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Desejamos um ótimo Curso!

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Academic year: 2021

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Texto

(1)
(2)

Cálculos aplicados

a farmácia magistral

(3)

Sumário

• Conceitos em matemática e estatística: Regras de Arredondamento

Porcentagem Regra de três

Cálculos estatísticos

• Cálculos em Controle de qualidade • Cálculos em Manipulação

(4)
(5)

Matemática

(6)

Principais cálculos matemáticos em farmácia

• Conhecimento prévio: regras de arredondamento, divisão, multiplicação, subtração e adição.

• Porcentagem • Regra de três

(7)

Regras para Arredondamento de Números

Para efectuar um arredondamento de um número, poderemos considerar três situações distintas:

• Se o algarismo a suprimir for inferior a 5, mantém-se o algarismo anterior. Exemplo: 3,234 → 3,23

• Se o algarismo a suprimir for superior a 5, acrescenta-se uma unidade ao algarismo anterior.

(8)

Regras para Arredondamento de Números

• Se o algarismo a suprimir for superior a 5, acrescenta-se uma unidade ao algarismo anterior.

(9)

Definição de porcentagem

É uma fração de denominador centesimal, ou seja, fração de denominador 100. Representamos percentagem pelo simbolo %.

(10)

Representação de porcentagem

Forma de fração

(11)

Representação de porcentagem

Forma decimal 75% = 75 = 0,75

(12)

Cálculo de porcentagem

Para cálculo de porcentagem p% de V, basta multiplicarmos a fração p por V.

100 p% de V = p X V

(13)

Exemplo

(14)

Cálculo de porcentagem

p% de V = p X V 100

20% de 100 = 20 X 100 = 20 gramas

(15)

Exercício

Preparar 50 mL de uma solução de ácido cítrico a 10%. Resolução: 5 gramas

(16)

Resolução do exercício

p% de V = p X V 100

10% de 50 = 10 X 50 = 5 gramas

(17)

Atenção!

• Porcentagem (%) é o mais simples de expressar as

concentrações.

(18)

Atenção !!

• % peso volume (p/v) – gramas de soluto em 100 mL de solução.

• p% x V = 0,9 x 100 mL 100 mL

Resultado = 0,9 gramas em 100 mL de solução.

(19)

Atenção

• % peso / peso (p/p) = gramas do soluto em 100 gramas de produto. • p % x V = 1 x 30 g = 0,3 gramas

(20)
(21)

Preparo do álcool (FB)

• Para preparar o álcool diluído, siga as seguintes instruções: • Medir o volume de álcool e água separadamente.

• Fazer a mistura dos dois líquidos.

• Deixar em repouso até acomodação das moléculas.

• Fazer a conferência do álcool obtido, usando o alcoômetro. • Fazer os ajustes necessários adicionando água ou álcool.

• Refazer a conferência do álcool obtido, usando o alcoômetro e repetir os dois últimos itens até atingir o valor desejado.

(22)

Determinação do teor alcoólico (FB)

• Colocar 1000mL do álcool neutro em uma proveta de mesma capacidade. • O menisco inferior do líquido deve ficar acima da linha (divisão).

• Deixar o álcool por alguns minutos para que haja acomodação das moléculas.

• Colocar a ponta inferior do termômetro. Anotar a temperatura.

• Mergulhar no líquido o alcoômetro previamente molhado no álcool em

ensaio e enxugado cuidadosamente e imprimir uma rotação de 360º, sentido anti-horário no alcoômetro que deverá flutuar livremente na proveta, sem

(23)

Determinação do teor alcoólico (FB)

• Quando o alcoômetro deixar de oscilar, fixar o olhar abaixo do plano da superfície do líquido.

• Elevar o olhar até que o raio visual fique no mesmo plano da superfície do líquido. Ler o nº da graduação correspondente ao afloramento.

• A correspondência entre % V/V (ºGL) e % p/p é demonstrada através da tabela no próximo slide:

(24)
(25)
(26)
(27)
(28)

Aplicações

• Preparo de soluções:

Soluções estoques na manipulação: Solução de ácido cítrico

10,0% p/v (ajuste do pH)

Soluções estoques no controle de qualidade: Solução de NaOH

20,0% p/v (ajuste de pH)

(29)

Regra de três

Comparar duas ou mais quantidades Procedimento de razão e proporção

(30)

Cálculo de regra de três

Pede-se para preparar 60 mL de uma solução de hipossulfito de sódio 40 % (p/v). 40 g = X g

100 mL 60 mL

100 mL x Xg = 40 g x 60 mL X = 2400 / 100

(31)

Cálculo de regra de três

• Fórmulas em mg/g • Cetoconazol 20 mg / g em 30 g de creme • 20 mg...1 g • X mg...30 g • X = 600 mg ou 0,6 gramas

(32)
(33)

Estatística

É o ramo do conhecimento que se destina ao estudo dos processos de obtenção, coleta, organização, apresentação, análise e interpretação de dados numéricos variáveis referentes a qualquer fenômeno, sobre uma população, coleção ou conjunto de seres, com dupla finalidade: (a) descrever esses conjuntos (b) fazer inferências sobre conjuntos maiores dos quais se supõe, provenientes os dados em estudo.

(34)

Principais cálculos estatísticos

• Média aritmética • Variação

• Desvio padrão

(35)
(36)

Principal aplicação farmacêutica magistral

(37)

Outras aplicações farmacêuticas

• Calibração dos conta-gotas

• Titulação ( Média de 3 resultados) • Peso das cápsulas vazias (estoque)

(38)
(39)

Média aritmética

É o mais simples dos valores descritos de uma amostra.

Representada:

• Pelo símbolo - x (x barra) • Pela fórmula - x =  X

n

(40)

X =  x1+x2...x9

n

X = 774

9

X = 86 mg

Número de

Amostra (n)

X

1

2

3

4

5

6

7

8

9

90 mg

86 mg

78 mg

90 mg

98 mg

90 mg

82 mg

76 mg

84 mg

n = 9

 = 774

(41)
(42)

Variância

As medidas de tendência central são insuficientes para descrever adequadamente uma amostra.

É necessário também descrever em que medida os dados de observações estão agrupados ao redor da média.

(43)

Variância

A variância mede a dispersão dos dados de observações de uma amostra em relação à respectiva média.

Representada:

• Pelo símbolo: s2

• Pela fórmula: s2 =  (x – x )2

n – 1

(44)

s

2

=  (x – x )

2

n – 1

s

2

= 376

9 – 1

s

2

= 376

8

s

2

= 47

X

X – X

( X – X )

2

90

86

78

90

98

90

82

76

84

4

0

-8

4

12

4

-4

-10

-2

16

0

64

16

144

16

16

100

4

0

376

(45)

Principal aplicação farmacêutica

Variação do peso individual com relação ao peso médio.

(46)
(47)

Desvio padrão

É a medida de dispersão dos valores individuais ao redor da média. S =  (x – x )2

n – 1

(48)

Desvio padrão

S =  (x – x )2 n – 1 S = 376 9 – 1 S = 47 S = 6,85

(49)
(50)

Coeficiente de variação (CV)

É a magnitude relativa do desvio padrão expresso em porcentagem da média. Fórmula = CV = s x 100

X

(51)

Coeficiente de variação

CV = s x 100 X CV = 6,85 x 100 86 CV = 7,96%

(52)

Onde comparar os resultados?

(53)
(54)

Tabela de desvio padrão para cápsulas

Peso Desvio

Até 300 mg 10,0%

Acima de 300 mg 7,5%

Requisito: não mais que 10,0% das cápsulas ensaiadas

podem afastar da média mais ou menos o desvio. E se isto ocorrer, as cápsulas que se afastarem desse valor, as

cápsulas que se afastarem deve ficar entre a média mais ou menos duas vezes o desvio.

(55)

Cálculo de concentrações

Concentração comum Molaridade

(56)

Concentração

(57)

Concentração comum

E o quociente da massa do soluto (em gramas) pelo volume da solução dado em litros.

(58)

Fórmula da concentração comum

Fórmula: C = m1 V

m1 = massa do soluto em gramas V = volume da solução em litros

Unidade C = g / L

(59)

Cálculo da concentração comum

Calcule a concentração, em g/L, de uma solução de nitrato de potássio, sabendo que ela encerra 60 g do sal em 300 cm3 de solução.

(60)

Resolução do problema

C = m1 V C = 60 0,3 C = 200 g / L

(61)

Exercício

Calcule a massa de ácido nítrico necessária para a preparação de 150 mL de uma solução de concentração 50 g/L.

(62)

Exercício

Qual a quantidade em gramas de uma solução de HCl cujo concentração comum da é 20 g/L.

(63)

Principal aplicação farmacêutica

Preparo de soluções padrões (SR, SI, Soluções Titulante) para o controle de qualidade.

(64)

Principal aplicação farmacêutica

Preparo de soluções titulantes para o controle de qualidade. Padronização das soluções titulantes (aplicar fator de correção).

(65)

Concentração molar ou molaridade

Definição

É o quociente do número de moles do soluto pelo volume da solução dada em litros.

(66)

Fórmula da molaridade

Fórmula: M = n1 V Temos: n1 = m1

M1

Substituindo a 1 fórmula teremos: M = m1 M1V

(67)

Fórmula da molaridade

M = m

1

M

1

V

M = molaridade

m1 = massa do soluto dada em gramas M1 = massa molar ou peso molecular V = volume da solução dada em litros Unidade: moles por litro

(68)

Cálculo da molaridade

Qual a molaridade de uma solução de iodeto de sódio que encerra 45 g do sal em 400 mL de solução? Massas atômicas: Na = 23; I = 127.

(69)

Resolução do problema

M = m1

M1V

M = 45

150 x 0,4

(70)

Exercício

Calcule a massa de NaOH necessária para preparar meio litro de solução 0,1 molar. Massas atômicas: H = 1; O = 16; Na = 23.

(71)
(72)
(73)
(74)
(75)
(76)
(77)

Principal aplicação farmacêutica

(78)

Cálculo de teor para titulação

• Fórmula

• Teor (%) = V x M x Mol x 100 Tea

• V = volume gasto na titulação • M = molaridade da solução • Mol = mol do titulado

(79)

Principal aplicação do cálculo de teor

Doseamento do fármaco.

(80)

Cálculo da titulação ( ácido salicilico)

• Volume gasto de titulante: 36,4 mL NaOH

1 mL de NaOH .... 13,81 mg de ácido salicilico 36,4 mL (gasto).... X mg • X = 502,684 x (FC = 0,98) • X = 492,63 mg (converter em %) • TEA = 500 mg ...100% • 492,63 mg...x % • X = 98,54% (Comparar c/ FB)

(81)

Cálculo de teor para titulação c/ fórmula

• Fórmula

• Teor (%) = V x M x Mol x 100 Tea

• V = volume gasto na titulação • M = molaridade da solução • Mol = mol do titulado

• Tea = tomada de ensaio da amostra

Teor (%) = 36,4 x (0,1x0,98)x138,12 x 100 500 mg

Teor (%) = 49270,1664/ 500 Teor (%) = 98,54

(82)

Densidade relativa

Indica relação entre massa e volume da solução. d = m

V

(83)

Densidade relativa

d = densidade

M = massa da solução em gramas V = volume da solução em mL

Unidade = g / mL

(84)

Densidade relativa

• H2SO4 solução aquosa • Densidade = 1,2 g / cm3

• Cada 1 cm3 de solução possui uma massa igual a 1,2 gramas

• Cada 10 cm3 de solução possui uma massa igual a 12 gramas

(85)

Densidade relativa

• Picnômetro

• Calibração: peso vazio e peso contendo água destilada e fervida, medida

a 20ºC.

• Colocar a amostra no picnômetro a 20ºC.

• Pesar

• Peso da amostra (g) e o peso da diferença do picnômetro cheio e vazio

de água

• Densidade relativa = massa da amostra líquida

Massa da água

(86)

Principal aplicação farmacêutica

Controle de qualidade das matérias-primas principalmente óleos essenciais para avaliar adulteração.

(87)

Cálculo da densidade de produtos acabados

e matérias-prima

• D = Mpic (amostra) - Mpic (H2O)

Mpic (vazio) - Mpic (H20)

Obs: comparar o valor da

(88)

Picnômetro de vidro com termômetro

Para calcular densidade de liquidos

matérias-prima ou produtos

(89)

Picnômetro metálico

• Densidade de produtos acabados: picnômetro metálico

Shampoos: 1,010 a 1,020 g/mL a 25ºC

Condicionadores: 0,99 a 1,00 g/ mL a 25ºC

(90)
(91)

Definição de diluição

Diluir uma solução consiste em adicionar uma porção do solvente puro. O volume e a concentração de uma solução são inversamente proporcionais.

(92)

Fórmula da diluição

V1C1 = V2C2 C1 = concentração inicial V1 = volume inicial C2 = concentração final V2 = volume final

(93)

Cálculo da diluição de solução

Diluindo-se 200 mL de solução 5 molar de ácido sulfúrico a 250 mL, qual a molaridade final?

(94)

Resolução do problema

V1M1 = V2M2 200 mL x 5 molar = 250 mL x M2 M2 = 200 x 5 250 M2 = 4 molar

(95)

Exercício

5 mL de uma solução aquosa de furosemida 20,0% p/v foi diluída para 10 mL. Qual é a concentração final da solução de furosemida?

(96)
(97)

Porque diluir os fármacos?

Aumentar exatidão de pesagem. Transformar uma forma líquida em pó.

(98)

Qual diluição?

Faixa de dose Diluição

0,1 mg 100 mcg 1:1000

0,11 a 0,99 mg 110 a 990 mcg 1: 100

(99)

Como fazer?

• Exemplo

• Diluição geométrica 1/ 10 = 10 gramas

• 1 grama do fármaco + 9 gramas de excipiente • Início

• 1 g do Fármaco + 1 g de excipiente = 2 g • 2 g da mistura + 2 g de excipiente = 4 g • Assim por diante

(100)

Correção do teor e conversão de sais dos fármacos

Fator de equivalência Fator de correção

(101)

Fator de equivalência

Fator utilizado para conversão da massa do sal ou ester para a massa do fármaco ativo, ou substância hidratada para a substância anidra.

(102)

Fator de equivalência (sal/base)

Sal cujo produto de referência é dosificado em relação a molécula base. F eq = Eq-g do sal

Eq-g da base

(103)

Fator de equivalência (sal/base)

Sulfato de salbutamol • Salbutamol base PM = 239,31- C13H21NO3 • Sulfato de salbutamol PM = 576,71 – (C13H21NO3)2 • F eq = 576,71 / 2 = 1,20 Eq = PM / Valência 239,31/ 1 • F eq = 1,20

(104)

Fator de equivalência (sal/base)

Fluoxetina cloridrato • Fluoxetina base PM = 309,33 • Fluoxetina cloridrato PM = 345,79 • F eq = 345,79 309,33 • F eq = 1,12

(105)

Fator de equivalência (hidratado/anidro)

Sal ou base hidratada cujo produto de referência é dosificado em relação a base ou sal anidro.

F eq = Eq-g do sal ou base hidratada Eq-g do sal ou base anidra

(106)

Fator de equivalência (hidratado/anidro)

Amoxicilina triidratada • Amoxicilina anidra – PM = 365,41 • Amoxicilina triidratada – PM = 419,46 • F eq = 419,46 365,41 • F eq = 1,15

(107)

Fator de correção

Fator utilizado para corrigir a diluição de uma substância, o teor do princípio ativo, o teor elementar de um mineral ou umidade.

(108)

Fator de correção (Fc)

Para calcular o fator de correção, divide-se 100 pelo teor da substância ou do elemento.

Fc = 100 teor

(109)

Fator de correção

(teor da matéria-prima)

Betacaroteno

Teor especificado no certificado = 11,0% Fc = 100

11 Fc = 9,09

(110)

Fator de correção

(teor da matéria-prima)

• Betacaroteno – Fc = 9,09 • Betacaroteno 10 mg / cápsula • Cálculo • 10 mg x 1caps x 9,09 = 90,9 mg / cápsula

(111)

Fator de correção

(perda de umidade)

Para correção da umidade, a partir do teor de umidade indicado no certificado de análise.

Fc = 100 100 - teor

(112)

Fator de correção

(perda de umidade)

• Betacaroteno

• Teor por perda por dessecação = 5,5% • Fc = 100

100 – teor • Fc = 100

100 – 5,5 • Fc = 1,058

(113)

Fatores de correção para o betacaroteno

• Betacaroteno

• Fc (teor da matéria-prima) = 9,09

• Fc (teor por perda da umidade) = 1,058 • Cálculo

(114)

Fator de correção

(diluição dos ativos)

Realizados por motivos farmacotécnicos Diluição 1:10 - Fc = 10

Diluição 1:100 – Fc = 100 Diluição 1:1000 – Fc = 1000

(115)

Densidade e volume aparente dos pós

(116)

Densidade aparente

É a relação existente entre a massa e o volume aparente dos pós. D ap = massa

V ap

(117)

Cálculo de densidade aparente

• Tarar a balança com uma proveta graduada de 10 mL • Encher a proveta até 10 mL de pó

• Ajustar o menisco • Anotar o peso do pó

(118)

Exemplo de cálculo da densidade aparente

• V = 10 mL de pó • Peso = 10 g de pó • D ap = m (g) / V (mL) • Densidade aparente = 10 / 10 • Densidade aparente = 1 g / mL

(119)

Principal aplicação farmacêutica

Conhecer a densidade aparente do pó servirá como dado para identificar o volume de pó e selecionar a cápsula adequada pelo seu volume.

(120)

Volume aparente

Soma do volume ocupado pelas partículas do pó e o volume de ar entre as partículas.

V ap = m d ap

(121)

Volume aparente

Medido na proveta.

(122)

Principal aplicação farmacêutica

(123)

Capacidade de volume das cápsulas

00 0,95 mL 0 0,68 mL 1 0,50 mL 2 0,37 mL 3 0,30 mL 4 0,21 mL

(124)

Qual problema pode acarretar ao utilizar

simplesmente dados do peso teórico?

(125)

Exemplificação de cálculo de seleção do número da

cápsula

(126)

Calculo para seleção da cápsula

• 10 cápsulas

• Volume aparente = 10 mL

(127)

Capacidade x 10 cápsulas

00 0,95 mL x 10 9,50 mL 0 0,68 mL x 10 6,8 mL 1 0,50 mL x 10 5,0 mL 2 0,37 mL x 10 3,7 mL 3 0,30 mL x 10 3,0 mL 4 0,21 mL x 10 2,10 mL

(128)

Capacidade do volume das 10 cápsulas 00

• Volume 9,5 mL

• Volume aparente de pó = 10 mL

• Faltam 0,5 mL de pó (difícil de medir na proveta)

• Aplicar o cálculo da densidade aparente (d ap = 1 g / mL)

• D ap = m / v ap --- 1 g / mL= m / 0,5 mL • m = 0,5 g de excipiente para completar

(129)

Contextualização

Quantidade de cápsulas Dose (mg) Fator equivalência Fator correção Fator diluição Fator por perda por dessecação Peso (mg) Peso (g) 5 1000 1 1 1 1 5.000 mg 5 g Exemplo 1

Volume aparente (proveta) das 10 gramas Leitura na proveta = ____6 mL_________

Exemplo 2

Volume aparente (proveta) das 10 gramas Leitura na proveta = ____3 mL_________

(130)
(131)

Cálculo de isotonia

(132)

Isotonicidade

Método de equivalente em cloreto de sódio.

É a quantidade de cloreto de sódio em gramas que é osmoticamente equivalente a 1 grama da substância.

(133)

Soro Fisiológico – gotas nasais

• Solução nasal – isotônica

Composição

• Cloreto de sódio qs...isotonia • Cloreto de benzalcônio...0,01% p/v • Água purificada qsp...100 mL

(134)

Soro fisiológico – gotas nasais

Cálculo da isotonia

Passo 1 – Solução referência

(135)

Soro fisiológico – gotas nasais

Cálculo da isotonia

Passo 1: solução referência

0,9 g de NaCl x 100 mL = 0,9 g de NaCl 100 mL

(136)

Soro fisiológico – gotas nasais

Cálculo de isotonia

Passo 2: contribuição dos outros componentes E = equivalentes em cloreto de sódio

Cloreto de benzalcônio

(137)

Soro fisiológico – gotas nasais

Cálculo de isotônia

Passo 2 – Quanto o conservante contribui em equivalentes em NaCl 0,16 g de NaCl x 0,01g do conservante x 100 mL

1 g 100 mL = 0,0016 g de NaCl

(138)

Soro fisiológico – gotas nasais

Cálculo da isotônia

Passo 3 = Diferença de equivalentes em cloreto de sódio Passo 3 = Passo 1 – Passo 2

Passo 3 = 0,9 g de NaCl – 0,0016 g de NaCl = Passo 3 = 0,8984 g de NaCl

(139)

Exercício

• Sulfato de atropina...1,0% • Cloreto de sódio...qs p/isotonicidade • Água purificada estéril qsp...30mL • E = 0,12 g

• Calcule a quantidade de cloreto de sódio necessária para deixar a solução isotônica?

(140)
(141)

Unidades de conversão

x 1000 x 1000 x 1000

Kg - - g - - mg - - mcg

(142)

Unidades de conversão com especificação

Vitamina D3 – 40.000.000 UI / g Thiomucase – 350 UTR / mg

(143)

Cálculo para a vitamina D3

Quanto devo pesar de vitamina D3?

• 100 cápsulas de 400 UI de vitamina D3 (100 caps x 400 UI = 40000 UI)

Conversão

• Regra de três

• 40.000.000 UI---1 g • 40000 UI---x g • X = 0,001 g de vitamina D3

(144)

Exercício

• Uma prescrição pede 60 g de pomada contendo 150.000 unidades de nistatina/g de pomada.

• Qual a quantidade de nistatina a ser pesada.

• Sabe-se que a nistatina possui 4400 unidades por mg • Resposta___________

(145)

QSP

(146)

Base não concentrada

• Creme base Fase A Cera autoemulsionante 10g Cetiol V...3 g Oleo de silicone...0,5 g Fase B Solução conservante....3,3 g EDTA...0,5 g Propilenoglicol...2 g Água destilada qsp...100 g • Prescrição 1 Óleo de amêndoas ...5,0% Uréia...5,0% Creme não iônico qsp 100g Ativos = 10 g Creme base = 90 g = 100 g (ativo+base) Cera autoemulsionante 9 g Cetiol V...2,7 g Oleo de silicone...0,45 g Solução conservante....2,97 g EDTA...0,45 g Propilenoglicol...1,8 g

(147)

Base concentrada

• Creme base Fase A Cera autoemulsionante 10g Cetiol V...3 g Oleo de silicone...0,5 g Fase B Solução conservante....3,3 g EDTA...0,5 g Propilenoglicol...2 g Água destilada qsp...80 g Para 100 g = 80 g de base + 20 g de H2O • Prescrição 2 Óleo de amêndoas ...5,0% Uréia...5,0% Creme não iônico qsp 100g Ativos = 10 g

Creme base = 80 g = 90 (base) + 10 (H20) Cera autoemulsionante 10 g Cetiol V...3,0 g Oleo de silicone...0,5 g Solução conservante...3,0 g EDTA...0,5 g Propilenoglicol...2,0 g

(148)

• Prescrição 2

Óleo de amêndoas ...5,0% Uréia...5,0% Creme não iônico qsp 100g Ativos = 10 g Creme base = 80 g = 90 (base) + 10 (H20) Cera autoemulsionante 10 g Cetiol V...3,0 g Oleo de silicone...0,5 g Solução conservante...3,0 g EDTA...0,5 g Propilenoglicol...2,0 g

• Prescrição 1

Óleo de amêndoas ...5,0% Uréia...5,0% Creme não iônico qsp 100g Ativos = 10 g Creme base = 90 g = 100 g (ativo+base) Cera autoemulsionante 9 g Cetiol V...2,7 g Oleo de silicone...0,45 g Solução conservante....2,97 g EDTA...0,45 g Propilenoglicol...1,8 g

(149)
(150)

Quantidade de excipiente a ser utilizado

• Calibragem do molde: em volume ou peso • Cálculo da quantidade de excipiente:

a) Pelo fator de deslocamento

(151)

Fórmula para o cálculo

• M = F (d.S)

• M = quantidade total de excipiente a utilizar em gramas

• F = capacidade do molde para o número de supositórios a

serem manipulados

• d = fator de deslocamento do fármaco

• S = quantidade de fármaco para o número de supositórios a

(152)

Cálculo da massa de supositório

• Fármaco X...300 mg

• Manteiga de cacau (MC)...qs

(153)

Cálculo da massa de 12 supositórios

• Molde MC = 2 g D mc = 0,9 g/mL Dx = 4 g/mL • Total da MC = 12 x 2 = 24 gramas

• Razão entre densidades 4 / 0,9 = 4,44 g / mL • M x = 0,3 g x 12 supositórios = 3,6 g

• Deslocamento = 3,6 / 4,44 = 0,81 g

• Quantidade de MC necessária para preparar 12 supositórios: • 24 g – 0,81 g = 23,19 gramas

(154)
(155)

Cálculo para calibração de gotas

• Proveta graduada de 10 mL

• Contar o número de gotas em 2 mL

(156)

Cálculo para calibração de gotas

Se uma solução tem 60 gotas em 2 mL, quantas gotas terá 0,3 mL deste líquido?

60 gotas / 2 mL = 30 gotas / mL 1 mL = 0,3 mL

30 gotas x gotas X = 9 gotas

(157)

Exercício

• Uma solução colinérgica foi prescrita para um bebê, em uma dose de 0,25 mL. • O conta-gotas que acompanha o medicamento libera 2 mL de liquido a cada

56 gotas.

• O farmacêutico deve instruir os pais a ministrar quantas gotas? • Resposta__________

(158)

Foto

André Luiz Alves Brandão

Farmacêutico Industrial, graduado pela Universidade de Alfenas – UNIFENAS. Especialista em Manipulação Magistral Alopática pelo Instituto Racine. Aperfeiçoamento em diversos cursos de desenvolvimento e pesquisa de formulações medicamentosas e cosmeticas pelo Instituto Racine e Programa de desenvolvimento educacional pelo SENAC - SP. Possui 18 anos de experiência na área farmacêutica em farmácias de manipulação, atuando como Farmacêutico no setor de desenvolvimento, controle, manipulação e markentig farmacêutico em empresas como Eficácia – BH, Biopharma – Uberlândia, Gardênia – Sumaré e instituições de ensino como docente e analista técnico-científico como Racine, Senac, Centro Universitário São Camilo, Centro Universitário São Caetano do Sul e Universidade de Santo Amaro. Atualmente é docente na empresa Ensino em Farmácia, Enfermagem e Alimentos – EFEA . Residente Multiprofissional em Farmácia Clínica no Hospital Municipal Tatuapé. Docente do Instituto Racine.

(159)

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