SigPlani - Sistema de Gestão da Lei de Informática
Módulo RDA - Relatório Demonstrativo Anual
ANO BASE 2013 – Instruções – versão 1.3
Ref.: Lei nº 8.248/91 e suas alterações, regulamentada pelo Decreto nº 5.906/06 e suas alterações.
MANUAL PARA PREENCHIMENTO DO RDA ANO BASE 2013
Sumário
1.
Introdução ... 1
2.
Sistema SIGPLANI ... 1
Primeiro Acesso ... 1
3.
Orientações Preliminares ... 2
Assunção ... 2
Finalização ... 2
Impressão ... 2
Retificação ... 2
Anexos ... 2
4.
Identificação ... 3
5.
Declarações ... 4
6.
Faturamento e Incentivos ... 5
7.
Produtos e produção... 6
Aba Produto ... 6
Aba Faturamentos, Exportações, Quantidade Produzida e Tributos ... 7
8.
Pesquisa e Desenvolvimento ... 9
Aba Aplicações ... 9
Aba Programação Geral ... 11
9.
Projetos ... 13
Projetos Próprios... 13
10.
Projeto com instituições de regiões com influência da SUDAM, SUDENE e Região Centro-Oeste. ... 16
11.
Projeto com instituições de outras regiões (Sul e Sudeste)... 22
12.
Projetos Executados por Contratantes ... 22
13.
Relatório Simplificado ... 23
14.
Anexo 1 – Sugestões de Preenchimento dos Investimentos em Projetos de P&D ... 27
15.
Anexo 2 – Dispêndios em princípio não aceitos. ... 28
16.
Anexo 3 – Sugestões de Preenchimento dos Investimentos em Projetos de P&D para o Relatório
Simplificado ... 29
1. Introdução
Este manual provê orientações gerais para o preenchimento do Relatório Demonstrativo Anual (RDA) pelas empresas beneficiárias da Lei de Informática.
O RDA é o relatório que a empresa apresenta anualmente para demonstrar o atendimento da contrapartida em atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) conforme estabelecido pelo §9º, Art. 11 da Lei 8.248/1991 – Lei de Informática.
A análise realizada com base nas informações apresentadas no RDA visa verificar se as atividades desenvolvidas em projetos elaborados pelas empresas se classificam como sendo de P&D em tecnologias de informática, de acordo com o Art. 24 do Decreto 5.906/2006, se os dispêndios são consistentes com as atividades declaradas e com os resultados obtidos e se as aplicações realizadas nas atividades de P&D atingiram os limites mínimos de investimentos exigidos pela Lei, de acordo com as condições estabelecidas nos Arts. 8.º a 11 do Decreto 5.906/2006 e no Art. 11 da Lei 8.248/1991. Desta forma, o relatório da empresa deve fornecer informações suficientes para a comprovação do atendimento dessas condições.
2. Sistema SIGPLANI
O sistema Sigplani realiza a coleta dos dados referentes aos compromissos decorrentes da fruição dos incentivos fiscais da Lei de Informática, aplica-se a todas as empresas incentivadas, mesmo que as com habilitação provisória, e contratantes. Segundo a Portaria MCT nº 343, de 19/05/2009 o Sistema Sigplani está disponível no período de 02 de maio até o dia 31 de julho de cada ano, com suporte técnico das 9h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00 de segunda-feira a sexta-feira.
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação disponibilizará o número de telefone (61) 2033-8020 durante o período de disponibilidade do Sigplani. Esse número será exclusivo para tratar sobre dúvidas de preenchimento do RDA 2013. Para tratar sobre erros e/ou problemas técnicos do sistema, a empresa deverá enviar um e-mail para o endereço eletrônico: [email protected], com os dados da empresa e a imagem da tela contendo o erro, conforme a orientação na página inicial desse sistema. O resultado da análise dependerá da qualidade e da acuidade das informações prestadas.
As informações solicitadas no Sigplani serão preenchidas apenas pelas empressas habilitadas (inclusive habilitação provisória) e por aquelas que possuam contratos de assunção de P&D (contratante). Dessa forma, as Instituições de Ensino e Pesquisa e os Centros de Pesquisa e Desenvolvimento, ou ainda terceiros deverão enviar àquelas empresas informações sobre os projetos executados, sem prejuízo da obrigação de guardarem os documentos desses projetos para posterior fiscalização da SEPIN.
O sistema permite anexar documentos sempre que solicitado ou quando a empresa considerar necessário.
Primeiro Acesso
Para realizar o Primeiro Acesso, a empresa deverá usar a opção <Primeiro Acesso> e informar o seu CNPJ. Neste primeiro cadastro, serão solicitados dados de identificação da empresa e uma senha de acesso. Caso o CNPJ informado não seja aceito pelo sistema, a empresa deverá entrar em contato por meio do endereço eletrônico [email protected].
Observação:
Caso a empresa possua mais de uma unidade habilitada, será admitido o uso de apenas um CNPJ.
A elaboração do Relatório implica no preenchimento de cinco blocos de informação: 1. Informações gerais da empresa;
2. Declarações e Certidões exigidas por Lei (não é necessário o envio em papel. A SEPIN poderá solicitá-las a qualquer tempo);
3. Faturamento e incentivos;
4. Informações sobre os produtos fabricados e sua produção; e
5. Projetos de P&D (próprios da empresa ou executados por meio de convênios ou contratos com Instituições Credenciadas pelo Comitê da Área de Tecnologia da Informação – CATI), investimentos em Programas ou Projetos Prioritários em Tecnologia da Informação e depósitos no FNDCT.
3. Orientações Preliminares
Assunção
No caso de empresas Contratantes, que assumiram investimentos em P&D de empresa Contratada, não será necessário o preenchimento do formulário “Produtos e Produção” (preenchido pela empresa Contratada, detentora da portaria de habilitação).
Finalização
A empresa pode utilizar o menu “Finalizar e Enviar” a qualquer momento, quando o Sistema informará se existem campos não preenchidos e o Relatório ainda não pode ser entregue.
Na entrega eletrônica do RDA o Sistema emitirá um recibo e enviará um e-mail automático para o Responsável Técnico. Cópia do recibo eletrônico deverá ser anexada ao Relatório impresso e devidamente assinado.
Impressão
Para impressão do RDA, usar o item do menu vertical “Imprimir”. O documento impresso deve ser rubricado em todas suas páginas, assinado pelo Representante Legal e enviado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação em uma via. O formulário “Declarações” solicita a confirmação do envio.
Retificação
Quando finalizado o preenchimento, use o botão “Enviar” do menu “Finalizar e Enviar” para que o Recibo Eletrônico seja gerado pelo sistema. A empresa pode preencher os formulários por etapas e enviá-lo quantas vezes desejar, até o prazo legal de 31 de julho, quando o acesso ao Sistema será bloqueado. Será considerado o último envio, que deverá ser igual à cópia impressa a qual deve ser enviada para o MCTI juntamente com o recibo eletrônico gerado.
Após o término do prazo legal, não será possível realizar nenhuma retificação.
Anexos
O Anexo 1 apresenta um guia de preenchimento com a descrição mínima dos investimentos realizados. O Anexo 2 apresenta os dispêndios, em princípio, não aceitos.
O Anexo 3 apresenta um guia de preenchimento com a descrição mínima dos investimentos realizados no caso de opção pelo Relatório Simplificado.
4. Identificação
Na tela de Identificação, a empresa declarante deverá fornecer as informações básicas que possibilitem a identificação da empresa e de seus responsáveis, os quais serão chamados a esclarecer possíveis dúvidas quanto às informações declaradas no RDA.
Observação:
No campo Responsável Técnico a empresa deve informar o nome da pessoa responsável pelas informações técnicas, a qual poderá ser contatada para o esclarecimento de dúvidas sobre produtos e projetos declarados pela empresa.
5. Declarações
Na tela de Declarações a empresa declarante deverá fornecer as informações básicas quanto ao cumprimento das obrigações advindas da Lei de Informática, bem como a justificativa, caso algum item não tenha sido cumprido.
Observação:
É importante utilizar o campo Outras observações sobre este Relatório Demonstrativo para registrar informações esclarecedoras sobre situações importantes como a não utilização do incentivo, inadimplências, ausência de certidões e de certificados, não implantação do programa de qualidade e/ou do programa de distribuição de lucros, aplicação residual no FNDCT, etc).
6. Faturamento e Incentivos
Na tela de Faturamento e Incentivos deverão ser fornecidas as informações básicas quanto ao faturamento da empesa, discriminando-os pela região de fabricação dos produtos, área de atuação, bem como outras informações fundamentais para análise estatística do impacto do benefício.
Se o produto enquadrar-se como microcomputador no valor de até R$ 11 mil, bem como das unidades descritas no Art. 9 do Decreto nº 5.906/2006 e demais leis referenciadas no caput deste manual, a empresa declarante deverá preencher o campo destinado nesta tela, para cálculo do percentual aplicável em P&D sobre este caso do investimento.
7. Produtos e produção
Na tela de Produtos e Produção a empresa declarante deverá fornecer as informações básicas quanto aos produtos incentivados e, caso exista, sobre o faturamento por cada produto, de modo que seja possível determinar a obrigação de forma individualizada por produto.
Aba Produto
Observação:
Troca de etapa do PPB: caso a empresa declare que trocou o cumprimento do PPB do produto selecionado por aplicação adicional em P&D, esta deverá informar o número da Portaria Interministerial, assim como o percentual adicional a ser aplicado.
Observação:
Cabe lembrar que o cálculo do valor a investir em P&D considera 4 campos digitados pela empresa: UF (região), troca de PPB por P&D (válido para os produtos cujos PPBs assim o permitam), o faturamento bruto do produto e os abatimentos legais na sua comercialização, além do produto ser enquadrado como microcomputador ou suas partes. Neste último caso, lembrar que a partir do ano base de 2010 houve redução de 25% na obrigação padrão (4% ou 4,35%), ficando 3,0% Sul/Sudeste ou 3,2625% (Centro-Oeste e Regiões dentro da área de influência da SUDAM e SUDENE).
A Lei n° 11.908/2009 alterou alínea c, art. 29 da Lei nº 10.637/2002. Os produtos comprados com isenção de IPI pela Lei 10.637, de 2002, NÃO são abatidos do faturamento para o cálculo da obrigação, já que a empresa que essa lei não prevê obrigações de P&D para a empresa beneficiária. As aquisições realizadas com base nessa Lei são declaradas no Relatório Demonstrativo, em campo específico, separados das aquisições com base na Lei de Informática.
Formulário:
Campo Informações
Recolhimento sobre faturamento bruto deduções do faturamento para efeito do cálculo da obrigação em P&D conforme o Art. 8° do Decreto no 5.906/06.
Aquisições de Bens de Informática Incentivos (Insumos) (R$)
considerar apenas os insumos efetivamente utilizados nos bens incentivados.
Devoluções (R$) considerar apenas a devolução dos bens incentivados.
Incentivos auferidos sobre faturamento bruto e bens incentivados no mercado interno
informar os valores dos incentivos recebidos pela empresa sobre cada tributo.
8. Pesquisa e Desenvolvimento
Na tela de Pesquisa e Desenvolvimento a empresa declarante deverá fornecer as informações básicas quanto ao valor das obrigações em P&D, bem como de que forma essas foram divididas dentre os projetos e outras aplicações listadas na legislação.
Observação:
As informações de P&D devem considerar os projetos realizados no ano base em questão
Formulário:
Campo Informações
Quantidade de unidades de P&D da empresa
informar a quantidade de departamentos cuja atividade principal é P&D.
Aba Aplicações
Na aba Aplicações serão declaradas as contribuições, quando for o caso, ao FNDCT, aos Programas Prioritários e ao FNDCT – Insuficiência de Investimento.
Além disso, a empresa deve declarar, quando for o caso, o uso de recursos FINEP, CNPq, BNDES e Institutos de Apoio nos projetos executados com recursos da Lei de Informática.
Observação:
No campo Valores investidos nos projetos de P&D: informar o valor aplicado em projetos de P&D, caso a empresa tenha investido em algum desses casos.
Projetos com dispêndios compartilhados: caso o projeto tenha sido financiado com mais de uma fonte de recurso, como por exemplo FINEP, Fundações de Apoio, Programas estaduais, municipais, entre outros, é imprescindível contextualizar o projeto e mencionar a participação de cada fonte para concretizá-lo.
Formulário:
Campo Informações
FNDCT, Ano Base - depósitos trimestrais (R$)
informar o recolhimento trimestral no ano base decorrente da obrigação especificada no Art 34 do Decreto no 5.906/06.
FNDCT – Insuficiência de Investimento (R$)
informar o pagamento de insuficiência de investimento.
Programas Prioritários do MCTI/CATI (PPI) (R$)
informar o investimento aplicado em um dos programas até 31 de março de 2013, nos termos da Portaria MCT no 178/07.
Aba Programação Geral
Na aba de Programação serão apresentadas informações sobre o ambiente de P&D, áreas de competência tecnológica, parcerias, PPI e propriedade intelectual.
Formulário:
Campo Informações
Descrição das instalações de P&D A empresa declarante deverá descrever a sua infraestrutura de P&D. Ex: qtd de sala, equipamentos, e demais recursos utilizados em P&D.
Principais fontes utilizadas pela empresa para acesso às tecnologias
Ex: (parceiros, instituições, licenciadores de patentes, etc.).
Descrição dos objetivos almejados com os aportes aos PPI indicados se tiver havido depósitos nos PPI
Apresentar as expectativas sobre o seu investimento nos projetos de programas prioritários.
Política de PI - Propriedade Intelectual da empresa, especialmente no tocante aos desenvolvimento tecnológicos
9. Projetos
A empresa declarante terá acesso aos links para cadastrar os projetos, sejam eles próprios, através de convênios com instituições credenciadas ou executadas por terceiros. Em todos os casos, a empresa deverá fornecer as informações básicas quanto à aplicação das obrigações em projetos de P&D possibilitando atestar o cumprimento destas em conformidade com a legislação aplicada.
Projetos Próprios
Aba Dados Básicos
Formulário:
Campo Informações
Valor total do projeto É a soma do Valor total do projeto. É contabilizado para efeitos de cumprimento de obrigação.
Identificação do Projeto Preencher o código pelo qual o projeto é identificado na empresa e/ou posto nos documentos da Instituição de P&D. Não pode existir dois projetos diferentes com o mesmo código.
Alcance do projeto de P&D Indicar qual a utilização ou o alcance do projeto (Na Instituição, Na Empresa, No Mercado Interno, Exportação, Uso em Empresas no Grupo no Exterior, Redução de Importações). Pode-se selecionar mais de um item.
Enquadramento no Artigo 24 Preencher em quais dos itens o projeto se enquadra, de acordo com o Art. 24 do Decreto nº 5906 de 2006.
Aba Investimento
Formulário:
Campo Informações
Perfil do Investimento no Ano Base A empresa deverá declarar os dispêndios correlacionados com o projeto em questão.
Valor Total Investido no Ano Anterior e Valor Total Estimado para o Próximo Ano
Os campos mostram o histórico e a previsão de investimento. Contabilizado para efeitos estatísticos.
Perfil do Investimento no Ano base (RH) Preencher com a quantidade de pessoas, de horas trabalhadas e o valor total pago relacionado às pessoas envolvidas diretamente na execução do projeto (RH Direto). As mesmas informações devem ser fornecidas também com relação às pessoas que não participaram diretamente do projeto, mas prestaram atividades de apoio (RH Indireto).
Aba Resultado
Formulário:
Campo Informações
Resultado do Projeto Descreva os resultados do projeto de forma clara e objetiva, considerando todas as atividades realizadas dentro do ano base.
Descrição do Projeto Descreva objetivamente a motivação, objeto, objetivo, metodologia, cronograma de atividades, equipe técnica envolvida, própria ou de terceiros, e sua atribuição no projeto.
Alcance da Inovação do projeto É uma avaliação da própria empresa (Inovador para a empresa, Inovador no mercado interno, Inovador internacionalmente).
Nível técnico da Inovação do projeto É uma avaliação da própria empresa (Grande, Médio,Pequeno).
Observação:
Descrição do Projeto: Esta descrição deverá ser suficiente para que os analistas da SEPIN possam atestar o enquadramento do projeto como de P&D em TIC conforme a legislação vigente, permitindo correlacionar o perfil dos dispêndios com a natureza dos investimentos e as atividades realizadas.
Alcance da Inovação do projeto e Nível técnico da Inovação do projeto: Os dois itens são de interpretação da empresa, e não afetam a analise do projeto de P&D, embora tenham importância analítica e estatística.
10. Projeto com instituições de regiões com influência da SUDAM, SUDENE e Região
Centro-Oeste.
Para a empresa que tenha o faturamento bruto superior a R$ 15 milhões e queira usufruir dos benefícios da Lei nº 8.248/1991, esta deverá, necessariamente, aplicar os percentuais financeiros dispostos na legislação aplicável em projetos de P&D conveniados com instituições da região de influência da SUDAM (exceto a zona franca de Manaus), SUDENE e região Centro-Oeste. Para isto, a empresa declarante deverá utilizar as telas abaixo para o cadastro das informações relativas a esses projetos.
Aba dados básicos
Observação:
Considerando que a legislação é orientada a Projetos de P&D, recomenda-se que a empresa não declare um conjunto de sub-projetos em um único formulário de P&D, caracterizando-os como um Programa. Esse formato de declaração das informações prejudica o processo de análise.
Os projetos e dispêndios não declarados no Relatório Demonstrativo não poderão ser apresentados posteriormente em possíveis Contestações.
Formulário:
Campo Informações
Valor total do projeto É a soma do “Valor Total Gasto”, preenchido na aba “Investimento Repassado”, mais os recursos antecipados para o ano seguinte. É contabilizado para efeitos de cumprimento de obrigação.
Identificação do projeto código pelo qual o projeto é identificado na empresa e/ou posto nos seus documentos na Instituição de P&D (documentação interna). Não pode existir dois projetos diferentes com o mesmo código.
Alcance do projeto de P&D indica se os resultados do projeto de P&D terão as utilizações ou o objetivos indicados: na empresa, na instituição de P&D, no mercado interno, em exportações, em empresas do grupo no exterior.
Artigo 24 (enquadramento) Enquadramento das atividades executadas pelo projeto: segundo a Lei de Informática (Art. 24 do Decreto 5.906/2006) são quatro os tipos elegíveis de projetos ou atividades de P&D, ou seja, qualquer despesa contabilizada pelo projeto de P&D deve enquadrar-se em pelo menos um dos itens apresentados na aba “Dados básicos”.
Aba Investimento Repassado
A empresa declarante deverá informar todos os recursos financeiros que foram repassados para o desenvolvimento do projeto de P&D com a instituição selecionada na aba “Dados básicos”.
Formulário:
Campo Informações
Perfil do Investimento No Ano Base
2013 – R$ Repassados à Instituição Esses campos devem ser preenchidos com os valores dos dispêndios executados no ano base em cada um dos ítens.
Valor total Repassado para a Instituição (R$)
É o valor que a empresa repassa para cumprir a obrigação (financeiro e material).
Valor Antecipado Para o Próximo Exercício (R$)
É a parte do repasse que não foi gasta no projeto e, portanto, será repassada para o ano seguinte. Esse valor é contabilizado no ano base atual para efeitos de cumprimento de obrigação.
Saldo do Valor Repassado para o Ano Base (R$)
É o montante originário de antecipação do ano anterior. Não é contabilizado para efeitos de obrigação do ano base atual, mas sim do ano base anterior.
Valor total Repassado no Ano Anterior (R$)
Valor repasssado no ano anterior, contabilizado para efeitos estatísticos.
Valor Estimado para o Próximo Ano (R$)
Valor estimado do investimento para o próximo ano, contabilizado para efeitos estatísticos.
Valor Total Gasto (R$) É o valor gasto no projeto, resultado da soma dos valores dos dispêndios executados no projeto e dos Custos Incorridos. Não é contabilizado para efeitos de cumprimento de obrigação.
Aba Investimento Próprio
Na guia “Investimento Próprio” a empresa declarante deverá informar todos os seus recursos que foram destinados e aplicados para o desenvolvimento do projeto de P&D com a instituição.
Formulário:
Campo Informações
Descrição do Investimento na Instituição
Espaço reservado para descrever os dispêndios realizados no projeto. Sugere-se que entre as informações fornecidas, constem as listadas no Anexo 1, para auxiliar a compreensão e contextualização desses dispêndios dentro do projeto.
Descrição do Investimento Próprio Espaço reservado para descrever os dispêndios realizados no projeto. Sugere-se que entre as informações fornecidas, constem as listadas no Anexo 1, para auxiliar a compreensão e contextualização desses dispêndios dentro do projeto.
A empresa deverá informar com clareza a sua participação no projeto e papel dos envolvidos, quando for o caso.
Formulário:
Campo Informações
Resultado do Projeto Descreva os resultados do projeto de forma clara e objetiva, considerando todas as atividades realizadas dentro do ano base. É importante, adicionalmente, demonstrar natureza, efetividade e utilidade para a empresa.
Descrição do Projeto Descreva objetivamente a motivação, objeto, objetivo, metodologia, cronograma de atividades, equipe técnica envolvida, própria ou de terceiros, e sua atribuição no projeto.
Alcance da Inovação do projeto É uma avaliação da própria empresa (Inovador para a empresa, Inovador no mercado interno, Inovador internacionalmente).
Nível técnico da Inovação do projeto É uma avaliação da própria empresa (Grande, Médio,Pequeno).
Observação:
Descrição do Projeto: Esta descrição deverá ser suficiente para que especialistas no campo técnico-científico possam avaliar e atestar o enquadramento do projeto como de P&D em TIC conforme a legislação vigente, permitindo correlacionar o perfil dos dispêndios, atividades realizadas, RH envolvido e os resultados alcançados.
Alcance da Inovação do projeto e Nível técnico da Inovação do projeto: Os dois itens são de interpretação da empresa, e não afetam a análise do projeto de P&D, embora tenham importância analítica e estatística.
11. Projeto com instituições de outras regiões (Sul e Sudeste)
Para o cadastro de projetos de P&D com instituições localizadas na região Sul e Sudeste, a empresa declarante deverá seguir as mesmas orientações descritas no item 9 deste manual, o que remete aos projetos com instituições de regiões com influência da SUDAM (exceto as localizadas na Zona Franca de Manaus), SUDENE e Região Centro-Oeste.
12. Projetos Executados por Contratantes
Projetos executados por Contratantes (contratos de assunção): informe o CNPJ, a Razão Social, o valor transferido, se o valor está sendo remetido ou recebido, e os dados do responsável, na outra empresa. A soma das aplicações deve ser igual ao campo Total (repassado ou recebido).
13. Relatório Simplificado
A empresa poderá optar por fazer a declaração de suas aplicações em P&D por meio do Relatório Simplificado, de acordo com o parágrafo 2º do Art. 33 do Decreto nº 5906/2006. Dentro do Relatório Simplificado, será chamado de montante principal o somatório dos dispêndios com os incisos I, II e III do Art. 25 do Decreto nº 5906/2006.
Na hipótese da empresa optar pelo Relatório Simplificado, essa condição aplica-se a todos os projetos apresentados no RDA, quer sejam próprios quer sejam conveniados. Em outras palavras, não há declaração híbrida (alguns projetos declarados na forma simplificada e outros na forma completa).
A opção pelo relatório simplificado, não exime a empresa da responsabilidade de detalhar os dispêndios do montante principal, bem como os objetivos, as atividades desenvolvidas no ano base e os resultados alcançados do projeto apresentado, de forma a permitir o enquadramento e a avaliação dos dispêndios para o cumprimento de obrigações de Pesquisa e Desenvolvimento.
Não será cobrada nenhuma comprovação referente aos dispêndios dos incisos IV a X, a qualquer tempo, mas a empresa poderá dar informações destes incisos no sentido de melhorar o entendimento da execução do projeto e seu enquadramento como P&D.
Cabe observar que a aprovação dos dispêndios referentes aos incisos IV a X será realizada proporcionalmente ao montante aprovado dos incisos I, II e III.
Para optar pelo Relatório Simplificado, primeiramente a empresa deve declarar no campo “Outras observações sobre este Relatório Demonstrativo” (Tela Declarações [Tela 02]) que está escolhendo este modelo de declaração com a seguinte frase:
“A empresa optou pelo Relatório Simplificado para o ano base 2013”
Relatório Simplificado – Caso Projetos Próprios
Nessa situação, os dispêndios com os incisos de IV a X do caput do art. 25 do Decreto nº 5906/2006 serão substituídos pelo valor correspondente a 20% calculados sobre o montante principal, ou seja, sobre os dispêndios com os incisos I a III do mesmo artigo.
Dessa forma, o valor total gasto no projeto consistirá do somatório do montante principal e dos 20% calculados sobre este.
Para efeitos de cumprimento de obrigação, o valor aprovado referente aos 20% será proporcional aos dispêndios do montante principal aprovados, após a análise dos projetos.
O preenchimento dos dados do projeto no SigPlani deve ser feito da seguinte forma. Na declaração dos investimentos nos campos do “Perfil Do Investimento No Ano Base” (Projetos Próprios [Tela 06] – Aba Investimento) devem ser declarados, quando realizados, apenas os investimentos com Softwares, Equipamentos, Bens de Informática (Inciso I), Equipamentos – Outros, Obras Civis (Inciso II) e RH atividade fim ou RH Direto (inciso III), os quais compõem o montante principal. Os demais campos deverão ser preenchidos com valores 0,00. Para efeito de cumprimento de obrigação serão considerando entretanto o percentual de 20% do montante principal em substituição aos dispêndios previstos nos incisos de IV a X do art. 25 do Decreto nº 5906/2006.
Para ilustrar como funciona o preenchimento da Relatório Simplificado de Projetos Próprios considere o seguinte exemplo de preenchimento, apresentado na tela Projetos Próprios [Tela 06]:
A soma com os dispêndios RH Direito, Obras Civis, Software , Equipamentos e Acessórios, Bens de Informática e Equipamentos e Acessórios, Outros é igual à R$ 100 mil. Esse valor compõe o montate principal de investimento, ou seja, é o valor correspondente ao investimento com os ítens descritos nos incisos de I a III do Art. 25 do Decreto no 5906/2006.
Como a empresa optou pelo Relatório Simplificado, serão considerados os 20% (R$ 20 mil) do montante principal (R$ 100 mil), em substituição aos dispêndios previstos nos incisos de IV a X do art. 25 do Decreto nº 5906/2006. Dessa forma, a empresa tem como valor total do projeto o montante de R$ 120 mil, a ser contabilizado para efeitos de cumprimento de sua obrigação.
O valor total do projeto deve ser apresentado no campo “Valor total do projeto”, na tela Projetos Próprios [Tela 06] – Aba Dados Básicos, como ilustrado a seguir:
Relatório Simplificado – Caso Projetos Conveniados
Nesse caso, os dispêndios com os incisos de IV a X do caput do art. 25 do Decreto nº 5906/2006 serão substituídos pelo valor correspondente a 30%, calculados sobre o montante principal.
Dispêndios com custos incorridos não deverão ser considerados dentro do percentual de 30% do montante principal, devendo, portanto ser calculados previamente e separadamente sobre o valor do repasse. Dispêndios com custos incorridos estão limitados a até 20% do repasse financeiro, como menciona o parágrafo 5º do art. 25 do Decreto nº 5906/2006.
No caso de projetos conveniados, o valor total gasto no projeto será formado pelo somatório do montante principal, dos 30% calculados sobre este e dos custos incorridos. O valor total gasto no projeto acaba sendo igual ao valor total do projeto, sendo este último considerado para cumprimento de obrigação.
Alerta-se que, em caso de projetos conveniados, para efeitos de cumprimento de obrigação, o valor aprovado está limitado ao valor do repasse, ou seja, o somatório do montante principal, dos 30% calculados sobre este e dos custos incorridos, somente serão considerados até o limite do valor correspondente ao repasse financeiro realizado pela empresa.
Para efeitos de cumprimento de obrigação, o valor aprovado referente aos 30% será proporcional aos dispêndios do montante principal aprovados, após a análise dos projetos.
Semelhantemente, nos casos dos Projetos Conveniados (Projetos com Instituições de regiões com influênica da SUDAM, SUDENE e na região do Centro-Oeste [Tela 07] e Projetos com Instituições de Outras Regiões [Tela 08]), o preenchimento segue a mesma regra dos Projetos Próprios (não-conveniados), devem ser declarados no SigPlani, quando realizados, apenas os investimentos com Softwares, Equipamentos, Bens de Informática (Inciso I), Equipamentos – Outros, Obras Civis (Inciso II) e RH atividade fim ou RH Direto (inciso III), os quais compõem o montante principal. Os demais campos deverão ser preenchidos com valores 0,00.
Relatório Simplificado – Caso Projetos Realizados em Convênio com Investimento Próprio da
Empresa
Se o projeto foi realizado em convênio e também possui investimento próprio da empresa, devem-se seguir as regras do caso de projetos realizados em convênio e as de projetos próprios, respectivamente.
O valor total do projeto será formado pelo somatório do investimento da instituição (montante principal correspondente aos dispêndios da instituição, dos 30% calculados sobre este e dos custos incorridos) e da empresa (montante principal correspondente aos dispêndios da empresa, dos 20% calculados sobre este).
Relatório Simplificado – Caso Projetos Realizados em Convênio com Antecipação de Ano Anterior.
Essa antecipação é resultante de recurso financeiro não utilizado em ano base anterior e que será somado ao repasse no ano base atual para ser gasto no projeto. Sendo assim, no caso da declaração utilizando o Relatório Simplificado, seguem as mesmas regras definidas anteriormente para o caso de projetos realizados em convênio. A única diferença está no Valor Total do Projeto, o qual deve ser contabilizado subtraindo-se o valor correspondente à antecipação, pois este investimento já foi contabilizado no ano base anterior para efeitos de cumprimento de obrigação. Ou seja, o Valor total do Projeto será igual ao somatório do montante principal, dos 30% calculados sobre este e dos custos incorridos, subtraindo-se por fim o valor da Antecipação do ano anterior.
Relatório Simplificado – Caso Projetos Realizados em Convênio com Antecipação para o Ano
Seguinte
O valor do repasse que não foi utilizado no projeto durante o ano base pode ser antecipado para uso no ano base seguinte. Nesse caso, a declaração utilizando o Relatório Simplificado segue a mesma regra do caso Projetos Realizados em Convênio, com a diferença de que o valor dessa antecipação não é contabilizado no Valor Total Gasto, apesar de ser considerado para efeitos de cumprimento de obrigação no Valor Total do Projeto.
14. Anexo 1 – Sugestões de Preenchimento dos Investimentos em Projetos de P&D
Investimento Descrição das informações principais Observação Software Justificativa
Data de instalação
Observar a forma de apropriação dos investimentos para projetos não conveniados, conformidade com a legislação §1º do Art. 25 do Decreto nº 5906/2006.
Obras Civis
Descrição da Obra
Finalidade
Descrição dos dispêndios
Empresa Executora e CNPJ
São válidos os gastos em Obras Civis com implantação, ampliação ou modernização de Laboratórios de P&D na área de TIC.
Recursos Humanos Diretos e Indiretos Nome CPF Formação Atividade Desenvolvida Horas no Projeto Dispêndio
Como já estabelecido, a apropriação dos investimentos em RH Diretos deve conter a remuneração dos profissionais pela participação no projeto mais encargos trabalhistas e sociais, além de benefícios comuns aos funcionários.
Aquisição de livros e periódicos técnicos.
Lista dos principais livros e periódicos adquiridos
Justificativa
Dispêndios Materiais de Consumo
para Protótipo
Lista dos materiais adquiridos
Justificativa da quantidade e dos valores dentro do contexto do projeto
Materiais de Consumo, Outros
Lista dos materiais de consumo adquiridos
Justificativa da quantidade e dos valores dentro do contexto do projeto
Viagens
Nome do participante do projeto
Justificativa da viagem dentro do contexto do projeto
Intinerário
Duração
Valor Total das viagens Equipamentos, Bens de
Informática Lista dos equipamentos adquiridos
Justificativa dos equipamentos dentro do contexto do projeto
Observar a forma de apropriação dos investimentos para projetos não conveniados, conformidade com a legislação §1º do Art. 25 do Decreto nº 5906/2006.
Equipamentos – Outros
Treinamento
Pessoa física ou jurídica contratada para realizar o treinamento
Lista dos participantes do treinamento
Justificativa do treinamento dentro do contexto do projeto
Duração
Se o objeto do projeto for o próprio Treinamento e Capacitação, deverão ser declarados também o conteúdo (ementa) do treinamento.
Serviços Técnicos de
Terceiros – Tecnológico Pessoa física ou jurídica contratada
Justificativa da necessidade do serviço dentro do contexto do projeto
Tempo de Execução (Quando aplicável) Serviços Técnicos de
Terceiros – Outros
Outros Correlatos
Relacionar demais itens de dispêndios do Projeto necessários a sua execução
Justificativa
Incluem-se nesse campo também os respectivos dispêndios com, por exemplo, telefone, energia, serviços de suporte/manutenção, aluguel, serviços, internet etc.
No caso de rateio, informar o método utilizado para realizá-lo.
Outros Correlatos – Rateio de Infraestrutura
Lista dos dispêndios
Justificativa
No caso de gastos realizados por instituições de P&D conveniada, são gastos gerais necessários à execução do projeto não relacionados nos incisos I a IX do art. 25 do Dec no 5.906/2006 (tais como aluguéis, energia, comunicações, etc.), tais gastos devem ser apresentados em detalhe nesse campo.
No caso de rateio, informar o método utilizado para realizá-lo. Este campo é válido apenas em Projetos Conveniados.
15. Anexo 2 – Dispêndios em princípio não aceitos.
Categoria Observação
Projeto de P&D Descrições genéricas, contendo somente especificações e funcionalidades do produto ou serviço. Falta de descrições das atividades realizadas no ano base.
Software
Ferramentas de ERP (exceto em casos de desenvolvimento de integração da ferramenta).
Ferramentas para escritório (editores de texto, planilhas, etc).
Aquisição e customização de software não relacionados com as atividades de P&D. Obras Civis Obras sem ter como objetivo uma atividade de P&D.
Recursos Humanos Diretos e Indiretos
Recursos Humanos Diretos ou Indiretos que não tenha participação direta ou de apoio no projeto de P&D.
Provisões a qualquer título, por exemplo para eventuais custos trabalhistas.
A obrigação de participação nos lucros é obrigatória, porém a remuneração não pode ser contabilizada dentro dos dispêndios com Recursos Humanos.
Aquisição de livros e
periódicos técnicos. Não inclui revistas, jornais, etc. Materiais de Consumo
para Protótipo
No ferramental de fabricação de moldes, considerar o valor proporcional usado na prototipação. Exceto quando o objeto principal da pesquisa é a prórpria ferramenta.
Materiais de Consumo,
Outros Impressão de anúncios, catálogos, manuais, etc. Viagens
Viagens de diretores e/ou outros funcionários da empresa ou de terceiros, quando não especificamente destinadas à atividade de P&D.
Viagem para homologação de produto ou serviço junto ao cliente. Equipamentos, Bens de
Informática
Equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos que não sejam diretamente necessários à execução do projeto;
Equipamentos não especificamente destinados ao projeto de P&D ou a seus laboratórios, apropriados segundo as metodologias indicadas no Decreto no 5.906/2006. A apropriação de depreciação de equipamentos da linha de produção somente pode ser realizada se houver contabilidade específica sobre sua utilização no projeto de P&D, e informada no RDA.
Cessão, a qualquer título, de equipamentos de fabricação da empresa se não relacionados a execução de um projeto de P&D. Equipamentos – Outros
Treinamento
Treinamento para pessoal não alocado diretamente ao projeto, ou não relacionado à atividade de P&D (pessoal de escritório, pessoal de chão de fábrica, treinamento em marketing, vendas, treinamento motivacional, etc).
Curso de idiomas. Serviços Técnicos de
Terceiros – Tecnológico Consultoria quando não relacionada diretamente ao projeto de P&D (consultoria administrativa, para contratação de RH, para preenchimento do RDA, etc).
Tradução de Manuais, quando não se tratar de um insumo para o projeto. Serviços Técnicos de
Terceiros – Outros
Outros Correlatos Transporte de funcionários (exceto quando se trata de um benefício comum) Outros Correlatos –
Rateio de Infraestrutura
Rateio de gastos administrativos gerais e de infra-estrutura da empresa em areas não relacionadas aos projetos de P&D (exceto em caso de Instituto de Pesquisa)
Custos Incorridos Dispêndios acima do limite legal de 20% (§ 5º, Art 25, do Decreto nº 5906 de 2006) do valor do projeto, independente de sua natureza.
16. Anexo 3
– Sugestões de Preenchimento dos Investimentos em Projetos de P&D
para o Relatório Simplificado
Investimento Descrição das informações principais Observação Software Justificativa
Data de instalação
Observar a forma de apropriação dos investimentos para projetos não conveniados, conformidade com a legislação §1º do Art. 25 do Decreto nº 5906/2006.
Obras Civis
Descrição da Obra
Finalidade
Descrição dos dispêndios
Empresa Executora e CNPJ
São válidos os gastos em Obras Civis com implantação, ampliação ou modernização de Laboratórios de P&D na área de TIC.
Recursos Humanos Diretos Nome: CPF: Formação Atividade Desenvolvida Horas no Projeto Dispêndio
Como já estabelecido, a apropriação dos investimentos em RH Diretos deve conter a remuneração dos profissionais pela participação no projeto mais encargos trabalhistas e sociais, além de benefícios comuns aos funcionários.
Equipamentos, Bens de
Informática Lista dos equipamentos adquiridos Justificativa dos equipamentos dentro do contexto do projeto
Observar a forma de apropriação dos investimentos para projetos não conveniados, conformidade com a legislação §1º do Art. 25 do Decreto nº 5906/2006