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diagrams can only be used by instructors if the 3rd Edition has been adopted for his/her course. Permission is given to individuals who have
purchased a copy of the third edition with CD-ROM
Electronic Materials and
Devices to use these slides in seminar, symposium and conference presentations provided that the book title, author and © McGraw-Hill are displayed under each diagram.
Silicon is the most important semiconductor in today’s electronics
|SOURCE: Courtesy of IBM
200 mm and 300 mm Si wafers.
|SOURCE: Courtesy of MEMC, Electronic Materials, Inc.
GaAs ingots and wafers.
GaAs is used in high speed electronic devices, and optoelectronics.
|SOURCE: Courtesy of Sumitomo Electric Industries, Ltd.
Fig 5.1
(a) A simplified two-dimensional illustration of a Si atom with four hybrid orbitals ψhyb. Each orbital has one electron.
(b) A simplified two-dimensional view of a region of the Si crystal showing covalent bonds.
(c) The energy band diagram at absolute zero of temperature.
Fig 5.2
A two-dimensional pictorial view of the Si crystal showing covalent bonds as two lines where each line is a valence electron.
Fig 5.3
(a) A photon with an energy greater than Eg can excite an electron from the VB to the CB.
(b) When a photon breaks a Si-Si bond, a free electron and a hole in the Si-Si bond is created.
Fig 5.4
Thermal vibrations of atoms can break bonds and thereby create electron-hole pairs.
Fig 5.5
A pictorial illustration of a hole in the valence band wandering around the crystal due to the tunneling of electrons from neighboring bonds.
Electron and Hole Drift Velocities
v
de= drift velocity of the electrons, µ
e= electron drift mobility, E
x= applied electric field, v
dh= drift velocity of the holes, µ
h= hole drift mobility
v de = µ e E x and v dh = µ h E x
Conductivity of a Semiconductor
σ = conductivity, e = electronic charge, n = electron concentration in the CB, µ
e= electron drift mobility, p = hole concentration in the VB, µ
h= hole drift mobility
σ = en µ e + ep µ h
Mass Action Law
−
=
= kT
N E N
n
np i 2 c v exp g
The np product is a constant, n
i2, that depends on the material properties N
c, N
v, E
g, and the temperature. If somehow n is increased (e.g. by doping), p must decrease to keep np constant.
Mass action law applies in thermal equilibrium
and
in the dark (no illumination)
ni = intrinsic concentration
Fig 5.8
Energy band diagrams for (a) Intrinsic,
(b) n-type, and
(d) p-type semiconductors.
In all cases, np = ni2
Fig 5.9
Arsenic-doped Si crystal.
The four valence electrons of As allow it to bond just like Si, but the fifth electron is left orbiting the As site. The energy required to release the free fifth electron into the CB is very small.
Fig 5.10
Energy band diagram for an n-type Si doped with 1 ppm As. There are donor energy levels just below Ec around As+ sites.
n-Type Conductivity
σ = electrical conductivity e = electronic charge
N
d= donor atom concentration in the crystal
µ
e= electron drift mobility, n
i= intrinsic concentration, µ
h= hole drift mobility
e d
h d
i e
d eN
N e n
eN µ µ µ
σ ≈
+
=
2
Fig 5.11
Boron-doped Si crystal.
B has only three valence electrons. When it substitutes for a Si atom, one of its bonds has an electron missing and therefore a hole, as shown in (a). The hole orbits around the B- site by the tunneling of electrons from neighboring bonds, as shown in (b). Eventually, thermally vibrating Si atoms provide enough energy to free the hole from the B- site into the VB, as shown.
Fig 5.12
Energy band diagram for a p-type Si doped with 1 ppm B.
There are acceptor energy levels Ea just above Ev around B- sites. These acceptor levels accept electrons from the VB and therefore create holes in the VB.
Fig 5.14
(a) Below Ts, the electron concentration is controlled by the ionization of the donors.
(b) Between Ts and Ti, the electron concentration is equal to the concentration of donors since They would all have ionized.
(c) At high temperatures, thermally generated electrons from the VB exceed the number of Electrons from ionized donors and the semiconductor behaves as if intrinsic.
Fig 5.15
The temperature dependence of the electron concentration in an n-type semiconductor.
Fig 5.16
The temperature dependence of the intrinsic concentration
Fig 5.17
Scattering of electrons by an ionized impurity.
Fig 5.19
The variation of the drift mobility with dopant concentration in Si for electrons and holes at 300 K.
Fig 5.20
Schematic illustration of the temperature dependence of electrical conductivity for a doped (n-type) semiconductor.
ENGA47 Tecnologia dos Materiais…
Aplicações de Semicondutores
Junção PN – Diodo
Transistor Bipolar – PNP e NPN
V. F. Rodríguez-Esquerre
1
Junção PN
Um díodo rectificador é constituído por uma junção PN de material
semicondutor (silício ou germânio) e por dois terminais, o Ânodo (A) e o Cátodo (K).
Símbolo:
Junção PN
http://www.allaboutcircuits.com/vol_3/chpt_2/6.html
Junção PN
Junção PN
A junção de um material semicondutor do tipo P (com excesso de lacunas) com um material semicondutor do tipo N (com excesso de electrões livres) origina uma junção PN. Na zona da junção, os electrões livres do
origina uma junção PN. Na zona da junção, os electrões livres do semicondutor N recombinam‐se com as lacunas do semicondutor P
formando uma zona sem portadores de carga eléctrica que se designa por zona neutra ou zona de deplecção.p ç
Zona neutra ou zona de
Electrões livres Lacunas
deplecção
Junção PN
Principio de funcionamento p
Quando polarizado directamente um díodo rectificador conduz porque na junção PN a zona neutra ou zona de deplecção (zona sem portadores de carga eléctrica) estreita a resistência eléctrica diminui e a corrente eléctrica carga eléctrica) estreita a resistência eléctrica diminui e a corrente eléctrica passa.
Lacunas
Electrões livres Lacunas
Electrões livres
ZZona neutra ou zona de
deplecção estreita
Junção PN
Principio de funcionamento
Quando polarizado inversamente um díodo rectificador não conduz porque
j ã PN t d d l ã ( t d d
p
na junção PN a zona neutra ou zona de deplecção (zona sem portadores de carga eléctrica) alarga a resistência eléctrica aumenta significativamente e a corrente eléctrica não passa.
Electrões livres Lacunas
Zona neutra ou zona de deplecção alarga
Junção PN
Principio de funcionamento p
Junção PN
Queda de tensão interna
Quando o díodo está polarizado directamente a corrente eléctrica ao passar pela zona neutra ou zona de deplecção que apresenta uma certa resistência, origina uma queda de tensão (U=RxI).
Nos díodos de silícioessa queda de tensão interna pode variar entre 0,6Volt e 1Volt.
Nos díodos de germânio essa queda de tensão interna pode variar entre 0,2Volt e 0,4Volt.
Junção PN
Junção PN
Curva Característica
IF Tensão
directa
U
FCorrente
I
Corrente
directa
I
FTensão
U
UR UFTensão
inversa
U
RCorrente
i
I
RF
inversa R
IR
Junção PN
Curva Característica
Pode‐se observar na curva
característica do 1º quadrante(díodo
l i d di t t ) à did
polarizado directamente) que à medida que se aumenta a tensão directa (UF) a corrente directa (IF) também aumenta.
N d 3º d t (dí d
Na curva do 3º quadrante (díodo polarizado inversamente) podemos observar que para uma dada faixa da tensão inversa (U( RR) a corrente inversa ) (IR) é desprezível (corrente de fuga). A tensão inversa não pode atingir a tensão de ruptura pois isso acarreta
dí d d i
que o díodo passe a conduzir em sentido contrário (rompeu a junção PN).
Junção PN
Reta de carga g
Consideremos o circuito:
+ VF _ IF
VCC
+ +
RC
‐VCC + VF + RC.IF = 0 VF + RC.IF = VCC
_ _
E t ã l i V I
Encontramos uma equação que relaciona VF e IF:
VCC = VF + RC.IF
Esta equação permite determinar os dois pontos da reta de carga que Esta equação permite determinar os dois pontos da reta de carga, que sobreposta à curva característica do díodo, determinará o ponto de funcionamento (Q) do díodo.
Junção PN
Reta de carga
Este é um método gráfico que permite que encontremos o ponto de funcionamento do díodo É de notar que a recta de carga depende do circuito (V e R ) em que o do díodo. É de notar que a recta de carga depende do circuito (VCCe RC) em que o díodo está inserido, enquanto que a curva característica é fornecida pelo fabricante.
VCC = VF + RC.IF
Tensão de corte IF=0 ⇒VCC=VF
Corrente de saturação
Corrente de saturação VF=0 ⇒IF=VCC/ RC
Exemplo da determinação do ponto de funcionamento (Q) de um díodo
Este é um método gráfico que permite que encontremos o ponto de funcionamento
d dí d É d d d d d ( )
do díodo. É de notar que a recta de carga depende do circuito (VCCe RC) em que o díodo está inserido, enquanto que a curva característica é fornecida pelo fabricante.
IF
VCC = VF + RC.IF
Tensão de corte
VCC=3V RC=750Ω
IF=0 ⇒VCC=VF ⇒VF=3 V Corrente de saturação
A VF=0 ⇒IF=VCC/ RC ⇒IF=3 / 750
IF= 4 mA
P di õ d i i (V 3V l
5 mA
Para as condições do circuito (VCC=3Volt e RC=750Ω) e a curva característica representada, a corrente directa no díodo será de IFQ≈2,5mA e a tensão directa será de VFQ=1,1V.
1 2 3 4 2,5 Q
FQ ,
1 2 3
1,1
Transistor Bipolar (BJT)
O termo Transístorresulta da aglutinação dos termos ingleses TRANsfer + reSISTOR (resistência de transferência).
O termo bipolar refere‐se ao facto dos portadores electrões e lacunas participarem no processo do fluxo de corrente.
Transistor Bipolar (BJT)
Um transístor bipolar (com polaridade NPN ou PNP) é constituído por duas junções PN (junção base emissor e junção base colector) de material semicondutor (silício ou
(junção base‐emissor e junção base‐colector) de material semicondutor (silício ou germânio) e por três terminais designados por Emissor (E), Base (B) e Colector (C).
Altamente Menos
Altamente
Camada Menos
d d
Camada
dopado dopado que o
Emissor e mais dopado que a Base
Altamente dopado Camada
mais fina e menos dopada
dopado que o Emissor e mais dopado que a Base mais fina
e menos dopada
N – Material semicondutor com excesso de electrões livres P – Material semicondutor com excesso de lacunas
Transistor Bipolar (BJT)
Junção PN base ‐ emissor
Junção PN base ‐ emissor
Junção PN base ‐ colector
Junção PN base ‐ colector
Transistor Bipolar (BJT)
Para o transístor bipolar poder ser utilizado com interruptor, como amplificador ou como oscilador tem que estar devidamente polarizado através de uma fonte DC.
Para o transístor estar correctamente polarizado a junção PN base – emissor deve ser polarizada directamente e a junção base – colector deve ser polarizada inversamente.
R áti
Regra prática:
O Emissoré polarizado com a mesma polaridade que o semicondutor que o constitui.
A Baseé polarizada com a mesma polaridade que o semicondutor que a constitui.
OC l t é l i d l id d t á i à d i d t tit i
Emissor Base Colector Emissor Base Colector O Colector é polarizado com polaridade contrária à do semicondutor que o constitui.
Emissor Base Colector Emissor Base Colector
P N P N P N
+ - - - + +
Transistor Bipolar (BJT)
Emissor Base Colector Emissor Base Colector
P N P N P N
+ - - - + +
Transistor Bipolar (BJT)
Transistor Bipolar (BJT)
Transistor Bipolar (BJT)
Transistor Bipolar (BJT)
Transistor Bipolar (BJT)
N material
N material P material
Transistor Bipolar (BJT)
Realizar a polarização de forma Similar aos slides anteriores Similar aos slides anteriores.