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Revolução Industrial

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Academic year: 2022

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Revolução Industrial

A Revolução (evolução) Industrial

representou o uso da maquinofatura e a maturidade capitalista, graças à

abundância de capitais acumulados e

também de mão de obra.

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Fases tecnológicas da Revolução Industrial

Primeira (1760-1850): carvão, ferro, tecidos e vapor. Transição da oficina para a fábrica e da empresa individual para a companhia por ações.

Segunda (1850-1950): aço, eletricidade, petróleo e expansão. Aparição das

grandes firmas e monopólios.

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Modos de Produção

Produção artesanal - o produtor (artesão) exercia pleno controle sobre as diversas fases do processo produtivo, não havendo divisão do trabalho entre várias pessoas.

Produção manufatureira - as oficinas ainda não possuíam máquinas, mas dispunham de grande

número de operários, equipados com ferramentas, que trabalhavam sob a coordenação de um gerente de

produção. Introdução da divisão do trabalho produtivo.

Produção mecanizada - a maquinofatura, isto é, à

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Pioneirismo Inglês

Acúmulo de capitais - zona de livre comércio e créditos financeiros;

Controle capitalista do campo -

racionalização dos métodos agrícolas;

Crescimento populacional;

Posição geográfica;

Jazidas de carvão.

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Técnicas que marcaram o início da Revolução Industrial

1735 - Produção do ferro com carvão-coque, por Darby.

1767 – Criação da máquina de fiar por James Hargreaves.

1769 - Desenvolvimento da máquina a vapor , por James Watt.

1779 – Máquina de fiar, a vapor, por Samuel Crompton.

1785 - Desenvolvimento do tear mecânico (hidráulico), por Richard Arkwright.

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Consequências da Revolução Industrial

Capitalismo industrial - principal modo de produção europeu

Empresários x proletariado;

Exploração do trabalhador;

Divisão do trabalho e alienação;

Produção em série e padronização dos gostos;

Desenvolvimento dos transportes e das comunicações;

Urbanização;

Livre-comércio;

Liberalismo: François Quesnay e Adam Smith.

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Capitalismo

Sistema econômico, político e social

Karl Marx (1818-1883): pagamento de salário ao trabalhador;

Max Weber (1864-1920): economia baseada no mercado;

Capitalismo comercial – industrial – financeiro;

Ferrovias (investimento privado) – Leão britânico;

França: investimentos em infraestrutura e artigos de luxo;

Alemanha: Unificação (1871). Zollverein (Prússia).

Mercado consumidor. Mão de obra abundante. Trabalho livre. Investimentos públicos. Ferrovias.

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O trabalho na Inglaterra

Crise de produção: Produtos inadequados a outros países e às Colônias, inclusive ao Brasil;

Operários / Desemprego / Mecanização da agricultura;

Cercamentos;

Fábricas;

Ludistas (quebradores de máquinas);

Cartistas (direitos políticos);

Socialismo científico (Marx e Engels – Manifesto do Partido Comunista);

Anarquismo;

Associação Internacional dos Trabalhadores (Londres-1864).

Comuna de Paris (1871);

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Pensamento social-cristão

Pensadores cristãos, como Robert Lamennais, Adolph Wagner, J. D. Maurice e outros, procuraram lançar apelos às classes dominantes para que fossem aliviados os sofrimentos das classes trabalhadoras. O objetivo era promover uma

reforma na sociedade, conciliando os interesses dos capitalistas industriais com certos padrões mínimos de dignidade humana exigidos pela classe operária.

Rerum Novarum

Em 1891, o papa Leão XIII promulgou a encíclica

Rerum Novarum, em que expunha as bases da doutrina social católica.

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Referências

COTRIM, G.. História Global – Brasil e Geral. São Paulo: Saraiva, 2007.

FIGUEIRA, G. D.. História. São Paulo: Ática, 2005. (Série: Novo Ensino Médio).

MOTA, M. B. e BRAICK, P. R.. História das Cavernas ao Terceiro Milênio. São Paulo: Moderna, 2000.

MORAES, J. V.. Caminhos das Civilizações. São Paulo: Atual, 1955.

CAMPOS F. e MIRANDA, R. G.. Oficina de História: História Integrada. São Paulo: Moderna, 2001.

BURNS, Edward McNall. História da Civilização Ocidental – O drama da raça humana. 27. ed. Rio de Janeiro: Globo, 1986. V.

I e II.

VAINFAS, Ronaldo et al. HISTÓRIA:das sociedades sem Estado às monarquias absolutistas. São Paulo: Saraiva, 2010. V. 1 e 2.

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