicos executados, formam os seguintes núcleos:

 CMA 2 – Centro Meteorológico de Aeródromo – Classe 2;  SEM 2 – Estação Meteorológica de Superfície – Classe 2.

Os tipos de tráfego e os segmentos operados nesse aeroporto são:  Para Passageiros

 Doméstico Regular e Não-Regular;

 Internacional Regular e Não-Regular; e

 Aviação Geral.  Para Cargas

 Doméstico Regular e Não-Regular; e

(13)

No ano de 2010, os ventos de superfície tiveram as características apresentadas no Quadro 2.

Cabe ressaltar que a pesquisa foi realizada tendo como base o período de 01/01/2010 até 31/12/2010, com dados extraídos da REDEMET e considerando:

 A Direção e Velocidade média do Vento são em relação ao NORTE VERDADEIRO;

 A Direção do Vento é expressa em graus e a Velocidade do Vento em nós (kt);

 A velocidade informada é referente à média de 10 minutos;

 Vento máximo verificado no período: 24 kt (vento soprando de 120º, 15 kt de velocidade média e apresentando rajadas de 28 kt, no dia 20/02/2010 às 1600 (UTC).

 Foram observadas 014 ocorrências de vento calmo (0 (zero) kt);

 Tabela de equivalência: 1 kt = 1,852 km/h. Quadro 2 – Características dos Ventos

Direção N° de ocorrências Velocidade N° de ocorrências

080º-100º 3852 Vento calmo 14 110º-130º 2357 01-02 239 140º-160º 1194 03-04 1034 Outras direções 1356 05-06 1629 - - 07-08 1733 - - 09-10 1551 - - 11-12 1150 - - 13-14 744 - - 15-16 442 - - 17-18 160 - - 19-20 53 - - 21-22 9 - - 23-24 1 Total 8759

Obs.: foram relatados os dados predominantes de direção do vento. 2.1.3. Área Patrimonial

A Área Patrimonial Total do Aeroporto Internacional Pinto Martins é de 5.308.417,00 m². Desse total, 5.195.428,66 m² estão regularizados e 112.988,34 m², correspondentes às áreas “Civil 2”, “Civil 3” e ETE, não estão legalizadas. Essas áreas não legalizadas foram desapropriadas

(14)

pelo Governo do Estado do Ceará, entretanto, ainda não foram oficialmente doadas para a União Federal, mas estão de posse da INFRAERO. A atual situação patrimonial do Aeroporto é descrita e representada na Figura 06 – Situação Patrimonial Atual, do Caderno de Plantas.

Quadro 3 – Situação Patrimonial do Sítio Aeroportuário ÁREA PATRIMONIAL (m²)

Área Total do Aeroporto: 5.308.417,00(1) Área Civil: 2.619.727,51 Área Militar: 2.575.701,15 Área Regularizada: 5.195.428,66 Área em Regularização: --- Área não Legalizada: 112.988,34

(1) Área Total = Área Militar + Área Civil + Área não Legalizada

(15)

a. Zoneamentos Atuais

 Zoneamento Civil Militar

As áreas “Civil 2”, Civil 3” e “ETE” não foram consideradas no rezoneamento provisório aprovado pela Portaria EMAER-23/45C2, de 30/09 / 2004, em vigor. O atual Zoneamento Civil / Militar está representado na Figura 02 - Zoneamento Civil / Militar Atual.

 Zoneamento Funcional do Aeroporto

O Zoneamento Funcional do Aeroporto Internacional Pinto Martins, representado na Figura 03- Zoneamento Funcional Atual é composto por quatro grandes áreas, contendo os seguintes componentes:

Área de Manobras

 Sistema de Pistas (pouso/decolagem, pistas de táxi, faixa de pista);

Área Terminal

 Sistemas Terminais de Passageiros e de Carga Aérea;  Sistema Administrativo e de Manutenção;

 Sistema de Apoio – SESCINC, PAA e NPV;  Sistema das Companhias Aéreas;

 Sistema Industrial de Apoio;  Sistema de Infraestrutura Básica. Área Secundária

 Sistema da Aviação Geral;  Áreas verdes;

 Instalações e serviços destinados às atividades complementares não ligadas diretamente à Aviação Regular;  Áreas reservadas aos arrendamentos comerciais.

Área Especial

 Instalações militares, exceto Bases Aéreas;  Áreas cedidas para fins especiais.

(16)

2.1.4. Sistema de Pistas de Pouso e Decolagem a. Características Físicas

As características físicas e operacionais do Sistema de Pistas de Pouso e Decolagem serão apresentadas a seguir:

 Rumo: 13 / 31;

 Dimensões: 2.545m x 45m;  Faixa de Pista: 2.725m x 300m;  Natureza de Piso: Asfalto;  Suporte: PCN 66 F / A / X / T;  Utilização das Cabeceiras:

 99,95% Cab. 13 e 0,05% Cab. 31, para pousos e decolagens;  Coordenadas Geográficas das Cabeceiras:

 Cab. 13: latitude: 03º 46´ 24" S / longitude: 038º 32´ 37" W;  Cab. 31: latitude: 03º 46´ 45" S / longitude: 038º 31´ 18" W.

Esta pista conta com área de parada (stopway) homologado para a cabeceira 31, com as seguintes características:

Cabeceira 31

 Área de parada: 60,00 m x 45,00 m

Nos quadros a seguir estão relacionadas as principais características da pista de pouso e decolagem e a infraestrutura aeroportuária atual pode ser observada nas seguintes figuras constantes do Volume II – Caderno de Plantas:

 Figura 01 – Situação Atual

 Figura 04 – Situação Atual - Áreas de Segurança  Figura 05 – Plano Específico de Zona de Proteção do

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Quadro 4 – Pista de Pouso e Decolagem – Características Físicas PISTA DE POUSO E DECOLAGEM

RWY RUMO MAGNÉTICO DIMENSÕES (m) NATUREZA SUPERFÍCIE RESISTÊNCIA (PCN) 13 126º 34’ 26” 2545 x 45 ASPH 66/F/A/X/T 31 306º 34’ 21” 2545 x 45 ASPH 66/F/A/X/T

ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS (CLEARWAY) ZONA DE PARADA (STOPWAY)

RWY DIMENSÕES (m)

RAMPA QUE LIVRA OS OBSTÁCULOS (se houver) DIMENSÕES (m) NATUREZA SUPERFÍCIE 13 - - 31 - - 60 x 45 CONC DISTÂNCIAS DECLARADAS (m)

RWY TORA TODA ASDA LDA

13 2545 2545 2545 2545

31 2545 2545 2605 2545

Quadro 5 – PPD – Faixas de Pista, Faixa Preparada e RESA

FAIXA DE PISTA RWY DIMENSÕES

(m) NATUREZA SUPERFÍCIE RESISTÊNCIA 13/31 2725 x 300 Vegetação rasteira (grama) -

FAIXA PREPARADA RWY DIMENSÕES

(m) NATUREZA SUPERFÍCIE RESISTÊNCIA 13/31 irregular Vegetação rasteira (grama) -

ÁREA DE SEGURANÇA DE FIM DE PISTA (RESA) RWY DIMENSÕES

(m) NATUREZA SUPERFÍCIE RESISTÊNCIA

13 - - -

(18)

b. Auxílios à Navegação Aérea

A Área de Controle Terminal de Fortaleza é identificada como TMA SBWZ, atendida por controle Radar, operando em período de H24. O espaço aéreo da Zona de Controle Fortaleza (CTR Fortaleza) abrange um limite horizontal com um círculo de 15 NM de raio, a partir do centro, localizado no ponto da coordenada 03º 47´S / 038º 32´ W e é apoiado pela Torre de Controle (TWR) Fortaleza.

As instalações de comunicação do ATS são dotadas de equipamentos para prestar serviços de radiocomunicação, em várias freqüências, e serviços da TWR.

 Rádio-Auxílio

As aproximações, os pousos e decolagens são feitas com auxílio de equipamentos de precisão ILS, Categoria I, utilizando como marcadores VOR / DME e NDB.

 Auxílios Visuais e Luminosos  Farol rotativo de aeródromo;  Luzes de obstáculo;

 Indicador de direção do vento (biruta iluminada);

 Luzes de cabeceira de alta intensidade, cabeceiras 13 e 31;  Luzes de Pista de Pouso de alta intensidade;

 Luzes de Pista de Táxi;

 Indicador de trajetória de aproximação PAPI, cabeceira 13, e  Auxílios Visuais Terrestres

 Sinalização Horizontal

 Faixa de cabeceira, pista Cat I - precisão (2.400m);

 Número indicador do rumo da cabeceira (13 / 31);

 Demarcação do ponto de toque;

 Demarcação de ponto de distância fixa;

 Faixas laterais de Pista de Pouso e Decolagem e Pista de Táxi;

 Faixa de ponto de espera em Pista de Táxi;

 Faixa indicativa de circulação na Pista de Pouso e Decolagem, na Pista de Táxi e no Pátio de Aeronaves.

 Sinalização Vertical Luminosa

(19)

 Auxílios Meteorológicos

 Centro Meteorológico de Aeroporto, classificado como CMA-2;  Radar Meteorológico;

 REDEMET;  Fax;

 Equipamento suplementar para fornecimento de informações meteorológicas.

A preparação das previsões meteorológicas para o aeródromo (TAF) é de responsabilidade da CMA-1 Recife, que as fornece em períodos de 24 horas em 24 horas.

As condições meteorológicas e de equipamento de auxílios à navegação aérea permitiram que as operações de aeronaves no Aeroporto ocorressem com 70,6 % em condições por instrumento (IFR) precisão e não-precisão e 29,4 % em condições visuais (VFR).  Torre de Controle (TWR)

As instalações da TWR, sala AIS e Meteorologia ocupavam uma edificação em estrutura de concreto armado, localizada do lado do antigo Terminal de Passageiros, utilizado pela Aviação Geral.

Em 2009, foi concluída a construção da nova Torre de Controle, localizada em uma área em frente à Lagoa do Opaia. A TWR possui 40 m de altura, proporcionando maior segurança nas operações de pousos e decolagens.

Foi instalado um segundo Radar, o Star 2000, dando apoio ao Radar LP-23, que monitora o espaço aéreo da região.

(20)

Quadro 6 – Auxílios à Navegação Aérea - Instalações e Equipamentos Auxílios à Navegação Aérea (Rádio)

Tipo

Coordenadas Geográficas Coordenadas UTM (m)

Altitude (m) Latitude (S) Longitude (W) Norte (N) Leste (E)

ILS (LLZ / IFZ) 3º46’49,7882” 38º31’01,0577” 9.582.161,0400 553.673,0900 Da base: 19,75 Do topo: 21,95 NDB (FLZ) 3º46’11,4228” 38º31’39,6988” 9.583.339,7100 552.481,8900 Da base: 15,84 Do topo: 57,84 NDB (PCI) 3º45’06,1459” 38º37’29,9364” 9.585.349,2600 541.680,0300 Da base: 19,69 Do topo: 61,69 VOR / DME (FLZ) 3º46’20,1782” 38º32’51,6822” 9.583.072,0500 550.261,4800 Da base: 25,61 Do topo: 32,23 Auxílios à Navegação Aérea (Luzes)

Tipo

Coordenadas Geográficas Coordenadas UTM (m) Latitude (S) Longitude(W) Norte (N) Leste (E)

Farol Rotativo 3º46’21,0871” 038º32’12,39” 9.583.043,5100 551.473,3700 Indicador de Direção do Vento(Biruta Iluminada) 3º46’27,6730” 038º32’12,4196” 9.582.841,2900 551.472,3800 Indicador de Trajetória de Aproximação PAPI 3º46’25,7822” 3º46’26,0027” 3º46’26,2507” 3º46’29,1456” 3º46’29,4452” 3º46’29,7789” 38º32’22,6062” 38º32’22,9028” 38º32’23,1695” 38º32’23,8623” 38º32’23,8204” 38º32’23,7600” 9.582.899,5111 9.582.892,1322 9.582.885,1377 9.582.796,2632 9.582.787,0626 9.582.776,8127 551.158,2134 551.149,0616 551.140,8326 551.119,4126 551.120,7046 551.122,5619

2.1.5. Sistema de Pistas de Táxi

O Aeroporto possui 14 Pistas de Táxi, sendo 12 para uso civil, distribuídas da seguinte forma: duas paralelas, sete em ângulo de 90º e cinco em ângulo de 45º/60º.

As pistas de táxi têm pavimentação asfáltica com resistência PCN 66/F/A/X/T, exceto a Echo com PCN 28/F/A/X/T, com as características apresentadas no quadro a seguir:

(21)

Quadro 7 – Pistas de Táxi – Características Físicas Designação Dimensões

(m) Função

Distância em relação à Cab. 13 (m) A 1.880 x 23 Liga o Pátio 02 à Cab.13 e à Pista de

Táxi B Paralela

B 139x 25 Acesso da Cab. 13 à Pista de Táxi A 21,33 C 180 x 34 Saída Rápida da Pista P/D à Pista de

Táxi A 913,82

D 214 x 27 Saída Rápida da Pista P/D à Pista de

Táxi A 2.083,32

E 136 x 27 Saída Lenta, ligando a Pista de Táxi J

à Pista de P/D 910,34

F 136 x 31 Saída Lenta, ligando a Pista de Táxi J

à Pista de P/D 1.498,26

G 135 x 30 Saída Lenta, ligando a Pista de Táxi J

à Pista de P/D 2.032,42

H 146 x 25 Saída Lenta, ligando a Pista de Táxi J

à Pista de P/D 2.530,81

I 87 x 32 Acesso da Pista de Táxi J à Cab. 13 15,27 J 2.525 x 22 Liga a Pista de Táxi J à Pista P/D Paralela K 139 x 31 Saída da Pista de Táxi A ao Pátio de

Aeronaves do TPS 238,66

L 160 x 31 Saída da Pista de Táxi A ao Pátio de

Aeronaves do TPS 708,80

2.1.6. Sistema de Pátios de Aeronaves

O pátio 1, apresenta uma condição de acomodação simultânea para até 29 aeronaves.

O pátio 2, comporta a acomodação simultânea de 14 aeronaves, sendo 7 acopladas em Pontes de Embarque e Desembarque e as demais remotas.

O pátio 3, comporta a acomodação simultânea de 7 aeronaves.

Os Equipamentos de Rampa estão localizados em áreas próximas ao TPS e TAG, além das áreas implantadas no novo Pátio de Carga. A área principal que atende às aeronaves do TPS possui 5.805 m², enquanto que uma área com aproximadamente 5.680 m² foi disponibilizada próxima ao novo TECA.

Abaixo estão relacionadas as características e informações referentes à destinação e localização dos pátios de aeronaves.

(22)

Quadro 8 – Pátios de Aeronaves – Características Físicas

Designação Área (m²) Piso Resistência PCN Destinação / Localização Pátio 1 26.800 (1) CONC 44/R/B/X/T Aviação Geral

Pátio 2 118.500 CONC 51/R/A/X/T Aviação Comercial - TPS

Pátio 3 55.675 CONC 69 R/B/X/T Aviação Cargueira - TECA

(1) Área útil do Pátio 1 considerando a taxiway “J”, sendo utilizada por aeronaves letra de código C.

2.1.7. Principais Edificações a. Terminal de Passageiros

O TPS funciona em 1 ½ pavimento operacional, e possui cerca de 38.500 m², que são utilizados para o processamento de passageiros do tráfego comercial doméstico e internacional regular e não - regular e distribuídos em quatro pavimentos, conforme apresentado a seguir:

Subsolo: onde estão localizados CUT, área de manutenção, de

apoio às empresas auxiliares e contratadas, lojas, alojamentos, apoio aos órgãos públicos e estacionamento de viaturas operacionais.

Térreo: onde se localizam o meio-fio único de embarque e

desembarque, balcões de check-in, back-office e balcão de vendas e informações das companhias aéreas, saguão de embarque e desembarque, salas de restituição de bagagem, Duty Free, área de apoio operacional, área de embarque e desembarque remoto, controle de passaporte para passageiros desembarcados, alfândega e algumas lojas de comércio.

1º pavimento: onde se encontram uma praça de alimentação para

Fast Food, restaurante, bancos, agência de correios, lojas para comércio de oportunidade, área operacional, administração Infraero, controle de Raios-X e de passaporte, salas de embarque doméstico e internacional, sala VIP, café e sanitários,. O embarque nas aeronaves é feito por meio de cinco conectores de embarque.

2º pavimento: onde se localizam um mirante e algumas áreas

comerciais.

A discriminação de todas as áreas componentes do TPS é a seguinte:

(23)

Quadro 9 – Terminal de Passageiros – Setorização  E s t a c i  Estacionamento de Veículos

O meio fio e o Estacionamento de Veículos são elementos fundamentais e apresentam considerável interdependência, na medida em que constituem a base do sistema de processamento de entrada e saída de passageiros do lado terra.

No Aeroporto Internacional Pinto Martins, o comprimento do meio fio é de 233 m, em um único nível, utilizado para embarque e desembarque de passageiros de voos nacionais e internacionais.

b. Terminal de Cargas

O sistema é composto pelo Pátio de Aeronaves Cargueiras, conjunto das áreas necessárias para TECA de carga importada, exportada e doméstica e pela área para Estacionamento de Veículos.

 Pátios de Aeronaves ou de Manuseio de Carga

Os aeroportos que possuem grande movimentação de cargas importadas e exportadas, transportadas exclusivamente por aeronaves cargueiras, normalmente requerem uma área específica para pátio de aeronaves, justificada pela necessidade de um tempo bastante grande de ocupação da posição de estacionamento para manuseio da carga capaz de causar problemas à operação de aeronaves de passageiros. No Aeroporto em questão, este Pátio possui 55.675 m².

 Terminal de Logística de Carga

O novo Terminal de Logística de Carga (TECA) entrou em operação em julho de 2009. A obra, que consistiu em um terminal, um pátio para aeronaves cargueiras e vias de acesso, vai proporcionar a possibilidade de ampliação da aviação de carga.

Setor Área aproximada (m2)

Área total 38.500

Operacional 21.151

Comercial 3.445

Técnico / Manutenção 6.917 (subsolo)

Administrativo 2.425

(24)

O Terminal possui área alfandegária, ou seja, autorizada a operar com importação e exportação de mercadorias. As cargas domésticas continuam sendo armazenadas nos galpões das próprias empresas transportadoras; as cargas internacionais são armazenadas exclusivamente no TECA, onde passam pela fiscalização da Receita Federal, ANVISA e Ministério da Agricultura.

Quadro 10 – Terminal de Cargas – Características Físicas

Designação Área (m2) Área Total 9.000 Importação 3.177 Exportação 3.492 Carga Doméstica 562 Outras áreas 1.769

Quadro 11 - Terminal de Cargas - Condições Operacionais de Armazenamento

Tipo Áreas / Nº Equipamentos

Terminais refrigerados 479,89 m² Artigos perigosos 89,43 m² Cofre 14,24 m² Empilhadeiras GLP 5 un Empilhadeiras elétricas 2 un Tratores rebocadores 2 un Plataformas hidráulicas 5 un Niveladores de doca 6 un Rack balança 3 un Carros hidráulicos 22 un Porta paletes 84 un

(25)

c. Hangares

O aeroporto possui, no antigo Sistema Terminal, áreas de hangares de estadia, oficinas de manutenção e pátio de aeronaves desse segmento de tráfego, possuindo ainda, em frente, um pátio para aeronaves de pequeno porte pavimentado em concreto asfáltico.

Quadro 12 – Hangares – Características

Arrendatário Atividade Área Construída (m²) TAF Linhas Aéreas S/A Hangaragem 1915,00 TAF Linhas Aéreas S/A Hangaragem 1425,00 North Star Táxi Aéreo Hangaragem 1078,65

Bitten Hangaragem 1030,00

BNB/Terral Hangaragem 1090,00

USA – Uirapuru Serviços Hangaragem 1065,00 Uirapuru Táxi Aéreo Hangaragem 891,00

Jatahy Hangaragem 500,00

Área Total (m²) 8.994,65

Quadro 13 – Hangar de Manutenção – Características

Empresa

Área (m²)

Tipo de Atividade Desenvolvida Pátio Frontal Hangar

USA –Uirapuru Serviços Aeronáuticos - 1.065 Manutenção de Aeronaves d. Prédios da Manutenção

 Área para Manutenção da Infraero / Empresas Contratadas. A área de manutenção corresponde às instalações de oficina de manutenção, além de uma área existente dentro do TPS, totalizando 2.186,00 m².

 Área para Estacionamento do Centro de Manutenção Não existe no Aeroporto.

(26)

Quadro 14 – Manutenção – Características

Edificação Área (m²) Número de

Pavimentos

Hangar da INFRAERO - -

Oficina da INFRAERO 360 2

Obs.: A Infraero não possui Hangar no SBFZ.

e. Parque de Abastecimento de Aeronaves (PAA)

A área está localizada próxima ao TPS e ao Pátio de Aeronaves de Passageiros e apresenta um total de 9.768,53 m² com tancagem de 1.990 m³. O abastecimento das aeronaves é feito por meio de caminhões-tanque e de hidrantes.

 SHELL: Lote de 4.874,25 m²

Capacidade de armazenagem - 1.050 m³ de querosene de aviação (JET-A1) e 30 m³ de gasolina de aviação (AVGAS).

 PETROBRAS: Lote de 4.894,28 m²

Capacidade de armazenagem – 870 m³ de querosene de aviação (JET-A1) e 40 m³ de gasolina de aviação (AVGAS).

Quadro 15 – Consumo Anual de Combustíveis (litros)

Ano

PETROBRAS SHELL

JET-A1 AVGAS JET-A1 AVGAS

2008 68.006.665 584.270 65.862.000 - 2009 75.762.635 660.498 74.527.000 - 2010 129.145.981 839.992 55.992.000 - Obs.: A Shell não trabalha com AVGAS

(27)

f. Serviço de Salvamento e Combate a Incêndio (SESCINC)

O Serviço de Salvamento e Combate a Incêndio possui Categoria 9 e ocupa 1.077 m². Sua localização permite fácil acesso aos Pátios de Aeronaves e Pista de Pouso e Decolagem.

O Quadro apresentado a seguir mostra as características dos equipamentos disponíveis no aeroporto.

Quadro 16 – Carros Contra Incêndio – Características

Tipo Registro Chassi Condições

Agentes Extintores nos CCI

ÁGUA(l) LGE (l) PQS (kg) CILINDROS N2 (m³)

AP-4 94DOSA019 E-ONE Operacional 11.355 1.514 227 10

AP-4 94DOSA015 E-ONE Operacional 11.355 1.514 227 10

AP-2 01DOSA112 IVECO Operacional 5.677 757 250 6

AP-2 01DOSA113 IVECO Reserva Técnica 5.677 757 250 6

AC-4 99DOSA053 Mercedes Reserva Técnica 2.000 276 204 10

(28)

2.2. Caracterização Futura

2.2.1. Dados Básicos – Aeronaves de Planejamento

De acordo com o verificado nos estudos de previsão de demanda por transporte aéreo para o Aeroporto Internacional de Fortaleza, para os três horizontes de planejamento (2014, 2019, 2029), a aeronave de planejamento (Faixa 7 / FC5), em todas as Fases de Implantação, é classificada com Código de Referência de Aeronave (CRA) 4E. Logo os componentes aeroportuários do Lado Ar deverão estar dimensionados e dispostos de modo a atender às exigências do RBAC 154 para este código de referência.

Os quadros apresentados a seguir, ilustram o mix de aeronaves previsto para cada horizonte de planejamento. Em função desse mix, foram identificadas as aeronaves de planejamento para as diferentes fases de implantação. O Quadro 23 apresenta um resumo do Código de Referência de Aeronave, em cada componente aeroportuário da Área de Movimento, para cada Fase de Implantação.

Quadro 17 – Composição da Frota – Hora-Pico de Pista Composição da Frota das Aeronaves – Hora-Pico de Pista Ano

Participação da Faixa na Frota

TAMAV Faixa 1* 15 ass. Faixa 2 25 ass. Faixa 3 45 ass. Faixa 4 100 ass. Faixa 5 135 ass. Faixa 6 210 ass. Faixa 7 350 ass. Faixa 8 450 ass. 2009 29% - - 6% 53% 12% - - 123 2014 22% 2% 2% 10% 50% 14% - - 127 2019 18% 3% 4% 12% 48% 15% - - 129 2029 14% 4% 5% 14% 43% 20% - - 134

(*) Inclui Aviação Geral

Quadro 18 – Composição da Frota – Hora-Pico de Pátio Composição da Frota das Aeronaves de Passageiros – Hora-Pico de Pátio Ano

Participação da Faixa na Frota

TAMAV Faixa 1* 15 ass. Faixa 2 25 ass. Faixa 3 45 ass. Faixa 4 100 ass. Faixa 5 135 ass. Faixa 6 210 ass. Faixa 7 350 ass. Faixa 8 450 ass. 2009 21% - - 7% 57% 15% - - 171 2014 2% - - 5% 18% 28% 47% - 263 2019 2% - - 4% 13% 30% 51% - 273

(29)

(*) Inclui Aviação Geral

Quadro 19 – Composição da Frota das Aeronaves Cargueiras Composição da Frota das Aeronaves Cargueiras – Hora-Pico de Pátio

Ano Participação da Faixa na Frota

Faixa FC1 Faixa FC2 Faixa FC3 Faixa FC4 Faixa FC5 Faixa FC6

2009 - - 33% 67% - -

2014 - - 35% 60% 5% -

2019 - - 38% 52% 10% -

2029 - - 40% 45% 15% -

Quadro 20 – Faixas de Aeronaves de Passageiros e Aeronaves Cargueiras Aeronaves de Passageiros

Média de Assentos Faixa de Assentos

Faixa 1 15 8 - 18 Faixa 2 25 19 - 30 Faixa 3 45 31 - 60 Faixa 4 100 61 - 130 Faixa 5 135 131 - 180 Faixa 6 210 181 - 260 Faixa 7 350 261 - 450 Faixa 8 acima de 450 Aeronaves Cargueiras Faixa de Carga-Paga (kg) FC 1 até 2.000 FC 2 2.000 – 6.000 FC 3 6.001 – 20.000 FC 4 20.001 – 60.000 FC 5 60.001 – 160.000 FC 6 acima de 160.001

(30)

Quadro 21 – Faixas de Aeronaves de Passageiros x CRA Faixa Média de Assentos Faixa de Assentos Aeronaves Críticas CRA Faixa 1 15 8 - 18 EMB-110 2B Faixa 2 25 19 - 30 EMB-120 3C Faixa 3 45 31 - 60 EMB-145 ATR-42/300 3B 2C Faixa 4 100 61 - 130 A-319 B737/500 4C Faixa 5 135 131 - 180 A-320 B737/800 4D Faixa 6 210 181 - 260 A-321 B767/200 4D Faixa 7 350 261 - 450 A-340/600 B777/300 B-747/400 MD-11 4E

Faixa 8 acima de 450 A-380 4F

Quadro 22 – Faixas de Aeronaves Cargueiras x CRA

Faixa Faixa de Carga-Paga

(Kg)

Aeronaves Críticas CRA

FC 1 até 2.000 Caravan (Cessna 208) 1B

FC 2 2.000 - 6.000 EMB-120 / ATR 42/300 3C

FC 3 6.001 - 20.000 B-727/200 4C

FC 4 20.001 - 60.000 B-767/300 / DC 10 4D

FC 5 60.001 - 160.000 B-747/200 / MD 11 4E

(31)

Quadro 23 – Código de Referência dos Componentes Aeroportuários da Área de Movimento

Componente Aeroportuário

Código de Referência de Aeronave / Letra de Código (Aeronave de Planejamento) Atual 1ª Fase 2014 2ª Fase 2025 Implantação Final Pista de Pouso e Decolagem

13/31 - Existente 4E 4E 4E 4E

Pista de Táxi Paralela à Pista 13/31 – Esquerda –

Designação “J” - Existente 3C 3C 3C 3C

Pista de Táxi Paralela à Pista

13/31 – Direita - Reposicionada 2B 4E 4E 4E

Pátio de Aeronaves de

Passageiros E

C e E

(*1) C e E (*1) C e E (*1)

Pátio de Aeronaves Cargueiras C C e E (*2) C e E (*2) C e E (*2)

Pátio de Aeronaves da Aviação

Geral B B B B

(*1) Algumas posições permitem, no máximo, o estacionamento de aeronaves de letra de código C, devido ao afastamento existente até o eixo da taxilane. Entretanto, a grande maioria das posições foi dimensionada de modo compatível com os afastamentos requeridos pelas Normas para o estacionamento de aeronaves letra de código E;

(*2) Algumas posições de estacionamento permitem, no máximo, aeronaves letra de código C, devido a interferência com a zona de transição da Pista de Pouso e Decolagem.

2.2.2. Dados de Operação

O planejamento para o Aeroporto Internacional de Fortaleza prevê a continuidade das operações VFR e IFR diurna e noturna, com as seguintes características:

 Tipo de Utilização: Público

 Tipo de Tráfego: Internacional, Doméstico e Av. Geral  Tipo de Operação:

- Pista 13/31: VFR (diurno e noturno) / IFR Precisão (Cat 1) e Não-Precisão (diurno e noturno)

(32)

Os tipos de tráfego e os segmentos previstos para operar nesse aeroporto são:

 Para Passageiros

 Doméstico Regular e Não-Regular;

 Internacional Regular e Não-Regular, e

 Aviação Geral.  Para Cargas

 Doméstico Regular e Não-Regular; e

 Internacional Regular e Não-Regular;

2.2.3. Fases de Implantação

De forma a atender às necessidades de implantação de infraestrutura aeroportuária para os diversos sistemas e componentes aeroportuários, de acordo com as previsões demanda por transporte aéreo, foram definidas três fases de implantação, a saber: 2014, 2025 e Implantação

Final.

O quantitativo da capacidade requerida para cada uma das fases de planejamento é resultante da aplicação de critérios de planejamento às projeções de demanda definidas como base dos estudos. Esses critérios, em sua maioria, foram aplicados a partir do Manual de Critérios e Condicionantes de Planejamento Aeroportuário da Infraero, considerando a legislação e normas pertinentes em vigor.

As configurações propostas para cada uma das Fases de Planejamento são apresentadas no Quadro 24 e nas seguintes plantas contidas no Volume II – Caderno de Plantas:

 Figura 07 – Implantação Final

 Figura 08 – Primeira Fase de Implantação – 2014  Figura 09 – Segunda Fase de Implantação – 2025  Figura 10 – Implantação Final – Áreas de Segurança  Figura 11 – Área Patrimonial Proposta

(33)

Quadro 24 – Fases de Implantação - Configurações Propostas Facilidades Primeira Fase

2014

Segunda Fase 2025

Implantação Final

1 – Área Patrimonial Civil (m²) 2.732.715,85 2.732.715,85 2.732.715,85

2 – Sistema de Pistas

Aeronave Crítica A 340/600 A 340/600 A 340/600 Pista de pouso e decolagem – 13/31 (m) 2545 x 45 2755 x 45 2755x45 Área de pavimento das pistas de táxi (m²) 201.604 237.880 245.720

3 – Sistema Gerenciamento de Tráfego Aéreo

Operação simultânea Não Não Não Auxílios aproximação Sim Sim Sim

4 – Sistema Terminal de Passageiros

Área do Terminal de Passageiros (m²) 131.360 131.360 131.360 Pátio de Aeronaves de Passageiros (m²) 168.170 168.170 168.170 Pátio de Equipamentos de Rampa (m2) 5.150 7.300 7.300 Estacionamento / Edifício Garagem (m²) 141.644 201.390 201.390

5 – Sistema Terminal de Cargas - Infraero

Área de Armazéns de Carga (m²) 9.000 11.000 11.000 Pátio de Aeronaves Cargueiras (m²) 67.175 75.520 75.520 Pátio de Equipamentos de Rampa (m²) 1.600 2.100 2.100

6 – Sistema Administração e Manutenção Infraero

Área para Administração (m²) 3.100 4.100 4.100 Área para Manutenção (m²) 34.236 34.236 34.236

7 – Sistema de Companhias Aéreas

Área para Carga Doméstica (m²) 7.200 10.100 10.100 Área para Manutenção de Aeronaves (m²) 13.900 20.900 20.900

8 – Sistema de Aviação Geral

Área para Pátio (m²) 26.800 26.800 26.800 Área para Hangares e Pátios Associados (m²) 21.000 26.000 36.000 Área Terminal de Aviação Geral (m²) 8.280 8.280 8.280 Estacionamento de Veículos (m²) 5.589 5.589 5.589

9 – Sistema de Apoio

Serviço de Salvamento e Combate à Incêndio - Categoria 9 9 9 Carros Contra Incêndio – CCI (un) 6 6 6 Área do Parque de Abastecimento de Aeronaves (m²) 14.618 22.120 22.120

10 – Sistema Industrial de Apoio

Área para Comissaria (m²) 26.650 41.100 41.100 Área para Correios (m²) 3.400 5.700 5.700 Área para Serviços Auxiliares (m²) 7.800 11.800 11.800

(34)

a. Primeira Fase de Implantação – 2014

As ampliações previstas para a Primeira Fase de Implantação (2014), Figura 08, resultam das necessidades decorrentes da previsão de demanda para 2019, ou seja, dos estudos de Capacidade Projetada para o horizonte de planejamento correspondente a 2019, além de incluir, na configuração geral, todos os projetos e obras em andamento.

Desta forma, o Quadro 25 apresenta a capacidade instalada (infraestrutura existente) e a capacidade requerida em 2019, o que corresponde às necessidades da Primeira Fase de Implantação (2014). Na Coluna “A implantar” estão descritos os quantitativos que serão implantados nesta Fase, de modo a adequar a infraestrutura aos requisitos impostos pelas projeções de demanda por transporte aéreo.

As intervenções previstas nesta fase são, basicamente, as seguintes:

 Implantação de RESA nas cabeceiras 13 e 31, com dimensões de 240x150m;

 Reposicionamento da pista de táxi “A”, com execução de 37.600 m² de pavimento asfáltico;

 Implantação de área de testes de motores / apoderamento ilícito, incluindo o acesso, com execução de 22.200 m² de pavimento asfáltico, totalizando 179.404 m²;

 Ampliação do terminal de passageiros, em 92.860 m², totalizando 131.360 m²;

 Ampliação do pátio de aeronaves de passageiros, em 49.670 m², totalizando 168.170 m²;

 Ampliação do estacionamento de veículos, em 118.000 m², totalizando 141.644 m²;

 Disponibilizar a infraestrutura necessária na área terminal, para implantação/ampliação das seguintes áreas:

- Equipamentos de rampa, com implantação de 5.150 m²;

- Cias. aéreas: com implantação de 7.200 m² para cargas domésticas e 13.900 m² para manutenção;

- PAA, com ampliação em 4.850 m², totalizando 14.618 m²; - Comissaria: com implantação de 26.650 m²;

(35)

 Implantação da edificação para administração aeroportuária, com 3.100 m² e do centro de manutenção com 34.236 m²;

 Ampliação do pátio de aeronaves cargueiras, em 11.500 m², totalizando 67.175 m²;

 Implantação de áreas para os equipamentos de rampa, no pátio de aeronaves cargueiras, com 1.600 m²;

 Ampliação da área de hangares e pátios associados, em 5.000 m², totalizando 21.000 m²;

 Implantação de redes de infraestrutura básica e urbanização para as novas áreas implantadas no complexo aeroportuário.

b. Segunda Fase de Implantação – 2025

As intervenções propostas para a Segunda Fase de Implantação (2025), Figura 09, resultam das necessidades decorrentes da previsão de demanda para 2029, ou seja, dos estudos de Capacidade Projetada para o horizonte de planejamento correspondente a 2029.

Assim, o Quadro 25 descreve a capacidade instalada (infraestrutura existente em 2014) e a capacidade requerida em 2029, o que corresponde às necessidades da Segunda Fase de Implantação (2025). Na Coluna “A implantar” estão descritos os quantitativos que serão implantados nesta Fase, de modo a adequar a infraestrutura aos requisitos impostos pelas projeções de demanda por transporte aéreo.

As intervenções previstas para a Segunda Fase de Planejamento são, de um modo geral, as listadas a seguir:

 Ampliação da pista de pouso/decolagem 13/31, em 210m, para dimensões de 2.755m x 45m;

 Implantação de 36.276 m² de pistas de táxi, totalizando 237.880 m²;

 Ampliação das áreas de estacionamento de veículos, em 59.746 m², totalizando 201.390 m², com a implantação de edifício-garagem;

 Ampliação do terminal de cargas da Infraero, em 2.000 m², totalizando 11.000 m²;

 Ampliação do pátio para aeronaves cargueiras, em 8.345 m², totalizando 75.520 m²;

 Ampliação da área para os equipamentos de rampa, no pátio de aeronaves cargueiras, em 500 m², totalizando 2.100 m²;

(36)

 Ampliação da área para a edificação da administração aeroportuária, em 1.000 m², totalizando 4.100 m².

 Adequação da infraestrutura existente na área terminal, ampliando as seguintes áreas:

- Equipamentos de Rampa, em 2.150 m², totalizando 7.300 m²; - Cias. Aéreas: em 2.900 m², totalizando 10.100 m² para cargas

e 7.000 m², totalizando 20.900 m², para manutenção; - PAA, em 7.502 m², totalizando 22.120 m²;

- Comissaria, em 14.450 m², totalizando 41.100 m²; - Correios, em 2.300 m², totalizando 5.700 m²;

- Empresa de serviços auxiliares, em 4.000 m², totalizando 11.800 m².

 Ampliação da área de hangares e pátios associados, em 5.000 m², totalizando 26.000 m²;

 Implantação de redes de infraestrutura básica e urbanização para as novas áreas implantadas no complexo aeroportuário.

c. Implantação Final

O planejamento previsto para a Fase Final de Implantação, Figuras 07 e 10, do Caderno de Plantas, oferece uma capacidade superior à demanda prevista para o último horizonte de planejamento (2029). Desta forma, a implantação dos componentes aeroportuários poderá ocorrer de forma gradual, observando-se as necessidades impostas pela evolução da demanda por transporte aéreo. O que se torna determinante é que, em 2025 (2ª Fase de Implantação), a infraestrutura do Aeroporto Internacional de Florianópolis propicie, no mínimo, a capacidade requerida pela previsão de demanda para o horizonte 2029.

O objetivo do estabelecimento de uma configuração para a Implantação final é de oferecer uma flexibilidade ao desenvolvimento físico e operacional do aeroporto, não o limitando às previsões de demanda atuais, uma vez que o transporte aéreo se constitui em uma atividade bastante dinâmica, muito sensível às variações do mercado. Desta forma, a apresentação de um aproveitamento máximo do sítio aeroportuário, possibilita preservar áreas, interna e externamente, que garantam a operação sem restrições da atividade aérea em horizontes futuros, garantindo, assim, uma maior sobrevida do aeroporto.

O caráter teórico das estimativas dos parâmetros requeridos e variações intrínsecas a qualquer estudo de demanda recomendam

(37)

a atualização quantitativa do planejamento em um horizonte anterior daquele tomado como referência nos estudos.

Deve-se ressaltar que o dimensionamento previsto para a Fase Final de Implantação, a qual atende às necessidades além do último horizonte de planejamento (2029), decorre da disponibilidade de área no sítio aeroportuário.

Na Implantação Final são previstas as intervenções apresentadas a seguir:

 Implantação de 7.840 m² de pistas de táxi, totalizando 245.720 m²;

 Ampliação da área para hangares e pátios associados em 10.000 m² totalizando 36.000 m²;

 Implantação de redes de infraestrutura básica e urbanização para as novas áreas implantadas no complexo aeroportuário.

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Quadro 25 – Resumo das Fases de Implantação

Facilidades

Primeira Fase - 2014 Segunda Fase - 2025 Implantação Final Capacidades Capacidades Capacidades

Instalada Necessária A implantar Instalada Necessária A implantar Instalada A implantar Implantação Final 1 – Área Patrimonial Civil (m²) 2.732.715,85 2.732.715,85 - 2.732.715,85 2.732.715,85 - 2.732.715,85 - 2.732.715,85

2 – Sistema de Pistas

Aeronave Crítica A 340/600 A 340/600 - A 340/600 A 340/600 - A 340/600 - A 340/600 Pista de pouso e decolagem – 13/31 (m) 2545 x 45 2545x45 - 2545x45 2755x45 210x45 2755x45 - 2755x45 Área de pavimento da pista de pouso e decolagem (m²) 114.525 114.525 - 114.525 123.975 9.450 123.975 - 123.975 Área de pavimento das pistas de táxi (m²) 141.804 201.604 59.800 201.604 237.875 36.276 237.880 7.840 245.720

3 – Sistema Gerenciamento de Tráfego Aéreo

Operação simultânea Não Não - Não Não - Não - Não Auxílios aproximação Sim Sim - Sim Sim - Sim - Sim

4 – Sistema Terminal de Passageiros

Área do Terminal de Passageiros (m²) 38.500 58.000 92.860 131.360 92.000 - 131.360 - 131.360 Pátio de Aeronaves de Passageiros (m²) 118.500 102.152 49.670 168.170 142.890 - 168.170 - 168.170 Pátio de Equipamentos de Rampa (m2) 11.485 5.150 5.150 5.150 7.200 2.150 7.300 - 7.300 Estacionamento de veículos (m²) 23.644 141.577 118.000 141.644 186.403 59.746 201.390 - 201.390

5 – Sistema Terminal de Cargas - Infraero

Área de Armazéns de Carga (m²) 9.000 6.585 - 9.000 9.906 2.000 11.000 - 11.000 Pátio de Aeronaves Cargueiras (m²) 55.675 23.953 11.500 (1) 67.175 32.299 8.345 (1) 75.520 - 75.520 Pátio de Equipamentos de Rampa (m²) - 1.600 1.600 1.600 2.100 500 2.100 - 2.100

6 – Sistema Administração e Manutenção - Infraero

Área para Administração (m²) 247 (2) 3.014 3.100 3.100 4.059 1.000 4.100 - 4.100 Área para Manutenção (m²) 2.186 (2) 27.288 34.236 34.236 - - 34.236 - 34.236

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Quadro 25 – Resumo das Fases de Implantação (continuação)

Facilidades

Primeira Fase - 2014 Segunda Fase - 2025 Implantação Final Capacidades Capacidades Capacidades

Instalada Necessária A implantar Instalada Necessária A implantar Instalada A implantar Implantação Final 7 – Sistema de Companhias Aéreas

Área para Carga Doméstica (m²) 7.226 (3) 7.144 7.200 7.200 10.019 2.900 10.100 - 10.100 Área para Manutenção de Aeronaves (m²) 2.190 (2) 13.831 13.900 13.900 20.874 7.000 20.900 - 20.900

8 – Sistema de Aviação Geral

Área para Pátio de Aeronaves (m²) 26.800 15.200 - 26.800 20.200 - 26.800 - 26.800 Área para Hangares e Pátios Associados (m²) 16.000 18.060 5.000 21.000 22.970 5.000 26.000 10.000 36.000 Área Terminal de Aviação Geral (m²) 8.280 330 - 8.280 530 - 8.280 - 8.280 Estacionamento de Veículos (m²) 5.589 243 - 5.589 405 - 5.589 - 5.589

9 – Sistema de Apoio

Serviço de Salvamento e Combate à Incêndio - Categoria 9 9 - 9 9 - 9 - 9 Carros Contra Incêndio – CCI (un) 6 6 - 6 6 - 6 - 6 Área do Parque de Abastecimento de Aeronaves (m²) 9.768 14.600 4.850 14.618 22.032 7.502 22.120 - 22.120

10 – Sistema Industrial de Apoio

Área para Comissaria (m²) - (4) 24.941 26.650 26.650 41.048 14.450 41.100 - 41.100 Área para Correios (m²) 1.055 (2) 3.332 3.400 3.400 5.636 2.300 5.700 - 5.700 Área para Serviços Auxiliares (m²) 682 7.792 7.800 7.800 11.764 4.000 11.800 - 11.800

(1) A área existente não atende as aeronaves das faixas FC4 e FC5, devido à interferência com a zona de transição da pista de Pouso e Decolagem, portanto, deverá ser reservada uma área adicional.

(2) As áreas existentes destinadas à administração / manutenção da Infraero, à manutenção de aeronaves das companhias aéreas e dos correios, serão realocadas devido à ampliação do Sistema Terminal de Passageiros.

(3) A área existente destinada à carga doméstica será realocada devido à construção do centro de manutenção da Infraero. (4) Atualmente a Comissaria opera fora do sítio aeroportuário

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Quadro 26 – Declaração de Não-Conformidades e Plano de Correção

Elemento Não-conformidade Plano de Correção

RESA

Ausência de RESA na Cab. 13 1ª Fase de Implantação – Implantação de RESA com 240m x 150m. Ausência de RESA na Cab. 31 1ª Fase de Implantação – Implantação de RESA com 240m x 150m.

Faixa de Pista

Muro patrimonial na faixa de pista da pista de táxi “J”

1ª Fase de Implantação – Realocação de um trecho do muro patrimonial, margeando a Rua Lauro Vieira Chaves, próximo à cabeceira 13, lado esquerdo sentido 13/31.

Linha Férrea na faixa de pista da pista

de táxi “J” 1ª Fase de Implantação lado esquerdo sentido 13/31. – Realocação de um trecho da Linha Férrea, próximo à cabeceira 13, Equipamento de Auxílio à Navegação

Aérea Não-Frangível (Radar do Esquadrão Zagal), instalado na faixa

de pista da pista de táxi “A”

1ª Fase de Implantação – Substituição do equipamento não-frangível por equipamento

frangível, de acordo com o Termo de Compromisso Nº 001/2008 celebrado entre o Comando da Aeronáutica e a Infraero.

Pista de Táxi “A” Distância entre os eixos da pista P/D e da pista de táxi “A”, menor que a

permitida pela legislação

1ª Fase de Implantação – A pista de táxi “A” será realocada e o seu eixo distará 182,5m do eixo da pista P/D, o que permitirá o tráfego de aeronaves até código E.

Pista de Táxi “D” NOTAM B0639/2011, que proíbe o tráfego de aeronaves com

envergadura maior que 50m

1ª Fase de Implantação – A vegetação existente na faixa de pista da pista de táxi “D”, motivo da interdição, será removida até o primeiro semestre de 2013.

Pista de Táxi “J”

Distância entre os eixos da pista P/D e da pista de táxi “J”, menor que a

permitida pela legislação

1ª Fase de Implantação – Na pista de táxi “J”, somente será permitida o tráfego de aeronaves tipo C e, nesse caso a distância mínima permitida entre os eixos da pista P/D e a pista de táxi é de 168m menor que os 172,5m existentes.

Referências

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