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TÍTULO: COMPARAÇÃO ENTRE MUSCULAÇÃO E EXERCÍCIO AERÓBICO NA MELHORIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR DO IDOSO

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE ÁREA:

SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO ÍTALO-BRASILEIRO INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): ROGERIO HENRIQUE DA SILVA, DIEGO SILVA VIEIRA, MARIA NEIDE GOMES DA SILVA, RENATA PROVAZZI COSTA

AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): YASMIN EL HAYEK ORIENTADOR(ES):

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COMPARAÇÃO ENTRE MUSCULAÇÃO E EXERCÍCIO

AERÓBICO NA MELHORIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR

DO IDOSO

Resumo

Visto que há uma comparação entre os exercícios de musculação e exercícios aeróbicos, estes são ótimos para a melhoria do sistema cardiovascular do idoso. Enquanto o exercício aeróbico possui eficácia no controle da frequência cardíaca e sistema cardiovascular, o exercício de musculação é um ótimo agente no controle e prevenção da pressão arterial. No artigo presente é realizado um estudo para definir qual das práticas traz mais benefícios para o idoso e, portanto é mais indicada para a terceira idade. A partir desta revisão da literatura, conclui-se que tanto a musculação quanto o exercício aeróbico auxiliam na melhoria do sistema cardiovascular do idoso quase que praticamente do mesmo modo, porém, há algumas contraindicações a serem observadas na hora de escolher alguma das práticas e estas variam de pessoa para pessoa defendendo de suas condições físicas.

Palavras-chave: sistema cardiovascular; idoso; musculação; exercício

aeróbico.

Introdução

A prática da musculação ou exercício aeróbico é imprescindível aos idosos que queiram deixar o sedentarismo para trás e que se preocupam de fato com sua saúde tanto física quanto mental. “A pessoa que envelhece bem é aquela que permanece ativa”. (MARQUES, 2006).

Segundo Work, (1991) a musculação faz com que o indivíduo tenha mais força, devido ao aumento da massa muscular evitando quedas que, acima de 65 anos, 40% dos indivíduos caem pelo menos uma vez por ano, podendo ocorrer lesões, principalmente, fraturas que reduzem a mobilidade articular. Já outros apostam em exercícios sem peso e observaram ganhos significativos na velocidade da marcha e no equilíbrio. (Roma, Busse, Betoni, Melo, Kong, Santarem e Jacob Filho, 2013). Para Matsudo, (2006) sobre a musculação versus o exercício aeróbico, a melhor opção para o indivíduo que está

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envelhecendo é a realização de um programa de atividade física que inclua tanto o treinamento aeróbio como o de força muscular e que ainda incorpore exercícios específicos de flexibilidade e equilíbrio.

A função do sistema cardiovascular é conduzir material nutritivo, hormônio e oxigênio as células, além de auxiliar na retirada de resíduos metabólicos, controle da temperatura corporal, dentre outros. No entanto, com o processo de envelhecimento, muitas vezes, somado aos hábitos de vida não saudáveis, levam as alterações estruturais e funcionais nos seus componentes que são: coração, vasos (artérias, arteríolas, capilares, veias e vênulas) e sangue (LEBRÃO; LAURENTI, 2005). Nesse sentido, sabe-se que indivíduos idosos apresentam modificações morfológicas que levam a uma redução na capacidade funcional, não afetando necessariamente o seu desempenho no dia-a-dia, mas promovendo resposta cardiovascular diminuída frente a um esforço (MOREIRA, 2001).

Dentre os exercícios, deve-se dar prioridade aos exercícios aeróbios, pelo já conhecido efeito dessa modalidade do exercício na pressão arterial (SCHER; NOBRE; LIMA, 2008), devendo ser complementado pelo exercício de força, devido aos benefícios gerais desse tipo de exercício, tais como: aumento de força, remodelamento ósseo, redução da gordura e maior autonomia nas atividades da vida diária (DANTAS; OLIVEIRA, 2003).

Devido à preocupação direcionada aos idosos, a prática de atividades físicas tornou-se fundamental para uma boa qualidade de vida dos mesmos, sendo a musculação a prática mais indicada para o idoso (BENEDETTI e BENEDETTI, 1996). A musculação é uma prática sustentada nos princípios de treinamento com pesos que é um mecanismo mais eficiente na indução de respostas fisiológicas ao exercício (PINTO, 2008).

Acredita-se que tanto a musculação quanto o exercício aeróbico auxiliam na melhoria do sistema cardiovascular, ajudando a controlar a pressão arterial, reduzindo o acumulo de placas de gordura nos vasos sanguíneos, e aumentando a autonomia nas atividades do dia-a-dia de cada idoso.

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Objetivo

O objetivo é comparar os efeitos da musculação e dos exercícios aeróbicos no sistema cardiovascular dos idosos.

Metodologia

Esse trabalho é uma revisão de literatura utilizando as bases de dados Google acadêmico, de artigos de pesquisas sobre o tema apresentado. Com o intuito de verificar se realmente há uma diferença no sistema cardiovascular, em cada tipo de exercícios aeróbicos e exercícios de musculação, nessa fase da vida. Não houve qualquer restrição ao ano dos estudos, mas apenas aqueles em português e inglês foram considerados. A partir da pesquisa inicial, foi feita a leitura dos títulos. Com base nisso, foram incluídos os estudos que preencheram as seguintes características: a amostra era composta por idosos, exercício de musculação, exercícios aeróbicos e sistema cardiovascular.

Desenvolvimento

O envelhecimento é marcado por alterações morfológicas, fisiológicas, bioquímicas e psicológicas que levam a uma diminuição da capacidade de adaptação do indivíduo ao meio ambiente, que pode ser potencializado com a inatividade física (MATSUDO, 2006). É um processo complexo que envolve muitas variáveis (genética, estilo de vida e doenças crônicas) que interagem influenciando a maneira pela qual envelhecemos. (CORAZZA, 2005).

Conforme Souza, (2007) com o envelhecimento, é possível observar alterações no sistema cardiovascular que abrangem tanto a função do coração quanto o sistema vascular, sendo essas alterações presente mesmo diante de um envelhecimento saudável. Sabe-se que indivíduos idosos apresentam modificações morfológicas que levam a uma redução na capacidade funcional, não afetando necessariamente o seu desempenho no dia-a-dia, mas promovendo resposta cardiovascular diminuída frente a um esforço (MOREIRA, 2001). Com o envelhecimento, ocorre também a redução da frequência cardíaca em repouso, aumento do colesterol, como também da resistência vascular, com o consequente aumento da tensão arterial (DE VITTA, 2000; HAYFLICK 1997).

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Para entendemos o sistema cardiovascular do idoso tem que saber que, o sistema cardiovascular é um sistema de transporte que leva o sangue e a linfa aos tecidos do corpo e a partir deles. O sistema cardiovascular inclui o coração, os vasos sanguíneos e os vasos linfáticos. Ele consiste em uma bomba representada pelo coração e os vasos sanguíneos, que proporcionam a via pela qual o sangue circula de e para todas as partes do corpo. O coração bombeia o sangue pelo sistema arterial sob uma pressão significativa; o sangue retorna ao coração sob-baixa pressão, com o auxílio da pressão negativa na cavidade torácica durante a inspiração e da compressão das veias pelos músculos esqueléticos. Os vasos sanguíneos estão dispostos de tal modo que o sangue apostado pelo coração chega rapidamente a uma rede de vasos estreitos e de paredes finas, os capilares sanguíneos, nos tecidos de todas as partes do corpo ou bem próximo deles (ROSS; PAWLINA, 2008).

A condição física do idoso varia de pessoa para a outra, é raro encontrar atestados médicos que condizem as mesmas necessidades em pacientes diferentes, com isso para avaliar a condição física dos idosos e conhecer suas limitações ou restrições a alguma atividade em específico, é importante e preciso obter um atestado do médico pessoal de cada um, antes de iniciar a prática de qualquer atividade ou exercício físico. Realizando tais avaliações, a aula poderá fluir da melhor forma e qualidade para o bem-estar de todos, recebendo respostas sempre positivas dos idosos às atividades exercidas. (CORAZZA, 2005). A carga de atividade física necessária para promover a saúde é bem menor do que a necessária para induzir ganhos de condição física, ao contrário daquilo que se considerava há alguns anos atrás. Mas, por outro lado, não se pode pura e simplesmente omitir a progressão da intensidade dos programas de atividade física, pois, para além dos ganhos de condição física que também são importantes, há outros benefícios em termos de saúde que só surgem com intensidades maiores (BARATA; CLARA 1997).

De fato, o idoso é mais suscetível aos efeitos adversos do sedentarismo, ao exercício físico de intensidade elevada e à terapia medicamentosa, sendo necessária maior compreensão dos efeitos do envelhecimento associados a esses fatores. (FOUNTOULAKIS, 2003).

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Já outros autores indicam o exercício aeróbico para idosos por ser uma ótima maneira de controlar a frequência cardíaca. O exercício físico do tipo aeróbico corresponde aos processos metabólicos de produção de energia por meio do sistema oxidativo. Enfatizam-se os exercícios dinâmicos, repetitivos e submáximos de grandes grupos musculares. (FLETCHER, 2008).

Durante os exercícios físicos aeróbicos, as contrações são seguidas de movimentos articulares, não existindo obstrução mecânica do fluxo sanguíneo. Há assim um aumento da atividade nervosa simpática, que por sua vez causará um incremento da frequência cardíaca (FC), do débito cardíaco (DC) e do volume sistólico e uma redução da resistência vascular periférica (RVP).

O exercício aeróbico se trabalhado com músicas, principalmente as que marcaram uma época importante na vida do idoso, os levará a uma fácil identificação com o ritmo e provocará rápida assimilação da ginástica + exercício + música. Os benefícios psicológicos da aeróbica seguida de música são muitos, dentre eles está à sintonia uns com os outros e si mesmos, estado físico receptivo, estado social positivo e interação plena, já os benefícios físicos são melhoria na coordenação, resistência, articulação, equilíbrio, circulação, entre outros, para uma melhor qualidade de vida. (CORAZZA, 2005).

Forjaz, (2000) verificaram que após sessão única de exercício aeróbio, observa-se queda da pressão arterial, abaixo dos níveis encontrados em repouso, conhecida na literatura como “hipotensão pós-exercício”. Foram encontrados os mesmos resultados em sessões únicas e em várias sessões aplicadas em pessoas idosas. Rondon, (2002) analisaram a pressão arterial 24 horas pós-exercício e quatro semanas pós-exercício (caminhada e bicicleta ergométrica) em indivíduos idosos. Foi visto que a função hipotensora induzida pelo exercício aeróbico pode ter ocorrido a partir da redução do débito cardíaco em função da diminuição do volume sistólico. A redução da atividade nervosa simpática e o aumento da sensibilidade do controle barorreflexo do sistema cardiovascular também parecem explicar a hipotensão pós-exercício em indivíduos hipertensos, sobretudo nos idosos. (ZILO, 2005).

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Tabela – Musculação

Autores/Titulo Amostra Metodologia Resultados

“Musculação na Terceira Idade”. Benedetti et al (1996) 39 idosos acima de 70 anos de ambos os gêneros. Exercícios para MMss e Mmii com 3 series de 15 repetições 3 vezes por semana durante 90 dias com pesos de 500grama e 1 kilo P.C: 50,41 (inicial) para 50,07 (final). F.C – bat/30s: 41,59 (inicial) para 39,36 (final). P.A.S: 13,18 (inicial) para 11,63 (final). P.A.D: 7,86 inicial) para 6,77 (final).

“Aerobic exercise reduces arterial stiffness in older adults with type 2 diabetes, hypertension, and hypercholesterolemia”. Madden et al (2009) 16 idosos de ambos os sexos. Duração de 3 meses, 3 vezes por semana, durante 40 minutos de treinamento de força com halteres e exercícios de mmII e mmss.

Não houve diferença significativa entre os idosos com relação à FC, PAS, PAD, glicemia ou perfil lipídico. “Efeito do exercício aeróbio e resistido no perfil antropométrico e respostas cardiovasculares de idosos portadores de hipertensão”. Krinski et al (2006) 53 idosos de ambos os sexos.

40 min de (supino, leg press, puxada frontal, flexão e extensão de joelhos,

desenvolvimento para ombro, agachamento e rosca tríceps), 3 séries de 10 repetições cada.

Queda de 106,5 para 96,2 de PAM de repouso e 99,8 para 92, 7 da FC de repouso como efeito de seis meses de um programa de exercícios resistidos. “Treinamento resistido reduz riscos cardiovasculares em idosos”. Santiago et al (2015)

11 idosas com idade entre 63 e 65 anos

Exercícios para grupos musculares distintos (MMii) (MMss). 3x por semana durante 8 semanas, 4 séries de 8 a 12 repetições, 50 minutos por sessão.

Massa corporal (kg) 68,08 – 69,48 Massa gorda (kg) 27,13 – 26,71 Massa magra (kg) 40,95 – 22,77 IMC (kg/m²) 28,77 – 29,09 RCQ (cm) 0,83 – 0,82 Colesterol (cm) 191,00 – 184,40

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Tabela – Aeróbica

Autores/Título Amostra Metodologia Resultados

“Os benefícios da atividade física no tratamento da hipertensão de idosos”. Silva (2012) 10 idosos acima de 60 anos,ambos os sexos 60 minutos 2x por semana, durante 4 meses com exercícios aeróbicos variados.

60% com nível de pressão arterial mais baixo. 70% com índice de massa corporal reduzido. Diminuição de dores por artrite e artrose. Disposição no dia-a-dia. “Efeitos do treinamento aeróbio versus treinamento combinado na pressão arterial de repouso em idosos”. Kura et al (2013) 24 idosos, de ambos os sexos de 60 a 67 anos. Exercícios aquáticos 3x por semana durante 40 minutos,

Durante 3 meses.

Houve uma queda de magnitude de 6,6/3,43 mmHg verificada na PAS no grupo de idosos. Effect of exercise onblood pressure in older persons: a randomized controlled trial. Stewart et al (2005) 104 idosos de ambos os sexos com 55 a 75 anos Treinamento aeróbico e de resistência, com duração de 40 a 60 minutos, 3x por semana durante 6 meses. Diminuição da PAS em 3%, diminuição da PAD em 3,6 % e diminuição do IMC em 1,8%. Aumento do VO2 (consumo de oxigênio). “Auto-percepção da massa muscular de idosos praticantes de natação e idosos praticantes de atividades físicas regulares”. Gerardi et al (2011) 06 idosas entre 60 e 64 anos – somente sexo feminino. Natação Caminhada Ginástica

3 vezes por semana, com duração de 45 min, durante 3 meses.

Aumento da força e massa muscular. Maior fôlego. Cardiovascular e respiração mais tranquilos e com maior resistência.

Diminuição pouco significativa de P.A.S e P.A.D.

Realizar a coletas de dados foi extremamente trabalhoso devido à falta significativa de artigos acadêmicos completos com temática voltada ao sistema cardiovascular, em especial, o do idoso.

Uma vez realizada a finalização desta revisão de literatura, pudemos observar que a demanda de melhorias no sistema cardiovascular do idoso por meio de

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exercícios de musculação ou aeróbica é relevante de acordo com a condição física e mental de cada um dos idosos, sendo uns mais propícios a resultados mais significativos realizando exercícios de musculação e outros, os aeróbicos. Contudo, de acordo com a relação de tabelas exposta neste artigo, a musculação é muito indiada para a manutenção dos músculos e tem o objetivo específico em tonos muscular que é o aumento de volume e força muscular, havendo com isso uma diminuição dos riscos de doenças cardiovasculares, controlando o sistema cardiovascular. Já o exercício aeróbico, ainda de acordo com a relação de tabelas é mais eficaz para que exista um maior controle do sistema cardiovascular.

De acordo com FOX (2010) o processo de envelhecimento típico pode, de fato, ter seu ritmo reduzido ou até invertido por meio do exercício regular. Constatou-se que o treinamento de resistência acelera a síntese de proteínas musculares visto em pessoas de 63 á 66 anos. BABCOCK estudou oito homens idosos de 72 anos e constatou que em seis meses de treinamento aeróbico resultaram no aumento de 21% no VO2 máximo, (21,7ml/kg/min para 26,2 ml/kg/min).Portanto o processo de envelhecimento esta associado com perda da função fisiológica, muitas dessas alterações podem ser revertidas através de programas apropriados de treinamento aeróbico e de resistência. Segundo MCARDLE (2011) a menor resposta da pressão arterial após o treinamento torna-se mais evidente quando uma pessoa se exercita com a mesma carga absoluta. Alguns protocolos de treinamento de resistência reduzem a pressão arterial em repouso, porem o treinamento com exercícios aeróbicos confere maiores benefícios em termo de redução da pressão arterial.

Considerações finais

De acordo com os estudos feitos, a prática do exercício aeróbico é mais indicado para os idosos e seu sistema cardiovascular, por controlar a frequência cardíaca com a redução da pressão arterial e por fazer com que tenha um aumento significativo do VO2 Maximo. E os exercícios de musculação, por sua vez, tem mais objetividade em ganho de tônus e força

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muscular. Na maioria das vezes, o exercício de musculação, sem o acompanhamento dos exercícios aeróbicos não causa o efeito desejado.

Fontes consultadas

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