Guimarães
2016
18.03—20.03
Claustro do Convento de Santa Clara (atual edifício da Câmara Municipal de Guimarães)
SEX 18 | 21h00 > 23h30 SAB 19 | 10h30 > 23h30 DOM 20 | 10h30 > 19h00
– 1 –
Desde há vários anos Guimarães
promove a ‘Doçaria no Convento’,
uma mostra onde poderá apreciar
e adquirir exemplares irresistíveis
da doçaria conventual portuguesa,
confecionados no respeito por
tradições apuradas ao longo de séculos
para satisfazer os apetites mais gulosos
e sabedores.
E para celebrar estas delícias do nosso
inventivo património gastronómico,
nada melhor que o ambiente que
as criou, um convento de Clarissas
que, reza a tradição, eram exímias
na arte. Tão exímias que se crê ter
sido neste Convento de Santa Clara,
hoje a Câmara Municipal, que foi
criado o Toucinho-do-céu, o ex-libris
da doçaria Vimaranense. Entre no
Convento e no ambiente. E enquanto
aprecia a beleza e o sabor das tentações
que enchem o Claustro escolha uma
das atuações programadas.
Casa Costinhas | Guimarães
Toucinho-do-céu, Tortas de Guimarães, Rabanadas, Sonhos, Folhados e Bolo Noz.
Casa das Brisas | Guimarães
Brisas, Toucinho-do-céu, Conventuais, Malgas de Chila, Queimadinhas de ovos, Cornucópias de Guimarães e Quindins;
Casa de Encosturas | Cabeceiras de Basto
Licores, Compotas, Marmeladas, Ginjinha, Mel e Ervas Aromáticas.
Casa do Bolinhol Kibom | Vizela
Bolinhol, Pudim, Almendrados, Suspiros, Lenços, Sidónios, Afrodites e Ratinhos.
Casa dos Doces Conventuais | Alcobaça
Doces Conventuais do Mosteiro Cisterciense de Cós: Papão de Anjo, Sopa Dourada, Pudim de Cister, Bolo Real de S. Bernardo, Queijadas Conventuais.
Confeitaria Tinoca | Amarante
Doces Conventuais de Amarante: Lérias, Foguetes, S. Gonçalos, Brisas, Papos de Anjo. Pingos de Tocha, Trouxa de Ovos,
céu, Fios de Ovos, Castanhas de Ovos, Frutos de Ovos, Cavacas de Ovos Moles, Cavacas de Resende, Cavaca Alta, Cavacas, Sequilhos, Pão de Ló, Ferramentas de S. Gonçalo, Conventuais, Suspiros e Bolo Rei.
Convento Delicodoce | Montalegre
Licores, Compotas, Marmelada, Charutitos de Ovos, Papos de Anjo, Queijinhos de Ovos Moles, Queijinhos de Amêndoa e Ovos, Lassas de Manteiga e Bolachas de Amêndoa.
Delicias do Castelo | Santa Maria da Feira
Regueifa da Páscoa, Fogaça, Caladinhos, Bons Bocados de Amêndoa e Docinho de Chá.
Demaria Doçaria | Leiria
Doces de Fruta Tradicionais Portugueses.
Doçaria Ponto Rebuçado | Leiria
Brisa do Liz, Pastel de Feijão e Queijada.
Doces ao Quadrado | Guimarães
Doces ao Quadrado (limão, noz, biscoito), Lenços Sagrados, PARTICIPANTES
– 3 – Dourada, Beijinhos Escondidos, Bolo Santa Clara, Pastéis de Chila, Licores Artesanais, Compotas, Bolachas, Biscoitos, Quentão Frutas, Quentão Divino, Chás Medicinais e Aromáticas.
Dom José Pastelarias | Guimarães
Cardeais, Brisas, Pastel de Tentúgal, Pastel Convento de Santa Clara, Toucinho-do-Céu, Doce Branco, Quindim, Tarte de Amêndoa, Castanhas de Ovos, Doce Branco, Pão de Ló, Licores Artesanais.
História à Mesa | Braga
Viúvas ou Pastéis dos Remédios, Doce Fino, Maçapães, Rosquinhas, Fartens e Toucinho-do-céu.
Maria Da Apresentação da Cruz e Herdeiros | Aveiro
Ovos Moles de Aveiro, Castanhas de Ovos, Broas de Ovos, Raivas, Alemães, Pastéis de Amêndoa, Chila e Mulatinhos de Noz
Pão de Ló de Margaride - António Lopes | Felgueiras
Pão de Ló de Margaride, Cavacas de Margaride, Lérias.
Pão de Ló de Ovar Cardoso Genuíno | Ovar
Pão do Ló de Ovar.
Pastelaria Clarinha | Guimarães
Tortas de Guimarães, Toucinho-do-Céu, Douradinhas,
Queijadinhas, Rochas, Brisas da Penha, Pastéis de Chila e Noz, Clarinhas, Beijinhos de Ovos Moles, Fidalguinhos, Doces Brancos, Massapães, Pão de Ló, Bolo de São Gualter.
Pastelaria Terraço | Alcobaça
Queijadas de Queijo Fresco e Amêndoa, Suspiros, Bolos Secos, Rosáceas, Cornucópias, Ensopado de Nozes e Toucinho-do-Céu.
Santo Tirso (jesuítas e limonetes) | Santo Tirso
Jesuítas, Limonetes, Pastel de Feijão, Pastel de Chila, Bolachas das Monjas Beneditinas do Convento de Roriz e Licor de Singeverga do Mosteiro de Singeverga.
Segredo da Freira | Tentúgal
Pastel de Tentúgal, Queijada de Tentúgal, Barriga de freira.
18.03
sexta-feira
21:30Atuação do Orfeão do
CCD da Coelima
programa
Filipede Magalhães Sanctus Manuel Cardoso Velum Templi a. BruCkner Locus Iste T. l. de ViTToria Avé Maria anóniMo-seC. XViAy Linda Amiga
CanCioneiroda BiB. de elVas
Venid a Sospirar d. pedrode CrisTo
Ay Mi Dios
harM. de aMílCar Morais
Canção do Mar
Direção: Prof. Francisco Ribeiro
19.03
sábado
12:00, 15:30, 21:30Atuação do Teatro de
Ensaio Raul Brandão do
Círculo de Arte e Recreio
“Santas Claras em Castelo”
Convento de Santa Clara. As três irmãs clarissas - Clara do Lugar Comum, Clara da Paz e Clara da Modéstia - vivem em perpétua oração e penitência. Ou pelo menos assim se consta…
TEXTO | Nuno Castro DIREÇÃO | Luís Fernandes ELENCO | Cesaria Oliveira, Liane
Sousa, Luís Fernandes, Luísa Fernandes e Olinda Bragança
AGRADECIMENTOS | Ana Moura,
Mariah Li, Sara Moreira
PRODUÇÃO | TERB
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20.03
domingo
11:00, 12:00, 15:00 E 17:00Atuação do grupo
‘Os Monges’
programa
Victimae Paschali Laudes Kyrie Gloria Credo Sanctus Paternoster Agnus Dei Regina Coeli BIOGRAFIAS ORFEÃO DO CCD DA COELIMAQuando ainda pouca gente pensava a sério em realizações pessoais ou coletivas que levassem o rótulo de liberdade de ação, emancipação pessoal e cultural dos trabalhadores portugueses, constituía-se numa empresa em Pevidém, por iniciativa e responsabilidade dos seus colaboradores, apoiados pela Administração, um Grupo Coral, sob a direção artística do Maestro Albano Abreu, que viria a dar origem ao Orfeão do CCD da Coelima.
Foi no dia 03 junho de 1963, em homenagem ao trabalhador mais antigo da casa e seu fundador - Albano M. Coelho Lima - que um grupo de empregados, reforçado por uma equipa de coralistas da Póvoa de Varzim e da Banda Musical de Pevidém, resolveu tomar aquela iniciativa. A união de muitos funcionários da empresa ao seu Orfeão bem como o entusiasmo já reinante em redor do futebol e ciclismo,
TERB – TEATRO DE ENSAIO RAUL BRANDÃO
O TERB – Teatro de Ensaio Raul Brandão, secção de Teatro do Círculo de Arte e Recreio, pretende ser uma mais-valia para a socialização dos seus intervenientes, ser ainda um grupo de teatro onde os participantes possam estimular a sua criatividade, pondo-a ao serviço da restante comunidade, através de apresentações públicas de peças de teatro e de dramatizações. Ao longo destes 57 anos de existência, o TERB, soube resistir a vacilações políticas, financeiras e humanas e teve uma atividade contínua com apresentação de peças de vários autores, em vários concelhos do país e particularmente em zonas desfavorecidas de oferta cultural, nomeadamente nas freguesias do concelho de Guimarães. A dramaturgia que o TERB privilegia sempre teve como objetivo sensibilizar o público para o pensamento e o viver da nossa terra e ao mesmo tempo, elevar a qualidade técnica e levaram a que volvidos poucos
meses, fosse criado um Centro de Alegria no Trabalho, o qual após a elaboração de estatutos oficiais, a tomar a designação que hoje ostenta Centro Cultural e Desportivo da Coelima. O Orfeão do CCD da Coelima atua regularmente com o seu Grupo Instrumental, Banda de Pevidém e Orquestra de Sopros da Artave.
Nestes últimos anos deu concertos nas principais cidades da Galiza, destacando-se em 1994 a solenização da Missa do Peregrino, na imponente Catedral de Santiago de Compostela e em 2012 nas XV Jornadas Polifónicas Internacionais na Cidade de Ávila.
Desde 1972 tem como diretor artístico o Maestro Francisco Ribeiro.
– 7 – compreensão dos atores e das atrizes sobre o palco da nossa vida e elevar o nível e a qualidade de representação de todos aqueles que ao longo dos anos, generosa e empenhadamente, têm participado nesta secção. Sendo a expressão dramática um meio de descoberta de si e dos outros, de afirmação de si próprio na relação com os outros, o TERB tenta corresponder a estes anseios. Como o teatro é feito de pessoas e para as pessoas, o TERB está ligado a quatro pilares fundamentais da educação: o ser, o saber, o saber fazer e o aprender a viver juntos. O teatro é um instrumento de trabalho magnífico no processo global de educação. Uma forma de teatro assim entendido, não se esgota no convencional espetáculo, tenta trabalhar o humanismo nos seus participantes, onde o ser deve ter primazia sobre o ter.
OS MONGES
Os Monges são um grupo de canto gregoriano que se formou a partir do Grupo Coral de Sto. André (Mosteirô). Constituído por 9 elementos, com idades que oscilam entre os 45 e os 74 anos, participa regularmente em todas as iniciativas com caráter de recriação histórica para as quais é convidado o Fórum Ambiente e Cidadania, nomeadamente na Viagem Medieval em Terras de Santa Maria – onde teve a sua origem, como figuração. Era constituído por 16 elementos com idades que oscilavam entre os 17 e os 70 anos. Mais tarde foi desafiado a cantar de modo a fazer parte do cartaz, com espaço e horários de atuações e/ou espetáculos âncora.
FICHA TÉCNICA
TEXTOS
Câmara muniCipaldE GuimarãES
OrfEãOdO CCd da COElima
TERB - TEaTRodE Ensaio Raul BRandão
fórum ambiEnTEE Cidadania
FOTOGRAFIA paulO paChECO
LAYOUT m. alEXandrE nEvES
OrGaniZaÇãO Câmara muniCipaldE GuimarãES
apOiOS
paÇOdOS duquESdE braGanÇa