VIVÊNCIAS EM ENFERMAGEM I
Código: 5672 UNIVERSO SÃO GONÇALO
Curso: ENFERMAGEM
Carga Horária: 75 H
Número de Créditos: 5
Tipo: Obrigatória
Natureza das Aulas
semanais 1 Tempo Teórico-prático e 3 Tempos Práticos
Objetivos: - Introduzir o discente na prática de enfermagem, orientando-o para execução dos cuidados de enfermagem de baixa e média complexidade. Implementar o processo de enfermagem junto a clientela com demanda de cuidados fundamentais.Realizar assistência de Enfermagem sistematizada à pacientes internados em Unidades de hospitalares, com base nos conhecimentos adquiridos nas Disciplinas de Enfermagem e especificamente de Cuidados de Enfermagem, Semiologia e Sistematização da Assistência de Enfermagem a fim de desenvolver habilidades técnico-científicas;
- Aplicar cuidados de Enfermagem à pacientes hospitalizados;
Atividades
: - Aplicação do processo de enfermagem com ênfase no diagnóstico de enfermagem proposta pela NANDA; - Realização de técnicas de fundamentos de enfermagem específicas da área; - Estudo e discussão de casos teórico-práticos.
Avaliação: A avaliação do aproveitamento será realizada pelo professor-supervisor, de forma sistemática e contínua, com base na análise dos seguintes aspectos: Desempenho diário no desenvolvimento de atividades programadas: técnico e conhecimento científico.
I – domínio do conhecimento científico; Provas: V1, VT e V2
II – habilidades técnicas; Freqüência; Pontualidade;
III – postura profissional e ética;
Normas para Vivências em
Enfermagem I
1. OBJETIVO: Vivenciar as relações entre a teoria e a prática profissional.
1.2. Ementa: Cuidados Fundamentais de Enfermagem I. Cuidados Fundamentais de Enfermagem II. Semiologia e Semiotécnica Aplicada à Enfermagem. Sistematização da Assistência de Enfermagem. Prática Hospitalar com apoio no laboratório de enfermagem, possibilitando ao aluno vivenciar momentos de aprendizagem necessários à articulação complementar à teoria.
2. Fazem parte do Estágio:
2.1. Aulas práticas em laboratórios de acordo com o cronograma estabelecido pelo professor.
2.2. Atividades desenvolvidas em escolas, ambulatórios, hospitais, creches, unidades básicas de Saúde (UBS), unidades de saúde da família (USF), visita domiciliar.
3. Campo de Estágio:
Constitui campo de Estágio todas as áreas que oferecem oportunidade de aprendizagem ao aluno de acordo com os programas desenvolvidos em cada período do Curso de Enfermagem..
As atividades poderão ser realizadas nas de pendências dos nosocômios Hospital da Polícia Militar de Niterói, Complexo Hospitalar do Município de São Gonçalo, Hospital Estadual Prefeito Eduardo Caffaro ou Pronto Socorro de Alcântara. Sendo realizadas efetivamente somente em instituições de saúde conveniadas.
4.1. Uniforme: Deverá ser branco, em tecido liso, não transparente e não colante, calça comprida. O sapato ou tênis deve ser branco e de couro. Poderá fazer uso de blusa de frio branca. Não será permitido uso de pulseiras, anéis, brincos e colares extravagantes.
É obrigatório o uso do jaleco branco liso de manga longa, somente com a identificação do aluno e da universidade. UNIFORME.
4.2. Materiais a ser utilizado na Prática: - caneta (azul e vermelha) - régua
- termômetro
- relógio com ponteiro de segundos - estetoscópio
- látex nº102
- tesoura de ponta romba, de boa qualidade - borracha
- lápis
- bloco para anotações - lanterna de bolso
- luvas de procedimento (cx rateada pelo grupo) - uniforme cirúrgico (quando solicitado)
Lembrete:
Este material é uso pessoal, não podendo ser emprestado.
5. Freqüência
5.1. O aluno deverá seguir escala de horário e setor previamente estabelecidos.
5.2. É obrigatória a presença do aluno em 70% das horas de Vivências de Enfermagem. 5.3. Os atrasos e faltas constantes influenciarão no conceito final do aluno.
5.4. A falta sem justificativa, influenciará no conceito final.
6. Observações Gerais
6.1. A presença modifica a dinâmica de trabalho da unidade de Estágio; portanto procure obedecer a escala previamente estabelecida. Somente a atenção e interesse pela unidade, permitirão aproveitamento e aplicação dos conhecimentos teóricos e práticos adquiridos.
6.2 O aspecto pessoal contribuirá para o sucesso; portanto, o aluno deverá: - Manter unhas aparadas e bem cuidadas;
- Manter cabelos penteados, presos ou curtos; - Manter higiene corporal;
- Manter uniforme limpo e conservado;
- Evitar o uso de jóias e bijuterias, principalmente anéis e pulseiras, pois além de serem veículos de contaminação, poderão também ferir o paciente.
6.3. Para sua tranqüilidade e segurança:
- Quando houver possibilidade, utilizar o vestiário dos funcionários para troca de roupa e guarda dos pertences. Não será permitida a entrada com bolsas nas dependências do Hospital.
- Não levar para o estágio material de valor ou dinheiro, pois não há responsáveis pela guarda.
- Estar atento ao serviço perguntando, explorando e conhecendo normas e rotinas para melhorar o trabalho e eficiência.
- Só poderá iniciar a prática o discente com calendário de vacinação em dia, devendo ser mantido uma cópia a disposição do enfermeiro supervisor de estágio.(Hepatite B, Tétano, Triviral)
6.4. A ética profissional deverá estar presente no dia-dia. Estas atitudes o auxiliarão: - Evitar circular sem motivo pelas dependências do setor;
- Não utilizar o telefone do setor para assunto pessoal;
- Respeitar o professor, a equipe de enfermagem e demais integrantes do setor;
- Procurar sempre o professor quando estiver com dúvidas. Não ter receio de perguntar, pois a dúvida faz parte do processo de aprendizagem e indica o interesse em aprender.
6.5. É importante reforçar que, quanto mais participarmos das atividades didático-pedagógico propostas pelo professor, acumular-se-á maior tranqüilidade, segurança, facilidade e conhecimento, para a vida profissional.
7. Da Avaliação:
A avaliação de vivências de enfermagem constitui atividade pedagógica de acompanhamento e julgamento do desempenho dos alunos em relação à aprendizagem nos aspectos cognitivos, psicoafetivo, psicomotor e ético.
7.1 - A avaliação será feita:
Pelo Professor e/ou Enfermeiro Supervisor de Estágio, avaliações e relatório de estágio.
A avaliação será feita, numericamente, em escala de zero (0) a dez (10) e será expressa por meio da média obtida, nos diversos setores de estágio.
Será considerado aprovado o aluno que obedecer os critérios de aprovação por média e freqüência conforme consta no Manual de Informação do Aluno.
São considerados como instrumentos de avaliação: estudo de caso, provas, trabalhos individuais e em grupo, desempenho prático, participação em cursos e congressos, etc
7.2 Serão seguidas as etapas de avaliação:
1ª ETAPA VT – AVALIAÇÃO DE NOTA PARA VT
1. AVALIAÇÃO HOLISTICA GLOBAL
Os discentes serão avaliados dia-a-dia, e serão avaliados as habilidades e competências dos alunos em PONTUALIDADE E ASSIDUIDADE, OBSERVAÇÃO, REGISTRO, INICIATIVA, INTERESSE, ATITUDE, PARTICIPAÇÃO, PRIORIZAR, PLANEJAR, PROVER, SUPERVISÃO, INFORMAÇÃO, SENSO CRÍTICO. (Vide ficha anexa).
Em data estipulada pelo Enfermeiro Supervisor o aluno deverá entregar um relatório das atividades desenvolvidas a cada enfermeiro supervisor de estágio em seu local de estágio. Totalizando três campos, portanto um relatório para cada enfermeiro supervisor. E um relatório Final de Prática ao professor responsável pela disciplina. (Informações de elaboração de relatório, em anexo).
3. ESTUDO DE CASO
O aluno deverá desenvolver um estudo de caso em dupla para ser entregue ao supervisor de acordo com o tema e local do estágio, estes serão selecionados pelo enfermeiro supervisor no local de estágio em que o mesmo realiza as atividades. (Ver arquivo em anexo – MODELO ESTUDO DE CASO).
4. AVALIAÇÃO ORAL
A avaliação oral será realizada por todos os alunos matriculados em Vivências de Enfermagem, submetendo-se os mesmos a uma prova oral, formulada pelo professor e/ ou enfermeiro supervisor de estágio.
No dia da prova oral o aluno será argüido exclusivamente sobre temas emergentes da prática. Portanto, poderá ser arguido também nas áreas de Legislação e Ética, Lei do Exercício Profissional e Prevenção e Controle de Infecção. (A critério do enfermeiro supervisor/professor).
2ª ETAPA PROVAS – AVALIAÇÃO DE PRÁTICA DE ENFERMAGEM (APE)
A nota da Verificação de Aprednizagem é obtida com a realização de duas provas ( V1, V2, 2CH e VS), sendo a 0 a 10,0 pontos.
Os alunos, nos dias das Verificaçoes, não poderão fazer consulta a qualquer material: livros, equipamentos eletrônicos, etc.
O aluno, que, porventura, faltar a qualquer uma das verificações de aprendizado, deverá requerer 2ª chamada, no prazo de 48 horas da realização da mesma, esta constará de questões discursivas. (vide MIA)
RESULTADO FINAL
A nota final dos estagiários será apurada da MÉDIA aritmética das notas V1, VT e V2, sendo considerado na situação acadêmica de APROVADO o aluno que obtiver nota final igual ou superior a 7,0 (sete).
I. RELATÓRIO DE ESTÁGIO
RELATÓRIOS PARCIAIS:CUMPRIU OPLANOESTABELECIDO, SOLICITOUAPARTICIPAÇÃODO ORIENTADORE/OUSUPERVISORNOPLANEJAMENTODASATIVIDADESASEREMDESENVOLVIDAS. , SEGUE ASNORMASDEREFERÊNCIAECITAÇÕESBIBLIOGRÁFICAS. MATERIALENTREGUESEMERROSDE
DIGITAÇÃO, SEMRASURAS. ATENDEÀSREGRASORTOGRÁFICASEGRAMATICAIS. SEGUEOSCRITÉRIOSDE ESTRUTURARECOMENDADOSPELODOCENTE. MATERIALENTREGUENODIACOMBINADO.
1.1. MODELO DO RELATORIO PARCIAL (Anexo II)
- Capa. - Índice.
- Caracterização do local de estágio.
- Análise de problemas identificados na unidade:
• Identificação e descrição de problemas na unidade;
• Identificação das causas que geram os problemas identificados; • Análise das conseqüências do problema para os paciente e para o
grupo de trabalho;
• Identificação e detalhamento em termos operacionais, das propostas de intervenções do aluno diante do problema identificado;
• Resultados esperados.
- Discussão das atividades desenvolvidas. - Considerações finais.
- Referências bibliográficas. - Anexos.
1.2. MODELO DO RELATÓRIO FINAL DO ESTÁGIO
SUPERVISIONADO
O relatório final será a elaboração de uma síntese analítica nos diversos campos, ressaltando-se as suas contribuições para os diversos campos, ressaltando-se as suas contribuições como os benefícios obtidos para a sua formação. Intervenções e resultados obtidos.
RELATÓRIO FINAL DE AVALIAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGIO
I-IDENTIFICAÇÃO
Local de Estágio: _________________________Período de Realização_____________ Supervisor do Estágio:______________________Professor:______________________
_____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ III- DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO
Como percebeu o conhecimento teórico do aluno frente as atividades desenvolvidas _____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ O estágio contribui para uma melhor assimilação dos conhecimentos adquiridos pelos alunos
_____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ O estágio contribui para uma melhor percepção das finalidades dos conteúdos
curriculares.
_____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ O estágio estimula um aprofundamento nos estudos do aluno?
_____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ O estágio proporciona uma boa experiência ética?.
_____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ O estágio contribui para melhorar a atuação em equipe?.
_____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ IV - CAMPO DE ESTÁGIO
O estágio proporciona estudo de casos clínicos?
_____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ Como você considera a sua supervisão no campo de estágio? .
_____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________
II. ESTUDO DE CASO
Estudo de caso clínico que deve incluir: história do paciente, exame físico completo, diagnóstico de enfermagem (NANDA), prescrição de enfermagem: evolução, síntese da patologia e assistência de enfermagem. (VIDE ARQUIVO ANEXADO)
CAPA; SUMÁRIO; CONSIDERAÇÕES INICIAIS; DISCUSSÃO DO CASO:
Histórico; Análise dos dados, diagnóstico de enfermagem e planejamento;
UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA CAMPUS SÃO GONÇALO
CURSO DE ENFERMAGEM
DISCIPLINA: VIVÊNCIAS DE ENFERMAGEM I
FICHA DE ATIVIDADES
ALUNO (A):______________________________________________________________________ MATRICULA:_____________________
LOCAL DE ESTÁGIO: _____________________________________________________________
ENFERMEIRO SUPERVISOR: _______________________________________________________________________________
UNIVERSIDADESALGADODEOLIVEIRA - UNIVERSO
Curso de Graduação em ENFERMAGEM
Coordenação de estágio
FICHA SIMPLIFICADA DE AVALIAÇÃO MENSAL
Nome do aluno:________________________________________________________
Instituição:_____________________ Turma:_____________ Ano: ______________
Professor Supervisor do Estágio: ___________________________________________
Professor: ______________________________________
CONCEITO
I – INSUFICIENTE
R – REGULAR
B - BOM
QUESITOS
CONCEITOConhecimento Teórico
Desenvolvimento na realização das
atividades técnicas
Capacidade de relacionar conceitos
teóricos a execução prática
Relacionamento com o paciente / equipe
Posicionamento ético
Pontualidade / Assiduidade
AVALIAÇÃO FINAL
OBSERVAÇÕES E OCORRÊNCIAS
: (Quanto a Horário, uniforme (acessórios), freqüência, assiduidade, postura, relação com o preceptor, acadêmicos, paciente, instituição)____________________________________________________________
____________________________________________________________
________________________________
PROFESSOR SUPERVISOR
UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA CAMPUS SÃO GONÇALO
CURSO DE ENFERMAGEM
DISCIPLINA: VIVÊNCIAS DE ENFERMAGEM I PROFESSOR: _____________________
Nome do Aluno(a):__________________________________________________
AVALIAÇÃO DE VT
REQUISITOS INTERPRETAÇÃO DO ITEM VALOR 0 -10
ALUNO PROF
PONTUALIDADE E ASSIDUIDADE
Estar presente no início, permanecendo em campo até seu término;
OBSERVAÇÃO Observar as situações e explicá-las com clareza;
REGISTRO Capacidade de registrar com detalhes as atividades realizadas;
INICIATIVA Cumpre as atividades propostas e procura espontaneamente novas situações para desenvolver seus conhecimentos; Demonstra iniciativa diante das emergências,
INTERESSE Demonstra interesse pelos problemas apresentados pelo paciente e procura equacioná-los; Interessa-se pela aprendizagem;
ATITUDE Modo de proceder e agir; Apresentação pessoal (unhas curtas e limpas, barba aparada, cabelos preso qdo comprido, vestuário limpo e adequado, uso do crachá); Estabilidade emocional
PARTICIPAÇÃO Disponibilidade em cooperar nas atividades profissionais;
PRIORIZAR Prioriza as necessidades da clientela interna/ externa;
PLANEJAR Planeja a assistência de enfermagem adequada; noções para planejar os recursos necessários para a assistência de enfermagem ( recursos físicos, materiais e humanos);
PROVER Viabilizar a assistência de enfermagem (recursos físicos, materiais e humanos);
SUPERVISÃO Supervisionar as atividades desenvolvidas pela equipe de enfermagem;
INFORMAÇÃO Conhecer o sistema de informação da unidade;
LEGENDA PARA AVALIAÇÃO:
NOTA
0 – 6.9 – INSATISFATÓRIO – Ações insatisfatórias.
7.0 – 7.9 – SATISFATÓRIO/REGULAR – ações mínimas necessárias aceitáveis. 8.0 – 8.9 – BOM – Qualidades e ações adequadas a sua função.
9.0 – 10 – MUITO BOM – Qualidades e ações foram além das expectativas.
ASSINATURA DO ALUNO: _____________________________________
ASSINATURA DO PROFESSOR: _________________________________
MÉDIA FINAL DO VT: ________________
MÉDIA DO VT PRÁTICA: _______________ MÉDIA DO RELATÓRIO: _______________
MÉDIA DA VERICAÇÃO ORAL-PRÁTICA: ________ MÉDIA DE ESTUDO DE CASO: _________
TEMAS PARA AS PROVAS (V1/V2/2CH/VS e ORAL)
Os temas para as provas presenciais em sala de aula serão todos
os tópicos acompanhados pelos discentes em prática, sendo
adicionado a revisão realizada em sala de aula pelo professor da
turma.
Obs.: Estas provas serão CONFECCIONADAS pelo Professor
que está acompanhando a turma em sala de aula, sendo
orientado pelos enfermeiros supervisores e/ou professores
.
SUGESTÃO PARA LEITURA
1. INFECÇÃO HOSPITALAR Higienização das mãos,
Orientações para controle de MRSA,
Curativos e respectivas técnicas de realização, Classificação,
Orientações para uso de cateteres vasculares,
Orientações para a prevenção de ITU associado ao CVD e respectiva técnica asséptica de inserção.
Bibliografia básica:
ZANON, U. e NEVES, J. Infecções hospitalares: prevenção, diagnóstico e tratamento. Rio de Janeiro: Medsi, 1987.
RJ, Guia Prático de Controle de Infecção Hospitalar, Coordenação Estadual de Controle de Infecção Hospitalar, RJ, 2003.
2. LEGISLAÇÃO E ÉTICA Dolo
Culpa: Negligência, imprudência e imperícia. Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem
Paciente Terminal, Morte e Eutanásia. Suicídio e Homicídio. Segredo natural e Profissional.
Políticas de reprodução Humana. Cremação , necropsia de cadáveres. Transplantes e experimentos científicos.
Bibliografia básica:
COFEN – Código de Ética dos Profissionais de Saúde
FORTES, Paulo Carvalho – Ética e Saúde – São Paulo – EPU - 1998
3. SUS
Do Sistema Único de Saúde
Dos Serviços Privados de Assistência à Saúde Dos Recursos Humanos
Do Financiamento
Participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde
Organização Ambulatorial e Hospitalar, Programação Pactuada e Integrada (PPI), Critérios de Habilitação de Municípios e Estados.
BRASIL, Constituição da República Federativa do Brasil. Cap. Da Saúde/ Sistema Único de Saúde. Lei 8080/90 Lei 8142/90 NOB’s NOAS
4. CUIDADOS FUNDAMENTAIS DE ENFERMAGEM Sinais Vitais
Teorias de Enfermagem
Necessidades humanas básicas.
Procedimentos de enfermagem a clientes hospitalizados: Unidade do cliente, Higiene e conforto (higiene ocular, oral, auricular, do couro cabeludo, do rosto, do corpo e lavagem externa), Oxigenioterapia, Prevenção e tratamento das úlceras de decúbito, Técnica de curativo, Necessidade hídrica e de eliminação, Cateterismo vesical, Necessidades de nutrição oral, enteral e parenteral, Clister, Posições terapêuticas, mobilizações e coleta de material para exames, Diluição e dosagem de medicamentos, Técnica de administração de medicamentos nas diversas áreas e vias, Preparo do corpo pós morte,
Bibliografia básica:
ATKINSON, L. D.; MURRAY, M. E. Fundamentos de enfermagem: introdução ao processo de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1985.
DUGAS, B. W. Prática de Enfermagem. Interamericana, 1974.
5. SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA E SISTEMATIZAÇÃO Exame Físico
Diagnóstico de Enfermagem ( NANDA e CARPENITO) Teorias de Enfermagem
Processo de Enfermagem Terminologia
Bibliografia básica:
ATKINSON, L. D.; MURRAY, M. E. Fundamentos de enfermagem: introdução ao processo de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1985.
YER, Patricia. Processo de enfermagem. São Paulo:. NANDA
6. Sistematização da Assistência de Enfermagem Ementa:
Sistematização da assistência de Enfermagem em sua evolução histórica como fundamento para a prática do Enfermeiro. Visa a análise das etapas da Sistematização da Assistência de Enfermagem com ênfase no Diagnóstico de Enfermagem. Principais Teorias de Enfermagem.
Bibliografia Básica
BENET, S.A. – Manual de diagnóstico de Enfermagem: uma abordagem baseada nas necessidades humanas básicas. Florianópolis, Bernuncia Editora, 2001.
CIANDIARULLO, T.I. – Instrumentos básicos para o cuidar. São Paulo; Atheneu, 1996.
POTTER, P.A.; Perry A. G. Fundamentos de enfermagem: conceitos processos e prática, 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999 2v.
Bibliografia Complementar
DANIEL, F.L. – A enfermagem planejada. São Paulo: EPU-EDUSP, 1981. HORTA, W.A. Processo de enfermagem. São Paulo: EPU-EDUSP, 1979.
7. SAÚDE COLETIVA
Modelos de Atenção a Saúde: Unicausal, Multicausal, Níveis de Prevenção LEAVEL & CLARCK, Sanitarista e demais modelos.
SUS: Princípios, diretrizes, etc
Constituição Federal 1988, Leis Orgânicas da Saúde (8080/1990 e 8142/1990), Normas Operacionais Básicas e Normas Operacionais da Assistência a Saúde.
Bibliografia Básica:
MENDES, E. V. Uma agenda para a saúde. São Paulo: Hucitec, 1999. ROQUAYROL, M.Z. Epidemiologia e saúde. São Paulo, 1986.