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Redação e Marketing de Circulação do Estado

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Academic year: 2019

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3ª edição

(2)

© S.A. O Est ado de S. Pau lo Todos os direit os reservados

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

M art in s Filh o, Edu ardo Lopes, 1939—

M an u al de Redação e Est ilo de O Est ado de S. Pau lo / Edu ardo M art in s. 3ª edição, revist a e am pliada — São Pau lo: O Est ado de S. Pau lo, 1997.

1. O Est ado de S. Pau lo (Jorn al). 2. Jorn alism o — São Pau lo (Est ado) — M an u ais de est ilo I. T ít u lo.

96—4983 C D D —808.06607

Índices para catálogo sistemático

1. Jorn alism o: Redação e est ilo: Ret órica 808.06607 2. Redação jorn alíst ica: Ret órica 808.06607

C oord en ação

Redação e M ark et in g de C ircu lação do Estado

Prod u ção e fot olit os

C en t ral de Art es do G ru po Est ado

Ed it oração elet rôn ica C arlos Albert o Kose

R ev isão

M aria do Rosário Sou sa Vera Fedsch en k o Leit e Vera Lu cia de Freit as

C apa

(3)

A presentação . . . .

5

Prefácio . . . .

9

Capítulo 1º – N orm as internas e de estilo . . . .

13

Capítulo 2º – O uso da crase . . . 315

Capítulo 3º – O s cem erros m ais com uns . . . 321

Capítulo 4º – Guia de pronúncia . . . 329

Capítulo 5º – Escreva certo . . . 333

Pesos e m edidas . . . 397

(4)

Edição da S.A. O ESTADO DE S. PAULO • Av. Eng. Caetano Álvares, 55 CEP 02598-900 São Paulo SP • Caixa Postal 8.005 CEP 01065-970 SP • Tel.: 856-2122 (PABX) • End. Telegráfico: ESTADO. • Telex: 011-23511 FAX Nºs 265-6203 265-2297 266-2206 266-1289 • NetEstado: http://www.estado.com.br.

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Editar um veículo de com unicação e inform ação defensor da dem

o-cracia, da livre iniciativa, idôneo, m oderno e com prom etido com o seu

perm anente aprim oram ento.

Ser inovador, oferecendo produtos e serviços de qualidade a seus

lei-tores e anunciantes, prom ovendo o desenvolvim ento dos seus recursos

hum anos e garantindo rentabilidade aos seus acionistas. Buscar

constan-tem ente o jornalism o diferenciado e investigativo, difusor de idéias

plu-ralistas e que analise e interprete fatos isentam ente e esteja sem pre

vol-tado para os interesses do cidadão.

Diretor-responsável

Ruy Mesquita

Diretor

Júlio César Mesquita

Diretor de Redação

(5)

O

Manual de Redação e Estilo

de

O Estado de S. Paulo

virou notícia faz m uito tem po, desde 1990, quando foi

lan-çada sua prim eira edição. A final, em um país que ostenta

carências profundas no acesso das pessoas à cultura e

in-form ação e a tiragem m édia dos livros não se distancia da

faixa dos 3 m il exem plares, um

Manual

com estas

caracte-rísticas já ultrapassa a barreira das 500 m il unidades

dis-tribuídas. Trata-se sem dúvida de um a boa notícia, por

ser-vir de term ôm etro do interesse em escrever m elhor, num

português objetivo e correto, m as sem pedantism os.

De autoria do jornalista Eduardo Martins, 57 anos, 37

deles dedicados ao ofício de m oldar textos na Redação do

Estado

, o

Manual

chega agora à terceira edição. Cada um

dos seus verbetes traz a experiência de quem chefiou

incon-táveis editorias no jornal, foi seu secretário de Redação e já

por oito anos auxilia a Direção da Redação no controle de

qualidade dos textos publicados.

N ão é um a tarefa fácil. O m ato-grossense Eduardo

Mar-tins lê o jornal diariam ente com olhos de lupa, capazes de

esquadrinhar de erros ortográficos a construções gram

ati-cais m al desenhadas, passando por desobediências das

nor-m as adotadas pelo

Estado

para grafar datas, núm eros, hora,

nom es de personalidades estrangeiras, e assim por diante.

Toda essa auditoria a serviço da Língua Portuguesa — e do

leitor — se m aterializa em anotações à m argem das

pági-nas do jornal, encam inhadas a cada um dos editores para

as providências necessárias. Esse trabalho perm ite a

Eduar-do dar tiros certeiros contra o desconhecim ento da língua.

A lém de registrar os escorregões de repórteres e redatores,

ele cotidianam ente faz transm itir para cada um dos term

(6)

nais de com putador de todos os jornalistas do

Estado

re-gras e instruções extraídas do próprio

Manual

, ou im postas

por situações novas, para que os erros deixem de ser com

e-tidos.

A m issão de Eduardo Martins tem de ser cum prida em

tem pos difíceis, diante do grande estrago causado em

ati-vidades que dependem da Língua Portuguesa pelo longo

pe-ríodo de trevas em que o ensino no País foi tragado pela

fa-lência da m áquina pública. Hoje, fala-se e escreve-se pior

que em gerações passadas. E as redações brasileiras não são

nenhum oásis nesse deserto. Mas, se padecem da m esm a

síndrom e que ataca nos exam es para o vestibular e nos

tex-tos de telenovelas, as redações podem e devem se

conver-ter em sólidas trincheiras de defesa do conhecim ento da

língua. O

Manual

é um a afiada arm a nessa guerra.

Há 20 anos ou m ais, as regras internas de redação eram

exclusividade dos jornais. N ão se pensava em editá-las para

o público. A quilo era coisa para dicionaristas e/ou gram

á-ticos, pessoas tidas com o grandes eruditos e detentores de

um saber que beirava o inacessível. A profissionalização

crescente da atividade jornalística, porém , perm itiu que se

percebesse que aqueles m anuais poderiam ser editados em

livro para um m ercado carente de publicações voltadas

para a aplicação prática da língua.

O s jornais, tanto quanto outras m ídias, vivem m om

en-to im portante em sua história, acossados por novos

siste-m as de difusão de inforsiste-m ações, surgidos na esteira de usiste-m a

revolução tecnológica que em um a década e m eia m ostrou

que pode haver inúm eras form as de transm itir um a

notí-cia de m aneira tão eficiente, atrativa e rentável quanto a

im pressa em um a folha de papel.

Com o com petir no m ercado de inform ações contra

sis-tem as que distribuem notícias para com putadores em

ve-locidade superior àquela alcançada pelo rádio e TV? A

per-gunta m artela a cabeça de editores de jornais no m undo

in-teiro. U m jornal com o o

Estado

passou por desafios que o

fizeram , em 122 anos de existência, um veículo de

(7)

gem m oderna, de paginação arejada, com novas seções e

cadernos. Mas os desafios não se esgotam . Eles se sucedem

e não perm item que nenhum a publicação possa se

consi-derar um a obra acabada. Tudo, com o a linguagem , está em

constante evolução.

Cada vez se tem m enos tem po para a leitura, im

pera-tivo que fundam enta várias reform as em jornais baseadas

no farto uso de ilustrações e no encurtam ento do texto. É

visível, nas duas últim as décadas, a tendência ao em prego

parcim onioso de longos parágrafos, de frases interm ináveis,

verdadeiro teste de fôlego para quem se dispõe a praticar

leitura em voz alta. O jornalism o está ficando m ais

objeti-vo, os textos, m ais diretos e, por isso m esm o, se torna

fun-dam ental o bom m anejo da língua.

O

Manual de Redação e Estilo

sedim enta, ainda, um a

histórica e gratificante convivência do

Estado

com o

ensi-no e o conhecim ento. A m esm a preocupação que ligou o

jornal à fundação da U niversidade de São Paulo e a m esm a

convicção que o tornou pioneiro na criação do caderno

Cul

-tura

, na década de 50, fazem -no lançar m ais esta edição do

Manual

, adotado tam bém em outros jornais e até com o

livro de auxílio para o ensino do Português nas escolas.

A lém de aperfeiçoar a qualidade de cada jornalista do

Estado

, o

Manual

dem ocratiza um acervo de conhecim

en-tos até bem pouco tem po atrás confinado nas redações. O s

ventos que em purram o jornalism o para novas fórm ulas de

edição tam bém varrem regras estabelecidas em outras

ati-vidades. Por isso, o

Manual

é feito a partir da preocupação

com o que é m oderno e eficiente na com unicação. Este é

um m otivo suficiente para garantirm os que novas edições

virão.

Aluízio Maranhão

(8)
(9)

Esta terceira edição do

Manual de Redação e Estilo

apresenta

consideráveis alterações em relação à original, de 1990. A ssim ,

cen-tenas de verbetes foram acrescentados ao texto, para corrigir om

is-sões ou incluir assuntos que passaram a ocupar o noticiário nos

úl-tim os anos.

Sim ultaneam ente o livro foi acrescido de três capítulos. O

pri-m eiro deles destina-se a resolver upri-m a das dificuldades pri-m ais

an-gustiantes de quem gosta de escrever: o uso da crase. Mas ele não

apenas trata em profundidade da questão, com o relaciona

cente-nas de locuções em que o

a

acentuado está ou não presente.

O segundo é um a relação daqueles que se consideraram os cem

erros m ais com uns do idiom a, com um a explicação sucinta sobre

a m aneira de evitar cada um deles e outros sem elhantes. A pesar

de, na m aioria, eles figurarem no corpo do

Manual

, com a sua

pu-blicação em um único bloco visou-se a fornecer ao leitor um

rotei-ro sobre sua presença cada dia m ais constante no idiom a.

O terceiro esclarece a pronúncia de algum as centenas de

pala-vras sobre as quais costum a haver dúvidas, indicando onde recai

o acento e se o som é aberto ou fechado.

D e q u alq u er form a, o ob jet iv o d est e t rab alh o con t in u a o

m esm o: expor, de m odo ordenado e sistem ático, as norm as

edito-riais e de estilo adotadas pelo

Estado

. O

Manual

não pretende, com

isso, tolher a criatividade de editores, repórteres e redatores, nem

im por cam isas-de-força aos jornalistas da em presa. Seu objetivo é

claro: definir princípios que tornem uniform e a edição do jornal.

Ele tem cunho em inentem ente jornalístico. Por isso, m esm o os

grandes capítulos da gram ática foram reproduzidos com essa

preo-cupação. É exem plo o uso do artigo, exam inado em profundidade

por se tratar de um a das questões m ais diretam ente relacionadas

com a atividade do profissional da im prensa. O m esm o intuito

(10)

orientou a exposição das norm as ortográficas, do em prego do hífen,

dos tem pos e m odos verbais, das instruções de estilo, do que se

deve ou não usar. A extensão de alguns verbetes corresponde à im

-portância que o assunto tem para a produção de um bom texto.

Em bora destinado a jornalistas, o livro pode tam bém

consti-tuir eficiente auxiliar de todos aqueles que precisem escrever com

regularidade, estejam se preparando para exam es de redação ou

queiram conhecer as principais particularidades da língua

portu-guesa. O s erros m ais com uns do idiom a m ereceram atenção

espcial e não apenas se alerta o leitor para eles, com o se m ostra a m

e-lhor m aneira de evitá-los, sem pre que possível por m eio de regras

práticas.

O volum e está dividido em cinco partes. A prim eira reúne, em

ordem alfabética, verbetes que tornam claro o que se entende por

um bom texto jornalístico e instruções práticas e teóricas para

es-crever bem , com correção e elegância. Sem se pretender um

trata-do de jornalism o, revela igualm ente os princípios básicos para a

edição do jornal. Ela relaciona ainda as norm as internas do

Esta-do

, entre elas a m aneira de usar negrito ou itálico, m aiúsculas e

m inúsculas, núm eros, form as de tratam ento, abreviaturas, siglas,

etc., e trata dos grandes capítulos da gram ática, com o a

concor-dância, regência, form ação do plural, norm as de acentuação,

con-jugação verbal e uso do artigo. Finalm ente, dá noções de

ortogra-fia (incluindo-se o uso do hífen) e estilo (palavras a evitar, boas e

m ás construções da língua, etc.). Este é o capítulo básico do livro,

servindo até m esm o de índice rem issivo para todo o trabalho, pois

contém cham adas para centenas de outros verbetes e para as

de-m ais seções do

Manual.

A segunda, terceira e quarta partes constituem os novos

capí-tulos do volum e, já m encionados. A últim a,

Escreva Certo,

é um

vocabulário, destinado a esclarecer dúvidas a respeito da grafia das

palavras. Inclui m ilhares de nom es com uns, próprios (à exceção

dos nom es de pessoas) e geográficos, vocábulos estrangeiros ou já

aportuguesados e m arcas e nom es de produtos cada vez m ais

uti-lizados no noticiário. N esta edição, a lista foi am pliada em cerca

de 2 m il palavras, quase todas term os que surgiram na im prensa

nos últim os anos.

(11)

N a grande m aioria, os exem plos constantes do

Manual

foram

extraídos de jornais e revistas, o que lhes dá um caráter de perm

a-nente atualidade. Eles são abundantes e têm por objetivo m anter

o profissional o m ais próxim o possível das construções com que se

defronta no dia-a-dia.

A s repetições que aparecem ao longo do livro são propositadas.

Por isso, casos especiais de concordância podem constar do

capí-tulo geral dedicado ao assunto e de verbetes isolados. O que se

pre-tendeu foi fazer que o consulente nunca deixasse de encontrar as

form as procuradas, em um ou outro local. E tam bém , pela

insis-tência, contribuir para que elas se fixassem m elhor na m em ória.

O s verbos m ais com uns da língua portuguesa cuja regência

possa oferecer dificuldades figuram no m anual e se observou o

cri-tério do uso geral ou o dos exem plos dos bons autores. Com base

na tradição da língua ou nos dicionários do gênero, em m uitos

casos o

Estado

optou por um a form a, entre duas ou m ais possíveis:

à m enor dúvida sobre o assunto, nunca deixe de consultar o

ver-bete respectivo, no prim eiro capítulo do

Manual

.

Com o todo jornal, o

Estado

adota algum as form as próprias de

redação, ortografia ou estilo. Sem pre que isso ocorre, no entanto,

faz-se a devida ressalva. U m exem plo: os dicionários grafam , em

geral,

oceano Atlântico, baía de Guanabara, golfo Pérsico,

etc. N o

jornal, a palavra que indica o acidente tem inicial m aiúscula:

Ocea

-no Atlântico, Baía de Guanabara, Golfo Pérsico,

etc.

Faz parte ainda deste volum e um a relação de palavras vetadas.

São term os que a Redação, a seu exclusivo critério, julga

antijor-nalísticos, grosseiros, ultrabatidos ou, ao contrário, rebuscados

de-m ais para uso norde-m al no noticiário. À exceção dos vocábulos

vul-gares (

avacalhar

ou

esculham bar

, por exem plo) ou chulos, os

de-m ais poderão ser adde-m itidos ede-m artigos ou crônicas de

colaborado-res externos, m as não em trabalhos idênticos dos profissionais da

em presa. A lguns exem plos de palavras e expressões consideradas

antijornalísticas ou sofisticadas:

prim eiro m andatário da N ação,

burgom estre, transfusionado, soldado do fogo, agilização,

necrópo-le, nosocôm io, tantalização, program ático, em ergencial

,

alavanca-gem , a nível de,

etc.

N a consulta ao

Manual

, deverão ser obedecidas, entre outras,

regras práticas com o: a) A s locuções, na quase totalidade dos casos,

(12)

12

têm com o base a sua palavra-chave. A ssim , procure

à m edida que

em

m edida

, e não na letra

a.

Igualm ente,

de encontro a

pode ser

lo-calizada em

encontro

e

a nível de

, em

nível.

b) O verbete entre

aspas indica que se trata de form a errada ou não usada pelo jornal

(exem plo:

“congressual”

). c) A referência

prefira

im plica a

existên-cia de um a ou m ais opções. Fica evidente que o

Estado

se definiu

por um a delas, apenas.

Para que o consulente não deixe de encontrar o que busca, esta

edição do

Manual

criou centenas de rem issões. Em

raças

e

cães

, por

exem plo, indica-se que a explicação está em

anim ais.

Tentou-se

tam bém prever a que verbete o leitor iria recorrer para esclarecer

determ inada questão. A ssim , em

m im

, abrem -se duas cham adas,

para as expressões

entre m im e ti

e

para eu fazer.

N as form as

pare-cidas (com o

seção, secção, sessão

e

cessão

), um a delas registra a

di-ferença entre as palavras e nas outras se aponta em que verbete

fi-gura a explicação.

N a preparação do

Manual

, foi m uito im portante a colaboração

do filólogo Celso Cunha e da professora Flávia de Barros Carone,

já falecidos. O s dois estudiosos do idiom a deram opiniões

valio-sas a respeito de questões extrem am ente controvertidas do

idio-m a e assuntos nos quais, pela própria dinâidio-m ica da língua, as

gra-m áticas e dicionários ainda são ogra-m issos. Egra-m sua gra-m egra-m ória, o nosso

reconhecim ento.

(13)

13

Este capítulo do

Manual de Redação e Estilo

do Estado expõe

as instruções gerais e específicas indispensáveis à preparação

de um bom texto noticioso e agrupa, da m aneira m ais prática

possível, as norm as internas, gram aticais, ortográficas e de

es-tilo necessárias a esse trabalho.

Por norm as internas entenda-se o conjunto de princípios

destinado à uniform ização do texto do jornal, desde o m odo de

grafar o próprio nom e do Estado até a form a de usar o negrito

e o itálico, as m aiúsculas e m inúsculas, os nom es próprios, as

aspas, os sinais de pontuação, etc.

Dada a sua óbvia im portância para o texto de um jornal com o

o

Estado, as questões gram aticais receberam atenção especial,

entre elas as regras de concordância, as norm as de acentuação,

o em prego dos pronom es, o uso do artigo, a conjugação verbal,

o infinitivo, a form ação do plural, a utilização do hífen, etc.

De-zenas de verbos tam bém figuram neste capítulo, com a sua

con-jugação e regência. A crase, pela dificuldade que representa para

grande núm ero de pessoas, m ereceu um capítulo especial deste

livro, o 2º. N ele o leitor encontrará tam bém algum as centenas

de locuções com ou sem o a

acentuado.

Da m esm a form a, palavras que poderiam oferecer

proble-m as quanto à grafia proble-m ereceraproble-m transcrição, apesar de o

capí-tulo

Escreva Certo

incluir grande parte das que o Estado jul

-gou suscetíveis de dúvida.

Esta parte do m anual trata ainda, com riqueza de detalhes,

de todas as questões de estilo consideradas essenciais para a

produção de um texto elegante e correto. Ao m esm o tem po

13

(14)

alerta para form as pobres ou viciosas de redação, para

redun-dâncias com prom etedoras, para m odism os absolutam ente

des-cartáveis.

N a parte jornalística propriam ente dita, detalhes

dispensá-veis sobre leads, títulos, reportagem , etc., foram poupados ao

leitor, m as se procurou, em todo o tem po, deixar clara a

filoso-fia editorial do Estado a respeito dessas e de outras questões

básicas do jornalism o. E, o que é fundam ental, com o m áxim o

possível de exem plos reais, para que o profissional saiba o que

deve ou não fazer.

Edição

— Há um a série de itens deste capítulo que

forne-cem ao leitor razoável noção de conjunto sobre os conceitos

inerentes à edição de um jornal. Por isso, em bora cada um deles

possa sem pre ser consultado individualm ente, recom enda-se a

sua leitura em bloco, para que eles funcionem com o um

efi-ciente roteiro do texto noticioso.

Esses verbetes, que consubstanciam os princípios e

concei-tos jornalísticos, éticos e profissionais do Estado, são:

acusa

-ções, adjetivação, antinotícia, com para-ções, cronologia,

de-clarações textuais, denúncias, duplo sentido, encam pação,

entrevista, erros, ética interna, eufem ism o, exageros,

explica-ção, fecham ento, fluxo regular, gíria e linguagem coloquial,

ilustrações, im pessoalidade, im propriedades, indefinidos,

in-t erin-t íin-t u los, jogos d e palav ras, lead s, legen d as, localiz ação,

lu gar-com u m , m em ória, m od ism o, m ort es (com o t rat ar),

“m uletas”, nariz-de-cera, notícia antecipada, notícias em

se-qüência, óbvio, opiniões, ouvir os dois lados, palavras

dispen-sáveis, palavras e locuções vetadas, palavras estrangeiras,

pa-lavras inexistentes, pauta, pesquisa, pessoas no noticiário,

pleonasm o, policial (noticiário), precisão, rebuscam ento,

re-gionalism os, rem issão, repercussão, repetições, reportagem ,

ritm o da frase, segundo clichê, sentido incom pleto, sentim

en-tos, sim plicidade, suíte, tam anho do texto, texto-legenda,

tí-tulos

e

valores absolutos.

É indispensável que este capítulo seja lido atentam ente, para

que você saiba que tipo de inform ação esperar e obter dele: ele

lhe será m uito útil no dia-a-dia.

(15)

15

Instruções gerais

1 — Seja claro, preciso, direto, ob-jetivo e conciso. Use frases curtas e evite intercalações excessivas ou or-dens inversas desnecessárias. N ão é justo exigir que o leitor faça com plicados exercícios m entais para com -preender o texto.

2 — Construa períodos com no m áxim o duas ou três linhas de 70 to-ques. Os parágrafos, para facilitar a leit u ra, deverão t er cin co lin h as cheias, em m édia, e no m áxim o oito. A cada 20 linhas, convém abrir um intertítulo.

3 — A simplicidade é condição essencial do texto jornalístico. Lem -bre-se de que você escreve para todos os tipos de leitor e todos, sem exce-ção, têm o direito de entender qual-quer texto, seja ele político, econôm i-co, internacional ou urbanístico.

4 — Adote com o norm a a ordem direta, por ser aqu ela qu e con du z m ais facilm ente o leitor à essência da notícia. Dispense os detalhes irrele-vantes e vá diretam ente ao que inte-ressa, sem rodeios.

5 — A sim plicidade do texto não im plica n ecessariam en t e repet ição de form as e frases desgastadas, uso exagerado de voz passiva (será inicia-do, será realizado), pobreza vocabu-lar, etc. Com palavras conhecidas de todos, é possível escrever de m aneira original e criativa e produzir frases elegan t es, variadas, flu en t es e bem alinhavadas. N unca é dem ais insistir: fuja, isto sim , dos rebuscam entos, dos pedan t ism os vocabu lares, dos t er-m os técnicos evitáveis e da erudição.

6 — N ão com ece períodos ou pa-rágrafos seguidos com a m esm a pala-vra, nem use repetidam ente a m esm a estrutura de frase.

7 — O estilo jornalístico é um m eio-term o entre a linguagem literá-ria e a falada. Por isso, evite tanto a retórica e o herm etism o com o a gíria, o jargão e o coloquialism o.

8 — Tenha sem pre presente: o es-paço hoje é precioso; o tem po do lei-tor, tam bém . Despreze as longas des-crições e relate o fato no m enor nú-m ero possível de palavras. E proceda da m esm a form a com elas: por que opor veto aem vez de vetar, apenas? 9 — Em qualquer ocasião, prefira a palavra mais simples: votar é sem -pre m elhor que sufragar; pretender é sem pre m elhor que objetivar, inten

-tar ou tencionar; voltar é sem pre m e-lhor que regressar ou retornar; tribu

-nal é sem pre m elhor que corte; pas

-sageiro é sem pre m elhor que usuário;

eleição é sem pre m elhor que pleito;

entrar é sem pre m elhor que ingres

-sar.

10 — Só recorra aos termos téc-nicos absolutam ente indispensáveis e nesse caso coloque o seu significa-do entre parênteses. Você já pensou que até há pouco se escrevia sobre juros sem cham ar índices, taxas e ní-veis de patam ares? Que preços eram cobrados e não praticados? Que pa

-râm etros equivaliam a pontos de re-ferência? Que m onitorar correspon

(16)

quan-16

do m u it o com form ação específica em u m a área som en t e. E desfaça m itos. Se o noticiário da Bolsa exige um ou outro term o técnico, um a re-portagem sobre abastecim ento, por exem plo, os dispensa.

11 — N unca se esqueça de que o jorn alist a fu n cion a com o interm e-diário entre o fato ou fonte de infor-m ação e o leitor. Você não deve liinfor-m i-tar-se a transpor para o papel as decla-rações do entrevistado, por exem plo; faça-o de m odo que qualquer leitor possa apreender o significado das de-clarações. Se a fonte fala em dem an

-da, você pode usar procura, sem ne-nhum prejuízo. Da m esm a form a tra-duza patam ar por nível, posiciona

-m ento por posição, agilizar por dina

-m izar, conscientização por conven

-cim ento, se for o caso, e assim por diante. Abandone a côm oda prática de apenas transcrever: você vai ver que o seu texto passará a ter o m íni-m o indispensável de aspas e qualquer en t revist a, por m ais com plicada, sem pre tenderá a despertar m aior in-teresse no leitor.

12 — Procure banir do texto os modismos e os lugares-comuns. Você sem pre pode en con t rar u m a form a elegante e criativa de dizer a m esm a coisa sem incorrer nas fórm ulas des-gastadas pelo uso excessivo. Veja al-gum as: a nível de, deixar a desejar, chegar a um denom inador com um , t ran sparên cia, in st igan t e, pan o d e fundo, estourar com o um a bom ba, encerrar com chave de ouro, segredo guardado a sete chaves, dar o últim o adeus. Acrescente as que puder a esta lista.

13 — D ispen se igu alm en t e os preciosismos ou expressões que pre-t en dem su bspre-t ipre-t u ir pre-t erm os com u n s, com o: causídico, Edilidade, soldado do fogo, elenco de m edidas, data na-talícia, prim eiro m andatário, chefe

do Executivo, precioso líquido, aero-nave, cam po-santo, necrópole, casa de leis, petardo, fisicultor, Câm ara A lta, etc.

14 — Proceda da m esm a form a com as palavras e formas empoladas ou rebuscadas, que tentam transm i-tir ao leitor m era idéia de erudição. O noticiário não tem lugar para term os com o t ecn ologiz ad o, agu d iz ação, consubstanciação, execucional, ope-racionalização, m entalização, trans-fu sion al, paragon ad o, ren t ab iliz ar, parad igm át ico, program át ico, em -b lem at iz ar, con gressu al, in st ru cio-n al, em b asam ecio-n t o, ressociab iliz a-ção, dialogal, transacionar, parabe-nizare outros do gênero.

15 — N ão perca de vista o univer-so vocabu lar do leit or. Adot e est a regra prát ica: n u n ca escreva o qu e você não diria. Assim , alguém rejei

-ta (e não declina de) um convite, pro

-tela ou adia (e não procrastina) um a decisão, aprov eit a (e n ão u su fru i) um a situação. Da m esm a form a, pre-fira dem ora ou adiam ento a delonga;

antipatia a idiossincrasia; discórdia

ou intriga a cizânia; crítica violenta

a d iat rib e; ob scu recer a ob n u b ilar, etc.

16 — O rádio e a televisão podem ter necessidade de palavras de som fo r t e o u v i b r a n t e ; o jo r n a l , n ã o . Assim , goleiro é goleiro e não golei

-rão. Da m esm a form a, rejeite inven-ções com o zagueirão, becão, jogão, pelotaço, galera(com o torcida) e si-m ilares.

17 — Dificilm ente os textos no-ticiosos justificam a inclusão de pa-lavras ou expressões de valor absolu-toou muito enfático, com o certos ad-jetivos (m agnífico, m aravilhoso, sen-sacional, espetacular, adm irável, es-plêndido, genial), os superlativos (en

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petentíssim o, celebérrim o) e verbos fort es com o in fern iz ar, en fu recer, m aravilhar, assom brar, deslum brar, etc.

18 — Term os coloquiais ou de gíriadeverão ser usados com extrem a parcim ônia e apenas em casos m uito especiais (nos diálogos, por exem plo), para não darem ao leitor a idéia de vu lgaridade e prin cipalm en t e para que não se tornem novos lugares-co-m uns. Colugares-co-m o, por exelugares-co-m plo: a m il, ba-rato, galera, detonar, deitar e rolar, flagrar, com a corda (ou a bola)toda, legal, grana, bacana, etc.

19 — Seja rigoroso na escolhadas palavras do texto. Desconfie dos sinô-nim os perfeitos ou de term os que sir-vam para todas as ocasiões. Em geral, há uma palavrapara definir uma si-tuação.

20 — Faça textos imparciais e ob-jetivos. N ão exponha opiniões, m as fatos, para que o leitor tire deles as próprias con clu sões. Em n en h u m a h ipót ese se adm it em t ext os com o:

Dem onstrando m ais um a vez seu ca-ráter volúvel, o deputado A ntônio de A lm eida m udou novam ente de par-tido. Seja direto: O deputado A ntô-nio de A lm eida deixou ontem o PMT e entrou para o PXN. É a terceira vez em um ano que m uda de partido. O

carát er v olú v el do depu t ado ficará claro pela sim ples m en ção do qu e ocorreu.

21 — Lem bre-se de que o jornal expõe diariam ente suas opiniões nos editoriais, dispensando comentários no m aterial noticioso. As únicas ex-ceções possíveis: textos especiais as-sinados, em que se perm itirá ao autor m anifestar seus pontos de vista, e m a-térias interpretativas, em que o jorna-lista deverá registrar versões diferen-tes de um m esm o fato ou conduzir a notícia segundo linhas de raciocínio

definidas com base em dados forneci-dos por fontes de inform ação não ne-cessariam ente expressas no texto.

22 — N ão u se form as pessoais nos textos, com o: Disse-nos o depu-tado... / Em conversa com a reporta-gem do Estado... / Perguntam os ao prefeito... / Chegou à nossa capital... / Tem os hoje no Brasil um a situação pecu liar. / N ão pod em os silen ciar d ian t e d e t al fat o. Algum as dessas construções cabem em com entários, crônicas e editoriais, m as jam ais no noticiário.

23 — Com o norm a, coloque sem -pre em prim eiro lugar a designação do cargo ocupado pelas pessoas e não o seu nom e: O presidente da Repúbli-ca, Fernando Henrique Cardoso... / O prim eiro-m inistro John Major... / O m inistro do Exército, Z enildo de Lucena...É em função do cargo ou ati-vidade que, em geral, elas se tornam notícia. A única exceção é para cargos com nom es m uito loncargos. Exem -plo:O engenheiro João da Silva, pre-sidente do Sindicato das Em presas de Com pra, Venda, Locação e A dm i-nistração de Im óveis Residenciais e C om erciais d e São Pau lo (Secov i), garantiu ontem que...

24 — Você pode ter fam iliaridade com determ inados term os ou situa-ções, m as o leitor, não. Por isso, seja explícito n as n ot ícias e n ão deixe nada subentendido. Escreva, então: O delegado titular do 47º Distrito Poli-cial inform ou ontem ..., e não apenas:

O delegado titular do 47º inform ou ontem.

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gundo, para que, dessa rápida leitura, já se possa ter um a idéia sum ária do que aconteceu.

26 — N ão inicie m atéria com de-claração entre aspase só o faça se esta t iver im port ân cia m u it o gran de (o que é a exceção e não a norm a).

27 — Procure dispor as inform a-ções em ordem decrescente de impor-tância(princípio da pirâm ide inverti-da), para que, no caso de qualquer ne-cessidade de corte no texto, os últm os parágrafos possaúltm ser supriúltm i-dos, de preferência.

28 — Encadeie o lead de m aneira suave e harm oniosa com os parágra-fos segu in t es e faça o m esm o com estes entre si. N ada pior do que um texto em que os parágrafos se suce-dem uns aos outros com o com parti-m en t os est an qu es, separti-m n en h u parti-m a fluência: ele não apenas se torna difí-cil de acom panhar, com o faz a aten-ção do leitor se dispersar no m eio da notícia.

29 — Por encadeam ento de pará-grafos não se entenda o côm odo uso de vícios lingüísticos, com opor outro l a d o , e n q u a n t o i s s o , a o m e s m o tem po, não obstantee outros do gê-nero. Busque form as m enos batidas ou sim plesm ente as dispense: se a se-qüência do texto estiver correta, esses recursos se tornarão absolutam ente desnecessários.

30 — A falta de tem po do leitor exige qu e o jorn al pu bliqu e t ext os cada dia mais curtos(20, 40 ou 60 li-nhas de 70 toques, em m édia). Por isso, com pete ao redator e ao repórter selecionar com o m áxim o critério as inform ações disponíveis, para incluir as essenciais e abrir m ão das supér-fluas. N em toda notícia está jornalis-t icam en jornalis-t e jornalis-t ão bem en cadeada qu e possa ser cortada pelo pé sem m aio-res prejuízos. Quando houver tem po,

reescreva o texto: é o m ais recom en-dável. Q u an do n ão, vá cort an do as frases dispensáveis.

31 — Proceda com o se o seu texto seja o definitivo e vá sair tal qual você o entregar. O processo industrial do jornal nem sem pre perm ite que os co-pies, subeditores ou m esm o editores possam fazer um a revisão com pleta do original. Assim , depois de pronto, reveja e confira todo o texto, com cui-dado. Afinal, é o seu nom e que assi-na a m atéria.

32 — O recurso à primeira pessoa só se justifica, em geral, nas crônicas. Exist em casos excepcion ais, n os quais repórteres, especialm ente, po-derão descrever os fatos dessa form a, com o participantes, testem unhas ou m esm o person agen s de cobert u ras im port an t es. Fiqu e a ressalva: são sem pre casos excepcionais.

33 — N as notícias em seqüência (su ít es), n u n ca deixe de se referir, m esm o su m ariam en t e, aos an t ece-dentes do caso. N em todo leitor pode ter tom ado conhecim ento do fato que deu origem à suíte.

34 — A correção do noticiário res-ponde, ao longo do tem po, pela credi-bilidade do jornal. Dessa form a, não dê notícias apressadas ou não confir-m adas neconfir-m inclua nelas inforconfir-m ações sobre as qu ais você t en h a dú vidas. Mesm o que o texto já esteja em pro-cesso de com posição, sem pre haverá condições de retificar algum dado im -preciso, antes de o jornal chegar ao leitor.

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36 — N as versões conflitantes, divergen t es ou n ão con fir m adas, m encione quais as fontes responsá-veis pelas inform ações ou pelo m enos os setores dos quais elas partem (no caso de os inform antes não poderem ter os nom es revelados). Toda caute-la é pouca e o m áxim o cuidado nesse sentido evitará que o jornal tenha de fazer desm entidos desagradáveis.

37 — Quando um m esm o assun-to aparecer em m ais de um a ediassun-toria no m esm o dia, deverá haver rem is-são, em itálico, de um a para outra:

Mais inform ações sobre o assunto na página... / A repercussão do seqües-tro no Brasil está na página... / N a pá-gina... o prefeito fala de sua candida-tura à Presidência. / Veja na página... as reações econôm icas ao discurso do presidente.

38 — Se você tem vários originais para reescrever, adot e a t écn ica de m arcar as inform ações m ais im por-tantes de cada um deles. Você ganha-rá tem po e evitaganha-rá que algum dado re-levante fique fora do noticiário.

39 — N unca deixe de ler até o fim um original que vá ser refeito. Mesm o que você tenha apenas 15 linhas dis-poníveis para a nota, a linha 50 do texto prim itivo poderá conter infor-m ações indispensáveis, de referência obrigatória.

40 — Preocupe-se em incluir no texto detalhes adicionaisque ajudem o leitor a com preender m elhor o fato e a situá-lo: local, am biente, antece-dentes, situações sem elhantes, previ-sões que se confirm em , advertências anteriores, etc.

41 — Inform ações paralelas a um fato contribuem para enriquecer a sua descrição. Se o presidente dorm e du-rante um a conferência, isso é notícia; idem se ele tira o sapato, se fica con-versando enquanto alguém discursa,

se faz trejeitos, etc. Trata-se de deta-lhes que quebram a m onotonia de co-berturas m uito áridas, com o as ofi-ciais, especialm ente.

42 — Registre no texto as atitu-des ou reações das pessoas, desde que sign ificat ivas: m ost re se elas est ão nervosas, agitadas, fum ando um ci-garro atrás do outro ou calm as em ex-cesso, n ão se deixan do abalar por nada. Em m atéria de am biente, essas in dicações perm it em qu e o leit or saiba com o os personagens se com -portavam no m om ento da entrevista ou do acontecim ento.

43 — Trate de forma impessoalo personagem da notícia, por m ais po-pular que ele seja: a apresentadora X u x a ou X u x a, apen as (e n u n ca a Xuxa), Pelé (e não o Pelé), Piquet (e nãoo Piquet), Ruth Cardoso (e nãoa Ruth Cardoso),etc.

44 — Sem pre que possível, m en-cione no texto afonte da informação. Ela poderá ser om itida se gozar de ab-soluta confiança do repórter e, por al-gum a razão, convier que não apareça no noticiário. Recom enda-se, no en-tanto, que o leitor tenha algum a idéia da procedência da inform ação, com indicações com o: Fontes do Palácio do Planalto... / Fontes do Congres-so... / Pelo m enos dois m inistros ga-rantiram ontem que..., etc.

45 — N a prim eira citação, colo-que entre parênteses o nom e do par-tido e a sigla do Estado dos senadores e deputados federais: o senador João d os San t os (PSD B-R S), o d epu t ad o Francisco de A lm eida (PFL-RJ). N o caso dos deputados estaduais de São Paulo e dos vereadores paulistanos, m encione entre parênteses apenas a sigla do partido.

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um a classe ou categoria, raças, cre-dos, profissões, instituições, etc.

47 — Um assunto m uito sugesti-vo ou im port an t e resist e at é a u m m au texto. N ão há, porém , assunto m ediano ou m eram ente curioso que atraia a atenção do leitor, se a notícia se lim itar a transcrever burocratica-m ente e seburocratica-m burocratica-m aior interesse os dados do texto.

48 — Em caso de dúvida, não he-site em consultar dicionários, enci-clopédias, alm anaques e outros livros de referência. Ou recorrer aos espe-cialistas e aos colegas m ais experien-tes.

49 — Veja algu n s exem plos de textos noticiosos objetivos, sim ples e diretos, constituídos de frases curtas e incisivas (todos eles saíram no Es-tado com o cham adas de prim eira pá-gina):

O s juros passaram a ser fator im -portante para os consum idores dis-postos a fazer com pras neste fim de an o. D os 261 pau list an os ou v id os pelo Inform Estado, 82,8% disseram que vão gastar m enos no N atal em relação ao ano passado. O alto custo d o fin an ciam en t o d as com pras foi apontado por 34,5% dos entrevista-dos com o m otivo básico para a deci-são. O com ércio e a indústria redu-ziram as m argens de lucro, o gover-no atenuou as restrições ao crédito e o m ercado oferece produtos m ais ba-ratos que no últim o N atal, m as os juros pesam .

A sonda liberada pela nave Ga-lileu m ergulhou ontem por cerca de 75 m inutos na atm osfera de Júpiter, até ser pulverizada pela pressão dos

gases que constituem o planeta. Foi a prim eira vez que um equipam ento terrestre chegou a um dos grandes planetas distantes do sistem a solar. A cápsula enviou inform ações sobre a tem peratura e a com posição quí-m ica de Júpiter.

O gov ern o pret en d e ret irar d o Congresso o projeto de reform a da Prev id ên cia e reapresen t á-lo em duas partes. U m a vai incluir os pon-tos em que existe consenso entre os parlam entares e a outra, só os tem as polêm icos, com o os que tratam dos servidores públicos, m ilitares e pro-fessores. O presid en t e Fern an d o H en riq u e C ard oso passou ao seu vice, Marco Maciel, a tarefa de ana-lisar os efeitos políticos da decisão, depois que o m inistro da Previdên-cia foi afastado das negoPrevidên-ciações.

Irrequieto, Carlos N unzio suge-ria ch am ar-se C ésar e lev av a n o bolso um a sovela, instrum ento pon-tiagudo usado pelos sapateiros. Logo despertou a suspeita da polícia e foi preso an t eon t em com o o possív el “m aníaco do estilete”, que já atacou sete m ulheres na zona leste. N a de-legacia, os policiais o film aram e exi-biram o teipe às vítim as. Mas nenhu-m a o identificou e Carlos foi liberta-do ontem à tarde.

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A s cidades e as praias ganham nova vida com o verão, que com eça oficialm ente hoje às 6h18. A m oda im põe m odelos arrojados às m ulhe-res, com om bros e costas de fora. A m inissaia tam bém faz parte do vi-sual de São Paulo e outras capitais. N o Rio, Santos, Guarujá, U batuba, Bertioga e outros pontos preferidos dos veranistas, é tem po de biquíni, saladas, sorvete e alegria.

Frank Sinatra, cantor que em ba-lou três gerações, com pleta 80 anos terça-feira. A pelidado sim plesm ente de A Voz, im itava Bing Crosby, m as superou o ídolo. Ganhou 1 disco de m u lt iplat in a, 1 d e plat in a e 21 d e ouro. Fez film es, venceu um O scar. Foi am igo d e Joh n Ken n ed y e d o gân gst er Lu ck y Lu cian o. Tev e m u -lheres fantásticas. Viveu. My Wayé a m úsica que o representa.

Sensível às m udanças de ventos, a n s i o s a e a rro ga n t e a o m e s m o tem po, a França funciona com o um pisca-alert a. Su as crises in d icam sem pre q u e as socied ad es est ão dando algum a virada. A s greves m o-n u m eo-n t ais q u e lao-n çam às ru as d o p a í s 1 m i l h ã o d e m a n i f e s t a n t e s podem significar um a dolorosa en-trada de toda a Europa num a nova etapa da m odernidade.

Hoje é o dia em que Cannes vai parar. À espera de um olhar. O u de um sorriso. N ão pelo film e, Milagro.

M as pelo d iret or, R ob ert R ed ford . U m outsider. N a tela, um a Pasiona-ria: Sônia Braga.

Veja, ao contrário, três parágrafos de set e lin h as ch eias sem n en h u m ponto e repletos de intercalações que

dificultam a seqüência norm al da lei-tura:

O fazendeiro e piloto de aviões C arlos d e A lm eid a Valen t e, q u e m ora na cidade de Prateados, no ex-trem o norte do País, apontado pela Polícia Federal com o um dos reis do con t rab an d o e t ran sport an d o em seus aviões bim otores e turbinados m ais de 70% das m ercadorias con-trabandeadas dos Estados U nidos e Paraguai para o Brasil, terá seus ne-gócios financeiros investigados pela Receita Federal, que fará com pleta devassa nas suas em presas.

A esperada divulgação, na noite de sexta-feira, do IN PC de janeiro, que, pela prim eira vez em quase 20 m eses, voltou a ser utilizado com o parâm et ro para a correção d e u m agente econôm ico — no caso, os sa-lários — e apresentou um a variação recorde de 35,48% , veio confirm ar o que já se tem ia: os níveis de recom -posição dos salários, que pela fórm u-la aprovada pelo Congresso N acio-n al v ão v ariar d e apeacio-n as 1,51% a 7,48% , n ão são su ficien t es seq u er para fazer frente à inflação real de fe-vereiro.

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A Abolir

A. Ver há, a, página 137.

A (para).1 — Verbos com o dar, enviar, inform ar, escrever, consagrar, causar e outros sem elhantes ou equivalentes exigem a preposição a, e não para. Re-pare que todos obedecem a esta estru-tura: dar (enviar, inform ar, dedicar, cau sar, devolver, ven der, dist ribu ir, etc.)alguma coisa a alguém.

2 — Eis alguns deles: aconselhar, at ribu ir, cau sar, ceder, com u n icar, conceder, conferir, consagrar, dar, de-dicar, devolver, dirigir, dispensar, dis-tribuir, doar, em prestar, encam inhar, entregar, enviar, facultar, fornecer, in-form ar, m andar, m inistrar, ocasionar, oferecer, ofertar, outorgar, pagar, par-ticipar, prestar, proporcionar, receitar, recom endar, render, restituir, revelar e vender.

3 — Exem plos:Deu (cedeu, devol-v eu , en t regou , em prest ou , en devol-v iou , m andou, ofereceu, ofertou, restituiu) o livro ao am igo. / Causaram (ocasio -naram)danos ao aparelho. / A tribuí-m os (concedem os, conferim os, outor-gam os) o prêm io aos v en ced ores. / D ispen saram (d ed icaram) at en ção aos fav elad os. / Prest aram (ren d e -ram) h om en agem aos pracin h as. / Com unicaram (inform aram , partici-param , revelaram)o fato aos fam ilia-res. / Pagou a dívida ao am igo.

4 — Com verbos de m ovim ento, a indica deslocam ento rápido, provisó-rio, e para, deslocam ento dem orado

ou definitivo: Vai a Paris (vai e volta logo). / Vai para Paris (vai de m udan-ça ou vai para ficar algum tem po). / Levou os filhos à casa da m ãe (levou e trouxe de volta). / Levou os filhos para a casa da m ãe (levou e deixou, pelo m enos por algum tem po). / Veio ao Brasil (veio e volt ou para o seu país). / Veio para o Brasil(veio e ficou pelo m enos algum tem po).

A algum lugar e não em. Com verbos de m ovim ento, use a e não em: Fui ao teatro(e não no). / Cheguei à cidade (e não na). / Cham aram -no ao telefo-ne. /Levou os filhos ao circo. / Des -ceu ao segu n d o an d ar. / Volt ou ao Brasil. / Saiu à jan ela. Igu alm en t e: chegada a, ida a, vinda a.

Abade. Fem inino: abadessa.

“Abalo sísmico”. Prefira terremoto, tre-mor de terraou sim plesm ente abalo. Abdicar. 1 — Prefira a regência indireta: D. Pedro I abdicou da coroa do Bra-sil. / N unca abdicava dos seus prin-cípios. 2 — A form a direta (abdicou o t ron o, ab d icou os seu s prin cípios), m enos usada, deve ser adm itida so-m ente eso-m artigos ou coso-m entários as-sinados. 3 — O verbo pode tam bém ser in t ran sit ivo (dispen sa com ple-m ento): D. Pedro I abdicou. / Por já estar m uito velho, o rei achou m elhor abdicar.

Abdome. Prefira esta form a a abdômen. Abençoar. C on ju ga-se com o m agoar

(ver, página 166).

Abolir. Conjugação. Pres. ind.: Aboles, abole, abolim os, abolis, abolem . Pres. sub j.: N ão exist e. Im p er. afir m .: Abole, aboli. (N ão tem a 1ª pessoa do pres. ind.)

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Abreviaturas. 1 — N os textos corridos, evit e ao m áxim o u sar abreviat u ras: C om prou 3 q u ilos (e n ão 3 k g) d e carne./ O carro rodou 243 quilôm e-tros(em vez de 243 k m). / O terreno m ed ia 25 h ect ares (e n ão 25 h a). / Chegou às 8 horas(e não às 8 h). / U m galão am ericano tem 3,785 litros (e não 3,785 l). De qualquer form a, repa-re que existe espaço (3 k g) entre o nú-m ero e a abreviat u ra qu e exprinú-m e valor ou grandeza.

2 — Quando necessário, porém (tí-tulos, tabelas, quadros ou textos espe-cíficos em que m edidas ou grandezas apareçam com m u it a freqü ên cia), consulte a lista de abreviaturas deste m anual (verbete seguinte). N o caso de textos em que a grandeza ou m edida vá aparecer m uitas vezes, é possível abreviá-la, desde que ela apareça por extenso pelo m enos na prim eira vez em que for citada.

3 — Os títulos dr. e dra. (só para m édicos), sr. e sra. ou d. (dom e dona) devem ser escritos de preferência na form a abreviada e com inicial m inús-cu la. (Pela n or m a oficial, são em m aiúsculas: Dr. Antônio, Sr. José dos Santos.)

4 — Abrevie igualm ente as form as cerim oniosas de tratam ento; só que, neste caso, use iniciais m aiúsculas: S. Sa.(e nãoSua Senhoria), V. Exa.(e não Vossa Excelência), S. Em a. (e não Sua Em inência).

5 — N ão abrevie ou t ros t ít u los com o: prof. An t ôn io (u se professor Antônio), eng. José (engenheiro José), gen. Tinoco (general Tinoco). Exce-ção: t ran scrição de docu m en t os ou listas de prom oções das Forças Arm a-das.

6 — N enhum a das abreviaturas do sistem a m étrico decim al tem ponto ou plu ral: 1 k m , 6 k m (e n u n ca 6 k m s.), 1 h, 5 h (e nunca5 hs.), 2m , 6 k g, 16 l(e nãols.), 25 ha, 30 t, 40 g, 57 m in , 18 s, 18h 16m in 14s (só n est e

caso, sem espaço entre os núm eros e a abreviatura).

7 — Têm plural com s as abrevia-turas constituídas pela redução de pa-lavras e as que representam títulos ou form as de tratam ento: sécs. 15 e 16, págs. 54, 55 e 56 e segs., srs., sras., drs., dras., S. Sas.(repare que o S. de Sua fica in variável), V. Ex as. (o m esm o ocorre com o V. de Vossa), etc. Exce -ção: d. (para dons e donas).

8 — Tam bém recebem s as abrevia-turas que se identificam com siglas: dois PMs, cinco TVs, quatro GPs, 8 HPs, etc.

9 — Alguns plurais se fazem com a du plicação da let ra: A. (au t or), A A. (autores), E. (editor), EE. (editores). A duplicação da letra pode tam bém in-dicar o superlativo: D. (digno), DD. (digníssim o).

10 — As in dicações a.C. e d .C. (antes e depois de Cristo) devem ser em pregadas abreviadam ente e com o a e o d em m inúsculas.

11 — Evite abreviar São e Santo, a não ser nos títulos. A form a é S. para am bos os casos: S. José, S. A m aro, S. Catarina (e não Sto. A m aro ou Sta. Catarina).

12 — Apenas em casos excepcio-nais, e m esm o assim som ente nos tí-tulos, se adm itirá que um nom e geo-gráfico seja abreviado: P. Prudente, C. do Jordão, R. G. do N orte, A . Latina, N . York (repare que são form as feias, graficam ente). Poderá ter livre curso nos títulos, por já se tratar de caso con-sagrado, a abreviatura S. (de São, Santo e Santa): S. Carlos, S. A ndré.

13 — Três nom es de cidades pode-rão, apenas nos títulos, ser substituí-dos por siglas: SP (São Pau lo), BH (Belo Horizonte) e N Y (N ova York). Use Rio, e não RJ, porque o núm ero de sinais é praticam ente o m esm o.

14 — As abreviaturas dos nom es dos Estados são constituídas sem pre de du as let ras, am bas m aiú scu las e sem ponto: SP, A M, BA , GO , PE,etc.

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15 — Por questões gráficas, o Esta-do não usa, nas abreviaturas, as for-m as efor-m que deterfor-m inada letra ou con-junto de letras aparece em corpo redu-zido e no alto da palavra: sr.a, dr.a, ex.m a, c.el. Em pregue, sim plesm en-te: sra., dra., exm a., cel., etc.

16 — Por m otivo de sim plificação, as abreviaturas aparecem , na m aior parte dos casos, sem pontos interm e-diários: H P, e n ão H .P.; C IF, e n ão C.I.F.; rpm, e não r.p.m .; SO S, e não S.O .S.,etc.

17 — Mesm o nos endereços (a não ser que se trate de um a série deles e haja necessidade de econom izar espa-ço), evite as abreviaturas: Rua A ugus-ta (e não R. A ugusta), Avenida Pau-lista (em vez deAv. Paulista), Praça do Patriarca (e nãoPç. do Patriarca), Largo do Tesouro (e não Lgo. do Te-souro). Da m esm a form a, tel., em vez de telefone, só quando for m uito ne-cessário.

18 — Os sím bolos quím icos podem ser representados por um a ou duas le-tras. Quando por um a, ela é sem pre m aiúscula; quando por duas, a prim ei-ra é m aiúscula, a segunda, m inúscula e não há ponto: P (fósforo), I (iodo), N (nitrogênio), A g (prata), Ca (cálcio), Cs (césio), etc. Os sím bolos não figu-ram na lista de abreviaturas do m a-nual por não terem m aior interesse jornalístico, m as constam do Dicio -nário A urélio, no nom e do elem ento quím ico.

19 — Use S.A .com o abreviatura de Sociedade Anônim a, por ser a form a oficial, e nãoS/A.

20 — Recorra sem pre à abreviatu-ra T V paabreviatu-ra o n om e da em issoabreviatu-ra, e n u n ca às for m as T v ou Tev ê: T V Globo (e não Tv Globo ou Tevê Glo-bo), TV Bandeirantes,etc.

21 — Só abrevie as palavras artigo ou artigos (art.ou arts.) em textos ofi-ciais quando for essa a form a original. Caso contrário, use a palavra por ex-tenso.

22 — Se tiver necessidade de for-m ar abreviaturas (efor-m casos excepcio-nais, apenas), o procedim ento reco-m en dado é fazê-las t erreco-m in ar n u reco-m a consoante e não em vogal. Assim , fil. ou filos. para filosofia, fís. para física, etc. Se cortar a palavra num grupo de consoantes, m antenha-as: depr. para depreciativo, e não dep., ópt. e não óp. para óptica, etc.

23 — O acento existente na pala-vra original m antém -se na abreviatu-ra:pág., págs.(páginas), séc., sécs. (sé-culos).

24 — Ver tam bém siglas, página 267.

Abreviaturas (lista). A.— autor

aa.— assinados(as) AA.— autores

a.C.— antes de Cristo a.D.— anno Dom ini Al.— Alam eda alm.— alm irante

alm.-esqdra.— alm irante-de-esquadra

a.m.— ante m eridiem ap.— apartam ento

AR — Adm inistração Regional asp.— aspirante

Av. — Avenida bel.— bacharel brig.— brigadeiro btl.— batalhão

°C — grau centesim al, centígrado ou Celsius

c.-alm.— contra-alm irante cap.— capitão

cap. — capítulo

cap.corv.— capitão-de-corveta cap.frag.— capitão-de-fragata cap.m.g.— capitão-de-m ar-e-guerra caps.— capítulos

cap.-ten.— capitão-tenente cav.— cavalaria

cc. — centím etro cúbico cel. — coronel

cg— centigram a(s)

C.G.S. — centím etro, gram a, segundo

24

(25)

Cia. — com panhia

CIF— cost, insurance and freight (custo, seguro e frete)

cl— centilitro(s) cm — centím etro(s)

cm2— centím etro(s) quadrado(s) cm3— centím etro(s) cúbico(s) cm/s — centím etro(s) por segundo cód. — código

com. — com andante

comp. — com panhia (m ilitarm ente) Cr

$

— cruzeiro

Cz

$

— cruzado d. — dom d. — dona D. — digno

d.C. — depois de Cristo DD. — digníssim o dec. — decreto dg— decigram a(s) DL— Decreto-Lei dr. — doutor dra. — doutora dras. — doutoras drs. — doutores E. — editor E— Este ed. — edição EE. — editores EM— Estado-Maior Ema. — Em inência emb. — em baixador eng. — engenheiro(a) Esc. — Escola etc. — et cetera ex. — exem plo(s) Exa. — Excelência exma. — excelentíssim a exmo. — excelentíssim o Fed — Federal Reserve (o Banco

Central dos EUA) fem. — fem inino fl. — folha fls. — folhas

FOB — free on board (livre a bordo) fr. — frei

g — gram a(s) gen. — general

GMT — Greenwich Meridian Tim e (hora do m eridiano de Greenwich )

GW — gigawatt h — hora(s) ha — hectare(s) hab. — habitante(s) hl — hectolitro(s)

HP — horse-power (cavalo-vapor) ib. — ibidem (no m esm o lugar) id. — idem (o m esm o)

i.e. — id est (isto é) ilma. — ilustríssim a ilmo. — ilustríssim o inf. — infantaria Jr. — Júnior °K— grau(s) Kelvin kg — quilogram a(s) kHz — quilohertz km — quilôm etro(s)

km2— quilôm etro(s) quadrado(s) km/h— quilôm etro(s) por hora KO— nocaute

kV— quilovolt(s)

kVA— quilovolt(s)-am père(s) kW — quilowatt(s)

kWh — quilowatt(s)-hora l — litro(s)

lb. — libra, libra-peso log. — logaritm o LP— long-playing Ltda. — Lim itada m— m etro(s)

m2— m etro(s) quadrado(s) m3— m etro(s) cúbico(s) mA— m iliam père(s) maj.— m ajor mal. — m arechal méd. — m édico mg— m iligram a(s) MHz — m egahertz min — m inuto(s) ml — m ililitro(s)

mlle. — m adem oiselle (senhorita) mm — m ilím etro(s)

mm2— m ilím etro(s) quadrado(s) mm3— m ilím etro(s) cúbico(s) MM. — m eritíssim o

mme. — m adam e

m/min— m etro(s) por m inuto mons. — m onsenhor

mr. — m ister (senhor) mrs. — m istress (senhora)

25

(26)

m/s— m etro(s) por segundo MTS — m etro, tonelada, segundo mV — m ilivolt(s)

MW — m egawatt N — N orte

NCz

$

— cruzado novo N. da R. — nota da redação N. do A.— nota do autor N. do E.— nota do editor N. do T.— nota do tradutor NE — N ordeste

N.N. — abreviatura com que se oculta um nom e em program as, cartazes, subscrições, etc. — núm ero

N. S.— N osso Senhor N. Sa.— N ossa Senhora N.T.— N ovo Testam ento O— Oeste

obs.— observação

op. cit.— opus citatum (obra citada) oz.— onça(s) (peso)

pág. — página págs. — páginas pe. — padre

p. ex. — por exem plo pg. — pago

Ph.D. — Philosophiae Doctor (doutor em filosofia) pl. — plural

p.m. — post m eridiem prof. — professor profa. — professora profas. — professoras profs. — professores

P.S. — post scriptum (pós-escrito) pt— ponto

QG — quartel-general R. — Rua

R$ — Real

Revmo. — Reverendíssim o rpm — rotação por m inuto rps — rotação por segundo s — segundo(s) (de tem po) S. — Santa, Santo, São S — Sul

S.A. — Sociedade Anônim a sarg. — sargento

s/d— sem data séc. — século

sécs. — séculos seg. — seguinte segs. — seguintes S. Ema. — Sua Em inência S. Emas. — Suas Em inências S. Exa. — Sua Excelência S. Exas. — Suas Excelências SOS — sinal de socorro sr. — senhor

sra. — senhora sras. — senhoras

S. Revma. — Sua Reverendíssim a S. Revmas. — Suas Reverendíssim as srs. — senhores

srta. — senhorita S. Sa. — Sua Senhoria S. Sas. — Suas Senhorias t — tonelada

tel. — telefone ten. — tenente

ten.-cel. — tenente-coronel Trav. — Travessa

TV— televisão V — volt(s) V. — você

VA — volt-am père V. A. — Vossa Alteza v.-alm. — vice-alm irante V. Ema. — Vossa Em inência V. Emas. — Vossas Em inências V. Exa. — Vossa Excelência V. Exas. — Vossas Excelências V. Revma. — Vossa Reverendíssim a V. Revmas. — Vossas

Reverendíssim as vs. — versus (contra) V. S. — Vossa Santidade V. Sa. — Vossa Senhoria V. Sas. — Vossas Senhorias VT — videoteipe

W — watt(s) W — Oeste w .c. — water-closet Wh — watt-hora x — versus (no futebol) yd — yard(s) (jarda)

(N o Estado, u se as abreviat u ras dessa form a. Pela n orm a oficial, as qu e in dicam t ít u los ou form as de

26

Referências

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