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Aritmética Prática, 1952.

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(1)
(2)

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"^■íJ

í / ^ ' /

KQLAAXjO

ARITMÉTICA PRÁTICA

/ /

(3)

O B R A S D O A U T O R

"A Criança, o Sonho e os Comos de Fedas", Panorama. S. Paulo, 1 938 (EsgO. ^Noções de Psicologia Educacional". Comp. Edit. Nac., 4.n cd.. S. Paulo.

1950-"Noções de Filosofia da Educa<;ão". Comp. Edit. Nac.. 4.=^ cd.. S P.uilo. 1950

Noçoes de Sociologia Educccional". Comp. Edit. Nac.. 3.^ cd.. S Paulo. 1950

Noçoes de Hifóna da Educação". Comp. Edit. Nac.. 4.® cd.. S. Paulo.

1950-Manual de Fi/osoAa", Companhia Editora Nacion.il. 4.-'^ edição S Pnilü 1950.

Jntr^uçao a Pedagogia Moderna". Editora A Noite, Rio 1945"

^A Escola Primária". Editora A Noite. Rio. 1945

-O Jacdirp de Infância". Editora A Noite. Rio. 1945 ÍEsconlo^

S P a u l o 1 9 5 0 .

MetMagw do Emmo Prmáno", Comp. Edit. Nac.. 2 " ed s' Paulo 1950. Pruítcu d. E„s,„a-,_Comp. Edit. Nac., S. Paulo, 1951 2 » cdkão'

Patcotccmca , Ed.çots Tccuicas c Ciemíficas, Rio 1948

■críz K:;-™-; PcYmdto Lk,o"Yl''-t

"Criança Brasileira". Scgrio L o àl ' ' a®!'"

"Criança Brasileira". Tercdro L v o A i • ^^^O. 5,=» ed, .

'Criança Brasileira". Terceiro Livro / 'r®'."'"- Rio. 1950, 3.^ cd.

1950 (Edição especial para o EstaL Editora. Rio.

"Criança Brasileira". Terceiro Livro df r ^ ^

1950 (Edição especial para o Esíado d vr Editora. Rio.

Crianço Brasileira". Terceiro Liv,n d t • .

^1951 (Edição espedal para o Estadr. d""D-' '"^Sir Editora. Rio.

Criança Brasileira", Terceiro LK-ro d i • 2.^ edição. especial para o Estado de PcrnarnLcnV^""' '^^1 (Edição Criflnço Brasileira". Quarto Liv^n 5 '

Criança Brasileira". Quinto Livro de'1^1?""' ed. Vamos .Estudar.'". Cartilha. Livraria a • cd., Rio. 1949.

: V » t n o a

H a , ^

R j -

| 5 5 0

i THEOBALDO MIRANDA SANTOS

Hx-proL^sor do GeografLi na Escola Norni.il Oficial do Minas GeraLs. E.x catc. draiKo de Fisua, Quimie.-! c Historia Natural dos Institutos de Educação dc Campos o Niicroí, Lx-professor dc Pisica do Colégio N. D. dc Sion do Rio de J.iniiro. Catedraiico do F ilo.soíia da Educ.iç.ic do Instituto da Educação c da

j ! U n i v c r . s i d . i d e C a t ó l i c a d o D i s t r i t o F e d e r a l

A R I T M É T I C A

P R Á T I C A

Curso de admissão

Contém lodo o programa do curso primário e do exame de admissão aos cursos ginasial, normal, comerciai e induslrial

w

1 9 5 2

'vrar/a Ag I R ^c///õra

(4)

Í N D I C E

NOÇOES PRELIMINARES

Aritmética. — Grandeza. — Quantidade. — Medida — Uni dade. — Numero. — Resumo. — Questionário. — Exercícios e testes

NUMERAÇÃO

Numeração. — Nomes dos números. — Numeração falada Principio fundamental da numeração falada. — Sistema de'nu meração. — Numeração escrita. — Princípio fundamental da

escrita. — Valores dos algarismos. — Regras para ler os núme ros. — Regra para escrever os números. — Numeração romana — Regra para escrever os números com algarismos romanos —I

Aphcaçao dos números romanos. — Resumo. — Questionário' —

Exercícios e testes. — Problemas resolvidos

O P E R A Ç Õ E S A R I T M É T I C A S

Operações aritméticas. — Elementos de uma operação. Prova

de uma operação. — Sinais aritméticos. — Resumo. Ques

tionário. — Exercícios e testes

A D I Ç Ã O

Definição. — Propriedades da adição. — Prática da adição Regra da adição. — Provas da adição. — Cálculo mental da adi ção. — Resumo. — Questionário. — Exercícios e testes. Pro

blemas resolvidos

S U B T R A Ç Ã O

D^efinição. — Propriedades da subtração. — Prática da subtra ção. — Regra da subtração. — Complemento aritmético —

Provas da subtração. — Cálculo mental da subtração Re

sumo. — Questionário. — Exercícios e testes. — Problema»; r».'

solvidos

M U LT I P L I C A Ç Ã O

Definição. — Propriedades da multiplicação. — Prática da mul tiplicação. — Tábua de Pitagoras. — Regra da multiplicação.

(5)

Multiplicação"io?*í^^^^ 1 C^ilculo mental da multiplicação.

Exevcício.e tentes. ^ Que..tionávio.

D I V I S Ã O

Prática'da divisã7 —^ Provas° fla7-^-^divisão.

n S o " - Í O 1 0 0 l O o T " - 7 d a

n«uo. -- Exevmcms e testes. - ^eSsT

POTENCIAÇÃO r-'Xeicicjos e testes . . , . , ^ 1 ^ ' I S I B I L I D A D E J->ivisibilidade p«, i. Nto«-os primos _ ™™0S E x e r c í c L e E r a t o s t e n e s . _ _ D e -Problemas resolvidos Questionário. _

r i " P - H e í a r ^ - . ' ' . - - - - o . o , o

Ploblemas resolvidos ^"®®^^onário. ^ Exeiíí?'"^° divisor

co-cicios e testes.

Múltiplo de um nú MOLTIPLO COMUM

tipio^t™™"™--|tip,„-S" /"-um. _

Determi-resoWdos . I'lSrSs^o "eú-'

as..vs'i--"™-rr""'*''

3 3 4 0 4 8 5 1 5 4 5 8 6 2 4

— Propriedade das frações ordinária.s. — Resumo. — Questio

n á r i o . — E . x e r c í c i o s e t e s t e s . — P r o b l e m a s i * e s o l v i d o s

C O M P A R A Ç Ã O D E F R A Ç Õ E S . S I M P L I F I C A Ç Ã O D E FRAÇÕES. REDUÇÃO ÁO MES.MO DEN03IINADOR

C o m p a r a ç ã o d e f r a ç õ e s . — S i m p l i f i c a ç ã o d e f r a ç õ e s . — R e dução de frações ao mesmo denominador. — Resumo. — Ques

t i o n á r i o . — E x e r c í c i o s e t e s t e s . — P r o b l e m a s r e s o l v i d o s

O P E R A Ç Õ E S S Ô B R E F R A Ç Õ E S 0 R D I N . 4 R I A S

Adição de frações, — Subtração de fraçõe.s. — Multiplicação d e f r a ç õ e s . — D i v i s ã o d e f r a ç õ e s . . — F r a ç ã o d e f r a ç ã o . — F r a

ção mista ou comiiosta. ■— Exercícios e testes. — Problemas

i*e-s o l v i d o i*e-s

F R A Ç Õ E S D E C I M A I S

Frações decimais. — Partes decimais' da unidade. — Escrita de

frações decimais. — Leitura de frações decimais. ' Leitura de

números decimais. — Propriedade das frações e números deci mais. Comparação de números decimais. — Resumo. — Ques tionário. — Exercícios e testes. — Problemas resolvidos

OPERAÇÕES SÔBRE FRAÇÕES DECIMAIS

Adição de frações decimais. — Subtração de frações decimais. — Multiplicação de frações decimais. — Divisão de frações decimais. — Exercícios e testes. — Problemas resolvidos

CONVERS.ÃO DE FRAÇÕES 0RDIN.4RTAS EM

D E C I M A I S E V I C E - V E R S A

Conversão de fração ordinária em decimal. — Conversão de fra ção decimal em ordinária. — Conversão de número decimal em fração ordinária. — Dízimas periódicas. — Determinação da ge-ratriz das dizimas. — Exoressões fracionárias. — Resumo. —

Questionário. — Exercícios e testes. — Cálculos de expressões

f r a c i o n á r i a s

SISTEMA MÉTRICO DECIMAL

Sistema métrico decimal. — Histórico do sistema métrico deci

mal. Unidades do sistema métrico decimal. — Múltiplos e submúltiplos do sistema métrico decimal. — Medidas reais e ima

ginárias. Resumo. — Questionário. — Exercícios e testes...

6 6 7 3 7 9 8 7 9 1 9 6 1 0 2

(6)

— ' V M . a a r e s o l v i

Medidas de caaacid CAPACIDADE

S i - í e B d e m a s s a . M A S S A

Eí L™j2?!:'iSaaS FÊTí^fsrd^s 5;

"Memas resolvidok ../'"^^Monário. — Exercido'® '"''®"

* - * o x j j , i v i A M -—•w«v4

SISTEMA "MONETARin -o

'^>0 brasileiro o ^^^SlLElRo circulação- e o centavo. , questões de EVAiv.^

exame de adm" - U DE ADMISSÃO

I Esf^u xT^^n^'ssao ao T=«xi. .

M o e

-e á s S ü g

■ ■ ■ - — 8 - _

1 0 6

medidas de comprimento

iTdSfli^ - 6mdRip,„a do melro.

- R e s u m o P " ' ? , " ' " ' " - - M u d a n ç a d 7 ® m o

rnas resolvidos ^^"==^">"^"0. - Exercicio's \ tettes''.°''l!."proMcl

Medidas de su erf SUPERFÍCIE

dança'drunWaSe^d" ®'®''""''^"'medidã^d"e'"'''°^ Ͱ

l""-da área _ r.! ® ^"Perficie. — Medi! euperficie. _

Mu-- Problemas resolvi°d„s7. ; ~ CMculo

M^íMas de volume ''°'^UME

^Oe'e ;Vur.'"íl td?'- dVv"^™^-'®= metro cábico.

- Exerciciof/SL-Ü Q^et

Problemas resolvidos ..._ ^ m 1 1 1 1 2 2 1 2 6 1 3 2 1 3 4

'4

NOÇÕES PRELIMINARES

1. Aritmética. — É a ciência dos números. Estuda a for mação, a representação, as propriedades e as combinações dos números. A aritmética nos ensina a medir, contar e calcular as grandezas.

2. Grandeza. — Podemos dizer que grandeza é tudo que

pode ser medido, contado ou pesado, como a altura de uma casa,

o comprimento de uma rua ou o pêso de um homem. Mas, na

realidade, a grandeza não se define. A noção de grandeza surge

da comparação de dois objetos ou de duas coisas da mesma espécie. Assim, quando vemos duas árvores, verificamos que

uma é mais alta do que a outra: a altura de uma árvore é uma grandeza-. As grandezas podem ser:

a) Contimias — são as que podem ser aumentadas ou

diminuídas de uma quantidade qualquer; exs.: o comprimento

de uma corda, a largura de uma tábua, etc.

b) Descontímias — são as que só podem ser aumentadas

ou diminuídas de uma quantidade determinada, pois são for

madas de partes distintas; ex.: um bando de andorinhas só

pode ser aumentado ou diminuído, no mínimo, de uma ando r i n h a .

c) Mensuráveis — são as que podem ser medidas, como a altura de uma casa ou a superfície de um terreno. As gran

dezas mensuráveis são chamadas gra^idezas matemáticas.

d) Imensxcráveis — são as que não podem ser medidas, como a bondade de um homem ou a inteligência de uma crian ça. A aritmética ocupa-se apenas das grandezas mensuráveis,

pois as imensuráveis escapam a qualquer processo de medição exata.

(7)

I

o compnmewío de*^uniTn^^ medida ou avaliada. Hx,:

e achamos 2 quilômetros — temn^'"" essa rua

A . . . . Q u a n t i d a d e .

As quantidades podem ser;

a ) H o m o g ê n e a s c S n ^

cie; ex.: 2 pássaros e 5 pássaros mesma

espé-^^^^^'ogêneas — «sS

rente; ex.: 3 livros e 7 flores '^"^"tidades de espécie

dife-4. Medida. MníUi. .

outra da mesma espécie chamLl^'''' '^"'"Pará-la com

de uma sala cor n c oomparar o

m^t unidade, isto é Mhnv '"e um metro

mento tem a referida sala mutros de

compri-alunos'de'';^"'^^^"'"^ descontínua; ex.: contar os

5. Unidade. ^— t' „ ,

m e s m f " , « c , u a l s e

a l t u r a a n U s e d i z q u e u m d e s e j a m e

-° -tu"'a

conjunto: um hleTn^rm",?^^^^a c^a'^ "''ttnfos'X'^m '

, 6 . N ú m e r o . « u o i m i d t ó c s .

grandlz" exs Sprim^guS"''"'®-?uma

gran-■1" Si'£'™hrâ,?°

n p f r ^ u n i d a d e d i v i H ; a „ : c o n t e m u m a . . . . . .

-"as partes da un d^rl~^i®^° contêrn

, u ) C o n c i - e t o s m e t r o s e

da unidade - exs • « ^ue vêm '^pr^

■ • ® 6 alunos, ^^0. '"""''"hados do nome

— 1 0

e ) A b s t r a t o s — s ã o o s q u e n ã o v ê m a c o m p a n h a d o s d o

nome da unidade; e.x.s.: 8, G, etc.

f ) O r d h i a i s — s ã o o s q u e s e r v e m p a r a i n d i c a r a o r d e m

ocupada iior um objeto ou uma pessoa numa coleção; exs.: 2."

laranja do saco, 1." aluno da classe, etc.

g - ) C n r d i i x n . ' i — s ã o o s q u e i n d i c a m q u a n t o s e l e m e n t o s tem uma coleção: exs.: 25 mesa.s, 42 alunos, etc.

h) ,S7////4(.s- — são os que têm um só algarismo: exs.: 7. 9. etc. (1) '

i) (b)/npostos — são os que têm mais de um algarismo; exs.: 26. 348. etc.

j) Püics — .^ão os que terminam cm 2, 4, 6, 8 ou O, e,

quando divididos por 2. não deixam resto; exs.: 48. 340, etc. 1) impares — são os que terminam em 1', 3, õ, 7 ou 9, e, quando divididos por 2, deixam resto; exs.: 23. 10/, etc.

m) Dígitos — são os dez primeiros números, que podem

ser contados nos dedos das mãos; exs.: 1, 2, 3, 4, 5, 6, /, 8, 9, 10.

R E S U M O

Aritmética ó a ciência dos números. Grandeza é tudo que pode ser

medido, contado ou pe.Nado. As írrandezas podem ser: continuas, descon

tínuas mensuráveis, imensuráveis. Quantidade e a grandeza medida ou

avaliada As ciuantiilades podem ser: homojíencas e heterogeneas. Medir

uma g;indeza com a sua unidade. Unidade e a gvandeza

com a qual se comparam grandezas da mesma ospecie. ^

■le-q u e s t i o n á r i o

n ' -4.- <) Hnn p y-raiuieza? Que são grandezas contínuas

Q u e e a r i t m é t i c a ? Q u e e g i a n u c / . a . ^ i m p . w n r n v p i s ' O u e

i

e medir uma grandeza.' Que c < mistos? Que são nú-

r i » '

^

S I

^

Q"e são números pares e impares? Que sao numti t

^~BB~Ãjoarismos são os sinais com que se escrevem os números.

(8)

exercícios e testes

2 . S u b l i n h E s t i u i c h d

«letíidas ckamJn^aeJ Srandezas que não

3 . E s c r e v a a s ~ ~

tZmll rr£V~ Pnteses:

-e contar? ( ®«íawi 2 hom-ens -e 3 cava/os?''/ ' -esp-e-ei-e </-e

li-...,

1

1 2

NUMERAÇÃO

1. Numeração. — É a arle de exprimir e de representai

os números. Divide-se em numeração falada e nnmeraçãa

es-^ita. Numeração falada é a arte de exprimir os números por

^6io^ de palavras. Numera^ção estni^ta é a arte de representar

os números por meio de sinais escritos ou algarismos.

. , 2. Nomes dos números. - Desde a anügiiidade os povos habituaram-se a contar de dez em dez, empregando os dedos

das mãos. Daí se chamarem dígitos os dez due são: um, dois, três, quatro, cinco, sm,

Os nomes dos diversos números são formados da seguinte ma

n e i r a :

tê^n n(>7nes especiais, além dos dez

onze, doze, treze, quatorze, quinze, mnte, tnnta, mil,

M l h à o , e t c . ; . .

. b) têm nomes derivados dos acima

qimrenta (quatro + ento.). oincoenta (^neo + M ses

'^to (,eis + enta), setenta (sete + IZos).

trez^P' ''noventa (nove + enta), íto^ /„^íro + centos),

r'ti' «»™t

e nove, etc.

reu ?' Numèração falada. — A ^as ordens em

"KroXs dtunidS^^ ®

(9)

uma centena. Para evitará flezena, o dez dezenas valem

des, estas são grupadas em a ordens de

unida-mam uma unidade de nm-i ni dez centenas

for-milhares. Para melhor superior, isto é, a classe dos ■

■mos a niarcha%rí^;^ei^^^^^^^ ^

--1-pies. O número qu^sneg^i^"" exprimem unidafles

sini-dade de 2,'^ ordem. Isto miov a- dez, dezena ou mii' formam mdui dezena. dizer que dez -iniidades simjdes

dade de 2." ordem. Os iionSs^d'^ unidades, it uma

unida-quarenta, cincoenta, sesspn+n são: dez, vinte, trinta,

mero que se segue a 99 fhir^ atenta, oitenta, noventa. O nú-5.^ ordem. Isto quer dizer T «u unidade de

t e n a . q u e d e z d e z e n a s f o r m a m u m a c e n

-de 3.^^ or-dem. OsnomerdTs^cent^ -dezenas. É uma unida-de

e%fos, quatroce7itos, qiiinhenfnl^^^^^- duzentos,

tre-^ os e novecentos. Q númem ' setecentos, oito-T '''' unidade de orn'' ^ 999 chama-se onas formam um- milhar P dizer que dez

4 . P r i n ^ í . . - r 1 ^ ° ^ ' c l i a n t e .

maneira de reunir numeração falada — Essa

ÍÍÍ£S5=P=SH5

dez unidades sim^iU^, -p

dez dezenas formam

dezena-dfz centenas formam ^^nteua; dez mühares form,^

dei l-TT' «to-es "^i'hares;

— 1 4 ,

" r ^

o quadro seguinte mostra a sucessão das ordens e classes:

[Primeira ordem: unidades ] Prtmciiv classc\ Segunda ordem: dezenas

[Terceira ordem: centenas _

[ Primeira ordem: unidades ] Sequnda r/f/s.sv { Segunda ordem: dezenas

[Terceira ordem: centenas

d e u n i d a d e s

d e m i l h a r e s

de milhões

[ Primeira ordem: unidades 1

Terceiro classe \ Segunda ordem: dezenas ' [Terceira ordem: centenas j

5. Sisleniii de numeração. É um conjimlo de Palavf^,

d e - - « - E »

aluais e. . . ^ x c è í i a H c o m q u . o . - . r e p r e s e i i u i u . v c

''" ■"III. Si.sfc,)u( dc Iiinneiacão é o miraero de de um<

ordem necessário para formar uma unidade de ordem

imedia-o'tiS:;'^ numeração que usamos é

tem por ha.c o número 10. O

2' sistema é sempre Igual à base. Por isso, no sistema

numeração há dez algarismos.

p , , . N u m e r a ç ã o e s c r i t a . — . c h a m a d o s

Qí^^ntar os números por meio de sm^ r ff 7 S, 9. Com o

Os algarismos são: 1, 2^ ' ''qy dizer nada

dêssPR cinniví P fio símbolo o (zeio), q números.

'nos. Os algarismos são: 1, 2, , ^ nnp'ouer dizer ímda

desses sinais e do

símbolo d (^ero) que

Par "eiikiniin, podemos rep'csei y„;,dos,

" e ^ m e s m o u ú n i e r o , c a d a u m a

,, modo a representarem, em um mu

"mdades de sua.s (liferente.s ordens. ^

Princípio fnndamcníal da : %odo

atjia-''iswn e.scrita é baseada no seguinte 1 dez t'«es

do que representaria se est

À - r ^ i v r » a l g a r i s m o r e p r e

(10)

s e n t a r a s u n i d a d e s ^ n e c e s s á r i o r e p r e

-eorrespondentes e dispôd^ 1 acô,lln al^^irismos

, Vamos escrever, por exemnin ° princípio acima. mil Quatrocentos e oitenfn c ' algarismos, o número anidades de milhar auatm o ^sse número contém

^ D ou seja; 6 485. entenas, oito dezenas e dnco

ocupa "?seuTgar!""® empregar-se-á o zero (0) para

° * ■

de ii^n para indicar, nos númer pois

ser-Em^ ordein. úmeros, a ausência de unidades

escrita" os°aSrfsmos ""n^eração

Vo - l c n - a U o U t o d o i s v a l o r e s ;^ ° '° algarismo possui

7 / A ™ L , ^ f S 5 P '

-°'-<Jem das

uni-ta-d^S

das unidades. ^^^""^smo está só é como <íp '

9 R ç g j , o c u p a s s e a o r d e m

<^l9ansvios,

. A s s i m , l ê - s e o „ c a d a

"Vinte e sete milhões duzÂ^ da seffuintp

íe» e oitenta e três nnSSeV. ' ^ oineo^T:

— 1 6 —

10- líegra para esciever os números. — Para escrever m immero iiiteiro, a regra é a seguinte:

,. ^fc/'eí'e/íí-sc. uns cm seguida aos o^ltros, da esquerda para

"hjurismos que representam as unidades das dite

is. ^vdens, a partir das unidades de ordem mais elevada,

J^icando-sc por zeros as unidades de qualquer o-ràem que

fal-^ o s ' e m' e m .

Assim, escreve-se o número oito milhões, duzentos e vinte ®ois mil e dezoito unidades da seguinte maneira: 8 226 018.

11- Numerarão romana. — Há duas espécies de algaris-pVi^^' arábicos €■ os romanos. Algarismos arábicos são assimâmados porque foram inventados pelos árabes; são os

sf-nais: O, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9. Algarismos romanos sao assim onominados porque foram usados, antigamente, i^los

loma-os; constam de 7 letras do nosso alfabeto. Essas letras ^sao as

®®&umtes,-tendo, abaixo, o seu valor em algarismos arabicos.

I A n n 5 V 1 0 : x 5 0 L 1 0 0 c 500 D 1 0 0 0 M 12, *Uanos: )/■

Regras para escrever números com algarismos

«o ""'fxTM'" M mlxíX^trL'

«O se repetem os algarismos I, O, . «O

Assim, XX representa duas ve^es 10, isto e,^

^alop ' algarismo -colocado à direita, ^ . j jg^o é, 11.

« somado a êste. Assim, Xl^represente X

^alov ' ^ algarismo colocado a esque , v — I isto é, 9.

f subtraído deste. Assim IX algarismo ou

Uin l Um traço horizontal colocado s . dois

*^''aÇ(|'b^°- algarismos, multiplica se „i]hão, e assim

ws horizontais multiplicam o valm P®'

IOoo^'®."te. Exemplos: "í, t ? representam, respectivame

.1000 000,1 000 000 000, .,,i,„ente. s6

86 Aplicação dos números .g especiais, como

(11)

C iumentos, na indicação das ho-'o ciatas em

■ n s s s s y ^ á r * • " •

"iW»l hnd., i tAÍÍ,™"^'"™ =««.. «m ,.1,„,,,„„

1 I 1 6 ' a l g a r i s m o s r o m a n o s ; f . 1 1 1 7 v ^ r X í X X X T T O u M C D M D C C I

n o s e J u U f n H ' " í P ^ o c S í ™ o s d e z

o r d e m i r v. j - P ^ ° - d e z u n i ã o d e r e i m ? . . n ú m e r o s c m

'de palavra-s ® ^^^^niente suuerin nfna ordem números baseia-se

m e r a ç ã o d u a i s ú l n Z o ^ ^ l u n i d a d e

da no seguinte « "^®io de alr^a " ®^®Ção escrito á sistema dc nu-i'epresenta unidad?"^^^^°= todo ^ ""meracL^ repre-escrito no lu?»». i® "^êzes mnj repre-escrito è escrita e

basea-ficativos e têm H ®''® °atro Os í °''®? Que outro i n s i g n i fi c a t i v o • e s p é c i e s d e f a m a d o s s i g n id e l a o e s t i v e s s e ng algarismos: arnh?^ algarismo

amcos e romanos. s i g n i

-siffnificatiíor^''''^;" numeração escrita? Quais são os algarismos

Qual a reei-i'n!v "7"'' ^"'ores? Qual e o algarismo

irtsignifica-numeros? On.,ic. ! ' - . ""meros? E a regra para escrever os i'jsmos romanos^ *o de algarismos? Dc que constam os alga rismos romanos? regras para escrever os números com

alga-E X alga-E R C í C I O S alga-E T alga-E S T alga-E S

X . , „ n r „ ç , i a . ■ . . . , „ C > l Q m a «

"'lUfoi^f.t t/f u/m7 t>t;/f)fi /rtíWrtw

u m a I t Q S S O

i i c t t / fi i t I ' r t i fi fi ^ f ,

">nrf«r/^ " 1"^' completar, corretamente, as frases: ã/i7 c ^fBtemn "'' ■ ordem — 4.^ ordem — 3.^ ordem). A base do

"""icrução ('.... (5 — 10 — 20 — 100).

ccssííWnw ims parênteses: Quantos algarismos arábicos são

ne-'■'smos in! ^'^^nver todos os números? ( ). Quantos

alga-Qnal n , necessários para escrei^er todos os niimcros? (... )

fi l i a s f fl l . w h n e r o 7 2 1 , ? ( . ) . Q u e f o r m a ^ n

U n i d a d r t > n u l h a r c s ? ( ) . Q u a i s a s d u a s o r d e n s d e

^ wais próximas das dezenas do milhares? ( ).

''^^ilhõc 'lom algarismos arábicos, os números; duzentos e três

dois vfill c trinta mil, oitocentos c vinte e sete K?n'rfarfcs;.

e q;j I'/ioes, mil c cinco unidades; cento e vinte c cinco bilhões, trcscntos

dadca duzenfos c cinco mil c oitocentos c quarenta c nove uni-Represente, com aJgurisiuuíi ronumoK: — os números; 124, 385,

" Í H Í I J V f c ( u o v i f c < v ^ o ^ i c < i . / c ^ ,

® oito ^ cinco unidades; cento e vinte e cinco bilhões, trcscntos

^ Ú i

■^d2, 1231,; — as datas: 7 dc setembro dc JS22; 15 dv novembro de ISSP. Represente, com algarismos arábicos, os números: MCMXX, ^^^ICCCXCV, CXLIV, CCXLVI, DXXIX.

P R O B L E M A S K E S O L V I D O S

. Quantos algarismos são precisos para se escreverem: l.o — as

do de milhares; 2P — as dezenas de unidades simples; 3.° — aszenas de milhares; 4P — os milhões; 5.° — as centenas de milhões;

" • ■— o s b i l h õ e s ?

c i n o — q u a t r o a l g a r i s m o s ; 2 P — d o i s a l g a r i s m o s ; B P —

dov ° .^'ff^i'ismos; 4.0 — sete algarismos; 5.o — novo algainsmos; 6.o —

algarismos.

^'ismos 0^*3^' *5 menor número de três algarismos expresso pelos

alga-Res posta: 305.

Escreva, em ordem crescente, os dois números que podem ser

i"lados com os algarismos 8 e 9.

R e s p o s t a : 8 9 e 9 8 .

d. O algarismo 8 ocupa, num númei-o inteiro, a quinta casa; qual

2>eu valor relativo? E o seu valor absoluto?

(12)

é de 8 unidades? relativo é de 80 060 unidades. O valor abseíut* centenas de unMadersimp°es-^3 dezenas de milhares; 2.° — as

milhões; 5.o _ as centenas de'bilhõÍ®. milhares; 4.° — os

ordemda°7.a~ordem^ 6.°^ —'da^l^ ordem; 3.o — da 4.»

rismoa iguS* a rnenov do que 25 que tem a soma dos seus

alga-■Resposfa: 19.

vêzes é ?ícruí algarismos de 10 a 99, quantas

•Resposta: 19.

números?^l"^°l, nfpara escrever todos os

-Resposta: No sistema setenár?n°" sistema duodecimal? Q duodecimal seriam necocoí? ^®c®ssários 7 algarismos.

9. Quantos números existpm a algarismos,

rismos. E de quatro algarismos? algarismos? E de três

alga-fo. ^0 SOofyoSJ

e em 654 000 ? ha em 3 300 unidades; em 60 000; em 4 793 200

««apoaía: 33; 600; 47932; 6 540.

2 0

OPERAÇÕES ARITMÉTICAS

í - *^Perações aritméticas. — São as on^cões

I Çoes que podemos fazer com os números. Ha . . ^

qyoten-aritméticas: adição, subtração,

^Põo e radiciação. Destas são consideradas como

f'^ndainentais a adição, a subtração, a rvul vp ^, outras'

porque representam o fundamento ou base de todas as outras.

...â

" w :

2 ™ » » »

í = = a r * o 2 s s .

lado procurado".

Q T> J «,o nneracão. — É uma outra operação que

3. Prova de uma operaça jj^eira. Há duas espécies serve para verificar a exatidao P ■

loprovas, geralmente usadas, a proi;a reate

Pode-se tkmbém empregar a prova dos 4, dos 11, etc. ^

«sõn .«ís fifíuras usadas em

arit-4. Sinais antmetic .^^ abreviado, as operações ou mos

trar as''re'Íações'Tu'^ existem entre duas ou mais quantidades.

Os sZiriTpfegffos em aritmética são os seguintes:

O sinal de somar é .. • -b 9"® jí;

o sinal de dividi? é .... ^ que se e: por.

O sinal de igualdade e = que se le. ipiraí a.

(13)

Além desses sinais, há os seguintes;

O sinal de razão

2 proporção" ".O sinal de desigualdade

O sinal de desigualdade . <

O sinal de raiz quadrada V

O sina de-raiz cúbica

de agregação > < O q u e s e l ê : q u e s e l ê : q u e s e l ê : q u e s e l ê : . que se lê; que se lê: que se lê: está 2)ura. assim como. ■maior do que. menor do que. raiz quadrada, r a i z c i i h i c a . Varênteses. Operações

Ção, mulTip?feaçãrT°dÍv^- que podemos

fm ção, a regS o rei elementos u adição, subtra-"ficar a exaUdáo das " " demonstração «

de-n o v e s . O s s i n a i s S ã o d u a s n P a i ' » ^ e

-antmeticos sorvem p.TinkZ'2 ^

"-ar as opevaçoo.s.

' Que são on "QUESTIONÁRIO

Ç5es fundamenUis''^"^ ^."^méticas? Quais - i

operação?' ®'®"^«ntos dê i.m«

opera-• Quais são os sinais usadas"^ Que é prova

^Jnais aritméticos? sao sinais aritméti

1 - C o m p l e t e . E T E S T E S

do oatra A oJaçao çue serve

4 . umere a segunda"eoÍi'm"' ^ <^lementosN u m e r a „ - i / - » » .

fl ) ^ ^ e o m a p r i m e i r a : d i -p a r a d e (21 S"^! de somar <3l Í4) «inal dediM^?d^^^- ( )( ) ( ) ( ) X - f A D I C Ã O 1 . ' ^ m i v 2. a ) 2 2 —

í^eflnição- — Adição é a operação que tem por fiin

uií í» -vã iíúmcro tôdas as puídades contidas em dois

núniíi'^ ^"o«í:'ro.«r dado.^. Para indicar a adição de dois ou mais ^adno^°"^ ^uiprega-se o .sinal -f-," que se lê: »2«/s. Os números

e o ).« /ouiar denominam-se jyarcelas ou têrmos da adiçao,

operação denomina-se soma ou total, rara

le-(lade " ^ ° i'e.sultaclü da adição de 3, 2 e 1 escrevemos a

igual-3 + 2 + 1 = 6

I^ropriedades da adição.

'4 ordem das parcelas não altera a soma.

3 _|_ 2 + 1 = 6

2 + 3 + 1 = 6 1 + 3 + 2 = 6

l^arcelas podem ser st niadas duas a duas,

3 + 2 + 4 +-5 5 + 9

íj substiUiir, nima adição, uma paieela V

^^^'dicada, do m-esmo valor que a parcela.

5 + 9 ou (3 + 2) + 9

Uma adição dá sempre o mesmo lesulta

5 + 9 dão sempre 14

1 4 1 4

(14)

nas e banaíias, 070^0 homogêneas:

baiia-f) A somu é iZr; T lT ^ meninos, etc.

quando somamos bananas com (l<ts imrcelüs:

n o r e s u l t a d o : b a n a n a s , a c h a m o s b a n a n a s

35 bananas + 27 bananas = 62 ba^nas.

2 + 5 = 7 + 4 1 1 5 + 4 2 = 3 + 4 r j 3. Prática da adirãr»

•on;^ S^'lT n

' nnidades, encontramí- ®^P"^Pondo os

núme-c

í

1

1

"

-

- i d a d e s

a u e

t ê m

Na prática, fazem ^"*"'^'^^"^^ + ^ + 1 = 7

s°oína díif"1'rc ' "número compos

t a

P- conseguinte: i^to é, 10 dWnare''2^unfd"ad\t

— 2 4 — V i \ 5 + 97 5 + 9 7 = 1 0 2 o u 1 0 2

(adição de números compostos): Seja efetuar a

modn + 275. Colocamos os números das parcelas de

cnlíT unidades de uma mesma ordem fiquem na mesma

coluna vertical. Assim;

2 4

1 3 6

+ 2 7 5

4 3 5

a a operação pelas unidades simples, encontramos

o 15 Escrevemos 5 na coluna unidades, sob

húniern 1 dezena restante à soma d gQij,.ou da

soiiia dados. Somando as dezenas, inclusive a q coluna

C unidades, encontramos 13. Escrevemos 3 na^coluna

^^3 cent^^® ® 1'eservamos 1 centena para 3®^» as centenas,

^erescifi das parcelas. Somando, em seg » ^

quTef qne^roveio da soma das f n^Ttal da "om^ é,

cojjio ,, ^^evemos na coluna das centenas. O

^ Vemos: áa?;

(15)

oTel'®" ordem, por eLm T" ,as

O segundo resultado deve ser igu7fn°'j!' para cima.

b) Prova dos noves- tív Pi'imeiro.

®'.®^P?radamente, osn^eTdTJ^ «s par-

^ P-ovâve, c,u:~ - - clois t.su.tados

S'o f% "uma'

adllM"-â ° '-«sPltado Um rtg,° '' mentalmente,

faz-se: 437 + 200°?"50 ^6.437 +™!"

r e s u m o « l ü S U M O

contidas^^em°dSr em um - •

l e s m n t r . . ! . , . . ' . a d i ç ã o , u m a u a r

-Sg^e:5- £Í^ ?aír^

dad f simples; se, de ala?,^ oi'dem ÍÍp números, somam-se

^^•neçar a operação Ss Í ®

peias ordens mais -elevadas.

questionário priedades ^aadição' o,, ,

SO calcula, mentalmente, uma 1 - E s c r e v e r n o E T E S T E S

Igualdades: 6 + r ^os pontos2- Complete estas fJ' ^2+ (• .'.r="2?^T completam

2enas de7âÂT'o~f'^ '^eios'centos ãt ri''li--- ■ ' ■■ a s

iTris%í'^^

— 2 6

,; SubUnlio a resposta certa: Quantas unidades simples há cm 100

S''""''Vn<^ T f""""" - "000). Meio oúlhar quantas dezenas são?'" — lOO;. Quantos miuntos há cm duas horas c meia ? <120

"IO — 1o O).

'^* Efetuo a.s sejíuintes adições o tire as provas: 473 4- 279 = 82/ + 3(55= .. . ; 8 32.5 -f 487 -(- 250 = , ..; 13 253 ^ 1 805 J- 463 ='. ".'

P R O l í L C M A S R E S O L V I D O S

1. Carlo.s Mag-no nasceu em 742 o morreu com 72 anos de idade.

Em que ano morreu?

íáuluçüo — Carlos Mof/no morreu no ano: 742 -f- 72 = 814,

2. ^ Ror quanto vendeu um comerciante uma poça de fazenda,

sa-oendo-se que êle a comprou por 432 cruzeiros e ganhou, na venda 8.5

c r u z e i r o s ? '

Sohição — O comerciante vendeu a peça dc fazenda por: 432 -f 85 =

— 5 1 7 c r u z e i r o s .

. ^ 3. Um homem vendeu um cavalo por 825 cruzeiros e teve um pre juízo de 49 cruzcÍ3'os. Por quanto adquiriu o homem o cavalo?

Solução — O homem adquiriu o cavalo por: 825 -f 49 = 874 cru

z e i r o s .

4. Três pessoas repartem, entre si, uma certa importância em di

nheiro: a primeira recebe 125 cruzeiros; a segunda 97 cruzeiros, e a

terceira 137 cruzeiros. Qual a importância repartida?

Solução — A importância repartida c: 125 -1- 97 -- 137 = 395 cru

z e i r o s .

5. Uin fazendeiro leva 3 cestas com ovos ao mercado. A primeira cesta contém 200 ovos; a segunda, 50 ovos mais do que a primeira, e a

terceira 100 ovos mais do que a segunda. Qual o número total de ovos

d o s t r ê s c e s t o s ?

Solução — O segundo cesto contém: 200 4- 50 = 250 ovos. O

ter-ccíj-o cesto contém-, 250 -f- 100 = 350 ovos. E os 3 cestos juntos contêm- ' 200 + 250 -f 350 = 800 ovos.

(16)

SUBTRAÇÃO I l í f ' "

a) tirar um númei-o menm^u " ? "Peração que tem por fim ■

S : d o i s

termvmr a outra. purcelas e ttma delas,

6 ^^Prega-se o sinal que se

lê-« lê-« " lê-« - o ^ f o " o

1 4 _ i O ■

14 + 3 »■+ 3 1 11 7

trasndo. oTeXlt Sa: e do

«<6-1 9 - 7 1 2 19 — 3 7 ^ 3 28 1 6 4 1 2

c) SoHHfmlo mu uírun-yo qualr/ucr ao uiúiueudo, o resfo

jicai'u auiiwiüuão (Ivhhc )iÚ))\cvo:

1 5 — 4 1 1 15 + 2 = 17 — 4 1 3

4 ■Dwm'ii.iiwirfo um uúmero qualquer do minuend^} o res

to ficará diminuído dêsse número:

1 6 — 5 1 1 1 6 — 2 = 1 4 ~ 5 9

e) Somando um número qualquer ao subfraendo, o resto

ficará dimimtído dêsse número:

1 0

— 6 6 + 2 =: 1 0

f) ^ Diminuindo um número qualquer do subtraendo, o

resto ficará aumentado dêsse número: 1 0

— 6 6 — 2 = 41 0

4 6

g) Só se podem subtrair quantidades homogêneas: ba nanas menos bananas, ovos menos ovos, etc.

h) A subtração dá sempre o mesmo resultado: 9 5 são sempre 4.

i) A soma do resto com o subtraendo é iqual ao

mi-n u e mi-n d o :

9 m i n u e n d o

—^ 5 subtraendo 4 + 5 =z 9

4 r e s t o

(17)

q u e : q u a n d o o m i n u e n d o « « « j e H f a "■ ®

auvienta ou diminui- e auanílf^ (hminui, o resto também

m m m , o r e s t o ó u c i m e n t a o u r f í

-^ 3. Prática da subtração — i o -^ / , ,

sac numeres simules') • *. (subtraendo e resto

tirar cie 7 cada uma cias ^ - 3- Basta

contar a partir de 7 em ordem decrescénteT''

7 menos 1, q 6 menos i, 5 5 menos 1, 4

mos a sutoação iSníataente. ~ ^ Na prática,

íaze-rfetuar a subtração ™45 l-'sfg compostos) : Seia

modo que as .unidades de cada "timeros de

coluna vertical. Assim ■ fiquem colocadas na

mes-6 4 5 — 3 2 9

dades não pídlmos^ubtrmr if unidades. Como de 5

uni-zenas 1 dezena e convertemoln ""'''udes, tiramos das 4 de-

as S hades, dão 15 unTfc " unidades, que, reunidas

3 dS; 6 imidide^ As i® tiramos 9

uni-tirando-lhes 2 rlpyp^ dezenas ficaram valendo

na mente 6 centenas menos 3 1 dezena fÍ

^ultado da subtração ? portanto : ^ '=®'"«"as, O

re-6 4 5 — 3 2 9 -5

b a i x o d o o s u b t r a e n d o p o )

- -.-««! SA-J: ;-,S"

— 3 0 ^

tir da direita, de cada atr/arismo do mhiuevdo o algans-mo cor-respoiidcntc do subtracndo. Cafio a subtração não seja. possí vel, vücorre-se a uma unidade de ordem imediatamente

supe-nor que se reúne à ordem considerada para prosseguir-se na

operação."

6. Complemento aritmético. — Complemento aritmético

de um número é o que falta a esse número para formar wna

unidade de ordem imediatamente superior à ordem de suàs

unidades mais elevadas. Em outras palavras: complemento aritmético de um número é outro número que, somado com

aquêle, dá uma unidade seguida de tantos zeros quantos são os a l g a r i s m o s d o n ú m e r o d a d o . A s s i m :

o complemento de 36 será 100 — 36 = 64. o complemento de 452 será 1 000 — 452 = 548. o complemento de 5 347 será 10 000 — 5 347 = 4 653. 7. Prova da subtração. — a) Prova real: Consiste em somar o subtraendo com o resto. O resultado deverá ser igual

ao minuendo. b) Prova dos noves: Tiram-se os noves do mi nuendo e, em seguida, do subtraendo com o resto. Os dois restos

devem ser iguais.

8. Cálculo mental da subtração. - Há vários processos. Um dos mais rápidos consiste em começar a operação pelas

ordens mais elevadas. Exemplo: 683 — 245 = 683 — 200 —

- 4 0 — 5 .

R E S U M O

Subtrâçüo é a operação quo teni por fini tivav uni iiúniero menor de

outro maior. O sinal da subtração é: —. Os números dados na subtração chamam-se termos. O número maior é o minuendo, e o menor, subtraen do. O resultado da subtração denomina-se rosto, excesso ou diferença. Regra da subtração: Escreve-se o subtraendo por baixo do mijiuéndo, de forma que as unidades da mesma ordem se correspondam em coluna vertical. Subtrai-so a seguir, a partir da direita, de cada algarismo do minuendo o algarismo correspondente do subtraendo. Caso a subtração

não seja possível, recorre-se a uma unidade de ordem imediatamente su

perior que se reúne à ordem considerada para prosseguir na operação. Complemento aritmético de um número é o que falta a esse número para formar uma unidade de ordem imediatamente superior à ordem de suas unidades mais elevadas. Provas da subtração: real e dos noves. Cálculo

niental da subtração: começar a operação pelas ordens mais elevadas.

(18)

QUESTIOXÁRIO

1

Quais as PropriedSes ía"con'^ T «L'1'l-iagíio^

a regra da subtração' Onp a " i so efetua a subtração? Qual

Quais as provas da suMracío' T aritmético do um número? subtração? subtiaçao? Como so calcula, montalmonte, unia

exercícios e testes ^ A J X C i O l l l j o

S - T - 7 t ' T . . u

rfc^'ta/a"'K-c4T.wU*ri/'fa;:r--f

problemas resolvidos J . i - i : ' O U i . v i U 0 S '^ho? comprar-"um ü™ de 29 inçao — Tenho: 29 24 — i; ™^:™aetou 1578

.esto^- -^1,6 679 = 35 055.

58 635 — 27 na = 31522. 3 2 — MULTIPLICAÇÃO

1. Definição. — UidtiplicaçLW é a operação que tc-m por

fim-, dados dois uímeros, repetir nni dêles como parcela, tan tas vezes quantas forem as unidades do outro. ^4 mídtiplicação pode ser considerada como uma soma de parcelas iguais. Por exemplo, multiplicar 9 por 5 é o mesmo que repetir 9 cinco

vezes. Assim,

5X9 = í>-1-9 + 9 + 9 + 9

Os números que figuram numa multiplicação chamam-se fatores. O número que se multiplica, isto é, que figuia como parcela que vai ser repetida, chama-se multiplicando, o nume

ro pelo qual êste se multiplica chama-se multiplicad^-; e o re

sultado da multiplicação tem o nome de produto. O sinal da multiplicação é X ou ., que se lê: mídtiphcado por oii vezes. Assim 7X3 lê-se: 7 multiplicado por 3 ou 7 vezes 3. Quando o multiplicador é número composto aparecem primeiro os 2JTo-dutos 2R<rcirt/s que, somados, dão o p)oduto total.

26 multiplicando ] I í 15 multiplicador J 1 3 0 2 6 1." produto parcial 2.* produto parcial 390 produto total 2. Propriedades da multiplicação.

/«fores Rfío altera o produto. Exemplo:

— 3 3 —

(19)

1 X 2 X 5 = 40

2 X 4 X 5 = 40

b ) x r . ^ X 4 X 2 - 4 O

4 X 2 X 5 = 8 X 5

V r o d u t o f " t o r p o r v m ^

tiphca^se cada uma. S"'UíSs^2»r -""' '"" ■"''""oro, mul-

' |« + 6) X 3 = 44 X 3 I r

1

14 X 3 = 42

8 X 3 + 6 ^ 3

Vor êsse

número.-( 1 4

( 1 4 8) X 28) X 2 6 X 2

14 X 2

-/ X ^ — j^4 12

V o r Z Z n Z v f ^

Exemplo: ' fica multipicZ'^^ nm qyrocluto

Voi esse número.

®

8 X 3

1 2 8 X 4 3 2 2 4 4 9 6 u m a T "

remtcuhc. Exemplo?'" «« Po-^oel^dTl'?' '"'"^mica-se

( 2 - í - - 4 ^ x y / o ' . . • ' " " ^ ^ " ^ K t i n - s e o s

^2 + 4) X (3 + 5)'=,2^3

P h) o prod,2 + 42 + ^0 =+48 ^^ + 4X5 =

Exemplo: ® mesma espécie d

m V , . " " M i p i i c a n d o .- Cr§3,00

48 m

Cr$o,60 X 5

» m X 6

3 4

3. Prática da multiplicação. — i° caso (multiplicação de dois números çle um algarismo) : Seja, por exemplo, efe tuar a multiplicação 8x4. De acordo com a definição, temos:

8X4 = 8 + 8 + 8 + 8 = 32 Na prática, fazemos a multiplicação

mentalmente, com auxílio da tabuacla. Pode mos também utilizar, para êsse fim, a túbna de PiUiijoras. Esta tábua é construída

escre-vendo-se em uma primeira linha horizontal a sucessão natural dos números de 1 a 9, na segunda linha a soma de cada número da pri

meira linha com êle mesmo; de um modo

geral, cada uma das outras linhas é obtida

somando-se os números da linha anterior aos

números, correspondentes da primeira.

Pitiigoraa. filósofo e maremático grego da A n t i g ü i d a d e l 2 3 4 5 1 6 7 8 9 2 4 6 8 ! 0 1 2 1 4 16 1 8 1 ' 6 9 1 2 15 1 3 21 2 4 27 j ! 8 J7. 1 8 2 0 2 4 2 B 5 2 36 1 i 5 1 0 1 3 ^ 2 3 : o 5 5 45 ; 6 1 2 1 8 2 4 3 0 3 5 4 2 4 8

54 j

7 1 4 2 1 1>3 3 5 4 2 4 9 5 6 63 j 1 5 2 4 3 2 4 0 4 3 5 6 6 4 7 2 9 1 0 2 7 3 5 1 4 5 5 4 6 3 7 2 8 1

Seja calcular nesta tábua o produto -de 8 por 4. Procura-se, "''(primeira coluna à esquerda, um dos números, por exemplo', ^ 8, e na primeira coluna acima o outro número, 4. Do

núme-8, segue-se horizontalmente para a direita e do número 4. v^i'ticalmente para baixo. O cruzamento das duas colunas

(20)

tsiitliriâ o iDrodiifr» río q

tábua. 4, que é 32, conforme se vê na

número simples) : Seía^mulffnn"^ número composto por um

do multiplicando ír? 7 ^Multiplica-se

duzmdo as reservas de cada orrlp^i" multiplicador 5,

con-fazemos na adição. Arma-se p ^ ordem seguinte, como

gumte modo; ® efetua-se a multiplicação do

se-1 6 7

X 5 8 3 5

?ompostos) ; Seja i í n Z i V o l o a r i s i n o s v o r m i t r ^ u m n ü m e

-Sa Z,'- " durnZlTZf.'' Z «'■-'« dá mul-

ordem ao multipUcJ^Z folol f '"'' unidades de

4 2 5 X 2 4 8 3400 1700 8 5 0 105400

: sísS ES'^'i - -iíE.:-;.

■»«-■ya dos noves ■ i -> + ■ luociente igual ao nnfrÜ +-^? certa,

-S'e ti?ars?of -'"^ipbcado;-

úo resultal-7„"^^^tipliea„,.3e ,3 3

' • tiram-se os

no-— 3 6 - .

ves cio produto dos números; 4." — se os 2 últimos resultados

forem iguais, a operação estará provavelmente certa.

5. Cálculo mental da multiplicação. — a) Começa-se a

multiplicação pelas ordens mais elevadas do multiplicando: 45 X 6; 40 X 8 = 240; 5 X. 6 ^ 30; 240 H- 30 = 270

b) Emprego dos números reclomlos:

64 X' 08; 64 X 100 rn 6400; 64 X 2 = 128;

6 4 0 0 — 1 2 8 = 6 2 7 2

6. Multiplicação por 10, 100, 1000. — Para imiUiplicar um número'inteiro por 10, isto é, para torná-lo dez vezes maior, basta acrescentar um zero à sua direita; para multiplicá-lo por

100, isto é, torná-lo cem vezes maior, basta acrescentar dois

zeros à sua direita; e assim por diante. Daí a regra geral:

acrescentam-se tantos zeros á direita do mídtiplicando quantos

forem os do raultiplicador. Exemplos:

345 X 10 = 3 450. 86 X 100 = 8 600. 28 X 1 000 = 28 000.

R E S U M O

Multiplicação é a oporação que tem por fim, dados dois números, repetir um deles como parcela, tantas vezes quantas forem as unidades do outro. O sinal da multiplicação é x ou . . Os números que figuram

numa multiplicação chamam-se fatores. O número que se multiplica

cha-nia-se multiplicando;' o número pelo qual êste se multiplica chama-se multiplicador; o o resultado da multiplicação, produto. Regra da multi

plicação: Para multiplicar um número de vários algarismos por outro de vários algarismos, multipliçam-se sucessivamente as unidades de cada

ordem do multiplicando, a partir das unidades simples, pelas unidades

de cada ordem do multiplicador, colocando-se cada um dos produtos par ciais de modo que o último algari-smo da direita fique colocado na mesma coluna que o correspondente do multiplicador; somam-se os produtos

p a r c i a i s o b t i d o s . P r o v a s d a m u l t i p l i c a ç ã o : i e a l e d o s n o v e s . C á l c u l o m e n -da multiplicação: a) começa-se a multiplicação pelas ordens mais

elevadas do multiplicando; b) empregam-se números redondos.

QUESTIONÁRIO

Qne é multiplicação? Que nomes têm os números que figuram

numa multiplicação? Quais as propriedades da multiplicação? Como

se efetua a multiplicação? Quais as provas da multiplicação? Como se

(21)

mero por TÍ^lOol^^lÓoo'?^ "^ultiplieação? Como sc nuiU'iplica um

nú-EXERCÍCIOS E TESTES

~ E o niZZ% ^czfpLtortZe^liT r'°'' "n "f 'de

• O — E d c 8 7 3 ? P J : ' • . ■ • ■ — o t r i p l o « t o qaíiüupío dc 0 3^7 '^ 8 y ( a s i g u a l d a d e s : 8 v í n _ .- 2 d u z m s ; 8 x ( ) - V r ' X 7 = 4 9 ; Í 7 t » / o . 7 r e t i c ê n c i a s . " f l o f n , ^ d e z e n a s . /tro« o- •••^- «« (■■ ) d! 60 <•••)• « o quhf

4 Coloár"® himnfas sS

= 49"4- 7^ ^ ° "umero conveniente nn ir"' \

em''duas\oras'c me"? o'"''l'' "' Q"""',"?

" " 1 " " ~ / 5 0 " ! ! . ^ n ' o " í l ' " í ? í

-B"x^T,n-.45 X 354,3;

problemas resolvidos 1 n 4 « i i ' S U L V I D O S

'ZL,."'-'oT," '"■'" ■■""'■" •■■"" ■■— '•" »

S o l u ç ã o - o ^ p e ç a t e m

'"'4o7

d i a p / . v . „ . ' " q u i l ô m e t r o s « o i . i , X o

cidad'e ayíiJr?'Br B + ^> X 3 = 3 ^

— o o u q u i -— 3 8 —

5. Um operário ganha 4 cruzeiros por dia e trabalha 24 dias por més. Que quantia recebe por 5 meses do trabalho?

Solução O operário recebe: 4 cruzeiros x 24 X 5 = 380 cruzeiros.

i). Um número tem que ser multiplicado por 28. Como se pode obter

o produto fazendo duas multiplicações de um só algarismo?

Solução — Muifiplie.ci-sc o número dado por 4 e o rc.sulfado por 7. 7. Dez operário.s levaram 4 dias do 12 horas para lavrar um ter

reno de 5 alqueires. Quantas horas empregaram nesse trabalho?

Solução — Emprerjarom 12 X 4 = 48 horas.

8. Sabemlo-se que o som percorre 342 metros por segundo, cal c u l a r q u a n t o s m e t r o s p e r c o r r e r á e m 2 h o r a s . . ^ ?

Solução Uma- hora Icm GO minutos c um minuto tem 60 segundos;

logo, o-som percorrerá em 2 horas: 60 X 60 X 2 X 342 metros =

2 4 6 2 4 0 0 m e t r o s .

(22)

d i v i s ã o r ^®ÍÍniÇâO 7~>' •

-r>or fi.;n que se diviríô + Poi*que 36 contém o Assim, 36

-di-dividendo é divicUdn "n""® 9 "^mero

tem o nomo """O chama-se divi^nv ^ "umero pelo qual o

MÇSes, fica poVd"vTÍ|b-'V " que" em"ai^® opqiaçqq

'ít, S«s ;r" ° ""ü. te rt

podemos dize? "multiplicado pelo divi^ ^'

Aw; dados o ^ divisão é a onerL'^''^ ° dividendo,

o o u t r o . S e r . m . « n ú m e i - a ^ o , ? ? o / '

u m d e l e s , o " ^ 8 é o p r o d u t o d e t e r m i ' d a v

f^to de do?sSa,'^f^ 6. Donde eonnf^^' """meros e 6 é

Ç X 8 — 48 48 • r Por um dêlf^i ^l""mos que o

pro-• pro-• T t : ^ ' ■ t e

steHte5»,""fe„"„íte —■ ■«»•'•

quociente. Exemplof ® ie^al ao produto ''''

n , s . j d i v i s o r p e l o Dividendo 16 I 2 n- . 1^ Divisor J^-esto O 8 n Quociente

-•---teteteíítetete

um resto que é sempre menor que o divisor. Na divisão com

resto o dividendo é igual ao procluto do quociente pelo divisor,

somado com o resto. Exemplo: 2 0

2

3 X 6 - h 2 = 2 0

3. Propriedades da divisão, -i— a) Mídíip/ícíoído-se ou

dividimlo-se o dividendo e o divisor pelo mesmo número, o quo ciente não se ídtcra, mas o reato fica- iHídí/p/icado ou dividido por esse número. Exemplo:

1 5 3 2 1 5 X 2 = 3 0 3 0 6 X 2 = 1 2 0 6 3 X 2 = 6 1 2

b) Quando se nmltiplica o dividendo de uma divisão exata por um número, o quociente fica multiphcado por esse numero.

Exemplo:

24 I 8 24 X 5 = 120 120 [ 8

0 3 3 X 5 = 1 5

c) Quando se divide o dividendo de uma divisão exata por um número, o quociente fica dnvidÂxlo por esse mmero.

Exemplo:

24 ^ 2 = 12 12 1_3_

O 4 2 4

O 8 ^ 2 = 4

d) Quando se multiplica o divisor de uma dtvísao exata

. .L .te..,,.... ^ nunmeute fica dividido por esse numero. por um número, o quociente fica

Exemplo: e 6 - 2 = 1 2 4 8 8 — 2 = 4 0 0 4 8 O 1 2 8 ^ 4 1 —

(23)

® ) Q ^ i ü n á o s e ? • .

E x e C í õ : ' ' " '

i " - Í I U O j ) ( j ) n u w e r o .

"

' ^ ' ° ' '

4 ® L L 6 - ^ - 2 - 0 o ^ ^ 8 I 3

f) Para dividir ^ — 16 o 16

"8 - 2 ^ 2 ^

^ i r m

-(12+ 8) ^4'=/

0 , - j . - P i f a d i v i r l ò ^ . =

1 ' '

14) - 7 = 1 14) ^ 7 2 i ) P — 1 4 - i - 7 _ Q

«■Mwie?-o &nl? 'ii'Mir ivm ^^voãitto ài> ' - ^ 2 = i

Exemplo; íím rfo.s /aíôrerT/'''-?°^'®®

( 1 4 y 6 ) 9 . n ú m e r o . ( 1 4 X 6 ) 2 .

i) O resío é se?wm-e a„ ' ^ X ^ = 42

chamado o 8 e deSa „ Que 4Í S™°'

" — .

. " •

r i

^ e . ^ ' c e s s o ,

— 4 2

J." Cffso (divisão de dois números quaisquer). Regra:

a) Escreve-se o divisor à direita do dividendo, separado por um risco, sublinha-se o divisor e, sob o risco, escreve-se o

quo-ciente; b) Separam-se, no dividemlo, tantos algarismos quan tos contém o divisor, e mai.s um ainda, se o número formado

pelos algarismos separados fòr menor que o divisor. Êste nú

mero é o primeiro dividendo parcial; c) Acha-se quantas vezes o divisor está contido no primeiro dividendo parcial, e o resultado escreve-se no quociente; d) Multiplicyse o divisor pelo número achado e o produto subtrai-se do dividendo; o res to, junto com o algarismo seguinte do dividendo, forma um novo dividendo parcial. Assim se continua, até serem divididas

todas as ordens do dividendo total.

Exemplos: a)'Seja dividir 486 por 3:

D i v i s o r Quociente 4 8 6 1 3 8 1 6 2 1 8 1 8 0 0 6 6 0 0 0

b) Seja dividir 6 495 por 25:

Dividendo 6495 [_2^ Divisor 5 0 2 5 9 Q u o c i e n t e 2." Dividendo parcial 149 1 2 5 3." Dividendo parcial 0245 2 2 5 Resto 0 2 0 — 4 3 —

(24)

Í6850 ^1=150; 150jo

-« „ 7 - ^ 1 0 2 S I T ' ' 3 3 7

oo ^> -0... , iisJe^-ooo/^Veor r,- =

Palos UtovZ^t'^isoes sv.. ■

^ 15 ^ Ser-T'^g""" °

(3 \

" S t a £ i 2 S ' i " v s

^ 400 100 _

' * ' ' I ' ^ ' - o r 1 0 0 0 = 2 7 6 .

Roberto p •^®ixoto, "Mof^ .

■"«eíff^ióííca»

— 44

R E S U M O

Divisão V a operação que tem por fim achar quantas vezes um nú-niero contém o outro. Ó sinal de divisão é — ou : .0 número que se di vide tem o iiom<> de dividendo; o número pelo qual o dividendo é dividido

chama-se divisor; o resultado da operação tem o nome de quocicnte, e a

quantidade que, às vezes, fica por di\ndir chama-se resto. As divisões

podem ser: exatas c não exatas ou com resto. Regra da divisão: a) Es creve-se o divisor n direita do dividendo, separado por um risco, subli

nha-se o divi.sor o, sob o risco, escreve-se o quocicnte; b) Separam-se, no dividendo, tantos algarismos (juantos contém o divisor, e mais ainda, se

o número formado peles algarismos separados fôr menor que o divisor;

este número é o primeiro dividendo parcial; c) Acba-se quantas vezes

o divisor c.ít:i contido no primeiro dividendo parcial, e o resultado es creve-se no quociente; d) ;VluItii)lica-se o divisor pelo número achado e

n produto subtrai-.so do dividendo; o resto junto com o algarismo

sc-fi'uintc do ciividendo forma um novo dividendo pare%-il. Assim se conti

nua, até serem divididas todas as ordens do dividendo "total. Provas da

nivisão: r.al o dor noves. Cálculo mental da divisão: a) pela multipli cação; b) por divisões sucessivas.

QUESTIONÁRIO

. Que é divisão? Que nomes têm os números que figuram numa di visão? Quais as propriedades da divisão? Como se efetua a divisão?

Wais as provas da divisão? Como se calcula, mentalmente, uma

divi-suo? Como SC divide um número por 10, 100, 1 000 ?

EXERCÍCIOS E TESTES

1. Efetue: 587 -f- 29 = : 12G5 -h 84 rr ; G 937 ^ 234 = ;

352 ^ 475 _ .

2- Complete:

a) Quociente X divisor + = dividendo.

b ) 4 - 5 = 1 9 7 5 3 .

e ) 4 6 X = 1 0 8 0 . d ) 3 7 X = 1 7 0 2 . Sublinhe a resposta certa:

a) A 4.a parte da metade de 80: 10 20 30.

b) Em 23(5 sc se tirar o algarismo ^, quantas dezenas lia;

2 — 2 6 — G .

Escreva a resposta nos parênteses:

a) Dividir o triplo de 4 259 por 97 e escrever o resto, se

hoii-b) A^iinta paVte^de meio milheiro de laranjas é ( )

l a r a n j a s .

(25)

zeiros^^cada"!,^.*'^'' "uzeiros (.

aH« >,_.. io deixon se/tianas e J w-fortu„; ,i. "'»•

) carneiros a 250

cru-P^a f f --els r . ,r

Í S-Ss9;-n,.H„a a a

Solnção _ r„/'"has de 48 i r^'^s. Quanta^' nV ? ^-5 = 08 dias.

? ^^^^0 ícin 78?co«sf„ ■ P-^ííinas tern, se cada

^<>i«fão POÍ' isso, n£°'' ®f'^®"do-SG que^hí"""^- Quanto

tem-=

f e S - -

-

- H „

4

.

-""Vr'ZT^S': "■= f-enda custa ' ^g'3%-=

. Q u a u t o s e t e u . cheiros. ^ ''"'^'prados 10 ^117 ^ o ' ® v e n d ( » ^ ^ ^ ^ P e l e i r n ^ ® ' ' - s e - ? a 7 » ^ " ~ c r u z e i r o s .

" 't^!i.T^^&C\tv''.. ..r," '" " "

-q u a n t o " e g o c i a n t o ^ i fi K ^ 2 9 _ de 32 vender -85 dm;?-8 - gr^^ ctyzciros. pTi2eu*os sôhro Uietro de«e ^®íi*os poj* q _, l^c.pcus.

U m 1 1 7 . ^

Sois?

horas. i . P o r l u c r o + 3 2 = 11 7 1 1 7 . ' 8 c

=5-= Sol-

d°„£|7ycTÍ«|>Úf,«::^-^;-Solução Durante ãs 3 últimas horas o irem deve percorrer: 315

<iaiioinctros — I8G qnUninciros — 129 quilômetros.

^ Se cm 3 horas percorreu, 129 quilômetros, cm 1 hora percorrerá 3

Vezes menos ou: 129 quilômetros -í- 3 = 43 quilômetros.

fi9A operário ganha 5 000 cruzeiros por ano e quer economizar b2U cruzeiros. (Juanto pode gastar por mês? E por dia?

Solução — Èssc operário pode gastar por avo: 5 000 cruzeiros — G20

cruzeiros = 4 380 cruzeiros. Em cada mês poderá gastar 12 vêzcs menos

o!í' '^880 cruzeiros '-í- 12 = 3G5 cruzeiros. E, em cada dia, poderá gastar

065 vezes menos ou: 4 380 ~ 365 = 12 cruzeiros.

(26)

POTENCIAÇÃO

1 D e f " ■

ÍJ-m^ acL- TLfLl- y'""»f'oé u2 X X 8 X 3 = 81

fatores iguais. Exemnf ^ Que tetn po?'

9 numero que se r! ? ' ^ X 2 y o í o "^"'fipíicação de

quantas fatm^é al,! ><2 x 2 = 2'=.

G^au da í)otêno-)n - foi I'epetidn « número que J o número indicarln "úmero de faf-^ ° ^^^'fioente.

2- potência chama so A 00?^®-'®""'® ''epetidos.

^ poté^eirdo%'r

'■"-cuboliLV^-'po'^det a 1..

po-Decini. "^ias de pvq, ® ^ X 5 v e: ^ o" cinco ao' chamadas 4.» potên "ão" têm7ip '

„ ,.2. Propriedades ^ 5." potêncS

es-Poteoicias da j ^"^cnciacão ' P"fcncia etc.

■-^poentes. Exemplo; ^"'^serv«-se ft '^^ínltipHcar

■• -«.»»i L°:,.

4 ® - : . . 4 " 4 ® ^ ^ ^ " t r a e m - s e

^Í^^-Í21l2i£>£4: X 4

4 X 4 = 4 ^ 4 " ^ 4 : i . — 4 8 ^ o g o u

c) PüVd elevar iim produto a uma potência, hasta elevar cada /dhir a essa potcncia. Exemplo:

(5 X 3) ■' 1= õ X 3 X 5 X 3 X 5 X 3 = 5^ X 3^

d) Paip. elevar uma potência a outra potência, multipli

co m-se <m e.vpooites.' Exemplo:

o u

{6^')^ = C-' X 6=' X 6'' X 6"' = (6.1)4 ^ enx-t 33

6'-3. Prática da polenciação. — a) Seja elevar 3 a 6.^ po

tência, isto é, efetuar 3". De acordo com a definição, teremos

que repetir 3 como fator 6 vêzes:

3 X 3 9 8 1 X 3 2 4 3 X 3 X 3 2 7 7 2 9 X 3 8 1

Seja elevar 5 à 9.'' potência, isto

5 3 1 2 5 X 5 X " 2 5 15625 X 5 X 5 1 2 5 78125 X 5 X 5 6 2 5 390625 X 5 X 5 3 1 2 5 1953125 3 « = 7 2 9 5" = 1 953 125 — 4 9

(27)

-1 953 -125. pois até aí iá f

• ,<=) Seja elevar in - r. ai ja foram

em-os cálcuK ler^nSr

X 1 0 1 0 0 0 X 1 0 10000 X 1 0 1 0 0 0 — —

-Pei'ar,^pois^oa^?"^°' ^ 100 000^^^^^^

um zero. Assim^podem efetiiad"''

P°Oemos escrever^ sem tieul

ín°! = 1 000

10 = 10 000

= 1000 000 000

Potência de um Í^ESUMO

^ - Prodl de fata. ■

lúdica quanta, Quels' ^3 ° 3"" Por a esse

nú-e o n ú m nú-e r o d o ° f a t o r f o i c o n i o f a t o r 0 « a p o t ê n c i a d nú-e

O^e é a baae. '>""tip,iea,5,3 1 pSi??e"ãm

O u o ' O T T p o t t í ^ e s m o n ú m e r o E d e „ „ - " í f d e Ágora, 2 S ^ h i ' v • • é sublinhe o qníf de' 7- ■ " "

« x'l°r ™('90Í^ --'•ides: ^ |.®\ 385.~ - 9-- '

+ 8-: 18. -_e,. g, 6^; 5 0 D I V Í S I B I L I D A D E Q U a n j ' — U j i i i n ' m i c r o é d i v n s í v e l p o r o

Todo ^'^^i^'i-sao .«?e faz exatamente, isto é, sem deixar r

IpQ divisive! por outro chama-se múltiplo dêste

ou-Ssini, 3tí é miiltinln dp 0 nnvni7P 3fi — 9 = 4.

o u t r o e s t o .

e múIti})lo de 9, porque 36

que divide exatamente outri

ou fator dêste outro. Exemplo: "6 e 7 são um e

O número que divide exatamente outro chama-se

suhmúl-O ü t r o j a i o r o e s t e o u t r o . j L x e i i i p i u . o e i & i t u u m e

lUero í, fatores e sabmidtiplos de 42. Quando um

nú-clade" udmite outro divisor, além de si próprio e da

uní-^sòmpi9f diz primo. Assim, 19 é um número primo, porqueó divisive! nor 1 e por 19.

2.

iios n ^^^'ucteres de divisibilidade. — São certas regras que

é exnf verificar, sem efetuar a divisão, se um número visihli^í^^ute divisive! por outro. Vejamos os caracteres de

di-'"niciade:

ê, — Um »?í/í;eí*o é divisível por 2 Quando e par, isto

Por ? ^G^mina em O, 2, 4, 6 ou 8. Exemplo: 348 é divisive!

p l^upQUe é par.

e})i e •>• •— Um número ó divisível por 5, quando termina

5; 73^^Í Exemplo: 245 é divisive! por 5 porque termina em

p ® divisível por 5 porque termina em O- ... .. ^Oq 10, 100, 1000... — Um número é divisível por 10,

quando termina em uni, dois, três... ou wcws

^4oòn ' 580 é divisive! por 10 porque termina em 0; p ® divisive! por 1 000 porque termina em tres zeros.

S vnf - U>n „mneTO é divMvel por 3. mandp- a soma

Ejcem,, absolutos de seus algarismos e dimmel poi 3.

Síver«° •• |4 é divisível por 3, porque 5 + 4 = 9, e 9 e dm.

(28)

^OS valores u''solutos'^"Te'°sels^n}rw,'-' « s"'"®

Exemplo: 3 798 é dividi í aivisível por 9.

e 27 e divisíveí por 9 nf ' 3 + 7 + 9 + 8 = 27,

P o r 4 — T T ' '

dots zeros ou mmido^o tennim

'^tS'tUOS da dh-M+r. £. .»■_ » . ® fO) Modo velou r/n/c ■/ilhimos

4 j j ^ '

em dots zeros ou qtmiTo^o nthí^Pv^^^ termina

^Igart^mos da direita é divivTZl dois últimos

Poi 4, porque termina em /nif f" 500 é divisível P rque termina em 16 e 16 é ® tlivisível por 4,

Por 8. — 7/,„ 5 clivisivel por 4.

t e r m i n a

n s m o s d a d i r ^ H r, a f o r m a d o v c l o ! ^ t v ê f ! f ' / J r h n n s ' r 8 - - U m . . . , . r 7 p o r 4 .

algfvif,, ""°f Vumido o ''««"f/o termwa

vhZf ía direita é divhZ, "'«"s ««»»os

ITÍ T'' »»'•'>"« Exemplo: 67 000 é

di-8,^porq^ 824 é divisível pm- 8."" ® ^^4 é clivi.sível

Tdivlí T' E^«mE4oT^95o"é®!í'''-^-'''' «' divisível

Tor • ' •'®° « d.visivel por 2 e por 3, logo

77, gru^ndo a soma

P' í-Z ou o^bsoltitos dos fúnnt^ ot devi wiqjar, menos

m e r o o í j < . 7 - d á

do à ordeS rfÍͰ pertLcP ^ de um

nú-e a s " m ^ ' o o ' à f m n " ' ' ' " ' °

sível por 11 P diante". Exemplo- Í?P®/' ° quarto à ordem

(4 /g "'!??'■-IP® ^ «"«ia do^seo's »i 642 é

divi-' " % o l t Í +

m - d C "

centam^L^àquef algaíigí?®® ímpar não

seja possível a k?QUantJs

subtração. toiem necessários para que . Todo número d* ■ - ^ESUMo

»

4 S «

s r

i ; ; ; ?

lua co4isS%S1S?' .aplica-so geral™ i '""""° "

, e a a a \ e

-— 5 2 -—

Visível por 10 (luamlo termina cm 0. Um número é divisível por 3 quan do a soma dos seus alírarismos é divisível por 3. Uni número é divisível

por 9 quando a soma dos seus algarismos é divisível por 9. Um número

e divisível por -i (|iiando termina em dois zeros ou quando o número formado pelos dois últimos algarismos da direita é divisível por 4. Um numero é di\i.sivc'l por 8 quando termina em três zeros ou quando o

numero formado pelos três últimos algarismos da direita é dmsível por

Um número ú divisível por 6 quando é divisível por 2 e por 3. Um numero é divisível por 11 quando a soma dos algarismos de ordem impar

'nonos a soma dos algarismos de ordem par dá O, 11 ou múltiplo de 11.

QUESTIONÁRIO

é ^ número múltiplo de outro? E submúltiplo ou Q"® n,4"^^«ero primo? Que sào caracteres de divisibibdade? Quando um

""í^ero é divisível por 2 ? E por 5 ? E por 10 ? E por 3 ? E por 9 . 4 ? E por 8 ? E por (i ? E por 11 ?

EXERCÍCIOS E TESTES J- - Complete: Um nitmcro c divisível

out. ■ Sublinhe o que eorapletar a f.asç: To,Io moino divmvcl „c,chama-se.- - múltiplo - mimero V ^„,eros obtidos

sei Complete, sôbie os pontinhos, de modo que

4 P ° ' ' 3 : 4 . . 5 , 7 . . 3 5 . . O . n ú m e r o s

resníV .^"bstitua a letra n por algarismos, de mo qantes sejam divisívols por 5: 85a, jog caracteres

de fi,-'- .-^^bo os divisores dos seguintes numeios p

^^visibilidade: 90. 135, 309, 346. 4 576. 226, 245. 945,

t%<eSc: "T- os úuo.sdo ^dltMos^^e 2^^ 5, 9

' ^ando a razão; 2° — os que luio o sao, dizend

PROBLEMAS RESOLVIDOS ^

j:; .Quais os quatro múltiplos de 11. compreendidos entre 25 c 70 ?

2 3 3 , 4 4 , 5 5 c 6 6 . • ? « 3 1 1 q u a l o d i v i s í v e l , ^0 0.S luimeros 2 245, 1 980, 4 0o5 e 26 311, qua

7?'?° tempo, por 3, 4 c 11 ?

3 1 C I 8 0 . . , 5 0 e m e n o r e s d o q u e

200 ,- Quais os múltiplos de 12 maiores do que

J ^ ' s / ^ 7 8 / « . . 1 9 7 . . n i ú l t i p l o s

tie 2l> os números 147, 385, 7 491 e 504, quais

^^^nosut; 147 504. , , 5 G 9 ?

7j' ^al o menor número divisível po'" »

Í„»S .'t. .—..i...»... ——"

1 8 e 2 4 .

(29)

Números primos.

"mesmos e pela sòmejite sfio

di-9 " " m i r o 5 - ^ ^ 11

'Múltiplo dp«T°^ ^^ferentes dêle me^n^ Pi'imo e divisível por 3 e 9 - L n n u m e i o s u n i d a d e ; é u m^ esim rn.rn-Tl' ''^ ^ ^íivisívei por

. . . ^ ^ u ^ n e r o s m u l t i n l o d p a « o

P a r a

^'y-o. basta dividi-lo

■ ,

m . l

s e

"

■o

r. r - q u o c i e n t e s e i n p r i m o s ( 2 , .

todas as divisões dpi^ " divisor; £

primo. "fixarem resto,-o númer

Podemos órgani^*í? Primos. —

primos na quai fi„.. de números

Piimos até um núme\n í números

pode ser obtida com ' ^ ^'l?' ^ssa tábua

^ atosteiics, qug ^"^iho do orivo de

"■'"TJSli- zTZ^'fS t'e "''TT

d ê s t e , r i s c a m o s P ^ - ' r t i r o s

"S os mimeros de 3 em f exclusão

em 3 e teremos assim

S 4

U b S i t t a

cancelado todos os múltiplos de 3 (entre os múltiplos de 3 alguns já foram caucelados como múltiplos de 2, o que não

altera a o])ei-a(.;ãt)).'Não precisamo.s cancelar os números de 4 em 4, de (j em (5. de 8 era 8, etc., porque já foram cancelados

■ todos os números pares, entre os quais figuram os múltiplos

de 4, 6, 8. etc. A partir de 5 riscamos do mesmo modo todos

múltiplos de 5 em 5; e assim por diante.

Os m'lmei'os riscados são os viídtiplos e os não riscados,

cs p/i/no.<{. Procuremos achar, por exemplemos números primos

^té 22.5. Aplicando a regra acima, teremos:

1 31 61 17 X t]^ X X " 13 19 ^ X X X X / á X 4 7 3 7 X X ^ X-X X X X X

X X 7íf[^X X X

X X X X X X 3 7 j^f 0 0 j2Í >25 I2é |3Í 151 i&í 161 136 137 127 X X X X X X X X/íl ZlJX' 8 3 7 3 ^ X X X X x x X 2 9 44 X l i l x X X X 8 9 ^ X X '01 X ^ !X ips

Tiljx X X X X

i2á0 l3ú[Í3Í]l32XXX

' ' ' ' 1 ^

páf^ iX X X X X X X

'i5á iX X 157 X X X X X X X 'X 163 X X X X X X X 19Ê 173,'X XjXX.X X 191 193 149 194 X i>0 179 194 X X ?oi 2X X X ^ ^ ✓ 7 ^ ^ ✓ ✓ ' '

5 ? X X X ^ X

l^ecomposicão em fatores primos. — prP

seus fatores primos é t^eterminai os fatores^P^

Píira^^l'®' "multiplicados entre si, é preciso:

a) T-j.'-'^^pmpor um número em seus fatores P,. . * p^_mvidir esse número pelo menor dos seus .

Referências

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