O Banco de Dados
e o Plano Nacional de
Estatísticas Básicas
José F rancisco de A lb u qu e rq u e Lins C a p itã o -d e -M a r-e -G u e rra ; entre outros c argos e funções exe rc e u a C h efia do N úcleo d a S e c re ta ria G eral da M a rin h a em B rasília
i n t r o d u ç ã o
Em ensaio in titu la d o o BANCO DE DADOS E A REFORMA AD M IN ISTRATIVA (0) m o stram o s com o im aginam os que deva fun- ^'°n a r o BANCO N A C IO N A L DE DADOS, segundo os P rin cíp io s Ur|dam entais que n o rte ia m a REFORMA A D M IN IST R A TIV A a Ser im plantada no País, o que le va ria à in s titu iç ã o de uma es- r^tura de organização que pode se r indicada pela Figura, onde m o strad o s os trê s níve is básicos através dos quais se re a li- 2am todas as ações da P o lítica N acional:
nível 1 — N A C IO N A L;
nível 2 — REGIONAL ou ESTADUAL; e nível 3 — LO CAL ou M U NIC IPAL.
_ D e m on stra m os que, para o b te r a m ais p e rfe ita co o rd e na d o e a m ais c o m p le ta in te gra ção de e sfo rço s no d e s e n vo lv i- !^ ento das ações do G overno, com o fim de serem a tin g id o s os u b JETIVOS N A C IO N A IS PERMANENTES, que é o p ro p ó s ito fi- [}al da POLÍTICA N A C IO N A L, deveríam os s e to ria liz a r a coorde- aÇão segundo as q u a tro expre ssõ e s básicas do PODER N ACIO
-^ -^ se r o p o rtu n am en te p u b licad o na " R e v is ta do Serviço P úblico .
NAL, ou seja, esta be le ce r a cadeia de coordenação nos campos p o lítico , econôm ico, p sico sso cia l e m ilita r, propondo uma ME TODOLOGIA para a form ulação, orie n ta ção e c o n tro le da P olítica
Nacional, conform e idealizam os.
Indicam os, tam bém , que deveria a e s tru tu ra fu n c io n a r atra vés de:
a) uma direção centralizada, onde se efetu a rá o planeja m ento, a coordenação e o co n tro le ;
b) uma execução esse n cia lm e n te d e sce ntraliza da ; e c) uma d o utrin a com um a todos os órgãos in te re ssa d os.
D em onstram os, ainda, que se ria in d isp e nsável, para ga' ra n tir a adequabilidade e a e xe q ü ib ilid a d e do p ro je to de fu n c io nam ento do BANCO N AC IO N AL DE DADOS, in s titu ir:
J uma LISTA 0 F IC IA L d e a s s u n t o s d e in t e r e s s e do
GOVERNO, de modo a p e rm itir o co n he cim e n to de to d o s os da dos indispensáveis à tom ada de decisõ e s, através do manejo co rreto das inform ações, onde se ria m realizados, de m a n e ir3 uniform e e d e ntro de uma m esm a s is te m á tic a , com um e global, a coleta, o re g is tro e a apresentação, a análise e a dissem inação, p e rm itind o , ainda, o arquivam ento segundo uma cla ssifica çã o com um a todos os órgãos, o que g a ra n tirá a fa c ilid a d e de W' terca m b io para conhecim ento das in fo rm a çõ e s;
b) o NÚMERO DE ESTOQUE BRASILEIRO (NEB);
mAt.C,L ° NÚ^ ER°
D
.E
REG|STRO N A C IO N A L DAS PESSOAS A IU R A IS , designação re tira d a do con vê nio firm a d o e n trein is te rio s da Justiça, Fazenda, Trabalho e P revid ê n cia Socia'. o que p e rm itirá a individ u a liza çã o de cada pessoa fís ic a , com a conseqüente racionalização e s im p lific a ç ã o dos s e rv iç o s Per' dast* 6S ^ a ra n t‘ndo a' nda a fa c ilid a d e de in te rc â m b io de ca'
s n h r !r ! CUr i ' rem os no Preser|te estudo exp an d ir as nossas idéias curãn 1 l í S do BANCO N A C IO N A L DE DADO S na conse*
p l a n o n a c i o n a l d e e s t a t í s t i c a s b á s i c a s íp n e b) DEFINIÇÃO DO PNEB
O Plano N acional de E sta tís tica s Básicas (PNEB), aprovado Pelo D ecreto n.° 63.010, de 18 de ju lh o de 1968, te m a se g u in te aefin içã o :
O PNEB com preende aqueles le va n tam e nto s e s ta tís tic o s riecessá rio s ao c o n h e cim e n to da realidade nacional, em seus asPectos co n sid e ra do s e sse n cia is ao pla n ejam e nto econôm ico- s°cial do País e à segurança nacional.
ESQUEMA DE APRESENTAÇÃO DO PNEB
O PNEB é apresentado segundo esquem a em que se rela- C|°nam, d is tin ta m e n te , as e s ta tís tic a s p rim á ria s (apurações de |,e9 istro s ou de le va n tam e nto s d ire to s ) e as e s ta tís tic a s d e riv a i s (re s u lta n te s de elaboração com base, g e ra lm e n te , nas esta- í's tic a s p rim á ria s ). Para cada um dos tó p ic o s enunciados são 'b ic a d o s :
a) a p e rio d ic id a d e com que devem se r pesquisados; e b) o â m b ito g e o g rá fic o da pesquisa.
Para a p e rio d ic id a d e ou fre q ü ê n cia da pesquisa a p re se nta o plano uma d is c rim in a ç ã o c o in c id e n te com o tip o de le va n ta mento e s ta tís tic o a se r realizado para a obtenção das in fo rm a r e s . A s s im , aos le va n tam e nto s c e n s itá rio s é a trib u íd a , na fo r- ^ a da le g isla çã o em v ig o r, a p e rio d icid a d e decenal ou
qüinqüe-c o n fo rm e o qüinqüe-caso. Com relação às e s ta tís tiqüinqüe-c a s qüinqüe-co n tín u a s a Periodicidade será trie n a l, bienal, anual, s e m e s tra l, trim e s tra l 0u m ensal.
No que se re la cio n a com o â m b ito da pesquisa, o esquem a °stabelece, se m p re que p o ssíve l, e s p e c ifica çã o c o in c id e n te com j* d ivisão p o lític o -a d m in is tra tiv a do País. Para ce rto s tó p ic o s es- ^at>elece a o b rig a to rie d a d e de que sejam d isp o n íve is dados para reas se le cio n a da s (áreas p re via m e n te d e te rm in a d as para pes quisas e s p e c ific a s , som ando no seu co n ju n to a área to ta l do
is e areas especiais, assim conceituadas as que, por força nirín1nQ0Ur,,imj? 0f'-Çã0 j3 t ®c n ic a - sejam representadas por mu- cada nm h i ls de. um a. ou m ais unidades da Federação, mpnrin no 6 6S c.o n s titu in d o área d is tin ta de pesquisa, não so mando, necessariam ente, a área to ta l do País.
FINALIDADES DAS ESTATÍSTICAS PARA O GOVERNO pelo G o v e rn o para: qUe 88 ESTATÍSTICAS devem se r utilizad a s decisõesm e9r ' n^orm a^ ° es Para 0 planejam ento e a tom ada de
b} c o n tro la r as ações planejadas.
obtpnp5n 'H o S a' nJ a <?'zer que os es^o rÇos d e sen vo lv id os para a m encionadas hS tlCaS q u e . nao te n d a m às fin a lid a d e s acim a os qastos m n c fVevl ser co n siderados su p é rflu o s , sendo inócuos
tados um idos, devendo, conseqüentem ente, serem
evi-APRESENTAÇÃO DAS ESTATÍSTICAS
d u a s ° fo rm a s b á s V c a s f1008 8 ã ° ’ n o r m a lm e n t e ' a P r e s e n ta d o s sob
foram^ colP taH nIUt° S °j e s ta tís tic a s p rim á ria s — aqueles que análise- e 8 am nao so fre ra m qu alqu e r p ro ce sso de
dos didostacoS|etCaadSosSeCUndár,aS ~ 33 re s u lta n te s da análise INSTITUTO BRASILEIRO DE ESTATÍSTICA (IBE)
ma e sta frttirü ? P°r. *ina' idade coordenar as a tivid a d e s do siste-e sta tística s contím !asiste-e C.om o e x e cu ta r le va n tam e nto s de tiv o s resultado*? d ^ S 6 c ®n s ita ria s . e e studos sobre os
respec-P e la Legislação v in P f C m COm as d ire triz e s e bases fixadas
eg,siaçao v.gente (D ecreto-lei n." 161, de 13/2/67, a rt. 9°)-fin id o peloá G ovp rn n r 'a m e n te ’ ao a execução do PNEB, de-
Peio G overno, com preendendo as e s ta tís tic a s esse n cia is
a° Planejam ento econôm ico -so cia l do País e à segurança na- Cl°nal (D ec re to -le i n.° 161/67, art. 4°).
A coordenação té c n ic a das a tivid a d es do IBE será fe ita pela pom issão N acional de P lanejam ento e N orm as E sta tís tica s ICONPLANE), que fo i instalada em 12/12 /1 96 7 , com a se g u in te c°n s titu iç ã o :
■— D ire to r-S u p e rin te n d e n te do IBE, C oordenador; ■— D ire to r do Labo ra tó rio de E sta tís tica do IBE;
■— D ire to r do D e p artam ento de E sta tís tica s In d u s tria is , Co m erciais e de S e rviço s do IBE;
— D ire to r do D e p artam ento de D ivulgação E sta tís tica do IBE;
— C oordenador-G eral da Rede de C oleta do IBE;
■— D ire to r-E xe cu tivo de P esquisas D o m ic ilia re s do IBE; — D ire to r-G e ra l de C ensos do IBE;
— D ire to r do C e n tro B ra s ile iro de Estudos B ra s ile iro s do IBE;
-— D ire to r do C e n tro B ra s ile iro de E sta tís tica s A gropecuá- rias do IBE;
— S u p e rin te n d e n te do C e n tro de P rocessam ento de Da- d°s do IBE;
■— R epresentante do In s titu to B ra s ile iro de G eografia; — R epresentante da Escola N acional de C iên cia s E sta tís ticas;
—- R epresentante do E stado-M aior da A rm ada; — R e p resentante do E stado-M aior do E xército; *— R e p resentante do E stado-M aior da A e ro n á u tica ; — R e p resentante do In s titu to B ra s ile iro de Econom ia da ür>dação G e tú lio V argas;
• .^ePre s®nf ante do In s titu to de Planejam ento Econôm ico cia , do M in is té rio do P lanejam ento e C oordenação G eral; ~ 7 R epresentante do S erviço T écnico de A n á lis e e Plane jam ento da S ecretaria A d ju nta para P lanejam ento P o lítico do M i n is té rio das Relações E xteriores;
. . R epresentante da S u pe rintendência N acional do A bas te cim e n to ;
Representante do Banco N acional da H abitação; de São PauloS8ntante ^ ^ ec*eraçao das In dú stria s do Estado
tr» ^ R epresentante da S upe rinte n d ên cia do D ese n vo lvim en to do N ordeste;
to da Regido SSu|ta nte ^ ^ uPe r' n ten d ®n c 'a do D esenvolvim
en-REDE DE COLETA DO IBE
Ha ^ Ríe d e -d e JC oleta de Dados do IBE está sendo reorganiza-constitníH aÇa°
«li™ ™ *™
da Fur|dação IBGE e deverá ser Estadnq p P°r . 820 A gências d is trib u íd a s pelas C a p ita is dos ts ta d o s e p rin cip a is cidades.SISTEMÁTICA ATUAL DE OBTENÇÃO DAS ESTATÍSTICAS BÁSICAS
ticasDdeve?ão°se?moh0t r qU5 ma aProvado no PNEB- as « statís-
cidade: obtidas de acordo com a se g u in te
periodi-D e m o g rá fic o T o s Cen ° lERA-L ~ que co m Preenderá o Censo m ercial e dos nom icoS: A g ríc o la , In d u s tria l, Co-q uérito s esDeciaiQ
^ '
S,o m P'em enta rm e n te realizar-se-ão in- r ia s ” (procedênciarít™
mã°-de-obra" e “ flu x o de mercado- base em am ostra a «; com Pras e d e s tin o s das vendas), corn econôm icos. P e rio d ic id a d T D E C E ^ A T 318"131 re ' atÍV° ^ C8nS° Sb) CENSOS ECO NÔ M ICO S — P eriodicidade Q ÜIN Q Ü EN AL. c) ESTATÍSTICAS CO NTÍNUAS — P eriodicidade TRIENAL, BIENAL, A N U A L, SEMESTRAL, TRIMESTRAL ou M ENSAL, con form e as necessidades.
Se a te n ta rm o s para o fa to de que os dados
>
ta tís tic o s são 'evantados atra vé s de c o le to re s , p rin c ip a lm e n te dL ante as épo cas de realização do RECENSEAMENTO e dos CENSOS ECO NÔMICOS, co n tra ta d o s e s p e c ific a m e n te para ta is ta re fa s , e n o r m alm ente despreparados, v in cu la d o s à Rede de C oleta de Dados IBE, poderem os e x p lic a r a razão pela qual os re su lta d o s o b ti dos d ife re m , com m argem de até 30% , da realidade, em que Pese o v u lto dos re cu rso s co nsum idos. Para o R ecenseam ento Geral de 1970 fo ra m p re v is to s re cu rso s da ordem de C r$ 200 b ilh õ e s . Há que faze r re s s a lta r que ta is re cu rso s são co n s u m i dos sob a fo rm a de despesas de cu s te io , sem re p re s e n ta r Qualquer fo rm a de in v e s tim e n to .E xistem ainda dados, d e n tro da s is te m á tic a a tual, que são obtidos pela u tiliz a ç ã o das té c n ic a s de a m ostragem , as quais Pela u tiliz a çã o , m u ita s vezes, de c o le to re s e ve ntu a is e ta m bém não s u fic ie n te m e n te capacitados, poderão in d u zir a graves erros de apreciação, com conseqüências irre p a rá ve is .
A co n te ce , ainda, hoje em dia, d e n tro da s is te m á tic a a tual, que uma m esm a in s titu iç ã o é s o lic ita d a , por d ive rsa s fo n te s , da ^ e s m a ou de d ife re n te s o rig e n s, a p re s ta r a m esm a in fo rm a çã o ern d ive rsa s o casiões, o que co n co rre para e n care cer os cu sto s ^P eracionais, re p re se n tan d o despesas in ú te is e perda c o n s i derável de tem po.
SISTEM ÁTIC A PROPOSTA DE OBTENÇÃO DAS ESTATÍSTICAS BÁSICAS
A fim de ra c io n a liz a r os s e rv iç o s de obtenção não so m e n te as e s ta tís tic a s básicas, mas tam bém c o n c o rre r para que seja Possível s is te m a tiz a r o m anejo de todas as in fo rm a çõ e s des- ^•nadas à tom ada de d e cisõ e s pelo G overno, e n tendem os que é 'd is p e n s á v e l in s titu ir :
F L U X O F ÍS IC O D O S D A D O S A G Ê N C I A
a) o BANCO N A C IO N A L DE DADOS, fazendo-o fu n c io n a r Segundo o su g erid o no p re se n te estudo;
b) a LISTA O FIC IAL DE ASSUNTOS DE INTERESSE DO GOVERNO sug erid a , onde deverão se r indicadas as In s titu iç õ e s
deverão e x e rc e r a coordenação;
c) o NÚMERO DE ESTOQUE BRASILEIRO (NEB);
NÚMERO DE REGISTRO N A C IO N AL DE PESSOAS
R e) o NÚMERO DE REGISTRO N A C IO N AL DE PESSOAS JU- 'DICAS, de m odo sem e lh a n te ao das Pessoas N a tu ra is, con- 0 rme será tra ta d o m ais adiante.
. De acordo com a s is te m á tic a para u tiliz a çã o do BANCO NACIONAL DE DADOS na obtenção das E sta tís tica s Básicas, ^ o s tra d a no a rtig o a n te rio r, em que não som ente fo i indicado 0 flu xo fís ic o ” (V e r a Figura) das in fo rm a çõ e s a s e g u ir tra n s a t o , m as, tam bém , através da indicação das In s titu iç õ e s
deverão, d e n tro da delegação de com p e tê ncia p re v is ta a rtig o 36 do D e cre to -le i n.° 200/1967, a lterado por le g isla çã o Posterior, será po ssíve l e s ta b e le c e r a m ais p e rfe ita coo rd e na d o e in te gra ção de e sfo rço s, com a conseqüente econom ia de
e i°s, na execução do PNEB.
d ) os D A D O S se ria m obtidos pe la s A G Ê N C IA S L O C A IS o u M U N IC IP A IS * *c o rd o com as D IR E T R IZ E S b a ix a d a s pelas A G Ê N C IA S R E G IO N A IS ou
J A D U A IS co n lo rm e as s o lic ita ç õ e s da A G Ê N C IA C E N T R A L ou N A C IO N A L , d e a te n d e r ás N E C E S S ID A D E S da P O L ÍT IC A N A C IO N A L ;
(2 ) as A G Ê N C IA S L O C A IS ou M U N IC IP A IS , c oletand o, reg istran d o , a p re ç a n d o e a n a lis a n d o os D A D O S obtidos em seus M U N IC ÍP IO S , p e rm itirã o * p reteitu ras P R O G R A M A R as suas A T IV ID A D E S , de m odo a a te n d e r às suas
* C E S S ID A D E S , dentro d a esfera de sua c o m p etên cia, ao m esm o tem po que p* rrnltiriam e n c a m in h a r ao E S T A D O as reiv in d ic a ç õ e s de suas a trib u iç õ e s ,
r&vés da dis s e m in a ç ã o das análises fe ita s ;
p (3) as A G Ê N C IA S R E G IO N A IS ou E S T A D U A IS , re c e b e n d o os D A D O S /á s r° Cessa d °s nos M u n ic íp io s , fa ria m a sua in te g ra ç ã o de m odo a, a n a lis a n d o
e ° os aspectos R E G IO N A IS , p e rm itir aos Estados P R O G R A M A R os serviços
v f d u a is , e s ta b e le c e n d o as p rio rid a d e s de acordo com os recu rso s d is p o n i-
s> de m o d o a b e n e fic ia r a um m a io r núm ero d e M u n ic íp io s ;
Kl ^ 0
A r J u n i A c ^ n ^ CIA C E N TR A L o u N A C IO N A L , p o r sua vez, re c e b e n d o das n ? n r J * ? l ? N A IS ° U E S T A D U A IS D A D O S }à in tegrad os p o r R E G I AO,
A T i v i n l n à ® Se em àm bl,° nacional, P LA N E JA R A e P R O G R A M A R A as
rjp o r t n . f o * com petência da U N IÃ O , d e m odo a a te n d e r às N E C E S S ID A -
UES G E R A IS do Pais.
NÚMERO DE REGISTRO N AC IO N AL DE PESSOAS JURÍDICAS - *\ara com p le ta r a SISTEMÁTICA que propom os para a obten- n ? t f í n n c a t!stica s Básicas através do BANCO N AC IO N AL , pr . , i f? nos / a'ta in d ica r com o entendem os que deva
D^CAS ° N U M ER0 DE REGISTRO DAS PESSOAS
JURÍ-DASAp F Q Q n A c ^ n n ^ r,5 Ue 0 N ÚMERO DE REGISTRO N AC IO N AL deverá qpr o ® Se^a ir,divid u a liza d o , entendem os que tic o s num iSrv u por um conj unto de ca ra cte re s alfabé tico s, num éricos ou alfa-num éricos, de m odo a in d ica r:
Cão renr1MPnV«5iGRUP0 ~ 3 A T IV ID A °E PRINCIPAL da In s titu i- re Presentada por trê s (3) cara cte re s nu m é rico s;
f e i t o r R2e a i^ m GRÜP^ ~ 0 M U NICÍPIO em que tiv e r sido In stitu içã o rpn ’ 6 T j c a tiv o - co n se qüentem ente, da sede da
ou
1
K s s i c s r ,rês
131
carac,eres numéricos'
T R O Cd e ntm SH p(l fi í PO»í~ ° N Ú M E R 0 DE ORDEM DE REGIS-quatro (41 r a r a r t u n ic 'Pio e Por ano, re p re se n tad o por alfa-num érico q u a n d o 'o n° r m alm ente n u m é ric o ., podendo ser
o, quando o num ero e xceder de 9 .9 9 9 ; e
p e l o s U ' S ° R“ P° r|sm0osANOa DE REGISTRO, representado
C IO N A L0 DAS B 2 5 E « atM 8 d0 N Ú M E RO DE REGISTRO NA* vãm ente, CADASTRAR JUR ÍDICAS, com o im aginam os, efeti- m ente desianaHac ^ n odas as In s titu iç õ e s , assim generica- qualquer dificuldaHpS essoas Juríd ica s e x is te n te s no País, sem g istro , através H p i i8 P°s s 'b ilid a d e de d u p licid a d e de re-
(12) caracteres b » ,iT n ..N U M ER 0 B A S IC 0 c o n s titu íd o de d o » E s ta n d o , para o co n h e cim e n to de suas
te rís tic a s e o u tra s in fo rm a çõ e s su b sid iá ria s, a cre s c e n ta r gru- Pos a lfa b é tic o s n u m é rico s ou alfa-num éricos.
VANTAG ENS DA SISTEM ÁTICA PROPOSTA
Pelo e xp osto , podem os a firm a r, sem fa lsa m o d é stia e sem medo de e rra r, que a SISTEM ÁTICA por nós idealizada para o m anejo das INFO RM AÇÕ ES através da in s titu iç ã o :
a) do BANCO N A C IO N A L DE DADOS;
b) da LISTA O FIC IA L DE ASSUNTOS DE INTERESSE DO GOVERNO;
c) do NÚMERO DE ESTOQUE BRASILEIRO (NEB);
d) do NÚMERO DE REGISTRO N A C IO N AL DAS PESSOAS NATURAIS; e
e) do NÚMERO DE REGISTRO N A C IO N AL DAS PESSOAS JURÍDICAS,
P erm itirá re a liza r o m ais co m p le to e p e rfe ito LEVANTAMENTO ESTRATÉGICO do País, in d isp e nsável à tom ada de DECISÕES, aP resentando as s e g u in te s vantagens p rin c ip a is em relação à s is te m á tic a ora u tiliz a d a na execução do Plano N acional das E sta tística s B ásicas (PNEB):
(1) racio n a liza çã o e s im p lific a ç ã o dos se rv iç o s , a tra vé s de uma m e lh o r e s tru tu ra ç ã o das organizações a d m in is tra tiv a s , e v i tando-se a su p e rp o siçã o desne ce ssá ria de organizações com 'd ê n tic a s a trib u iç õ e s , segundo os a rtig o s 145 e 146 do D e cre to-lei n.° 200/1967, abaixo tra n s c rito s :
“ A rt. 145 — A a d m in istra ç ã o fe d e ra l será o b je to de um a re fo rm a de p ro fu nd id a d e para ajustá-la às d is p o s iç õ e s da p re se n te le i e, e s p e c ia lm e n te , às d ire triz e s e p rin c íp io s fu n d a m e n ta is enunciados no títu lo II, tendo-se com o re vogadas, p o r fo rç a desta le i, e à m edida que sejam exp e d id o s os atos a que se re fe re o a rt. 146, parágrafo único, alínea “ b ", as d is p o s iç õ e s legais que fo re m com ela c o li- d e nte s ou in co m p a tíve is.
Paragrafo único — A aplicação da p re se n te le i deverá o je tiv a r, p rio rita ria m e n te , a execução ordenada dos se r viços da adm inistração fe d e ra l, segundo os p rin c íp io s nela enunciados e com apoio na in stru m en ta çã o básica adotada, nao devendo haver solução de co n tinuidade.
A rt. 146 A refo rm a a d m in is tra tiv a , in iciad a com es a lei será realizada por etapas, à m edida que se forem u im ando as p ro vidências necessárias à sua execução. E x e c u tiv o ^ 0 ^ n 'C0 — ^ ara os ^ ns deste a rtig o , o Poder
a) prom overá o levantam ento das le is , d e cre to s e a os regulam entares que disponham sobre a e stru tu ra çã o, r5nCf°?iam^ nt0 e com Pe tê n cia dos órgãos da ad m in istra- d e s ta ^ e l C° m ° de ajustá-los às d isp o siçõ e s tníc obedecidas as d ire triz e s , p rin c íp io s fundamen*
. em ais d isposições da p re se n te lei, exp ed irá pro- - S atos de reorganização, re e stru tu ra çã o , ' d e finiçã o de com petência, re visão de funciona- form a ” ros necessários à e fe tiv a im plan ta çã o da
re-naçãcf e rda m ais P erfe ita e co m p le ta coorde-" e n ta ia da K l'M m S ? a V a T " d° ° S P rin° 'PÍ0S
^
(3) econom ia de m eios;
lo adequado^os^ADO** inf,0trrnaç? es através do
processamon-computação eletrônica de dadra; aS modernas ,écnlcas
06
m odo a o e rm iti^ n ? constante o perm a n e nte dos D ADO S, de dadoa o sPm r re a ls epoasa‘ “ í | a ^ DEC' S M S 86,8 ,e '*a ° “ "
acompanhamento r^ tõ e s ^ d ^ a e n v o lv id a s f
31138
Pe'° C° rre'°gração dos CADASTROS das Pessoas N a tu ra is; e gração dos CADASTROS das Pessoas Ju ríd ica s.