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Boletimj. Manual de Procedimentos. ICMS - IPI e Outros. Amazonas. Federal. Estadual. IOB Setorial. IOB Comenta. IOB Perguntas e Respostas

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(1)

Boletim

j

Manual de Procedimentos

Veja nos Próximos

Fascículos

a IPI - Venda a varejo no

estabelecimento industrial

a ICMS - Infrações e

penalidades

ICMS - IPI e Outros

Fascículo N

o

25/2014

Amazonas

/

a

Federal

IOF

Operações de seguro . . . . 01

/

a

Estadual

ICMS

Corredor de importação . . . . 03

/

a

IOB Setorial

Federal

Farmacêutico - IPI - Requisitos específicos exigidos na emissão de nota fiscal . . . . 08

/

a

IOB Comenta

Estadual

ICMS - Aquisição de mercadoria por pessoa física em quantidade que caracterize intuito comercial . . . . 08

/

a

IOB Perguntas e Respostas

IPI

Informações ecônomico-fiscais - e-CAC - Acesso . . . . 09

Medicamentos - Preço de tabela - Indicação na nota fiscal - Exigên-cia . . . . 09

Substituição tributária - Regime especial - Competência . . . . 10

ICMS/AM

Feira ou exposição - Conceito . . . . 10

(2)

Capa:

Marketing IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Editoração Eletrônica e Revisão: Editorial IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE

Telefone: (11) 2188-7900 (São Paulo) 0800-724-7900 (Outras Localidades)

Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial desta obra, por qualquer meio ou processo, sem prévia autorização do autor (Lei no 9.610, de 19.02.1998, DOU de 20.02.1998).

Impresso no Brasil

Printed in Brazil Boletim IOB

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

ICMS, IPI e outros : IOF : operações de seguro.... -- 10. ed. -- São Paulo : IOB Folhamatic, 2014. -- (Coleção manual de procedimentos)

ISBN 978-85-379-2178-4

1. Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - Brasil 2. Imposto sobre Produtos Industrializados - Brasil 3. Tributos - Brasil I. Série.

14-05225 CDU-34:336.223(81)

Índices para catálogo sistemático:

1. Brasil : Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços : ICMS : Direito tributário 34:336.223(81)

2. Brasil : Imposto sobre Produtos

Industrializados : IPI : Direito tributário 34:336.223(81)

(3)

Manual de Procedimentos

ICMS - IPI e Outros

Boletim

j

IOF

Operações de seguro

SUMÁRIO 1. Introdução 2. Fato gerador 3. Contribuintes e responsáveis 4. Base de cálculo 5. Alíquotas 6. Isenção 7. Cobrança e recolhimento 1. IntrOduçãO

O Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) incide, entre outras, sobre as operações de seguro, compreendendo os de vida e congê-neres, de acidentes pessoais e do trabalho, de bens, valores e coisas e outros não especificados.

(Constituição Federal/1988, art. 153, V; Re-gulamento do IOF - Decreto nº 6.306/2007, art. 18, § 1º)

2. FAtO gErAdOr

Ocorre o fato gerador do IOF e se torna devido o tributo no ato do recebimento total ou parcial do prêmio.

(RIOF/2007, art. 18, caput, § 2º)

3. COntrIBuIntES E rESPOnSávEIS 3.1 Contribuintes

São contribuintes do IOF as pessoas físicas ou jurídicas seguradas.

(RIOF/2007, art. 19)

3.2 responsáveis

São responsáveis pela cobrança e pelo recolhi-mento do IOF:

a) as seguradoras; ou

b) as instituições financeiras encarregadas, pe-las seguradoras, da cobrança do prêmio.

Nota

A seguradora é responsável pelos dados constantes da documenta-ção remetida para cobrança.

(RIOF/2007, art. 20)

4. BASE dE CálCulO

A base de cálculo do IOF sobre ope-rações de seguro é o valor do prêmio

pago pelo segurado.

(RIOF/2007, art. 21)

5. AlíquOtAS

A alíquota básica do IOF sobre opera-ções de seguro é de 25%.

Contudo, são efetivamente aplicadas as alíquotas reduzidas descritas no subitem 5.1.

Nota

No caso de majoração das alíquotas do IOF, não se aplicam os prin-cípios constitucionais da anterioridade anual e nonagesimal, ou noventena (Constituição Federal/1988, art. 150, III, “b” e “c”, § 1º).

(Constituição Federal/1988, art. 150, III, “b” e “c”, § 1º; RIOF/2007, art. 22, caput)

5.1 Alíquotas reduzidas

A alíquota do IOF fica reduzida para os percen-tuais indicados na seguinte tabela:

a

Federal

A base de cálculo do IOF nas operações

de seguro é o valor do prêmio pago pelo

(4)

6. ISEnçãO

São isentas do IOF as seguintes operações de seguro:

a) cujo segurado seja a entidade binacional Itaipu; b) rurais;

c) em que os segurados sejam missões diplomá-ticas e repartições consulares de carreira; e d) contratadas por funcionário estrangeiro de

missão diplomática ou representação consu-lar, exceto o que tenha residência permanente no Brasil.

Notas

(1) A isenção mencionada nas letras “c” e “d” não se aplica aos consu-lados e cônsules honorários (RIOF/2007, art. 23, § 1º).

(2) Os membros das famílias dos funcionários estrangeiros de missão diplomática ou representação consular descritos na letra “c”, desde que com estes mantenham relação de dependência econômica e não tenham resi-dência permanente no Brasil, também gozam da isenção do IOF (RIOF/2007, art. 23, § 3º).

A isenção do IOF também se aplica aos organis-mos internacionais e regionais de caráter permanente de que o Brasil seja membro e aos funcionários estrangeiros desses organismos, nos termos dos acordos firmados.

(RIOF/2007, art. 23)

7. COBrAnçA E rECOlhIMEntO

O IOF será cobrado na data do recebimento total ou parcial do prêmio.

O recolhimento do IOF deverá ser efetuado por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) até o 3º dia útil subsequente ao decên-dio de sua cobrança ou de seu registro contábil, com utilização do código de receita 3467.

(RIOF/2007, art. 24; Listagem de Especificações de Recei-tas emitida pela SRF/Cosar em 1º.02.2001)

7.1 recolhimento fora do prazo

O IOF recolhido fora do prazo será acrescido de: a) juros de mora equivalentes à taxa Selic,

acu-mulada mensalmente, calculados a partir do 1º dia do mês subsequente ao do vencimento até o último dia do mês anterior ao pagamento, e de 1% no mês do pagamento; e

b) multa de mora, calculada partir do 1º dia sub-sequente ao do vencimento, à taxa de 0,33% por dia de atraso, limitada a 20%.

(RIOF/2007, art. 47)

N

ALÍQUOTAS REDUZIDAS

Descrição Alíquota

a) resseguro; 0%

b) seguro obrigatório vinculado a financiamento de imóvel habitacional realizado por agente do Sistema

Finan-ceiro da Habitação (SFH); 0%

c) seguro de crédito à exportação e de transporte internacional de mercadorias; 0% d) seguro contratado no Brasil referente à cobertura de riscos relativos ao lançamento e à operação dos satélites

Brasilsat I e II; 0%

e) valor de prêmios destinados ao custeio dos planos de seguro de vida com cobertura por sobrevivência; 0% f) seguro aeronáutico e seguro de responsabilidade civil pagos por transportador aéreo, quando contratado por

companhia aérea que tenha por objeto principal o transporte remunerado de passageiros ou de cargas; 0%

g) seguro garantia (efeitos a partir de 14.11.2012); 0%

h) seguros de vida e congêneres, de acidentes pessoais e do trabalho, incluídos os seguros obrigatórios de da-nos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestres e por embarcações, ou pela carga destes, a pessoas transportadas ou não, excluídas aquelas descritas na letra “f”;

0,38%

i) seguros privados de assistência à saúde; e 2,38%

j) demais operações de seguro. 7,38%

(5)

ICMS - IPI e Outros Manual de Procedimentos

ICMS

Corredor de importação

SUMÁRIO 1. Introdução

2. Aplicabilidade do regime corredor de importação 3. Benefícios fiscais na importação de mercadorias sem

similares nacionais

4. Vedação do regime corredor de importação

5. Mercadorias sujeitas à substituição tributária e àquelas previstas em resolução do Secretário de Estado da Fazenda

6. Encerramento do diferimento

7. Apropriação de créditos presumidos na EFD 8. Alíquota aplicável às saídas

9. Credenciamento

10. Alíquotas interestaduais dos produtos importados 11. Prazo de recolhimento

12. Recadastramento

1. IntrOduçãO

Este texto trata de uma modalidade de incen-tivo fiscal denominada corredor de importação. Inicialmente, esse tratamento era previsto no art. 24 da Lei nº 2.826/2003 e regulamentado pelos arts. 27 a 34 do Decreto nº 23.994/2003.

Posteriormente, as regras contidas nesses diplomas legais foram revogadas pelo Decreto nº 33.082/2013, art. 4º e pela Lei nº 3.830/2012, art. 9º. Esta lei foi regulamentada pelo Decreto nº 33.084/2013, cuja finalidade é a equiparação do esta-belecimento importador de mercadorias estrangeiras destinadas à comercialização, adquiridas com e sem o benefício fiscal referente à Zona Franca de Manaus, com o estabelecimento industrial.

2. APlICABIlIdAdE dO rEgIME COrrEdOr dE IMPOrtAçãO

O regime do corredor de importação somente se aplica à sociedade empresária que possua esta-belecimento comercial importador de mercadorias estrangeiras:

a) com inscrição 07.XXX.XXX-X no Cadastro de Contribuintes do Amazonas (CCA), sendo ve-dada qualquer fase de industrialização; e b) que estejam classificadas na CNAE como

co-mércio atacadista.

(Decreto nº 33.084/2013, art. 1º, § 1º)

3. BEnEFíCIOS FISCAIS nA IMPOrtAçãO dE MErCAdOrIAS SEM SIMIlArES nACIOnAIS

Nas operações de importação do exterior com mercadorias adquiridas sem o tratamento fiscal dado às operações com a Zona Franca de Manaus (Decreto-lei nº 288/1967), e na saída subsequente, será aplicado o seguinte tratamento:

a) para mercadoria com similar nacional:

a.1) diferimento do lançamento do ICMS inci-dente sobre a operação de importação do exterior;

a.2) crédito fiscal presumido:

a.2.1) equivalente a 3% do valor da saída, em substituição a quais-quer créditos fiscais, se a merca-doria for destinada a contribuinte localizado em outra Unidade da Federação, calculado sobre o va-lor da operação;

a.2.2) sobre o valor da saída de forma que a carga tributária seja equi-valente a 6%, em substituição a quaisquer créditos fiscais, se a mercadoria for destinada a não contribuinte localizado em outra Unidade da Federação, calcula-do sobre o valor da operação; a.2.3) sobre o valor da saída de forma

que a carga tributária seja equi-valente a 6%, em substituição a quaisquer créditos fiscais, se a mercadoria for destinada a não contribuinte localizado em outra Unidade da Federação, calcula-do sobre o valor da operação; b) para mercadorias sem similares nacionais

de-finidas em lista editada pelo Conselho de Mi-nistros da Câmara de Comércio Exterior (Ca-mex):

b.1) redução da base de cálculo do ICMS na importação do exterior de forma que re-sulte em uma carga tributária equivalente a 6%;

b.2) crédito fiscal presumido equivalente a 6% do valor da saída, em substituição a quaisquer créditos fiscais, exceto do im-posto pago descrito na letra “b.1”, se a

(6)

mercadoria for destinada a contribuinte localizado em outra Unidade da Federa-ção, calculado sobre o valor da opera-ção;

b.3) crédito fiscal presumido sobre o valor da saída de forma que a carga tributá-ria seja equivalente a 6%, em substitui-ção a quaisquer créditos fiscais, exceto do imposto pago descrito na letra “b.1”, se a mercadoria for destinada a não con-tribuinte localizado em outra Unidade da Federação, calculado sobre o valor da operação.

(Decreto nº 33.084/2013, art. 1º, I e II)

4. vEdAçãO dO rEgIME COrrEdOr dE IMPOrtAçãO

Não se aplicam os benefícios:

a) às operações internas com quaisquer merca-dorias, hipótese em que a parcela do impos-to que não tiver sido exigida por ocasião do desembaraço aduaneiro deverá ser informada em campo próprio da DAM e recolhida até o dia 15 do mês subsequente ao da saída; b) às operações com motores de popa com

ca-pacidade de força igual ou inferior a 40 HP; c) quando não ocorrer o desembaraço aduaneiro

no Estado e a efetiva entrada da mercadoria no território amazonense;

d) às aquisições de bens destinados ao ativo imobilizado e para uso e consumo do estabe-lecimento importador, hipótese em que o im-posto será devido no desembaraço aduaneiro segundo as normas da Lei Complementar nº 19/1997, que institui o Código Tributário Esta-dual;

e) nas operações com mercadorias sujeitas à substituição tributária, exceto para os estabe-lecimentos que efetuem operações de saídas interestaduais superiores a 95% do total das saídas, listados em portaria do secretário de Estado da Fazenda, e àquelas previstas em re-solução do secretário de Estado da Fazenda.

(Decreto nº 33.084/2013, art. 1º, § 2º)

5. MErCAdOrIAS SujEItAS à SuBStItuIçãO trIButárIA E àquElAS PrEvIStAS EM rESOluçãO dO SECrEtárIO dE EStAdO dA FAzEndA

No caso previsto na letra “e” do tópico 4, em rela-ção às mercadorias que porventura forem destinadas ao mercado interno, o estabelecimento importador deverá:

a) apurar o imposto, inclusive o devido por subs-tituição tributária, que tiver deixado de ser exi-gido por ocasião do desembaraço aduaneiro; b) informar em campo próprio da DAM do mês

em que realizou a operação;

c) recolher, até o dia 5 do mês subsequente ao da saída da mercadoria, o ICMS relativo à substituição tributária, no código de Receita 1350 - “ICMS Substituição - Retido na Fonte”.

(Decreto nº 33.084/2013, art. 1º, § 3º)

6. EnCErrAMEntO dO dIFErIMEntO

Encerra-se o diferimento, de que trata o subitem “a.1” do tópico 3, na saída da mercadoria do esta-belecimento comercial importador, hipótese em que o ICMS diferido será considerado englobado ao devido na operação de saída.

(Decreto nº 33.084/2013, art. 1º, § 4º)

7. APrOPrIAçãO dE CrédItOS PrESuMIdOS nA EFd

A apropriação dos créditos presumidos de que trata o tópico 3, letras “a.2.1”, “a.2.2”, “b.2” e “b.3”, deverá ser efetuada no registro E111 da EFD - “Outros créditos para ajuste de apuração do ICMS - Operações Próprias”.

(Decreto nº 33.084/2013, art. 1º, § 5º)

8. AlíquOtA APlICávEl àS SAídAS

Nas operações de importação do exterior com mercadorias adquiridas com o tratamento fiscal da Zona Franca de Manaus (Decreto-lei nº 288/1967), e em suas saídas subsequentes, será aplicada a alíquota do ICMS de 7%.

Essa alíquota somente se aplica às sociedades empresárias credenciadas na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), na forma e nos prazos estabe-lecidos em ato do secretário, e que estejam em dia com suas obrigações fiscais estaduais. Para fins de atendimento da exigência de estar em dia com as

(7)

ICMS - IPI e Outros

Manual de Procedimentos

obrigações fiscais estaduais, serão considerados todos os estabelecimentos do mesmo titular.

O tratamento tributário indicado neste tópico não desobriga o importador do recolhimento do ICMS devido por substituição tributária, quando for o caso.

(Decreto nº 33.084/2013, art. 2º, caput e §§ 5º e 6º, e art. 5º)

8.1 Exceções

Não se aplica a alíquota de 7%:

a) nas operações internas com mercadorias que, por suas características, quantidade e quali-dade, indiquem destinação industrial, a título de matéria-prima ou insumo;

b) nas operações com biodiesel; refrigerantes; bebidas energéticas, inclusive repositores; concentrados e extratos para refrigerantes; água mineral; cimento; farinha de trigo; ciclo-motores, motonetas, triciclos, quadriciclos, motocicletas; embarcações, inclusive aque-las destinadas a recreação ou esporte; moto aquática (jet ski); e motores de popa com ca-pacidade igual ou inferior a 90 HP;

c) nas operações com petróleo bruto ou em qual-quer fase de refino, com combustíveis, líqui-dos e gasosos, e lubrificantes de quaisquer tipos.

(Decreto nº 33.084/2013, art. 2º, § 1º)

8.2 Fundo de Fomento ao turismo, Infraestrutura, Serviços e Interiorização do desenvolvimento do Amazonas (FtI)

As empresas comerciais importadoras de mer-cadorias adquiridas com os favores referentes à Zona Franca de Manaus deverão recolher, em favor do Fundo de Fomento ao Turismo, Infraestrutura, Serviços e Interiorização do Desenvolvimento do Amazonas (FTI), contribuição financeira em caráter irretratável e irrevogável, durante todo o período de fruição dos incentivos, até o dia 15 do 2º mês subse-quente, mediante Documento de Arrecadação (DAR), em rede bancária autorizada, com código de Receita estabelecido pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), no valor correspondente a 1% sobre o valor CIF indicados nos documentos de importação de mercadorias destinadas à comercialização.

Essa contribuição será aplicada exclusivamente em projetos da área do turismo e o recolhimento em favor do FTI é condição para a concessão assim

como manutenção do benefício relativo à redução da alíquota do ICMS para 7%.

(Decreto nº 33.084/2013, art. 2º, §§ 2º ao 4º)

9. CrEdEnCIAMEntO

O credenciamento indicado no tópico 8 poderá ser cassado a qualquer tempo pela Sefaz, caso o contribuinte descumpra as normas e condições ine-rentes ao tratamento fiscal.

O requerimento para credenciamento deverá ser encaminhado ao Departamento de Informações Econômico-Fiscais da Sefaz e será instruído com os documentos previstos em resolução do secretário de Estado da Fazenda.

(Decreto nº 33.084/2013, art. 2º, §§ 7º e 8º)

10. AlíquOtAS IntErEStAduAIS dOS PrOdutOS IMPOrtAdOS

Nas operações interestaduais, realizadas a partir de 1º de janeiro de 2013, com mercadorias com simi-lares nacionais em estoque no dia 31 de dezembro de 2012, deverá ser aplicada a alíquota de 4% em obser-vância à Resolução nº 13/2012, do Senado Federal.

(Decreto nº 33.084/2013, art. 3º)

11. PrAzO dE rECOlhIMEntO

O recolhimento do ICMS para os estabelecimen-tos inscriestabelecimen-tos na categoria do corredor de importação deve ocorrer até o dia 20 do mês subsequente.

(RICMS-AM/1999, art. 107, II, “d”)

12. rECAdAStrAMEntO

Sob pena de suspensão, os estabelecimentos, que possuem inscrição estadual de forma que a numeração se inicia com 07, com o seguinte formato: 07.XXX.XXX-X, deverão efetuar o seu recadastramento na Sefaz periodicamente, na forma e nos prazos estabelecidos em ato do secretário de Estado da Fazenda.

(8)
(9)

ICMS - IPI e Outros

Manual de Procedimentos

12.2 Indicação de acesso à solicitação eletrônica

(10)

FEdERal

Farmacêutico - IPI - Requisitos

específicos exigidos na emissão de nota

fiscal

Os contribuintes do IPI que atuam no setor far-macêutico devem observar as disposições contidas na legislação quanto à emissão de notas fiscais, em especial, no que se refere aos lotes de fabricação e à tabela de preços dos produtos.

No quadro “Dados do Produto” da Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, devem constar, entre outros requi-sitos, a descrição do produto compreendendo: o nome, a marca, o tipo, o modelo, a série, a espécie e os demais elementos que permitam a sua perfeita identificação.

Em se tratando de produtos classificados nos códigos 30.03 e 30.04 (medicamentos) da Tabela de Incidência do IPI (TIPI), além dos elementos de caráter geral ora mencionados, deverá ser indicado, no referido quadro, o número do lote de fabricação a que a unidade pertencer, devendo a discriminação

ser feita em função dos diferentes lotes de fabricação e das respectivas quantidades e valores.

Quando a nota fiscal for emitida por fabricante, importador ou distribuidor, relativamente à saída para estabelecimento atacadista ou varejista, dos produ-tos classificados nos códigos 30.02, 30.03, 30.04 e 3006.60 da TIPI, exceto em relação às operações com produtos veterinários, homeopáticos ou amostras grátis, deverá ser indicado, ainda, o valor correspon-dente ao preço constante da tabela, sugerido pelo órgão competente para venda a consumidor e, na falta desse preço, o valor correspondente ao preço máximo de venda a consumidor sugerido ao público pelo estabelecimento industrial.

Em relação ao emitente de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), deverão ser observadas as regras estabeleci-das pelo Ajuste Sinief nº 7/2005, bem como o que consta do detalhamento “K” - Detalhamento Específico de Medicamento e de Matérias-Primas Farmacêuticas -, composto dos itens 152 a 157, do Anexo I ao Manual de Orientação do Contribuinte.

(RIPI/2010, art. 413, caput, IV, “b” e art. 416, caput, XXI e XXII; Ajuste Sinief nº 7/2005; Manual de Orientação do Contri-buinte - NF-e - Anexo I, “K”, itens 152 a 157)

N

a

IOB Setorial

a

IOB Comenta

EStadual

ICMS - Aquisição de mercadoria

por pessoa física em quantidade que

caracterize intuito comercial

O ICMS é um imposto de competência estadual que onera, entre outras hipóteses, a operação de circulação de mercadorias, desde a saída destas do estabelecimento produtor, industrializador e/ou impor-tador até a sua aquisição pelo consumidor final.

O contribuinte desse imposto, conforme deter-mina a Lei Complementar nº 87/1996, como regra, é qualquer pessoa, física ou jurídica, que realize, com

habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial, operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação, mesmo que as operações e prestações iniciem no exterior.

A legislação amazonense conceitua habituali-dade, para fins de tributação, a prática de operações que importem em circulação de mercadorias ou de prestações de serviços de transporte, interestadual ou intermunicipal, ou de comunicação, a qual, pela sua repetição, induz à presunção de que tal prática constitui uma atividade própria de contribuinte regular.

O Fisco amazonense também estabelece que os requisitos de habitualidade ou de volume que

(11)

ICMS - IPI e Outros

Manual de Procedimentos

caracterize intuito comercial não são necessários, nas seguintes hipóteses:

a) importação de mercadorias ou bens do exte-rior, qualquer que seja a sua finalidade; b) destinatária de serviço prestado no exterior ou

cuja prestação se tenha iniciado no exterior; c) aquisição, em licitação, de mercadorias ou

bens apreendidos ou abandonados;

d) aquisição de lubrificantes e combustíveis, lí-quidos e gasosos derivados de petróleo, e energia elétrica oriundos de outra Unidade da Federação, quando não destinados à comer-cialização ou à industrialização;

e) operador de transporte multimodal, ainda que não transportador.

Para fins da legislação do ICMS, podemos definir como consumidor final a pessoa que adquire mer-cadoria para uso ou consumo próprio, fato que faz

encerrar a circulação física, econômica ou jurídica dessa operação.

Assim, depreende-se, a partir dessas definições, que contribuinte é toda pessoa, física ou jurídica, que realize com habitualidade ou em volume o qual carac-terize intuito comercial, operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte, interestadual e intermunicipal, e de comunicação, ainda que as mesmas iniciem no exterior.

Dessa forma, é característica do contribuinte do imposto a pessoa física que adquirir mercadorias em quantidade superior àquela necessária para suprir o seu uso ou consumo, ou seja, com a finalidade presu-mida de revenda.

(Lei Complementar nº 87/1996, art. 4º, caput; RICMS-AM/1999, art. 37, caput e § 1º)

N

a

IOB Perguntas e Respostas

IPI

Informações ecônomico-fiscais - e-CAC - Acesso

1) Qual é o procedimento que o contribuinte deve adotar para acessar o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC)?

O acesso ao e-CAC será efetivado pelo próprio contribuinte, mediante a utilização de:

a) certificados digitais válidos emitidos por auto-ridades certificadoras integrantes da Infraes-trutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Bra-sil): e-CPF, e-PF, e-CNPJ ou e-PJ, observado o disposto no art. 1º do Decreto nº 4.414/2002; e b) código de acesso gerado na página da Re-ceita Federal do Brasil (RFB), na Internet, www.receita.fazenda.gov.br.

(Instrução Normativa RFB nº 1.077/2010, art. 1º, § 1º)

Medicamentos - Preço de tabela - Indicação na nota fiscal - Exigência

2) No documento fiscal de saída de medicamen-tos emitido por fabricante, importador ou distribuidor, destinado a estabelecimento atacadista ou varejista, deverá ser mencionado o preço de tabela sugerido por órgão competente para venda a consumidor?

Sim. O documento fiscal emitido por fabricante, importador ou distribuidor, relativamente à saída para estabelecimento atacadista ou varejista, dos produtos classificados nos códigos 3002, 3003, 3004 e 3006.60 da TIPI, exceto em relação às operações com produtos veterinários, homeopáticos ou amostras grátis, deverá conter, na descrição dos produtos, a indicação do valor correspondente ao preço constante da tabela, sugerido pelo órgão competente para venda a consu-midor e, na falta desse preço, o valor correspondente

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ao preço máximo de venda a consumidor sugerido ao público pelo estabelecimento industrial.

(RIPI/2010, art. 413, IV, “b”, e art. 416, XXII)

Substituição tributária - Regime especial - Competência

3) Quem é competente para conceder ao contri-buinte substituto regime especial?

A concessão, a alteração, o cancelamento e a cassação de regime especial de substituição tributária são de competência do Superintendente Regional da Receita Federal do Brasil da jurisdição do contribuinte substituto.

(Instrução Normativa RFB nº 1.081/2010, art. 3º)

ICMS/aM

Feira ou exposição - Conceito

4) Para fins da legislação tributária do Estado do Amazonas, o que é considerado feira ou exposição?

Considera-se feira ou exposição de mercadorias ou serviços ao público o evento realizado em local construído ou adaptado para esse fim, aberto ao público em geral, do qual participem uma ou mais empresas expositoras.

(Decreto nº 24.439/2004, art. 2º)

Feira ou exposição - Tratamento fiscal

5) Qual é o tratamento fiscal dispensado aos con-tribuintes participantes de feiras ou exposições de mercadoria realizadas no Estado do Amazonas?

Os contribuintes participantes das feiras ou de exposição de mercadorias ao público, realizadas no Amazonas, devem observar os seguintes procedi-mentos fiscais:

a) transferir as mercadorias para o local da feira, mediante emissão de nota fiscal, com suspen-são do ICMS, que poderá ser acompanhada de romaneio, caso em que passará a constituir parte inseparável do referido documento; b) constar na nota fiscal relativa a transferência

de que trata a letra anterior, no campo Nature-za da Operação, o código 5.914 “Remessa de mercadoria ou bem para exposição ou feira”, bem como a indicação das notas fiscais que serão utilizadas nas vendas, no evento;

c) utilizar, nas vendas efetuadas nos stands da referida exposição, talonários de notas fiscais do próprio estabelecimento remetente, com in-cidência do ICMS;

d) apurar e recolher o ICMS relativo às operações previstas na letra anterior dentro dos prazos fi-xados no RICMS-AM/1999, art. 107;

e) promover o retorno de mercadorias não ven-didas na feira para o estabelecimento reme-tente, mediante a emissão de nota fiscal, sem destaque do ICMS, dentro do prazo máximo de 5 dias, após a data do encerramento da feira.

(Decreto nº 24.439/2004, art. 5º)

Referências

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