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1/ Folha 04058 / 2017-DL

LO Nº Gerado em 20/07/2017 09:35:14 Id Doc 834308 8

A Fundação Estadual de Proteção Ambiental, criada pela Lei Estadual nº 9.077 de 04/06/90, registrada no Ofício do Registro Oficial em 01/02/91, e com seu Estatuto aprovado pelo Decreto nº 51.761, de 26/08/14, no uso das atribuições que lhe confere a Lei nº 6.938, de 31/08/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto nº 99.274, de 06/06/90 e com base nos autos do processo administrativo nº 5112-05.67/15.0 concede a presente LICENÇA DE OPERAÇÃO.

LICENÇA DE OPERAÇÃO

LO Nº 04058 / 2017-DL

Processo nº

5112-05.67 / 15.0

I - Identificação:

esta licença refere-se à operação da Central de Recebimento e Destinação de Resíduos Sólidos Industriais Classes I e II, administrada pela FUNDAÇÃO DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL - FUNDAMENTAL, composta pelas seguintes unidades/estruturas principais: 01 central de triagem (conferência) de resíduos sólidos, 01 pavilhão para armazenamento temporário de resíduos sólidos industriais Classe I, estando atualmente em operação as Células 2 (Classe I) e 4 (Classe I e II), em fase de adensamento (acomodação natural dos resíduos) está a Célula 1 (Classe I), e em fase de encerramento a Célula 3 (Classe I e II);

esta licença autoriza o início da operação da Célula 05, para disposição de resíduos Classe I e II, sendo esta a última célula licenciada para esta Central;

a Central é dotada dos seguintes sistemas complementares: sistema de drenagem superficial, sistema de detecção de vazamentos - drenagem testemunha, sistema de drenagem, remoção e armazenagem de percolado, sistema de drenagem e remoção de gases;

no caso de qualquer alteração a ser realizada no empreendimento (alteração de processo, implantação de novas linhas de produção, ampliação de área ou de produção, relocalização, etc.) deverá ser previamente providenciado o licenciamento junto à FEPAM;

deverá manter atualizada a Anotação de Responsabilidade Técnica - ART, do profissional responsável pela operação da Central de Recebimento de Resíduos Sólidos Industriais, apresentando cópia da mesma a cada atualização;

1.1- 1.2- 1.3- 1.4- 1.5-1. Quanto ao Empreendimento:

ENDEREÇO: RUA BENJAMIM ALTEMAYER, 1581 93510-140 NOVO HAMBURGO - RS ROSELANDIA

CPF / CNPJ / Doc Estr: 03.022.876/0001-27

EMPREENDEDOR RESPONSÁVEL: 114927 - FUNDACAO DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL - FUNDAMENTAL

COORDENADAS GEOGRÁFICAS: Latitude: -29,64622992 Longitude: -51,12920627

RAMO DE ATIVIDADE: 3.112,10

LOCALIZAÇÃO: RUA BENJAMIM ALTEMAYER, 1581 NOVO HAMBURGO - RS

ROSELANDIA

EMPREENDIMENTO: 28789

A PROMOVER A OPERAÇÃO RELATIVA À ATIVIDADE DE: CENTRAL DE RESIDUOS SOLIDOS INDUSTRIAIS CLASSE I E CLASSE II

Condições e Restrições: II -

4.500,00 volume total de resíduos em m³/mes MEDIDA DE PORTE:

ÁREA DO TERRENO (m²): 120.000,00

Nº DE EMPREGADOS: 6

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as unidades principais e auxiliares integrantes da área da Central (células, tanques de percolado, poços de monitoramento, caixas de inspeção dos drenos, etc) devem ser mantidas identificadas com placas indicativas de fácil visualização;

deverá ser mantido na área da Central, em local de fácil visualização, croqui indicando posicionamento das principais instalações, incluindo os pontos de monitoramento ambiental;

deverá ser apresentado à FEPAM, a cada 2 (dois) anos, até o dia 15 do mês de janeiro, Relatório de Auditoria Ambiental, conforme a Portaria FEPAM n.º 32/2016;

o empreendedor é responsável por manter condições operacionais adequadas, respondendo por quaisquer danos ao meio ambiente decorrentes da má operação do empreendimento;

caso haja encerramento das atividades, deverá ser prevista a recuperação da área do empreendimento e apresentado à FEPAM, com antecedência mínima de 02 (dois) meses, o plano de desativação com levantamento do passivo e definição da destinação final do mesmo para local com licenciamento ambiental, acompanhado de cronograma executivo;

sempre que a empresa firmar algum acordo de melhoria ambiental ou ajustamento de conduta com outros órgãos (federal, estadual ou municipal), deverá ser enviada cópia desse documento à FEPAM, como juntada ao processo administrativo em vigor; esta licença não exime o empreendedor do atendimento às demais obrigações legais (federais, estaduais e municipais);

o empreendedor deverá reservar e manter, sob sua responsabilidade civil, recursos financeiros exclusivos, passíveis de auditoria fiscal, para sanar eventuais danos causados ao meio ambiente ou à saúde pública, assim como resguardar, em caso de

insuficiência financeira, recursos para o monitoramento futuro da área, por período não inferior a 20 anos após o encerramento da operação do empreendimento;

deverá ser integralmente mantida e preservada, em suas condições atuais existentes, a APP (Área de Preservação Permanente) correspondente a faixa de 30 (trinta) metros de largura ao longo das margens curso hídrico existente na gleba contribuinte do arroio Roselândia, bem como toda a vegetação existente dentro dos limites destas áreas, conforme estabelece a alínea a do inciso I do Art. 4ª da Lei Federal nº. 12.651, de 25 de maio de 2012, e o inciso I do Art. 155 da Lei Estadual nº. 11.520, de 03 de agosto de 2000;

o empreendedor não poderá realizar qualquer tipo de intervenção na vegetação nativa existente na área prevista para a operação deste empreendimento, conforme rege o Art. 6º da Lei Estadual nº. 9.519, de 21 de janeiro de 1992, e de acordo com o Laudo de Cobertura Vegetal apresentado sob ART 6798943 CREA-RS;

fica proibido o abate de qualquer exemplar vegetal cuja espécie encontre-se listada no anexo do Decreto Estadual nº. 52.109 de 1º de dezembro de 2014, e na Portaria 444/2014, que por ventura ocorram dentro dos limites da área total pretendida para o licenciamento deste empreendimento;

deverá ser apresentado, através de Relatório Técnico, local em que foi destinado o indivíduo de Syagrus romanzoffiana alvo de transplante, conforme Projeto de Transplante proposto sob a ART nº. 6317140/2012 CREA-RS, a ser locado na área do empreendimento;

deverá ter seu desenvolvimento acompanhado por período de 04 (quatro) anos, com emissão de Relatório Técnico anual informando sobre as condições de medra do espécime transplantado de Syagrus romanzoffiana, previsto no Projeto de Transplante. Em caso de não sobrevivência do exemplar transplantado, este deverá ser substituído por quinze (15) mudas da mesma espécie, adquirida em viveiro preferencialmente do mesmo município, devendo esta informação ser devidamente mencionada no relatório, assim como o cronograma de reposição. O relatório deverá estar acompanhado de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do profissional responsável pelas atividades;

no caso da Reposição Florestal Obrigatória já estar em andamento, apresentar Relatório Técnico sobre a condição de execução da mesma, com informações sobre as espécies utilizadas no projeto, a situação de desenvolvimento das mudas implantadas, registro fotográfico do local e acompanhado de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do profissional responsável pelas atividades;

é proibida a utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha de animais silvestres (Lei Federal 5197/67);

deverá ser atendida a Portaria SEMA nº 79, de 31 de outubro de 2013, a fim de controlar as espécies exóticas invasoras na gleba do empreendimento;

este empreendimento deverá seguir o regime jurídico de conservação, proteção, regeneração e utilização estabelecido na Lei Federal N.º 11.428, de 22 de dezembro de 2006, bem como no Decreto Federal N.º 6.660, de 21 de novembro de 2008, que dispõem sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Mata Atlântica;

a captação de água subterrânea deverá ser realizada conforme Portaria DRH N.º 1080/2014, de 20/10/2014, emitida pelo Departamento de Recursos Hídricos da Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Rio Grande do Sul, que autoriza a empresa a captar 3 m³/dia, do poço existente no empreendimento, com a finalidade de uso em lavagens das dependências, higiene pessoal 1.6- 1.7- 1.8- 1.9- 1.10- 1.11- 1.12- 1.13- 2.1- 2.2- 2.3- 2.4- 2.5- 2.6- 2.7- 2.8- 2.9-

3.1-2. Quanto à Preservação e Conservação Ambiental:

3. Quanto ao Abastecimento de Água:

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e sistema de combate a incêndios, num regime de bombeamento de 1 m³/h, 3 horas/dia, durante 7 dias/semana, no ponto de coordenadas geográficas 29°38'48'' S/ 51°07'42'' W, conforme processo administrativo nº 014127-05.67/11-2;

os efluentes líquidos (percolados e pluviais contaminados) gerados nas células de disposição de resíduos não poderão ser aspergidos sobre as mesmas, devendo ser encaminhados para tratamento em empresa devidamente autorizada ou licenciada para esta atividade, não sendo permitida a recirculação/retorno deste percolado para a célula;

não poderá haver lançamento de efluentes líquidos industriais em corpos hídricos ou no solo sem o prévio licenciamento da FEPAM;

as células de disposição dos resíduos não poderão, em hipótese alguma, serem utilizadas para armazenamento do percolado gerado. Este deverá ser coletado e armazenado, conforme ABNT NBR 12.235 em vigor;

deverá operar todos os tanques de acúmulo de líquido percolado, com cobertura, e de forma a garantir a inexistência de casos de transbordamento, derramamento ou vazamento junto aos mesmos, não ultrapassando o nível máximo de 75% de sua

capacidade, bem como minimizar a emissão de odores;

deverão ser enviados à FEPAM, com periodicidade trimestral, nos meses de janeiro, abril, julho e outubro, relatórios de envio do efluente líquido percolado contendo os volumes enviados mensalmente, forma de acondicionamento e razão social da empresa transportadora licenciada pela FEPAM;

deverá ser enviado à FEPAM, laudo de análise físico-química de seus efluentes líquidos percolados, com uma periodicidade anual, no mês de março, realizada por laboratório cadastrado junto a esta Fundação. A análise deverá abranger todos os parâmetros da Resolução CONSEMA n.º 128/2006;

os níveis de ruído gerados pela atividade industrial deverão estar de acordo com a NBR 10.151, da ABNT, conforme determina a Resolução CONAMA N.º 01, de 08 de março de 1990;

deverá ser reduzida a emissão de poeiras ocasionadas pela movimentação de veículos no entorno da planta, empregando técnicas de supressão de poeiras: pavimentação, umectação, etc.;

as atividades exercidas pelo empreendimento deverão ser conduzidas de forma a não emitir substâncias odoríferas na atmosfera em quantidades que possam ser perceptíveis fora dos limites de sua propriedade;

deverão ser adotadas medidas de controle para as operações de recebimento, armazenagem e transferência de resíduos, de modo a evitar a emissão de material particulado para atmosfera ou incômodo à população;

deverão ser segregados, identificados, classificados e acondicionados os resíduos sólidos gerados para a armazenagem provisória na área do empreendimento, observando as NBR 12.235 e NBR 11.174, da ABNT, em conformidade com o tipo de resíduo, até posterior destinação final dos mesmos para local devidamente licenciado;

deverá ser preenchida e enviada à FEPAM, trimestralmente, nos meses de janeiro, abril, julho e outubro, via digital, a "Planilha de Geração de Resíduos Sólidos" para a totalidade dos resíduos sólidos (a Planilha digital encontra-se disponível na home-page da FEPAM: www.fepam.rs.gov.br, em Licenciamento Ambiental/ Resíduos e Efluentes Industriais - Planilhas de

Acompanhamento/ SIGECORS/Planilhas de Geração de Resíduos Sólidos On Line);

deverá ser mantido à disposição da fiscalização da FEPAM o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos - PGRS atualizado, acompanhado da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica - ART do profissional responsável pela sua atualização e execução, em conformidade com o estabelecido pela Lei Federal n.º 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, regulamentada pelo Decreto Federal n.º 7.404/2010;

deverá ser mantida à disposição da fiscalização da FEPAM, comprovante de venda de todos os resíduos sólidos que forem vendidos e comprovante de recebimento por terceiros de todos os resíduos que forem doados com as respectivas quantidades, por um período mínimo de 02 (dois) anos;

fica proibida a queima, a céu aberto, de resíduos sólidos de qualquer natureza, ressalvadas as situações de emergência sanitária, reconhecidas por esta Fundação;

deverá ser observado o cumprimento da Portaria FEPAM n.º 034/2009, publicada no DOE em 06 de agosto de 2009, referente ao Manifesto de Transportes de Resíduos - MTR;

no caso de envio de resíduos industriais para disposição ou tratamento em outros estados, deverá ser solicitada Autorização para Remessa de Resíduos para fora do Estado do Rio Grande do Sul, a qual deverá ser solicitada através do Sistema Online de Licenciamento - SOL;

as lâmpadas inservíveis contendo mercúrio deverão ser armazenadas íntegras, embaladas e acondicionadas de forma segura para posterior transporte a empresas que realizem sua descontaminação;

4.1- 4.2- 4.3- 4.4- 4.5- 4.6- 5.1- 5.2- 5.3- 5.4- 6.1- 6.2- 6.3- 6.4- 6.5- 6.6- 6.7-

6.8-4. Quanto aos Efluentes Líquidos:

5. Quanto às Emissões Atmosféricas:

6. Quanto aos Resíduos Sólidos:

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4/ Folha 04058 / 2017-DL

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8.2.1- deverá ser mantido parte do solo escavado, armazenado em área específica, cujo o volume deverá ter, no mínimo, a capacidade de cobrir a superfície das células em operação, para utilização em caso de incêndios;

deverá ser apresentada à FEPAM, anualmente, até o dia 20/01, a relação dos números dos MTRs emitidos durante o ano anterior, contendo data de emissão, destinatário, descrição do resíduo e quantidades;

todo o óleo lubrificante usado ou contaminado deverá ser coletado e destinado à reciclagem por meio do processo de rerrefino, conforme determina a Resolução CONAMA n.º 362, de 23 de junho de 2005, Arts. 1º, 3º e 12;

fica proibida a destinação de embalagens plásticas de óleos lubrificantes pós-consumo em aterros urbanos, aterros industriais ou incineração no Estado do Rio Grande do Sul, devendo as mesmas serem destinadas à reciclagem, a ser realizada pelos fabricantes e distribuidores (atacadistas), conforme a Portaria SEMA/FEPAM n° 001/2003, publicada no DOE de 13 de maio de 2003;

todas as áreas de tancagem de armazenamento de percolado, óleos e/ou produtos químicos deverão ser impermeabilizadas e protegidas por bacias de contenção, de modo a evitar a contaminação da área por possíveis vazamentos;

deverá ser mantido o sistema de Controle de Combate a Incêndios para a Central como um todo, conforme ABNT NBR 10.157 em vigor, considerando as características de cada unidade integrante do empreendimento;

deverá ser observado o Plano de Emergência da Central, o qual contempla o Plano de Prevenção e Combate a Incêndios, compatíveis com os materiais movimentados na mesma e com as atividades propostas;

o PPCI deverá estar atualizado e em conformidade com o que foi aprovado pelo Corpo de Bombeiros do município; em caso de acidente ou incidente com risco de danos a pessoas e/ou ao meio ambiente, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental - FEPAM deverá ser imediatamente informada através do telefone (51) 99982-7840 (24h);

deverá ser mantido atualizado o Alvará do Corpo de Bombeiros Municipal, em conformidade com as Normas em vigor, relativo ao sistema de combate à incêndio;

a Central poderá receber somente os resíduos sólidos industriais gerados nas empresas filiadas a Fundação Desenvolvimento Ambiental - FUNDAMENTAL;

a Central está autorizada a receber resíduos sólidos industriais das seguintes tipologias industriais: couros e peles,

calçados/vestuário/artefatos de tecido, química, borracha, editorial e gráfica, mecânica, metalúrgica (inclusive com galvanoplastia) e materiais plásticos;

a Central não poderá receber resíduos com características de inflamabilidade, de acordo com a Portaria FEPAM nº 016/2010, resíduos líquidos, resíduos com teor de umidade superior a 60%, radioativos, explosivos, domésticos, defensivos agrícolas ou agrotóxicos, de serviços de saúde que não tenham sofrido processo de esterilização, embalagens lubrificantes, resíduos contaminados com PCB's e/ou Ascarel e assemelhados;

os resíduos a serem recebidos na Central deverão ser previamente segregados nas fontes geradoras, com base na sua classificação segundo a NBR 10.004, da ABNT;

os resíduos a serem dispostos na Central, deverão ser objeto de avaliação técnica prévia realizada pelo responsável técnico pela operação do empreendimento, com base na ABNT, quanto à compatibilidade entre resíduos para disposição conjunta na mesma célula, à compatibilidade entre estes e as embalagens de acondicionamento, bem como entre os resíduos e a geomembrana de impermeabilização, verificando aspectos quanto à reatividade, inflamabilidade, entre outros;

o responsável técnico pela operação da Central deve inspecionar a instalação de modo a identificar e corrigir eventuais problemas que possam vir a desencadear acidentes prejudiciais ao meio ambiente e/ou à saúde humana;

deverá manter operadores permanentemente no local, com formação mínima de técnico de nível médio, com conhecimento na atividade, devidamente treinados, que deverão acompanhar todos os serviços a serem executados;

deverá ser garantida a manutenção de uma camada de solo insaturado de, no mínimo, 4 metros, entre o nível maior sazonal do nível freático e a base da Célula 5 em toda a sua extensão, considerando as características litológicas e hidrogeológicas locais e o possível reequilíbrio hidrodinâmico em função do alívio de pressão do aqüífero, devido e a influência de futuras obras que interfiram na dinâmica do comportamento hidrogeológico (escavações, construção de novas fundações, entre outras) na área da Central. Para tanto, o empreendedor deverá informar e justificar caso seja necessária a execução dessas obras de intervenção na área da Central;

deverão ser instalados dispositivos dissipadores de energia junto aos taludes ao norte da Célula 5 e no deságue das águas no arroio da Roselândia. Para fins comprobatórios deverá ser realizado, no prazo de 30 (trinta) dias, registro fotográfico datado da implantação e anexado ao relatório de controle operacional da Central;

6.9- 6.10- 6.11- 7.1- 8.1- 8.2- 8.3- 8.4- 8.5- 9.1- 9.2- 9.3- 9.4- 9.5- 9.6- 9.7- 9.8-

9.9-7. Quanto às Áreas de Tancagem:

8. Quanto aos Riscos Ambientais e Plano de Emergência:

9. Quanto à Operação da Central:

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as áreas de descarga e triagem dos resíduos deverão conter sistema de controle de vazamentos, com contenção, impermeabilização e cobertura;

a empresa não poderá armazenar ou dispor resíduos, mesmo que de forma provisória, em qualquer área da Central, que não estejam licenciadas;

em hipótese alguma as células poderão realizar qualquer tipo de operação (recebimento de resíduos, procedimentos de compactações, manutenções, selamento, etc.) sem a devida cobertura de telhados;

o descarregamento de resíduos deverá ser realizado diretamente na célula, com locais de acesso direto para os caminhões; deverá ser realizado recobrimento intermediário dos resíduos, como medida de minimização de odores e emissão de particulados e ainda preventivo no combate a incêndios;

os acessos internos permanentes, áreas de manobras e acessos temporários deverão ser mantidos revestidos com brita e os acessos externos deverão ser mantidos em perfeito estado de conservação, sinalização e trafegabilidade;

deverá ser mantida a operação da Central com a adoção dos controles e procedimentos necessários de forma a minimizar a possibilidade de geração de fogo; explosão; derramamentos; vazamentos ou liberação de substâncias nocivas ao ar; às águas superficiais; ao solo e às águas subterrâneas; minimizar a geração do percolado; evitar a proliferação de vetores e que não haja a emissão de odores que possam ser perceptíveis fora dos limites do empreendimento;

a área da Central deverá ser mantida totalmente cercada, de forma a impedir a entrada de animais e pessoas não autorizadas, e com controle permanente de acesso;

todas as estruturas de coleta e drenagem de águas pluviais e de percolado (canaletas, caixas de inspeção, caixas de passagem, etc.) deverão ser mantidas em adequado estado de limpeza e conservação, de modo a cumprir satisfatoriamente as suas funções;

deverá ser realizada a manutenção periódica de cercas, portões, sistema de drenagem pluvial, sistema de combate a incêndio, inviolabilidade das caixas de proteção dos poços de monitoramento, sistema de iluminação e força, sistema de vigilância da mesma e demais componentes da Central, inclusive a capina da área;

deverá ser mantido atualizado o Manual de Operação da Central, no qual conste: a) Indicação das unidades em uso e as já encerradas; b) Rotina Operacional, descrevendo os critérios e procedimentos de Aceitabilidade, Recepção e Descarga; c) Descrição das ações e dos equipamentos necessários para cumprimento da recomendação de cobertura dos resíduos e de garantia do não contato direto dos pneus do caminhão com os resíduos quando das manobras de descarregamento; d) Plano de Emergência; e) Documentação Fotográfica, evidenciando o Sistema de Combate à Incêndios, Sinalização e Isolamento da Área, Sistema de Comunicação, EPI's, etc; f) Plano de Alerta e Conscientização junto aos clientes usuários da Central, sobre a importância e necessidade da correta destinação das lâmpadas usadas e os riscos associados à saúde e ao meio ambiente; g) Licença Ambiental das empresas de destinação final; h) Plano de Treinamento de funcionários; i) Procedimentos para a rastreabilidade dos resíduos;

deverá ser mantido no local, à disposição da fiscalização da FEPAM, o "Registro de Operação" da Central, contendo itens quanto: às inspeções nos drenos testemunhos e demais drenagens; às inspeções nos poços de monitoramento; às inspeções para verificar a integridade da geomembrana, o comprometimento das células, os acidentes verificados e os procedimentos adotados, bem como os controles de movimentação de resíduos, em atendimento ao item 07 da NBR 10.157 em vigor;

deverá ser realizada inspeção diária, com registro em formulário específico, contemplando a verificação de todos os drenos testemunhos quanto a presença de líquido, e no caso de identificação de qualquer líquido nas caixas de inspeção destes drenos (detecção de vazamentos na geomembrana), deverá ser providenciada a análise do mesmo, utilizando os parâmetros indicados no monitoramento das águas subterrâneas, e imediato comunicado à FEPAM;

deverá ser mantido o registro de inspeção, com checklist de conferência e registro fotográfico das cargas ainda no caminhão/container, por período mínimo de 2 (dois) anos;

deverá manter devidamente preenchida, à disposição da FEPAM, a Tabela de Controle e Acompanhamento da Movimentação de Resíduos Sólidos;

deverá enviar via digital à FEPAM, mensalmente, a Planilha de Recebimento de Resíduos Sólidos Industriais relativa à totalidade dos resíduos recebidos na Central (por tipo, quantidade, origem e destino na Central), a planilha encontra-se disponível na homepage da FEPAM: www.fepam.rs.gov.br, em Licenciamento Ambiental/Resíduos e Efluentes Industriais - Planilhas de Acompanhamento/Planilhas de Recebimento de Resíduos Sólidos;

o responsável técnico da Central deverá apresentar, trimestralmente, o Relatório de Operação descrevendo: a) Situação da Operação; b) Volumes, Tipos, Origem e Destino dos Resíduos Recebidos nas Diferentes Unidades; c) Volumes Recebidos e Enviados para Blendagem e Coprocessamento; d) Volumes Recebidos e Enviados para Reciclagem; e) Volumes de Percolados Gerados e Destinados; f) Percentual de Ocupação das Células em Operação; g) Serviços Efetuados no Período; h) Análise de Todas as Rotinas Integrantes; i) Problemas Ocorridos Identificando as Ações e Recomendações; j) Registro de Devolução das Cargas Devolvidas por Não Conformidade dos Resíduos; k) Levantamento Fotográfico Atualizado; l) Avaliação e Interpretação 9.10- 9.11- 9.12- 9.13- 9.14- 9.15- 9.16- 9.17- 9.18- 9.19- 9.20- 9.21- 9.22- 9.23- 9.24- 9.25-

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6/ Folha 04058 / 2017-DL LO Nº Gerado em 20/07/2017 09:35:14 Id Doc 834308 8 9.38.1- 9.38.2-

9.38.3-deverão ser mantidas a manutenção dos drenos de gases e a realização de inspeções periódicas nos drenos testemunhos, caso seja constatada a existência de líquido percolado deverá ser imediatamente informado à FEPAM; deverão ser mantidas inspeções constantes sobre a integridade do selamento das células encerradas;

deverão ser mantidas em formato convexo e cobertas com vegetação rasteira; dos Resultados Obtidos no Monitoramento das Águas Subterrâneas e Superficiais;

deverá ser realizado o monitoramento geotécnico do talude da Célula 5 situado na porção norte da mesma, visando a

identificação de possíveis movimentações de massa, através de marcos topográficos instalados na crista do talude norte e com a inclusão de novos marcos no seu entorno imediato, bem como auxiliar na avaliação da necessidade de execução de obras com estrutura de contenção. As inspeções deverão ser mensais e os resultados das medições deverão ser compilados, interpretados e apresentados trimestralmente na forma de relatórios técnicos, acompanhados de levantamento fotográfico e da ART do responsável técnico devidamente habilitado;

somente poderá receber resíduos acompanhados do respectivo Manifesto de Transportes de Resíduos - MTR, conforme Portaria FEPAM n.º 34/2009, de 03/08/2009, publicada no DOE em 06/08/2009, de acordo com o Art. 12 do Decreto Estadual nº 38.356, de 01/04/98;

no caso de recebimento de resíduos de outros estados, deverá ser solicitada Autorização para Recebimento de Resíduos de fora do Estado do Rio Grande do Sul, a qual deverá ser solicitada através do Sistema Online de Licenciamento - SOL;

deverá apresentar, com no mínimo 03 (três) meses de antecedência ao encerramento das ativades das células em operação, o Plano de Fechamento das mesmas, com cronograma de execução, contemplando a impermeabilização superior e drenagem de gases;

deverá informar à FEPAM, com antecedência mínima de 10 (dez) dias, o início da operação de selamento das células através do e-mail [email protected];

deverá assegurar o selamento total das células encerradas (superfície e taludes), observando a manutenção da geomembrana utilizada no "selamento" superficial, do sistema de drenagem de águas pluviais (meias canas), da rede externa de coleta de líquidos percolados (assegurando a condução dos mesmos ao tanques de armazenamento) e do sistema de drenagem de gases; todos os taludes externos de terra, de todas as células fechadas e seladas, deverão ser enleivados, imediatamente, após a sua compactação (argila) e conformação, de modo a evitar processos erosivos, devendo manter a vegetação conforme plano de recuperação apresentado;

o sistema de fechamento das células deverá possuir um grau de compactação e inclinação compatíveis para que toda a precipitação incidente seja removida através de drenagens superficiais não contaminadas;

a drenagem superficial deverá ser composta de rede coletora do pluvial, localizada no topo das células, junto à crista dos taludes, sendo interligadas às redes coletoras e às calhas implantadas nos pés dos taludes e compostas de caixas de amortecimento, a fim de reduzir a velocidade do fluxo de água até os pontos mais baixos da área;

quando do fechamento da Célula 5 deverá ser colocada uma camada de argila compactada com 0,50 m de espessura sobre os resíduos, com coeficiente de permeabilidade (k) da ordem de 10-7cm/s e sobre esta será instalada uma camada de

geomembrana de PEAD de 2 mm de espessura;

a movimentação de solos, as medidas de controle de processos erosivos, de gerenciamento de águas pluviais e as medidas de fixação e revegetação de taludes com gramíneas deverão fazer parte, permanentemente, do programa de controle e

acompanhamento operacional;

para as células de disposição de resíduos, encerradas e em processo de monitoramento:

a área destinada ao armazenamento temporário de lâmpadas fluorescentes e dos demais resíduos sólidos industriais classe I, deverá ser conforme a ABNT NBR 12.235 em vigor;

os resíduos deverão permanecer o menor tempo possível na área de armazenamento temporário, devendo ser destinados sempre que houver volume compatível para a destinação de uma carga;

o armazenamento de resíduos na área de disposição temporária deverá ser precedido de avaliação quanto à compatibilidade dos mesmos entre si, entre estes e as embalagens de acondicionamento, bem como com os materiais de impermeabilização e os demais materiais de construção empregados no pavilhão;

o armazenamento dos resíduos, deverá ser efetuado de maneira a não possibilitar a alteração de sua classificação e de forma que sejam minimizados os riscos ao meio ambiente, atendendo a NBR 12235 em vigor, na sua integralidade, nos casos cabíveis; o transporte dos resíduos perigosos (Classe I, de acordo com a NBR 10.004 da ABNT) somente poderá ser realizado por veículos licenciados pela FEPAM para Fontes Móveis com potencial de poluição ambiental;

o transporte dos resíduos para a destinação final deverá ser realizado com MTR, devendo ser informado, OBRIGATORIAMENTE, no campo 5 do mesmo (informações outras) todos os geradores referentes àquela carga, de forma a permitir a identificação do 9.27- 9.28- 9.29- 9.30- 9.31- 9.32- 9.33- 9.34- 9.35- 9.36- 9.37- 9.38- 10.1- 10.2- 10.3- 10.4- 10.5-

10.6-10. Quanto ao Armazenamento Temporário de Resíduos:

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7/ Folha 04058 / 2017-DL LO Nº Gerado em 20/07/2017 09:35:14 Id Doc 834308 8 11.6.1-

11.6.2-deverão ser monitorados os seguintes parâmetros: Temperatura, Potencial Hidrogeniônico, Potencial de Oxirredução, Condutividade Elétrica, Sólidos Totais Dissolvidos, Oxigênio Dissolvido, Turbidez, Alumínio, Antimônio, Arsênio, Bário, Berílio, Boro, Cádmio, Chumbo, Cloretos, Cianeto, Cobalto, Cobre, Cromo Total, Cromo Hexavalente, Ferro, Fosfato, Manganês, Magnésio, Mercúrio, Molibdênio, Níquel, Nitritos, Nitratos (como N), Potássio, Prata, Selênio, Sódio, Sulfeto, Sulfato, Tálio, Zinco, TPH finger print, VOC's e SVOC's, Fenóis, PCBs. Os parâmetros poderão ser reavaliados com base nos resultados apresentados no monitoramento;

os laudos de análises do monitoramento das águas subterrâneas deverão contemplar os resultados analíticos, relatório fotográfico contemplando o local da coleta, o laudo de amostragem referindo a "cadeia de custódia", equipamentos utilizados, a técnica de purga e coleta, limpeza dos frascos e o manuseio e preservação das amostras. Devendo ser entregues com as Planilhas de Monitoramento da àgua Subterrânea;

gerador; informações adicionais sobre os resíduos e o seu manuseio em caso de acidentes;

deverá ser mantido atualizado o contrato com a empresa de destinação final dos resíduos dispostos na área de armazenamento temporário;

a Central deverá disponibilizar para cada um dos geradores dos resíduos que compõem a carga, o Certificado de Destinação Final, nominal, a ser fornecido pela empresa responsável pelo processamento final dos resíduos, contendo, no mínimo, as seguintes informações: data, volumes e gerador. Cópia deste deverá ser mantido na central à disposição da fiscalização; a rede de monitoramento implantada no empreendimento é composta por um poço branco (PMB) localizado a montante do empreendimento, na porção sudeste da gleba, e 12 poços de monitoramento situados a jusante das células e transversalmente ao fluxo da água subterrânea. Para obtenção de um monitoramento efetivo da Célula 5 e da tubulação de recalque do líquido percolado será necessária a instalação, no prazo de 60 (sessenta) dias, de um novo poço de monitoramento na porção norte da área, tendo em vista a nova localização da área de tancagem de percolado. Ressaltamos que a rede de monitoramento poderá ser reavaliada sempre que for necessário, com as devidas adequações exigidas por esta Fundação;

caso o(s) poço(s) de monitoramento sejam ineficientes em função de problemas de instalação e/ou pela ausência de

disponibilidade de água subterrânea suficiente para garantir a correta amostragem do(s) mesmo(s), a empresa deverá apresentar nova proposta de readequação da rede de monitoramento com a inclusão de novo(s) poço(s), acompanhado da ART do

profissional devidamente habilitado;

no caso de desativação e\ou avaria dos poço(s) de monitoramento deverá ser apresentado Projeto de Tamponamento do(s) poço(s) a ser(em) desativado(s) em conformidade com os critérios estabelecidos pela Divisão de Recursos Hídricos da Secretaria de Meio Ambiente do RS-DRH/SEMA, a fim de promover a máxima vedação sanitária e evitar que possíveis infiltrações

superficiais tenham contato com as águas subterrâneas, acompanhado de perfil geológico e construtivo do(s) poço(s) com as coordenadas geográficas de localização, descrição dos materiais a serem utilizados para preenchimento do espaço interno com as respectivas profundidades do(s) poço(s) e ART do responsável técnico habilitado;

todos os Poços de Monitoramento deverão ser mantidos conservados e devidamente fechados (cadeados); protegidos por caixas de alvenaria com tampa metállica; mantidos de tal maneira que a qualquer tempo seja possível a coleta de amostras de

caracterização das águas subterrâneas; com acessos adequados e identificados com placas indicativas de fácil visualização; deverá realizar coletas e análises das águas subterrâneas na rede de poços de monitoramento implantada e encaminhar trimestralmente à FEPAM, nos meses de janeiro, abril, julho e outubro, a respectiva "Planilha de Monitoramento de Águas Subterrâneas" contendo os resultados analíticos de todos os poços de monitoramento e valores de referência utilizados, compilados em uma única planilha, no formato Excell em papel e meio digital, acompanhada de Mapa Potenciométrico, contendo a localização de todos os poços de monitoramento e poço tubular profundo com as respectivas coordenadas geográficas (SIRGAS2000), cotas altimétricas da boca e base dos poços, cotas do nível d'água (NA), curvas de nível, linhas equipotenciais, direção de fluxo das águas subterrâneas;

o monitoramento qualitativo das águas subterrâneas e das oscilações do nível freático deverá ser realizado conforme a metodologia especificada na ABNT NBR n.º 15847:2010, devendo ser adotada a metodologia de amostragem em baixa vazão (low flow) com filtragem em campo das amostras;

a água do poço tubular profundo, localizado na porção Nordeste da área da Central, deverá ser monitorada e classificada em conformidade com a Resolução do CONAMA N.° 396/2008, cujo monitoramento deverá ser realizado e encaminhado à FEPAM, com frequência trimestral, utilizando os parâmetros estabelecidos para o monitoramento das águas subterrâneas na área da Central;

deverá apresentar, anualmente, no mês de dezembro, o tratamento estatístico dos resultados das análises efetuadas das águas subterrâneas, conforme recomenda a NBR10.157, da ABNT, considerando no mínimo, quatro campanhas de amostragem. O relatório deverá conter a respectiva interpretação, acrescidas de todos os resultados da série histórica de cada poço de

monitoramento da Central, comparando as concentrações encontradas com os valores orientadores da Resolução CONAMA n.° 420/2009; 10.7- 10.8- 11.1- 11.2- 11.3- 11.4- 11.5- 11.6- 11.7- 11.8-11. Quanto ao Monitoramento:

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8/ Folha 04058 / 2017-DL

LO Nº Gerado em 20/07/2017 09:35:14 Id Doc 834308 8

Este documento licenciatório é válido para as condições acima no período de 20/07/2017 à 20/07/2022. Data de emissão: Porto Alegre, 13 de julho de 2017.

Este documento licenciatório foi certificado por assinatura digital, processo eletrônico baseado em sistema criptográfico assimétrico, assinado eletronicamente por chave privada, garantida integridade de seu

conteúdo e está à disposição no site www.fepam.rs.gov.br.

fepam®.

deverá ser fixada junto ao empreendimento, em local de fácil visibilidade, placa para divulgação do licenciamento ambiental, conforme modelo disponível no site da FEPAM, www.fepam.rs.gov.br. A placa deverá ser mantida durante todo o período de vigência desta licença;

deverá dar ciência da presente licença a todas as empresas integrantes da Central da FUNDAMENTAL, devendo manter arquivadas no empreendimento, as declarações das referidas ciências, à disposição da fiscalização da FEPAM.

12.1-

Havendo alteração nos atos constitutivos, a empresa deverá apresentar, imediatamente, cópia da mesma à FEPAM, sob pena do empreendedor acima identificado continuar com a responsabilidade sobre a atividade/empreendimento licenciada por este documento;

Qualquer alteração na representação do empreendedor ou alteração do endereço para recebimento de correspondência da FEPAM, deverá ser imediatamente informada à mesma;

Esta licença é válida para as condições acima até 20 de julho de 2022, caso ocorra o descumprimento das condições e restrições desta licença, o empreendedor estará sujeito às penalidades previstas em Lei.

Esta Autorização é válida para as condições acima até 20 de julho de 2022, caso ocorra o descumprimento das condições e restrições desta autorização, o empreendedor estará sujeito às penalidades previstas em Lei.

Esta licença não dispensa nem substitui quaisquer alvarás ou certidões de qualquer natureza exigidos pela Legislação Federal, Estadual ou Municipal, nem exclui as demais licenças ambientais;

Esta licença deverá estar disponível no local da atividade licenciada para efeito de fiscalização; Esta Autorização deverá estar disponível no local da atividade licenciada para efeito de fiscalização;

Esta Autorização não dispensa nem substitui quaisquer alvarás ou certidões de qualquer natureza exigidos pela Legislação Federal, Estadual ou Municipal, nem exclui as demais licenças ambientais.

12. Quanto à Publicidade da Licença:

acessar o SOL - Sistema On Line de Licenciamento Ambiental, em www.sol.rs.gov.br, e seguir as orientações preenchendo as informações e apresentando as documentações solicitadas. O Manual de Operação do SOL encontra-se disponível na sua tela de acesso.

Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos - PGRS atualizado, acompanhado da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica - ART do profissional responsável, em conformidade com o estabelecido pela Lei Federal n.º 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, regulamentada pelo Decreto Federal n.º 7.404/2010;

Manual de Operação da Central, revisado e atualizado, no qual constem as indicações das Unidades efetivamente em uso e já encerradas, bem como o detalhamento de todas as operações realizadas na Central e o cálculo atualizado da vida útil do empreendimento, tendo em vista a atual capacidade de recebimento de resíduos licenciada;

Planta, em escala apropriada, de locação da superfície de todas as valas (encerradas e em operação), da área de empréstimo de argila, localização dos poços de monitoramento e demais unidades, com legendas.

1-

2-

3-

4-A renovação desta licença deve ser requerida com antecedência mínima de 120 dias da expiração de seu prazo de validade, fixado na respectiva licença, conforme Art. 14 § 4.º da Lei Complementar nº 140, de 08/12/2011.

Documentos a apresentar para renovação desta Licença: III -

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Nome do arquivo: 834308.pdf Autenticidade: Documento Íntegro

DOCUMENTO ASSINADO POR DATA CPF/CNPJ VERIFICADOR

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Gabriel Simioni Ritter 20/07/2017 13:57:49 GMT-03:00 01081643064 Assinatura válida

Documento Assinado Digitalmente

Documento eletrônico assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.

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