PARTE PRIMEIRA
INTRODUÇÃO 21
I. Razão de Ser da escolha do Tema 21
II. Delimitação do Objecto do nosso Estudo 26 1. Aprofundamento do Conceito de Entidade Administrativa
Independente 33
2. Aprofundamento do Conceito: Integração das entidades administrativas independentes na Administração Central, Regional ou Local 39 3. Aprofundamento do Conceito: As entidades administrativas
independentes não são estruturas de organização da administração
directa, indirecta ou autónoma do Estado 40 III. As entidades administrativas independentes fazem parte de uma nova
categoria de Administração Pública: A Administração Independente 44 IV. As Entidades Administrativas Independentes no Direito Comparado
e as suas influências no ordenamento jurídico português 45 1. As entidades administrativas independentes no Reino Unido, E.U.A.,
França e Espanha 45
2. As influências comunitárias no desenho do Modelo 48 V. As entidades administrativas independentes: O núcleo essencial
das suas missões 50
VI. Distinção entre Autoridades Públicas Independentes e Entidades Administrativas Independentes: Critérios relevantes para a definição
da sua natureza jurídica 56
1. As Autoridades Públicas Independentes 57 2. As Entidades Administrativas Independentes que operam na área
3. Entidades Administrativas Independentes com funções de regulação
da actividade económica 60
VII. A natureza das competências das entidades administrativas independentes: O Direito Administrativo de Garantia 62
PARTE SEGUNDA
CAPÍTULO I – EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA ORGANIZAÇÃO
DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DO ESTADO 71
I. Razão de Ordem 71
II. Descrição e Evolução Histórica da Administração Pública 77 III. Evolução Histórica da Administração Pública em Portugal 98
1. Breves Notas sobre a Evolução da Administração desde as Ordenações Afonsinas até à Administração Corporativa 98 2. A organização da Administração no contexto da Constituição de 1933 108 2.1. Os Pilares da organização do Estado Corporativo 112 2.2. As Funções dos organismos corporativos 116 IV. A organização administrativa em Portugal no período antes considerado:
Um modelo em construção 121
CAPÍTULO II – A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DA ERA
CONTEMPORÂNEA 133 I. Enquadramento e descrição das formas de organização
da Administração Pública 133
II. Os Fundamentos do modelo da Administração Pública do Estado
Prestador: A transicção para Novos Modelos 138 III. Evolução e Desenvolvimento dos modelos de administração 148 IV. Os processos de empresarialização e de privatização como pressupostos
da evolução do modelo de administração pública 153 V. As mudanças ocorridas: Administração unitária/Administração plural 169 VI. A pluralidade da Administração Pública: O Emergir da Regulação 173 CAPÍTULO III – A REFORMA DO ESTADO
A REFORMA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 181
I. Enunciado das reformas da actual estrutura da Administração Pública 181 II. A Administração Independente: Evolução normativa do quadro legal 191
1. Razão de Ordem 191
2. A Reforma das Entidades Administrativas de Regulação
III. Definição dos princípios enformadores de uma Lei-Quadro das Entidades Administrativas de Regulação Independentes 199
1. Razão de Ordem 199
2. A Lei-Quadro das Entidades Administrativas Independentes com funções de regulação da actividade económica: Lei nº 67/2013,
de 28 de Agosto 201
3. Redefinição das atribuições e competências das entidades
administrativas de regulação independentes 215 4. Sistema de governo das entidades administrativas reguladoras
independentes 220
5. Regime de autonomia financeira das entidades administrativas
de regulação independentes 222
6. Algumas Notas Distintivas da Lei-Quadro das Entidades de Regulação Independentes com funções de regulação da actividade económica
concebida como uma peça fundamental da Reforma do Estado 224 PARTE TERCEIRA
CAPÍTULO I – OS SISTEMAS E OS ELEMENTOS
DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 229
I. Razão de Ordem 229
II. Os elementos e os sistemas da organização administrativa 241 1. Os elementos da organização administrativa: As pessoas colectivas
de direito público e os serviços públicos 242 1.1. As pessoas colectivas de direito público 242
1.2. Os serviços públicos 244
III. Os sistemas de organização administrativa: A desconcentração
e a descentralização 251
1. A desconcentração 251
2. A descentralização 253
IV. O Sistema e os elementos da organização administrativa: A administração independente: As Entidades Administrativas Independentes 255 1. Distinção entre administração indirecta e administração
independente 255
2. Distinção entre administração autónoma e administração
CAPÍTULO II – O CONCEITO DE ESTADO NEUTRAL
DESENVOLVIMENTO DO CONCEITO: CRIAÇÃO DE ESPAÇOS NEUTRAIS NO CONTEXTO DAS ACTIVIDADES EXERCIDAS
POR ENTIDADES ADMINISTRATIVAS INDEPENDENTES 265
I. Razão de Ordem 265
II. O Conceito de Estado Neutral 274
1. Evolução e justificação do conceito 274 2. Desenvolvimento do conceito de neutralidade 277 3. Apuramento do Conceito: As Dimensões da neutralidade 283 III. A neutralidade como fundamento da administração independente 291 IV. A neutralidade como princípio e suporte da independência das entidades
administrativas independentes 293
CAPÍTULO III – O PLURALISMO E A UNIDADE DE ACÇÃO
DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM PORTUGAL 299
I. O princípio do Pluralismo da Administração Pública 299 II. O princípio da Unidade de Acção da Administração 305 1. A unidade de acção na administração directa, indirecta e autónoma 305 2. A unidade de acção na administração independente 308
PARTE QUARTA
CAPÍTULO I – INTRODUÇÃO 331
CAPÍTULO II – AS ENTIDADES ADMINISTRATIVAS INDEPENDENTES
EM FRANÇA 337
I. Enquadramento do Tema 337
II. Evolução do Modelo: Delimitação das áreas de intervenção das entidades
administrativas independentes 342
III. A Compatibilidade constitucional das entidades administrativas
independentes 349
IV. Critérios legitimadores da independência das entidades administrativas
independentes 354
CAPÍTULO III – AS ENTIDADES ADMINISTRATIVAS INDEPENDENTES
NO REINO UNIDO 359
I. Enquadramento do Tema 359
II. Evolução do Modelo: Delimitação das áreas de intervenção das entidades
1. Os “Quangos” 362 2. Evolução do Modelo: As privatizações e a liberalização 370 III. Compatibilidade constitucional das entidades administrativas
independentes 375
IV. Critérios legitimadores da independência das entidades administrativas
independentes 376
V. Evolução Recente do Modelo 378
CAPÍTULO IV – AS ENTIDADES ADMINISTRATIVAS INDEPENDENTES
NOS EUA 385
I. Enquadramento do Tema 385
II. A Evolução do Modelo: Delimitação das áreas de intervenção das entidades
administrativas independentes 388
1. As Independent Regulatory Agencies: Uma experiência pioneira 388 2. Evolução do Modelo: O New Deal 392 3. Evolução do Modelo: As agências de regulação 396 III. Compatibilidade constitucional das entidades administrativas
independentes 400
IV. Critérios legitimadores da independência das entidades administrativas
independentes 402
V. Evolução Recente do Modelo 409
CAPÍTULO V – AS ENTIDADES ADMINISTRATIVAS INDEPENDENTES
EM ESPANHA 413
I . Enquadramento do Tema 413
II. A Evolução do Modelo: Delimitação das áreas de intervenção
das Entidades Administrativas Independentes 417 III. Compatibilidade constitucional das Entidades Administrativas
Independentes 421
IV. Critérios legitimadores da independência das Entidades
Administrativas Independentes 423
CAPÍTULO VI – AS ENTIDADES ADMINISTRATIVAS INDEPENDENTES
NA UNIÃO EUROPEIA 431
I. Enquadramento do Tema 431
II. Evolução institucional: Fundamento, conceito e perspectivas futuras
das agências europeias 435
III. O conceito de agência europeia 440
1. Quanto ao fundamento do acto instituidor das agências 441 2. Quanto à natureza das missões atribuídas às agências europeias 444
IV. As agências europeias: Perspectivas futuras 448 1. Enquadramento institucional das agências europeias 448 2. As agências executivas e as agências decisórias: Quadro jurídico
comum 450
V. As agências de regulação europeias: Perspectivas de enquadramento
comum 452
VI. Os Tempos actuais. Evolução para a criação de entidades de regulação
supranacionais 454
ANEXO – Entidade Administrativas Independentes – Quadros Comparativos 463 PARTE QUINTA
CAPÍTULO I – CRITÉRIOS DE LEGITIMIDADE DE CRIAÇÃO
DE ENTIDADES ADMINISTRATIVAS INDEPENDENTES 477 I. Os períodos da génese institucional das entidades administrativas
independentes 477
II. Análise do art. 267º, nº 3, da Constituição da República Portuguesa 486 1. A criação de entidades administrativas independentes – A Lei 486 CAPÍTULO II – CONCEITO CONSTITUCIONAL DE ENTIDADE
ADMINISTRATIVA INDEPENDENTE 499
I. Uma primeira abordagem ao conceito de entidade administrativa
independente 499
II. Evolução do conceito de entidade administrativa independente:
As Entidades de Regulação 502
CAPÍTULO III – ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DA CRIAÇÃO DE ENTIDADES ADMINISTRATIVAS INDEPENDENTES
EM PORTUGAL 513
I. Razão de Ordem 513
II. Entidades Públicas Independentes, Autoridades administrativas
ou órgãos independentes criados antes da revisão da Constituição de 1997 514 1. Alta Autoridade para a Comunicação Social (AACS) 514 2. Comissão Nacional de Eleições (CNE) 517 3. O Conselho Superior da Magistratura (CSM) 519 4. Procuradoria-Geral da República (PGR) 521
5. Provedor de Justiça 522
6. Comissão Nacional de Objecção de Consciência 522 7. Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida 523 8. Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) 524
9. Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA) 528 10. Comissão para a Fiscalização do Segredo de Estado 530 11. Conselho Superior da Administração e da Função Pública 531 12. Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) 532 13. Entidade Reguladora do Sector Eléctrico (ERSE) 533 III. Enunciado dos parâmetros essenciais que decorrem do quadro
normativo enunciado 533
IV. As entidades administrativas independentes criadas e/ou refundadas
a partir da revisão constitucional de 1997 535 CAPÍTULO IV – AS ENTIDADES ADMINISTRATIVAS INDEPENDENTES EM PORTUGAL / FUNDAMENTO LEGITIMADOR DA SUA CRIAÇÃO 539 I. Os aspectos nucleares do fundamento legitimador de criação de entidades
administrativas independentes 539
II. Regime jurídico da criação de autoridades administrativas independentes: Fonte legitimadora da sua criação, regras legais de definição da sua organização e funcionamento, bem como das respectivas atribuições e competências 543 SECÇÃO 1ª – AUTORIDADES INDEPENDENTES CRIADAS
COM FUNDAMENTO DIRECTO NA CONSTITUIÇÃO 545
1. A ERC – Generalidades 545
2. Evolução do quadro legal da ERC 546 3. O quadro legal interno e o direito comunitário 547 4. Atribuições e competências da ERC 549 SECÇÃO 2ª – AUTORIDADES INDEPENDENTES CRIADAS AO ABRIGO E COM FUNDAMENTO NO SEU ESTATUTO CONSTITUCIONAL 551
1. O Provedor de Justiça 551
2. Procuradoria-Geral da República 551 3. Conselho Superior da Magistratura 552
4. Banco de Portugal 552
SECÇÃO 3ª – ENTIDADES ADMINISTRATIVAS INDEPENDENTES CRIADAS POR LEI, PARA GARANTIA E PROTECÇÃO DE DIREITOS
FUNDAMENTAIS CONSAGRADOS NA CONSTITUIÇÃO 556 1. Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA) 556 2. Comissão Nacional de Objecção de Consciência 556 3. Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida 557
4. Comissão Nacional de Eleições 557
5. Comissão Nacional de Protecção de Dados 561
SECÇÃO 4ª – ENTIDADES ADMINISTRATIVAS INDEPENDENTES CRIADAS POR ACTO LEGISLATIVO, PARA A PROSSECUÇÃO DE INCUMBÊNCIAS DO ESTADO PREVISTAS NO TEXTO
CONSTITUCIONAL 563
1. Autoridade da Concorrência (AdC) 563
1.1. Generalidades 563
1.2. Evolução do quadro legal 566
1.3. O quadro legal interno, o quadro de direito internacional
e de direito comunitário 570
1.4. Análise das atribuições e competências da Autoridade
da Concorrência 574
2. Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) 577
2.1. Generalidades 577
2.2. A Evolução do quadro legal nacional 579 2.3. Quadro legal interno e direito internacional comunitário 581 2.4. Atribuições e competências da CMVM 585 3. A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) 588
3.1. Generalidades 588
3.2. Evolução do quadro legal 590
3.3. Quadro legal interno e direito internacional e comunitário 593 3.4. Atribuições e Competências da ERSE 597
4. O ICP – ANACOM 602
4.1. Generalidades 602
4.2. Evolução do quadro legal 604
4.3. O Direito nacional e o direito internacional e comunitário 606 4.4. Atribuições e Competências do ICP-ANACOM 611 CAPÍTULO V – UM BALANÇO DAS ACTIVIDADES EXERCIDAS
PELA AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA ICP - ANACOM
E COMISSÃO DE MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS 615
I. Introdução 615
II. A Autoridade da Concorrência 616
1. Enquadramento 616
2. Poderes de Regulação e de Supervisão: Controlo de operações
de concentração de empresas 617
3. Competências sancionatórias 625
4. Competências de acompanhamento de mercados e elaboração
de estudos 631
5. Competências de natureza recomendatória 632
7. Competências de Representação e de Cooperação 632 8. Regime de financiamento da Entidade 633
III. ICP-ANACOM 635
1. Competências regulatórias: Protecção de direitos dos utentes 635 2. Competências de supervisão e de fiscalização 636
3. Competências sancionatórias 638
4. Competências regulamentares 639
5. Competências de cooperação interna e internacional 640 6. Competência de assessoria governamental 641
IV. A CMVM 642
1. Os poderes de regulação 642
2. Competências de Supervisão e de Fiscalização 645
3. Competências sancionatórias 649
3.1. Ilícitos de mera ordenação social 649
3.2. Ilícitos penais 654
4. Competências de cooperação internacional e interna 657 PARTE SEXTA
CAPÍTULO I – O CONCEITO DE REGULAÇÃO 661
I. Regras principais de abordagem ao Conceito 661 II. Os principais critérios definidores do conceito de regulação 665
CAPÍTULO II – A REGULAÇÃO COMO FUNÇÃO 673
I. As diversas acepções do conceito de regulação 673 II. Evolução do conceito: “equilíbrio” entre concorrência e mercado
e prossecução do interesse geral 677
III. A Regulação como Função 686
IV. A Regulação como Função Administrativa 692 1. Enquadramento e Delimitação do Tema 692 2. A função administrativa exercida pelas entidades administrativas
independentes 696
3. Caracterização da função administrativa de Direcção/Regulação
exercida pelas entidades administrativas independentes 697 CAPÍTULO III – A REGULAÇÃO COMO ORGANIZAÇÃO
E COMO MODELO INSTITUCIONAL 709
I. A Independência do Regulador 709
II. A independência do Regulador face ao Estado e aos poderes públicos 712 III. A Independência do Regulador face aos Sectores Regulados 717
CAPÍTULO IV – AS FINALIDADES E AS ESTRUTURAS DA REGULAÇÃO 723 I. Enquadramento Institucional da Regulação 723 II. As Estruturas de Regulação: Génese e Evolução 726
III. As Finalidades da Regulação 730
CAPÍTULO V – O DIREITO PÚBLICO DA REGULAÇÃO 733
I. Razão de Ordem 733
II. O Direito Administrativo 739
III. O Direito da Regulação como um Direito Administrativo de Garantia 746 PARTE SÉTIMA
CAPÍTULO I – A NATUREZA JURÍDICA DAS ENTIDADES
ADMINISTRATIVAS INDEPENDENTES 755
I. Razão de Ordem 755
II. Enunciado geral dos parâmetros de qualificação das entidades
administrativas independentes 757
1. A Questão da “utilidade” das autoridades administrativas
independentes 758
2. A Questão relativa à razão de ser da criação de entidades
administrativas independentes 763
3. A Questão da legitimidade das autoridades administrativas
independentes 766
3.1. A legitimidade democrática das entidades administrativas
independentes 769
3.2. A legitimidade técnica e do saber 772 CAPÍTULO II – CRITÉRIOS DE DEFINIÇÃO DA NATUREZA JURÍDICA DAS ENTIDADES ADMINISTRATIVAS INDEPENDENTES 775 I. As funções do Estado e as estruturas de suporte do Modelo de Organização 775 II. Notas em torno dos elementos fundamentais legitimadores da qualificação
da natureza jurídica das autoridades independentes e das entidades
administrativas independentes 780
1. As entidades criadas ao abrigo de preceito constitucional expresso, de estatuto consagrado na Constituição e que operam no contexto da Constituição Política de garantia de direitos fundamentais 780
1.1. A ERC 780
1.2. O Provedor de Justiça 782
1.3. Comissão Nacional de Eleições 784 1.4. Comissão Nacional de Objecção de Consciência 785
1.5. Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos 786 1.6. Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida 787 1.7. Entidade Reguladora da Saúde 788 2. As entidades públicas e as entidades administrativas independentes
que operam no sector financeiro 790
2.1. O Banco de Portugal 790
3. Entidades administrativas independentes que operam nos sectores económicos, de mercados de valores mobiliários, de comunicações
e concorrência 793
3.1. Comissão de Mercado de Valores Mobiliários 793 3.2. Entidade Reguladora do Sector Energético 796
3.3. ICP – ANACOM 798
3.4. Autoridade da Concorrência 799
CAPÍTULO III – CRITÉRIOS DEFINIDORES DA NATUREZA JURÍDICA DAS ENTIDADES ADMINISTRATIVAS INDEPENDENTES OBSERVADAS 805 I. Explicação metodológica dos critérios subjacentes à qualificação
da natureza jurídica das entidades analisadas 805 II. Entidades criadas ao abrigo de preceito constitucional expresso 810 III. Entidades criadas com fundamento em princípios constitucionais
de garantia e protecção de direitos fundamentais e de natureza análoga 812 IV. A nossa interpretação do regime e da natureza das entidades analisadas 814 V. Entidades criadas para a prossecução das incumbências/ atribuições
do Estado 817
CAPÍTULO IV – NATUREZA JURÍDICA DAS ENTIDADES
ADMINISTRATIVAS INDEPENDENTES 821
I. Razão de Ordem 821
II. A nossa interpretação da Lei nº 67/2013, de 28 de Agosto 825 III. Delimitação das diversas entidades independentes de âmbito nacional 827 IV. Entidades administrativas independentes e entidades administrativas
independentes com funções de regulação da actividade económica 828 1. Entidades administrativas independentes com missões de promoção e garantia de direitos fundamentais 828 2. Entidades administrativas independentes com funções de regulação
da actividade económica 832
3. As entidades administrativas independentes são componentes
da administração pública independente 834 conclusão 837 bibliografia 839