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Professora Leonilda Brandão da Silva

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Academic year: 2021

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(1)

COLÉGIO ESTADUAL HELENA KOLODY – E.M.P. TERRA BOA - PARANÁ

Professora Leonilda Brandão da Silva

E-mail: [email protected] http://professoraleonilda.wordpress.com/

(2)
(3)

O QUE É: • Cadeia alimentar? • Teia alimentar? • Autotrófico? • Heterotrófico? • Produtores? • Consumidores? • Decompositores? • Quimiossíntese? • Fotossíntese? • Fitoplâncton? • Zooplâncton? • Ecótone PROBLEMATIZAÇÃO

(4)

Ler o texto:

As teias alimentares e a extinção das

espécies – p. 220

(5)

•A

matéria

e a

energia

de um ecossistema

pas-sam de um ser vivo para outro por meio da

nu-trição.

•Exemplo

: o capim é comido pelo boi, este é

comido pelo ser humano.

•Esse sequência de seres vivos em que um

serve de alimento para o outro é chamada de

(6)

CADEIA ALIMENTAR: é a sequência linear de seres vivos em que um serve de alimento para o outro.

(7)

• AUTOTRÓFICOS: são os seres vivos (plantas, algas, algumas bactérias e alguns protistas) que conseguem fabricar açúcares a partir de substâncias minerais ou inorgânicas (H2O, CO2 e sais minerais).

1. CADEIA ALIMENTAR

• Na FOTOSSÍNTESE a energia lumi-nosa do Sol, absorvida pela cloro-fila, é armazenada nas ligações quí-micas dos açúcares formados (gli-cose – C6H12O6), são produzidas também moléculas de (oxigênio - O2) q são eliminadas p/ o ambiente. • A partir dos açúcares formados, a

planta sintetiza as subst. orgânicas que formam seu corpo.

(8)

•QUIMIOSSÍNTESE: Em vez da

energia

lumino-sa

, algumas bactérias encontradas no solo e

no fundo do mar

usam a energia liberada na

oxidação de amônia e de outros minerais

.

•Assim, os seres autotróficos

são

indispensá-veis à vida

de qq comunidade, pois são os

úni-cos capazes de transformar

compostos

inor-gânicos

em

compostos orgânicos

que servirão

de alimento a todos os

heterotróficos.

•Dizemos que os autotróficos são os

(9)

PRODUTORES

•Se a fonte de energia é a LUZ

os produtores denominam-se

autotróficos fotossintetizantes

(vegetais e algas).

•Se a fonte de energia é a oxidação

de compostos químicos,

denominam-se

autotróficos

quimiossintetizantes

(algu-

mas bactérias).

(10)

CONSUMIDORES:

•Consumidores primários: os

que se alimentam diretamente dos

produtores

(herbívoros).

Ex. capivara

.

•Consumidores secundários: aqueles

que se alimentam dos herbívoros

(carnívoros).

Ex. onça.

•Consumidores terciários: os que se

ali-mentam dos consumidores secundários.

Ex.

tubarões, leões, etc.

•PREDADOR

: animal que mata e de-

vora outro.

PRESA

: animal devorado.

(11)
(12)

Cadeia de predadores e cadeia de parasitas lobo-guará seriema jararaca preá gafanhoto bactérias protozoários

(13)

NÍVEL TRÓFICO

• Cada etapa da cadeia

alimentar

é chamada é

chamada nível trófico.

• As plantas

ocupam o nível

trófico dos

produtores

;

• os

animais herbívoros

ocupam o nível trófico dos

consumidores primários

;

(14)

NÍVEIS TRÓFICOS

• Produtores: ocupam o 1º nível trófico; • Consumidor Primário: 2º nível trófico;

• Consumidor Secundário: 3º nível trófico;

• Consumidor Terciário: formam o 4º nível trófico e assim por diante.

OBS.: Os organismos podem ocupar mais de um nível trófico, como acontece por exemplo com os ONÍVOROS (se alimen-tam de plantas, de herbívoros e de carnívoros).

(15)

produtores consumidores

decompositores (bactérias e fungos)

Fluxo de energia pelos níveis tróficos

lobo-guará seriema

jararaca preá

(16)
(17)

DECOMPOSITORES:

• Uma parte

da matéria orgânica proveniente dos

ali-mentos é quebrada e oxidada no corpo dos seres

vivos pra obtenção de

ENERGIA

necessária às suas

atividades.

• Nesse processo (respiração celular) são formados

CO

2

e

água

(aeróbia) ou

outros produtos

(fermenta-ção).

• Outra parte

é usada na

CONSTRUÇÃO DO COR-PO

do organismo: no crescimento, na reposição das

partes gastas ou no aumento do peso.

• A parte que forma o corpo do organismo é

devol-vida

ao ambiente depois de sua morte por meio da

respiração feita por

fungos e bactérias

que vivem

no solo e na água.

(18)

• Chamados de

DECOMPOSITORES, esses seres

atacam cadáveres e as excretas, quebrando e

oxidando a matéria orgânica

para obter a energia

necessária ao funcionamento de seu organismo.

• Como as

substâncias minerais

produzidas pela

de-gradação são utilizadas novamente pelos vegetais,

podemos compreender o papel fundamental que os

DECOMPOSITORES desempenham ao promover a

reciclagem da matéria

orgânica contida nos

cadá-veres, nas excretas e nas fezes dos animais.

• Sem eles, a

matéria mineral

se esgotaria e a Terra

seria transformada em um amontoado de cadáveres

e detritos orgânicos.

(19)
(20)

• Muitos

animais têm alimentação variada

, e outros

servem de alimento a mais de uma espécie.

• Há tb animais que, por se alimentarem de vegetais

e de animais, não se prendem a um único nível e

podem ser consumidores primários, secundários

ou terciários. São os animais

ONÍVOROS

, como o

ser humano.

• Portanto, em uma comunidade

um conjunto de cadeias inter-

ligadas

, que formam uma TEIA

ou REDE ALIMENTAR.

• Ver fig. P. 223

(21)

Teia alimentar: reunião de cadeias alimentares sabiá lobo-guará aranha louva-a-deus jararaca gafanhoto vegetais preá seriema decompositores

(22)

• Quando várias cadeias interagem entre si, forma-se uma teia alimentar.

(23)
(24)

• Nos ecossistemas terrestres os principais

produ-tores são os vegetais.

• Nos

ecossistemas aquáticos são as

algas

mi-croscópicas

, que formam o

FITOPLÂNCTON

(se-res autotróficos que flutuam livremente na água).

• As algas servem de alimento ao

ZOOPLÂNCTON

(conjunto de seres heterotróficos que tb flutuam

nas águas: protozoários, pequenos invertebrados

e larvas de moluscos, anelídeos, artrópodes, etc.)

• Entre os

consumidores secundários

há pequenos

peixes, que são comidos por peixes maiores, por

golfinhos e pelo ser humano (

consumidor 3º

)

(25)

Ecossistema Aquático Produtores Consumidor 1º Consumidor 2º Consumidor 3º Consumidor 4º

(26)

• Em todos os ecossistemas os

decompositores

são formados por

bactérias e fungos

.

• Animais detrítívoros

são aqueles que se

alimen-tam de matéria orgânica morta (folhas que caem

no solo, carcaças, fezes, etc.) como a

minhoca

.

• O termo DECOMPOSITOR é usado apenas para os

seres (bactérias e fungos) que fazem a

transfor-mação completa da matéria orgânica em mineral

ou inorgânica

(para ser utilizada pelas plantas).

(27)

Cadeia de detritívoros minhoca galinha homem besouro rã jararaca seriema estrume de vaca

(28)

Fluxo de Energia e Ciclo da Matéria – p. 224

• Da energia luminosa que chega a um ecossistema, pouco + de 1% é utilizada na fotossíntese, mas é o suficiente para gerar de 150 a 200 bilhões de tone-ladas de matéria orgânica por ano. A maior parte desses compostos são consumidos pela própria planta.

• A matéria orgânica e a energia que ficam retidas nos autotróficos compõem o alimento disponível para os consumidores.

• Uma parte das substâncias ingeridas pelo animal é eliminado nas fezes e na urina, outra parte é oxida-da na respiração e as outras ativioxida-dades do

(29)

15% são retidos no corpo. 35% são utilizados na respiração celular. 50% saem com as fezes.

Apenas uma parte da energia e da matéria

orgânica consumida permanece na cadeia para o nível trófico seguinte, o restante é eliminado nas fezes e pela respiração celular.

(30)

• Esses processos se repetem em todos os níveis da cadeia alimentar.

• Parte da matéria e da energia não passa para o nível trófico seguinte e sai da cadeia na forma de fezes, urina, CO2, água e calor.

• Em média, apenas 10% da energia de um nível trófi-co passa o seguinte. Mas essa porcentagem pode variar de 2% e 40% dependendo da cadeia.

• Portanto, podemos compreender porque uma ca-deia alimentar dificilmente tem + do que 5 níveis tróficos: a qtde cada vez menor de matéria e ener-gia disponível ao longo da cadeia permite sustentar uma qtde cada vez menor de consumidores.

(31)
(32)

•Como vimos, os resíduos voltam para as cadeia pela ação dos decompositores e da fotossíntese.

•Assim, podemos dizer que a matéria de um ecossis-tema nunca se esgota. No entanto, parte da energia é transformada em trabalho celular ou sai do corpo na forma de calor.

•Enquanto a matéria está em permanente reciclagem

parte da energia se perde como calor.

•Há um fluxo unidirecional de energia, que vai dos produtores para os consumidores.

•Um ecossistema é fechado em relação à matéria e

aberto quanto à energia. É o Sol é que fornece a

(33)

O que se pode concluir observando as cadeias e teias alimentares?

(34)
(35)

Produtividade dos Ecossistemas– p. 225

• Produtividade Primária Bruta (PPB): é a quanti-dade de matéria orgânica produzida pelas plantas de um ecossistema em certo intervalo de tempo e por

determinada área ou volume.

• Produtividade Primária Líquida (PPL): se descon-tarmos a parte consumida pela própria planta na

respiração (R), a parte que sobre é PPL. PPB–R=PPL

• Produtividade Secundária: corresponde à quanti-dade de matéria orgânica (bruta ou líquida) acumu-lada pelos consumidores em certo intervalo de

(36)

• A produtividade pode ser expressa em gramas ou quilogramas de matéria orgânica seca por metro quadrado por ano ou por dia (Kg/m2/ano).

• Ela pode ser medida tb em função da energia absor-vida ou transferida para determinado nível da cadeia e expressa em quilocalorias por metro quadrado por ano ou dia (Kcal/m2/ano).

• A produtividade de um ecossistema depende do clima da região e este varia de acordo c/ a latitude (distância em relação ao equador) e altitude (eleva-ção acima do nível do mar).

(37)

3. Pirâmides Ecológicas

•São representações gráficas das

transfe-rências de matéria e energia nos

ecossis-temas.

•Os

decompositores

não são incluídos nas

pirâmides.

•Há 3 tipos de pirâmides:

de Número, de

Biomassa ou de Energia

.

(38)

• Nas pirâmides ecológicas cada nível tró-fico

é representado por um

retângulo

, cujo

comprimento é proporcional à quantidade

do que está sendo representado.

(39)

Pirâmide de Números

•Indica o nº de indivíduos em cada nível trófico.

•Na maioria das cadeias, os predadores costumam ser maiores que as presas. Portanto, é necessário grande quantidade de indivíduos de pequeno porte para sustentar um pequeno nº de indivíduos de

grande porte.

5 mil pés de capim 700 gafanhotos

50 pássaros

OBS. A medida da base de cada retângulo é proporcional ao

(40)

•Como há perda de energia e da matéria disponíveis em cada nível da cadeia, apenas uma pequena fra-ção da matéria e da energia chega aos últimos

níveis, o que faz com que o nº de consumidores seja pequeno.

•Ex.: grande nº de algas alimenta um nº menor de pequenos crustáceos, que sustentam um nº ainda menor de peixes.

Algas microscópicas Crustáceos

(41)

30 000 protozoários

500 pulgões

1 árvores

Algumas vezes essa situação pode se inverter.

Ex: Certos animais, como lobos caçam em bandos, conseguindo capturar presas bem maiores que eles. O mesmo é válido em relação aos parasitas ou a

uma árvore grande que sustenta vários herbívoros. Nesses casos a

pirâmide é

invertida, ou seja, a base é menor que o ápice.

Outras vezes, a

pirâ-mide começa invertida e depois assume o

(42)

Pirâmide de número direta Pirâmide de número invertida

OBS.: Em Ecologia as pirâmides mais utilizadas são as de Biomassa e de Energia.

(43)

Pirâmide de Biomassa

• Biomassa: é a quantidade de matéria orgânica

pre-sente no corpo dos seres vivos de determinado nível trófico, em determinado momento.

• Com frequência ela é expressa em peso seco por unidade de área (g/m2) ou volume (g/m3).

• No exemplo calculado pelo ecologista Eugene Odum: cerca de 8 toneladas de alfafa sustentam 1 tonelada de bezerros em um ano e estes alimentam nesse

período um adolescente de 47 kg.

Alfafa (8 toneladas) Bezerros (1 t)

Adolescente (47 kg)

(44)

Pirâmide de biomassa

BIOMASSA (g/m2) NÍVEL TRÓFICO

consumidores terciários consumidores secundários consumidores primários 10 100 1.000 10 .00 0 p ro d u tore s

(45)

• Nesse caso, também pode aparecer uma pirâmide invertida. Por exemplo, em dado momento, a bio-massa de algas microscópicas (fitoplâncton) pode ser menor que a de consumidores primários (zo-oplâncton).

• Nos ecossistemas aquáticos os produtores são bem menores e consumidos em grande quantida-de por consumidores cada vez maiores.

Zooplâncton (20g/m3)

(46)

• A inversão aparece pq a medição da

biomas-sa é relativa apenas àquele momento e

não

considera

a taxa de renovação da matéria

orgânica (a velocidade de reprodução do

fitoplâncton

é maior que a do

zooplâncton

, o

que permite a sua rápida renovação.

• Se considerarmos o

ano inteiro

e

determinar-mos a média, veredeterminar-mos que a quantidade

mé-dia de fitoplâncton foi maior que a do

zooplâncton.

• Na construção da

pirâmide de energia

o

TEM-PO

é considerado e a pirâmide nunca fica

(47)

Pirâmide de Energia

• Nesse caso, representamos em cada nível trófico a

quantidade de energia acumulada por unidade de

área ou de volume e por unidade de tempo (kcal / m2

/ ano ou kcal / m3 / ano).

• Assim, a pirâmide de energia indica a produtividade de um ecossistema, pois considera o fator TEMPO. • A pirâmide de energia permite compreender pq, ao

ingerir um vegetal, aproveitamos cerca de 10% da energia fixada pela planta, e, quando comemos car-ne bovina, por ex., aproveitamos apenas 1% do ali-mento vegetal que nutriu o boi (10% dos 10% apro-veitados pelo animal).

(48)

• Mede a qtde de energia relativa em cada nível trófico. • A cada nível trófico, parte da energia recebida é

incorporada à biomassa e parte é dissipada como calor.

• Por considerar o fator TEMPO, a pirâmide de energia

nunca é invertida.

• Essa pirâmide é a que melhor reflete o que se passa ao longo da cadeia alimentar, mas tb. não mostra o nível dos decompositores.

Fitoplâncton 36 380 kcal/m2/ano

Zooplâncton

Consumidor 1º (590 kcal/m2/ano)

(49)

Suponhamos um campo onde seja produzido 3500 kcal de vegetal. Os insetos ao comerem esse vege-tal receberão apenas 350 kcal. Isso porque grande parte da energia foi utilizada pelo vegetal em suas atividades. Do total dessas calorias recebidas pelos insetos, o pássaro receberá somente 35 kcal.

Exemplo de Pirâmide de Energia

Ao passar de um nível trófico a outro a energia vai sendo perdida em forma de calor e não é mais recuperada, por isso diz-se que o fluxo de energia é UNIDIRECIONAL.

(50)

Cada nível trófico incorpora apenas 10% da energia do nível precedente

Quanto maior o nível trófico do organismo  menor a quantidade de energia disponível, isso limita o no

de níveis tróficos a 4 ou no máximo 5.

Consumidores primários Produtores Consumidores secundários Consumidores terciários 1000 100 10 10% 10% 10% 900 90 9 9000

(51)
(52)

4. POLUIÇÃO E DESEQUILÍBRIO NAS CADEIAS • Como os seres vivos de um ecossistema estão

liga-dos entre si por cadeias alimentares, a poluição ou a morte de uma sp podem afetar muitas ssp.

• Poluição é o acréscimo ao ambiente de produtos q ameaçam a saúde ou a sobrevivência dos seres

humanos e de outros organismos.

AGROTÓXICOS E A CADEIA ALIMENTAR

• P/ combater insetos e outros organismos que se ali-mentam de plantas, é comum o uso de agrotóxicos (pesticidas ou defensivos agrícolas). Contra insetos, inseticidas, contra fungos, fungicidas, etc. Muitos

não são específicos e afetam os polinizadores e ou-tros que se alimentam de sp perniciosas.

(53)

DESEQUILÍBRIOS NA CADEIA ALIMENTAR • A eliminação de uma sp pode ter efeitos negativos

sobre outras ssp da cadeia. Se pássaros, aranhas e

outros animais que comem insetos herbívoros fo-rem eliminados, esses insetos proliferarão e pode-rão destruir plantações.

• Em um rio da Califórnia, observou-se que peixes do topo da cadeia alimentar, como as trutas, comiam libélulas, e estas ingeriam um tipo de mosquito que se alimentava de algas.

• Os pesquisadores removeram boa parte das trutas e observaram que a população de libélulas aumentou. Com isso, a população de mosquito diminuiu e a de algas aumentou, a ponto de cobrir a superfície do rio e provocar desequilíbrios ecológicos.

(54)

• BIODEGRADÁVEL: A matéria orgânica presente no esgoto doméstico pode ser decomposta por micror-ganismos, como as bactérias e fungos.

• NÃO BIODEGRADÁVEL: Um dos + sérios problemas atuais é o acúmulo de poluentes no ambiente, como o chumbo, o arsênio e o mercúrio, que não podem ser decompostos pelos microrganismos ou por pro-cessos naturais. São poluentes não biodegradáveis.

• PERSISTENTES: Há tb os poluentes persistentes,

são degradados de forma muita lenta – Ex. plásticos, detergentes e inseticidas como o DDT (demoram

dezenas ou centenas de anos para se degradar).

(55)

• Os poluentes não biodegradáveis e os persistentes

tendem a se acumular no ambiente e no corpo dos seres vivos (BIOACUMULAÇÃO). Dependendo da

concentração, podem provocar danos ao organismo. • Por causa da redução da biomassa na passagem de

um nível trófico p outro, a concentração do produto tóxico aumenta ao longo da cadeia e os organismos dos últimos níveis tróficos acabam absorvendo do-ses altas dessas substâncias, prejudiciais à saúde.

• Esse fenômeno conhecido como Magnificação trófica.

(56)
(57)

• Um caso trágico de intoxicação por mercúrio ocorreu no Japão, quando uma indústria, instalada em 1932, começou a despejar mercúrio, na baía de Minamata. • Esse metal foi absorvido pelo plâncton e, através da

cadeia alimentar, atingiu peixes e moluscos, que ser-viam de alimentos p/ população local.

• Por volta de 1950 começaram a aparecer os proble-mas decorrentes do depósito de mercúrio no sistema nervoso, no fígado e nos rins: morte de cerca de mil pessoas, além de provocar surdez, paralisia e

cegueira em + 2 mil pessoas – o desastre ficou conhecido como “doença de Minamata”.

(58)

• Em certas regiões do Brasil, principalmente na Ama-zônia, os garimpeiros usam o mercúrio para separar o ouro das impurezas.

• Eles misturam esses dois metais para formar uma liga, o amálgama. Aquecendo-a, o mercúrio é

vaporizado e resta o ouro puro.

• Nesse processo o garimpeiro pode se contaminar ao inalar os vapores tóxicos. Além disso, parte desse metal contamina o solo e as águas, que é ingerido por peixes e outros animais silvestres.

(59)

DDT no ser humano - 10 ppm DDT nos peixes - 1 ppm

DDT no zooplâncton – 0,1 ppm

DDT no fitoplâncton 0,01 ppm

O pontilhado representa a concentração do DDT em cada nível trófico; ppm (partes por milhão) é uma forma de

expressar a concentração de um poluente.

1 ppm corresponde a 1 parte do poluente em 1 milhão de partes de uma mistura.

(60)

A dúzia suja – p. 229

e

A primavera silenciosa – p. 230

(61)

Compreendendo o texto: 1 a 6 – p. 231

Refletindo e concluindo: 1 a 9 - p. 231 a 233

ENEM: 1 e 2 – p.234

(62)

ATIVIDADES – p. 220 a 230

1) O que é cadeia alimentar ? (4)

2) Diferencie autotróficos de heterotróficos e exemplifique. (4)

3) Diferencie fotossíntese e quimiossíntese. (4)

4) Quem são os produtores de um ecossistema? (1) 5) O que é nível trófico? (1)

6) Esquematizes duas cadeias alimentares em que você participe como consumidor primário e ter-ciário. (2)

7) Qual a importância dos decompositores em um ecossistema? Quem são eles? (3)

(63)

8) O que significa ser um animal onívoro? Exemplifi-que.(2)

9) Explique o que significa teia ou rede alimentar. (2) 10)Explique fitoplâncton e zooplâncton.

Exemplifi-que. (4)

11)Por que uma cadeia alimentar nunca tem mais que 4 ou 5 níveis tróficos? (3)

12)Explique: “um ecossistema é fechado em relação

à matéria e aberto quanto a energia.”(5)

13)O que é produtividade primária bruta (PPB)? Qual a relação entre PPB e PPL? (5)

(64)

14)Caracterize os 3 tipos de pirâmides ecológicas e aponte vantagens e desvantagens de cada uma. (6)

15)O homem estará ocupando o nível trófico em que há maior aproveitamento da energia fixada pelos produtores,

quando escolher como cardápio: arroz com feijão ou frango c/ toucinho? Comente. (2)

16)O que são poluentes não biodegradáveis? Exemplifique.3 17)Explique o que significa magnificação trófica. (5)

18)Comente sobre a “doença de Minamata”. (5)

19)Em uma lagoa são lançados inseticidas organoclorados. Dos organismos: caramujos, peixes, microcrustáceos e garças, quais os que irão apresentar, após algum tempo, maior concentração desses inseticidas? (1)

(65)

Compreendendo o texto – p. 231

1) Classifique os organismos abaixo de acordo com sua posição na teia. Lembre-se de que alguns

seres podem ter mais de uma classificação.

2) Monte uma cadeia alimentar com os seguintes organismos: tubarão, sardinha (adulto), algas microscópicas, larvas de moluscos.

Capim Gafanhoto Coelho Rato Lagarto Gavião Serpente

(66)

3) Você aprendeu que a quantidade de energia diminui ao longo da cadeia, pois parte dessa energia se perde na forma de calor. Explique, então por que a energia de um ecossistema não acaba.

4) Sabendo que apenas cerca de 10% da energia de um

nível trófico são transferidos para o nível trófico seguinte, calcule que porcentagem de energia – dos 100% de

energia existentes nos produtores – estará disponível p/ os consumidores quaternários.

5) Um agricultor utilizou um agrotóxico persistente para

eliminar insetos que atacavam sua plantação de algodão. Como você explica a presença desse agrotóxico no corpo de algumas espécies de aves, já que essas aves não

(67)

6) Veja uma das cadeias alimentares do ambiente polar:

Fitoplâncton zooplâncton peixes focas ursos polares

Sabendo que houve contaminação desse ambiente por um poluente não biodegradável, responda:

com o tempo, espera-se que a maior concentração do poluente acabe sendo encontrada em qual dos

(68)

Refletindo e concluindo - p. 231

1) (PUC-SP) Em uma cadeia alimentar, o

homem se comportará como consumidor

primário e secundário se sua dieta contiver:

a) Leite de cabra e frango grelhado.

b) Salada de verduras e suco de laranja.

c) Carne de soja e arroz integral.

d) Sopa de legumes e salada de frutas.

e) Batata frita e bife de alcatra.

(69)

2) (UFF-RJ) Ao deixarem de ser nômades, caçadores e coletores, os humanos se estabeleceram em áreas determinadas e começaram a cultivar plantas. Nesse processo, as paisagens naturais foram modificadas, sendo retirada a cobertura vegetal original para dar lugar às plantas cultivadas. Ao mesmo tempo, come-çou-se a domesticar animais, dentre estes, os gatos. Estudos paleontológicos recentes mostraram que os felinos se aproximavam atraídos por roedores, den-tre estes, os ratos, que por sua vez eram atraídos pelos grãos que eram colhidos e armazenados.

Aponte o gráfico que melhor representa o fluxo de energia da interação entre grãos, ratos e gatos.

(70)

Aponte o gráfico que melhor representa o fluxo de energia da interação entre grãos, ratos e gatos.

(71)

3) (Unirio-RJ) As pirâmides ecoló- gicas podem ser de números, de

biomassa ou de energia.

Observando as pirâmides simplificadas representadas ao lado, podemos concluir que:

a) as três formas podem representar qualquer tipo de pirâ-mide, dependendo apenas das populações consideradas. b) somente a pirâmide I pode ser de energia pq, levando em

conta o tempo, sua forma não pode se apresentar invertida. c) a pirâmide II não pode ser de biomassa porque ocorre

gran-de perda na transferência gran-de um nível trófico para outro. d) a pirâmide III poderia ser uma pirâmide de números cujos

níveis tróficos seriam grama, zebras e carrapatos.

e) o nível trófico correspondente aos produtores é represen-tado pelo retângulo de maior área, em quaisquer das 3 pirâmides.

(72)

4) (UNIP-SP) O esquema abaixo representa uma teia alimentar de uma lagoa, onde foi aplicado DDT.

Sabendo que o DDT tem efeito cumulativo, em qual dos elementos da cadeia alimentar haverá maior

concentração desse inseticida? a) moluscos

b) insetos

c) Cocépodes d) Peixes

(73)

5) (Vunesp) Observe, inicialmente, as duas cadeias alimentares:

1. árvore → preguiças → pulgas → protozoários. 2. milho → roedores → cobra → gaviões.

Observe os modelos de pirâmides a seguir:

É correto afirmar, c/ relação às cadeias 1 e 2 e aos modelos de pirâmides I e II, que:

a) a pirâmide I pode representar tanto o número de indivíduos como a quantidade de energia disponível em cada nível trófico da cadeia 2. b) a pirâmide II pode representar tanto o número de indivíduos como a

quantidade de energia disponível em cada nível trófico da cadeia 1. c) a pirâmide II pode representar a quantidade de energia disponível em

cada nível trófico da cadeia 2.

d) a pirâmide I pode representar o nºde indivíduos em cada nível trófico da cadeia I.

e) a pirâmide I pode representar o nº de indivíduos da cadeia 2, e a

pirâmide II, a quantidade de energia disponível em cada nível trófico da cadeia 1.

(74)

6) FUVEST-SP “O tico tá comendo meu fubá / Se o tico-tico pensa / em se alimentar / que vá comer / umas minho-cas no pomar (…) / Botei alpiste para ver se ele comia / Botei um gato, um espantalho e um alçapão (…)”

(Zequinha de Abreu, Tico-tico no Fubá).

No contexto da música, na teia alimentar da qual fazem par-te tico-tico, fubá, minhoca, alpispar-te e gato.

a) a minhoca aparece como produtor e o tico-tico como consumidor primário.

b) o fubá aparece como produtor e o tico-tico como consu-midor primário e secundário.

c) o fubá aparece como produtor e o gato como consumidor primário.

d) o tico-tico e o gato aparecem como consumidores primá-rios.

e) o alpiste aparece como produtor, o gato como consumi-dor primário e a minhoca como decompositor.

(75)

7) (FUVEST) O homem estará ocupando o

nível trófico em que há maior

aproveitamen-to da energia fixada pelos produaproveitamen-tores,

quando escolher como cardápio:

a) carne com creme de leite.

b) peixe com camarão.

c) frango com toucinho.

d) pão com geleia de frutas.

e) ovos com queijo.

(76)

8) (FUVEST/SP) Uma lagarta de mariposa absorve apenas

metade das substâncias orgânicas que ingere, sendo a outra metade eliminada na forma de fezes. Cerca de 2/3 do material absorvido é utilizado como combustível na respiração celular, enquanto o 1/3 restante é convertido em matéria orgânica da lagarta. Considerando que uma lagarta tenha ingerido uma quantidade de folhas com matéria orgânica equivalente a 1200 calorias, quanto dessa energia estará disponível para um

predador da lagarta? a) ( ) 100 calorias. b) ( ) 200 calorias c) ( ) 300 calorias. d) ( ) 400 calorias. e) ( ) 600 calorias.

50% ABSORVIDA: 2/3 – RESPIRAÇÃO; 1/3 – MAT. ORGÂNICA;

(77)

9) (PUC) Em 1953, foi evidenciada, no Japão, um doença denominada ´Mal de Minamata´, em que as pessoas afetadas apresentavam dis-túrbios de visão, audição e coordenação. Resíduos com mercúrio foram despejados na águas da baía de Minamata. O mercúrio foi absorvido pelo plâncton que servia de alimento p/ moluscos e para certos peixes. Por sua vez, os moluscos eram predados por outro grupos de peixes e os peixes representavam dieta básica das pes--soas da região. Sabendo-se que o mercúrio tem efeito cumulativo, espera-se encontrar

a) maior concentração dessa substância no homem e menor con-centração no plâncton.

b)maior concentração dessa substância no plâncton e menor con-centração no homem.

c)maior concentração dessa substância no plâncton e menor con-centração nos peixes e nos moluscos.

d)a mesma concentração dessa substância em todos os elos da teia alimentar descrita.

(78)

ENEM- p. 234

1) Há quatro séculos alguns animais domésticos foram introduzidos na Ilha da Trindade como "reserva de alimento”. Porcos e cabras soltos

davam boa carne aos navegantes de passagem, cansados de tanto peixe no cardápio. Entretanto, as cabras consumiram toda a vegetação rasteira e ainda comeram a casca dos arbustos sobreviventes. Os porcos

revolveram raízes e a terra na busca de semente. Depois de consumir todo o verde, de volta ao estado selvagem, os porcos pas-saram a devorar

qualquer coisa: ovos de tartarugas, de aves marinhas, caranguejos e até cabritos pequenos.

Com base nos fatos acima, pode-se afirmar que:

(A) a introdução desses animais domésticos, trouxe, com o passar dos anos, o equilíbrio ecológico.

(B) o ecossistema da Ilha da Trindade foi alterado, pois não houve uma interação equilibrada entre os seres vivos

(C) a principal alteração do ecossistema foi a presença dos homens, pois animais nunca geram desequilíbrios no ecossistema.

(D) o desequilíbrio só apareceu quando os porcos começaram a comer os cabritos pequenos.

(E) o aumento da biodiversidade, a longo prazo, foi favorecido pela introdução de mais dois tipos de animais na ilha.

(79)

2) Um agricultor, que possui uma plantação de milho e uma criação de galinhas, passou a ter sérios problemas com os cachorros-do-mato que atacavam sua criação. O agricultor, ajudado pelos vizinhos, exterminou os cachorros-do-mato da região. Passado pouco tempo, houve um grande aumento no número de pássaros e roedores que passaram a atacar as lavouras. Nova campanha de extermínio e, logo depois da destruição dos pássaros e roedores, uma grande praga de gafanhotos, destruiu

totalmente a plantação de milho e as galinhas ficaram sem alimento.

Analisando o caso anterior, podemos perceber que houve desequilíbrio na teia alimentar representada por:

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