AVALIAÇÃO
DE PÓS-OCUPAÇÃO
AVALIAÇÃO DE PÓS-OCUPAÇÃO DE ESPAÇOS URBANOS (155.501) Segundo Semestre de 2011
PLANO DE CURSO –TURMA “A” (única)
Professor Frederico Flósculo Pinheiro Barreto Sala: Ateliê Superior
Horário: 8:00 – 12:00, Sextas-Feiras.
1. EMENTA
“Estudo dos espaços urbanos, seus elementos constituintes nos
aspectos físicos, sociais, simbólicos, econômicos, ecológicos, em termos de seu uso efetivo pelas pessoas e organizações presentes na cidade. Elaboração de projeto de pesquisa direcionada ao uso do espaço urbano com ênfase em variáveis relevantes para o usuário e os tipos de uso pretendidos e / ou praticados. Desenvolvimento de estudo de campo em frações urbanas, espaços públicos ou de uso público e situações especiais de logradouros e lugares. Ênfase nos processos sociais e econômicos, simbólicos e ecológicos de uso do espaço urbano. Ênfase em métodos e técnicas de pesquisa empírica em arquitetura e urbanismo. Elaboração de relatório de pesquisa utilizando os dados coletados de forma crítica. Elaboração de proposta de intervenção na área de estudos, com base no relatório
de pesquisa”.
1.1. JUSTIFICATIVA (OFICIAL)
2. APRESENTAÇÃO
destinadas ao uso residencial, pode-se dizer que a maior parte dos bairros (não são cidades-satélite, pois não são cidades) de Brasília também é majoritariamente projetada segundo critérios estabelecidos
pelo governo do Distrito Federal. Este extenso “acervo” é o nosso
laboratório de planejamento e projeto urbano (como todas as cidades, planejadas ou não, o são).
Também pretendemos introduzir o estudante à crítica do urbanismo, o que envolve alguns sentidos da palavra: (a) da obra urbana; (b) da gestão urbana; (c) da vida urbana. O urbanismo é uma disciplina em desencanto, considerando-se o caos que é produzido por profissionais do projeto urbano, por administradores e políticos e por frações importantes dos cidadãos (empresários, comerciantes, profissionais liberais, pessoas com poder aquisitivo, poder sócio-econômico, e capacidade de impacto ambiental-urbano, em diversas formas).
Outra frente de discussão diz respeito ao próprio ensino de urbanismo. Os estudantes raramente são apresentados às teorias urbanas e aos campos disciplinares onde essas teorias se originaram (da economia, da sociologia, da antropologia, da psicologia, da história, do direito, da ciência política, da administração, da filosofia, em especial). Também raramente são apresentados à própria cidade. Não são estimulados a desenvolver a fundamentação empírica de seus projetos. Desconhecem a fundamentação científica que dá suporte a importantes decisões no âmbito do projeto de urbanismo (sobretudo dos aspectos ambientais urbanos, das variáveis econômicas, sociais, psicológicas); esses fundamentos são essenciais para o projeto da cidade. Desconhecê-los não é uma opção, para o profissional do urbanismo.
3. OBJETOS DE ESTUDOS.
Estudaremos, nesta versão do curso, uma combinação de estudos temáticos e questões urbanas de interesse comunitário. Nossos estudos se darão nos espaços urbanos no Plano Piloto de Brasília, segundo
abordagens de “complexidade crescente”, de tipologias urbanas, de
temáticas ou problemas teóricos (como os das densidades, localizações, configurações, formas de controle, populações e grupos específicos, usos específicos, entre outros). Temas de interesse de alunos com pesquisas próprias (Iniciação Científica ou TFG) podem vir a ser incorporados.
Há algumas situações que, didaticamente, temos em mente:
a) Introdução às técnicas de descrição e diagnóstico; tratamos de situações urbanas simples e interessantes, que permitam dar os primeiros passos rumo à Avaliação. Pequenas praças, trechos de quadras, pontos de acesso a setores urbanos, etc.;
b) Análise temática de setor urbano, envolvendo temas como os da acessibilidade, segurança, orientabilidade, legibilidade, etc.;
c) Análise integral de setor urbano, envolvendo critérios a serem estabelecidos, mas buscando a formulação de diagnósticos abrangentes;
d) Comparação entre setores urbanos, que pode ser feita nas
modalidades “temática” (mais viável num curso como o nosso) ou “integral”;
e) Análise de sistemas espaciais urbanos, envolvendo composições de maior complexidade, como frações urbanas com diferentes setores e tipos de uso, grupos de
praças em áreas residenciais, trechos das “bordas” ou
limites da cidade ou bairro, etc.
Estamos interessados em determinados tipos de ambientes urbanos:
as Centralidades;
as Praças e Parques Públicos;
as Vias, os Setores Urbanos;
os Compósitos Arbitrados (ou frações adjacentes da cidade que envolvem mais de uma situação de uso);
Essa tipificação atende a determinados objetivos dos nossos estudos, e não tem a menor pretensão de servir como base para uma taxonomia dos espaços urbanos – que, por outro lado, não é
desencorajada para o caso de nossas “teias teóricas”.
Algumas situações urbanas são propostas, de forma correspondente a esses ambientes urbanos e ao gradiente de complexidade proposto (exemplos de situações a serem estudadas):
- Superquadras (ênfase especial na presente versão do curso);
- Quadras Residenciais nas 700 Sul e 700 Norte;
- Entrequadras 700; Entrequadras 100, 200, 300, 400;
- Episódios nas faixas 600 e 900, Norte e Sul;
- Acesso Superior da Rodoviária do Plano Piloto;
- Parque Ana Lídia;
- Setor de Comércio Local (SCL), na Asa Sul e/ou na Asa Norte;
- Setor de Habitações Individuais Geminadas Sul (700 Sul)
- Setor Médico-Hospitalar Sul (e norte);
- Setor Comercial Norte, Sul;
- Setor de Rádio e Televisão, Norte, Sul;
- Esplanada dos Ministérios;
- Torre de TV;
- Setores Hoteleiros, Norte, Sul;
- Parque da Cidade;
- Cemitério Campo da Esperança;
- “Tesourinhas” e outras situações específicas do desenho viário; - Eixo Rodoviário;
- Esplanada dos Ministérios;
4. QUESTÕES POLÍTICAS E PRÁTICAS
Estudar as cidades é algo central para a formação de urbanistas. De um modo geral, os cursos de graduação dedicados ao projeto de urbanismo não trabalham com as comunidades diretamente interessadas nos projetos – isso quando se trata de tema de projeto
dirigido a uma situação “real”. O ponto de vista adotado é o do
escritório governamental de urbanismo. Nesse sentido, o jovem urbanista aprende a trabalhar técnicas diretamente relacionadas à regularização fundiária, à complementação do projeto urbano em seus
aspectos “públicos” em meio a loteamentos privados, e utiliza um
repertório de espaços, mobiliário e especificações que raramente é
Fazendo a cidade com as próprias mãos: artesã urbana em ação na 410 Norte.
baseado em estudos da comunidade local, de seus interesses e valores, de suas necessidades e demandas.
Assim, pouco ou nada se aprende acerca das diferentes comunidades urbanas, de sua estrutura e dinâmica, ecologia e política. Aprende-se a “desenhar a cidade” a partir de abordagens teóricas, de
métodos e técnicas que deixam o jovem urbanista “a salvo” das
pessoas, moradores, trabalhadores, usuários, crianças e idosos,
portadores de necessidades especiais, e dos oficiais públicos “menores”
(como carteiros, policiais, lixeiros, professores, médicos, etc).
É importante compreender como os pontos de vista acerca da vida pública, dos espaços públicos, da cidade, variam enormemente – a comunidade não é heterogênea, o governo não é heterogêneo, os urbanistas podem interpretar suas prioridades de diversas formas. Mesmo os interesses dominantes na comunidade, os que possuem maior evidência e importância política, apresentam limitada concordância com o que os setores do governo encarregados da ordem urbana buscam impor. O que os urbanistas podem fazer ? Há algo que possamos fazer em meio ao modo como as cidades evoluem, e diferentes interesses modelam essa evolução ?
públicas de desenvolvimento urbano da atualidade, pelos planos diretores urbanos, pelos projetos de urbanismo, tal como são elaborados – na ausência de seus principais interessados, e sem a independência necessária à defesa de populações vulneráveis.
5. AS QUESTÕES TEÓRICAS
A Avaliação de Pós-Ocupação oferece uma consistente base empírica para a teorização sobre as relações entre as pessoas e o ambiente urbano, e esse é o objetivo pedagógico primário da disciplina: ESTIMULAR OS ESTUDANTES A TEORIZAR SOBRE O PROJETO E A GESTÃO DAS CIDADES.
Mas já não teríamos teorias o bastante ? A resposta é NÃO. Na verdade, mal estudamos, em nossos cursos de graduação, as teorias que já foram publicadas – o que envolve um respeitável corpo de contribuições teóricas, sobretudo de sociólogos e economistas -, e as teorias mais conhecidas são francamente inadequadas ao trabalho de projeto e planejamento urbano. Os projetistas devem teorizar, e isso não significa isolamento disciplinar, ao contrário: significa crítica e aprofundamento das teorias e linhas de pesquisa que as ciências sociais têm desenvolvido. Sejamos, também, cientistas sociais, em colaboração com as áreas disciplinares que têm o objetivo principal da pesquisa, da geração do conhecimento. Se os projetistas não forem também pesquisadores, jamais os cientistas sociais saberão nos auxiliar, e vice-versa.
As teorias sobre o urbano – sobretudo aquelas que usam o arsenal da investigação sistemática da metodologia científica, como é o caso da APO – devem ser seguidamente examinadas e re-examinadas, testadas e re-testadas, aprimoradas e desenvolvidas. Ao longo da disciplina examinaremos algumas importantes teorias sobre a cidade – seu funcionamento, sua ontologia, sua ecologia, seu projeto, etc. – e veremos como essas teorias nascem com diferentes bases empíricas, com diferentes tradições de análises, e com diferentes capacidades quanto a nos auxiliar a compreender, projetar e gerir as cidades contemporâneas.
6. METODOLOGIA.
avaliação propriamente dita) e intervenção (ou diretrizes / temas / problemas de re-projeto). São três amplas abordagens que se complementam, e que devem ser integradas com proficiência pelo profissional do urbanismo. Mas importam em métodos e técnicas próprios, bem delimitados. Coordenar os procedimentos de pesquisa urbana, de diagnóstico urbano e de intervenção urbana é uma outra
“camada” de métodos e técnicas que serão entrevistos ao longo da disciplina.
Na experiência de ensino de técnicas de observação direta das situações urbanas, é notável como os estudantes de arquitetura
“aprendem rápido”. Em algumas semanas tornam-se observadores interessados, criteriosos, engajados. A febre da observação toma conta deles com facilidade. Ficam a se perguntar por que não estudam urbanismo de forma empiricamente fundamentada – e com a liberdade
para “usar seus próprios olhos”.
Mais que objetos específicos, vai nos interessar a metodologia de Análise de Pós-Ocupação. Queremos saber como as pessoas
“finalmente” usam os espaços de nossa cidade, e se os espaços de
nossa cidade facilitam, dão apoio – ou dificultam, recusam o uso pretendido pelo projeto urbano e, mais importante, pela comunidade da cidade.
Não vamos perguntar – pelo menos num primeiro momento - aos urbanistas o que eles tinham em mente quando projetaram nossas praças, nossas calçadas, nossas quadras e parques urbanos, nossas lixeiras e bancos, a iluminação de nossas ruas, a sua sinalização. Os
urbanistas “já falaram”: os espaços urbanos que estudaremos são
produtos de seu trabalho. Tiveram tempo suficiente para pensar em
seus projetos e, afinal, eles estão aí, diante de nós. Agora “quem fala”
são os próprios espaços. Agora falam as pessoas que vivem na cidade, que passam pela cidade, que usam esses espaços, necessários, indispensáveis à vida urbana.
A disciplina estuda o Projeto de Urbanismo “ao contrário”. Em vez
de partirmos de uma demanda por loteamentos ou determinados tipos de setores urbanos, de algo que necessariamente pressupõe uma proposta, a geração de uma solução inovadora / resolutiva que defronta uma determinada pauta de problemas, partimos do exame de
“soluções” existentes, do real.
6.1) TÉCNICAS DE A.P.O.: Vamos estudar dois grupos de técnicas de pesquisa de Avaliação de Pós-Ocupação. Um grupo diz respeito ao levantamento de dados e envolve as seguintes abordagens:
6.1.1) Levantamento Ambiental – Descrição do Ambiente Urbano.
6.1.2) Observação do Comportamento.
6.1.3) Mapeamento Crítico Relacionado ao Uso / Potenciais de Uso / Critérios de Avaliação.
6.1.4) Viagens do Observador.
6.1.5) Entrevista do Usuário / Uso de Questionários. 6.1.6) Micro-Experimentos.
6.1.7) Diagnóstico (Pré-Projeto).
6.1.8) Prognóstico (Diretrizes de Intervenção).
O segundo grupo é voltado para o desenvolvimento de teorias baseadas nas evidências expostas pela Avaliação de Pós-Ocupação.
Evidentemente não são “técnicas” de A.P.O., mas criam a necessária sustentação para que novas Avaliações sejam elaboradas, para que as técnicas sejam aprimoradas, e mostram a natureza da aplicação dessas técnicas, poderosas ferramentas empíricas para o desenvolvimento teórico. Envolve, na presente versão, as seguintes abordagens:
6.2. ELABORAÇÃO DE QUADROS TEÓRICOS. 6.2.1) Micro-Teorias
6.2.2) Teias Teóricas de Pré-Projeto 4.2.3) Meso e Macro-Teorias Urbanas
7. PROCEDIMENTOS DO ATELIÊ E DO CAMPO - E DE AVALIAÇÃO DOS TRABALHOS DOS ESTUDANTES
Esta disciplina busca associar teorias da arquitetura e urbanismo
e práticas de pesquisa científica. Na presente versão, a “espinha dorsal da disciplina” é uma seqüência de técnicas de pesquisa que nasceram
em várias das práticas das Ciências Sociais (especialmente da Psicologia, Sociologia e Antropologia), em versões adaptadas para as necessidades – ou por uma avaliação dessas necessidades, pelas quais o professor responsável deve prestar contas ao longo das atividades.
Como a disciplina não tem pré-requisitos, entendemos que há
pelos menos dois “tipos de clientela” estudantil: (a) estudantes sem
ambos, os procedimentos são os mesmos, embora seja provável que os resultados sejam algo diferentes, pois os estudantes com um mínimo de preparação na área de urbanismo põem se mostrar despreparados para estudar empiricamente a cidade. Especialmente para esses estudantes, nossa intenção é reapresentar algumas das mais importantes variáveis do projeto urbano – aquelas relacionadas à interação entre as pessoas e o ambiente urbano. A intenção maior da disciplina é fortalecer a formação do futuro urbanista, e para os estudantes sem preparação prévia, esperamos que a disciplina os direcione com vigor para o desenvolvimento de projetos urbanos com uma fundamentação empírica minimamente qualificada.
7.1) TRABALHOS ASSINALADOS
Cada estudante fará um trabalho de A.P.O. em localidade por ele (ou ela) definida. A planilha de avaliação do trabalho é a seguinte:
ASPECTOS DOS TRABALHOS NOTA
Relatório do Levantamento Ambiental – Descrição do Ambiente Urbano.
1,00
Relatório de Observação do Comportamento. 1,00 Relatório do Mapeamento Crítico Relacionado:
SÉRIE 1: Geometria de Logradouros e Sistema Viário / Módulos Locais;
SÉRIE 2: Potenciais de Uso / Padrões de Acessibilidade / Padrões de Higiene / Padrões de Manutenção Física;
SÉRIE 3: Padrões de Evasão / Padrões de Defensibilidade Comunitária / Padrões de Orientabilidade;
SÉRIE 4: Padrões de Conforto Térmico / Padrões de Conforto Luminoso / Padrões de Conforto Sonoro / Padrões de Qualidade do Ar e Ventilação Natural;
SÉRIE 5: Padrões de Equilíbrio entre as Ecologias Urbana e Natural / Permeabilidade / Presença de Vegetação / Drenagem das Águas de Superfície.
4,00
Relatório das Viagens do Observador. 1,00
Relatório da Entrevista do Usuário / Uso de Questionários. 1,00
Relatório dos Micro-Experimentos. 1,00
Diagnóstico (Pré-Projeto). 0,50
Prognóstico (Diretrizes de Intervenção) 0,50
Os trabalhos serão DOSSIÊS individuais: cada estudante traçará seus próprios objetivos, semana a semana, distinguindo sua produção pessoal da produção dos demais. Não haverá “fusão de produções”, pelo menos para a atribuição de menções.
Atenção para o formato do DOSSIÊ individual: cada abordagem é objeto de anotações e reunião de documentos de campo, de ateliê e de gabinete: anotações, relatórios, notas, tabelas, fotos, croquis, desenhos de observação. Mais que a formalidade de um documento, quer-se domínio da experiência da Avaliação de Pós-Ocupação de Espaços Urbanos.
Organizem sua documentação, sejam conclusivos no tempo que temos, mas não percam tempo com as formalidades documentais. Em
disciplinas como “Métodos e Técnicas de Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo” aprenderemos mais sobre as formalidades da produção
documental na pesquisa.
Em cada aspecto citado acima, a avaliação individual é feita pelo professor e pelo estudante, em termos do alcance desses objetivos:
- objetivos não alcançados (entre zero e 29% da nota parcial);
- objetivos insuficientes, apesar de entregues (entre 30 e 49%);
- objetivos medianamente alcançados (entre 50 e 69%);
- objetivos bem alcançados (entre 70 e 89%);
- objetivos excelentemente alcançados (entre 90 e 100%)
Esses “níveis” de alcance são transformados em notas numéricas,
de zero a 10 (dez). A nota final de cada aluno é formada pela média dessas avaliações parciais.
Cada ausência – justificada ou não às aulas-duplas – implica na retirada de 0,2 (dois décimos de ponto) na nota final.
A Universidade de Brasília NÃO obriga a aceitação de justificativa para faltas. Estudantes faltosos têm boas desculpas; estudantes presentes, nenhuma. Pedimos que não insistam quanto à JUSTIFICATIVA de faltas. Faltem com Soberania.
O estudante com pelo menos 25% de faltas está automaticamente reprovado.
7.2) VISITAS DE CAMPO: Cerca de metade das aulas será dedicada a trabalhos de campo. Cada estudante, como dissemos acima, deverá fazer UM estudo. Se a turma for formada por 15 (quinze) estudantes – com otimismo, pois um número ainda menor de estudantes pode ocorrer em nossas CARAS disciplinas optativas, lamentavelmente – teremos provavelmente 15 localidades distintas. As visitas a tantas localidades somente serão possíveis como EXEMPLIFICAÇÕES. Sortearemos as áreas a visitar, a cada aula, e sairemos em grupo para
as visitas. Os locais “não-sorteados” serão estudados em tempo extra, pelos alunos que se auto-assinalaram. Aprendam “como fazer” (o levantamento de informações, o registro, a observação, etc.) nas visitas !!!
Tragam às visitas: água; prancheta, lápis, folhas de papel ou caderno de desenho, borracha, apontador; protetor solar e chapéu ou boné; óculos escuros com bloqueio de radiação U.V.; bússola; máquina fotográfica; relógio.
8. CRONOGRAMA (semestre 2011/1):
DATA CONTEÚDO
Aula 1 – 19/08/2011
Apresentação. Aula Introdutória.
Aula 2 – 26/08/2011
Seleção de áreas de estudo
Aula 3 – 02/09/2011
Seminário 1: Pauta de Descrição / Observação / Mapeamento / Viagem / Entrevista / Micro-Experimento / Diagnóstico – por estudante. EXEMPLIFICAÇÃO: CAMPUS (PRAÇA MAIOR) Aula 4 –
09/09/2011
Seminário 2: Pauta de Descrição / Observação / Mapeamento / Viagem / Entrevista / Micro-Experimento / Diagnóstico – por estudante. EXEMPLIFICAÇÃO: CAMPUS (C.O.)
Aula 5 – 16/09/2011
Aula 6 – 23/09/2011
Trabalho de Campo – áreas escolhidas 1/2
Aula 7 – 30/09/2011
Trabalho de Campo – áreas escolhidas 3/4
Aula 8 – 07/10/2011
Trabalho de Campo – áreas escolhidas 5/6
Aula 9 – 14/10/2011
Seminário 4: Pauta de Descrição / Observação / Mapeamento / Viagem / Entrevista / Micro-Experimento / Diagnóstico – por estudante. ÊNFASE NAS ÁREAS 1/2
Aula 10 – 21/10/2011
Seminário 5: Pauta de Descrição / Observação / Mapeamento / Viagem / Entrevista / Micro-Experimento / Diagnóstico – por estudante. ÊNFASE NAS ÁREAS 3/4
Aula 11 – 28/10/2011
Seminário 6: Pauta de Descrição / Observação / Mapeamento / Viagem / Entrevista / Micro-Experimento / Diagnóstico – por estudante. ÊNFASE NAS ÁREAS 5/6
Aula 12 – 04/11/2011
Seminário 7: Elaboração de Quadros Teóricos. Lições Preliminares da APO – trabalhos escolhidos pela turma. 1/2/3/4/5/6/...
Aula 13 – 11/11/2011
Seminário 8: Elaboração de Quadros Teóricos. Lições Preliminares da APO – trabalhos escolhidos pela turma. 1/2/3/4/5/6/...
Aula 14 – 18/11/2011
Seminário 9: Elaboração de Quadros Teóricos. Lições Preliminares da APO – trabalhos escolhidos pela turma. 1/2/3/4/5/6/...
Aula 15 – 25/11/2011
VISITA FINAL A CAMPO – EXPERIMENTO SELECIONADO 1
Aula 16 – 02/12/2011
VISITA FINAL A CAMPO – EXPERIMENTO SELECIONADO 2
Aula 17 –
09/12/2011
Seminário Final
Aula 18 –Observação 1: Os Seminários 1 a 3 são eminentemente TEÓRICOS, e apresentam preliminarmente os conceitos e as técnicas de APO de Espaços Urbanos;
Observação 2: Os Seminários 4 a 6 são “workshops” em que iremos dissecar cada área de estudo, após as visitas feitas;
Observação 3: Os Seminários 7 a 9 são sessões de Orientação em Ateliê dos Relatórios Finais, especialmente das versões finais de Diagnósticos e Prognósticos.
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