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Vibrações Mecânicas - Notas de Aula I - Construção de Modelos Vibratórios

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Academic year: 2021

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VIBRAÇÕES MECÂNICAS

Notas de Aula I

(2)

Ano Novo

Novos desafios e oportunidades!

(3)

Ano Novo

Livro: RAO, Singiresu S.. Vibrações Mecânicas. 4ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.

Capítulo 1 – Fundamentos de Vibrações

1.4 – Conceitos Básicos (pág. 6)

1.5 – Classificação de Vibrações (pág. 8)

1.6 – Procedimento de análise de vibração (pág. 9)

1.7 – Elemento de mola (pág. 11)

1.8 – Elemento de massa ou inércia (pág. 15)

Tópico 1 - Construção de Modelos

Vibratórios

(4)

Ano Novo

Livro: RAO, Singiresu S.. Vibrações Mecânicas. 4ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.

1.9 – Elementos de amortecimento (pág. 17)

1.10 – Movimento harmônico (pág. 21)

1.11 – Análise harmônica (pág. 26)

Tópico 1 - Construção de Modelos

Vibratórios

(5)

Ano Novo

BALACHANDRAN, BALAKUMAR. VIBRAÇOES MECÂNICAS. 1ª ed. SÃO PAULO: Cengage Learning, 2011.

Capítulo 1 – Introdução

1.1 – Introdução (pág. 1)

1.2 – Conceitos Básicos de Dinâmica (pág. 2)

Capítulo 2 – Construção de modelos de sistemas vibratórios

2.1 – Introdução (pág. 21)

2.2 – Elemento de Inércia (pág. 22)

(6)

Ano Novo

BALACHANDRAN, BALAKUMAR. VIBRAÇOES MECÂNICAS. 1ª ed. SÃO PAULO: Cengage Learning, 2011.

2.3 – Elemento de Rigidez (pág. 26)

2.4 – Elemento de Dissipação (pág. 44)

2.5 – Construção de Modelos (pág. 49)

2.6 – Projetos para Vibrações (pág. 53)

(7)

Conceitos Básicos de Vibrações

Vibração

É qualquer movimento que se repete, regular ou

irregularmente, depois de um intervalo de tempo.

O movimento de um pêndulo e da corda de um

violão são exemplos simples de vibrações no

mundo real. Em engenharia estes movimentos

ocorrem em elementos de máquinas e nas

estruturas, quando estes estão submetidos a ações

dinâmicas.

(8)

Conceitos Básicos de Vibrações

Partes Elementares de um Sistema Vibratório

- Energia Potencial (elasticidade ou mola) - Energia Cinética: massa ou inércia

(9)

Conceitos Básicos de Vibrações

(10)

Graus de Liberdade

É o número mínimo de coordenadas independentes necessárias a descrever completamente o movimento de todas as partes que compõem um sistema vibratório. A Fig. mostra exemplos esquemáticos de sistemas com um, dois e três graus de liberdade. Se um sistema possui pelo menos um grau de liberdade, os valores das variáveis que descrevem o estado do sistema (posição, velocidade, aceleração) devem ser especificados. Para isto é necessário que se escolha um sistema de coordenadas. Esta escolha é arbitrária: pode-se escolher qualquer sistema de coordenadas para descrever um movimento.

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Sistemas Discretos e Contínuos

Sistemas Discretos: podem ser separados em partes de forma que cada uma delas possua um determinado número de graus de liberdade e o sistema global tenha um número finito de graus de liberdade. Também chamados de sistemas com parâmetros concentrados.

Sistema Contínuo: não pode ser dividido, possuindo um número infinito de graus de liberdade sendo também conhecidos como sistemas com parâmetros distribuídos.

(16)

Vibração livre é aquela produzida por uma perturbação

inicial que não persiste durante o movimento vibratório.

Como exemplo tem-se a vibração do pêndulo simples. Depois de deslocado de sua posição de equilíbrio, o pêndulo simples permanece em movimento oscilatório sem que nenhum efeito externo intervenha.

Vibração forçada é provocada por um efeito externo que

persiste durante o tempo em que o movimento vibratório

existir. O movimento de um rotor desbalanceado é típico de uma vibração forçada.

(17)

Vibração amortecida é aquela em que a energia vibratória se dissipa com o transcorrer do tempo de forma que os níveis vibratórios diminuem progressivamente.

Vibração não amortecida é aquela em que a energia vibratória não se dissipa de forma que o movimento vibratório permanece imutável com o passar do tempo. Os sistemas em que ocorre a vibração não amortecida são sistemas ideais, pois sempre alguma energia será dissipada em um sistema físico. Entretanto, em muitos casos, o amortecimento é tão pequeno que é possível desprezá-lo, pois os níveis vibratórios diminuem muito pouco durante o tempo em que o movimento é observado e a análise do problema se torna matematicamente mais simples. Em se tratando de um sistema real, as resistências passivas estão sempre presentes fazendo com que a energia oscilatória se dissipe. Esta dissipação de energia é representada pela característica chamada amortecimento.

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Vibração linear é aquela que ocorre em um sistema cujos componentes atuam linearmente (a força de mola é proporcional ao deslocamento, a força de amortecimento é proporcional à velocidade e a força de inércia é proporcional à aceleração).

Vibração não linear é aquela em que um ou mais componentes do sistema não se comporta linearmente, ou seja a força produzida não apresenta uma relação linear com a variável cinemática a que se associa (relações quadráticas, cúbicas, logarítmicas, exponenciais, senoidais, etc.).

(20)

Vibração determinística é aquela em que se

pode

prever

todas

as

características

do

movimento vibratório em qualquer instante de

tempo (excitação aplicadas).

Vibração aleatória ou não determinística é

aquela em que não é possível prever o que irá

acontecer no movimento vibratório (excitações

aplicadas).

(21)

Um sistema vibratório é um sistema dinâmico para o qual as variáveis como as excitações (entradas) e respostas (saídas) são dependentes do tempo. Em geral, a resposta de um sistema vibratório depende das condições iniciais, bem como das excitações externas.

A análise de um sistema vibratório envolve modelagem matemática, obtenção de equações governantes, solução das equações e interpretação dos resultados.

(22)

Etapa 1 – Modelagem Matemática: finalidade de

representar todos os aspectos importantes do sistema. Exemplo 1: Modelagem de um martelo de forja.

(23)

Etapa 1 – Modelagem Matemática:

Exemplo 1: Modelagem de um martelo de forja.

(24)

Etapa 1 – Modelagem Matemática:

Exemplo 1: Modelagem de um martelo de forja.

(25)

Etapa 1 – Modelagem Matemática:

Exemplo 2: Modelo matemático de um motociclista.

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Etapa 1 – Modelagem Matemática:

Exemplo 2: Modelo matemático de um motociclista.

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Etapa 1 – Modelagem Matemática:

Exemplo 2: Modelo matemático de um motociclista.

(28)

Etapa 2 – Derivação das equações governantes Etapa 3 – Solução das Equações Governantes Etapa 4 – Interpretação dos Resultados

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Elementos de Mola

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(39)
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(41)

Elementos de Massa ou Inércia

(42)

Elementos de Massa ou Inércia

(43)

Elementos de Massa ou Inércia

(44)

Elementos de Massa ou Inércia

(45)

Elementos de Massa ou Inércia

(46)

Elementos de Massa ou Inércia

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Movimento Harmônico

Definição:

O movimento harmônico é o tipo mais simples de movimento periódico.

Entende-se por movimento periódico os que se repetem em intervalos de tempos iguais. A figura à seguir ilustra a geração deste movimento.

(49)
(50)

Deslocamento:

x = A sen Ɵ = A sem ωt

Velocidade:

v = ẋ =ωA cosωt

Aceleração

a = ẍ = −ω²A senωt = - ω²x

Movimento Harmônico

(51)

A aceleração é diretamente proporcional ao

deslocamento e dirigida a posição média. Isto é

conhecido como movimento harmônico simples

(movimento cíclico e senoidal).

(52)

Amplitude - A - é o máximo valor atingido por x. A

unidade utilizada é a mesma da variável x. Na literatura, muitas vezes encontra-se os termos “amplitude de pico” significando o que aqui se chama simplesmente de amplitude e “amplitude pico a pico” significando a diferença entre o valor máximo e o valor mínimo de x, sendo, para o movimento harmônico, o dobro da amplitude A.

Período - T - é o tempo transcorrido até que o

movimento se repita (mesmos x, ẋ e ẍ). O período é expresso por uma unidade de tempo, normalmente o segundo.

(53)

Freqüência - f - é o número de repetições que

ocorrem em uma determinada unidade de

tempo. É definida como o inverso do período,

• f =1/T

normalmente medida em ciclos por segundo

(Hertz - Hz). Uma outra unidade de freqüência

bastante comum em engenharia mecânica é a

RPM (rotações por minuto) ou CPM (ciclos por

minuto), freqüentemente utilizada para medir

velocidade de rotação em sistemas rotativos.

(54)

Freqüência angular - ω - é a velocidade angular

com que um vetor de amplitude A gira (Fig. 1.9),

de forma que suas projeções horizontal e vertical

são movimentos harmônicos. Relaciona-se com a

freqüência f por

ω = 2πf

uma

vez

que

um

período

de

oscilação

corresponde a uma volta completa do vetor o

que equivale a um ângulo de 2π rad. É, portanto,

medida em rad/seg.

(55)
(56)

Ângulo de fase - φ - é o ângulo inicial do argumento da

função senoidal que descreve o movimento harmônico. Deve ser normalmente representado em radianos. O ângulo de fase começa a se tornar importante quando se compara dois movimentos harmônicos não coincidentes no tempo. Ao se estabelecer um movimento como básico, uma escolha adequada do início da observação do movimento fará com que o ângulo de fase represente o quanto um movimento está adiantado ou atrasado em relação ao outro. O ângulo de fase é normalmente medido em radianos (outra unidade que permite a medição de ângulo também é possível).

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(58)

Frequência Natural (ɷ

n

) – Se, após uma

perturbação inicial, um sistema continuar a

vibrar por si próprio sem a ação de forças

externas, a frequência com que ele oscila é

conhecida como frequência natural.

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Referências

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