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CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO

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Academic year: 2021

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CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO

ATAN.°5

(MANDATO 2017-2021)

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA— 6 DEZEMBRO 2017

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CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANC,,J% 4 _g-2

ATA N.°5 (Mandato 2017-2021)

6Z

Aos seis dias do mês de dezembro de dois mil e dezassete, na sala privada de reuniões dos Paços do Municipio de Castelo Branco, reuniu a Câmara Municipal por convocação extraordinária sob a Presidência do Senhor Presidente Luís Manuel dos Santos Correia, estando presentes o Senhor Vice-Presidente José Augusto Rodrigues Alves e os Senhores Vereadores Maria José Barata Baptista, Jorge Manuel Carrega Pio, Cláudia Alexandra da Fonseca Domingues Soares, Cados Barata de Almeida e Hugo José dos Reis Lopes.

A reunião foi secretariada pelo Senhor Diretor do Departamento de Administração Geral, Francisco José Alveirinho Correia.

ABERTURA DE REUNIÃO

Pelo Senhor Presidente foi a reunião declarada aberta eram 9:00 horas, passando a Càmara Municipal a tratar os assuntos constantes do Edital n.° 69/2017, de 30 de novembro.

Ponto 1 Transferências Correntes

1.1. Centro de Cultura e Desporto do Pessoal da Câmara Municipal de Castelo Branco

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, transferir, a verba de €50.000,00, para o Centro de Cultura e Desporto do Pessoal da Câmara Municipal de Castelo Branco (CCD), destinada à organização da festa de natal dos trabalhadores da Câmara Municipal, dos Serviços Municipalizados e da Albigec EM/SA.

1.2. Albi Sport Clube de Castelo Branco

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsidio de € 3,000,00. ao Albi Sport Clube de Castelo Branco, destinado a comparticipar as despesas decorrentes da sua participação no Campeonato Nacional de Ténis Seniores 2aDivisão.

1.3. Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Castelo Branco

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, transferir a verba de € 30.000,00, para a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Castelo Branco, destinada a apoiar o funcionamento do Aeródromo Municipal de Castelo Branco.

1.4. Adraces- Associação para Desenvolvimento da Raia CentroSul

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, transferir, a verba de €90.000,00, para a Adraces Associação para Desenvolvimento da Raia Centro Sul, como apoio

Ata nY5/2017, de 6 de Dezembro (Mandato 2017-2021) Página 1/13

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financeiro para o desenvolvimento geral das suas atividades e, em especial, de interesse para o Município na área do Turismo.

Ponto 2— Transferências de Capital

2.1. Corpo Nacional de Escutas-Agrupamento 160 CNE de Castelo Branco

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsidio de € 18.200,00, ao Corpo Nacional de Escutas Agrupamento 160 CNE de Castelo Branco, como apoio financeiro destinadoa comparticipar obras na sua sede, mediante assinatura de protocolo.

Mais deliberou, dar poderes ao Senhor Presidente ou a quem legalmente o substitua para outorgar o protocolo.

2.2. Centro Social do Padrão

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsidio de € 5.900,00, ao Centro Social do Padrão, como apoio financeiro destinado a comparticipar a aquisição de equipamento de ar condicionado para o seu edificio sede.

2.3. Arca Associação Recreativa e Cultural de Alcains

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 3.000,00, à Arca Associação Recreativa e Cultural de Alcains, como apoio financeiro destinado a comparticipar obras de requalificação do seu edifício sede.

2.4. Associação Recreativa das Festas de São Sebastião e Santo António

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsidio de € 14.000,00, à Associação Recreativa das Festas de São Sebastião e Santo António, como apoio financeiro destinado a comparticipar obras de beneficiação da Igreja Paroquial de Partida, mediante assinatura de protocolo.

Mais deliberou, dar poderes ao Senhor Presidente ou a quem legalmente o substitua para outorgar o protocolo.

2.5. Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Castelo Branco

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, transferir, a verba de € 21.464,40, para a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Castelo Branco, destinada a apoiaras despesas de aquisição de equipamento de proteção individual, mediante assinatura de protocolo.

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Mais deliberou, dar poderes ao Senhor Presidente ou a quem legalmente o substitua para outorgar o protocolo.

Ponto 3— Reabilitação da Fábrica de Lanificios “Corga” Museu de Lanifícios. Conta Final de Empreitada

Pelo Senhor Presidente foi presente, para aprovação, a informação n.° 5500, de 21/11/2017, da Divisão de Obras, Equipamentos e lnfraestruturas, exarada em cumprimento do estabelecido nos artigos 399.°, 400.° e 401.° do Decreto-Lei n.° 18/2008, de 29 de janeiro, referente à conta final da empreitada de Construção, Conservação, Reparação e Melhoramentos de Edifícios Propriedade do Município:

Reabilitação da Fábrica de Lanifícios “Corga” Museu de Lanifícios, adjudicada à empresa Construtora Jerônimo Reis & Afonso, Lda. Os trabalhos realizados totalizaram o montante de €626.295,58, mais IVA à taxa legal em vigor, tendo-se evidenciado trabalhos a menos no montante de € 16.702,88, mais IVA à taxa legal em vigor, relativamente ao valor de adjudicação de €642.998,45, mais IVA à taxa legal em vigor.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aprovar a conta final da empreitada de Construção, Conservação, Reparação e Melhoramentos de Edificios Propriedade do Município: Reabilitação da Fábrica de Lanifícios “Corga” Museu de Lanifícios, adjudicada à empresa Construtora Jerónimo Reis & Afonso, Lda, cujos trabalhos totalizaram o montante de € 626.295,58, mais IVA à taxa legal em vigor, tendo-se evidenciado trabalhos a menos no montante de € 16.702,88, mais IVA à taxa legal em vigor, relativamente ao valor de adjudicação de €642.998,45, mais IVA à taxa legal em vigor.

Ponto 4—Certidões de Compropriedade

4.1. Joaquim Miguel Pinho Valente e Outro. Tinalhas

Pelo Senhor Presidente foi presente um requerimento de Joaquim Miguel Pinho Valente e Basilina Aurora Carvalho Oliveira, para emissão de “parecer favorável da Câmara Municipal à constituição de compropriedade, em relação ao prédio rústico inscrito na matriz sob o artigo 13, secção D, da freguesia de Tinalhas, a seu favor, assumindo o compromisso de que do negócio não resultará parcelamento físico do prédio ou a violação do regime legal dos loteamentos urbanos. Considerando a informação que sobre estes assuntos foi prestada pelo Gabinete Juridico (informação n.° 6, de 02/05/2012), julga-se não haver inconveniente em que o executivo municipal delibere no sentido de emitir a certidão prevista no artigo 549 da Lei n.° 91/95, de 2 de setembro, na redação atual dada pela Lei n.° 64/2003, de 23 de agosto, fazendo constar da mesma que o parecer favorável emitido só é válido desde que o negócio não vise ou dele possa resultar o parcelamento físico do prédio ou a violação do regime legal dos loteamentos urbanos”.

Ata n.° 5/2017, de 6 de Dezembro (Mandato 2017-2021) Página 3/13

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A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, dar parecerfavorável à emissão da certidão prevista no artigo 54.° da Lei n.° 91/95, de 2 de setembro, na redação atual dada pela Lei n.° 64/2003, de 23 de agosto, fazendo constar da mesma que o parecer favorável emitido só é válido desde que o negócio não vise ou dele possa resultar o parcelamento físico do prédio ou a violação do regime legal dos loteamentos urbanos.

4.2. Joaquim Miguel Pinho Valente e Outro. Castelo Branco

Pelo Senhor Presidente foi presente um requerimento de Joaquim Miguel Pinho Valente e Basilina Aurora Carvalho Oliveira, para emissão de ‘parecer favorável da Câmara Municipal à constituição de compropriedade, em relação ao prédio rústico inscrito na matriz sob o artigo 2, secção H, da freguesia de Castelo Branco, a seu favor, assumindo o compromisso de que do negócio não resultará parcelamento fisico do prédio ou a violação do regime legal dos loteamentos urbanos. Considerando a informação que sobre estes assuntos foi prestada pelo Gabinete Jurídico (informação n.° 6, de 02105/2012), julga-se não haver inconveniente em que o executivo municipal delibere no sentido de emitir a certidão prevista no artigo 54.°

da Lei n.° 91/95, de 2 de setembro, na redação atual dada pela Lei n.° 64/2003, de 23 de agosto, fazendo constar da mesma que o parecer favorável emitido só é válido desde que o negócio não vise ou dele possa resultar o parcelamento fisico do prédio ou a violação do regime legal dos loteamentos urbanos”.

A Cámara Municipal deliberou, por unanimidade, dar parecerfavorável à emissão da certidão prevista no artigo 54.° da Lei n.° 91/95, de 2 de setembro, na redação atual dada pela Lei n.° 64/2003, de 23 de agosto, fazendo constar da mesma que o parecer favorável emitido só é válido desde que o negócio não vise ou dele possa resultar o parcelamento físico do prédio ou a violação do regime legal dos loteamentos urbanos.

Ponto 5 Declaração de Não Caducidade. LE-EDI n.° 13512016. Anabela Afonso da Piedade. Santo Andrá das Tojeiras

Pelo Senhor Presidente foi presente um processo de licenciamento de obras de edificação do Departamento Técnico Operacional com o número de registo LE-EDI n.° 135/2016, de 02111, requerido por Anabela Afonso da Piedade, para proceder a obra de alteração na povoação de Tojeiras, em Santo André das Tojeiras. Na listagem do roteiro do processo gerada pelo programa informático de Gestão e Seguimento de Processos (GSP), os serviços informaram, em 14/11/2017, optar pela declaração de não caducidade do processo e conceder um prazo de trinta dias ao requerente para solicitar a renovação da licença, tendo em apreço o facto de o interessado ter solicitado a reapreciação do processo.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, declarar a não caducidade do processo de licenciamento de obras de edificação com o número de registo LE-EDI n.° 135/2016, de 02/11 e conceder um prazo de trinta dias ao requerente para solicitar a renovação da licença.

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Ponto 6— Declaração de Caducidade. LU-LOTn.°312016.Tavares, Santos & Lopes, Lda. Castelo Branco

Pelo Senhor Presidente foi presente o processo de licenciamento de operações de loteamento com o número de registo LU-LOT n.° 3/2016, de 17/05, requerido pela firma Tavares, Santos & Lopes, Lda, para proceder a loteamento na Quinta da Carapalha, em Castelo Branco. Na listagom do roteiro do processo pode ler-se a seguinte informação exarada pelos serviços, datada de 13/11/2017: “cumpridos que foram os formalismos legais, concorda-se com a proposta de declaração de caducidade do processo em causa”.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, declarar a caducidade do processo de licenciamento de operações de loteamento com o número de registo LU-LOl n.° 3)2016, de 17/05, requerido pela firma Tavares, Santos & Lopes, Lda, para proceder a Ioteamento na Quinta da Carapalha, em Castelo Branco.

Ponto 7—Serviços Municipalizados de Castelo Branco. Aplicação de Coimas em Processos Contraordenacionais

7.1. Processo de Contraordenação n.° 36/2017. José Lourenço Alves. Castelo Branco

Pelo Senhor Presidente foi presente o Processo de Contraordenação n.° 36/2017, instruído pelos Serviços Municipalizados de Castelo Branco, para efeitos de aplicação da respetiva coima, nos termos do n.° 1 do artigo 91.° do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, que estipula que “a fiscalização e a instrução dos processos de contraordenação competem aos SMCB, sendo da competência da Câmara Municipal de Castelo Branco a aplicação das respetivas coimas”. No presente processo, fundamentado pela violação da alinea c) do artigo 129 e cominado pela alínea b) do n.° 3 do artigo 89°, do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, consta a proposta de decisão, tomada em 11/08/2017 e aprovada em reunião do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados, de 14/08/2017, seguidamente transcrita: “Por despacho da Sra. Administradora dos Serviços Municipalizado de Castelo Branco, fundamentado na Informação/Auto de Vistoria n.° 36/2017, contra o arguido José Lourenço Alves, com morada na Estrada da Sra. de Mércoles, n.° 27, 1° esq, 6000- 098 Castelo Branco, foi instaurado o processo contraordenacional, porquanto, ‘aos 07 dias do mês de julho, do corrente ano de 2017, pelas 10:30 H eu Jorge do Rosário, funcionário destes Serviços Municipalizados, constatei, por inspeção no local, Estrada da Sra. de Mércoles, n.° 27, 1° esq., 6000-098 Castelo Branco, ter o Sr(a), José Lourenço Alves, com residência na, Estrada da Sra. de Mércoles, n.° 27, 1° esq., 6000-098 Castelo Branco, cometido a (s) seguinte (s) infração (ões): Ao efetuar o serviço de fiscalização ao cliente n.° 27964, o mesmo encontrava-se com a água indevidamente aberta e o selo de Ata n.° 5/201 7, de 6 de Dezembro (Mandato 2017-2021) Página 5/13

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fecho de água por falta de pagamento violado, o cliente tinha a água suspensa desde 03/05/2017, com a leitura de 1879 m3, serviço de fiscalização dia 07/07/2017, com a leitura de 1914 m3.’ Pelo que ficou V.

Ex.2 indiciado da prática da infração prevista na alínea c) do artigo 12Y do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, publicado em Diário da República, 2B série nY 199 de 17 de outubro de 2016, que se transcreve: Compete designadamente aos uUlizadores: c) Não fazer uso indevido ou danificar qualquer componente dos sistemas públicos de abastecimento de água e/ou de águas residuais urbanas;’ Comportamento que vem punido nos termos alínea b) do n.° 3 do artigo 89°, do referido Regulamento, que se transcrevem:

Constitui contraordenação, punivel com coima de € 250 a € 1.500, no caso de pessoas singulares, e de 1,250 a 22.000€ no caso de pessoas coletivas a prática dos seguintes atos ou omissões por parte dos proprietários de edifícios abrangidos por sistemas públicos ou dos utilizadores dos serviços: b) A alteração da instalação da caixa do contador e a violação dos selos do contador ou dos medidores;

(.1’.

Devidamente notificado para o efeito, por carta registada de 10 de junho de 2017, o arguido não apresentou qualquer defesa escrita ou oral. Assim sendo: 1 - Pelo descrito no Auto de Noticia, e provado pelos SMCB, o local em apreço aquando da fiscalização encontrava-se com o selo de corte violado e a água aberta indevidamente; 2- A água foi suspensa 03/05/2017, por falta de pagamento do aviso de corte n.° 188940, com o valor de 23.45 €, com data limite de pagamento, 21/04/2017, o contador apresentava a leitura de 1879 m3; 3 - Ao se efetuar um serviço de fiscalização no dia 07/07/2017, para a morada em apreço, foi detetado que o selo, que é colocado por estes Serviços quando executam um fecho de água por falta de pagamento, se encontrava violado e a água indevidamente aberta, o contador apresentava a leitura de 1914 m3, comprovando-se o consumo indevido; 4 - Estes Serviços procederam de novo à suspensão do fornecimento de água, retirando o contador e selando o ramal, e efetuando fiscalizações periódicas. 1. 1 - Pelo exposto, consideram os SMCB como provados todos os factos constantes do auto de vistoria n.° 36/2017. 2- Segundo o artigo 57° do Regulamento dos serviços de abastecimento público de água e de saneamento de águas residuais do município de Castelo Branco: ‘Responsabilidade pelo Contador. 1. O contador fica à guarda e fiscalização imediata do utilizador, o qual deve comunicar aos SMCB todas as anomalias que verificar, nomeadamente não abastecimento de água, abastecimento sem contagem, contagem deficiente, rotura e deficiências na selagem, entre outro. (...)‘ 3 -O arguido cometeu com a sua conduta um fato ilícito censurável, prevendo o resultado ilícito da sua conduta como possivel, não tomou as devidas precauções para o evitar, atuando de forma descuidada e leviana. A sua atuação ficou-se ao nível da negligência. III. Assim, proponho a aplicação ao arguido a coima de € 250,00, Remete-se a presente proposta à Sra. Administradora dos Serviços Municipalizados de Castelo Branco,

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para efeitos de submissão ao Conselho de Administração e deliberação pelo Sr. Vereador com competência delegada para instrução dos processos de contraordenação e aplicação da respetiva coima por despacho do Sr. presidente datado 22 de outubro de 2013. Em caso da proposta ser aprovada, deverá o arguido ser notificado: De que a decisão se toma definitiva e exequivel se não for judicialmente impugnada no prazo de 20 dias após o seu conhecimento pelo arguido (artigo 59° do Dec. Lei n,° 433/82 de 27 de Outubro); Em caso de impugnação judicial o Tribunal pode decidir mediante audiência ou, caso o arguido e o Ministêdo Público não se oponham, mediante simples despacho”.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, nos termos do n.° 1 do artigo 91.0do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, aplicar a José Lourenço Alves, arguido no processo de contraordenação n,° 36/2017, a coima de € 250,00, prevista na alinea b) do n,° 3 do artigo 89°, por violação da alinea c) do artigo 12°, do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, publicado em Diário da República, 2.8 Série n.° 199, de 17 de outubro de 2016.

7.2. Processo de Contraordenação n.° 47/2017.Vanessa Sofia Pereira Rodrigues. Castelo Branco Pelo Senhor Presidente foi presente o Processo de Contraordenaçâo n.° 47/2017, instruído pelos Serviços Municipalízados de Castelo Branco, para efeitos de aplicação da respetiva coima, nos termos do n.° 1 do artigo 91.° do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, que estipula que “a fiscalização e a instrução dos processos de contraordenação competem aos SMCB, sendo da competência da Câmara Municipal de Castelo Branco a aplicação das respetivas coimas”. No presente processo, fundamentado pela violação da alínea c) do artigo 12.°ecominadopelaalíneab)don°3 do artigo 89°, do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, consta a proposta de decisão, tomada em 10/10/2017 e aprovada em reunião do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados, de 24/10/2017, seguidamente transcrita: “Por despacho da Sra. Administradora dos Serviços Municipalizado de Castelo Branco, fundamentado na Informação/Auto de Vistoria n.° 47/2017, contra o arguido Vanessa Sofia Pereira Rodrigues, com morada na, Rua Eng.° Frederico Uldch n.° 56 A, c/v dt., 6000-223 Castelo Branco, foi instaurado o processo contraordenacional, porquanto, ‘aos 11 dias do mês de setembro, do corrente ano de 2017, pelas 11:05 H eu Bartolomeu Serra Santos, funcionário destes Serviços Municipalizados, constatei, por inspeção no local, Rua Eng.° Frederico Ulrich, 56 A, dv esq., 6000-223 Castelo Branco, ter o Sr.(a), Vanessa Sofia Pereira Rodrigues , com residência na, Rua Eng.° Frederico Ulrich, 56 A, c/v esq., 6000-223 Castelo Branco, cometido a(s) seguinte(s) infração(ões):

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Ao efetuara serviço de reabertura ao cliente n.° 594601, que se encontrava com a água suspensa desde o dia 26/07/2017 e com uma leitura de 186 m3, o contador encontrava-se com a torneira de segurança aberta, selo de fecho de água n.° 30148, a leitura que apresentava era de 193 m3.’ Pelo que ficou V. Ex.8 indiciado da prática da infração prevista na alínea c) do artigo 12.° do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, publicado em Diário da República, 2 série n.° 199 de 17 de outubro de 2016, que se transcreve: ‘Compete designadamente aos utilizadores: c) Não fazer uso indevido ou danificar qualquer componente dos sistemas públicos de abastecimento de água e/ou de águas residuais urbanas;’ Comportamento que vem punido nos termos alínea b) do n.° 3 do artigo 89°, do referido Regulamento, que se transcrevem:

‘Constitui contraordenação, punível com coima de € 250 a €1.500, no caso de pessoas singulares, e de 1.250 a 22.000 € no caso de pessoas coletivas a prática dos seguintes atos ou omissões por parte dos proprietários de edifícios abrangidos por sistemas públicos ou dos utilizadores dos serviços: b) A alteração da instalação da caixa do contador e a violação dos selos do contador ou dos medidores; (..j’.

Devidamente notificado para o efeito, por carta registada de 12 de setembro de 2017, o arguido não apresentou qualquer defesa escrita ou oral. Assim sendo: 1 - Pelo descrito no Auto de Noticia, e provado pelos SMCB, o local em apreço aquando da fiscalização encontrava-se com o selo de corte violado e a água aberta indevidamente; 2 -A água foi suspensa 26/07/2017, por falta de pagamento do aviso de corte n.° 195703, com o valor de 111.66€, com data limite de pagamento, 20/07/2017 o contador apresentava a leitura de 186 m3; 3 - Ao se efetuar um serviço de fiscalização no dia 11/09/2017, para a morada em apreço, foi detetado que o selo n.° 30148, que é colocado por estes Serviços quando executam um fecho de água por falta de pagamento, se encontrava violado e a água indevidamente aberta, o contador apresentava a leitura de 193 m3; II. 1 - Pelo exposto, consideram os SMCB como provados todos os factos constantes do auto de vistoria n.° 47/2017. 2 - Segundo o artigo 57° do Regulamento dos serviços de abastecimento público de água e de saneamento de águas residuais do município de Castelo Branco:

‘Responsabilidade pelo Contador. 1 O contador fica à guarda e fiscalização imediata do utilizador, o qual deve comunicar aos SMCB todas as anomalias que verificar, nomeadamente não abastecimento de água, abastecimento sem contagem, contagem deficiente, rotura e deficiências na selagem, entre outro.

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3 -

O arguido cometeu com a sua conduta um fato ilícito censurável, prevendo o resultado ilícito da sua conduta como possível, não tomou as devidas precauções para o evitar, atuando de forma descuidada e leviana. A sua atuação ficou-se ao nível da negligência. III. Assim, proponho a aplicação ao arguido a coima de € 250,00. Remete-se a presente proposta à Sra. Administradora dos Serviços Municipalizados de Castelo Branco, para efeitos de submissão ao Conselho de Administração e deliberação pelo Sr

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Vereador com competência delegada para instrução dos processos de contraordenação e aplicação da respetiva coima por despacho 34/2017 do Sr. presidente datado de 17 de outubro de 2017. Em caso da proposta ser aprovada, deverá o arguido ser notificado: De que a decisão se torna definitiva e exequível se não for judicialmente impugnada no prazo de 20 dias após o seu conhecimento pelo arguido (artigo 59° do Dec. Lei n.° 433/82 de 27 de outubro); Em caso de impugnação judicial o Tribunal pode decidir mediante audiência ou, caso o arguido e o Ministério Público não se oponham, mediante simples despacho.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, nos ternos do n.° 1 do artigo 91.0 do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, aplicar a Vanessa Sofia Pereira Rodhgues, arguida no processo de contraordenação n.° 47/2017, a coima de €250,00, prevista na alínea b) do n.°3 do artigo 89°, por violação da alínea c) do artigo 12°, do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, publicado em Diário da República, 2? Série n.° 199, de 17 de outubro de 2016.

7.3. Processo de Contraordenação n.° 4912017. Patrícia Maria Falcão Pires Silva. Mata

Pelo Senhor Presidente foi presente o Processo de Contraordenação n.° 49/2017, instruído pelos Serviços Municipalizados de Castelo Branco, para efeitos de aplicação da respetiva coima, nos termos do n.° 1 do artigo 91.0 do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, que estipula que “a fiscalização e a instrução dos processos de contraordenação competem aos SMCB, sendo da competência da Câmara Municipal de Castelo Branco a aplicação das respetivas coimas”, No presente processo, fundamentado pela violação da alínea c) do artigo 12.° e caminado pela alínea b) do n.° 3 do artigo 89°, do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo 8ranco, consta a proposta de decisão, tomada em 21/07/2017 e aprovada em reunião do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados, de 01/08/2017, seguidamente transcrita: “Por despacho da Sra. Administradora dos Serviços Municipalizado de Castelo Branco, fundamentado na Informação/Auto de Vistoria n.° 49/2017, contra o arguido Patrícia Maria Falcão Pires Silva, com morada na Rua do Espírito Santo, n.° 34, 6005-250 Mata, foi instaurado o processo contraordenacional, porquanto, ‘aos 12 dias do mês de setembro, do corrente ano de 2017, pelas 15:00 H eu António Gouveia, funcionário destes Serviços Municipalizados, constatei, por inspeção no local, Rua do Espírito Santo, n.° 3, 6005-250 Mata, ter o Sr.(a), Patrícia Maria Falcão Pires Silva,comresidência na, Ruado Espírito Santo, n.° 3,6005-250 Mata, cometido a(s) seguinte(s) infração(ões): Ao efetuar o serviço de fiscalização ao cliente n.° 605123, que se encontrava com a água suspensa desde o dia 04/09/2017 e com uma leitura de 325 m3, o contador encontrava-se com a torneira

Ata n.° 5/2017, de 6 de Dezembro (Mandato 2017-2021) Página 9/13

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de segurança aberta, selo de fecho de água n.° 30881 violado, a leitura que apresentava era de 325 m3.’

Pelo que ficou V. Ex.8 indiciado da prática da infração prevista na alínea c) do artigo 12.° do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, publicado em Diário da República, 2 série n.° 199 de 17 de outubro de 2016, que se transcreve: ‘Compete designadamente aos utilizadores: c) Não fazer uso indevido ou danificar qualquer componente dos sistemas públicos de abastecimento de água e/ou de águas residuais urbanas;’

Comportamento que vem punido nos termos alinea b) do n.° 3 do artigo 89°, do referido Regulamento, que se transcrevem: ‘Constitui contraordenação, punível com coima de € 250 a € 1.500, no caso de pessoas singulares, e de 1.250 a 22.000€ no caso de pessoas coletivas a prática dos seguintes atos ou omissões por parte dos proprietários de edifícios abrangidos por sistemas públicos ou dos utilizadores dos serviços: b) A alteração da instalação da caixa do contador e a violação dos selos do contador ou dos medidores; (.,j’. Devidamente notificado para o efeito, por carta registada de 13 de setembro de 2017, o arguido não apresentou qualquer defesa escrita ou oral. Assim sendo: 1 - Pelo descrito no Auto de Noticia, e provado pelos SMCB, o local em apreço aquando da fiscalização encontrava-se com o selo de corte violado e a água aberta indevidamente; 2-A água foi suspensa 04/09/2017, por falta de pagamento do aviso de corte n.° 198440, com o valor de 14.84 €, com data limite de pagamento, 25/08/2017 o contador apresentava a leitura de 325 m3; 3 - Ao se efetuar um serviço de fiscalização no dia 12/09/2017, para a morada em apreço, foi detetado que o selo n.° 30881, que é colocado por estes Serviços quando executam um fecho de água por falta de pagamento, se encontrava violado e a água indevidamente aberta, o contador apresentava a leitura de 325 m3; II. 1 - Pelo exposto, consideram os SMCB como provados todos os factos constantes do auto de vistoria n.° 49/2017. 2 - Segundo o artigo 57° do Regulamento dos serviços de abastecimento público de água e de saneamento de águas residuais do municipio de Castelo Branco: Responsabilidade pelo Contador. 1. O contador fica á guarda e fiscalização imediata do utilizador, o qual deve comunicar aos SMCB todas as anomalias que verificar, nomeadamente não abastecimento de água, abastecimento sem contagem, contagem deficiente, rotura e deficiências na selagem, entre outro.

(

3- O arguido cometeu com a sua conduta um fato ilicito censurável, prevendo o resultado ilícito da sua conduta como possível, não tomou as devidas precauções para o evitar, atuando de forma descuidada e leviana, A sua atuação ficou-se ao nível da negligência. III. Assim, proponho a aplicação ao arguido a coima de € 250,00. Remete-se a presente proposta á Sra. Administradora dos Serviços Municipalizados de Castelo Branco, para efeitos de submissão ao Conselho de Administração e deliberação pelo Sr. Vereador com competência delegada para instrução dos processos de contraordenação e aplicação da respetiva coima por despacho 34/2017 do Sr, presidente datado de 17 de outubro de 2017.

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Em caso da proposta ser aprovada, deverá o arguido ser notificado: De que a decisão se torna definitiva e exequível se não for judicialmente impugnada no prazo de 20 dias após o seu conhecimento pelo arguido (artigo 59° do Dec. Lei n.° 433/82 de 27 de outubro); Em caso de impugnação judicial o Tribunal pode decidir mediante audiência ou, caso o arguido e o Ministério Público não se oponham, mediante simples despacho”.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, nos termos do n.° ido artigo 91.0do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, aplicar a Patrícia Maria Falcão Pires Silva, arguida no processo de contraordenação n.° 49/2017, a coima de €250,00, prevista na alínea b) do n.° 3 do artigo 89°, por violação da alinea c) do artigo 12°, do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, publicado em Diário da República, 2Y Série n.° 199, de 17 de outubro de 2016.

Ponto 8— Expropriação de Parcela de Prédio em Malpica do Tejo

Pelo Senhor Presidente foi presente a informação n.° 33, de 28/11/2017, do Diretor do Departamento Técnico Operacional, referente à expropriação de uma parcela do prédio inscrito na matriz predial rústica sob o n.° 1, da Secção P, da freguesia de Malpica do Tejo, seguidamente transcrita: ‘Em referência ao assunto a epigrafe e na sequência da deliberação do executivo tomada em reunião, de 4 de agosto do corrente ano, foi promovida o levantamento topográfico e a avaliação da parcela a exprophar, pelo Sr. Eng.° António Rui Dias Alves, perito da lista oficial conforme o disposto no artigo 11.° do Código das Expropriações, publicado a coberto da Lei n.° 168/99, de 18 de Dezembro, na sua atual redação. Em Relatório, que se anexa, aquele perito determina que o valor da parcela a expropriar, com a área de 77452 m2, é de 50.747,88 €. Tal como então referimos, esta avaliação serve para determinar o valor que terá de ser proposto por escrito ao proprietário, sendo que, caso não seja aceite ou na ausência de resposta deste, constituirá o documento comprovativo da tentativa de aquisição pela via do direito privado. Neste contexto, e para efeitos do disposto no artigo 11.0do Código das Expropriações cuja epígrafe é ‘aquisição por via de direito privado’, propõe-se que o executivo municipal delibere notificar os proprietários da parcela em causa, informando-os que o Município de Castelo Branco pretende expropriar uma parcela do prédio inscrito na matriz predial rústica sob o n.° 1, da Secção P, da freguesia de Malpica do Tejo, com a área de 77452 m2 e que, nos termos do n.° 1 daquele artigo 11.0, antes de requerer a declaração de utilidade pública, vem diligenciar no sentido de adquirir os bens por via de direito privado, juntando para o efeito proposta de aquisição no valor constante do relatório do perito oficial, ou seja 50.747,88€, pelo que nos termos do disposto no n.° 5 do citado artigo 11.0 os proprietários têm o prazo de 20 dias contados a partir da receção da proposta para dizerem o que se lhes oferecer sobre a proposta apresentada, podendo a sua contraproposta ter como referência o valor que for determinado em avaliação documentada por Ata n.° 5/2017, de 6 de Dezembro (Mandato 2017-2021) Página 11/13

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relatório elaborado por perito da sua escolha e que, nos termos do n.° 6 do mesmo artigo 11.0 a recusa ou a falta de resposta no prazo referido no número anterior ou de interesse na contraproposta confere, de imediato, ao Município de Castelo Branco na sua qualidade de entidade interessada na expropriação a faculdade de apresentar o requerimento para a declaração de utilidade pública em conformidade com o disposto no artigo 12.° daquele Código de Expropriações”.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, para efeitos do disposto no artigo 11.0 do Código das Expropriações, aprovar a aquisição do prédio inscrito na matriz predial rústica sob o n.° 1, da Secção P, da freguesia de Malpica do Tejo, por via de direito privado, pelo montante de €50.747,88.

Foi ainda deliberado dar poderes ao Senhor Presidente ou a quem legalmente o substitua, para outorgar a respetiva escritura de compra e venda.

Mais deliberou, nos termos do n.° 6 do citado artigo 11.0, que a inviabilidade da aquisição, por via do direito privado, confere, de imediato, ao Município de Castelo Branco, na sua qualidade de entidade interessada na expropriação, a faculdade de apresentar o requerimento para a declaração de utilidade pública, em conformidade com o disposto no artigo 12.° do Código de Expropriações.

Ponto 9— Propostas para Atribuição Preços a Obras e Merchandising Patrocinados pelo Município 9.1. Catálogo Metalúrgica

Pelo Senhor Presidente foi presente a informação n.° 5652, de 28/11/2017, da Biblioteca Municipal, propondo a atribuição do preço de € 10,00, por unidade, para venda ao público do Catálogo Metalúrgica de António Duarte Costa, edição 2017.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aprovar o preço de € 10,00, por unidade, para venda ao público do Catálogo Metalúrgica de António Duarte Costa, edição 2017.

9.2. Magnéticos

Pelo Senhor Presidente foram presentes as informações n.° 5685, de 30/11/2017, da Divisão de Educação, Cultura, Desporto e Ação Social, propondo a atribuição de preço a magnéticos alusivos às coleções do Museu Francisco Tavares Proença Júnior, para venda ao público na loja do museu. Os magnéticos e respetivos preços são os seguintes: Magnético PequenoEstátua Romana, € 3,00; Magnético Pequeno Colcha de Castelo Branco, € 3,00; e Magnético PequenoDeposição de Cristo, € 3,00.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aprovar o preço de magnéticos alusivos às coleções do Museu Francisco Tavares Proença Júnior, para venda ao público na loja do museu, pelo valor unitário de € 3,00.

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Ponto 10— Mandato 2017-2021. Delegação de Competências de Representação 10.1. Conselho Cinegótico e da Conservação da Fauna Municipal

Por proposta do Senhor Presidente, datada de 30 de novembro, a Câmara Municipal deliberou, por maioria com cinco votos a favor e duas abstenções dos Senhores Vereadores do PSD, nos termos do estabelecido no n.° ido artigo 1579 do Decreto-Lei n.° 202/2004, de 18 de agosto, na sua atual redação, delegar, a competência de representar o Município de Castelo Branco no Conselho Cinegético e da Conservação da Fauna Municipal, no Senhor Vice-Presidente José Augusto RodriguesAlves.

10.2. Conselho Municipal da Juventude

Por proposta do Senhor Presidente, datada de 30 de novembro, a Câmara Municipal deliberou, por maioria com cinco votos a favor e duas abstenções dos Senhores Vereadores do PSD, nos termos do estabelecido na alinea a) do artigo 49 da Lei nY 8/2009, de 18 de fevereiro, delegar, a competência de representar o Município de Castelo Branco no Conselho Municipal da Juventude, no Senhor Vereador Jorge Manuel Carrega Pio.

APROVAÇÃO DE ATA EM MINUTA

De acordo com o disposto no n.° 3 do artigo 579 da Lei nY 75/2013, de 12 de setembro, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aprovar a ata em minuta, a fim das respetivas deliberações produzirem efeitos imediatos.

CoNcLusÃoDEATA

E não havendo mais assuntos a tratar foi pelo Senhor Presidente encerrada a reunião eram 9 horas 20 minutos, da qual se lavrou a presente ata que vai ser assinada pelo Senhor Presidente e por mim, Francisco José Alveirinho Correia, que a secr riei,

O Presidente da Câmara

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O Secretário

Ata nY 5/2017, de 6 de Dezembro (Mandato 2017-2021) Página 13113

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Referências

Documentos relacionados

Assim, onde se lia: “A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, autorízar a liberação das cauções prestadas, como garantia ou a qualquer outro título, ao abrigo do disposto

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