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EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

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Ano CXLIX N

o-

23

Brasília - DF, quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

Sumário

.

PÁGINA

Atos do Poder Judiciário ... 1

Atos do Congresso Nacional ... 1

Presidência da República ... 1

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ... 5

Ministério da Cultura ... 9

Ministério da Defesa ... 10

Ministério da Educação ... 10

Ministério da Fazenda... 12

Ministério da Integração Nacional ... 25

Ministério da Justiça ... 25

Ministério da Previdência Social... 32

Ministério da Saúde ... 33

Ministério das Comunicações ... 41

Ministério de Minas e Energia... 44

Ministério do Desenvolvimento Agrário... 52

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome... 52

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ... 54

Ministério do Meio Ambiente ... 54

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão... 54

Ministério do Trabalho e Emprego ... 61

Ministério do Turismo ... 64

Ministério dos Transportes ... 65

Ministério Público da União ... 66

Tribunal de Contas da União ... 82

Poder Judiciário... 107 Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais . 109

Atos do Poder Judiciário

.

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

PLENÁRIO

DECISÕES

Ação Direta de Inconstitucionalidade e Ação Declaratória de Constitucionalidade

(Publicação determinada pela Lei nº 9.868, de 10.11.1999) Acórdãos

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE 1.648 (1)

ORIGEM : ADI - 33549 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL PROCED. : MINAS GERAIS

R E L ATO R : MIN. GILMAR MENDES

REQTE.(S) : CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO - CNC

A D V. ( A / S ) : GUSTAVO MIGUEZ DE MELLO

A D V. ( A / S ) : MARCOS JORGE CALDAS PEREIRA E OUTROS INTDO.(A/S) : ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE

MINAS GERAIS

INTDO.(A/S) : GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Decisão: Após o voto do Senhor Ministro Gilmar Mendes,

Relator, julgando parcialmente procedente o pedido formulado na inicial da ação direta para declarar a inconstitucionalidade, no inciso IV do artigo 15 da Lei nº 6.763, de 26 de dezembro de 1975, com a redação imprimida pelo artigo 1º da Lei nº 9.758, de 10 de fevereiro de 1989, ambas do Estado de Minas Gerais, da expressão "e a se-guradora", pediu vista o Senhor Ministro Nelson Jobim. Falou pela requerente, Confederação Nacional do Comércio - CNC, o Dr. Gus-tavo Miguez de Mello. Ausente, justificadamente, a Senhora Ministra Ellen Gracie. Presidência do Senhor Ministro Marco Aurélio. Ple-nário, 25.09.2002.

Decisão: Renovado o pedido de vista do Senhor Ministro

Nelson Jobim, justificadamente, nos termos do § 1º do artigo 1º da Resolução nº 278, de 15 de dezembro de 2003. Presidência do Senhor Ministro Maurício Corrêa. Plenário, 28.04.2004.

Decisão: Após o voto do Senhor Ministro Gilmar Mendes

(Relator), julgando parcialmente procedente a ação, e do voto do Senhor Ministro Nelson Jobim (Presidente), julgando-a improcedente, indicou adiamento o Relator. Plenário, 15.03.2006.

Decisão: Preliminarmente, o Tribunal, em razão do voto

pro-ferido em assentada anterior pelo Senhor Ministro Nelson Jobim, ora aposentado, indeferiu petição da requerente solicitando a renovação do julgamento. Em seguida, após a renovação do voto do Senhor Ministro Gilmar Mendes, no sentido de julgar parcialmente proce-dente a ação, e do voto do Senhor Ministro Menezes Direito, que a julgava parcialmente procedente para dar-lhe interpretação conforme, sem redução de texto, no que foi acompanhado pelos Senhores Mi-nistros Eros Grau, Joaquim Barbosa e Carlos Britto, pediu vista dos autos o Senhor Ministro Cezar Peluso. Ausentes, justificadamente, a Senhora Ministra Ellen Gracie (Presidente) e o Senhor Ministro Ri-cardo Lewandowski. Não participou da votação a Senhora Ministra Cármen Lúcia por suceder ao Senhor Ministro Nelson Jobim. Pre-sidência do Senhor Ministro Gilmar Mendes (Vice-Presidente). Ple-nário, 06.09.2007.

Decisão: Colhido o voto-vista do Presidente, Ministro Cezar

Peluso, o Tribunal, por maioria e nos termos do voto do Relator, julgou parcialmente procedente a ação direta, contra os votos dos Senhores Ministros Nelson Jobim, Ricardo Lewandowski, Joaquim Barbosa e Ayres Britto. Reformularam os votos proferidos os Se-nhores Ministros Joaquim Barbosa e Ayres Britto. Não participaram da votação o Senhor Ministro Dias Toffoli e a Senhora Ministra Cármen Lúcia por sucederem aos Senhores Ministros Menezes Di-reito e Nelson Jobim, que proferiram votos. Plenário, 16.02.2011.

Ação Direta de Inconstitucionalidade. 2. Incidência de ICMS na alienação, pela seguradora, de salvados de sinistro. 3. A alienação de salvados configura atividade integrante das operações de seguros e não tem natureza de circulação de mercadoria para fins de incidência do ICMS. 4. Inconstitucionalidade da expressão "e as seguradoras", do inciso IV do art. 15 da Lei nº 6.763, com redação dada pelo art. 1º da Lei nº 9.758/1989, do Estado de Minas Gerais. 5. Violação dos arts. 22, VII, e 153, V, da Constituição Federal. 6. Precedentes. 7. Procedência parcial da ação.

Secretaria Judiciária

PATRÍCIA PEREIRA DE MOURA MARTINS

Secretária

Atos do Congresso Nacional

.

ATO DO PRESIDENTE DA MESA DO CONGRESSO NACIONAL No-1, DE 2012

O PRESIDENTE DA MESA DO CONGRESSO NACIO-NAL, cumprindo o que dispõe o § 1º do art. 10 da Resolução nº 1, de

2002-CN, faz saber que, nos termos do § 7º do art. 62 da Constituição Federal, com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001, a Medida Provisória nº 548, de 28 de outubro de 2011, publicada no Diário Oficial da União de 31 de outubro de 2011, que "Abre crédito extraordinário, em favor do Ministério da Educação, no valor de R$ 460.530.000,00, para o fim que especifica", tem sua vigência prorrogada pelo período de sessenta dias.

Congresso Nacional, 30 de janeiro de 2012. Senador JOSÉ SARNEY

Presidente da Mesa do Congresso Nacional

Presidência da República

.

CASA CIVIL

INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA

DA INFORMAÇÃO

DESPACHO DO DIRETOR-PRESIDENTE

Em 30 de janeiro de 2012

Entidade: AR IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO DO PARÁ CNPJ:04.835.476/0001-01

Processo Nº: 00100.000038/2012-04

Nos termos do parecer exarado pela Procuradoria Federal Especializada do ITI (fls. 28/32), RECEBO a solicitação de cre-denciamento da Autoridade de Registro AR IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO DO PARÁ, operacionalmente vinculada à AC IM-PRENSA OFICIAL, com fulcro no item 2.2.2.1.2 do DOC ICP 03, versão 4.4, de 12 de agosto de 2010. Encaminhe-se o processo à Diretoria de Auditoria, Fiscalização e Normalização.

RENATO DA SILVEIRA MARTINI

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO

PROCURADORIA-GERAL FEDERAL

SUBPROCURADORIA-GERAL FEDERAL

PORTARIA No-98, DE 31 DE JANEIRO DE 2012 Atribui aos órgãos de execução que espe-cifica a representação judicial do Depar-tamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT

O SUBPROCURADOR-GERAL FEDERAL, no uso da

atribuição que lhe foi delegada pelo Procurador-Geral Federal, nos termos da Portaria PGF nº 200, de 25 de fevereiro de 2008, re-solve:

Art. 1º Atribuir à Procuradoria Regional Federal na 1ª Região e às Procuradorias Federais nos Estados de Goiás, Piauí e Pará a repre-sentação judicial do Departamento Nacional de Infraestrutura de Trans-portes - DNIT, observadas as respectivas competências territoriais.

Art. 2º A contar da data da assunção da representação ju-dicial prevista no art. 1º, todas as citações e intimações dirigidas ao DNIT serão recebidas ou encaminhadas para os órgãos de execução mencionados no art. 1º, observada sua competência territorial e, no que couber, o disposto na Portaria PGF nº 520, de 25 de junho de 2008 e na Portaria PGF nº 535, de 27 de junho de 2008.

Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação, convalidando-se os atos anteriormente praticados.

ANTONIO ROBERTO BASSO

SECRETARIA DE PORTOS

COMPANHIA DOCAS DO PARÁ

RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA No-6,

DE 31 DE JANEIRO DE 2012

O DIRETOR PRESIDENTE DA COMPANHIA DOCAS DO PARÁ (CDP), EM EXERCÍCIO, no uso de suas atribuições

le-gais, resolve: I - homologar o Pregão Eletrônico CDP no54/2011,

rea-lizado no dia 20.12.2011 (Processo Licitatório no3638/2011), referente

a contratação de empresa para realizar serviços de montagem e ins-talação de sistema de defensas portuárias no Porto de Vila do Conde, de acordo com as características mínimas estabelecidas no Termo de Re-ferência e demais condições do Edital e seus anexos; II - adjudicar, em consequência, vencedora do referido Pregão, por ter apresentado o me-lhor lance à empresa TECBRAS SERVIÇOS TECNICOS LTDA - EPP - CNPJ no83.838.037/0001-10, no valor global de R$70.554,01

(setenta mil, quinhentos e cinquenta e quatro reais e um centavo); III -encaminhar à GERJUR para elaboração do instrumento corresponden-te; IV - determinar a publicação deste ato no Diário Oficial da União.

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COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS

SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL

PORTARIA No-18, DE 23 DE JANEIRO DE 2012 (*) Disciplina os requisitos mínimos para a aprovação de projetos de investimento na área de infraestrutura, considerados priori-tários no setor de Aviação Civil, e a forma de acompanhamento e implementação dos projetos, para efeitos do Decreto Nº 7.603, de 9 de novembro de 2011.

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no

uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto no art. 2º da Lei Nº 12.431, de 24 de junho de 2011, e no Decreto Nº 7.603, de 9 de novembro de 2011, resolve:

Art. 1º Disciplinar os requisitos mínimos para a aprovação de projetos de investimento na área de infraestrutura, considerados prio-ritários para o setor de Aviação Civil, e a forma de acompanhamento e implementação dos projetos.

CAPÍTULO I

Do Requerimento e Análise de Projetos

Art. 2º As pessoas jurídicas de direito privado, estabelecidas sob a forma de Sociedade de Propósito Específico - SPE, que ex-plorem infraestrutura aeroportuária mediante regime de concessão federal comum ou patrocinada devem requerer a aprovação da Se-cretaria de Aviação Civil da Presidência da República para imple-mentação de projetos considerados prioritários para fins de obtenção do benefício previsto no § 2º do art. 4º do Decreto Nº 7.603, de 9 de novembro de 2011.

Parágrafo único. São passíveis de enquadramento no caput os projetos de investimento na área de infraestrutura que visem à implantação, ampliação, manutenção, recuperação, adequação ou mo-dernização de infraestrutura aeroportuária.

Art. 3º A SPE que explore infraestrutura aeroportuária me-diante regime de concessão deverá submeter os projetos à aprovação da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República - SAC-PR, apresentando:

I - formulário próprio, conforme Anexo I;

II - inscrição, no registro do comércio, do ato constitutivo da SPE; III - indicação do número da inscrição da SPE no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ;

IV - relação das pessoas jurídicas que integram a SPE, com indicação de seus respectivos números de inscrição no CNPJ e dos documentos que atestem o mandato de seus administradores;

V - Certidão Conjunta Negativa de Débitos ou de Certidão Conjunta Positiva com Efeitos de Negativa relativas a tributos fe-derais e à Dívida Ativa da União;

VI - Certidão negativa emitida pela Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC atestando a inexistência de débitos de qual-quer natureza junto à autarquia; e

VII - outros documentos ou certidões que comprovem re-gularidade fiscal relativa a créditos tributários e não tributários pre-vistos no contrato de concessão.

§ 1º Constatada a não conformidade da documentação apre-sentada, a requerente deverá ser notificada a regularizar as pendên-cias, no prazo de vinte dias, contados da ciência, sob pena de ar-quivamento da solicitação.

§ 2º A submissão deverá ser por projeto de investimento, a ser financiado no todo ou em parte com a emissão de debêntures, nos termos da Lei Nº 12.431, de 24 de junho de 2011.

Art. 4º A análise do projeto submetido na forma do art. 3º caberá à Secretaria de Aeroportos da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República - SEAP/SAC-PR, que terá trinta dias para atestar a conformidade da documentação apresentada.

§ 1º A análise da solicitação deverá considerar se os projetos de investimentos apresentados estão em conformidade com o objeto da concessão para exploração de infraestrutura aeroportuária, bem como verificar a devida observância às demais regras contratuais, ouvida a ANAC.

§ 2º A SEAP/SAC-PR será responsável pela elaboração da minuta de Portaria de Aprovação, submetendo-a à Secretaria-Exe-cutiva para análise e seu posterior encaminhamento à Assessoria Jurídica.

CAPÍTULO II

Da Aprovação pelo Ministro de Estado Chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República

Art. 5º A aprovação do projeto como prioritário se dará pelo Ministro de Estado Chefe da Secretaria de Aviação Civil da Pre-sidência da República e terá validade a partir de sua publicação no Diário Oficial da União.

Parágrafo único. Na Portaria de aprovação do projeto como prioritário deverão constar:

I - o nome empresarial, o número de inscrição no CNPJ da SPE titular do projeto e a relação das pessoas jurídicas que a integram;

II - a descrição do projeto, com a especificação do objeto do contrato de concessão de exploração de infraestrutura aeroportuária;

III - a relação dos documentos apresentados; e IV - o local de implantação do projeto.

CAPÍTULO III Do Acompanhamento

Art. 6º A SPE deverá encaminhar anualmente à ANAC e ao Ministério da Fazenda, até o encerramento do 1º quadrimestre, o quadro de usos e fontes do projeto considerado prioritário, destacando a destinação específica dos recursos captados por meio de emissão de debêntures beneficiadas pelo disposto no art. 2º da Lei Nº 12.431, de 24 de junho de 2011, de acordo com formulário disponibilizado no Anexo IV;

§ 1º A SPE deverá informar a ANAC, no prazo de trinta dias, por meio do formulário disponibilizado no Anexo V, toda e qualquer alteração na execução dos investimentos, inclusive quanto ao prazo previamente informado de implementação do projeto, su-portados pelos recursos captados com as emissões de debêntures de que trata o caput deste artigo.

§ 2º O prazo da prioridade concedida é de um ano, devendo a SPE que não realizar a emissão da debênture neste prazo informar a ANAC, por meio do formulário disponibilizado no Anexo VI.

§ 3º A SPE responsável pela implementação e gestão dos projetos prioritários deve manter atualizada, a relação das pessoas jurídicas que a integram através de formulário disponibilizado no Anexo VII.

Art. 7º A ANAC poderá exigir da SPE que forneça parecer de auditoria independente que ateste as informações prestadas para fins de acompanhamento do projeto considerado prioritário.

Art. 8º A ANAC deverá manter a SEAP/SAC-PR atualizada sobre a composição da SPE responsável pela implementação e gestão de projeto prioritário, bem como sobre a emissão pública de de-bêntures e documentação relativa à utilização de recursos captados, para fins de cumprimento do art. 7º do Decreto Nº 7.603, de 9 de novembro de 2011.

CAPÍTULO IV Disposições Finais

Art. 9º O Agente Fiduciário, nomeado pela escritura de emis-são das debêntures que gozem do benefício previsto na Lei Nº 12.431, de 24 de junho de 2011, enviará à ANAC, anualmente, até o encerramento do 1º quadrimestre, cópia do relatório gerencial en-caminhado aos debenturistas por força do art. 68, § 1º, alínea "b", da Lei Nº 6.404, de 23 de novembro de 1983.

Art. 10. A aprovação de que trata o art. 5º não exime a SPE de obter a aprovação da ANAC para endividamento, quando as nor-mas do contrato de concessão assim o exigirem.

Art. 11. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

WAGNER BITTENCOURT DE OLIVEIRA

(*) Republicada por ter saído com omissão dos anexos no DOU no

18, de 25 de janeiro de 2012, Seção 1, página 1.

ANEXO I

CADASTRO DO PROJETO PRIORITÁRIO DADOS GERAIS

1. Denominação Comercial:

2. Razão Social: 3.CNPJ:

4. Endereço da Sede:

5. Cidade: 6. UF: 7: CEP:

8. Telefone: ( ) 9. Fax:

10. Endereço Eletrônico (e-mail):

11. Objeto da SPE (contrato de concessão): 12. Registro do Ato Constitutivo da SPE: 13. Data da Constituição da SPE:

14. Data do arquivamento de atos constitutivos da SPE: 15. Data da publicação de atos constitutivos da SPE: 16. Descrição do Projeto de Investimento:

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17. Prazo de duração do projeto: 18. Valor estimado do projeto:

ANEXO II

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

(Milhares de reais)

Fluxos de caixa das atividades operacionais Va l o re s

Prejuízo do período antes do imposto de renda e da contribuição social Ajustes

Depreciação e amortização

Juros e variações monetárias, líquidas

Variação nos ativos e passivos

Contas a receber Tributos a recuperar Despesas antecipadas Outros ativos Fornecedores

Salários, encargos e contribuições sociais Tributos a pagar

Outros passivos

Caixa aplicado nas operações

Juros pagos

Caixa líquido proveniente das atividades operacionais Fluxos de caixa das atividades de investimentos

Aquisições de bens do ativo imobilizado Adições ao intangível

Caixa líquido aplicado nas atividades de Investimentos Fluxos de caixa das atividades de financiamentos

Ingressos de empréstimos Aumento de capital social Amortização de empréstimos

Caixa líquido proveniente das atividades de financiamentos Aumento líquido do caixa e equivalente de caixa

Caixa e equivalentes de caixa no início do período Caixa e equivalentes de caixa no final do período

ANEXO III

QUADRO ANUAL DE USOS E FONTES DO INVESTIMENTO

(Em R$ mil)

ITENS REALIZADO ATÉ

TOTAL A REALIZAR TOTAL DO PROJETO %

USOS _____/_____/______ 100% 1 - Investimentos Financiáveis 1.1. Fixo e Giro - Obras Civis - Montagens e Instalações - Estudos e Projetos - Despesas Pré-operacionais - Despesas de Internação - Capital de Giro 1.2. Máquinas/Equipamentos Nacionais 1.3. Investimentos Sociais 1.4. Investimentos Ambientais

2 - Investimentos Não Financiáveis

2.1. Máquinas/Equipamentos Importados FONTES 100% Recursos Próprios Sistema BNDES D e b ê n t u re s Outras fontes

Obs.: A SPE deverá encaminhar anualmente, até o encerramento do 1º quadrimestre, o quadro de usos e fontes do projeto priorizado, destacando a destinação específica dos recursos por meio de debêntures abrangidas

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COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS

ANEXO IV

QUADRO DE ACOMPANHAMENTO ANUAL DE USOS E FONTES DO INVESTIMENTO Projeto Nº

Portaria SAC-PR/Nº /

(Em R$ mil)

ITENS REALIZADO ATÉ

TOTAL A REALIZAR TOTAL DO PROJETO %

USOS _____/_____/______ 100% 1 - Investimentos Financiáveis 1.1. Fixo e Giro - Obras Civis - Montagens e Instalações - Estudos e Projetos - Despesas Pré-operacionais - Despesas de Internação - Capital de Giro 1.2. Máquinas/Equipamentos Nacionais 1.3. Investimentos Sociais 1.4. Investimentos Ambientais 1.5. Outros FONTES D e b ê n t u re s Outras fontes

Obs.: A SPE deverá encaminhar anualmente, até o encerramento do 1º quadrimestre, o quadro de usos e fontes do projeto priorizado, destacando a destinação específica dos recursos por meio de debêntures abrangidas

nesta Portaria.

ANEXO V

ALTERAÇÕES NA EXECUÇÃO DOS INVESTIMENTOS SUPORTADOS PELA EMISSÃO DE DEBÊNTURES Projeto Nº

Portaria SAC-PR/Nº /

EMISSÃO DE DEBÊNTURES EXECUÇÃO

DATA DA VA L O R PRAZO DATA DE APROVADA /

REALIZADA NÃO JUSTIFICATIVAS ²

EMISSÃO TO TA L V E N C I M E N TO PRIORIZADA REALIZADA

OBS.: ¹ De acordo com o § 5º do art. 2º da Lei nº12.431, de 24.06.2001, as pessoas jurídicas integrantes da SPE, que deixarem de implementar os projetos de investimento na área de infraestrutura, ficam sujeitas

à multa equivalente a 20% do valor total da emissão da debênture.

² As justificativas que não couberem no espaço acima poderão ser feitas em separado e anexadas ao quadro.

ANEXO VI

JUSTIFICATIVA DA NÃO EMISSÃO DE DEBÊNTURES Projeto Nº

Portaria SAC-PR/Nº /

Autorização para emissão Nº / Data: ____/____/____

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ANEXO VII

ALTERAÇÕES DE PESSOAS JURÍDICAS QUE INTEGRAM A SPE Projeto Nº

Portaria SAC/PR Nº /

PESSOA JURÍDICA CNPJ

ENTRADA SAÍDA

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL

SUPERINTENDÊNCIA DE INFRAESTRUTURA

A E R O P O RT U Á R I A

GERÊNCIA DE ENGENHARIA DE

INFRAESTRUTURA AEROPORTUÁRIA

PORTARIAS DE 31 DE JANEIRO DE 2012

O GERENTE DE ENGENHARIA DE INFRAESTRU-TURA AEROPORTUÁRIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC, no uso de suas atribuições outorgadas

pelo artigo 1º, inciso IV da Portaria nº 2304 de 17 de dezembro de 2010, pelo que consta no artigo 41, incisos VIII e X da Resolução Nº 110, de 15 de setembro de 2009, nos termos do disposto na Resolução nº 158, de 13 de julho de 2010, com fundamento na Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986, que dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica, resolve:

No-216 - Alterar e renovar a inscrição do aeródromo Nascimento II

(SDNJ), em Capão Bonito (SP); validade de 10 (dez) anos; No- 217 - Inscrever o aeródromo Fazenda Bandeiras (SJZD), em

Corumbá (MS); validade de 10 (dez) anos;

No-218 - Inscrever o aeródromo Fazenda Cerro Porã (SJJD), em Porto

Murtinho (MS); validade de 10 (dez) anos;

No-219 - Inscrever o aeródromo Fazenda Floresta (SDQF), em Santo

Antônio da Barra (GO); validade de 10 (dez) anos;

No- 220 - Inscrever o aeródromo São Bento (SSJX), em Corumbá

(MS); validade de 10 (dez) anos;

No-221 - Inscrever o heliponto Iguaçu (SDJP), em Nova Iguaçu (RJ);

validade de 10 (dez) anos;

No-222 - Inscrever o heliponto Península (SDOG), em Guarujá (SP);

validade de 10 (dez) anos;

No-223 - Inscrever o heliponto Soufer Paulínia (SDPF), em Paulínia

(SP); validade de 10 (dez) anos; e

No- 224 - Inscrever o heliponto Empresarial Alfred Nobel (SWLE),

em Recife (PE); alidade de 10 (dez) anos.

O inteiro teor das Portarias acima encontra-se disponível no sítio da ANAC na rede mundial de computadores - endereço h t t p : / / w w w. a n a c . g o v. b r.

TÁRIK PEREIRA DE SOUZA

Ministério da Agricultura,

Pecuária e Abastecimento

.

GABINETE DO MINISTRO

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 30 DE JANEIRO DE 2012

O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ-RIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, o art. 2º do Decreto nº 5.741, de 30 de março de 2006, alterado pelo art. 3º do Decreto nº 6.348, de 8 de janeiro de 2008, tendo em vista o disposto na Lei nº 9.972, de 25 de maio de 2000, no Decreto nº 6.268, de 22 de novembro de 2007, na Portaria nº 381, de 28 de maio de 2009, e o que consta do Processo nº 21000.006319/2010-07, resolve:

CAPÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º Estabelecer o Regulamento Técnico do Azeite de Oliva e do Óleo de Bagaço de Oliva na forma da presente Instrução Normativa e os limites de tolerância constantes dos seus Anexos I, II, III e IV.

Parágrafo único. O presente Regulamento Técnico tem por objetivo definir o padrão oficial de classificação do azeite de oliva e do óleo de bagaço de oliva, considerando seus requisitos de iden-tidade e qualidade, a amostragem, o modo de apresentação e a mar-cação ou rotulagem, nos aspectos referentes à classifimar-cação do pro-duto.

(6)

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COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS

Art. 2º Para efeito deste Regulamento Técnico, considera-se:

I - azeite de oliva: o produto obtido somente do fruto da oliveira (Olea europaea L.) excluído todo e qualquer óleo obtido pelo uso de solvente, por processo de re-esterificação ou pela mistura com outros óleos, independentemente de suas proporções;

II - óleo de bagaço de oliva: o produto obtido do bagaço do fruto da oliveira (Olea europaea L.) tratado fisicamente ou com sol-vente, excluído todo e qualquer óleo obtido por processo de re-esterificação ou pela mistura com outros óleos, independentemente de suas proporções;

III - acidez livre: o teor dos ácidos graxos nas formas livres presentes nos produtos abrangidos por esta Instrução Normativa, ex-presso em porcentagem de ácido oléico na massa do produto, g/100 g (grama de ácido oléico por 100 gramas do produto);

IV - avaliação das características sensoriais: a avaliação do azeite de oliva pertencente ao grupo azeite de oliva virgem quanto às características relativas, exclusivamente, ao odor e sabor;

V - centrifugação: o método de separação física de com-postos com diferentes densidades por meio de processo de inércia;

VI - clarificação: o tratamento realizado com o uso de ad-sorventes ou terras clarificantes apropriadas para remoção de clo-rofila, metais e outros compostos indesejáveis;

VII - composição em ácidos graxos: a proporção dos di-ferentes ácidos graxos existentes na constituição das moléculas dos glicerídeos e de ácidos graxos livres, expresso em porcentagem re-lativa;

VIII - composição em esteróis: a concentração de esteróis, presentes no produto, expresso em porcentagem;

IX - data de envasilhamento: o dia, o mês e o ano em que um determinado lote de azeite de oliva ou óleo de bagaço de oliva é envasilhado, expresso em caracteres do mesmo tamanho da data de validade;

X - decantação: o processo físico-químico de separação de frações distintas de materiais ou substâncias que se separam no azeite de oliva;

XI - deceragem: o tratamento pelo qual se retira do azeite de oliva as substâncias indesejáveis denominadas de ceras;

XII - desodorização: a etapa de eliminação de substâncias indesejáveis por destilação sob arraste de vapor ou gás quimicamente inerte por meio de alta temperatura e alto vácuo, tornando o óleo adequado ao consumo humano;

XIII - diferença do ECN 42: a determinação da diferença entre o valor real e o teórico dos triacilgliceróis com número equi-valente de carbono igual a 42 (quarenta e dois);

XIV - estabelecimento envasilhador: o estabelecimento que envasilha o azeite de oliva e o óleo de bagaço de oliva;

XV - ésteres metílicos e etílicos de ácidos graxos (EMAG e EEAG): parâmetros de qualidade para verificar a formação destes compostos e suas interações no grupo azeite de oliva virgem, tipo extra virgem, expresso em mg/kg (miligrama por quilograma);

XVI - estigmastadienos: os hidrocarbonetos com estrutura esteroidal, que não estão presentes naturalmente no azeite de oliva virgem, mas que se formam no processo de refino por meio da desidratação dos esteróis, expressos em mg/kg (miligramas por ki-lograma);

XVII - extinção específica no ultravioleta: a absorção da radiação ultravioleta a 232nm (duzentos e trinta e dois nanômetros) e 270nm (duzentos e setenta nanômetros) em condições de análise;

XVIII - extração: o processo exclusivamente físico aplicado à matéria-prima para extrair o azeite, sem utilização de solventes;

XIX - filtração: o processo de separação de partículas de tamanhos diferentes por meio da utilização de um elemento filtran-te;

XX - impurezas insolúveis: os detritos do próprio produto, provenientes da matéria-prima, insolúveis em condições de análise;

XXI - índice de iodo: a medida do grau de insaturação dos ácidos graxos presentes, após a homogeneização da amostra, expresso como a massa de iodo absorvido por 100g (cem gramas) da amos-tra;

XXII - índice de peróxidos: a presença de peróxidos e outros produtos semelhantes, resultantes da oxidação dos ácidos graxos in-saturados, expresso em meq O2/kg (miliequivalente de oxigênio ativo

por quilograma) da amostra;

XXIII - índice de refração: a relação da velocidade da luz no vácuo com a velocidade da luz incidente no material;

XXIV - índice de saponificação: o valor em mg de KOH (miligramas de hidróxido de potássio) necessário para saponificar um grama da amostra;

XXV - lavagem: o processo físico de separação ou retirada de substâncias indesejáveis solúveis em água;

XXVI - lote: a quantidade de produtos com as mesmas especificações de identidade e qualidade, processados pelo mesmo estabelecimento envasilhador, em um período de tempo determinado, sob condições essencialmente iguais;

XXVII - manipulação: as operações pelas quais a matéria-prima é submetida até sua transformação ou condição de produto elaborado ou pronto para consumo, envolvendo todas as fases de seu preparo, processamento, armazenamento, transporte e exposição à venda;

XXVIII - matéria insaponificável: a substância encontrada no produto após saponificação da amostra, expressa em g/kg (grama por quilograma) da amostra;

XXIX - matérias macroscópicas: aquelas estranhas ao pro-duto que podem ser detectadas por observação direta (olho nu), sem auxílio de instrumentos ópticos, e que estão relacionadas ao risco à saúde humana, segundo legislação específica;

XXX - matérias microscópicas: aquelas estranhas ao produto que podem ser detectadas com auxílio de instrumentos ópticos e que estão relacionadas ao risco à saúde humana, segundo legislação es-pecífica;

XXXI - mediana do defeito ou frutado: o valor central ou o percentual de 50% (cinquenta por cento) dos resultados obtidos na avaliação sensorial das características relativas ao odor e sabor, de-terminada por método específico;

XXXII - neutralização: o processo que promove a neutra-lização dos ácidos orgânicos naturalmente presentes no óleo;

XXXIII - óleo de bagaço de oliva bruto: o produto obtido do bagaço do fruto da oliveira (Olea europaea L.) tratado fisicamente ou com solvente, excluído todo e qualquer óleo obtido por processo de reesterificação ou pela mistura com outros óleos, independentemente de suas proporções, devendo ser refinado quando destinado ao con-sumo humano;

XXXIV - partida: o lote ou conjunto de lotes que formam uma carga que será comercializada;

XXXV - reesterificação: o processo que promove o rearranjo dos ácidos graxos livres na molécula do glicerol, por reações quí-micas ou enzimáticas;

XXXVI - refino: as etapas de tratamento que incluem, iso-lada ou cumulativamente, as operações de neutralização, deceragem, clarificação e desodorização;

XXXVII - reprocessamento: o processo tecnológico adequa-do pelo qual um azeite de oliva ou um óleo de bagaço de oliva considerado fora de tipo é submetido, visando ao seu reaprovei-tamento como azeite de oliva ou óleo de bagaço de oliva comes-tível;

XXXVIII - substâncias nocivas à saúde: as substâncias ou agentes estranhos de origem biológica, química ou física que sejam nocivos a saúde, tais como as micotoxinas, os resíduos de solventes, os resíduos de produtos fitossanitários e outros contaminantes pre-vistos em legislação específica, não sendo assim considerados aqueles cujo valor se verifica dentro dos limites máximos previstos;

XXXIX - teor de ácidos graxos trans (18:1t, 18:2t + 18:3t): a proporção de ácidos graxos trans do total de ácidos graxos, expresso em porcentagem relativa;

XL - teor de ceras: a concentração de ceras presentes no produto, expresso em miligrama por quilograma;

XLI - umidade e material volátil: a concentração de subs-tâncias ou matérias voláteis quantificadas no produto, expresso em porcentagem; e

XLII - vista principal ou painel principal: a área visível em condição usual de exposição à venda do azeite de oliva ou do óleo de bagaço de oliva, onde está escrita, em sua forma mais relevante, sua denominação de venda e seu tipo.

CAPÍTULO II

DA CLASSIFICAÇÃO E TOLERÂNCIAS

Art. 3º A classificação do azeite de oliva e do óleo de bagaço de oliva é estabelecida em função dos seus requisitos de identidade e qualidade.

Art. 4º Os requisitos de identidade do azeite de oliva e do óleos de bagaço de oliva são definidos pela matéria-prima e pelos processos de obtenção, conforme previsto nos incisos I e II do art. 2º desta Instrução Normativa.

Art. 5º Os requisitos de qualidade do azeite de oliva e do óleo de bagaço de oliva são definidos em função do percentual de acidez livre, índice de peróxidos e da extinção específica no ul-travioleta, conforme previsto no Anexo II desta Instrução Norma-tiva.

Art. 6º O azeite de oliva e o óleo de bagaço de oliva são classificados em grupos e tipos.

§ 1º O azeite de oliva e o óleo de bagaço de oliva, de acordo com a matéria-prima, com o processo de obtenção e com os pro-cedimentos tecnológicos aplicados, são classificados nos grupos a seguir, sendo que esta informação relativa ao grupo cabe ao res-ponsável pelo produto:

I - azeite de oliva virgem: o produto extraído do fruto da oliveira unicamente por processos mecânicos ou outros meios físicos, sob controle de temperatura adequada, mantendo-se a natureza ori-ginal do produto; o azeite assim obtido pode, ainda, ser submetido aos tratamentos de lavagem, decantação, centrifugação e filtração, observados os valores dos parâmetros de qualidade previstos no Ane-xo I desta Instrução Normativa;

II - azeite de oliva: o produto constituído pela mistura de azeite de oliva refinado com azeite de oliva virgem ou com azeite de oliva extra virgem;

III - azeite de oliva refinado: o produto proveniente de azeite de oliva do grupo azeite de oliva virgem mediante técnicas de refino que não provoquem alteração na estrutura glicerídica inicial;

IV - óleo de bagaço de oliva: o produto constituído pela mistura de óleo de bagaço de oliva refinado com azeite de oliva virgem ou com azeite de oliva extra virgem; ou

V - óleo de bagaço de oliva refinado: o produto proveniente do bagaço do fruto da oliveira mediante técnica de refino que não provoque alteração na estrutura glicerídica inicial.

§ 2º O azeite de oliva e o óleos de bagaço de oliva, de acordo com os parâmetros de qualidade estabelecidos no Anexo I desta Instrução Normativa, são classificados em tipos, podendo, ain-da, serem enquadrados como fora de tipo e desclassificado.

§ 3º O azeite de oliva do grupo azeite de oliva virgem é classificado em três tipos denominados de extra virgem, virgem e lampante, de acordo com os parâmetros de qualidade estabelecidos no Anexo I desta Instrução Normativa, podendo, ainda, ser enquadrado como fora de tipo e desclassificado, observando-se o seguinte:

I - o azeite de oliva denominado comum ou corriente é classificado como azeite do grupo azeite de oliva virgem do tipo lampante;

II - o azeite de oliva do grupo azeite de oliva virgem en-quadrado no tipo lampante não pode ser destinado diretamente à alimentação humana, porém poderá ser refinado para enquadramento no grupo azeite de oliva ou no grupo azeite de oliva refinado, ou, ainda, destinado a outros fins que não seja para alimentação hu-mana.

§ 4º O azeite de oliva e o óleo de bagaço de oliva dos grupos azeite de oliva, azeite de oliva refinado, óleo de bagaço de oliva e óleo de bagaço de oliva refinado são classificados em tipo único, de acordo com os parâmetros de qualidade estabelecidos no Anexo I desta Instrução Normativa, podendo, ainda, serem enquadrados como fora de tipo e desclassificado.

Art. 7º É considerado fora de tipo o azeite de oliva ou o óleo de bagaço de oliva que não atender a um ou mais limites de to-lerância de qualidade estabelecidos para cada tipo em relação aos parâmetros constantes do Anexo I desta Instrução Normativa.

§ 1º Quando o azeite de oliva ou o óleo de bagaço de oliva for considerado fora de tipo, o estabelecimento envasilhador ou im-portador será responsável pela realização das análises complemen-tares constantes do Anexo III desta Instrução Normativa, sendo que tais análises devem ser executadas por laboratório credenciado e seus custos arcados pelo estabelecimento envasilhador ou importador.

§ 2º O azeite de oliva ou o óleo de bagaço de oliva en-quadrado como fora de tipo e que atenda aos parâmetros constantes do Anexo III desta Instrução Normativa poderão ser reenquadrados em tipo do mesmo ou de outro grupo, conforme o caso, podendo ainda, no caso do azeite do grupo azeite de oliva virgem do tipo lampante, ser refinado para reenquadramento.

Art. 8º São considerados desclassificados e terão a comer-cialização e internalização, quando for o caso, proibidas o azeite de oliva ou o óleo de bagaço de oliva que apresente uma ou mais das situações a seguir:

I - ser enquadrado como fora de tipo e, simultaneamente, não atender a um ou mais limites de tolerância dos parâmetros constantes do Anexo III desta Instrução Normativa;

II - ter sido envasilhado ou transportado em discordância ao disposto em legislação específica; ou

III - apresentar odor estranho que inviabilize seu uso pro-posto.

Art. 9º O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abasteci-mento (MAPA) poderá efetuar análises para verificação da presença de outros óleos não provenientes do fruto da oliveira (Olea europaea L.), seja no azeite de oliva ou no óleo de bagaço de oliva.

Parágrafo único. Constatada a presença de outros óleos não provenientes do fruto da oliveira no azeite de oliva e no óleo de bagaço de oliva, o produto será considerado desclassificado.

Art. 10. O MAPA poderá efetuar outras análises físico-quí-micas, conforme Anexo IV desta Instrução Normativa, e análises de substâncias nocivas, matérias macroscópicas, microscópicas e micro-biológicas relacionadas ao risco à saúde humana, de acordo com a legislação específica, independentemente do resultado da classificação do produto.

Parágrafo único. O produto será desclassificado quando se constatar a presença das substâncias de que trata o caput deste artigo em limites superiores ao máximo estabelecido na legislação espe-cífica, ou, ainda, quando se constatar a presença de substâncias não autorizadas para o produto.

Art. 11. No caso de constatação de características desclas-sificantes, pela entidade credenciada para execução da classificação, esta deverá emitir o correspondente laudo de classificação do produto enquadrando-o como desclassificado, bem como comunicar essa constatação à Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento da Unidade da Federação (SFA/UF) onde o produto se encontra estocado, para as providências cabíveis.

Art. 12. Cabe à SFA/UF adotar as providências cabíveis quanto ao produto desclassificado, podendo para isso articular-se, no que couber, com outros órgãos oficiais.

Art. 13. No caso específico da utilização do produto des-classificado, a SFA/UF deve adotar todos os procedimentos neces-sários ao acompanhamento do produto até a sua completa desca-racterização ou sua destruição.

Parágrafo único. Cabe ao responsável pelo produto ou ao seu preposto arcar com todos os custos pertinentes aos procedimentos e à operação prevista no caput deste artigo e, quando necessário, ser o seu depositário.

CAPÍTULO III

DOS REQUISITOS E DOS PROCEDIMENTOS GERAIS Art. 14. A avaliação das características sensoriais do azeite do grupo azeite de oliva virgem poderá ser realizada, observados os parâmetros estabelecidos no Anexo II desta Instrução Normativa.

Parágrafo único. O produto que não atender aos limites de tolerância estabelecidos no Anexo II é considerado fora de tipo.

Art. 15. As análises complementares no azeite de oliva e no óleo de bagaço de oliva poderão ser realizadas, observados os pa-râmetros estabelecidos nos Anexos III e IV desta Instrução Nor-mativa.

§ 1º O produto que não atender a um ou mais limites de tolerância estabelecidos no Anexo III desta Instrução Normativa será considerado desclassificado.

§ 2º O produto que não atender a um ou mais limites de tolerância estabelecidos no Anexo IV desta Instrução Normativa será considerado fora de tipo.

Art. 16. O óleo de bagaço de oliva bruto não pode ser destinado diretamente à alimentação humana, porém ele poderá ser refinado para enquadramento no grupo óleo de bagaço de oliva re-finado ou óleo de bagaço de oliva, ou, ainda, ser destinado a outros fins que não sejam para alimentação humana.

(7)

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

CAPÍTULO IV DA AMOSTRAGEM

Art. 17. Previamente à amostragem, as condições gerais do lote do produto e das superfícies das embalagens e caixas deverão ser observadas, mediante vistoria, para realização da coleta de amostra, observando o seguinte:

I - as amostras coletadas, que servirão de base para a rea-lização da classificação, deverão conter os dados necessários à iden-tificação do interessado na classificação do produto, bem como a informação relativa à identificação do lote ou volume do produto do qual se originaram;

II - caberá ao proprietário, possuidor, detentor ou transpor-tador propiciar a identificação e a movimentação do produto, in-dependentemente da forma em que se encontrem, possibilitando a sua adequada amostragem;

III - responderá pela representatividade da amostra, em re-lação ao lote ou volume do qual se originou, a pessoa física ou jurídica que a coletou, mediante a apresentação do documento com-probatório correspondente; e

IV - na classificação do azeite de oliva e do óleo de bagaço de oliva importados e na classificação de fiscalização, o detentor da mercadoria fiscalizada, seu representante legal, seu transportador ou seu armazenador devem propiciar as condições necessárias aos tra-balhos de amostragem exigidos pela autoridade fiscalizadora.

Art. 18. Na amostragem para classificação, para análise sen-sorial, para realização de análises complementares ou para classi-ficação de fiscalização, deverá ser observado o que se segue:

I - produto envasilhado que apresente volume líquido menor que 500 ml (quinhentos mililitros), coleta-se ao acaso um número de unidades suficiente para se obter 4 (quatro) amostras, apresentando um volume mínimo de 500 ml (quinhentos mililitros) cada;

II - produto envasilhado que apresente volume líquido igual ou maior que 500 ml (quinhentos mililitros) até 5 (cinco) litros, a amostragem deverá ser realizada ao acaso, coletando-se no mínimo 4 (quatro) unidades em seu volume original; ou

III - produto a granel, se o volume da partida for superior a 125.000 (cento e vinte cinco mil) litros, deve-se subdividir em lotes de volumes iguais ou inferiores a 125.000 (cento e vinte cinco mil) litros; se for inferior a 125.000 (cento e vinte cinco mil) litros, a partida constituirá um lote, e o número mínimo de amostras é de-terminado em função da dimensão do lote conforme disposto na Tabela 1 abaixo, sendo que cada amostra deve ser constituída de alíquotas de 500 ml (quinhentos mililitros) que serão juntadas, ho-mogeneizadas suavemente e transferidas para recipientes apropriados, isto é, não-absorventes, de cor âmbar, limpos e secos, de modo a obter-se, no mínimo, 4 (quatro) vias de amostra representativa do lote, de, no mínimo, 500 ml (quinhentos mililitros) cada.

Tabela 1: número mínimo de alíquotas em função da di-mensão do lote:

Dimensão do lote (litros) inferior

a Número mínimo de alíquotas 7.500 2

25.000 3 75.000 4 125.000 5

§ 1º As amostras para classificação coletadas conforme os procedimentos descritos nos incisos I, II e III deste artigo devem ser devidamente acondicionadas, lacradas, identificadas, e receber au-tenticidade com a assinatura do coletor no seu recipiente, tendo a seguinte destinação:

I - uma amostra para a realização da classificação; II - uma amostra que será colocada à disposição do in-teressado;

III - uma amostra para atender um eventual pedido de ar-bitragem; e

IV - uma amostra destinada ao controle interno de qualidade por parte das credenciadas ou para controle do MAPA.

§ 2º Quando a amostra for coletada e enviada pelo inte-ressado, deverão ser observados os mesmos critérios e procedimentos de amostragem previstos nesta Instrução Normativa.

§ 3º Na classificação de fiscalização, as amostras coletadas conforme os procedimentos descritos nos incisos I, II e III deste artigo deverão ser devidamente acondicionadas, lacradas, identifica-das, e receber autenticidade com a assinatura do coletor no seu re-cipiente, tendo a seguinte destinação:

I - uma amostra para a realização da classificação de fis-calização ou outras análises;

II - uma amostra que será colocada à disposição do fis-calizado;

III - uma amostra para atender um eventual pedido de pe-rícia; e

IV - uma amostra de segurança, caso uma das vias anteriores seja inutilizada ou haja necessidade de análises complementares, com exceção de análises que exijam uma metodologia de amostragem específica.

§ 4º A quantidade remanescente do processo de amostragem e homogeneização será recolocada no lote ou devolvida ao inte-ressado no produto.

§ 5º O classificador, a empresa ou entidade credenciada ou o órgão de fiscalização não serão obrigados a recompor ou ressarcir o produto amostrado que porventura foi danificado ou que teve sua quantidade diminuída em função da realização da amostragem e da classificação.

Art. 19. O MAPA poderá adotar procedimentos específicos para amostragem do azeite de oliva e do óleo de bagaço de oliva oriundos de importação para fins de internalização no país, conforme o caso.

CAPÍTULO V

DOS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS OU ROTEIRO PARA CLASSIFICAÇÃO

Art. 20. Estando o produto em condições de ser classificado, efetuam-se os seguintes procedimentos:

I - em caso de produto envasilhado que apresente volume líquido menor que 500 ml (quinhentos mililitros), deve-se proceder à homogeneização da amostra de forma suave (sem agitar), prosse-guindo-se com a retirada de alíquota, também representativa, ne-cessária para cada determinação analítica do produto;

II - em caso de amostras com volume líquido igual ou superior a 500 ml (quinhentos mililitros), deve-se prosseguir com a retirada de alíquota necessária para cada determinação analítica do produto;

III - deve-se determinar o tipo, em função das análises dos parâmetros de qualidade estabelecidos no Anexo I desta Instrução Normativa, anotando-se o resultado de cada análise e do respectivo tipo no certificado de análise ou laudo;

IV - quando o produto se enquadrar como fora de tipo, devem ser obedecidos os procedimentos previstos nos arts. 7º e 8º desta Instrução Normativa; caso necessário, poderá ser realizada uma nova coleta de amostra para análises complementares e análise sen-sorial, bem como seu envio para outro laboratório para realização dessas análises;

V - fazer constar no laudo correspondente e no documento de classificação os motivos que levaram o produto a ser considerado como fora de tipo ou desclassificado, quando for o caso; e

VI - revisar, datar, carimbar e assinar o documento de clas-sificação respaldado por certificado de análise ou laudo emitido por laboratório credenciado pelo MAPA.

CAPÍTULO VI

DO MODO DE APRESENTAÇÃO

Art. 21. O azeite de oliva e o óleo de bagaço de oliva podem ser comercializados a granel ou envasilhados.

§ 1º As embalagens utilizadas no acondicionamento do azei-te de oliva e do óleo de bagaço de oliva devem ser de maazei-teriais apropriados.

§ 2º As especificações quanto ao material, à confecção e à capacidade das embalagens utilizadas no acondicionamento do azeite de oliva e do óleo de bagaço de oliva devem estar de acordo com a legislação específica.

CAPÍTULO VII

DA MARCAÇÃO OU ROTULAGEM

Art. 22. As especificações de qualidade do azeite de oliva e do óleo de bagaço de oliva referentes à marcação ou à rotulagem devem estar em consonância com o respectivo documento de clas-sificação.

§ 1º A marcação ou rotulagem do azeite de oliva e do óleo de bagaço de oliva envasilhados para venda direta à alimentação humana, uma vez observada a legislação específica vigente, devem conter as seguintes informações:

I - relativas à classificação do produto: tipo; e II - relativas ao produto e ao seu responsável:

a) denominação de venda do produto (que corresponde à denominação do grupo seguida da marca comercial, se houver; no caso do azeite do grupo azeite de oliva virgem tipo extra virgem, poderá ser utilizada a expressão azeite de oliva extra virgem seguida da marca comercial, se houver);

b) identificação do lote, que será de responsabilidade do estabelecimento envasilhador;

c) data de envasilhamento e data de validade, as quais são de responsabilidade do estabelecimento envasilhador; e

d) nome empresarial, registro no Cadastro Nacional de Pes-soa Jurídica - CNPJ ou no Cadastro Nacional de PesPes-soa Física - CPF, endereço do estabelecimento envasilhador ou do responsável pelo produto.

Art. 23. A marcação ou rotulagem do azeite de oliva e do óleo de bagaço de oliva importados, além das exigências contidas no art. 22 desta Instrução Normativa, deverá apresentar as seguintes informações:

I - país de origem; e

II - nome, CNPJ e endereço do importador.

Art. 24. A menção facultativa da acidez ou da acidez má-xima na marcação ou rotulagem somente pode ser utilizada quando acompanhada das informações do índice de peróxidos e da extinção específica no ultravioleta, sempre em caracteres da mesma dimensão e no mesmo campo visual, conforme descrito no Anexo I desta Instrução Normativa.

Art. 25. A marcação ou rotulagem deve ser de fácil vi-sualização e de difícil remoção, assegurando informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa, cumprindo as exigências previstas em legislação específica.

Art. 26. Não é permitido o uso da palavra azeite para de-signação do óleo de bagaço de oliva.

Art. 27. A informação relativa ao tipo do azeite de oliva e do óleo de bagaço de oliva constantes na marcação ou rotulagem deve ser grafada na vista principal e em caracteres do mesmo tamanho que as dimensões especificadas para o conteúdo líquido previstas em legislação específica.

Art. 28. O produto comercializado a granel deve ser iden-tificado e as informações colocadas em lugar de destaque, de fácil visualização e de difícil remoção, contendo as informações estabe-lecidas nos arts. 22 e 23 desta Instrução Normativa.

Art. 29. Não será admitida a utilização de termos ou ex-pressões que induzam o consumidor a erro quanto ao processo de obtenção e à qualidade do azeite de oliva e do óleo de bagaço de oliva.

CAPÍTULO VIII

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 30. As análises laboratoriais previstas nesta Instrução Normativa serão realizadas somente por laboratórios oficiais ou cre-denciados pelo MAPA.

Art. 31. As dúvidas surgidas na aplicação desta Instrução Normativa serão resolvidas pela área técnica competente do MAPA. Art. 32. Esta Instrução Normativa entra em vigor 180 (cento e oitenta) dias após a data de sua publicação.

MENDES RIBEIRO FILHO

ANEXO I

LIMITES DE TOLERÂNCIA DE PARÂMETROS DE QUALIDADE DO AZEITE DE OLIVA E DO ÓLEO DE OLIVA

Grupo Azeite de Oliva Virgem Azeite de Oliva Azeite de Oliva refinado Óleo de Bagaço de

Oliva Óleo de Bagaço deOliva Refinado

Ti p o Extra Virgem Vi rg e m Lampante Único Único Único Único

Acidez Livre (%) Menor ou Igual a

0,80 Menor ou Igual a2,00 Maior que 2,00 Menor ou Igual a1,00 Menor ou Igual a 0,30 Menor ou Igual a1,00 Menor ou Igual a0,30 Índice de Peróxidos (mEq/Kg) Menor ou Igual a 20,0 (*) Menor ou Igual a

15,00 Menor ou Igual a 5,00 Menor ou Igual a15,00 Menor ou Igual a5,00 Extinção específica no

ul-travioleta 270nm Menor ou Igual a0,22 Menor ou Igual a0,25 (*) Menor ou Igual a0,90 Menor ou Igual a 1,1 Menor ou igual a1,70 Menor ou igual a2,00 Delta K Menor ou Igual a 0,01 (*) Menor ou Igual a

0,15 Menor ou Igual a 0,16 Menor ou Igual a0,18 Menor ou Igual a0,20 232nm Menor ou Igual a

2,50 Menor ou Igual a2,60 (*) (*) (*) (*) (*)

(8)

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS

ANEXO II

LIMITES DE TOLERÂNCIA DAS CARACTERÍSTICAS SENSORIAIS DO GRUPO AZEITE DE OLIVA VIRGEM

Grupo Azeite de Oliva Virgem Azeite de Oliva Azeite de Oliva refinado Óleo de Bagaço de

Oliva Óleo de Bagaço deOliva Refinado

Ti p o Extra Virgem Vi rg e m Lampante Único Único Único Único

Mediana do defeito (Md) Igual a 0 (zero) Maior do que 0 (ze-ro) e Menor ou Igual

a 3,5

Maior que 3,5(1) (*) (*) (*) (*)

Mediana do frutado (Mf) Maior do que 0

(ze-ro) Maior do que 0 (ze-ro) Igual a 0 (zero) (*) (*) (*) (*)

(1) Considera-se lampante o azeite virgem que obteve mediana de defeitos (Md) menor que 3,5 e Mediana de frutado igual a zero. (*) Não se aplica.

ANEXO III

LIMITES DE TOLERÂNCIA DE PARÂMETROS DE ANÁLISES COMPLEMENTARES DO AZEITE DE OLIVA E DO ÓLEO DE BAGAÇO DE OLIVA Grupo Azeite de Oliva Virgem Azeite de Oliva Azeite de Oliva refinado Óleo de Bagaço de

Oliva de Oliva Refina-Óleo de Bagaço do

Ti p o Extra Virgem Vi rg e m Lampante Único Único Único Único

Estigmastadienos (mg/kg) Menor ou Igual a 0,15 Menor ou Igual a 0,5 (*)

Ceras (mg/Kg)(1) Menor ou Igual a 250 Menor ou Igual a 300 Menor ou Igual a 350 Maior que 350

Diferença do ECN 42 Menor ou Igual a 0,2 Menor ou Igual a 0,3 Menor ou igual e 0,3 Menor ou igual a 0,5 Composição de ácidos graxos:

18:1t (%) (2) Menor ou Igual a 0,05 Menor ou Igual a 0,10 Menor ou Igual a 0,20 Menor ou Igual a 0,40

18:2t + 18:3t(%) (2) Menor ou Igual a 0,05 Menor ou Igual a 0,10 Menor ou Igual a 0,30 Menor ou Igual a 0,35

C14:0 (%) (2) Menor ou Igual a 0,05 C16:0 (%) (2) 7,50 a 20,0 C16:1 (%) (2) 0,3 a 3,5 C17:0 (%) (2) Menor ou Igual a 0,3 C17:1 (%) (2) Menor ou Igual a 0,3 C18:0 (%) (2) 0,5 a 5,0 C18:1 (%) (2) 55,0 a 83,0 C18:2 (%) (2) 3,5 a 21,0 C18:3 (%) (2) Menor ou Igual a 1,0 C20:0 (%) (2) Menor ou Igual a 0,6 C20:1 (%) (2) Menor ou Igual a 0,4

C22:0 (%) (2) Menor ou Igual a 0,2 Menor ou Igual a 0,3

C24:0 (%) (2) Menor ou Igual a 0,2

Composição de esteróis:

Colesterol (%) (3) Menor ou Igual a 0,5

Campesterol (%) (3) Menor ou Igual a 4,0

Estigmasterol (%) (3) Menor do que o observado para o Campesterol

Brassicasterol (%)(3) Menor ou Igual a 0,1 Menor ou igual a 0,2

Beta-sitosterol + delta-5,23-estigmastadienol + Clerosterol + beta-Sitotanol + delta-5-Avenas-terol + Delta-5,24-Estigmastadienol.(3)

Maior ou Igual a 93,0

?-7-estigmastenol (%)(3) Menor ou Igual a 0,5

Eritrodiol e Uvaol (%)(1) (3) (4) Menor ou igual a 4,5 Maior que 4,5

Esteróis Totais (mg/kg) Maior ou igual a 1.000 Maior ou igual a

1.600 Maior ou igual a1.800

(1) O azeite de oliva cujo teor de ceras estiver entre 300mg/kg e 350mg/kg será considerado azeite de oliva virgem do tipo Lampante se o teor de álcoois alifáticos totais for inferior ou igual a 350mg/kg ou se a percentagem de Eritrodiol e Uvaol for inferior ou igual a 3,5;

(2) Percentagem no total de ácidos graxos; (3) Porcentagem no total de esteróis;

(4) Relativamente aos óleos de bagaço de oliva, os limites podem não ser simultaneamente respeitados; (*) Não se aplica.

ANEXO IV

LIMITES DE TOLERÂNCIA DE PARÂMETROS PARA OUTRAS ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS DO AZEITE DE OLIVA E DO ÓLEO DE BAGAÇO DE OLIVA Grupo Azeite de Oliva Virgem Azeite de Oliva Azeite de Oliva

refi-nado Óleo de Bagaço deOliva Óleo de Bagaço deOliva Refinado

Ti p o Extra Virgem Vi rg e m Lampante Único Único Único Único

Ésteres Metílicos de Ácidos Graxos (EMAG)

e Ésteres Etílicos de Ácidos Graxos (EEAG) ? EMAG + EEAG £ 75 mg/kg ou 75 mg/kg< ? EMAG + EEAG £ 150 mg/kg e (EEAG/EMAG £ 1.5)

(*)

Índice de Refração (Raia D a 20ºC) 1,4677 a 1,4705 1,4680 a 1,4707

Índice de Saponificação (mg KOH/g) 184 a 196 182 a 193

Umidade e material volátil (%) Menor ou Igual a 0,2 Menor ou Igual a 0,1

Material Insaponificável (g/kg) Menor ou Igual a 15 Menor ou Igual a 30

Impurezas Insolúveis Menor ou Igual a 0,1% Menor ou Igual a 0,05%

Índice de iodo (Wijs) 75 a 94 75 a 92

Teor de Arsênio (mg/kg) Menor que 0,1

Teor de Chumbo (mg/kg) Menor que 0,1

Teor de Ferro (mg/kg) Menor ou Igual a 3

Teor de Cobre (mg/k) Menor ou Igual a 0,1

(*) Não se aplica.

SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA

PORTARIA Nº 11, DE 31 DE JANEIRO DE 2012

O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições que lhe conferem os arts. 10 e 42 do Anexo I do Decreto n° 7.127, de 4 de março de 2010, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa nº 1, de 16 de janeiro de 2007, o contido no Parecer no01, de 17 de janeiro de 2012, da Comissão Técnica nomeada pela

Portaria Ministerial no1132, de 19 de novembro de 2008, e o que consta do Processo nº 21000.007920/2010-17, resolve:

Art. 1º Cancelar a suspensão do credenciamento do Laboratório de Análises Micotoxicológicas - LAMIC/UFSM, CNPJ nº 89.252.431/0001-59, situado no Prédio 44, CCR, 3º andar, UFSM/Campus Universitário, Bairro Camobi, CEP: 97.119-900, Santa Maria/RS, credenciado para realizar Análises de Resíduos e Contaminantes em Alimentos, por meio da Portaria nº 129, de 30 de novembro de 2007, publicada no Diário Oficial da União (D.O.U.) nº 232, de 04 de dezembro de 2007, Seção 1, pág.: 55.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 3º Fica revogada a Portaria nº 184, de 25 de outubro de 2011, publicada no Diário Oficial da União (D.O.U.) nº 206, de 26 de outubro de 2011, Seção 1, pág.: 02.

(9)

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

Ministério da Cultura

.

AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA

DELIBERAÇÃO Nº 18, DE 27 DE JANEIRO DE 2012

O DIRETOR-PRESIDENTE da ANCINE, no uso das atri-buições legais elencadas pela Resolução de Diretoria Colegiada nº. 22/2009, e em cumprimento ao disposto na Lei nº. 8.313, de 23/12/1991, Lei nº. 8.685, de 20/07/1993, Medida Provisória nº. 2.228-1, de 06/09/2001, e Decreto nº. 4.456, de 04/11/2002, resol-ve:

Art. 1º Aprovar o projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da comercialização de certificados de investimento e através da for-malização de contratos de coprodução nos termos dos arts. 1º e 3º da Lei nº. 8.685, de 20/07/1993 respectivamente, e mediante patrocínio, na forma prevista no art. 1º-A da Lei nº. 8.685, de 20/07/1993.

11-0410 - Pedala, Amorzinho Processo: 01580.036769/2011-14

Proponente: Forte Filmes Produções Artísticas Ltda. Cidade/UF: Rio de Janeiro / RJ

CNPJ: 08.787.497/0001-41

Valor total do orçamento aprovado: R$ 4.266.527,00 Valor aprovado no artigo 1º da Lei nº. 8.685/93: R$ 1.000.000,00

Banco: 001- agência: 3441-X conta corrente: 16.241-8 Valor aprovado no artigo 1º-A da Lei nº. 8.685/93: R$ 1.303.200,65

Banco: 001- agência: 3441-X conta corrente: 16.243-4 Valor aprovado no artigo 3º da Lei nº. 8.685/93: R$ 200.000,00

Banco: 001- agência: 3441-X conta corrente: 16.242-6 Aprovado na Reunião de Diretoria Colegiada nº. 429, rea-lizada em 24/01/2012.

Prazo de captação: até 31/12/2015.

Art. 2º Aprovar os projetos audiovisuais relacionados abaixo, para os quais as proponentes ficam autorizadas a captar mediante patrocínio, na forma prevista no art. 1º-A da Lei nº. 8.685, de 20/07/1993.

11-0242 - We Made It - Sustentabilidade Começa Com Vo-cê

Processo: 01580.020939/2011-31

Proponente: Cinematográfica Vera Cruz Ltda. Cidade/UF: São Paulo / SP

CNPJ: 59.119.800/0001-79

Valor total do orçamento aprovado: R$ 3.496.778,45 Valor aprovado no artigo 1º-A da Lei nº. 8.685/93: R$ 3.321.939,52

Banco: 001- agência: 3417-7 conta corrente: 23.301-3 Aprovado na Reunião de Diretoria Colegiada nº. 429, rea-lizada em 24/01/2012.

Prazo de captação: até 31/12/2015. 11-0502 - Quem Não Morre Não Vê Deus Processo: 01580.042839/2011-65

Proponente: Encruzilhada Produções Ltda. Cidade/UF: São Paulo / SP

CNPJ: 04.610.548/0001-04

Valor total do orçamento aprovado: R$ 4.761.719,38 Valor aprovado no artigo 1º-A da Lei nº. 8.685/93: R$ 1.419.854,93

Banco: 001- agência: 3560-2 conta corrente: 22.496-0 Aprovado na Reunião de Diretoria Colegiada nº. 429, rea-lizada em 24/01/2012.

Prazo de captação: até 31/12/2015.

Art. 3º Prorrogar o prazo de captação de recursos e aprovar o redimensionamento dos valores orçamentários do projeto audio-visual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da formalização de contratos de coprodução nos termos dos arts. 3º e 3º-A da Lei nº. 8.685, de 20/07/1993 respectivamente, e mediante patrocínio, na forma prevista no art. 1º-A da Lei nº. 8.685, de 20/07/1993.

07-0055 - Faroeste Caboclo Processo: 01580.007260/2007-70

Proponente: De Felippes Filmes e Produções Ltda. Cidade/UF: Rio de Janeiro / RJ

CNPJ: 08.427.088/0001-34

Valor total do orçamento aprovado: de R$ 4.513.247,96 para R$ 7.889.806,20

Valor aprovado no artigo 1º da Lei nº. 8.685/93: de R$ 856.034,03 para R$ 229.000,00

Valor aprovado no artigo 1º-A da Lei nº. 8.685/93: de R$ 1.387.585,56 para R$ 2.851,153,37

Banco: 001- agência: 3441-X conta corrente: 13.525-9 Valor aprovado no artigo 3º da Lei nº. 8.685/93: de R$ 208.803,45 para R$ 280.000,00

Banco: 001- agência: 3441-X conta corrente: 13.326-4 Valor aprovado no artigo 3º-A da Lei nº. 8.685/93: R$ 543.965,97

Banco: 001- agência: 3441-X conta corrente: 15.937-X Aprovado na Reunião de Diretoria Colegiada nº. 429, rea-lizada em 24/01/2012.

Prazo de captação: até 31/12/2012.

Art. 4º Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação.

MANOEL RANGEL

FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL

DECISÃO EXECUTIVA Nº 2, DE 30 DE JANEIRO DE 2012

A Presidente em exercício da Fundação Biblioteca Nacional-FBN, no uso das atribuições que lhe confere o art. 16 do Estatuto aprovado pelo Decreto 5.038, de 5 de abril de 2004, publicado no DOU de 08 de abril de 2004, decide:

1 - Prorrogar, até dia 29 de fevereiro de 2012, a etapa de escolha do Ponto de Venda e de Seleção de Livros de Baixo preço do edital de chamada pública para Escolha e Aquisição de Livros por parte das Bibliotecas Públicas Estaduais, Municipais, Comunitárias, Rurais e Pontos de Leitura inscritas no Cadastro Nacional de Bi-bliotecas do Sistema Nacional de BiBi-bliotecas Públicas (SNBP), junto aos Pontos de Venda constantes do Cadastro Nacional de Livros e Pontos de Venda.

2 - O presente documento também torna pública a pror-rogação, até o dia 29 de fevereiro de 2012, da indicação de 200 títulos pelas bibliotecas públicas estaduais e municipais para integrar a Coleção do Livro Popular, de acordo com o Edital de Chamada Pública para Seleção de Livros para o Programa de Ampliação e Atualização de Acervos de Bibliotecas de Acesso Público e Aquisição pelas Bibliotecas Públicas Estaduais e Municipais junto aos Pontos de Venda constantes do cadastro nacional de Pontos de venda.

3 - Esta Decisão Executiva entra em vigor na data de sua publicação.

LOANA MAIA

SECRETARIA DO AUDIOVISUAL

PORTARIA Nº 9, DE 31 DE JANEIRO DE 2012

A SECRETÁRIA DO AUDIOVISUAL DO MINISTÉRIO DA CULTURA, no uso das atribuições legais que lhe confere a Portaria n° 446 de 02 de fevereiro de 2011, e em cumprimento ao disposto na Lei 8.313, de 23 de dezembro de 1991, Decreto nº 5.761, de 27 de abril de 2006, Medida Provisória nº 2.228-1, de 06 de setembro de 2001, resolve:

Art. 1º Aprovar os projetos audiovisuais, relacionados no anexo I, para os quais os proponentes ficam autorizados a captar recursos, mediante doações ou patrocínios, nos termos do Art. 18 da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, com a redação dada pelo Art. 53, alínea f, da Medida Provisória nº 2.228-1, de 06 de setembro de 2001.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.

ANA PAULA DOURADO SANTANA

ANEXO I 11 5217 - Dora -A Peixinha Barthmann Studio CNPJ/CPF: 54.142.278/0001-22 Processo: 01400.020949/20-11 SP - Campinas Valor do Apoio R$: 457.142,00 Prazo de Captação: 01/02/2012 a 31/12/2012

Produção de um filme musical infantil de 35 minutos, sobre uma peixinha confusa e indignada com os problemas ecológicos cria-dos pelo homem.

11 12873 - Sustentabilidade é questão de Cultura - Do-cumentário sobre as Influências Culturais da Arquitetura Orgânica e Sustentável nas Comunidades Brasileiras

Aventuras Produções e Edições Educativas Ltda CNPJ/CPF: 01.287.908/0001-90

Processo: 01400.040128/20-11 SP - Joanópolis

Valor do Apoio R$: 534.040,00

Prazo de Captação: 01/02/2012 a 31/12/2012

Produção de um documentário de 60 minutos que trará o relato de pessoas e projetos sustentáveis que estão modificando a vida e a cultura de várias regiões do Brasil.

SECRETARIA DE FOMENTO E INCENTIVO

À CULTURA

PORTARIA No-54, DE 31 DE JANEIRO DE 2012 O SECRETÁRIO DE FOMENTO E INCENTIVO À CUL-TURA, no uso de suas atribuições legais, que lhe confere a Portaria nº 17 de 12 de janeiro de 2010 e o art. 4º da Portaria nº 120, de 30 de março de 2010, resolve:

Art. 1° - Aprovar projetos culturais, relacionados nos anexos I e II à esta Portaria, para os quais os proponentes ficam autorizados a captar recursos, mediante doações ou patrocínios, na forma prevista, respectivamente, no § 1º do artigo 18 e no artigo 26 da Lei n.º 8.313, de 23 de dezembro de 1991, alterada pela Lei n.º 9.874, de 23 de novembro de 1999.

Art. 2° - Esta portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.

HENILTON PARENTE DE MENEZES

ANEXO I

ÁREA: 4 ARTES VISUAIS - (ART. 18) 11 12642 - Almanaque Brasil - O Nosso Jeito de

Contar Históriasâ Elifas Andreato Comunicação Visual Lt-da. CNPJ/CPF: 02.549.089/0001-75 Processo: 01400.039462/20-11 SP - São Paulo Valor do Apoio R$: 594.110,00 Prazo de Captação: 01/02/2012 a 31/07/2012 Resumo do Projeto:

Este projeto denominado "Almanaque Brasil - O Nosso Jeito de Contar Histórias" consiste em uma exposição sócio-cultural apoia-da na valorização apoia-da brasiliapoia-dade. De forma lúdica, valendo-se de dinamismo, inovação e interatividade, sem restrição de faixa etária. A exposição trará informações do Brasil e as levará aos quatro cantos do País e do mundo. Ao longo da exposição imagens e vídeos serão registrados para a criação de um livro catálogo.

11 4123 - Paisagens - Passagens: Telles Júnior - Villa Chan

GFC Marketing e Eventos Ltda. CNPJ/CPF: 09.304.884/0001-42 Processo: 01400.018620/20-11 PE - Recife Valor do Apoio R$: 181.380,00 Prazo de Captação: 01/02/2012 a 30/09/2012 Resumo do Projeto:

Comemoração dos cento e sessenta anos de nascimento do pintor Jerônimo José Telles Júnior, através de uma exposição no Museu do Estado de Pernambuco, com as suas obras pertencentes ao acervo daquele Museu e de coleções particulares. E as pinturas do seu bisneto Francisco Villa Chan, ressaltando a influência paisagística de Telles Júnior em sua obra.

ÁREA : 6 HUMANIDADES: LIVROS DE VALOR ARTÍSTICO, LITERÁRIO OU HUMANÍSTICO (ART. 18) 11 9789 - Arte de ler em Voz Alta

Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte CNPJ/CPF: 73.471.963/0022-71 Processo: 01400.034723/20-11 AM - Manaus Valor do Apoio R$: 72.680,84 Prazo de Captação: 01/02/2012 a 06/07/2012 Resumo do Projeto:

Realizar vinte (20) oficinas, utilizando a técnica de leitura em voz alta, para benefício dos processos de interpretação, cognitivos e a expressão verbal e não-verbal.

11 7513 - MANÍ, MANIOCA (título provisório) BEI - Comunicação Ltda.

CNPJ/CPF: 01.764.496/0001-32 Processo: 01400.027165/20-11 SP - São Paulo Valor do Apoio R$: 276.430,00 Prazo de Captação: 01/02/2012 a 31/12/2012 Resumo do Projeto:

Editar e publicar um livro sobre a importância da culinária brasileira, da preservação do uso de ingredientes tradicionais uti-lizados em receitas inovadoras feitas a partir de pesquisas de in-gredientes regionais com base na agricultura familiar. Iremos publicar um livro de arte, com imagens inéditas de ingredientes e pratos. A edição trará receitas com esses ingredientes.

ÁREA: 7 ARTES INTEGRADAS - (ART. 18)

11 12727 - Mulheres que Brilham - A Força Feminina no Progresso Social e Cultural do País

Grêmio Recreativo e Cultural Escola de Samba Vai-Vai CNPJ/CPF: 47.460.266/0001-80 Processo: 01400.039959/20-11 SP - São Paulo Valor do Apoio R$: 2.253.880,00 Prazo de Captação: 01/02/2012 a 31/12/2012 Resumo do Projeto:

O Grêmio Recreativo e Cultural Escola de Samba Vai Vai pretende realizar através do Projeto "Mulheres que Brilham A Força Feminina no Progresso Social e Cultural do País", na cidade de São Paulo um dos acontecimentos brasileiros mais conhecidos e popu-lares, o Carnaval, que com o passar dos anos ganha cada vez mais destaque, tanto nacional, como internacionalmente, visando sempre a inserção cultural e social da população como um todo

ANEXO II

ÁREA: 3 MÚSICA EM GERAL - (ART. 26) 11 5237 - PROJETO CANCIONEIRO: MÚSICAS DE ELOMAR FIQUEIRA MELLO E JOHN DOWLAND Instituto Terra Goyá de Cultura e Cidadania

CNPJ/CPF: 13.513.125/0001-67 Processo: 01400.020979/20-11 GO - Goiânia Valor do Apoio R$: 105.335,70 Prazo de Captação: 01/02/2012 a 30/09/2012 Resumo do Projeto:

O PROJETO CANCIONEIRO: MÚSICAS DE ELOMAR FIGUEIRA MELLO E JOHN DOWLAND SE PROPÕE REALIZAR TRÊS RECITAIS ABERTOS AO PÚBLICO GOIANIENSE E SEIS CONCERTOS DIDÁTICOS EM ESCOLAS PÚBLICAS ESTABE-LECENDO UMA RELAÇÃO ESTÉTICA ENTRE A OBRA DE ELOMAR FIGUEIRA, JOHN DOWLAND E A MÚSICA SERTÂ-NICA.

Referências

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