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CAMPUS SANTA CRUZ CAMPO GRANDE

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Academic year: 2019

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ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

ENGENHARIA CIVIL

DESENHO TÉCNICO

WAGNER MARQUES

Agosto/2014

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1. DESENHO ARTÍSTICO

- reflete o gosto e a sensibilidade do artista que o criou;

- não tem o compromisso de retratar fielmente a realidade.

2. DESENHO TÉCNICO

- deve transmitir com exatidão todas as características do objeto que representa;

- deve seguir regras estabelecidas previamente, chamadas de normas técnicas.

2.1 DESENHO TÉCNICO: DEFINIÇÃO

- Expressão gráfica que tem por finalidade a representação de forma, dimensão e posição de

objetos de acordo com as diferentes necessidades requeridas pelas diversas modalidades de

engenharia e também da arquitetura.

- Utilizando-se de um conjunto constituído por linhas, números, símbolos e indicações escritas

normalizadas internacionalmente, o desenho técnico é definido como linguagem gráfica

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3. QUEM DEFINE AS NORMAS?

- Primeiras normas técnicas (século XIX): Revolução industrial e a necessidade de padronizar a linguagem gráfica de engenharia e arquitetura;

- cada país tinha seu próprio sistema de normas: falta de uniformidade;

- Normas ISO (após a II Guerra): Uniformização das normas de desenho técnico;

- Normas de desenho no Brasil:

 Editadas pela ABNT

 Adaptações das normas ISO

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4. DESENHO ARQUITETÔNICO – NBR 6492/1994

- Especialização do desenho técnico normatizado voltada para a execução e representação de

projetos de arquitetura;

- O desenho de arquitetura pode ser definido como um código para uma linguagem

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4.1 PLANTA BAIXA

Consideramos para efeito de desenho, que este plano encontra-se entre 1,20 a 1,60 m de

altura do piso do pavimento que está sendo desenhado, e o sentido de observação é sempre

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4.2 REPRESENTAÇÃO DOS ELEMENTOS CONSTRUTIVOS

4.2.1 PAREDES:

São representadas de acordo com suas espessuras e com simbologia relacionada ao material que as constitui. Normalmente desenha-se a parede de 15cm, ela pode variar conforme a intenção e necessidade arquitetônica.

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4.2.2 PORTAS E PORTÕES

São desenhados representando-se sempre a(s) folha(s) da esquadria, com linhas auxiliares, se necessário, procurando especificar o movimento da(s) folha(s) e o espaço ocupado.

4.2.3 JANELAS

São representadas através de uma convenção genérica, sem dar margem a uma maior interpretação quanto ao número de caixilhos ou funcionamento da esquadria.

4.2.4 PISOS

Em nível de representação gráfica em planta baixa, os pisos são apenas distintos em dois tipos: comuns ou impermeáveis. Os pisos comuns não possuem representação específica, ao passo que os pisos impermeáveis são representados por um reticulado. Salienta-se que o tamanho do reticulado constitui uma simbologia, não tendo a ver necessariamente com o tamanho real das lajotas ou pisos cerâmicos. O mesmo se aplica aos revestimentos com azulejo.

4.2.5 EQUIPAMENTOS DE CONSTRUÇÃO

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vaso sanitário lavatório tanque

chuveiro pia

4.2.6 APARELHOS ELÉTRICOS

Em planta baixa são representados os aparelhos elétricos de porte, de posição fixa ou semi-fixa e projetada, pela necessidade de conhecimento de seus posicionamentos, com vista aos projetos complementares.

geladeira fogão máquina de lavar

4.3 NÍVEIS DAS DEPENDÊNCIAS

Os níveis são cotas altimétricas dos pisos, sempre em relação a uma determinada Referência de Nível pré-fixada pelo projetista e igual a 0 (zero).

Simbologia:

+ 0,30

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4.4 COTAGEM PARA DESENHO ARQUITETÔNICO - NBR 6492 /1994 ABNT

O desenho da planta baixa só será considerado completo se, além da representação gráfica dos elementos, contiver todos os indicadores necessários, dentre os quais as cotas (dimensões) são os mais importantes. A cotagem, sempre que possível, deve seguir as seguintes indicações:

- As cotas devem ser preferencialmente externas, salvo os casos de impossibilidade, e indicadas em metros (m);

- As cifras devem ter 3 mm de altura, e o espaço entre elas e a linha de cota deve ser de 1,5mm;

- Quando a dimensão a cotar não permitir a cota na sua espessura, colocar a cota ao lado, indicando seu local exato com uma linha;

- Nos cortes, somente marcar cotas verticais;

- As linhas de cota no mesmo alinhamento devem ser completas;

- A quantidade de linhas deve ser distribuída no entorno da construção, sendo que a primeira linha deve ficar afastada 2,5 cm do último elemento a ser cotado e as seguintes devem afastar-se umas das outras 1,0cm;

- Todas as peças e espessuras de paredes devem ser cotadas;

- Todas as dimensões totais devem ser identificadas;

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- As linhas de cota nunca devem se cruzar;

- Identificar pelo menos três linhas de cota: subdivisão de paredes e esquadrias, cotas das peças e paredes, e cotas totais externas;

- As aberturas de vãos e esquadrias devem ser cotadas e amarradas aos elementos construtivos.

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4.6 CORTE LONGITUDINAL

4.6.1 ORIENTAÇÕES PARA O DESENHO DO CORTE

- Os cortes devem conter as simbologias de representação gráfica conforme as prescritas na

NBR 6492/1994 ABNT, bem como a indicação das cotas verticais, passando pelas áreas

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- Observar o pé direito da edificação;

- Desenhar as paredes externas (usar o traçado da planta baixa);

- Desenhar o forro, quando houver, ou a laje;

- Desenhar a cobertura ou telhado;

- Desenhar as paredes internas, cortadas pelo plano;

- Marcar as portas e janelas seccionadas pelo plano de corte;

- Desenhar os elementos que estão em vista após o plano de corte. Ex.: janela e porta não

cortadas, as quais aparecerão fechadas;

- No corte as cotas são somente na vertical.

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4.8 PLANTA DE COBERTURA

Representação gráfica da vista ortográfica principal superior de uma edificação, ou vista aérea

de seu telhado, acrescida de informações do sistema de escoamento pluvial.

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4.9 PLANTA DE LOCALIZAÇÃO

Representação da vista ortográfica superior esquemática, abrangendo o terreno e o seu

interior, com a finalidade de identificar o formato, as dimensões e a localização da construção

dentro do terreno para o qual está projetada.

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4.10 PLANTA DE SITUAÇÃO

Vista ortográfica superior esquemática com abrangência de toda a zona que envolve o terreno

onde será edificada a construção projetada, com a finalidade de identificar o formato, as

dimensões do lote e a amarração deste no quarteirão em que se localiza.

RUA TIR ADENTES 30,00 12,00 25, 00 12,00 4,00 4,00 4,00 12, 00 4,00 RUA LOBO DA COSTA

RUA GENERAL OSÓRIO

RUA MARECHAL FLORIANO

489

5. CIRCULAÇÃO VERTICAL

A circulação vertical tem função de vencer os desníveis em geral, principalmente entre

pavimentos consecutivos, possibilitando o livre acesso e trânsito entre os mesmos, através de

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5.1 ESCADAS

Uma das tendências atuais na arquitetura é explorar a escada, de modo que ela venha a se

integrar e compor o ambiente, não apenas como um elemento de circulação vertical, mas como

elemento estético do ambiente.

Podemos observar os componentes de uma escada, conforme o desenho a seguir:

- A altura e o comprimento dos degraus devem ser proporcionais para acomodação do

movimento do corpo;

- Se o degrau tiver mais que 18 centímetros de espelho, a escada se torna cansativa;

- Quando o piso do degrau for menor do que 25 cm, o pé não encontra apoio e a escada pode

provocar quedas, ou no mínimo, pode-se arranhar o calcanhar no espelho ao descer;

- Pisos de 45cm colocam o usuário em dúvida quanto a dar passadas maiores do que o normal

ou encurtar os passos, dando dois passos por degrau;

- Espelhos de uma escada variáveis quebram o ritmo dos passos, acarretando a possibilidade de

quedas;

- Escadas de lance único podem ser fisicamente cansativas e psicologicamente intimidantes;

- Geralmente limita-se a distância vertical entre patamares em 19 degraus;

- Os patamares devem ter uma dimensão, no sentido do deslocamento, igual à largura da

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- Os lances podem ser iguais ou desiguais; e

- Degraus em leque podem se tornar perigosos, pois parte do seu piso permite pouco apoio

para os pés.

5.1.1 TIPOS DE ESCADAS

escada reta com patamar

escada reta de lance único

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escada em “U” com dois patamares escada helicoidal ou “caracol”

5.1.2 DIMENSIONAMENTO DAS ESCADAS

- O espelho e o piso de todos os degraus em um lance devem ser os mesmos;

- As portas devem abrir na direção da saída;

- A largura das escadas varia, segundo o código de obras, de acordo com o tipo de ocupação,

sendo o mínimo 80cm para menos de 10 ocupantes (doméstica) e mínimo de 120cm para até

50 ocupantes (coletiva);

- Os corrimãos podem se projetar até ~ 10cm dentro da largura do patamar;

- Para escadas com largura maior que 110cm recomenda-se corrimãos nos dois lados da

escada, sendo que ao menos um corrimão deve estender-se além dos degraus de início e fim;

- Conforme a proposta do espaço e a disponibilidade de área definir a forma da escada, dentre

os inúmeros arranjos possíveis;

- Identificar a distância vertical entre os pisos prontos;

- Segundo a NBR 9077 (Saídas de Emergência em Edificações) e a NBR 9050/2004 (Norma de

Acessibilidade), devem ser seguidos os seguintes parâmetros:

a. pisos (p) : 0,28m < p < 0,32m

b. espelhos (e): 0,16m < e < 0,18m

- A Fórmula de Blondell estabelece de forma empírica o cálculo da largura do piso em função do espelho e vice-versa.

(20)

- Definido o vão a ser vencido (pé direito + espessura da laje de acesso), divide-se pela altura

escolhida para o espelho, resultando no número de degraus.

- Uma escada de n degraus possui n-1 pisos; logo o comprimento da escada (c) será igual ao

produto da largura do piso encontrado pelo nº de degraus menos 1: c = p x (n-1)

- A partir dos seguintes dados, escolha o tipo de escada a ser utilizada e dimensione-a:

 Cômodo de partida medindo 4,50 x 5,60m;

 Pé-direito de 2,93m;

 Espessura da laje do segundo pavimento com revestimento igual a 13cm.

5.2 RAMPAS

A rampa é um plano inclinado que se utiliza para a circulação de pessoas, de cargas ou de

veículos. Deve ser previsto patamar de descanso em condições semelhantes às da escada.

Para uso de pedestres a inclinação ideal é de 8 a 10%.

Para uso de automóveis a inclinação máxima deve ser de 20%.

Existe lei, que obriga, e normas técnicas que orientam os projetos para a acessibilidade das

pessoas portadoras de deficiências ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de

barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e

reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação.

Sua utilização é, assim, obrigatória em locais que devam ser acessíveis a pessoas limitadas em

sua capacidade de locomoção, como: idosos, enfermos e portadores de deficiências, ou ainda,

permitir a circulação de equipamentos dotados de rodas.

Dessa forma, escolas, hospitais, clubes, cinemas, teatros, museus, e edifícios públicos, de uma

maneira geral, devem dispor de rampas (ou elevadores), de forma a garantir o acesso a

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Por destinarem-se preferencialmente às pessoas limitadas em sua capacidade de locomoção, o

projeto de uma rampa deve considerar, cuidadosamente, aspectos como:

. inclinação compatível,

. piso anti-derrapante,

. corrimãos duplos, e

.corrimãos com terminações arredondadas.

5.2.1 DIMENSIONAMENTO DE RAMPAS

A inclinação das rampas deve ser calculada da seguinte forma:

Se i=10%, para cada 100cm lineares eleva-se 10cm em altura.

Por exemplo, para subir 3m de altura (h=3,00m) são necessários 30m de rampa, pois 3m= 10%

de 30m, e mais o comprimento do patamar. Devem ser previstos patamares intermediários a

cada 1,50 metros de elevação. Na rampa helicoidal o comprimento, para efeito de cálculo , é o

do eixo médio, portanto medido na metade da largura.

5.2.2 TIPOS DE RAMPAS

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rampa helicoidal

5.3 ELEVADORES

O elevador é outro elemento de circulação vertical muito utilizado nas edificações altas.

Em geral o uso de elevadores como elemento de circulação vertical deve ser indicado para

edifícios com mais de 4 pavimentos.

Ele também pode ser utilizado em locais onde se exige acesso às pessoas portadoras de

deficiência ou com mobilidade reduzida, desde que dimensionado para isso.

Deve-se prever no projeto arquitetônico o espaço ocupado pelo elevador e sua circulação. Na

planta baixa deve aparecer a cabine do elevador e o contrapeso. No corte, a caixa do elevador

(prisma onde ele se movimenta), o poço e a casa de máquinas.

Os fabricantes fornecem todos os dados e cálculos para a definição de medidas e capacidade do

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elevador – planta baixa e corte

5.3.1 DIMENSIONAMENTO DE ELEVADORES

O dimensionamento das caixas e poços de elevadores depende do tipo e marca de cada

elevador.

Geralmente cada fabricante vai fornecer tabelas com os dados e cálculos para a definição de

medidas e capacidade dos elevadores.

6. CALIGRAFIA TÉCNICA CARACTER PARA DESENHO

- As principais exigências na escrita em desenhos são a legibilidade e a uniformidade;

- Os caracteres devem ser claramente distinguíveis entre si, para evitar qualquer troca ou algum

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6.1 CARACTER PARA DESENHO TÉCNICO - NBR 8402/1994

- A altura h das letras maiúsculas deve ser tomada como base para o dimensionamento;

- As alturas h e c não devem ser menores do que 2,5 mm;

- Na aplicação simultânea de letras maiúsculas e minúsculas, a altura h não deve ser menor que

3,5 mm.

- A escrita pode ser vertical ou inclinada, em um ângulo de 15° para a direita em relação à

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6.1.2 CARACTER PARA DESENHO ARQUITETÔNICO - NBR 6492/1994

- Além dos caracteres previstos pela NBR 8402/1994, segundo a NBR 6492/1994, que trata da

representação de projetos de arquitetura, poderão ser utilizados os caracteres ditos “manuais”,

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7. SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA INSTALALÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS - NBR 5444/1989

- A planta de instalações deve ser executada sobre uma planta baixa, levando em consideração

as recomendações da NBR 5984. Esse desenho deve conter os detalhes de arquitetura e

estrutura para compatibilização com o projeto elétrico.

- Basicamente deve ser usada uma matriz para a instalação dos sistemas de luz e força, que

dependendo da complexidade, podem ser divididos em dois sistemas distintos: teto e piso.

- Em cada matriz devem ser localizados os aparelhos e seus dutos de distribuição, com todos os

dados e dimensões para perfeito esclarecimento do projeto. Sendo necessário devem ser feitos

detalhes, de maneira que não fique dúvida quanto à instalação a ser executada.

- Eletrodutos de circuitos com importância, tensão e polaridade diferentes podem ser

destacados por meio de diferentes espessuras dos traços. Os diâmetros dos eletrodutos bem

como todas as dimensões devem ser dados em milímetros.

- Aparelhos com potência ou importância diferentes podem ser destacados por símbolos de

tamanhos diferentes.

7.1 SÍMBOLOS

- A construção da simbologia desta norma é baseada em figuras geométricas simples, para

permitir uma representação adequada e coerente dos dispositivos elétricos. Esta Norma se

baseia na conceituação simbológica de quatro elementos geométricos básicos: o traço, o

círculo, o triângulo equilátero e o quadrado. O segmento de reta representa o eletroduto. Os

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- O círculo representa três funções básicas: o ponto de luz, o interruptor e a indicação de

qualquer dispositivo embutido no teto. O ponto de luz deve ter um diâmetro maior que o do

interruptor para diferenciá-los. Um elemento qualquer circundado indica que este se localiza

no teto. O ponto de luz na parede (arandela) também é representado pelo círculo.

- O triângulo equilátero representa tomadas em geral. Variações acrescentadas a ela indicam

mudança de significado e função (tomadas de luz e telefone, por exemplo), bem como

modificações em seus níveis na instalação (baixa, média e alta).

- O quadrado representa qualquer tipo de elemento no piso ou conversor de energia (motor

elétrico). De forma semelhante ao círculo, envolvendo a figura, significa que o dispositivo

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8. INSTALAÇÃO PREDIAL DE ÁGUA - NBR 5626/1998

A instalação predial de água fria é em grande parte dos casos um subsistema de um sistema maior, composto também pelas instalações prediais de água quente e de combate a incêndio. Dentro da atual estrutura de normalização cada uma dessas instalações está coberta por norma específica.

8.1 ELEMENTOS DA INSTALAÇÃO PREDIAL DE ÁGUA

(32)

AN

8.2 SIMBOLOGIA DOS ELEMENTOS DAS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS

tubulação de água fria união

tubulação de água quente luva

registro de gaveta plug ou bujão

registro de esfera cap ou tampão

registro de pressão joelho de 90º

válvula de descarga tê de 90º

válvula de retenção redução

hidrômetro cruzeta

8.3 PERSPECTIVA ISOMÉTRICA

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9. SISTEMAS PREDIAIS DE ESGOTO SANITÁRIO - NBR 8160/1999

Esta norma estabelece as exigências e recomendações relativas ao projeto, execução, ensaio e

manutenção dos sistemas prediais de esgoto sanitário, para atenderem às exigências mínimas

quanto à higiene, segurança e conforto dos usuários, tendo em vista a qualidade desses

sistemas.

9.1. SIMBOLOGIA PARA ESGOTO SANITÁRIO

Quando se tratar de esgoto primário, aquele que tem contato com efluentes com fezes, a

representação da tubulação será através de uma linha contínua; caso se trate de esgoto

secundário, que não possui contato com efluentes com fezes, a representação será mediante

uma linha tracejada.

10. CABEAMENTO DE TELECOMUNICAÇÕES PARA REDE INTERNA - NBR 14565/2000

Esta norma estabelece os critérios mínimos para elaboração de projetos de rede interna

estruturada de telecomunicações, em edificações de uso comercial, independente do seu

porte. Aplica-se a edifícios e a conjuntos de edifícios situados dentro de um mesmo terreno em

que se deseja a implantação de uma rede interna estruturada.

A identificação do cabeamento e a representação dos pontos de telecomunicações são

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8 cabos

cabo secundário 8 x CSP 4P 4 pares/fibras

12 001 a 008 último ponto de telecomunicação deste conjunto primeiro ponto de telecomunicação deste conjunto 12º andar

10.1 SIMBOLOGIA PARA SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES

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10. REDE DE DISTRIBUIÇÃO INTERNA PARA GASES COMBUSTÍVEIS EM INSTALAÇÕES RESIDENCIAIS E COMERCIAIS - NBR 15526/2007

Esta norma estabelece os requisitos mínimos exigíveis para o projeto e a execução de redes de

distribuição interna para gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais que não

excedam a pressão de operação de 150 kPa e que possam ser abastecidas tanto por canalização

de rua como por uma central de gás, sendo o gás conduzido até os pontos de utilização através

de um sistema de tubulações. Estas tubulações podem ser de aço carbono, cobre (rígido e/ou

flexível) e polietileno (enterrado). Tubulações aparentes devem ser pintadas na cor amarelo,

podendo, no caso de fachadas, não serem pintadas, mas receberem a identificação através da

palavra “gás”.

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- Medidores – marcar o consumo de gás.

- Válvula de alívio - alivia a pressão sem bloquear (pressão acima).

- Válvula de bloqueio – bloqueia o fornecimento.

- Regulador de pressão – regular a pressão de fornecimento.

10.1 SIMBOLOGIA DOS ELEMENTOS DAS INSTALAÇÕES DE GÁS

medidor válvula de

de gás alívio fogão

válvula reguladora válvula de bloqueio

de pressão

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11. EXECUÇÃO DE SISTEMAS DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO - NBR 9441/1998

Esta norma fixa as condições exigíveis para elaboração de projetos, execução de instalações,

operação e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio. Os principais

componentes do sistema de detecção e alarme de incêndio são:

- Central: equipamento destinado a processar os sinais provenientes dos circuitos de detecção,

a convertê-los em indicações adequadas e a comandar e controlar os demais componentes do

sistema.

- Detector automático de temperatura: dispositivo destinado a atuar quando a temperatura

ambiente ou o gradiente da temperatura ultrapassa um valor pré-determinado no ponto da

instalação.

- Detector automático de fumaça: dispositivo destinado a atuar quando ocorre presença de

partículas e/ou gases, visíveis ou não, e de produtos de combustão, no ponto da instalação.

- Detector automático de chama: dispositivo destinado a atuar em resposta a uma radiação de

energia, dentro ou fora do espectro visível, resultante de um princípio de incêndio dentro da

sua área de captação (visão).

- Acionador manual: dispositivo destinado a transmitir a informação de um princípio de

incêndio, quando acionado pelo elemento humano.

- Indicador: dispositivo que sinaliza sonora ou visualmente qualquer ocorrência relacionada ao

sistema de detecção e alarme de incêndio, especialmente para facilitar a busca do local de

alarme pelo pessoal de intervenção, controlado pelos detectores automáticos, pelos

acionadores manuais ou pela central.

- Avisador: dispositivo previsto para chamar a atenção de todas as pessoas dentro de uma área

em perigo, controlado pela central.

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11.2. INSTALAÇÕES DE INCÊNDIO – COMBATE POR CO2

12. SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFÍCIOS - NBR 9077/2011

Esta norma fixa as condições exigíveis que as edificações devem possuir:

a) a fim de que sua população possa abandoná-las, em caso de incêndio, completamente

protegida em sua integridade física;

b) no sentido de permitir o fácil acesso de auxílio externo (bombeiros) para o combate ao fogo

e a retirada da população.

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12.1. SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFÍCIOS – PAVIMENTO SUPERIOR

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