ATA 17ª REUNIÃO ORDINARIA DA 1ª SESSÃO LEGISLATIVA DA CÂMARA MUNICIPAL DE CARMO DO RIO CLARO (MG)
ATA Nº 23/2005
(Dia 07 de junho, Terça feira, às 19 horas)
Aos 07 dias do mês junho do ano dois mil e cinco (2005), às 19 horas, nesta cidade de Carmo do Rio Claro, Estado de Minas Gerais, realizou-se a 17ª Reunião Ordinária da 1ªSessão Legislativa da Câmara Municipal sob a Presidência do Vereador José Joaquim Silva. O Vereador João Paulo Men-na Barreto de Castro Ferreira, 1º Secretário da Câmara, constatou a presença dos seguintes Senhores Vereadores: 1) Benedito Francisco da Silva, 2) Gil Dantas, 3) Jerson Hen-rique Soares, 4) João Paulo Menna Barreto de Castro Fer-reira, 5) José Joaquim Silva, 6) Lázaro Augusto dos Reis, 7) Liniere Antônio de Souza, 8)Maria Aparecida Vilela, 9) Marta Aparecida de Oliveira. Com a presença de nove (09) Vereadores, o Sr. Presidente declarou aberta a Sessão, ro-gando a Deus. Passa-se à hora destinada ao I - EXPEDIENTE: 1) Pequeno Expediente - (20 minutos - art. 132 RI). Expe-dientes oriundos do Prefeito: 01) Ofício nº 137/2005 do Executivo respondendo as indicações que foram feitas pelos edis em Plenário. Após, o Sr. Presidente disse, essa indi-cação é aquela para fazer a rampa na praça de esportes pa-ra dar acesso das pessoas que usam cadeipa-ras de rodas, que pedi para todos os edis assinarem. b) Expedientes recebi-dos de Diversos: 01) Ofício Circular 028/2005 da AMEG con-vidando os Vereadores para participar do curso sobre “Pla-no Plurianual (PPA) e Lei Orçamentária Anual (LOA), que realizará nos dias 09 e 10 de junho do corrente ano, na Casa da Cultura de Passos”. 02) Convite da Polícia Mili-tar, convidando os Vereadores para participar da solenida-de solenida-de comemorações dos 230 anos solenida-de sua existência, na data de 08 de junho do corrente ano em Passos. 03) Requerimento do Presidente do PTB, Sr. João Paulo Menna Barreto de Cas-tro Ferreira, solicitando a liberação do salão desta casa, no dia 09 de junho do corrente ano, às 18 horas, a fim de se realizar reunião extraordinária do PTB – Carmo do Rio Claro. Em comentários ao Ofício Circular 028/2005 da AMEG, o Sr. Presidente disse, se algum Vereador tiver interesse em ir, pode procurar a secretaria. Após, o Sr. Presidente consultou o Plenário acerca da liberação do Salão da Câma-ra Municipal paCâma-ra reunião do Partido dos TCâma-rabalhadores Brasileiro – PTB, tendo os mesmos manifestados favoráveis pela liberação do Salão da Câmara Municipal. c) Expediente apresentado pelos vereadores: O Sr. Presidente esclareceu
que o vereador somente poderá falar no pequeno expediente para se referir à ata. 01) Indicação nº 73/2005 de autoria do edil Maria Aparecida Vilela, propondo ao Executivo, que seja feito o recapeamento no local onde está sendo reali-zada a Feira de Artesanato. Solicita ainda a possibilidade de se construir um calçadão no local supramencionado que poderá ser destinado a inúmeros eventos, entre eles a pró-pria Feira de Artesanato. 02) Indicação nº 74/2005 de au-toria do edil Jerson Henrique Soares, propondo ao Executi-vo que sejam cortadas três árExecuti-vores no campo de futebol no bairro do Porto. 03) Indicação nº 75/2005 de autoria do edil Jerson Henrique Soares, propondo ao Executivo, que analise a possibilidade de ser construir uma rotatória na Praça Celestino de Belchior de Carvalho com a Rua Paulo VI nesta cidade. 04) Indicação nº 76/2005 de autoria do edil Jerson Henrique Soares, propondo ao Executivo, que seja analisada a viabilidade de apresentação de um Projeto de Lei Instituindo o Programa de Incentivo ao Trabalho e Re-qualificação Profissional em nosso Município. 05) Requeri-mento de autoria da edil Maria Aparecida Vilela, requeren-do requeren-do Executivo sob penas da Lei conforme preconiza a Lei Orgânica Municipal em seu art. 99. Seja encaminhada a esta Casa Legislativa informação a respeito da lei nº 1.639/2003 que “Dispõe sobre parceria para implantação, conservação e recuperação de áreas verdes, praças públi-cas, jardins logradouros públicos e canteiros centrais de avenida no Município de Carmo do Rio Claro”. Requer ainda informações no tocante ao procedimento de adoção da Praça da Capela Sagrada Família, no bairro Jardim América do Sul. 06) Requerimento de autoria da edil Maria Aparecida Vilela, requerendo do Executivo sob penas da Lei conforme preconiza a Lei Orgânica Municipal em seu art. 99. Seja encaminhado a esta Casa Legislativa todos documentos refe-rentes a todas as barracas credenciadas no evento carnaval 2005, informando quais foram os critérios utilizados para a escolha destas e ainda se foram cobradas taxas para uti-lização de iluminação pública, água e por espaço físico ocupado pelas mesmas. Requer ainda, caso tenha sido cobra-das as supramencionacobra-das taxas, cópias cobra-das guias de arreca-dação pagas. Após, a edil Maria Aparecida Vilela em comen-tários a sua indicação de nº 73/2005 disse, essa indicação é para arrumar a rua que está sendo realizada à feirinha, e também para que seja transformada em calçadão. Após, o edil Gil Dantas disse, não vai ficar bom um calçadão na praça, ficaria bom se pavimentar, mas sem o calçadão. A-pós, o edil Jerson Henrique Soares disse, o edil Gil Dan-tas em certo ponto tem razão, quem conhece Campo do Meio, sabe como o calçadão é bonito, e o calçadão também tem que
ter um lugar para o carro passar, mas isso depende da boa vontade do Prefeito. Após, o edil Benedito Francisco da Silva disse, por falar em descaracterizar a praça, surgiu um outro problema com a COPASA que danificou alguns blo-quetes, o Carlos Henrique está fabricando, tem uma moldura para faze-los, e só fazem quarenta por dia, e com o pro-blema do ICMS cultural foi reprovado por causa daquela da-nificação na praça. Após, a edil Maria Aparecida Vilela disse, o edil Gil Dantas salientou uma coisa importante, na reunião passada ele deveria ter salientado isso, pen-sando bem, poço tirar essa indicação. Após, o Sr. Presi-dente disse, a praça toda merece ser reformada, nem que for aquele pedaço, porque está uma vergonha. Após, a edil Maria Aparecida Vilela disse, eu estava pedindo para arru-mar, porque foi lugar de muitas festas, e está cheio de buracos. Em seguida, o Sr. Presidente disse, o ideal seria asfaltar. Na ocasião, a edil Maria Aparecida Vilela disse, o importante seria que arrumasse, porque tudo está bem or-ganizado, mas o chão não está ajudando. Após, o Sr. Presi-dente disse, vocês foram a São Paulo, e viram como é boni-to o salão do turismo, se continuar com a feira ali, o nosso artesanato vai ficar feio. Em seguida, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, a indicação da edil Maria Apareci-da Vilela é muito váliApareci-da, porque do jeito que está a rua pode causar vários acidentes, e se for arrumar que mante-nha do mesmo jeito, com aqueles blocos. Após, o edil Jer-son Henrique Soares em comentários a sua indicação nº 74/2005 disse, sabemos do interesse do Executivo em refor-mar os campos, as árvores ficam atrás do gol, e os destistas estão reclamando que está furando muita bola, por-que as árvores têm muitos espinhos, este pedido é do pes-soal do bairro Porto. Na ocasião, o edil Jerson Henrique Soares em comentários a sua indicação de nº 75/2005 disse, nos meus quinze anos de carteira de motorista não entendi ainda aquele cruzamento, acho que naquele ponto deveria ter uma rotatória. Em seguida, o Sr. Presidente disse, gostaria de dar os parabéns ao edil Jerson Henrique Soares pela indicação, o lugar realmente é perigoso, não tem vi-sibilidade nenhuma. Após, o edil Benedito Francisco da Silva disse, a respeito do corte das árvores, para ter um resultado mais rápido, como o CODEMA está praticamente em atividade, já estamos recebendo várias solicitações, se você quiser uma coisa mais rápida, faça esse ofício e en-caminhe ao CODEMA para tomar as devidas providências, so-bre o problema da rotatória, volto a falar daquela esquina da praça Jairo Reis, os motoristas não estão parando, en-tão que fosse aumentasse o redutor da praça Jairo Reis, a Maria Tereza me abordou e falou que esse final de semana
não ouve dois acidentes por milagre, fizeram uma reforma no asfalto e o redutor abaixou. Após, o edil Jerson Henri-que Soares em comentários a sua indicação de nº 76/2005 disse, essa indicação é sobre o projeto que vêem sendo co-mentado nas reuniões, este projeto não pode ser feito pela Câmara, então que o Executivo mande este projeto para nós. Após, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, quero parabe-nizar o edil Jerson Henrique Soares pela indicação, e fa-lar que se esse programa de incentivo ao trabalho, requlificação profissional for implantado, juntamente com a-queles outros Projetos de Leis de incentivos fiscais, te-nho certeza que a prestação de serviço público no municí-pio vai melhorar. Em seguida, o edil Gil Dantas disse, até elogio o pensamento do edil Jerson Henrique Soares, mas temos que incentivar a plantação de eucalipto estou fazen-do mudas, e com isso vai gerar centenas de empregos, estou pedindo para o Prefeito doar estas mudas de eucalipto, se isso der certo, vai ser muito bom. Após, o edil Jerson Henrique Soares disse, você está falando do eucalipto, fu-giu um pouco do assunto, se tiver dinheiro para montar uma pescaria, logicamente que iria dar emprego para muita gen-te, se não me engano, são quarenta por cento de pessoas desempregadas, vinte por cento de pessoas deficientes, ló-gico que no plantio de eucalipto você não vai colocar um deficiente, a Prefeitura tem vários caminhos para isso, tem vários setores que precisa, se der certo Carmo do Rio Claro vai ganhar muito com isso. Após, o edil Benedito Francisco da Silva disse, quero parabenizar o edil Jerson Henrique por essa indicação, hoje quem não se requalificar vai ficar parado no tempo, a tecnologia está muito avança-da, existem máquinas para tudo. Em seguiavança-da, o edil João Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira disse, uma inicia-tiva muito válida, às vezes a geração de um, dois ou três empregos não significa nada para quem está empregado, mas para quem não está empregado, a geração de um emprego re-presenta muita coisa, e essa indicação engloba três ques-tões, primeiro você deixa a pessoa atualizada com o merca-do de trabalho, segunmerca-do a própria questão merca-do emprego que da ajuda de custo para essa pessoa, e terceiro a manuten-ção de pequenas coisas da cidade, como você disse, de lim-peza de praças, pintar meio fio, essa indicação resolve três coisas num só projeto, pode contar com minha assina-tura. Após, o Sr. Presidente disse, concordo plenamente com o incentivo da plantação de eucaliptos, é uma coisa muito boa, jamais fui contra, o Sr. falou que tem que plantar seis milhões, mas acho que tem que plantar dez mi-lhões de mudas de eucalipto. Após, o edil Gil Dantas dis-se, tem uma pessoa que propôs em fazer uma parceria
comi-go, inclusive ele propôs talvez uma implantação de explo-ração do óleo do eucalipto, tratamento de moirões e carvo-eiras, nós precisamos da matéria prima, o resto vai influ-ir naturalmente. 2) Grande Expediente - (30 minutos - art. 133 RI): Leitura das preposições protocoladas – não houve. Discussão e votação de requerimentos. 01) Requerimento de autoria da edil Maria Aparecida Vilela, requerendo do Exe-cutivo sob penas da Lei conforme preconiza a Lei Orgânica Municipal em seu art. 99. Seja encaminhada a esta Casa Le-gislativa informação a respeito da lei nº 1.639/2003 que “Dispõe sobre parceria para implantação, conservação e re-cuperação de áreas verdes, praças públicas, jardins logra-douros públicos e canteiros centrais de avenida no Municí-pio de Carmo do Rio Claro”. Requer ainda informações no tocante ao procedimento de adoção da Praça da Capela Sa-grada Família, no bairro Jardim América do Sul. Após, a edil Maria Aparecida Vilela disse, isso não é um requeri-mento, é uma apelação, não sei se os Vereadores já nota-ram, nosso digníssimo Prefeito, responde as indicações de todos os Vereadores, menos as minhas, este requerimento foi feito há dois meses atrás, e até hoje não foi respon-dido, a Onda Sul prontificou em fazer a praça em volta da Capela da Sagrada Família. Após, a edil Marta Aparecida Oliveira disse, já que faz tanto tempo que requereu e o Prefeito não respondeu, cabe o jurídico entrar com algum procedimento. Na ocasião, a edil Maria Aparecida Vilela disse, quando vi a resposta do Executivo com relação às indicações dos Vereadores, eu arrependi em ter feito a in-dicação para arrumar o calçamento da rua onde está sendo feita a feira de artesanato, estou achando que vou acabar atrapalhando o pessoal da feira de artesanato, porque pe-dido meu o Executivo não atendi. Após, o edil João Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira disse, a edil Maria Apa-recida Vilela está coberta de razão, se a Lei Orgânica do Município impõe um prazo e esse prazo não é comprido, per-di o objeto, não precisa ir em Plenário em forma de inper-di- indi-cação ou em forma de requerimento, como a edil Marta Apa-recida Oliveira disse, já é uma questão jurídica, já pas-sou da parte do Plenário. Na ocasião, o Sr. Presidente disse, a respeito dessa indicação que não está sendo res-pondida para a edil Maria Aparecida Vilela, já comentei em outras reuniões, essa discriminação não pode acontecer, está acontecendo alguma coisa errada, vou pedir para a as-sessoria jurídica reunir amanhã para tomar uma posição a respeito, afinal somos representantes do povo, todos os Vereadores perante a constituição tem direitos iguais. A-pós, a edil Marta Aparecida Oliveira disse, acho que as indicações deveriam ser mais claras. Após, o edil Lázaro
Augusto dos Reis disse, todos mostraram sua solidariedade, e que isso não se restringem apenas nessas respostas, e aquele projeto que o edil Jerson Henrique Soares citou, que tudo seja respondido individualmente e dirigido a cada Vereador. Após, o edil Gil Dantas disse, não é porque a gente faz indicação que o Prefeito é obrigado a fazer. A-pós, o Sr. Presidente disse, indicação ele não é obrigado, mas requerimento ele é obrigado sim. Em seguida, o edil Gil Dantas disse, ele tem sua administração, tem seu plano de Governo. Na ocasião, o Sr. Presidente disse, nós não estamos falando de indicação, estamos falando de requeri-mentos, acho que o requerimento ele é obrigado a responder sim. Após, a edil Maria Aparecida Vilela disse, não estou pedindo para ele atender tudo que eu estou pedindo, estou pedindo que ele tenha o bom senso, de pelo menos responder meus requerimentos. Na ocasião, o edil Gil Dantas disse, a gente faz indicação e ele não fala se vai fazer ou não, é lógico que ele não vai fazer, a edil Marta Aparecida de Oliveira está querendo que ele responda todos as indica-ções falando se vai fazer ou não. Em seguida, a edil Marta Aparecida Oliveira disse, a indicação nº 55/2005 da edil Marta Aparecida Oliveira será acatada na reforma dos já existentes quebra molas que estão fora do padrão, o reque-rimento dos veículos Kombi que fiz no início da gestão, porque não da essa mão de obra direto ao povo de Carmo do Rio Claro, até ontem não recebi esta resposta desse reque-rimento. Em seguida, o edil Gil Dantas disse, em Passos tem a assistência técnica especializada. Não havendo ne-nhum edil interessado em discutir o mesmo, o Sr. Presiden-te submePresiden-teu o referido requerimento à votação em Plenário que se manifestou favorável a sua aprovação, ressalvada abstenção do edil Gil Dantas. 02) Requerimento de autoria da edil Maria Aparecida Vilela, requerendo do Executivo sob penas da Lei conforme preconiza a Lei Orgânica Munici-pal em seu art. 99. Seja encaminhado a esta Casa Legisla-tiva todo documento referente a todas as barracas creden-ciadas no evento carnaval 2005, informando quais foram os critérios utilizados para a escolha destas e ainda se fo-ram cobradas taxas para utilização de iluminação pública, água e por espaço físico ocupado pelas mesmas. Requer ain-da, caso tenha sido cobradas as supramencionadas taxas, cópias das guias de arrecadação pagas. Após, a edil Maria Aparecida Vilela disse, esse requerimento também é uma continuação do anterior, eu queria falar para o edil Gil Dantas que não estou pedindo nada que vai gastar dinheiro da Prefeitura, estou pedindo a Lei que tem na Prefeitura, e os procedimentos usados nas barracas do carnaval, não estou pedindo para ele gastar dinheiro, só estou pedindo
uma resposta de um requerimento, se ele não pode mandar a documentação, é só falar que não pode mandar a documenta-ção, porque minhas indicações e meus requerimentos, como diz o edil Benedito Francisco da Silva estão perdidas na atmosfera, ao invés de fazer só um, fiz conforme a Lei, separadas para serem respondidas separadas, porque a par-tir de hoje minhas indicações só aceito se for individual, como estou mandando quero receber, sei que dentro da Lei é obrigação do Executivo fazer isso. Não havendo nenhum edil interessado em discutir o mesmo, o Sr. Presidente submeteu o referido requerimento à votação em Plenário que se mani-festou favorável a sua aprovação, com abstenção do edil Gil Dantas. II) ORDEM DO DIA: - (60 minutos - Art. 134 RI): Discussão de proposições (art. 142) – 01) Projeto de Lei nº 015/2005 “Dispõe sobre as diretrizes para elabora-ção da Lei Orçamentária de 2006 e dá outras providências”.
Na ocasião, realizou-se a leitura do parecer jurídico e da Comissão de legislação, Justiça e Redação Final e da Comissão de Finanças, Orçamento e Tomadas de Contas, a-cerca do presente projeto. Após, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, sobre o que foi traçado semana passada, nas duas conferências que foram realizadas na cidade, uma sobre os direitos da criança e adolescente e a outra sobre capacitação para conselheiros no Conselho Municipal de As-sistente Social, foi traçado a importância da população estar debatendo a Lei Orçamentária para dois mil e seis, e até mesmo a reivindicação que o Promotor fez, e a edil Marta Aparecida de Oliveira deu apoio, para lembrar que no art. 42, fala que será assegurado ao cidadão à participa-ção nas audiências públicas para a elaboraparticipa-ção na proposta orçamentária de dois mil e seis, mediante regular processo de consulta, a população vai ser consultada, vai ter audi-ências públicas e todos os conselhos vão estar opinando. Não havendo nenhum edil interessado em discutir o mesmo, o Sr. Presidente submeteu o referido projeto em segunda dis-cussão à votação em Plenário que se manifestou favorável a sua aprovação, por unanimidade. 02) Projeto de Lei nº 020/2005 “Dispõe sobre a revogação da Lei nº 1.582/2001”.
Na ocasião, realizou-se a leitura do parecer jurídico e da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final e da Comissão de Finanças, Orçamento e Tomadas de Contas, a-cerca do presente projeto. Não havendo nenhum edil inte-ressado em discutir o mesmo, o Sr. Presidente submeteu o referido projeto em segunda discussão à votação em Plená-rio que se manifestou favorável a sua aprovação, por una-nimidade. 03) Projeto de Lei 021/2005 “Dispõe sobre a cri-ação do Sistema de Controle Interno do Município de Carmo
do Rio Claro e dá outras providências”. Na ocasião, rea-lizou-se a leitura do parecer jurídico e da Comissão de legislação, Justiça e Redação Final e da Comissão de Fi-nanças, Orçamento e Tomadas de Contas, acerca do presen-te projeto. Não havendo nenhum edil interessado em discu-tir o mesmo, o Sr. Presidente submeteu o referido projeto em segunda discussão à votação em Plenário que se manifes-tou favorável a sua aprovação, por unanimidade. 04) Proje-to de Lei nº 022/2005 “Dispõe sobre abertura de crédiProje-tos suplementares às dotações que menciona e dá outras provi-dências”. Após, o Sr. Presidente disse, antes de votar quero alertar os Vereadores, que o Dr. Vander e o Paulinho estiveram aqui, alguns Vereadores estavam presentes, eles deram uma explicação de onde vão tirar as dotações, pena que todos os Vereadores não vieram, mas grandes partes das comissões estavam presentes. Na ocasião, o edil Jerson Henrique Soares disse, não vejo empecilho nenhum em apro-var essa verba suplementar, mesmo porque só tem cinco por cento de remanejamento, sabemos que é pouco, mas é uma ma-neira de fiscalizar, porque tudo que acontecer agora tem que passar pelo Plenário. Em seguida, a edil Maria Apare-cida Vilela disse, queria justificar meu voto contra, de-pois que distribuíram esse projeto, fiz um pedido, o Exe-cutivo pegou uma exposição de motivos de qualquer projeto e jogou neste projeto para nós, sou contra porque eles pe-diram manutenção da frota do Departamento de Chefia de Ga-binete, ele tira de várias dotações, inclusive da frota da saúde e frota da educação, não tenho nada contra a suple-mentação, mas o Executivo precisa ser fiscalizado, o Pre-feito já justificou várias viagens dizendo que foi atrás de verbas, mas até agora não veio nada, a frota do Depar-tamento de Chefia de Gabinete não precisa de mais dinhei-ro, já tem cinco mil e quinhentos e trinta e um reais, e eles estão pedindo mais oito mil reais, vocês Vereadores não acham que está na hora do Prefeito parar um pouquinho mais na cidade e dar uma assistência melhor a seus asses-sores. Em seguida, a edil Marta Aparecida Oliveira disse, em conversa com o Assessor do Prefeito, a respeito da su-plementação ele me alertou que semana que vêm, eles vão mandar mais uma suplementação, porque o setor de licitação está no valor zero. Após, o edil Benedito Francisco da Silva disse, quero dizer a edil Maria Aparecida Vilela que o crédito especial é só quando não existe dotação, neste caso é suplementação mesmo, mas quando já existe dotação criada é suplementação. Após, o edil Gil Dantas disse, es-tou vendo o Prefeito com boa vontade, a Prefeitura está de portas abertas, acho que a edil Maria Aparecida deveria ir
mais vezes na Prefeitura. Em seguida, o edil João Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira disse, faço minha as pa-lavras do edil Gil Dantas, gostaria apenas de salientar que as colocações da edil Maria Aparecida Vilela são muito ponderadas dentro do que a Sra. acredita, um apelo que fa-ço é que isso seja manifestado em Plenário, isso não é uma coisa inconstitucional, é constitucional, temos esse espa-ço aberto dentro do Plenário para discutir este assunto, acho que está havendo uma espécie de confusão aqui dentro, estão levando a discussão política para dentro das comis-sões, e isso é outro passo, a comissão é técnica, isto a-penas uma colocação que gostaria de fazer. Após, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, sobre a reunião que tivemos para decidir este assunto, pelo que foi demonstrado, pen-sei que a edil Maria Aparecida Vilela tinha entendido, cho que o Executivo merece um voto de confiança, vamos a-provar isso, porque do mesmo jeito que está tirando das dotações está encaminhando também trinta e três mil e qui-nhentos reais para sessão de ambulatório e pronto socorro, quatro mil reais para assistência social, e a exposição de motivos eles já fizeram a retratação, já falaram que foram equivocados, não é uma coisa sensata a gente esperar ze-rar, pelo que parece está tudo zerado. Após, a edil Maria Aparecida Vilela disse, se está pedindo suplementação é porque não está zerado, vai zerar. Na ocasião, a edil Mar-ta Aparecida Oliveira disse, temos que reunir mais para ver o que é crédito especial e para ver o que é superávit, porque tinha gente que estava em dúvida no dia da reunião. Não havendo nenhum edil interessado em discutir o mesmo, o Sr. Presidente submeteu o referido projeto à votação em Plenário que se manifestou favorável a sua aprovação, res-salvado o voto contra da edil Maria Aparecida Vilela. 05) Projeto de Lei nº 007/2005 “Dispõe sobre medidas de comba-te à mendicância e dá outras providências”. Na ocasião, realizou-se a leitura do parecer jurídico e da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final, acerca do pre-sente projeto. Após, o edil Jerson Henrique Soares disse, essa semana teve um monte deles aqui, depois que você fa-lou comecei a reparar, tinha muitas pessoas pedindo esmola aqui em Carmo do Rio Claro, a maioria destas pessoas que vem pedir esmola em Carmo do Rio Claro é de cidades vizi-nhas. Na ocasião, o edil Gil Dantas disse, tinha uma famí-lia do Estado de São Paulo, a mulher estava doente, o Dr. João colocou na sala de observação, com mais duas mulhe-res, o marido dela chegou e dormiu junto com ela, tiveram que tirar as outras duas da sala, no outro dia quando saiu do hospital, ficaram acampados ali perto. Não havendo
ne-nhum edil interessado em discutir o mesmo, o Sr. Presiden-te submePresiden-teu o referido projeto em segunda discussão à vo-tação em Plenário que se manifestou favorável a sua apro-vação, por unanimidade. 06) Projeto de Resolução nº 009/2005 “Acrescenta dispositivo na Resolução nº 012/99 que Institui o Regimento Interno da Câmara Municipal de Carmo do Rio Claro”. Na ocasião, realizou-se a leitura do parecer jurídico e da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final, acerca do presente projeto. Após, o edil Gil Dantas disse, parece que tem uma comissão para estudar o Regimento Interno e propor alterações. Após, o edil João Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira disse, é apenas pa-ra dar mais pa-rapidez, é um projeto que cria uma nova comis-são, quando for rever o Regimento Interno, se estiver com muita contribuição, diminui, se tiver com pouca, aumenta, é apenas uma força e de dar mais rapidez para que isso se-ja implantado rápido nesta casa e evite problemas que a gente vê em outras casas, e essa comissão em partes inibe este último problema, é inadmissível que Vereadores não tratem bem funcionários desta casa, é inadmissível que a gente possa acompanhar ainda em pleno ano de dois mil e cinco, como a gente teve a infelicidade de acompanhar a semana passada na TV Câmara, durante uma reunião parlamen-tar mista de inquérito sobre a reforma agrária que um De-putado agrida verbalmente uma Deputada do sexo feminino por descordar da idéia dela, e esse Deputado já está com seu nome na comissão de ética, e a situação dele está en-rolada, é inadmissível que a mulher sofra discriminação simplesmente por ser mulher, nesta casa temos duas Verea-doras que representa muito bem o seguimento feminino, isto é uma forma de inibir coisas como está, acho que esse tipo de coisa edil Gil Dantas não pode esperar. Após, a edil Marta Aparecida Oliveira disse, a gente deve se aparar as qualidades, as péssimas coisas que acontecem, no meu ponto de vista eu arquivaria, e esse projeto que seja feito no parecer de todos os Vereadores dessa casa, porque diminuiu o número de Vereadores, e aumenta as comissões, comissões importantes como da saúde, comissões de transportes, de estradas rurais, seis meses e as comissões não reúne, e vem aumentar o número de comissões, meu voto é contra. Em seguida, a edil Maria Aparecida Vilela disse, quero res-ponder as palavras do edil João Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira no projeto passado, o que é constitucio-nal, dei meu parecer favorável, porque é constitucioconstitucio-nal, mas politicamente não concordo, acho que tem que esperar, porque já está montando a comissão, é constitucional, mas politicamente não é certo. Na ocasião, o edil Lázaro Au-gusto dos Reis disse, pelo contrário, acho que uma
comis-são de ética em decoro parlamentar é politicamente corre-to. Em seguida, a edil Maria Aparecida Vilela disse, nós estamos falando de projeto, e não de comissão. Após, o e-dil Lázaro Augusto dos Reis disse, do mesmo jeito que apa-rece qualquer outro assunto que necessita ser trabalhado, a gente vai e conversam, o exemplo que foi dado em relação à comissão de direitos humanos, ela existe e vai estar trabalhando quando for acionada, agora uma comissão de é-tica e decoro parlamentar, porque que isso incomodaria, é justamente uma forma da gente demonstrar transparência de nossos atos, todos vão ter o direito de analisar, na co-missão de constituição que seja o voto dado de acordo com a legalidade, não pelo que acha, inclusive essa comissão de ética e decoro parlamentar, não vai atrapalhar a refor-mulação do Regimento Interno. Após, o Sr. Presidente dis-se, da mesma maneira que a gente cria um projeto, uma re-solução, nós revogamos, vocês estão fazendo tempestade num copo de água, cada um pensa de um jeito, não vou interfe-rir na votação, cada um vota de acordo com sua consciên-cia, mas vocês podem ter certeza, vamos fazer a revisão do Regimento Interno, e da mesma maneira que a gente aprovar, a gente pode revogar. Não havendo nenhum edil interessado em discutir o mesmo, o Sr. Presidente submeteu o referido projeto à votação em Plenário que se manifestou pela sua reprovação, ressalvados os votos favoráveis dos edis Láza-ro Augusto dos Reis, Benedito Francisco da Silva, Liniere Antônio de Souza e João Paulo Menna Barreto de Castro Fer-reira e do Sr. Presidente. CONSIDERAÇÕES FINAIS - (Art. 135 RI – 10 minutos): Pronunciamento dos vereadores ins-critos até o final da ordem do dia, sobre assunto de inte-resse da Bancada, assuntos de inteinte-resses pessoais por dois minutos. Documentos comentados e mencionados ficarão reti-dos. Após, o Sr. Presidente disse, a viagem que fizemos para Sete Lagoas foi muito válida, não conhecíamos ainda a ESCAL, é uma firma muito idônea, acho que a Câmara esco-lheu a firma certa para prestar assessoria na área admi-nistrativa, nossa ida na ESCAl foi para pedir que eles preparassem o concurso para Câmara, e para que esse con-curso fosse feito no mês de setembro, vai ser criado o cargo, de vigilante, de recepcionista, de contabilista e de faxineiro que serve como ofice-boy, pedi para que fi-zessem uma prova específica para cada cargo, e pedi também muita transparência, quero fazer as coisas dentro da Lei, para evitar o que aconteceu na outra gestão, podem ter certeza que desta vez não vai ter aquele problema, eles pediram seis mil reais para estar realizando este concur-so, este pagamento seria através do número de inscrições que acontecer, sobre a comissão que vai estar realizando a
revisão na Lei Orgânica e no Regimento Interno, pedi ao Dr. Ertusio para dar um suporte à comissão para fazer a revisão, ele disse que já recebeu para fazer esse serviço, eu não sabia disso, não sei se vocês sabiam, ele já mandou um disquete com a revisão pronta, mas está aguardando as emendas, assim que receber as emenda vai mandar para ver se a gente aprova ou não, tanto no Regimento Interno quan-to na Lei Orgânica, achei o pessoal da ESCAL muiquan-to hones-tos, porque ele já tinha recebido por esse serviço, procu-rei o disquete não achei, ninguém sabe desse disquete, e uma outra coisa que não podia deixar de passar para vocês, é a respeito da edil Maria Aparecida Vilela com seus re-querimentos, nós Vereadores não devemos ser menosprezado, a edil Maria Aparecida Vilela está sendo discriminada, o Executivo não pode fazer isso, já falei e repito, estou achando isso muito ruim, todos aqui são iguais, temos os mesmos direitos, fomos eleito pelo povo, mas uma vez espe-ro que o Executivo atenda todos iguais, se tiver que en-trar na justiça vai ser uma coisa muito chata, e se for preciso vamos entrar, temos que fazer audiências públicas na Câmara quero pedir aos colegas para ir pensando para que a gente faça essas audiências nos bairros, vamos colo-car informativo na rádio, televisão e jornais. Na ocasião, o edil Gil Dantas disse, as duas ambulâncias compradas na gestão anterior, acho que o Prefeito que comprou deveria repor o dinheiro gasto é uma imoralidade, não cabe o médi-co e nem a família do paciente dentro destas ambulâncias, tive que ir a Passos e não consegui nem entrar na ambulân-cia, coloquei o paciente com a enfermeira e fiquei aqui rezando para o paciente não morrer no caminho. Em seguida, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, em relação aos pro-blemas, tenho que fazer um apelo ao Executivo, porque es-tou morrendo de vergonha dessas buraqueiras nas ruas, a rua que faz esquina com minha casa está uma vergonha, as pessoas tem que passar por ali para chegar em casa, então que sejam tomadas as providências neste sentido o mais rá-pido possível, também teve uma reclamação sobre os horá-rios dos médicos, que chegam atrasados e saem mais cedo, está difícil de consultar, são poucos médicos e ainda não cumpre o horário devido, então fica difícil. Em seguida, o edil Jerson Henrique Soares disse, em relação às respostas das indicações do Executivo, a resposta da indicação nº 54/2005, entra em contradição, o Executivo disse que o ba-nheiro é da paróquia, mas quem fez o baba-nheiro foi a Pre-feitura, segundo os moradores na época era o Prefeito Ân-gelo, em relação a Guarda Municipal também é matéria de interesse, mas impossível implantação, pois estamos no li-mite de despesa, as coisas boas que a gente discute aqui,
não está sendo avaliada com carinho, fico chateado, pois as indicações que é de interesse do povo estão ficando de lado, em relação a COPASA o edil Bendito Francisco da Sil-va já vem falando há tempo se tiver possibilidade de fazer uma carta de repudio, sou o primeiro assinar para tomar algumas providências neste sentido. Após, a edil Maria A-parecida Vilela disse, voltando na área da saúde, notamos que vem acontecendo muita coisa no Departamento de Assis-tência Social da Prefeitura, queria pedir para comissão de saúde, que fosse lá e apurasse realmente o que está acon-tecendo, porque o Departamento de Assistência Social conta uma história, e a população conta outra, pedimos uma jus-tificativa do Executivo através do edil Lázaro Augusto dos Reis, fui atrás da pessoa que discutiu no Departamento de Assistência Social, ela me contou que está totalmente er-rada a explicação que o Prefeito deu ao edil Lázaro Augus-to dos Reis, também queria pedir a comissão do RegimenAugus-to Interno, se nós poderíamos reunir toda quinta-feira na Câ-mara de manhã, também quero completar as palavras do edil Gil Dantas sobre as ambulâncias, queria deixar o meu repú-dio ao Executivo sobre a UTI móvel que está com o motor fundido, ao invés do edil Gil Dantas ficar jogando pedra no Prefeito que comprou a UTI móvel, porque não jogar pe-dra neste Prefeito que não manda arrumar a UTI móvel, a Prefeitura está com dinheiro em caixa. Em seguida, o edil Gil Dantas disse, está havendo um engano, qualquer ambu-lância tem que caber o paciente, um médico e uma enfermei-ra, agora chama uma pessoa que não entende nada para com-prar, o edil Lázaro Augusto dos Reis estava reclamando, nós conseguimos através da Secretaria de Saúde cinco con-sultas para cada médico, às outras onze vai ser de livre demanda, e o que exceder a capacidade do médico, seria re-passado para o plantão, no caso vai ter atendimento nos ambulatórios e nos PSFs sem agendar. Após, a edil Marta Aparecida Oliveira disse, fico muito triste porque sou ca-sada com produtor rural, e no final de semana quando vou para a zona rural, não agüento os fazendeiros me falarem sobre as estradas que estão péssimas, estamos em junho e o serviço de raspagem das estradas rurais ainda não começou, queria ver com a comissão de licitação da Prefeitura se poderíamos participar da licitação, para ver o que está acontecendo que não começa a raspagem das estradas rurais, hoje no Departamento de Chefia de Gabinete gasta treze mil reais e onde está precisando não se gasta, então precisa-mos ver o que realmente está acontecendo. Na ocasião, o Sr. Presidente disse, não sei como faz para cobrar mais do Prefeito, não estou dando conta, as indicações já passaram de setenta, se o Executivo atendeu duas ou três foi muita,
do jeito que está indo vamos ter que segurar os projetos do Executivo aqui, as máquinas nunca que ficam prontas pa-ra começar a fazer as pa-raspagens, todas às estpa-radas rupa-rais estão em péssimas condições de uso, outra coisa que acon-teceu na no Departamento de Saúde, o Délcio me ligou e a esposa do empregado dele teve gêmeos, e as crianças nasce-ram emendadas, e eles fizenasce-ram uma operação nas crianças em Ribeirão Preto, mas precisa de retorno, ele pediu uma am-bulância, o Departamento de Assistência Social deu, só que eles tem que sair às cinco horas da manhã para pegar o carro aqui na cidade, acho que não custa nada o Executivo mandar a ambulância na roça para buscar eles, as crianças estão operadas e eles não tem condições de ficar vindo. Após, o edil Benedito Francisco da Silva disse, quero ma-nifestar a satisfação com a política nacional, porque isso repercute diretamente em nós, esses problemas que está a-contecendo com esses Deputados, eles ganham o tanto que querem, eles aumentam o salário deles na hora que eles querem, recebem ajuda de custo, auxílio moradia e verba de gabinete, não vemos um resultado positivo, de algum Depu-tado que deve devolver dinheiro aos cofres públicos, nós estamos indignados com o que anda acontecendo. Em seguida, o edil João Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira disse, como Presidente do Partido dos Trabalhadores Brasileiro - PTB local, a minha satisfação é como cidadão, é como agen-te político, e é como corregionário do Deputado Roberto Jefferson, uma coisa que começou com a historia da CPI dos correios, todos sabem como começou, mas ninguém tem idéia de como vai acabar, porque em menos de uma semana de in-vestigação já pegou muita gente do que se imagina, e ainda não foi dito nada, foi pedido internamente dentro do PTB o afastamento do Deputado Roberto Jefferson da Presidência do partido, na quinta-feira vou fazer a reunião do partido exatamente para isso, vamos elaborar uma carta para que seja pedido ao Presidente Estadual do PTB, que a CPIs se-jam implantadas, a cada dia que passa fico envergonhado em pertencer à classe política, temos o caso do André Luiz, do Roberto Jefferson, temos o caso dos correios, a onde isso vai chegar e como isso vai parar, porque se o Governo Lula comprou os Deputados, é lamentável, agora de onde sa-iu esse dinheiro para pagar trinta mil reais por mês a es-ses Deputados, se é de empresa privada está havendo favo-recimento em licitação, se é de empresa pública é desvio de verba, o que está acontecendo é muito sério. Após, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, essa jogada de politi-cagem barata é justamente para esquecer uma da outra, por-que era a CPI dos correios, agora é a CPI do mensalão, co-mo o edil João Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira
fa-lou, eu não tenho vergonha nenhuma de pertencer à classe política, porque o meu grupo não é o mesmo desse povo, co-mo também tenho certeza que o de vocês não são, nós que somos novos, queremos justamente mudar esse cenário, e mostrar que tem pessoas realmente preocupadas com o bem da população. ENCERRAMENTO: Não havendo mais assuntos para serem tratados, o Sr. Presidente agradeceu a presença de todos, populares e imprensa, e declarou encerrada a pre-sente Reunião. Lavrou-se, em seguida, a prepre-sente ata, que vai por mim assinada, ___________________________, João Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira, na qualidade de 1º Secretário da Câmara Municipal de Carmo do Rio Claro, bem como pelo Presidente e demais Vereadores, após a devida aprovação. Sala das Sessões da Câmara Municipal de Carmo do Rio Claro, aos sete (07) dias de junho do Ano 2005.
1. ________________________ José Joaquim Silva
Presidente da Câmara
2. ________________________ Lázaro Augusto dos Reis
Vice-Presidente
3. ________________________ João Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira
1º Secretário
4. ________________________ Marta Aparecida Oliveira
2ª Secretária
5. ___________________________ Benedito Francisco da Silva
6. ________________________ Gil Dantas
7. ________________________ Jerson Henrique Soares
8. ________________________ Liniere Antônio de Souza
9. ________________________ Maria Aparecida Vilela