Áreas Temáticas Linhas e Ações de Extensão Sistema de Informação da Extensão

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Texto

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FORPROEX

Áreas Temáticas

Linhas e Ações de Extensão

Sistema de Informação da Extensão

FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS

UNIVERSIDADES PÚBLICAS BRASILEIRAS

Documento de atualização, referência para discussões nos encontros regionais

e no Encontro Nacional do FORPROEX, em abril e maio de 2006

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CONTEÚDO

Apresentação 5

1. Áreas do conhecimento 5

Quadro 1 - Denominação das Áreas de Conhecimento - CNPq 5

2. Áreas temáticas 5

Quadro 2 – Denominação das Áreas Temáticas de Extensão a partir de 1o

. de janeiro de 2006 5

3. Linhas de Extensão 6

Quadro 3 Denominação das Linhas de Extensão a partir de 1o. de janeiro de 2006 6

4. Ações de Extensão 10

4.1. Programa 10

4.2. Projeto 10

Quadro 4 : Censo da Educação Superior INEP 2004 – Q. 90 - Número total de Programas1 e seus respectivos projetos vinculados, público atendido e pessoas envolvidas na execução por áreas temáticas de extensão, em 2004

11

Quadro 5 : Censo da Educação Superior INEP 2004 – Q.92 Número total de projetos não-vinculados1, público atendido, e pessoas envolvidas na execução por área temática de ex-tensão, em 2004.

12

4.3. Curso 13

Quadro 6: Classificação e Definição de Cursos segundo Tipologia do Sistema de Informação da Extensão – SIEXBRASIL

13

Quadro 7: Censo da Educação Superior INEP 2004 – Q 94. Número total de cursos, total de carga horária, concluintes e ministrantes em curso de extensão presencial, segundo a área de conhecimento CNPq, oferecidos em 2004.

14

Quadro 8: Censo da Educação Superior INEP 2004 – Q 95. Número total de cursos, total de carga horária, concluintes e ministrantes em curso de extensão a distância, segundo a área de conhecimento CNPq, oferecidos em 2004.

15

4.4. Evento 16

Quadro 9 : Classificação e Definição de Eventos segundo Tipologia do Sistema de Informa-ção da Extensão – SIEXBRASIL

16

Quadro 10: Censo da Educação Superior INEP 2004 – Q98. Número total de eventos de-senvolvidos, por tipo de evento e público participante, por área temática, em 2004

17

4.5. Prestação de Serviço 18

Quadro 11: Classificação e Definição de Prestação de Serviço segundo Tipologia do Sistema de Informação da Extensão – SIEXBRASIL

18

Quadro 12: Censo da Educação Superior INEP 2004 – Q99. Número total de prestação de serviço institucional, por tipo e área temática, em 2004

20

5. Publicações e outros Produtos Acadêmicos 21

Quadro 13: Classificação e Definição de Publicações e outros Produtos Acadêmicos, segun-do Sistema de Informação da Extensão – SIEXBRASIL

21

6. Observações relativas ao Censo da Educação Superior 22

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respectivas entidades financiadoras, no ano de 2004

7. Articulação das Ações de Extensão – Trabalhando com Programas 23

8. Planilha Básica de Dados para SISTEMA DE INFORMAÇÃO 26

8.1. Adaptações do SiexBrasil e de sistemas de informação das IES Públicas 26 8.2. Registro de Ações de Extensão : Preenchimento dos FORMULÁRIOS 27

8.3. Preenchimento de formulário de PROGRAMAS 28

8.4. Preenchimento de formulário de PROJETO DE EXTENSÃO 29

8.5. Preenchimento de formulário de CURSO 31

8.6. Preenchimento de formulário de EVENTO 33

8.7. Preenchimento de formulário de PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 35 8.8. Preenchimento de formulário de PUBLICAÇÕES E OUTROS PRODUTOS

ACADÊMI-COS

37

8.9. Cadastro de Pessoal (equipe de trabalho envolvida nas atividades de extensão) 39

8.10. Formulários Aprovados: 40

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Apresentação

Essa atualização tem como referência a primeira edição da publicação de 2001 SISTEMA DE

DADOS E INFORMAÇÕES DA EXTENSÃO / Base Operacional de acordo com o Plano Nacional

de Extensão, o relatório final do Grupo de Trabalho REVISÃO DAS ÁREAS TEMÁTICAS, LINHAS E AÇÕES DE EXTENSÃO, debatido e aprovado no XX Encontro Nacional do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras, realizado em Recife, 24 a 27 de maio de 2004, e o relatório da reunião ampliada da Comissão de Sistema de Dados e Informações, Diamantina, 18 e 19 de julho de 2005.

São propostas as modificações e atualizações nos sistemas de informação e banco de dados de extensão, seja o SIEXBRASIL, sejam os sistemas próprios de universidades. Elas visam, também, atender às informações do Censo da Educação Superior - Instituto Nacional de Estudos Pedagó-gicos / Ministério da Educação (INEP/MEC) – que passou a solicitar, a partir do ano-base 2003, in-formações detalhadas em planilhas específicas para a extensão universitária.

As modificações foram implementadas no SIEXBRASIL a partir de 1º de janeiro de 2006. Foram mantidos os registros, e a possibilidade de registro retrospectivo de 2004 e 2005, de maneira a ter-se um corpo de informações anuais. Uma necessidade observada a de aperfeiçoamento pros-pectivo dosistema, em vez de grandes modificações que pudessem significar uma reestruturação total do sistema, com perda de série histórica.

Observa-se que, embora tenha sido construído um consenso sobre o banco de dados e aberta as possibilidades de adesão ao SIEXBRASIL, ainda são bem variáveis os estágios de participação das instituições participantes do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras, ou da implementação de sistemas locais. Como muitas das ações do Fórum, é um processo de construção coletiva e, historicamente, progressiva.

As informações apresentadas, em relação ao registro das Ações de Extensão, são uma parte do documento que pode ser recuperado, in totum, no Manual do SIEX, disponível em www.renex.org.br/documentos.php (v. SiexBrasil – Manual).

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1. Áreas do Conhecimento

Foi mantida a classificação por Áreas do Conhecimento, tendo por base as aplicadas pelo CNPq:

Quadro 1

Denominação das Áreas de Conhecimento - CNPq

Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras – FORPROEX

1. Ciências Exatas e da Terra 2. Ciências Biológicas 3. Engenharia / Tecnologia 4. Ciências da Saúde 5. Ciências Agrárias 6. Ciências Sociais 7. Ciências Humanas

8. Lingüística, Letras e Artes

No SiexBrasil, as áreas estão automaticamente relacionadas ao departamento ou setor da Universidade, por um vínculo preestabelecido no sistema, no momento da implantação das informações da IPES.

2. Áreas Temáticas

A partir de 2006, são mantidas as 8 (oito) áreas temáticas, com modificações de terminologia nas áreas 3 e 7 (anteriormente, 3 – Direitos Humanos e 7 –Tecnologia)

Quadro 2

Denominação das Áreas Temáticas de Extensão a partir de 1o. de janeiro de 2006 Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras – FORPROEX

1. Comunicação

2. Cultura

3. Direitos Humanos e Justiça

4. Educação

5. Meio Ambiente

6. Saúde

7. Tecnologia e Produção

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Todos as ações de extensão deverão sempre ser classificadas segundo a área temática. Como grande número desses programas e projetos podem ser relacionados a mais de uma área, devem ser, obrigatoria-mente, classificados em área temática principal (1) e, opcionalobrigatoria-mente, em área temática complementar (2).

A finalidade da classificação é a sistematização, de maneira a favorecer os estudos e relatórios sobre a produção da extensão universitária brasileira, segundo agrupamentos temáticos, bem como a articulação de indivíduos ou de grupos que atuam na mesma área temática.

A classificação por área deve observar o objeto ou assunto que é enfocado na ação. Mesmo que não se encontre no conjunto das áreas uma correspondência absoluta com o objeto da ação, a mais aproximada, tematicamente, deverá ser a escolhida.

3. Linhas de Extensão

A denominação Linha de Extensão passou, a partir de 1o. de janeiro de 2006, a substituir a denominação Linha Programática; tem especial importância para a nucleação das ações de extensão, ou seja, a constru-ção dos programas.

As Linhas de Extensão especificam e detalham os temas para a nucleação das ações de extensão. Não são, necessariamente, ligadas a uma área temática em especial. Por exemplo, ações relativas à linha de ex-tensão “Inovação Tecnológica” podem ser registrada na Área Temática Saúde, ou Educação, ou Trabalho, ou mesmo Tecnologia, dependendo do tema e contexto da ação de extensão, em questão.

As descrições de linha de extensão discriminam as formas de operacionalização que, em geral, abrangem: assessoria, consultoria, realização de eventos, apoio, desenvolvimento de processos, formação/qualificação de pessoal, preservação, recuperação, difusão, divulgação, desenvolvimento de metodologia de intervenção, intervenção/atendimento, atenção, prevenção, desenvolvimento de sistemas, promoção/incentivo, articulação, adaptação, produção, cooperação, entre outras.

Foi introduzido, no SIEXBRASIL, imediatamente anterior ao nome da linha, o ano a que se refere o progra-ma, para distinguir do programa do(s) ano(s) anterior(es).

Aspectos específicos de cada linha de extensão são descritos, a seguir (ver descrição). Quadro 3

Denominação das Linhas de Extensão a partir de 1o. de janeiro de 2006

Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras – FORPROEX

N. Linha Descrição

1. 2006 - Alfabetização, Leitura e Escrita

Alfabetização e letramento de crianças, jovens e adultos; formação do leitor e do produtor de textos; incentivo à leitura; literatura; desenvolvimento de metodologias de ensino da leitura e da escrita e sua inclusão nos projetos político-pedagógicos das escolas.

2. 2006 - Artes Cênicas Dança, teatro, técnicas circenses, performance; formação, memória, produção e di-fusão cultural e artística.

3. 2006 - Artes Integradas Ações multiculturais, envolvendo as diversas áreas da produção e da prática artística em um único programa integrado; memória, produção e difusão cultural e artística. 4. 2006 - Artes Plásticas Escultura, pintura, desenho, gravura instalação, apropriação; formação, memória,

produção e difusão cultural e artística.

5. 2006 - Artes Visuais Artes gráficas, fotografia, cinema, vídeo; formação, memória, produção e difusão cul-tural e artística.

6. 2006 - Comunicação Estratégica

Elaboração, implementação e avaliação de planos estratégicos de comunicação; realização de assessorias e consultorias para organizações de natureza diversa em atividades de publicidade, propaganda e de relações públicas; suporte de comunica-ção a programas e projetos de mobilizacomunica-ção social, a organizações governamentais e da sociedade civil.

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N. Linha Descrição

7. 2006 - Desenvolvimento de Produtos

Produção de origem animal, vegetal, mineral e laboratorial; manejo, transformação, manipulação, dispensação, conservação e comercialização de produtos e subprodutos.

8. 2006 - Desenvolvimento Regional

Elaboração de diagnóstico e de propostas de planejamento regional (urbano e rural) envolvendo práticas destinadas a elaboração de planos diretores, a soluções, trata-mento de problemas e melhoria da qualidade de vida da população local, tendo em vista sua capacidade produtiva e potencial de incorporação na implementação das ações; participação em fóruns Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável - DLIS; participação e assessoria a conselhos regionais, estaduais e locais de desen-volvimento e a fóruns de municípios e associações afins; elaboração de matrizes e estudos sobre desenvolvimento regional integrado, tendo como base recursos locais renováveis e práticas sustentáveis; discussão sobre permacultura; definição de indi-cadores e métodos de avaliação de desenvolvimento, crescimento e sustentabilida-de.

9. 2006 - Desenvolvimento Rural e Questão Agrária

Constituição e/ou manutenção de iniciativas de reforma agrária, matrizes produtivas locais ou regionais e de políticas de desenvolvimento rural; assistência técnica; pla-nejamento do desenvolvimento rural sustentável; organização rural; comercialização; agroindústria; gestão de propriedades e/ou organizações; arbitragem de conflitos de reforma agrária; educação para o desenvolvimento rural; definição de critérios e de políticas de fomento para o meio rural; avaliação de impactos de políticas de desen-volvimento rural.

10. 2006 - Desenvolvimento Tecnológico

Processos de investigação e produção de novas tecnologias, técnicas, processos produtivos, padrões de consumo e produção (inclusive tecnologias sociais, práticas e protocolos de produção de bens e serviços); serviços tecnológicos; estudos de viabi-lidade técnica, financeira e econômica; adaptação de tecnologias.

11. 2006 - Desenvolvimento Urbano

Planejamento, implementação e avaliação de processos e metodologias visando proporcionar soluções e o tratamento de problemas das comunidades urbanas; ur-banismo.

12. 2006 - Direitos Individu-ais e Coletivos

Apoio a organizações e ações de memória social, defesa, proteção e promoção de direitos humanos; direito agrário e fundiário; assistência jurídica e judiciária individual e coletiva, a instituições e organizações; bioética médica e jurídica; ações educativas e preventivas para garantia de direitos humanos.

13. 2006 - Educação Profis-sional

Processos de formação técnica profissional, visando a valorização, aperfeiçoamento, promoção do acesso aos direitos trabalhistas e inserção no mercado de trabalho. 14. 2006 -

Empreendedoris-mo

Constituição e gestão de empresas juniores, pré-incubadoras, incubadoras de em-presas, parques e pólos tecnológicos, cooperativas e empreendimentos solidários e outras ações voltadas para a identificação, aproveitamento de novas oportunidades e recursos de maneira inovadora, com foco na criação de empregos e negócios es-timulando a pró-atividade.

15. 2006 - Emprego e Renda Defesa, proteção, promoção e apoio a oportunidades de trabalho, emprego e renda para empreendedores, setor informal, proprietários rurais, formas cooperadas/associadas de produção, empreendimentos produtivos solidários, economia solidária, agricultura familiar, dentre outros.

16. 2006 - Endemias e Epi-demias

Planejamento, implementação e avaliação de metodologias de intervenção e de in-vestigação tendo como tema o perfil epidemiológico de endemias e epidemias e a transmissão de doenças no meio rural e urbano; previsão e prevenção.

17. 2006 - Divulgação Científica e Tecnológica

Difusão e divulgação de conhecimentos científicos e tecnológicos em espaços de ciência, como museus, observatórios, planetários, estações marinhas, entre outros; organização de espaços de ciência e tecnologia.

18. 2006 - Esporte e Lazer Práticas esportivas, experiências culturais, atividades físicas e vivências de lazer pa-ra crianças, jovens e adultos, como princípios de cidadania, inclusão, participação social e promoção da saúde; esportes e lazer nos projetos político-pedagógico das escolas; desenvolvimento de metodologias e inovações pedagógicas no ensino da Educação Física, Esportes e Lazer; iniciação e prática esportiva; detecção e fomento de talentos esportivos.

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N. Linha Descrição

19. 2006 - Estilismo Design e modelagem criativa de vestuário, calçados, ornamentos e utensílios pes-soais relacionados à moda.

20. 2006 - Fármacos e Medicamentos

Uso correto de medicamentos para a assistência à saúde, em seus processos que envolvem a farmacoterapia; farmácia nuclear; diagnóstico laboratorial; análises químicas, físico-químicas, biológicas, microbiológicas e toxicológicas de fármacos, insumos farmacêuticos, medicamentos e fitoterápicos.

21. 2006 - Formação de Professores

Formação e valorização de professores, envolvendo a discussão de fundamentos e estratégias para a organização do trabalho pedagógico, tendo em vista o aprimoramento profissional, a valorização, a garantia de direitos trabalhistas e a inclusão no mercado de trabalho formal.

22. 2006 - Gestão do Traba-lho

Estratégias de administração; ambiente empresarial; relações de trabalho urbano, rural e industrial (formas associadas de produção, trabalho informal, incubadora de cooperativas populares, agronegócios, agroindústria, práticas e produções caseiras, dentre outros).

23. 2006 - Gestão Informacional

Sistemas de fornecimento e divulgação de informações econômicas, financeiras, físicas e sociais das instituições públicas, privadas e do terceiro setor.

24. 2006 - Gestão Institucio-nal

Estratégias administrativas e organizacionais em órgãos e instituições públicas, pri-vadas e do terceiro setor, governamentais e não governamentais.

25. 2006 - Gestão Pública Sistemas regionais e locais de políticas públicas; análise do impacto dos fatores so-ciais, econômicos e demográficos nas políticas públicas (movimentos populacionais, geográficos e econômicos, setores produtivos); formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam nos sistemas públicos (atuais ou potenciais).

26. 2006 - Grupos Sociais Vulneráveis

Questões de gênero, de etnia, de orientação sexual, de diversidade cultural, de cre-dos religiosos, dentre outros, processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), de emancipação, de respeito à identidade e inclusão; promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção.

27. 2006 - Infância e Adoles-cência

Processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc); promoção, defesa e garantia de direitos; ações especiais de prevenção e erradicação do trabalho infan-til; desenvolvimento de metodologias de intervenção, tendo como objeto enfocado na ação crianças, adolescentes e suas famílias.

28. 2006 - Inovação Tecno-lógica

Introdução de produtos ou processos tecnologicamente novos e melhorias significa-tivas a serem implementadas em produtos ou processos existentes nas diversas á-reas do conhecimento. Considera-se uma inovação tecnológica de produto ou pro-cesso aquela que tenha sido implementada e introduzida no mercado (inovação de produto) ou utilizada no processo de produção (inovação de processo).

29. 2006 - Jornalismo Processos de produção e edição de notícias para mídias impressas e eletrônicas; assessorias e consultorias para órgãos de imprensa em geral; crítica de mídia. 30. 2006 - Jovens e Adultos Processos de atenção (saúde, assistência social, etc), de emancipação e inclusão;

educação formal e não formal; promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvi-mento de metodologias de intervenção, tendo como objeto a juventude e/ou a idade adulta.

31. 2006 - Línguas Estrangeiras

Processos de ensino/aprendizagem de línguas estrangeiras e sua inclusão nos projetos político-pedagógicos das escolas; desenvolvimento de processos de formação em línguas estrangeiras; literatura; tradução.

32. 2006 - Metodologias e Estratégias de Ensi-no/Aprendizagem

Metodologias e estratégias específicas de ensino/aprendizagem, como a educação a distância, o ensino presencial e de pedagogia de formação inicial, educação continu-ada, educação permanente e formação profissional.

33. 2006 - Mídia-artes Mídias contemporâneas, multimídia, web-arte, arte digital; formação, memória, pro-dução e difusão cultural e artística.

34. 2006 - Mídias Produção e difusão de informações e conhecimentos através de veículos comunitá-rios e universitácomunitá-rios, impressos e eletrônicos (boletins, rádio, televisão, jornal, revis-tas, internet, etc); promoção do uso didático dos meios de comunicação e de ações educativas sobre as mídias.

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N. Linha Descrição

35. 2006 - Música Apreciação, criação e performance; formação, capacitação e qualificação de pesso-as que atuam na área musical; produção e divulgação de informações, conhecimen-tos e material didático na área; memória, produção e difusão cultural e artística. 36. 2006 - Organizações da

Sociedade e Movimentos Sociais e Populares

Apoio à formação, organização e desenvolvimento de comitês, comissões, fóruns, associações, ONG’s, OSCIP’s, redes, cooperativas populares, sindicatos, dentre ou-tros.

37. 2006 - Patrimônio Cultu-ral, Histórico e Natural

Preservação, recuperação, promoção e difusão de patrimônio artístico, cultural e his-tórico (bens culturais móveis e imóveis, obras de arte, arquitetura, espaço urbano, paisagismo, música, literatura, teatro, dança, artesanato, folclore, manifestações reli-giosas populares), natural (natureza, meio ambiente) material e imaterial (culinária, costumes do povo), mediante formação, organização, manutenção, ampliação e e-quipamento de museus, bibliotecas, centros culturais, arquivos e outras organiza-ções culturais, coleorganiza-ções e acervos; restauração de bens móveis e imóveis de reco-nhecido valor cultural; proteção e promoção do folclore, do artesanato, das tradições culturais e dos movimentos religiosos populares; valorização do patrimônio; memó-ria, produção e difusão cultural e artística.

38. 2006 - Pessoas com Deficiências Incapacida-des, e Necessidades Es-peciais

Processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc) de emancipação e inclusão de pessoas com deficiências, incapacidades físicas, sensoriais e mentais, síndromes, doenças crônicas, altas habilidades, dentre outras; promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção individual e coletiva, tendo como objeto enfocado na ação essas pessoas e suas famílias. 39. 2006 - Propriedade

Inte-lectual e Patente

Processos de identificação, regulamentação e registro de direitos autorais e outros sobre propriedade intelectual e patente.

40. 2006 - Questões Ambi-entais

Implementação e avaliação de processos de educação ambiental de redução da po-luição do ar, águas e solo; discussão da Agenda 21; discussão de impactos ambien-tais de empreendimentos e de planos básicos ambienambien-tais; preservação de recursos naturais e planejamento ambiental; questões florestais; meio ambiente e qualidade de vida; cidadania e meio ambiente.

41. 2006 - Recursos Hídricos Planejamento de microbacias, preservação de mata ciliar e dos recursos hídricos, gerenciamento de recursos hídricos e Bacias Hidrográficas; prevenção e controle da poluição; arbitragem de conflitos; participação em agências e comitês estaduais e nacionais; assessoria técnica a conselhos estaduais, comitês e consórcios munici-pais de recursos hídricos.

42. 2006 - Resíduos Sólidos Ações normativas, operacionais, financeiras e de planejamento com base em critérios sanitários, ambientais e econômicos, para coletar, segregar, tratar e dispor resíduos ou dejetos; orientação para elaboração e desenvolvimento de projetos de planos de gestão integrada de resíduos sólidos urbanos, coleta seletiva, instalação de manejo de resíduos sólidos urbanos (RSU) reaproveitáveis (compostagem e reciclagem), destinação final de RSU (aterros sanitários e controlados), remediação de resíduos ou dejetos a céu aberto; orientação à organização de catadores de lixo. 43. 2006 - Saúde Animal Processos e metodologias visando a assistência à saúde animal: prevenção,

diag-nóstico e tratamento; prestação de serviços institucionais em laboratórios, clínicas e hospitais veterinários universitários.

44. 2006 - Saúde da Família Processos assistenciais e metodologias de intervenção para a saúde da família; 45. 2006 - Saúde e Proteção

no Trabalho

Processos assistenciais, metodologias de intervenção, ergonomia, educação para a saúde e vigilância epidemiológica ambiental, tendo como alvo o ambiente de traba-lho e como público os trabalhadores urbanos e rurais; saúde ocupacional

46. 2006 - Saúde Humana Promoção da saúde das pessoas, famílias e comunidades; humanização dos servi-ços; prestação de serviços institucionais em ambulatórios, laboratórios, clínicas e hospitais universitários; assistência à saúde de pessoas em serviços especializados de diagnóstico, análises clínicas e tratamento; clínicas odontológicas, de psicologia, dentre outras.

47. 2006 - Segurança Alimentar e Nutricional

Incentivo à produção de alimentos básicos, auto-abastecimento, agricultura urbana, hortas escolares e comunitárias, nutrição, educação para o consumo, regulação do mercado de alimentos, promoção e defesa do consumo alimentar.

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N. Linha Descrição

48. 2006 - Segurança Públi-ca e Defesa Social

Planejamento, implementação e avaliação de processos e metodologias, dentro de uma compreensão global do conceito de segurança pública, visando proporcionar soluções e o tratamento de problemas relacionados; orientação e assistência jurídi-ca, judiciária, psicológica e social à população carcerária e familiares; assessoria a projetos de educação, saúde e trabalho aos apenados e familiares; questão peniten-ciária; violência; mediação de conflitos; atenção a vítimas de crimes violentos; prote-ção a testemunhas; policiamento comunitário.

49. 2006 - Tecnologia da Informação

Desenvolvimento de competência informacional - para identificar, localizar, interpretar, relacionar, analisar, sintetizar, avaliar e comunicar informação em fontes impressas ou eletrônicas; inclusão digital.

50. 2006 - Terceira Idade Planejamento, implementação e avaliação de processos de atenção (educação, sa-úde, assistência social, etc), de emancipação e inclusão; promoção, defesa e garan-tia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção, tendo como objeto enfocado na ação pessoas idosas e suas famílias.

51. 2006 - Turismo Planejamento e implementação do turismo (ecológico, cultural, de lazer, de negó-cios, religioso, etc) como setor gerador de emprego e renda para os municípios; de-senvolvimento de novas tecnologias para avaliações de potencial turístico; produção e divulgação de imagens em acordo com as especificidades culturais das popula-ções locais.

52. 2006 - Uso de Drogas e Dependência Química

Prevenção e limitação da incidência e do consumo de drogas; tratamento de depen-dentes; assistência e orientação a usuários de drogas; recuperação e reintegração social.

53. 2006 - Desenvolvimento Humano *

Temas das diversas áreas do conhecimento, especialmente de ciências humanas, biológicas, sociais aplicadas, exatas e da terra, da saúde, ciências agrárias, engenharias, lingüística, (letras e artes), visando a reflexão discussão, atualização e aperfeiçoamento humano, espiritualidade e religiosidade.

4. Ações de Extensão

4.1. PROGRAMA:

Conjunto articulado de projetos e outras ações de extensão (cursos, eventos, prestação de serviços), prefe-rencialmente integrando a atividades de extensão, pesquisa e ensino. Tem caráter orgânico-institucional, clareza de diretrizes e orientação para um objetivo comum, sendo executado a médio e longo prazo.

4.2. PROJETO:

Ação processual e contínua de caráter educativo, social, cultural, científico ou tecnológico, com objetivo es-pecífico e prazo determinado.

Observação: o projeto pode ser

• vinculado a um programa (forma preferencial – o projeto faz parte de uma nucleação de ações) • não-vinculado a programa (projeto isolado).

Indicadores quantitativos de programas e projetos (Censo da Educação Superior – INEP/MEC) O Censo da Educação Superior apresenta quadros, para serem preenchidos, com dados obtidos no sistema de informação SIEXBRASIL ou do sistema próprio da instituição.

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Os quadros seguintes – Q 90 e Q 91, relativos a programas e projetos – são os constantes do Censo da Educação Superior/2004, respondido em 2005:

Quadro 4

Censo da Educação Superior INEP 2004 – Q. 90 - Número total de Programas1 e seus respectivos proje-tos vinculados, público atendido e pessoas envolvidas na execução por áreas temáticas de extensão, em

2004

Equipe envolvida na execução Da própria IES Alunos5 de Gra-duação Áreas Temáticas Total de Progra-mas Total de projetos2 vinculados aos programas Total de públi-co atingi-do3 Docen-tes4 Bolsis-ta6 Não-bolsista Alunos pós- gradua-ção Técni-cos8 Exter-nos9 Total 1.Comunicação 2.Cultura 3.Direitos Humanos e

Justi-ça 4.Educação 5.Meio Ambiente 6.Saúde 7.Tecnologia e Produção 8.Trabalho TOTAL

1)Conjunto articulado de projetos e outras atividades de extensão (cursos, eventos, prestação de serviços), de caráter orgânico-institucional, com clareza de diretrizes e orientadas a um objetivo comum em uma gran-de ação, em médio ou longo prazo.

2) Conjunto de ações processuais e contínuas de caráter comunitário, educativo, cultural científico e tecno-lógico, vinculado a um programa.

3)Somatória do público atendido nos projetos vinculados aos programas

4)Professores que ministram aula na instituição envolvidos na execução dos programas de extensão. 5) Alunos matriculados nos cursos de graduação da IES envolvidos na execução dos programas de exten-são (bolsistas e não-bolsistas).

6) Número de bolsistas de extensão (bolsas institucionais), seja com verba do programa seja com verba ex-terna

7) Alunos matriculados nos cursos de pós-graduação da IES envolvidos na execução dos programas de ex-tensão (bolsistas e não-bolsistas).

8) Funcionários técnicos e/ou administrativos da IES envolvidos na execução dos programas de extensão. 9) Pessoas de outras IES, ou de comunidade externa, envolvidas na execução dos programas de extensão

OBS.: A definição das áreas temáticas tem como parâmetro as políticas públicas. A classificação por área deve ob-servar o objeto ou assunto que é enfocado na ação mesmo que não se encontre no conjunto das áreas, uma corres-pondência absoluta entre o objeto de um programa e o conteúdo descrito nas áreas, a mais aproximada, tematicamente, deverá ser escolhida

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Quadro 5

Censo da Educação Superior INEP 2004 – Q.92 Número total de projetos não-vinculados1, público a-tendido, e pessoas envolvidas na execução por área temática de extensão, em 2004

Equipe envolvida na execução Da própria IES Exter-nos8 Docen-tes3 Alunos4 de gradu-ação Áreas Temáticas Total de projetos não- vincula-dos Total de público atingido2 Bolsis-ta5 Não-bolsista Alunos pós- graduação6 Técni-cos7 Total 1.Comunicação 2.Cultura 3.Direitos Humanos e Justiça 4.Educação 5.Meio Ambiente 6.Saúde 7.Tecnologia e Produ-ção 8.Trabalho TOTAL

1) Conjunto de ações processuais e contínuas de caráter comunitário, educativo, cultural, científico e tecnológico, com objetivo, definido e prazo determinado registrado como Projeto Isolado (projeto não- vinculado a programa). 2)Somatória do público atendido nos projetos não vinculados aos programas.

3) Professores que ministram aula na instituição envolvidos na execução dos projetos de extensão. 4) Alunos matriculados nos cursos de graduação da IES envolvidos na execução dos projetos de extensão. 5) Número de bolsistas de extensão (bolsas institucionais), seja com verba do projeto seja com verba externa 6) Alunos matriculados nos cursos de pós-graduação da IES envolvidos na execução dos projetos de extensão. 7) Funcionários técnicos e/ou administrativos da IES envolvidos na execução dos projetos de extensão. 8) Pessoas de outras IES, ou de comunidade externa, envolvidas na execução dos projetos de extensão.

OBS.: A definição das áreas temáticas tem como parâmetro as políticas públicas. A classificação por área de-ve observar o objeto ou assunto que é enfocado na ação. Mesmo que não se encontre no conjunto das áreas, uma correspondência absoluta entre o objeto de um projeto e o conteúdo descrito nas áreas, a mais aproximada, temati-camente, deverá ser escolhida.

(13)

4.3. CURSO:

Ação pedagógica, de caráter teórico e/ou prático, presencial ou a distância, planejada e organizada de mo-do sistemático, com carga horária mínima de 8 horas e critérios de avaliação definimo-dos.

Observações:

• ações dessa natureza com menos de 8 horas devem ser classificadas como “evento”; prestação de ser-viço realizada como curso, deve ser registrada como curso.

• curso presencial exige a presença do estudante durante toda a oferta da carga horária.

• curso de extensão a distância é caracterizado pela não exigência da presença do aluno durante toda a oferta da carga horária; as atividades presenciais (sessões de esclarecimento, orientação presencial, avaliação, etc) não devem ultrapassar 20% da carga horária total.

Quadro 6

Classificação e Definição de Cursos segundo Tipologia do Sistema de Informação da Extensão – SIEXBRASIL

Classificação de Curso

(classificar sempre nas 3 cate-gorias I, II e III)

DEFINIÇÃO

PRESENCIAL Curso cuja carga horária computada é referente à atividade na presença de professor / instrutor.

I

A DISTÂNCIA Curso cuja carga horária computada compreende atividades realizadas sem presença / supervisão de professor / instrutor (as avaliações podem ser presenciais)

ATÉ 30 HORAS Curso cuja carga horária é de até 30 horas II

IGUAL OU SUPERIOR A 30 HORAS

Curso cuja carga horária é igual ou superior a 30 horas

INICIAÇÃO Curso que objetiva principalmente oferecer noções introdutórias em uma área especí-fica do conhecimento

ATUALIZAÇÃO Curso que objetiva principalmente atualizar e ampliar conhecimentos, habilidades ou técnicas em uma área do conhecimento.

TREINAMENTO E QUA-LIFICAÇÃO PROFISSIO-NAL

Curso que objetiva principalmente treinar e capacitar em atividades profissionais es-pecíficas.

APERFEIÇOAMENTO* Curso com carga horária mínima de 180h, destinado a graduados III

ESPECIALIZAÇÃO* Curso com carga horária mínima de 360h, destinado a graduados

* Esses cursos, atualmente classificados como pós-graduação lato sensu, estão sendo revistos no antepro-jeto de lei da reforma universitária (para “educação continuada”?).

Aluno-equivalente: O SiexBrasil calcula, automaticamente, o indicador “aluno-equivalente”, definido como carga horária x número de concluintes, dividido por 800 horas (esse número 800 foi obtido do produto 200 dias letivos, vezes 4 horas por dia). Nos exemplos, a seguir, ofertar um curso de 150 h, para 80 alunos-concluintes, equivale a manter 15 alunos por ano, em um curso de graduação de 800 h/ano. Observe-se que a somatória (total) das colunas fornece os indicadores para um conjunto de cursos. Não é possível calcular o equivalente-aluno de um conjunto de cursos pela fórmula total da carga horária, vezes total de concluintes, dividido por 800 horas.

Nome do curso Carga horária No. de concluintes Equivalente-aluno

Qualificação de professores 150 80 15,0

Curso de Cuidadores 60 100 7,5

(14)

Indicadores quantitativos de cursos (Censo da Educação Superior 2004– INEP/MEC)

Os quadros (Q94 e Q95), a seguir, referem-se aos dados solicitados pelo Censo da Educação Superior (INEP– MEC) relativos a cursos de extensão presenciais e a cursos de extensão a distância

Quadro 7

Censo da Educação Superior INEP 2004 – Q94. Número total de cursos, total de carga horária, concluintes e

minis-trantes em curso de extensão presencial1, segundo a área de conhecimento CNPq, oferecidos em 2004 Ministrantes da IES Externos8 Áreas do Conhecimento Total de cursos2 Total de carga horária3 Concluin-tes4

Docen-tes5 Técnicos 6 Estudantes7

Total até 30 horas

1. Ciências Exatas e da

Ter-ra 2. Ciências Biológicas

3. Engenharia/Tecnologia 4. Ciências da Saúde 5. Ciências Agrárias 6. Ciências Sociais Aplica-das

7. Ciências Humanas 8. Lingüística, Letras e Artes

Total acima de 30 horas

1. Ciências Exatas e da

Ter-ra 2. Ciências Biológicas

3. Engenharia/Tecnologia 4. Ciências da Saúde 5. Ciências Agrárias 6. Ciências Sociais Aplica-das

7. Ciências Humanas 8. Lingüística, Letras e Artes

Total Geral

1) Conjunto articulado de ações pedagógicas, de caráter teórico ou prático, planejadas e organizadas de modo siste-mático, com carga horária mínima de 8 horas e processo de avaliação formal. Atividades com menos de 8 horas de-vem ser classificadas como "evento". Prestação de Serviço realizada como curso, deve ser registrada como curso. Curso presencial exige a presença do aluno durante a oferta da carga horária.

2) Número total de cursos oferecidos em 2004 por área de conhecimento.

3) Somatória de carga horária de todos os cursos oferecidos por área de conhecimento 4) Número total de concluintes ou de certificados emitidos por área de conhecimento

5) Número de docentes que ministram aula na instituição envolvidos na execução de cursos de extensão.

6) Número de alunos matriculados nos cursos de graduação ou pós-graduação da IES envolvidos na execução dos cursos de extensão.

7) Funcionários técnicos e/ou administrativos da IES envolvidos na execução dos cursos de extensão. 8) Pessoas de outras IES, ou da comunidade externa, envolvidas na execução dos cursos de extensão.

OBS.: A definição das áreas temáticas tem como parâmetro as políticas públicas. A classificação por áreas temática deve observar o objeto ou o assunto que é enfocado na ação. Mesmo que não se encontre no conjunto das áreas, uma correspondência absoluta entre o objeto de um curso e o conteúdo descrito nas áreas, a mais aproximada, tema-ticamente, deverá ser escolhida.

(15)

Quadro 8

Censo da Educação Superior INEP 2004 – Q 95. Número total de cursos, total de carga horária, conclu-intes e ministrantes em curso de extensão a distância1, segundo a área de conhecimento CNPq,

ofere-cidos em 2004.

Total de Total de Ministrantes

Áreas do Conhecimento Cursos2 carga concluintes4 da IES Externos8 horária3 Docentes5 Técnicos 6 Estudantes7

Total até 30 horas

1. Ciências Exatas e da Terra

2. Ciências Biológicas

3. Engenharia/Tecnologia

4. Ciências da Saúde

5. Ciências Agrárias

6. Ciências Sociais Aplicadas

7. Ciências Humanas

8. Lingüística, Letras e Artes

Total acima de 30 horas

1. Ciências Exatas e da Terra

2. Ciências Biológicas 3. Engenharia/Tecnologia 4. Ciências da Saúde 5. Ciências Agrárias

6. Ciências Sociais Aplicadas 7. Ciências Humanas 8. Lingüística, Letras e Artes

Total Geral

1) Conjunto articulado de ações pedagógicas, de caráter teórico ou prático, à distância, planejadas e or-ganizadas de modo sistemático, com carga horária mínima de 8 horas e processo de avaliação formal. Atividades com menos de 8 horas devem ser classificadas como "evento". Prestação de Serviço reali-zada como curso, deve ser registrada como curso.

2) Número total de cursos oferecidos em 2004 por área de conhecimento

3) Somatória de carga horária de todos os cursos oferecidos por área de conhecimento 4) Número total de concluintes ou de certificados emitidos por área de conhecimento

5) Número de docentes que ministram aula na instituição envolvidos na execução de cursos de extensão. 6) Número de alunos matriculados nos cursos de graduação ou pós-graduação da IES envolvidos na

exe-cução dos cursos de extensão.

7) Funcionários técnicos e/ou administrativos da IES envolvidos na execução dos cursos de extensão. 8) Pessoas de outras IES, ou da comunidade externa, envolvidas na execução dos cursos de extensão.

OBS.: A definição das áreas temáticas tem como parâmetro as políticas públicas. A classificação por áreas temáticas deve observar o objeto ou o assunto que é enfocado na ação. Mesmo que não se encontre no conjunto das áreas, uma correspondência absoluta entre o objeto de um curso e o conteúdo descrito nas áreas, a mais aproximada, tematicamente, deverá ser escolhida.

(16)

4.4. EVENTO

Ação que implica na apresentação e/ou exibição pública, livre ou com clientela específica, do conhecimento ou produto cultural, artístico, esportivo, científico e tecnológico desenvolvido, conservado ou reconhecido pela Universidade

Quadro 9

Classificação e Definição de Eventos segundo Tipologia do Sistema de Informação da Extensão – SIEXBRASIL

Classificação de EVENTO

DEFINIÇÃO

CONGRESSO Evento de grandes proporções, de âmbito regional, nacional ou internacional, em geral com dura-ção de 3 a 7 dias, que reúne participantes de uma comunidade científica ou profissional ampla. Observação: realizado como um conjunto de atividades, como mesas-redondas, palestras, confe-rências, apresentação de trabalhos, cursos, minicursos, oficinas/workshop; os cursos incluídos no congresso, com duração igual ou superior a 8 horas devem, também, ser registradas e certificadas como curso. Incluem-se nessa classificação eventos de grande porte, como conferência nacional de ..., reunião anual de...., etc.

SEMINÁRIO Evento científico de âmbito menor do que o congresso, tanto em termos de duração (horas a 1 ou 2 dias), quanto de número de participantes, cobrindo campos de conhecimento mais especializados. Incluem-se nessa classificação eventos de médio porte, como encontro, simpósio, jornada, coló-quio, fórum, reunião.

CICLO DE DE-BATES

Encontros seqüenciais que visam a discussão de um tema específico. Inclui: Ciclo de..., Circuito..., Semana de...

EXPOSIÇÃO Exibição pública de obras de arte, produtos, serviços, etc. Em geral é utilizada para promoção e venda de produtos e serviços. Inclui: feira, salão, mostra, lançamento.

ESPETÁCULO Demonstração pública de eventos cênicos musicais. Inclui: recital, concerto, show, apresentação teatral, exibição de cinema e televisão, demonstração pública de canto, dança e interpretação mu-sical.

EVENTO ES-PORTIVO

Inclui: campeonato, torneio, olimpíada, apresentação esportiva.

FESTIVAL Série de ações/eventos ou espetáculos artísticos, culturais ou esportivos, realizados concomitan-temente, em geral em edições periódicas.

CAMPANHA Ação pontual de mobilização que visa a um objetivo definido.

Indicadores quantitativos de eventos (Censo da Educação Superior 2004 – INEP/MEC) O quadro, a seguir, refere-se aos dados relativos a eventos desenvolvidos pela instituição.

(17)

Quadro 10

Censo da Educação Superior INEP 2004 – Q98. Número total de eventos1 desenvolvidos, por tipo de evento e público participante, por área temática, em 2004

Tipo de evento2 Áreas Temáticas congres-so seminá-rio ciclo de debates expo- sição espetá-culo evento esporti-vo festival outros Total Total de público participan-te3 1. Comunicação 2. Cultura 3. Direitos Humanos e Justiça 4. Educação 5. Meio Ambiente 6. Saúde 7. Tecnologia e Produção 8. Trabalho Total

1) Ação extensionista que implica na apresentação e exibição pública e livre ou também com clientela específica, do conhecimento ou produto cultural, científico e tecnológico desenvolvido, conservado ou reconhecido pela universidade. 2) Tipos de eventos:

• Congresso - Evento de grandes proporções, de âmbito nacional ou internacional, em geral com duração de 3 a 7 dias, que reúne participantes de uma comunidade científica ou profissional ampla. Abrange um conjunto de atividades como: mesa redonda, palestras, conferências, cursos, oficinas (ou Workshop ou laboratório com duração de até oito horas – se igual ou superior a oito horas, dever ser classificado como curso). Inclui-se nessa classificação a conferência enquanto evento.

• . Seminário - Eventos científicos de âmbito menor do que o congresso, tanto em termos de duração (horas a 1 ou 2 dias), quanto ao número de participantes, cobrindo campos de conhecimento mais especializa-dos. Incluem-se nessa classificação: encontro, simpósio, jornada, colóquio, fórum, reunião.

• . Ciclo de debates - Encontros seqüenciais que visam a discussão de um tema específico. Inclui: Ciclo, Circuito, Semana.

• . Exposição - Exibição pública de obras de arte, produtos, serviços, etc. Inclui: feira, salão, mostra, lança-mento.

• . Espetáculo - Demonstração pública de eventos cênicos musicais. Inclui: recital, concerto, show, apresen-tação teatral, exibição de cinema e televisão, demonstração pública de canto, dança e interpreapresen-tação musi-cal.

• . Evento esportivo - Inclui: campeonato, torneio, olimpíada, apresentação esportiva.

• . Festival - Série de ações/eventos culturais ou esportivos realizados concomitantemente, em período de-terminado tempo, geralmente com edições periódicas.

• . Outros - outros eventos não classificados nos itens anteriores 3) Total de público participante ou presente no evento.

OBS.: A definição das áreas temáticas tem como parâmetro as políticas públicas. A classificação por área deve observar o objeto ou o assunto que é enfocado na ação. Mesmo que não se encontre no conjunto das áreas, uma cor-respondência absoluta entre o objeto de um curso e o conteúdo descrito nas áreas, a mais aproximada, tematicamente, deverá ser escolhida.

(18)

4.5. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

Realização de trabalho oferecido pela IES ou contratado por terceiros (comunidade, empresa, órgão públi-co, etc.); a prestação de serviços se caracteriza por intangibilidade, inseparabilidade processo/produto e não resulta na posse de um bem.

Observação: quando a prestação de serviço é oferecida como curso ou projeto de extensão, deve ser regis-trada como tal (curso ou projeto).

Quadro 11

Classificação e Definição de Prestação de Serviço segundo Tipologia do Sistema de Informação da Extensão – SIEXBRASIL (continua...)

GRUPO CLASSIFICAÇÃO DEFINIÇÃO

CONSULTORIA Análise e emissão de pareceres, envolvendo pessoal do quadro, acerca de situações e/ou temas específicos.

ASSESSORIA Assistência ou auxílio técnico em um assunto específico, envolvendo pes-soal do quadro, graças a conhecimentos especializados.

CURADORIA Organização e manutenção de acervos e mostras de arte e cultura, envol-vendo pessoal do quadro.

SERVIÇO EVEN-TUAL

OUTROS Incluem-se nessa categoria pesquisa encomendada, restauração de bens móveis e imóveis e outras prestações de serviço eventuais.

CONSULTAS AMBULATORIAIS

Consulta ambulatorial ou domiciliar programado prestado por profissionais da área da saúde.

CONSULTAS DE EMERGÊNCIA E URGÊNCIA

Consulta em situação que exige pronto atendimento (emergências e ur-gências).

INTERNAÇÕES Atendimento a pacientes internados.

CIRURGIAS Intervenções cirúrgicas (hospitalares e ambulatoriais).

EXAMES LABO-RATORIAIS

Exames de patologia clínica e anátomo-patologia.

EXAMES COMPLEMEN-TARES

Radiologia, ultra-sonografia e outros exames por imagem, provas funcio-nais, endoscopia, etc.

ATENDIMENTO EM SAÚDE HUMANA

OUTROS ATEN-DIMENTOS

Outros atendimentos não incluídos nos itens anteriores.

CONSULTAS AMBULATORIAIS

Atendimento ambulatorial a animais.

INTERNAÇÕES Assistência veterinária a animais internados.

CIRURGIAS Intervenções cirúrgicas em animais (hospitalares e ambulatoriais)

ATENDIMENTO EM SAÚDE ANIMAL EXAMES LABO-RATORIAIS E COMPLEMEN-TARES

Exames de patologia clínica e anátomo-patologia; radiologia, ultra-sonografia e outros exames por imagem, provas funcionais, endoscopia, etc.

(19)

Quadro 11

Classificação e Definição de Prestação de Serviço, por tipos, Sistema de Informação da Extensão – SIEXBRASIL (continuação)

LAUDOS LAUDOS

TÉCNI-COS Exames, perícias e laudos realizados pelas diversas áreas da IES, que

o-ferecem serviço permanente, envolvendo pessoal do quadro.

Inclui: análise de solos, exames agronômicos e botânicos, análise farma-cológica, qualidades de produtos, laudos psicológicos, antropológicos, pe-rícia ambiental, dentre outros.

ATENDIMENTO JURÍDICO E JU-DICIAL ATENDIMENTO JURÍDICO E JU-DICIAL

Atendimentos a pessoas em orientação ou encaminhamento de questões jurídicas ou judiciais.

ESPAÇOS E MUSEUS CUL-TURAIS

Atendimento a visitadores em museus e centros de memória das IES. A-tendimento ao público em espaços culturais das IES.

ESPAÇOS E MUSEUS DE CI-ÊNCIA E TEC-NOLOGIA

Atendimento ao público em espaços de ciência e tecnologia das IES, co-mo observatório, estação ecológica, planetário, jardim botânico, setores e laboratórios, etc.

CINECLUBES Atendimento ao público em cineclubes das IES.

ATENDIMENTO AO PÚBLICO EM ES-PAÇOS DE CULTRA, CIÊNCIA E TECNOLOGIA OUTROS ESPA-ÇOS

Outros atendimentos não incluídos nos itens anteriores

DEPÓSITO DE PATENTES E MODELOS DE UTILIDADE

Depósitos e registro de patentes.

REGISTRO DE MARCAS E SOFT-WARE

Registro de marcas e softwares.

CONTRATO DE TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA

Contrato de transferência de direito sobre tecnologia.

ATIVIDADES DE PROPRIEDADE INTELECTUAL REGISTRO DE DIREITOS AU-TORAIS

Registro de direitos autorais.

Indicadores quantitativos de prestação de serviços (Censo da Educação Superior – INEP/MEC) O quadro Q 99, a seguir, refere-se aos dados relativos a prestação de serviços desenvolvidos pela institui-ção.

(20)

Quadro 12

Censo da Educação Superior INEP 2004 – Q99.Número total de prestação de serviço institucional1 por tipo e área temática, em 2004

Áreas de Conhecimento Comu-nicação Cultura Direitos Huma-nos e Justiça Educa-ção Meio Ambien-te Saúde Tecno-logia e Produ-ção Traba-lho Total

Atendimento ao Público em Espaços de Cultura, Ciência e Tecnologia2

Espaços e Museus Culturais

Espaços e Museus de Ciência e Tecno-logia Cineclubes Outros Serviço Eventual3 Nº Assessoria Nº Consultoria Nº Curadoria Nº Outros

Atividades de Propriedade Intelectual4

Nº Depósito de Patentes e Modelos de

Utilidades

Nº Registro de Marcas e Softwares

Nº Contratos de transferência de

Tecno-logia

Nº Registro de Direitos Autorais

Exames e Laudos Técnicos5

Nº Laudos Emitidos

Atendimento Juridico6

Nº Atendimentos

Atendimento em Saúde Humana7

Nº Consultas Ambulatoriais (programas) Nº Consultas de Emergência e Urgência Nº Internações Nº Cirurgias Nº Exames Laboratoriais Nº Complementares Nº Outros Atendimentos

Atendimento em Saúde Animal8

Nº Atendimentos Veterinários ambulato-riais

Nº Internações veterinárias

Nº Cirurgias veterinárias

Nº Exames Laboratoriais e

complementa-res em veterinária

Total Geral

1) Realização de trabalho oferecido pela IES ou contratado por terceiros (comunidade ou empresa). A prestação de ços se caracteriza por intangibilidade, inseparabilidade e não resulta na posse de um bem. Quando a prestação de servi-ço é oferecida como CURSO ou PROJETO DE EXTENSÃO, deve ser registrada como tal (curso ou projeto)

(21)

em museus, centro de memória, jardim botânico, estação ecológica, observatório, planetário, museus de ciência, cine clu-be, dentre outros.

3) Número total de Serviço Eventual, oferecido pela IES envolvendo pessoal do quadro, contratado por terceiros (comuni-dade ou empresa), incluindo assessorias, consultorias, curadoria e outros (cooperação técnica, pesquisa encomendada, restauração de bens móveis e imóveis,etc)

4) Total de atividades de proteção e transferência dos direitos de propriedade intelectual.

5) Número de exames, perícias e laudos realizados em Laboratórios/Departamentos, envolvendo pessoal do quadro da IES, que oferecem serviço permanente. Inclui: análise de solos, exames agronômicos botânicos, análise farmacológica, qualidade de produtos, laudos psicológicos, antropológicos, perícia ambiental, dentre outros.

6) Total de atendimentos a pessoas em orientação ou encaminhamento de questões jurídicas ou judiciais.

7) Número total de atendimentos em Hospitais e Clínicas da IES e em Estágio Rural ou Trabalho de Campo, em assistên-cia à saúde humana.

8) Número total de atendimentos em Hospitais e Clínicas Veterinárias da IES e em Estágio Rural ou Trabalho de Campo, em assistência à saúde animal.

Observação: A definição das áreas temáticas tem como parâmetro as políticas públicas. A classificação por área temática

deve observar o objeto ou o assunto que é enfocado na ação. Mesmo que não se encontre no conjunto das áreas, uma correspondência absoluta entre o objeto de uma prestação de serviço e o conteúdo descrito nas áreas, a mais aproxima-da, tematicamente, deverá ser escolhida.

5. Publicações e outros Produtos Acadêmicos

Caracterizam-se como a produção de publicações e produtos acadêmicos decorrentes das ações de exten-são, para difusão e divulgação cultural, científica ou tecnológica.

Quadro 13

Classificação e Definição de Publicações e outros Produtos Acadêmicos, segundo Sistema de In-formação da Extensão – SIEXBRASIL

CLASSIFICAÇÃO DEFINIÇÃO LIVRO Produção efetivada (não incluir no prelo); inclui traduções de livro.

ANAIS Anais de eventos científicos publicados.

CAPÍTULO DE LIVRO Produção efetivada (não incluir no prelo); inclui composições e arranjos editados e di-vulgados.

ARTIGO Inclui: artigos em periódicos nacionais e estrangeiros e trabalhos completos em con-gressos publicados em Anais.

COMUNICAÇÃO Inclui: Comunicações e resumos publicados em Anais de eventos científicos.

MANUAL Inclui: Cartilhas, Livrete ou Libreto, Fascículos, Cadernos, Boletins

JORNAL Periódico de divulgação de notícias, entrevistas, comentários e informações. Inclui Boletim.

REVISTA Revistas e periódicos editados.

RELATÓRIO TÉCNICO Textos completos voltados para divulgação restrita: publicações ou relatórios de pro-dução, relatório de tecnologias e de metodologias de extensão, teses e dissertações de docentes, memoriais de concursos, relatórios técnicos.

PRODUTO AUDIOVISUAL -FILME

Filmes produzidos pelas IES

PRODUTO AUDIOVISUAL - VÍDEO

Vídeos produzidos pelas IES

PRODUTO AUDIOVISUAL – CD’s

(22)

PRODUTO AUDIOVISUAL - DVD

DVD’s criados pelas IES.

PRODUTO AUDIOVISUAL - OUTROS

Outros produtos audiovisuais não classificados nos itens anteriores. Inclui: fitas cas-setes, discos, etc.

PROGRAMA DE RADIO Programas produzidos com caráter de difusão em Rádio.

PROGRAMA DE TV Programas produzidos com caráter de difusão em TV.

APLICATIVO PARA COMPUTADOR

Softwares produzidos pelas IES.

JOGO EDUCATIVO Jogos educativos criados ou produzidos pelas IES.

PRODUTO ARTÍSTICO Inclui: partituras, arranjos musicais, gravuras, textos teatrais, entre outros.

OUTROS Outras publicações e produtos acadêmicos não classificados nos itens anteriores.

6. Observações relativas ao Censo da Educação Superior

6.1. O Censo da Educação Superior apresenta, ainda, outra tabela concernente à Extensão, relativa a alu-nos bolsistas, e apresentada no conjunto das informações institucionais. É reproduzida no Quadro 14.

Quadro 14

Censo da Educação Superior INEP 2004 – Q39. Número de alunos-bolsistas1,2, por tipos de bolsas e respecti-vas entidades financiadoras, no ano 2004.

Entidades Financiadoras

Tipos de Bolsa CAPES CNPq FAPs

Estadu-ais Funda-ção da IES Própria IES Inst. Internac. Outras Total Trabalho Administração Estágio Extensão Monitoria Tutoria (ou PET) Iniciação Científica Pesquisa

Outras Bolsas

Total Geral

(1) Ao longo de um ano ou de um semestre letivo, uma mesma bolsa pode ser concedida para mais de um bolsista, como por e-xemplo: a mesma bolsa de monitoria pode ser de um aluno no 1o semestre e de outro aluno no 2o semestre.

(2) Um mesmo aluno não pode ser contado para mais de uma bolsa.

Informar o número de alunos que receberam bolsas de trabalho (ou administração) e bolsas acadêmicas no ano 2004, por entidade financiadoras: CAPES, CNPq, FAPs, Fundação da IES, Própria IES, Instituições Interna-cionais, Outras bolsas. Quando um aluno foi bolsista nos dois semestres, contá-lo apenas uma vez; se

(23)

um aluno foi bolsista apenas em um dos dois semestres, também deve ser contado uma única vez. As definições destes termos poderão ser encontradas no Glossário.

6.2. Em relação ao Censo da Educação Superior 2005 (ano base) deverão ser feitas articulações com o INEP, para os quadros a serem solicitados, relativos aos dados de 2005;

6.3. Uma das dificuldades refere-se á publicação dos quadros a posteriori dos registros já efetuados. Suge-re-se que sejam acertados que tipo de informações serão solicitadas, com tempo hábil para adaptação do sistema de informação;

6.3. A tabela Q.96, retirada do Censo 2004, referia-se à caracterização do público de cursos (para quem são oferecidos os cursos de extensão?) e ao indicador aluno-equivalente. Essas informações parecem ser importantes e essa questão também deverá ser revista com o INEP;

6.4. Também foi retirada a tabela de publicações e outros produtos de extensão. Possivelmente por não se-rem caracterizadas como ações de extensão e por sese-rem também informadas na produção geral da univer-sidade (produção científica), o que garante a informação, mas não mostra que tipo e quanto dessa produ-ção vem da Extensão. Essa questão deverá ser discutida com o INEP.

6.5. A sugestão é a manutenção das mesmas tabelas para o ano-base de 2005. Modificações necessárias para 2006 deverão levar em consideração as alterações de áreas temáticas e as correções na terminologia. Deverá ser levada, ainda, em consideração a discussão do anteprojeto da Reforma Universitária, e, quando aprovado como lei, que alterações afetarão a Extensão Universitária.

7. Articulação das Ações de Extensão – Trabalhando com Programas

A sistematização das ações de extensão em programas constitui-se em uma das melhores soluções para o cumprimento das diretrizes de impacto, interação social dialógica e construção de parcerias, interdisciplina-ridade e integração ensino/pesquisa/extensão. Algumas estratégias podem ser implementadas:

1. Identificação de projetos de extensão que atuam em uma mesma linha de extensão. As etapas para a construção de programa passam pela identificação desses projetos, aproximação dos atores e instituições – incluindo equipes, departamentos e unidades acadêmicas –, articulação e integração. Algumas vezes, pela dimensão do trabalho já assumido, ou pela dificuldade de articular grupos e propostas, uma linha de extensão comporta dois ou mais programas, na mesma instituição. Nesse caso, estratégias de articulação e integração podem ser criados, como as redes de programas, den-tro da mesma linha de extensão ( redes, ou cenden-tros, ou núcleos, ou fóruns, ou pólos, agrupando programas).

2. Uma maior ação indutora de formação de um programa institucional, ou de uma rede ou similar, devem ser desencadeada (apoio financeiro, alocação de bolsistas de extensão, indução de resposta a editais, etc) para linhas consideradas institucionalmente prioritárias pela instituição, ou de maior relevância para implementação de políticas de saúde,

(24)

Em ambas as situações, outras ações de extensão vão sendo criadas e oferecidas, vinculando-as ao(s) programa(s), como cursos, eventos, prestação de serviços e elaboração e publicação/difusão de produ-tos acadêmicos. Estas ações têm forte efeito complementar para interação dos projeprodu-tos vinculados aos programas, pois mobilizam equipes e suscitam uma reflexão mais abrangente, não do projeto, mas do programa..

O esquema geral e os exemplos a seguir, ilustram essas estratégias.

Esquema geral LINHA DE EXTENSÃO Projeto de Ex-tensão Evento Curso Prestação de Serviços Produção e Publicação PROGRAMA ÁREA TEMÁTICA (1) PRINCIPAL ÁREA TEMÁTICA (2) complementar Projeto de Extensão

(25)

Exemplo:

No exemplo seguinte, dois projetos são vinculados a um programa (Universidade da Terceira Idade), e de-senvolvem, além de suas atividades próprias, outras ações.

Um dos projetos oferece um curso (Preparação de Cuidadores de Idosos). O outro projeto oferece um outro curso (Psicologia da Terceira Idade) e faz uma consultoria para a uma ONG (Organização Social para a A-TI). Um evento e uma cartilha são produzidos em conjunto pelos dois projetos.

LINHA de EXTENSÃO Terceira Idade

Projeto de Extensão Envelhecer com Segurança ÁREA TEMÁTICA (1)

Principal: Direitos Humanos e Justiça

ÁREA TEMÁTICA (2) Complementar: Educação

PROGRAMA

Universidade da Terceira Idade

Projeto de Extensão: Cultura e Terceira Idade Publicação: Cartilha

Evento: Dia do Idoso

Curso:

Psicologia da Terceira Idade

Prestação de Serviços:

Organização Social para a ATI

Curso: Preparação de

Cuida-dores de Idosos execução de ação - - - vinculação

(26)

8. Planilha Básica de Dados para Sistema de Informação

8.1. Adaptações do SiexBrasil e de sistemas de informação das IES Públicas

Para 2005 foram mantidas as referências do SiexBrasil vigentes até então, possibilitando registros de ativi-dades daquele ano. As modificações para 2006 foram implementadas, passando a vigorar a partir de 1o. de janeiro de 2006, permitindo o registro prospectivo atualizado.

O que e quanto produz a extensão universitária?

Estas são perguntas básicas que a nível nacional têm sido, ainda, pouco respondidas. Se forem buscadas nas Instituições de Ensino Superior no Brasil é possível que sejam encontradas, porém não estarão dispo-níveis em um formato que permita uma avaliação regional ou nacional, pois não há uma padronização de indicadores.

A alternativa da padronização não pode ser uma camisa de força para as instituições adotarem, porém de-verão ser identificadas similaridades das definições e de processos e diretrizes para se constituir um banco de dados nacional. A forma de trabalho de cada IES pode e deve ter suas peculiaridades, mas urge que se tenha uma padronização para que a contribuição regional e nacional da extensão possa ser identificada e somada, visando demonstrar ao público interno e externo essas atividades, e validar, conseqüentemente, o reconhecimento político, a definição de diretrizes comuns à instituição universitária, aos parceiros externos e aos órgãos governamentais, e o dimensionamento dos aportes financeiros, sejam orçamentários institucio-nais, de programas especiais ou de captação externa.

Nesse sentido, o Sistema de Informação da Extensão – o SiexBrasil, desenvolvido para o Fórum de Pró-reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras, encontra-se disponível. A adesão ao mesmo é opcional, bem como a utilização de suas definições operacionais. A consulta é aberta.

A UFMG hospeda o Sistema e, embora não tenha sido possível superar alguns aspectos a serem aperfei-çoados, é um processo constante de upgrade e update. Para conhecer as necessidades de modificações é necessário a participação crítica, mas solidária, das IPES do FORPROEX.

Para situar as possibilidades do SIEXBRASIL, é reproduzida parte do Manual do SIEXBRASIL, disponível em www.renex.org.br

(27)

O que é | Participantes | RENEX | Consultas | Área restrita

Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras

O SIEX BRASIL é um aplicativo web que foi criado especialmente para atender à demanda de registro das atividades de extensão desenvolvidas nas U-niversidades participantes do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras. A consulta a esse rico banco de dados é aberta a toda a comunidade, sem a necessidade de cadastro prévio, senhas ou login, basta clicar no item consultas do menu e formular a pesquisa.

Área restrita para registro de informação Código

Senha

Ainda não tenho senha >> Esqueci minha senha!

Nucleo Internet 2004

8.2. Registro de Ações de Extensão : Preenchimento dos FORMULÁRIOS, AJUDA São apresentadas 6 opções:

Programa: permite lançar um programa para aprovação e integração ao banco de dados Projeto: permite lançar um projeto para aprovação e integração ao banco de dados Curso: permite lançar um curso para aprovação e integração ao banco de dados Evento: Permite lançar um evento para aprovação e integração ao banco de dados Prestação de Serviço: permite lançar uma prestação de serviços para aprovação

Publicação e outros Produtos Acadêmicos: permite lançar uma Publicação ou outro Produto Acadêmico para aprovação e integração ao banco de dados

Atualização:

1. Os formulários seguintes referem-se ao SIEXBRASIL. O Banco de Dados gerado deve ter as mes-mas características, para aplicação nacional, independentemente se a IPES faça opção por sistema local diferenciado. Os detalhamentos referem-se à AJUDA do Sistema.

2. As informações, a seguir apresentadas podem ser recuperadas, in totum, no Manual do SIEX, dis-ponível em www.renex.org.br/documentos.php SiexBrasil - Manual

3. As ações de extensão, a partir de Janeiro de 2006, passam a ser 5 (cinco). A categoria Publicação e outros Produtos Acadêmicos deixa de ser ação, para ser considerada resultado das ações de extensão. O formulário foi mantido, devendo ser aprimorado.

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