Teste de hipóteses
Tiago M. Magalhães
XLVII Programa de Verão - IME-USP
São Paulo, 23 de janeiro de 2018
Roteiro
1 Teste de hipóteses
2 Valor-p
3 Principais teste de hipóteses
4 Teste de hipóteses para tabelas de contingência
Roteiro
1 Teste de hipóteses
2 Valor-p
3 Principais teste de hipóteses
4 Teste de hipóteses para tabelas de contingência
Teste de hipóteses
Hipótese estatística
É uma suposição que se faz quanto ao parâmetro da distribuição ou quanto a natureza da população (testes não-paramétricos).
Teste de hipóteses
Hipótese estatística
É uma suposição que se faz quanto ao parâmetro da distribuição ou quanto a natureza da população (testes não-paramétricos).
Teste de hipóteses
Hipótese estatística
É uma suposição que se faz quanto ao parâmetro da distribuição ou quanto a natureza da população (testes não-paramétricos).
Teste de hipóteses
Tipos de hipóteses
H0: hipótese de nulidade H1: hipótese alternativa
Teste de hipóteses
É uma regra de decisão que consiste em aceitar ou rejeitarH0, baseado nos dados amostrais.
Teste de hipóteses
Tipos de hipóteses
H0 : hipótese de nulidade H1 : hipótese alternativa
Teste de hipóteses
É uma regra de decisão que consiste em aceitar ou rejeitarH0, baseado nos dados amostrais.
Teste de hipóteses
Tipos de hipóteses
H0 : hipótese de nulidade H1 : hipótese alternativa Teste de hipóteses
É uma regra de decisão que consiste em aceitar ou rejeitarH0, baseado nos dados amostrais.
Teste de hipóteses
Tipos de hipóteses
H0 : hipótese de nulidade H1 : hipótese alternativa
Teste de hipóteses
É uma regra de decisão que consiste em aceitar ou rejeitarH0, baseado nos dados amostrais.
Teste de hipóteses
Tipos de hipóteses
H0 : hipótese de nulidade H1 : hipótese alternativa
Teste de hipóteses
É uma regra de decisão que consiste em aceitar ou rejeitarH0, baseado nos dados amostrais.
Teste de hipóteses
Tipos de erro
Erro do tipo I (α). Probabilidade de rejeitarmos H0 quando H0 é verdadeira.
Erro do tipo II (β). Probabilidade de aceitarmosH0 quandoH0é falsa.
Teste de hipóteses
Tipos de erro
Erro do tipo I (α).
Probabilidade de rejeitarmos H0 quando H0 é verdadeira.
Erro do tipo II (β). Probabilidade de aceitarmosH0 quandoH0é falsa.
Teste de hipóteses
Tipos de erro
Erro do tipo I (α). Probabilidade de rejeitarmos H0 quando H0 é verdadeira.
Erro do tipo II (β). Probabilidade de aceitarmosH0 quandoH0é falsa.
Teste de hipóteses
Tipos de erro
Erro do tipo I (α). Probabilidade de rejeitarmos H0 quando H0 é verdadeira.
Erro do tipo II (β).
Probabilidade de aceitarmosH0 quandoH0é falsa.
Teste de hipóteses
Tipos de erro
Erro do tipo I (α). Probabilidade de rejeitarmos H0 quando H0 é verdadeira.
Erro do tipo II (β). Probabilidade de aceitarmosH0 quandoH0é falsa.
Teste de hipóteses
Tipos de erro
Erro do tipo I (α). Probabilidade de rejeitarmos H0 quando H0 é verdadeira.
Erro do tipo II (β). Probabilidade de aceitarmosH0 quandoH0é falsa.
Teste de hipóteses
Decisão
RejeitarH0 AceitarH0 H0 verdade Erro do tipo I Decisão correta H0 falsa Decisão correta Erro do tipo II
Teste de hipóteses
Decisão
RejeitarH0 AceitarH0 H0 verdade Erro do tipo I Decisão correta H0 falsa Decisão correta Erro do tipo II
Teste de hipóteses
Procedimento para a realização de um teste de hipóteses
1 Enunciar as hipótesesH0 e H1.
2 Fixar o nível de significância, α, e identificar a distribuição associada ao teste (normal, t, F, χ2).
3 Determinar as regiões de aceitação e rejeição de H0, baseados na hi- pótese alternativa e no nível de significância.
4 Calcular a estatística do teste
Z = σ/X¯−µ√n;t= S/X−µ¯√n;F = SSmax22 min
.
5 Conclusão: consiste em aceitar ou rejeitarH0, baseados em (3) e (4).
Teste de hipóteses
Procedimento para a realização de um teste de hipóteses
1 Enunciar as hipótesesH0 eH1.
2 Fixar o nível de significância, α, e identificar a distribuição associada ao teste (normal, t, F, χ2).
3 Determinar as regiões de aceitação e rejeição de H0, baseados na hi- pótese alternativa e no nível de significância.
4 Calcular a estatística do teste
Z = σ/X¯−µ√n;t= S/X−µ¯√n;F = SSmax22 min
.
5 Conclusão: consiste em aceitar ou rejeitarH0, baseados em (3) e (4).
Teste de hipóteses
Procedimento para a realização de um teste de hipóteses
1 Enunciar as hipótesesH0 eH1.
2 Fixar o nível de significância, α, e identificar a distribuição associada ao teste (normal, t, F, χ2).
3 Determinar as regiões de aceitação e rejeição de H0, baseados na hi- pótese alternativa e no nível de significância.
4 Calcular a estatística do teste
Z = σ/X¯−µ√n;t= S/X−µ¯√n;F = SSmax22 min
.
5 Conclusão: consiste em aceitar ou rejeitarH0, baseados em (3) e (4).
Teste de hipóteses
Procedimento para a realização de um teste de hipóteses
1 Enunciar as hipótesesH0 eH1.
2 Fixar o nível de significância, α, e identificar a distribuição associada ao teste (normal, t, F, χ2).
3 Determinar as regiões de aceitação e rejeição de H0, baseados na hi- pótese alternativa e no nível de significância.
4 Calcular a estatística do teste
Z = σ/X¯−µ√n;t= S/X−µ¯√n;F = SSmax22 min
.
5 Conclusão: consiste em aceitar ou rejeitarH0, baseados em (3) e (4).
Teste de hipóteses
Procedimento para a realização de um teste de hipóteses
1 Enunciar as hipótesesH0 eH1.
2 Fixar o nível de significância, α, e identificar a distribuição associada ao teste (normal, t, F, χ2).
3 Determinar as regiões de aceitação e rejeição de H0, baseados na hi- pótese alternativa e no nível de significância.
4 Calcular a estatística do teste
Z = σ/X¯−µ√n;t= S/X−µ¯√n;F = SSmax22 min
.
5 Conclusão: consiste em aceitar ou rejeitarH0, baseados em (3) e (4).
Teste de hipóteses
Procedimento para a realização de um teste de hipóteses
1 Enunciar as hipótesesH0 eH1.
2 Fixar o nível de significância, α, e identificar a distribuição associada ao teste (normal, t, F, χ2).
3 Determinar as regiões de aceitação e rejeição de H0, baseados na hi- pótese alternativa e no nível de significância.
4 Calcular a estatística do teste
Z = σ/X¯−µ√n;t= S/X−µ¯√n;F = SSmax22 min
.
5 Conclusão: consiste em aceitar ou rejeitarH0, baseados em (3) e (4).
Teste de hipóteses
Procedimento para a realização de um teste de hipóteses
1 Enunciar as hipótesesH0 eH1.
2 Fixar o nível de significância, α, e identificar a distribuição associada ao teste (normal, t, F, χ2).
3 Determinar as regiões de aceitação e rejeição de H0, baseados na hi- pótese alternativa e no nível de significância.
4 Calcular a estatística do teste
Z = σ/X¯−µ√n;t= S/X−µ¯√n;F = SSmax22 min
.
5 Conclusão: consiste em aceitar ou rejeitarH0, baseados em (3) e (4).
Roteiro
1 Teste de hipóteses
2 Valor-p
3 Principais teste de hipóteses
4 Teste de hipóteses para tabelas de contingência
Valor-p
Definição
O valor-p (ou nível descritivo) é a probabilidade de se obter uma estatística de teste igual ou mais extrema que aquela observada em uma amostra, sob a hipótese nula.
Valor-p
Definição
O valor-p (ou nível descritivo) é a probabilidade de se obter uma estatística de teste igual ou mais extrema que aquela observada em uma amostra, sob a hipótese nula.
Valor-p
Definição
O valor-p (ou nível descritivo) é a probabilidade de se obter uma estatística de teste igual ou mais extrema que aquela observada em uma amostra, sob a hipótese nula.
Valor-p
SejaS uma estatística do teste qualquer es o valor obtido com a amostra, o valor-p é calculado da seguinte forma:
P(S ≥s|H0) para testes unilaterais à direita. P(S ≤s|H0) para testes unilaterais à esquerda.
2×min{P(S ≤s|H0), P(S ≥s|H0)} para testes bilaterais.
Valor-p
SejaS uma estatística do teste qualquer es o valor obtido com a amostra, o valor-p é calculado da seguinte forma:
P(S ≥s|H0) para testes unilaterais à direita.
P(S ≤s|H0) para testes unilaterais à esquerda.
2×min{P(S ≤s|H0), P(S ≥s|H0)} para testes bilaterais.
Valor-p
SejaS uma estatística do teste qualquer es o valor obtido com a amostra, o valor-p é calculado da seguinte forma:
P(S ≥s|H0) para testes unilaterais à direita.
P(S ≤s|H0) para testes unilaterais à esquerda.
2×min{P(S ≤s|H0), P(S ≥s|H0)} para testes bilaterais.
Valor-p
SejaS uma estatística do teste qualquer es o valor obtido com a amostra, o valor-p é calculado da seguinte forma:
P(S ≥s|H0) para testes unilaterais à direita.
P(S ≤s|H0) para testes unilaterais à esquerda.
2×min{P(S ≤s|H0), P(S ≥s|H0)} para testes bilaterais.
Valor-p
SejaS uma estatística do teste qualquer es o valor obtido com a amostra, o valor-p é calculado da seguinte forma:
P(S ≥s|H0) para testes unilaterais à direita.
P(S ≤s|H0) para testes unilaterais à esquerda.
2×min{P(S ≤s|H0), P(S ≥s|H0)} para testes bilaterais.
Valor-p
Interpretação
Um valor-p pequeno significa que a probabilidade de obter um valor da estatística de teste como o observado é muito improvável, levando assim à rejeição da hipótese nula.
Valor-p
Interpretação
Um valor-p pequeno significa que a probabilidade de obter um valor da estatística de teste como o observado é muito improvável, levando assim à rejeição da hipótese nula.
Valor-p
Interpretação
Um valor-p pequeno significa que a probabilidade de obter um valor da estatística de teste como o observado é muito improvável, levando assim à rejeição da hipótese nula.
Roteiro
1 Teste de hipóteses
2 Valor-p
3 Principais teste de hipóteses
4 Teste de hipóteses para tabelas de contingência
Teste de hipóteses para média µ
1o caso.
A variância populacional é conhecida.
1
H0: µ=µ0
(a)H1: µ6=µ0 (bilateral)
(b) H1: µ > µ0 (unilateral à direita) (c)H1: µ < µ0 (unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada normal padrão.
Teste de hipóteses para média µ
1o caso. A variância populacional é conhecida.
1
H0: µ=µ0
(a)H1: µ6=µ0 (bilateral)
(b) H1: µ > µ0 (unilateral à direita) (c)H1: µ < µ0 (unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada normal padrão.
Teste de hipóteses para média µ
1o caso. A variância populacional é conhecida.
1
H0: µ=µ0
(a)H1: µ6=µ0 (bilateral)
(b) H1: µ > µ0 (unilateral à direita) (c) H1: µ < µ0 (unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada normal padrão.
Teste de hipóteses para média µ
1o caso. A variância populacional é conhecida.
1
H0: µ=µ0
(a)H1: µ6=µ0 (bilateral)
(b) H1: µ > µ0 (unilateral à direita) (c) H1: µ < µ0 (unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada normal padrão.
Teste de hipóteses para média µ
1o caso. A variância populacional é conhecida.
1
H0: µ=µ0
(a)H1: µ6=µ0 (bilateral)
(b) H1: µ > µ0 (unilateral à direita) (c) H1: µ < µ0 (unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada normal padrão.
Figura 1: Região crítica paraH1 (a), bilateral
Figura 2: Região crítica paraH1(b), unilateral à direita
Figura 3: Região crítica paraH1(c), unilateral à esquerda
Teste de hipóteses para média µ
4. Calcular a estatística do teste:
Zc = X¯ −µ0 σ/√
n . 5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremos H0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para média µ
4. Calcular a estatística do teste:
Zc = X¯ −µ0 σ/√
n . 5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremos H0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para média µ
4. Calcular a estatística do teste:
Zc = X¯ −µ0 σ/√
n .
5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremos H0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para média µ
4. Calcular a estatística do teste:
Zc = X¯ −µ0 σ/√
n . 5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremos H0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para média µ
4. Calcular a estatística do teste:
Zc = X¯ −µ0 σ/√
n . 5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2.
(b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2. (c) aceitaremos H0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para média µ
4. Calcular a estatística do teste:
Zc = X¯ −µ0 σ/√
n . 5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para média µ
4. Calcular a estatística do teste:
Zc = X¯ −µ0 σ/√
n . 5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para média µ
4. Calcular a estatística do teste:
Zc = X¯ −µ0 σ/√
n . 5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremos H0 se−Zα/2<Zc.
Exercício
Os indivíduos de um país apresentam altura média de 170cm e desvio padrão de 5cm, com a altura seguindo uma distribuição normal.
Uma amostra de 40 indivíduos apresentou média 167cm. Podemos afirmar ao nível de 5% que essa amostra é formada por indivíduos desse país?
Exercício
Os indivíduos de um país apresentam altura média de 170cm e desvio padrão de 5cm, com a altura seguindo uma distribuição normal. Uma amostra de 40 indivíduos apresentou média 167cm.
Podemos afirmar ao nível de 5% que essa amostra é formada por indivíduos desse país?
Exercício
Os indivíduos de um país apresentam altura média de 170cm e desvio padrão de 5cm, com a altura seguindo uma distribuição normal. Uma amostra de 40 indivíduos apresentou média 167cm. Podemos afirmar ao nível de 5%
que essa amostra é formada por indivíduos desse país?
Exercício
Os indivíduos de um país apresentam altura média de 170cm e desvio padrão de 5cm, com a altura seguindo uma distribuição normal. Uma amostra de 40 indivíduos apresentou média 167cm. Podemos afirmar ao nível de 5%
que essa amostra é formada por indivíduos desse país?
Teste de hipóteses para média µ
2o caso.
A variância populacional é desconhecida e n ≤30. Neste caso, a estatística do teste é dada por:
tc= X¯ −µ0 S/√
n .
A distribuição associada é a t-Student comn−1 graus de liberdade. Dessa forma, a região crítica para este teste é baseada na distribuição t.
Teste de hipóteses para média µ
2o caso. A variância populacional é desconhecida e n ≤30. Neste caso, a estatística do teste é dada por:
tc= X¯ −µ0 S/√
n .
A distribuição associada é a t-Student comn−1 graus de liberdade. Dessa forma, a região crítica para este teste é baseada na distribuição t.
Teste de hipóteses para média µ
2o caso. A variância populacional é desconhecida e n ≤30. Neste caso, a estatística do teste é dada por:
tc= X¯ −µ0 S/√
n .
A distribuição associada é a t-Student comn−1 graus de liberdade.
Dessa forma, a região crítica para este teste é baseada na distribuição t.
Teste de hipóteses para média µ
2o caso. A variância populacional é desconhecida e n ≤30. Neste caso, a estatística do teste é dada por:
tc= X¯ −µ0 S/√
n .
A distribuição associada é a t-Student comn−1 graus de liberdade. Dessa forma, a região crítica para este teste é baseada na distribuição t.
Teste de hipóteses para média µ
2o caso. A variância populacional é desconhecida e n ≤30. Neste caso, a estatística do teste é dada por:
tc= X¯ −µ0 S/√
n .
A distribuição associada é a t-Student comn−1 graus de liberdade. Dessa forma, a região crítica para este teste é baseada na distribuição t.
Teste de hipóteses para a proporção
1
H0: p =p0
(a)H1: p 6=p0 (bilateral)
(b) H1: p >p0 (unilateral à direita) (c)H1: p <p0 (unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada normal padrão.
3 Região crítica: as mesmas apresentadas nas Figuras 1 a 3.
Teste de hipóteses para a proporção
1
H0: p =p0
(a)H1: p 6=p0 (bilateral)
(b) H1: p >p0 (unilateral à direita) (c)H1: p <p0 (unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada normal padrão.
3 Região crítica: as mesmas apresentadas nas Figuras 1 a 3.
Teste de hipóteses para a proporção
1
H0: p =p0
(a)H1: p 6=p0 (bilateral)
(b) H1: p >p0 (unilateral à direita) (c)H1: p <p0 (unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada normal padrão.
3 Região crítica: as mesmas apresentadas nas Figuras 1 a 3.
Teste de hipóteses para a proporção
1
H0: p =p0
(a)H1: p 6=p0 (bilateral)
(b) H1: p >p0 (unilateral à direita) (c)H1: p <p0 (unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada normal padrão.
3 Região crítica: as mesmas apresentadas nas Figuras 1 a 3.
Teste de hipóteses para a proporção
4. Calcular a estatística do teste:
Zc = f −p0
qp0(1−p0) n
.
5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremos H0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para a proporção
4. Calcular a estatística do teste:
Zc = f −p0
qp0(1−p0) n
.
5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremos H0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para a proporção
4. Calcular a estatística do teste:
Zc = f −p0
qp0(1−p0) n
.
5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremos H0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para a proporção
4. Calcular a estatística do teste:
Zc = f −p0
qp0(1−p0) n
.
5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2.
(b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2. (c) aceitaremos H0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para a proporção
4. Calcular a estatística do teste:
Zc = f −p0
qp0(1−p0) n
.
5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para a proporção
4. Calcular a estatística do teste:
Zc = f −p0
qp0(1−p0) n
.
5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para a proporção
4. Calcular a estatística do teste:
Zc = f −p0
qp0(1−p0) n
.
5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremos H0 se−Zα/2<Zc.
Exercício
Um fabricante de droga medicinal afirma que ela é eficaz em pelo menos 90% do casos de alergia.
Em uma amostra de 200 pacientes, a droga curou 150 pessoas. A um nível de significância de 1%, a afirmação do fabricante é legítima?
Exercício
Um fabricante de droga medicinal afirma que ela é eficaz em pelo menos 90% do casos de alergia. Em uma amostra de 200 pacientes, a droga curou 150 pessoas.
A um nível de significância de 1%, a afirmação do fabricante é legítima?
Exercício
Um fabricante de droga medicinal afirma que ela é eficaz em pelo menos 90% do casos de alergia. Em uma amostra de 200 pacientes, a droga curou 150 pessoas. A um nível de significância de 1%, a afirmação do fabricante é legítima?
Exercício
Um fabricante de droga medicinal afirma que ela é eficaz em pelo menos 90% do casos de alergia. Em uma amostra de 200 pacientes, a droga curou 150 pessoas. A um nível de significância de 1%, a afirmação do fabricante é legítima?
Teste de hipóteses para a diferença entre as médias
1o caso.
As variâncias populacionais são conhecidas.
1
H0 : µ1−µ2 =δ
(a)H1 : µ1−µ2 6=δ (bilateral)
(b)H1 : µ1−µ2 > δ (unilateral à direita) (c)H1 : µ1−µ2 < δ (unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada normal padrão.
3 Região crítica: as mesmas apresentadas nas Figuras 1 a 3.
Teste de hipóteses para a diferença entre as médias
1o caso. As variâncias populacionais são conhecidas.
1
H0 : µ1−µ2 =δ
(a)H1 : µ1−µ2 6=δ (bilateral)
(b)H1 : µ1−µ2 > δ (unilateral à direita) (c)H1 : µ1−µ2 < δ (unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada normal padrão.
3 Região crítica: as mesmas apresentadas nas Figuras 1 a 3.
Teste de hipóteses para a diferença entre as médias
1o caso. As variâncias populacionais são conhecidas.
1
H0 : µ1−µ2 =δ
(a)H1 : µ1−µ2 6=δ (bilateral)
(b)H1 : µ1−µ2 > δ(unilateral à direita) (c)H1 : µ1−µ2 < δ(unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada normal padrão.
3 Região crítica: as mesmas apresentadas nas Figuras 1 a 3.
Teste de hipóteses para a diferença entre as médias
1o caso. As variâncias populacionais são conhecidas.
1
H0 : µ1−µ2 =δ
(a)H1 : µ1−µ2 6=δ (bilateral)
(b)H1 : µ1−µ2 > δ(unilateral à direita) (c)H1 : µ1−µ2 < δ(unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada normal padrão.
3 Região crítica: as mesmas apresentadas nas Figuras 1 a 3.
Teste de hipóteses para a diferença entre as médias
1o caso. As variâncias populacionais são conhecidas.
1
H0 : µ1−µ2 =δ
(a)H1 : µ1−µ2 6=δ (bilateral)
(b)H1 : µ1−µ2 > δ(unilateral à direita) (c)H1 : µ1−µ2 < δ(unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada normal padrão.
3 Região crítica: as mesmas apresentadas nas Figuras 1 a 3.
Teste de hipóteses para a diferença entre as médias
1o caso. As variâncias populacionais são conhecidas.
1
H0 : µ1−µ2 =δ
(a)H1 : µ1−µ2 6=δ (bilateral)
(b)H1 : µ1−µ2 > δ(unilateral à direita) (c)H1 : µ1−µ2 < δ(unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada normal padrão.
3 Região crítica: as mesmas apresentadas nas Figuras 1 a 3.
Teste de hipóteses para a diferença entre as médias
4. Calcular a estatística do teste:
Zc= ( ¯X1−X¯2)−δ r
σ21 n1 +σ
2 2
n2
.
5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremos H0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para a diferença entre as médias
4. Calcular a estatística do teste:
Zc= ( ¯X1−X¯2)−δ r
σ21 n1 +σ
2 2
n2
.
5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremos H0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para a diferença entre as médias
4. Calcular a estatística do teste:
Zc= ( ¯X1−X¯2)−δ r
σ21 n1 +σ
2 2
n2
.
5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremos H0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para a diferença entre as médias
4. Calcular a estatística do teste:
Zc= ( ¯X1−X¯2)−δ r
σ21 n1 +σ
2 2
n2
.
5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2.
(b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2. (c) aceitaremos H0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para a diferença entre as médias
4. Calcular a estatística do teste:
Zc= ( ¯X1−X¯2)−δ r
σ21 n1 +σ
2 2
n2
.
5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para a diferença entre as médias
4. Calcular a estatística do teste:
Zc= ( ¯X1−X¯2)−δ r
σ21 n1 +σ
2 2
n2
.
5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc.
Teste de hipóteses para a diferença entre as médias
4. Calcular a estatística do teste:
Zc= ( ¯X1−X¯2)−δ r
σ21 n1 +σ
2 2
n2
.
5. Conclusão:
(a) aceitaremosH0 se−Zα/2<Zc <Zα/2. (b) aceitaremosH0 seZc <Zα/2.
(c) aceitaremos H0 se−Zα/2<Zc.
Exercício
Testar a hipótese da igualdade entre as médias, usando α = 4%, para o seguinte resultado amostral:
Amostra 1: n1 = 60; X¯1 = 5,71; σ21 = 43. Amostra 2: n2 = 35; X¯2 = 4,12; σ22 = 28.
Exercício
Testar a hipótese da igualdade entre as médias, usando α = 4%, para o seguinte resultado amostral:
Amostra 1: n1 = 60; X¯1 = 5,71; σ21 = 43.
Amostra 2: n2 = 35; X¯2 = 4,12; σ22 = 28.
Exercício
Testar a hipótese da igualdade entre as médias, usando α = 4%, para o seguinte resultado amostral:
Amostra 1: n1 = 60; X¯1 = 5,71; σ21 = 43.
Amostra 2: n2 = 35; X¯2 = 4,12; σ22 = 28.
Teste de hipóteses para a diferença entre as médias
2o caso.
As variâncias populacionais são desconhecidas, assumidas iguais e n1+n2 ≤30.
1
H0 : µ1−µ2 =δ
(a)H1 : µ1−µ2 6=δ (bilateral)
(b)H1 : µ1−µ2 > δ (unilateral à direita) (c)H1 : µ1−µ2 < δ (unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada t-Student com n1+n2−2 graus de liberdade.
Teste de hipóteses para a diferença entre as médias
2o caso. As variâncias populacionais são desconhecidas, assumidas iguais e n1+n2 ≤30.
1
H0 : µ1−µ2 =δ
(a)H1 : µ1−µ2 6=δ (bilateral)
(b)H1 : µ1−µ2 > δ (unilateral à direita) (c)H1 : µ1−µ2 < δ (unilateral à esquerda)
2 Fixarα, com distribuição associada t-Student com n1+n2−2 graus de liberdade.