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XV MET na Embrapa Clima Temperado

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Embrapa Clima Temperado

Ano 16, nº 727

8/11/2010

XV MET na Embrapa Clima Temperado

XV Encontro Nacional sobre Metodologias e Gestão de Laboratórios da Embrapa (MET) e o II Simpósio sobre Metodolo-gias de Laboratório de Pesquisa Agropecuária aconteceram de 25 a 29 de outubro, na Sede da Em-brapa Clima Temperado. Ambos eventos apresentaram foco na qualificação de pesquisadores, profissionais, técnicos e estudan-tes que desenvolvam ou tenham interesse em técnicas de análi-se de laboratórios de pesquisa. A solenidade de abertura oficial do XV MET, realizada na se-gunda-feira, 25 de outubro, contou com a participação do coordena-dor do evento e Gerente de Qua-lidade da Embrapa Clima Tempe-rado, Denilson Anthonisen, além do Chefe-Adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Unidade , Clenio Nailto Pillon, representando o Chefe-Geral da Embrapa Clima Temperado, Waldyr Stumpf Junior. Também fizeram parte da mesa o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária Edmundo

Gastal (Fapeg), Bonifacio Nakasu e a analista da Embrapa Suínos e Aves e representante do Comitê Gestor do MET, Lorien Zimmer.

Após a cerimônia foi minis-trada a primeira palestra do dia, onde a analista da Embrapa Gado de Leite, Carolina Quintão, abor-dou os avanços tecnológicos no suporte à pesquisa. Segundo Ca-rolina, o objetivo do Comitê Gestor de Laboratórios da Embrapa Gado de Leite é consolidar o processo de geração de inteligência estra-tégica da empresa, utilizando ins-trumentos que permitam otimizar a transformação de dados em infor-mações e, então, em inteligência. Em seguida, em mesa re-donda constituída para tratar dos reflexos da pesquisa no desen-volvimento regional e nacional, o Chefe-Adjunto de Pesquisa e De-senvolvimento da Embrapa Clima Temperado, Clenio Nailton Pillon, discorreu sobre os reflexos na agropecuária brasileira. Confor-me Pillon, o Brasil está vivendo um novo momento no que tange

o aperfeiçoamento das pesquisas agropecuárias, citando a expansão de novas fronteiras agrícolas na região Centro-Oeste do País como exemplo da ampliação dos estudos sobre a agropecuária brasileira. “Tivemos uma revolução tecnoló-gica na agrotecnologia do Brasil a partir da década de 70, com o início de estudos que servem até os dias de hoje para o desenvolvimento de pesquisas para técnicos e pes-quisadores da área”, ressaltou. Já no turno da tarde, um painel teve como tema recursos genéticos e melhoramento de plantas. Durante o encontro foram discutidas as ferramentas labo-ratoriais utilizadas no estudo de recursos genéticos e no melho-ramento de plantas, além da pro-dução sustentável de alimentos.

As atividades do primeiro dia do XV MET foram encerradas com a palestra sobre o resgate de germoplasma crioulo e me-lhoramento participativo proferi-da pelo pesquisador proferi-da Embrapa Clima Temperado, Irajá Antunes.

Solenidade de abertura do XV MET destacou a importância da qualificação de pesquisadores, profissionais, técnicos e estudantes em relação às técnicas de análise de laboratórios de pesquisa.

EDIÇÃO EXTRA - Especial XV MET

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o segundo dia de

ativida-des do XV MET, terça-feira, 26 de novembro, foram abordados temas como validação de mé-todos de análise química instru-mental, gestão da qualidade em instituições de ensino e pesquisa, bem como as mudanças climáti-cas e o desenvolvimento regional. A primeira palestra do dia foi ministrada pela professora do curso de Química da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Adria-ne Medeiros NuAdria-nes, que discor-reu sobre a validação de métodos de análise química instrumental. Segundo Adriane, existem dois tipos de métodos usados durante o processo validativo. No primeiro, a validação é realiza-da no laboratório, servindo para aprovar um método novo que te-nha sido desenvolvido. Já o segun-do tipo de validação é a completa, que envolve todas as característi-cas de desempenho e um estudo interlaboratorial, além de verificar como determinada tecnologia se comporta juntamente com a ma-triz utilizada em diversos labora-tórios, estabelecendo a

reprodu-tibilidade da meto-dologia em q u e s t ã o . Outro tema en-focado no s e g u n d o dia de ati-vidades do XV MET foi as mu-d a n ç a s climáticas que

in-fluenciam inclusive no controle de pragas das lavouras. De acordo com o engenheiro agrônomo da UEQ, Milton Guerrero, o aqueci-mento global observado nos últi-mos 120 anos pode ser explicado principalmente pelo efeito estufa. Guerrero salientou também os efeitos causados pelo dióxido de carbono nas plantas, como a acelaração da taxa de fotos-síntese e a diminuição da qua-lidade nutricional do vegetal.

Além destes problemas, o engenheiro agrônomo citou outro aspecto negativo resultante do a u m e n t o da tem-p e r a t u r a no plane-ta, que, s e g u n d o e s t u d o s , deve au-m e n t a r nas próxi-mas déca-das entre 1,4ºC e 5,8ºC. “As alterações c l i m á t i

-cas podem ser perigosas para os inimigos naturais das pragas que danificam as lavouras, o que nos leva a um novo proble-ma, que é o crescimento popula-cional destas pestes”, salientou. O segundo dia de ativi-dades do XV MET ainda contou com a palestra da presidente do Comitê Local de Gestão Ambien-tal (CLGA), Lilian Sosinski, que discorreu sobre os serviços am-bientais disponíveis na natureza.

Conforme Lilian, podem ser considerados serviços am-bientais todos os bens e servi-ços providos pelo ambiente que contribuem para o bem estar dos seres humanos. Lílian citou como exemplo destes serviços o controle da erosão do solo e a proteção do ciclo da água.

Mudanças climáticas e desenvolvimento regional

em pauta no evento

Efeito estufa causado pela emissão de dióxido de carbono interfere

no controle de pragas das lavouras

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laboratoriais também foram debatidos no XV MET

primeiro palestrante do terceiro dia de atividades, quar-ta-feira, 27 de novembro, foi o farmacêutico-bioquímico da Start Assessoria e Representações Tecnológicas, Sueki Tsukuda. O profissional abordou a obtenção e o uso da água purificada em laboratórios de alta performance, salientando seus critérios de pu-reza e parâmetros a serem anali-sados, além dos tipos de filtração existentes atualmente. Tsukuda discorreu também sobre os prin-cipais parâmetros a serem anali-sados para se verificar a pureza da água. “Para verificar o nível de qualidade da água devemos seguir alguns parâmetros básicos de análise como, por exemplo, condutividade, temperatura, alca-linidade e cor do líquido”, disse.

Outro assunto presente no terceiro dia do XV MET foram os biocombustíveis. Durante uma mesa-redonda, formada pelo pes-quisador da Embrapa Clima Tem-perado, Sérgio Delmar dos Anjos, pela Dra. em Química da UFRGS, Annelise Engel Gerbase, e pelo Chefe de Pesquisa e Desenvolvi-mento da Embrapa Agroenergia, Esdras Sunfeld, foi salientada a importância da cana-de-açúcar para o crescimento do mercado de

combustíveis renováveis e biodegradá-veis no Brasil. O país possui a segunda maior taxa de produção de etanol e biodiesel do mundo, sen-do superasen-do apenas pelos Estados Uni-dos. Atual-mente, o Rio

Grande do Sul conta com cinco empresas produtoras de Biodiesel, sendo o segundo estado do País em produção do biocombustível. Conforme o pesquisador da Em-brapa Clima Temperado, Sérgio Delmar dos Anjos, as principais oleaginosas propícias para a pro-dução de biocombustíveis no es-tado são soja, canola e mamona. Também esteve em discus-são a questão da espectroanálise, em palestra proferida pelo espe-cialista da PerkinElmer do Brasil, Thiago Gianeti. Em sua apresen-tação, Gianeti falou sobre técnicas de absorção atômica e emissão óptica, indicada para casos onde o número de amostras para dosagem

de vários elementos é elevado. Já o professor da UFPel, Wladimir Padilha da Silva, abor-dou em sua palestra a segu-rança alimentar em produtos agropecuários, enfatizando os riscos de transmissão de doen-ças por meio de micro-organis-mos presentes nos alimentos.

Silva destacou ainda que nem toda pessoa exposta a es-tes micro-organismos causado-res de doenças são necessa-riamente infectados. “Para um micro-organismo comum causar uma doença ele deve passar por vários obstáculos, como, por exemplo, os anticorpos presen-tes no corpo humano”, disse.

Rio Grande do Sul é o segundo estado brasileiro em produção de biocombustíveis,

contando com cinco empresas produtoras de biodiesel

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Durante o evento, os membros da comissão organizadora: Christiane Congro, Cláudio Loy, Cristina da Silveira, Denilson Anthonisen, Eliana

Silveira, Fabiane Porto, Glaucia Nachtigal, Janete Krolow, Kelly Catharin,

Marcos Pereira, Maria de Fátima Cortelini, Natércia Pinheiro, Núbia

Ferri, Rosa Lía Barbieri e Simone Grosskopf se dedicaram para atender as demandas do evento. Estagiários e bolsistas também se comprometeram

com as atividades desenvolvidas.

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4º dia

Pesquisas agropecuárias e qualidade do solo em foco

a quinta-feira, 28 de outu-bro, durante o XV MET os insu-mos químicos e biológicos para a agricultura, a análise de risco de agentes para o manejo de pragas e o sistema agrícola de produção integrada estiveram em pauta nas palestras do evento.

No turno da manhã foram discutidos principalmente a quali-dade das águas com relação ao uso de agrotóxicos e a produção integrada. O professor da Esco-la de Química de Alimentos da FURG, Ednei Primel, abordou as consequências do uso de fárma-cos no meio ambiente e os prin-cipais agrotóxicos presentes em águas gaúchas. Primel salientou que alguns destes produtos apre-sentam uma baixa biodegrada-bilidade no ecossistema, sendo considerados contaminantes am-bientais devido a suas moléculas serem biologicamente ativas.

Por sua vez, o professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (Utfpr), Paulo César Conceição, abordou sua apresentação na qualidade do solo para a prática da agricultura. Conceição frisou que ao tratar-mos de solos englobatratar-mos uma heterogeneidade grande de fa-tores, incluindo seu enfoque só-cioeconômico nos dias atuais. O professor salientou ainda que só

a partir da década de 90 é que a questão da qualidade dos solos passou a ser tratada com maior aprofundamento. “Existe ainda necessidade de qualificar as me-todologias para o fracionamento da matéria orgânica, pois há uma demanda significativa da popula-ção por dados que embasem o efeito das práticas de manejo de solos aplicadas atualmente”, dis-se.

Já a pesquisadora da Em-brapa Clima Temperado, Maria Laura Matttos, destacou a produ-ção de grãos no Brasil, conside-rando que, no biênio 2009-2010, foram produzidos cerca de 148 milhões de toneladas de grãos no país. Maria Laura ressaltou tam-bém a produção integrada, que é um sistema agrícola de produção de alimentos de alta qualidade que utiliza recursos naturais em substituição de fatores de produ-ção prejudiciais ao meio ambien-te de modo a garantir, a longo prazo, uma agricultura susten-tável. Um dos exemplo citados pela pesquisadora foi a produção integrada de arroz irrigado, proje-to coordenado pela Unidade, que utiliza mecanismos de regulação natural sem agredir o ecossiste-ma. “O sistema de produção in-tegrada já está sedimentado na Europa, principalmente na

Espa-nha, Itália e Portugal. Estes paí-ses foram pioneiros na aplicação deste sistema agrícola”, destacou ela.

Em palestra que teve como tema a análise de riscos de agentes para o manejo de pragas, o engenheiro agrônomo da Universidade Estadual Pau-lista (Unesp), sede Jaboticabal, Robinson Pitelli, destacou os impactos ambientais que podem ser causados durante o manejo de pragas nas lavouras. Segun-do Pitelli, estes impactos podem ser de proporções mínimas até de alta magnitude, sendo esta praticamente irreversível para a preservação da lavoura. O pro-fissional acrescentou ainda que a previsibilidade dos riscos ambien-tais só será possível após muitos anos de observações, sendo que no Brasil os estudos ainda estão em fase inicial de análises.

O quarto dia de atividades do XV MET contou ainda com as palestras dos pesquisadores da Embrapa Clima Temperado, Gláucia Nachtigal e Giovani Thei-sen, que discorreram, respectiva-mente, sobre as ferramentas de suporte laboratorial ao controle biológico e o mercado de agro-químicos no mundo com enfoque no potencial brasileiro para a pro-dução de agroquímicos.

Baixa biodegradabilidade de agrotóxicos utilizados na prática agrícola é

debatida durante o evento

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último dia de atividades do

XV MET e do II Simpósio sobre Metodologias de Laboratório de Pesquisa Agropecuária foi reali-zado na sexta-feira, 29 de outu-bro, na Sede da Embrapa Clima Temperado. Iniciado na última segunda-feira, 25 de outubro, o evento teve como principal obje-tivo a qualificação de pesquisado-res, profissionais, técnicos e estu-dantes que desenvolvem ou têm interesse em aprimorar as técni-cas de análise de laboratórios de pesquisa.

No turno da manhã, o MET contou com a participação do Se-cretário de Desenvolvimento Tec-nológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ronaldo Mota. O Secretário abordou, em seu discurso, a questão da me-trologia, ciência que abrange os aspectos teóricos e práticos que asseguram a produção exigida no processo produtivo, visando as-segurar a qualidade de produtos e serviços através da calibração de instrumentos de medição.

Mota salientou ainda o Sistema Brasileiro de Tecnologia (Sibratec), que é uma rede arti-culada para apoiar o desenvolvi-mento tecnológico das empresas

brasileiras por meio de serviços modernizados e conhecimentos adquiridos através da Pesqui-sa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) de processos e produtos.

“A inovação no setor tec-nológico demanda um compro-metimento a longo prazo, além de recursos variados e disposição a riscos que possam comprometer o bom andamento de estudos e pesquisas na área em questão. Acredito que, em menos de dez anos, toda a informação, seja de que espécie for, estará facilmente ao alcance de grande parte da po-pulação brasileira”, disse.

À tarde foram apresenta-dos os resultaapresenta-dos obtiapresenta-dos pelos grupos de discussões ao longo da semana. Dentre os aspectos ressaltados pelos integrantes dos grupos destacam-se a elaboração de carta ao diretor-presidente da Embrapa solicitando a aprovação do Sistema Embrapa de Qualida-de (SEQ), a discussão sobre a realidade das Unidades que com-põem a empresa e novas ideias que possam contribuir para futu-ras edições do MET.

O Chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, Waldyr Stumpf Junior, ressaltou que o MET está

entrando em uma fase importan-te de sua trajetória, iniciada em 1995. Segundo Stumpf, esta foi uma semana de trabalho intenso, não apenas devido à troca de in-formações durante as palestras e mesas-redondas realizadas, mas também pela integração cons-truída ao longo dos cinco dias de evento. O Chefe-Geral ainda destacou o amadurecimento do MET, que, segundo Stumpf, está entrando em uma fase importante de sua história.

“O MET se tornou um pon-to estratégico dentro da instituição e, se hoje há o reconhecimento dos trabalhos realizados no En-contro, é devido ao trabalho sério e qualificado de todos os empre-gados da Embrapa”, frisou ele.

No encerramento, Stumpf agradeceu a comissão organiza-dora do evento pelo profissionalis-mo e empenho apresentados na elaboração do evento, salientando ainda que a produção de alimen-tos é uma questão de sobrevi-vência mundial, pois vivemos em um único espaço global. Durante os discursos finais foi revelada a sede do XVI MET, que acontecerá no próximo ano na Embrapa Uva e Vinho, em Bento Gonçalves.

XV MET é encerrado com sucesso em Pelotas

Qualidade técnica e hospitalidade são marcas do XV MET

Próxima edição do MET acontecerá em 2011, na Embrapa Uva e Vinho, em Bento Gonçalves (RS)

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O reconhecimento quan-to qualidade técnica do XV MET e do II Simpósio sobre metodo-logias e quanto a cordialidade e bom atendimento são marcas registradas dos eventos. A ava-liação de reação realizada me-diante consulta aos participan-tes do evento.

Segundo a opinião do pú-blico que acompanhou os traba-lhos durante o período de 25 a

29 de outubro, a clareza na de-finição dos objetivos dos even-tos, nível de conhecimento dos palestrantes e sua capacidade de transmiti-los mereceram no-tas com média geral superior a 9, numa escala até 10. Também o atendimento dados aos partici-pantes pela coordenação e pela equipe local foi destacada, com médias que oscilaram entre 9,7 e 9,9.

Notas também elevadas, mas que não foram produto de consenso foram atribuídas à “facilidade de comunicação ex-terna” devido às dificuldades no uso do telefone móvel, em fun-ção de sinal de baixa qualidade, e não foi disponibilizada a cone-xão wireless durante o evento, por problemas técnicos relativos a garantia de segurança da rede para este tipo de acesso.

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Expediente: o informativo interno Linha Aberta é editado semanalmente pela Área de Comunicação e Negócios (ACN) da Embrapa Clima Temperado, nas versões on-line e impresso. Chefe-Geral: Waldyr Stumpf Jr., Chefe Administração: José Vianna Fº, Chefe ACN: João Carlos Costa Gomes, Chefe P&D:

Clenio Pillon. Edição: Christiane Congro (Mtb-SC 00825/9); diagramação: Christiane Congro ; circulação: Equipe da ACE. Redação: Carlos Salvador (estagiário). Fotos: Ana Luiza Viegas e Paulo Lanzetta. Fone: (53) 3275-8113. E-mail: [email protected]

Manifestações expontâneas de apreço ao evento

Em entrevista ao Linha Aberta Especial do XV MET, o Chefe-Adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Clima Temperado, Clenio Nailto Pillon, conta que ficou impressionado com a qualidade

e profundidade das discussões que ocorreram durante o evento, bem como com a efetiva participação das pessoas. “Recebi muitos

elogios referentes à organização e a atenção dispensada aos par-ticipantes do evento”, destacou.

Questionado sobre a importância de sediar o MET na Unidade, Pil-lon disse que “sediar um evento desse porte é positivo, pois sem-pre traz visibilidade e referência institucional à Unidade”. Destacou

ainda que essa foi uma oportunidade de colocar na pauta das dis-cussões questões que já estamos discutindo há tempo na Unidade,

tais como: a qualificação do processo de gestão de laboratórios e campos experimentais, a adequação às normas ISO e BPL, o com-partilhamento de infraestrutura e de competências entre Unidades, a

padronização de metodologias, dentre outros temas.

Ele disse ainda que o que mais gostou do evento foi da programa-ção, que mesclou temas estratégicos em PD&I com aspectos relati-vos à garantia da excelencia e qualidade na gestão de laboratórios.

Gostei também do trabalho da equipe de organização e apoio ao evento. “Nota dez!”, enfatizou.

Entrevista Especial

XV MET

A Pesquisa Agropecuária como instrumento para a competitividade e

o desenvolvimento sustentável Nesta semana, a Embrapa Clima

Temperado nos fez olhar para o universo – o nosso trabalho focado

num universo complexo, com necessidades e expectativas, ávido

pelas nossas respostas. Ao mesmo tempo, esta Unidade abriu seus braços e nos acolheu com um carinho fraterno e com tanta hospitalidade, que só o povo gaúcho,

bravo e guerreiro, poderia fazer. E, assim como o exemplo de vocês: Embrapa Clima Temperado, que nos

mostraram tantas coisas positivas nesse encontro, também nós seremos

como gaúchos: bravos e guerreiros, acolhedores e hospitaleiros. Nos fortalecendo como família Embrapa, que só dá orgulho ao Brasil.

Obrigada a equipe da Embrapa Clima Temperado!!! Lorien Zimmer Embrapa Suínos e Aves Sarita Mazutti Embrapa Hortaliças

Referências

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