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MOTIVAÇÃO PARA O PROJETO

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Academic year: 2021

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(1)

USO EFICIENTE DO GÁS NATURAL NA INDÚSTRIA CERÂMICA Parceria IPT-Comgás Programa de P&D Equipe IPT

Marco Antonio Paiva Ding Hua

Marilin Mariano dos Santos Laiete Soto Messias

Equipe Comgás Hudson Brito Luiz Antonio Andrade

MOTIVAÇÃO PARA O

PROJETO

(2)

MOTIVAÇÃO PARA O PROJETO

• Indústria cerâmica é responsável por cerca de 16 % do consumo de GN (área de concessão da Comgás)

• Interesse da Comgás em fortalecer parceria com o setor.

(3)

OBJETIVOS DO TRABALHO

• Proposição de medidas para elevar a eficiência energética (térmica) do processo.

• Estimar potenciais de redução de consumo de GN.

CONSUMO DE ENERGIA NA

INDÚSTRIA DE CERÂMICA DE

(4)

CONSUMO DE ENERGIA NO PROCESSO

+ TÉRMICA

CONSUMO TÍPICO DE ENERGIA TÉRMICA NO PROCESSO VIA SECA:

1 m3GN/m2piso + TÉRMICA

+ TÉRMICA

CONSUMO DE ENERGIA EM VÁRIAS EMPRESAS

(5)

METODOLOGIA

DE DESENVOLVIMENTO DO

TRABALHO

METODOLOGIA

• Levantamento de informações

• Monitoramento do forno/secador - medição de variáveis:

– Temperaturas – Pressão

– Composição de gases – Produção

– Consumo de GN

• Simulação matemática do processo

• Proposição de medidas para redução de consumo • Quantificação dos potenciais de redução de consumo

(6)

CARACTERIZAÇÃO DA

EMPRESA

CONSUMO DE ENERGIA TÉRMICA

Consumo GN linha 2

Forno linha 2 69,9 % Secador linha 2

(7)

CARACTERIZAÇÃO DO

FORNO

FORNO ANALISADO

(8)

FLUXO DE GASES E PEÇAS CERÂMICAS Gases de combustão Peças cerâmicas Rolos Gases de combustão Peças cerâmicas Rolos

(9)

COUNJUNTO DE QUEIMADORES

Queimadores canal superior

Queimadores

canal inferior de combustão quenteAlimentação de ar

dara queimadores inferiores do lado oposto Alimentação de ar

de combustão quente dara queimadores superiores do lado oposto

Header principal de ar de combustão aquecido Header principal de gás natural Queimadores canal superior Queimadores

canal inferior de combustão quenteAlimentação de ar

dara queimadores inferiores do lado oposto Alimentação de ar

de combustão quente dara queimadores superiores do lado oposto

Header principal de ar de combustão aquecido Header principal de gás natural DETALHE DE UM QUEIMADOR Gás natural Ar de combustão Queimador Gás natural Ar de combustão Queimador

(10)

AR DE RESFRIAMENTO COMO AR DE COMBUSTÃO

Ar de resfriamento aquecido a ser utilizado como ar de combustão Tomada de ar frio para abatimento da temperatura do ar de resfriamento Ar de combustão a 100 oC (entrada do ventilador) Ar de resfriamento aquecido a ser utilizado como ar de combustão Tomada de ar frio para abatimento da temperatura do ar de resfriamento Ar de combustão a 100 oC (entrada do ventilador) LEVANTAMENTOS EXPERIMENTAIS

(11)

CURVA DE OPERAÇÃO DO QUEIMADOR (Entrada de GN)

Vaz ão de G N - Queimador T riunfo (T = 25 °C )

0,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 P res s ão do G N (mmc a) V a z ã o m á s s ic a d e G N ( k g /h ) D a dos IP T D a dos S IT I

CURVA DE OPERAÇÃO DO QUEIMADOR (Entrada de ar de combustão)

Vaz ão de A R - Queimador S IT I de 50.000 kc al (T emp = 25°C )

0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 0 10 20 30 40 50 60 70 P res s ão d o ar (mmH2O )

V a z ã o m á s s ic a d e a r (k g /h ) V az ão de a r IP T V az ão A R S IT I

(12)

EXCESSO DE AR

A partir das pressões medidas no queimador

EXCESSO DE AR NOS QUEIMADORES

0% 50% 100% 150% 200% 250% 31 35 39 43 47 51 55 59 63 67 71 75 79 83 87 Módulo E xc es so d e A R

EXCESSO QUEIMADOR SUPERIOR (%)

EXCESSO QUEIMADOR INFERIOR (%) Excesso de ar

Médio: 78 %

CONCORDA COM VAZÃO DE AR MEDIDA COM PITOT NA LINHA DE AR PROBLEMA DETECTADO NO CONTROLE DA VAZÃO DE AR Válvula manual para regulagem da vazão de ar de combustão Válvula manual para regulagem da vazão de ar de combustão

(13)

EXCESSO DE AR NO CANAL DE GASES E xc es s o de ar no c anal 0% 100% 200% 300% 400% 500% 600% 700% 800% 10 20 30 40 50 60 70 80 90 Módulo E x c e s s o d e a r (% ) E X C C A NAL S U P (% ) E X C C A NAL INF (% ) OBSERVAÇÕES 1) Pouca infiltração de ar ao longo do forno. 2) Infiltração proveniente da zona de resfriamento. 3) Há uma certa discordância com excesso de ar medido nos queimadores

SONDA DE AMOSTRAGEM DE GASES Sonda para coleta de gases do interior do forno Mangueiras para água de resfriamento Mangueiras para a amostra de gás Sonda para coleta de gases do interior do forno Mangueiras para água de resfriamento Mangueiras para a amostra de gás

(14)

ANALISADOR DE GASES

Indicador de temperatura Analisador de gases Indicador de temperatura Analisador de gases

(15)

INFLUÊNCIA DA PRESSÃO NO DESEMPENHO DO FORNO Operação inadequada Operação adequada Operação inadequada Operação adequada Fonte: Boschi, 2004

PERFIL DE PRESSÃO MEDIDO

Pressão Interna do Forno

-3,5 -3 -2,5 -2 -1,5 -1 -0,5 0 0,5 1 3 7 11 15 19 23 27 31 35 39 43 47 51 55 59 63 67 71 75 79 83 87 91 Módulo individual P re ss ão ( m m ca ) P superior P inferior RAMPA 1-06 RAMPA 1-07 RAMPA 1-08 RAMPA 1-09 RAMPA 1-10 RAMPA 1-11 RAMPA 1-12 RAMPA 1-13 RAMPA 1-14 RAMPA 1-15 RAMPA 1-16 RAMPA 1-17 RAMPA 1-18 RAMPA 1-19 QUEIMADORES LIGADOS ZONA DE QUEIMA

(16)

REGULAGEM DO FORNO

PROBLEMA DE MEDIR

(17)

PIRÔMETRO DE SUCÇÃO

MEDIÇÃO DE TEMPERATURA

Temperatura no Forno (Medição via Pirômetro x Leitura dos termopares existentes para a aquisição de dados)

200 300 400 500 600 700 800 900 1000 1100 1200 3 7 11 15 19 23 27 31 35 39 43 47 51 55 59 63 67 71 75 79 83 87 91 Módulo individual T em p er at u ra C ) MEDIÇÃO VIA PIRÔMETRO DE SUCÇÃO DA TEMPERATURA NO CANAL SUPERIOR MEDIÇÃO VIA PIRÔMETRO DE SUCÇÃO DA TEMPERATURA NO CANAL INFERIOR LEITURA DO TERMOPAR DA AQUISIÇÃO DE DADOS EXISTENTE NO CANAL SUPERIOR LEITURA DO TERMOPAR DA AQUISIÇÃO DE DADOS EXISTENTE NO CANAL INFERIOR

(18)

CONSUMO DO FORNO

Consumo específico forno

Consumo específico total linha

0,606 m3 GN / m2 produto 0,868 m3 GN / m2 produto

1691 kJ / kg produto 2419 kJ / kg produto 404 kcal / kg produto 580 kcal / kg produto

BALANÇO DE MASSA E ENERGIA DA ZONA DE QUEIMA DO FORNO

(19)

BALANÇO DE

MASSA

DA ZONA DE QUEIMA DO FORNO

BALANÇO DE

ENERGIA

(20)

BALANÇO DE ENERGIA

DA ZONA DE QUEIMA DO FORNO

BALANÇO DE ENERGIA FORNO ATÉ ZONA DE QUEIMA Energia térmica total fornecida: 5.260 kW

0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Gás natural Ar combustão Chaminé Peças -calor sensível Peças -calor de reação Perdas superfícies aquecidas ENTRADAS SAÍDAS 95,4% 4,6% 20,3% 62,5% 9,9% 7,2% APROVEITAMENTO DO AR DE RESFRIAMENTO NA SECAGEM Forno 2 Secador 2 Forno 1 Secador 1 7.175 kg/h ?? 344 oC 13.035 kg/h 301 oC 1.315 kg/h 344 oC 14.350 kg/h 326 oC 8.125 kg/h 4.910 kg/h253 oC 7.175 kg/h ?? Forno 2 Secador 2 Forno 1 Secador 1 7.175 kg/h ?? 344 oC 13.035 kg/h 301 oC 1.315 kg/h 344 oC 14.350 kg/h 326 oC 8.125 kg/h 4.910 kg/h253 oC 7.175 kg/h ??

(21)

ZONA DE RESFRIAMENTO Balanço de massa FORNO 2 Zona de resfriamento A r d e co m b u st ão A r re sf . c o n tr ac o rr en te A r re sf . f in al A r d o r es fr ia m en to d ir et o A r d o r es f. in d ir et o 464 oC 1.910 kg/h 344 oC 5.790 kg/h 261 oC 22.260 kg/h 185 oC 10.090 kg/h 77 oC 65.770 kg/h Peças 11.200 kg/h 1.100 oC Peças 11.200 kg/h 80 oC FORNO 2 Zona de resfriamento A r d e co m b u st ão A r re sf . c o n tr ac o rr en te A r re sf . f in al A r d o r es fr ia m en to d ir et o A r d o r es f. in d ir et o 464 oC 1.910 kg/h 344 oC 5.790 kg/h 261 oC 22.260 kg/h 185 oC 10.090 kg/h 77 oC 65.770 kg/h Peças 11.200 kg/h 1.100 oC Peças 11.200 kg/h 80 oC ZONA DE RESFRIAMENTO Balanço de

energia

FORNO 2 Zona de resfriamento A r d e co m b u st ã o A r re sf . co n tr ac o rr e n te A r re sf . f in al A r d o r es fr ia m en to d ir et o A r d o r es f. in d ir et o 240 kW 520 kW 1.490 kW 450 kW 450 kW 3.290 kW APROVEITADO: 24,1 % 140 kW Líquido 3.150 kW 47,3 % FORNO 2 Zona de resfriamento A r d e co m b u st ã o A r re sf . co n tr ac o rr e n te A r re sf . f in al A r d o r es fr ia m en to d ir et o A r d o r es f. in d ir et o 240 kW 520 kW 1.490 kW 450 kW 450 kW 3.290 kW APROVEITADO: 24,1 % 140 kW Líquido 3.150 kW 47,3 %

(22)

BALANÇO DE

MASSA

SECADOR 2 SECADOR 2 Ar quente recuperado: 4.910 kg/h 253 oC Peças úmidas: 13.570 kg/h 25 oC Umidade: 11% Peças seca: 12.350 kg/h 160 oC Umidade: 1,1 % Gás natural: 166 kg/h o Gases chaminé: Água evaporada: 1.220 kg/h 19.950 kg/h Gases: 18.730 kg/h 164 C Umidade relativa: 1,7%    Ar queimador: 13.650 kg/h 25 oC GASES RECIRCULADOS SECADOR 2 Ar quente recuperado: 4.910 kg/h 253 oC Peças úmidas: 13.570 kg/h 25 oC Umidade: 11% Peças seca: 12.350 kg/h 160 oC Umidade: 1,1 % Gás natural: 166 kg/h o Gases chaminé: Água evaporada: 1.220 kg/h 19.950 kg/h Gases: 18.730 kg/h 164 C Umidade relativa: 1,7%    Ar queimador: 13.650 kg/h 25 oC GASES RECIRCULADOS

BALANÇO DE ENERGIA SECADOR 2

SECADOR 2 Ar quente recuperado: 316 kW Peças seca: 456 kW Gás natural: 2.204 kW GASES RECIRCULADOS Gases chaminé: Água evaporada: 917 kW 1.661 kW Gases: 744 kW    Perdas paredes aquecidas: 403 kW SECADOR 2 Ar quente recuperado: 316 kW Peças seca: 456 kW Gás natural: 2.204 kW GASES RECIRCULADOS Gases chaminé: Água evaporada: 917 kW 1.661 kW Gases: 744 kW    Perdas paredes aquecidas: 403 kW

(23)

BALANÇO DE ENERGIA SECADOR 2

BALANÇO DE ENERGIA SECADOR LINHA 2 Energia térmica total fornecida: 2.520 kW

0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Gás natural Ar quente recuperado Chaminé Peças aquecidas Água evaporada Perdas ENTRADAS SAÍDAS 87,5% 12,5% 29,5% 18,1% 36,4% 16,0% SIMULAÇÃO MATEMÁTICA DO FORNO

(24)

SIMULAÇÃO MATEMÁTICA DO FORNO

• Para que?

– Avaliar consequências de ações sobre o forno.

– Ex.: alterando excesso de ar, o que ocorre?

• Como é feito?

– Equações que constituem a física do problema.

– Implantação através de um Programa de Simulação Matemática.

SIMULAÇÃO MATEMÁTICA DO FORNO

Células de simulação Gases entrando Gases saindo GN e ar de combustão Gases entrando Gases saindo GN e ar de combustão Entalpia dos gases entrando Entalpia dos gases saindo Poder calorífico do GN e entalpia do ar de combustão canal superior Entalpia das peças entrando Entalpia das peças saindo Perdas de calor por superfícies aquecidas Poder calorífico do GN e entalpia do ar de combustão canal inferior Entalpia dos gases entrando Entalpia dos gases saindo Poder calorífico do GN e entalpia do ar de combustão canal superior Entalpia das peças entrando Entalpia das peças saindo Perdas de calor por superfícies aquecidas Poder calorífico do GN e entalpia do ar de combustão canal inferior 2,1 m

(25)

TRANSFERÊNCIA DE CALOR Radiação térmica TRANSFERÊNCIA DE CALOR DOS GASES/CHAMA TRANSFERÊNCIA DE CALOR DOS GASES/CHAMA Gases TRANSFERÊNCIA DE CALOR PARA / DAS PAREDES

DO FORNO TRANSFERÊNCIA

DE CALOR PARA / DAS PAREDES

DO FORNO Paredes TRANSFERÊNCIA DE CALOR Radiação térmica TRANSFERÊNCIA DE CALOR PARA A PEÇA TRANSFERÊNCIA DE CALOR PARA A PEÇA TRANSFERÊNCIA DE CALOR PARA / DOS ROLETES TRANSFERÊNCIA DE CALOR PARA / DOS ROLETES Roletes Piso cerâmico

(26)

Dados de entrada Variáveis calculadas

PEÇAS

FORNO

VALORES MEDIDOS X VALORES CALCULADOS

TEMPERATURAS AO LONGO DO FORNO

Tpeça,sup Trolo Tpeça,min Tgases,sup Tgases,inf queima sem / com Tgases,sup,med Tgases,inf,med 0 200 400 600 800 1000 1200 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100

Posição a partir da entrada (m)

T ( o C ) Peças Gases Tgases medido Tpeça Tgases calculado Trolo calculado

(27)

FORNO

CONSUMO MEDIDO X CONSUMO CALCULADO

Consumo GN (m3) Consumo GN (m3/m2 peça) Medido 499 0,606 Calculado através de simulação 493 0,599 SIMULAÇÃO MATEMÁTICA DO SECADOR

(28)

SIMULAÇÃO MATEMÁTICA DO SECADOR Vazões e temperaturas

SIMULAÇÃO MATEMÁTICA DO SECADOR Fluxos energéticos SECADOR 2 Ar quente recuperado: 316 kW Peças seca: 456 kW Gás natural: 2.204 kW GASES RECIRCULADOS Gases chaminé: Água evaporada: 917 kW 1.661 kW Gases: 744 kW    Perdas paredes aquecidas: 403 kW SECADOR 2 Ar quente recuperado: 316 kW Peças seca: 456 kW Gás natural: 2.204 kW GASES RECIRCULADOS Gases chaminé: Água evaporada: 917 kW 1.661 kW Gases: 744 kW    Perdas paredes aquecidas: 403 kW

(29)

MEDIDAS DE OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA

MEDIDAS DE OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA AVALIADAS

• REDUÇÃO DO EXCESSO DE AR DOS QUEIMADORES

• ELEVAÇÃO DE TAR COMB.

• ALONGAMENTO ZONA DE PRÉ-AQUECIMENTO (fornos novos) ???

• REDUZIR A VELOCIDADE DAS PEÇAS DIMINUIRIA CONSUMO ESPECÍFICO ???

• MAIOR APROVEITAMENTO DO AR DE RESFRIAMENTO NOS SECADORES

(30)

REDUÇÃO DO EXCESSO DE AR DOS QUEIMADORES REDUÇÃO DO EXCESSO DE AR DOS QUEIMADORES m3 GN/ m2 peça (calc.) kJ / kg peça (calc.) kcal / kg peça (calc.) Base 380 493 78,3 364 0,599 1622 387 ---Excesso de ar: 20 % 346 449 20 258 0,546 1477 353 8,9 T gases médio (oC) (calc.) Redução de consumo (%) (calc.) Consumo específico Consumo GN (m3/h) (calc.) Excesso de ar (%) (dado entr.) Caso Consumo GN (kg/h) (calc.)

(31)

REDUÇÃO DO EXCESSO DE AR E O PERFIL DE TEMPERATURA DOS GASES

TEMPERATURAS AO LONGO DO FORNO

Tpeça,sup Trolo Tpeça,min Tgases,sup Tgases,inf queima sem / com Tgases,sup,med Tgases,inf,med 0 200 400 600 800 1000 1200 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100

Posição a partir da entrada (m)

T ( oC ) Peças Gases SIMULAÇÃO FEITA COM EXCESSO DE AR DE 20 % ELEVAÇÃO DE TAR COMB.

(32)

ELEVAÇÃO DE T

AR COMB. m3 GN/ m2 peça (calc.) kJ / kg peça (calc.) kcal / kg peça (calc.) Base 380 493 78,3 364 0,599 1622 387 ---Excesso de ar: 20 % 346 449 20 258 0,546 1477 353 8,9 Excesso de ar: 20 % Tar: 400 oC 298 387 20 234 0,470 1272 304 13,9 T gases médio (oC) (calc.) Redução de consumo (%) (calc.) Consumo específico Consumo GN (m3/h) (calc.) Excesso de ar (%) (dado de entrada) Caso Consumo GN (kg/h) (calc.) ALONGAMENTO ZONA DE PRÉ-AQUECIMENTO (fornos novos) ???

(33)

FORNO ANALISADO

158 m

ALONGAMENTO ZONA DE PRÉ-AQUECIMENTO (fornos novos) ???

TEMPERATURAS AO LONGO DO FORNO

queima sem / com 0 200 400 600 800 1000 1200 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120

Posição a partir da entrada (m)

T

(

oC

)

Linha tracejada: forno com região de pré-aquecimento aumentada em 16,8 m

Linhas superiores: Tgases Linhas inferiores: Tpeça

Problemas observados: -Perfis de T alterados -Não traz economia. -Forno teria que ser reprojetado.

(34)

REDUZIR A VELOCIDADE DAS PEÇAS DIMINUIRIA CONSUMO ESPECÍFICO ???

REDUÇÃO DA VELOCIDADE DAS PEÇAS Caso Excesso de ar (%) Temperatura dos gases na saída do forno (oC) Perdas por paredes aquecidas (%) Consumo escpecífico (m3 GN / m2 peça) Referência 20 258 7,8 0,529 Com redução de 20 % da velocidade das peças 20 223 9,3 0,529

(35)

MAIOR APROVEITAMENTO DO AR DE RESFRIAMENTO NOS SECADORES

APROVEITAMENTO DO AR DE RESFRIAMENTO INDIRETO FORNO 2 Zona de resfriamento A r d e co m b u st ão A r re sf . c o n tr ac o rr en te A r re sf . f in al A r d o r es fr ia m en to d ir et o A r d o r es f. in d ir et o 464 oC 1.910 kg/h 344 oC 5.790 kg/h 261 oC 22.260 kg/h 185 oC 10.090 kg/h 77 oC 65.770 kg/h Peças 11.200 kg/h 1.100 oC Peças 11.200 kg/h 80 oC AR PASSÍVEL DE APROVEITAMENTO ADICIONAL FORNO 2 Zona de resfriamento A r d e co m b u st ão A r re sf . c o n tr ac o rr en te A r re sf . f in al A r d o r es fr ia m en to d ir et o A r d o r es f. in d ir et o 464 oC 1.910 kg/h 344 oC 5.790 kg/h 261 oC 22.260 kg/h 185 oC 10.090 kg/h 77 oC 65.770 kg/h Peças 11.200 kg/h 1.100 oC Peças 11.200 kg/h 80 oC AR PASSÍVEL DE APROVEITAMENTO ADICIONAL

(36)

APROVEITAMENTO DO AR DE RESFRIAMENTO INDIRETO SECADOR 2 Ar quente recuperado: 4.910 kg/h 253 oC Peças úmidas: 13.570 kg/h 25 oC Umidade: 11% Peças seca: 12.350 kg/h 160 oC Umidade: 1,1 % Gás natural: 117 kg/h o Gases chaminé: Água evaporada: 1.220 kg/h 19.950 kg/h Gases: 18.730 kg/h 164 C Umidade relativa: 1,7%    Ar queimador: 3.700 kg/h 25 oC GASES RECIRCULADOS 261.460 kg/h 190 oC Ar quente ADICIONAL: 10.000 kg/h 250 oC SECADOR 2 Ar quente recuperado: 4.910 kg/h 253 oC Peças úmidas: 13.570 kg/h 25 oC Umidade: 11% Peças seca: 12.350 kg/h 160 oC Umidade: 1,1 % Gás natural: 117 kg/h o Gases chaminé: Água evaporada: 1.220 kg/h 19.950 kg/h Gases: 18.730 kg/h 164 C Umidade relativa: 1,7%    Ar queimador: 3.700 kg/h 25 oC GASES RECIRCULADOS 261.460 kg/h 190 oC Ar quente ADICIONAL: 10.000 kg/h 250 oC APROVEITAMENTO DO AR DE RESFRIAMENTO INDIRETO

Efeito da recuperação adicionar de ar de resfriamento sobre o consumo de GN no secador 0 5 10 15 20 25 30 35 0 2000 4000 6000 8000 10000 12000

Vazão adicional de ar recuperado (kg/h)

R ed u çã o p er ce n tu al d e co n su m o d e G N ( % )

(37)

SECADOR

Redução da vazão de gases de chaminé

SIMULAÇÃO MATEMÁTICA DO SECADOR Vazões e temperaturas

(38)

SECADOR

Redução da vazão de gases de chaminé

SECADOR LINHA 2

Influência da diminuição dos gases na chaminé

100 110 120 130 140 150 160 170 180 190 200 8000 10000 12000 14000 16000 18000 20000 Vazão de gases na chaminé (kg/h)

V az ão d e G N ( kg /h ) 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% 20,0% 25,0% R ed u çã o p er ce n tu al d e co n su m o ( % ) Valor atual SECADOR

Redução da vazão de gases de chaminé

SECADOR LINHA 2

Influência da diminuição dos gases na chaminé

0 1 2 3 4 5 8000 10000 12000 14000 16000 18000 20000 Vazão de gases na chaminé (kg/h)

U m id ad e re la ti va ( % ) 0% 100% 200% 300% 400% 500% E xc es so d e ar ( % ) Valor atual

(39)

MEDIDAS QUANDO DA COMPRA DE NOVOS FORNOS

MEDIDAS QUANDO DA COMPRA DE NOVOS FORNOS

• Qual a temperatura do ar de combustão a ser utilizada? • Qual a largura do forno?

• Qual o comprimento da zona de pré-aquecimento? • Qual é a adequação da zona de resfriamento para

melhor aproveitamento energético (vazões e temperaturas)?

• Qual a instrumentação de controle e de monitoramento do forno? Entre os sistemas não usuais de

monitoramento que poderiam ser instalados, pode-se citar os roletes postiços para acompanhamento da temperatura das peças ao longo do forno, conforme mencionado no corpo do relatório.

(40)

CONCLUSÕES

CONCLUSÕES

• Muitas das medidas de otimização energética apontadas na literatura já estão implantadas.

• Consumo de GN tem peso considerável no custo do revestimento cerâmico

• O forno é o equipamento que mais consome energia térmica no processo.

(41)

CONCLUSÕES

• Melhores oportunidades de redução de consumo de GN

– Redução excesso de ar queimadores

– Evitar infiltração de ar da zona de resfriamento – Elevar Tar combustão

– Aproveitar mais o ar de resfriamento nos secadores – Diminuir tiragem dos secadores

CONCLUSÕES

• Fornos novos:

– Questionar fabricante quanto a questões abordadas no relatório.

– Mais instrumentação para controle energético.

• Possibilidades de desenvolvimentos futuros

– Regulagem secadores

Referências

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