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Academic year: 2021

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TÍTULO: APLICAÇÃO DO LEAN CONSTRUCTION EM UM AMBIENTE DE CONSTRUÇÃO - UM ESTUDO DE CASO EM UMA OBRA CIVIL

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA ÁREA:

SUBÁREA: Engenharias SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO(ÕES): FACULDADE DE JAGUARIÚNA - FAJ INSTITUIÇÃO(ÕES):

AUTOR(ES): AUDREY IASHINISHI AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): SILVIO JOSÉ CAVALLARI JR ORIENTADOR(ES):

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Resumo

O atual cenário do mercado da construção civil se apresenta altamente competitivo, fato que estimula os empresários do ramo a otimizarem melhor seus recursos e incluírem a incessante busca pela redução de custos em suas atividades. Neste aspecto, estas empresas precisam buscar ferramentas que proporcionem o desenvolvimento de todas as etapas que envolvem a construção civil e a utilização da metodologia da Produção Enxuta, amplamente consolidada nas indústrias, se torna uma oportunidade amplamente viável. Este estudo de caso permitirá analisar algumas atividades comuns na construção civil, que podem ser aprimoradas com a utilização das ferramentas adaptadas e abordagens da metodologia em acessão Lean Construction. Para isso, são apresentados neste estudo os principais conceitos das filosofias e analisadas algumas possibilidades práticas de adaptação e aplicação técnica de seus princípios, adaptando algumas ferramentas da produção industrial para o ambiente da construção civil. As expectativas em torno do trabalho se dão pelo fato de conseguir aplicar o Lean Construction de maneira prática obtendo ganhos em redução de processos, custos e tempo.

Palavras chave: Lean Construction, Pensamento Enxuto, Planejamento e Controle, Kaizens.

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Abstract: The current scenario in the construction market is highly competitive, a fact that encourages entrepreneurs in the industry to better optimize their resources and include the incessant search for cost reduction in their activities. In this regard, these companies need to look for tools that provide the development of all the stages that involve the construction industry and the use of the Lean Production methodology, widely consolidated in the industries, becomes a widely viable opportunity. This case study will allow us to analyze some common activities in construction, which can be improved with the use of the adapted tools and approaches of the Lean Manufacturing methodology. For this, the main concepts of the philosophies are presented in this study and some practical possibilities of adaptation and technical application of its principles are analyzed, adapting some tools of the industrial production to the civil construction environment. Expectations for the work come from being able to apply Lean Construction in a practical way, making gains in reducing processes, costs and time.

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INTRODUÇÃO

Em meio aos principais desperdícios da construção civil (alto desperdício de matéria prima, mão de obra desqualificada, baixa produtividade, alto custo, não cumprimento de prazos, entre outros), ouve-se falar recentemente em Lean Construction, uma metodologia que busca a eliminação ou redução desses desperdícios KOSKELA (1992).

A construção enxuta, derivada da metodologia Lean, veio a introduzir um novo pensamento no ambiente de construção civil, permitindo uma visão gerencial de todos os processos. Similar ao Lean Manufacturing, o Lean Construction visa basicamente maximizar os lucros e eliminar os desperdícios. Ainda segundo o autor, alguns dos resultados positivos que o pensamento enxuto pode trazer a construção civil seriam: análise de custos e processos, análise do fluxo de materiais, etapas de transporte, espera, processamento e inspeção, além de ficar evidenciado as etapas que agregam ou não valor aos processos civis. Para PÁDUA (2013) outro resultado positivo seria o aumento da flexibilidade de saída dos produtos finais, que está ligada à possibilidade de alterar as características dos produtos acabados entregues aos clientes, sem elevar significativamente os custos dos mesmos.

Por outro lado, pelo fato de a ferramenta Lean ser algo novo para os envolvidos nos processos civis, existe certa dificuldade dos mesmos entenderem sua metodologia de redução de custos, para ABDELHAMID (2005), outra dificuldade seria o fato de as empresas após a implantação do Lean, estagnarem e não darem continuidade ao processo.

LEAN CONSTRUCTION

Segundo PENEIROL (2007) o sistema de gestão Lean Construction foi desenvolvido a partir das premissas do Sistema Toyota de Produção, surgido na década de 50 no Japão. O passou a ser mais importante durante a década de 70, quando mostrou ser eficiente ao manter seus padrões de produção em meio a uma crise econômica. O objetivo desse novo conceito era a eliminação dos desperdícios através de uma

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abordagem prática, visando a diminuição dos custos de produção, mas com o aumento da qualidade do produto final.

A partir da década de 90, começaram a surgir os primeiros estudos e pesquisas sobre a filosofia Lean aplicada na construção civil, a obra do pesquisador finlandês Lauri Koskela ficou conhecida como o marco da construção civil: “Application of 30

the new production philosophy in the construction”, escrita em 1992. (WOMACK et.

al., 1992; AHLSTRÖM.2004).

Nela, os autores resumem os princípios específicos de operacionalidades propostas pela produção enxuta na construção civil, são eles:

• Redução da parcela de atividades que não agregam valores;

• Aumento do valor do produto através das necessidades dos clientes; • Redução da variabilidade do processo produtivo;

• Redução do tempo de ciclo;

• Simplificação do processo através da redução do número de etapas, componentes e ligações entre atividades;

• Aumento da flexibilidade de saída com produtos diferenciados; • Aumento da transparência no processo;

• Controle focado no processo como um todo, e não em atividades específicas; • Geração de melhoria contínua no processo;

• Balanceamento entre melhorias nos fluxos e conversões; • Aplicação de práticas de benchmarking.

PENSAMENTO ENXUTO

Para GAO (2014), o conceito do pensamento enxuto é baseado no Sistema Toyota de Produção e foi desenvolvido em um ambiente de manufatura, mais especificamente na indústria automobilística. A base da mentalidade enxuta é a eliminação de desperdícios. Já para TAIICHI OHNO (1997), a definição seria “reduzir a linha do tempo, do momento que o cliente faz o pedido até o ponto de receber o dinheiro, removendo os desperdícios que não agregam valor ao longo desta linha”.

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Segundo CASTILLO (2015) os cinco passos para Pensamento Enxuto (Lean

Thinking) são:

1 - Identificar o que é valor para o cliente: A satisfação dos clientes e obtenção de

lucro são os principais motivos de qualquer empresa existir, por esse motivo o Valor é o primeiro princípio do Lean Thinking. “Para o cliente, a necessidade gera o valor e cabe às empresas identificarem qual é a necessidade, procurar satisfazê-la e cobrar por isso um preço justo para manter a empresa no negócio e aumentar os lucros via melhoria contínua dos processos, reduzindo os custos e melhorando a qualidade.”

2 - Mapear o fluxo de produção e identificar os desperdícios: O próximo passo

fica por conta de mapear o fluxo de produção e separar os processos em: aqueles que agregam valor, aqueles que não agregam, mas são requeridos e por ultimo os que não agregam valor e devem ser eliminados dos processos.

3 - Implantar o Fluxo Contínuo: Constituir o fluxo contínuo com as etapas

restantes é uma tarefa difícil, mas também é a mais estimulante. O efeito imediato da criação de fluxos contínuos pode ser sentido na redução dos tempos de concepção de produtos e de processamento de pedidos e na diminuição de estoques. Ter a capacidade de desenvolver, produzir e distribuir rapidamente dá ao produto uma upgrade, a empresa pode atender à necessidade dos clientes quase instantaneamente

4 - Deixar o cliente puxar a produção: Ainda segundo o autor supracitado, nesse

passo o cliente puxará a produção, colocando um fim aos estoques.

5 - Buscar a perfeição: No último passo, o autor ainda cita que “a perfeição deve

ser o objetivo constante de todos envolvidos no Fluxo de Valor.” Ou seja, a busca pelo aperfeiçoamento dos processos produtivos, deve fazer parte de todos os membros da cadeia, isto é, passar a ser fundamental que todos tenham o conhecimento do processo como um todo, para poderem sempre dialogar e alcançar melhores resultados produtivos.

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PLANEJAMENTO E CONTROLE

Segundo WANG (2012) o Planejamento e Controle da Produção (PCP) possui três níveis hierárquicos:

• Nível Estratégico: são definidas as políticas estratégicas de longo prazo da empresa, assim o PCP passa a participar do Planejamento Estratégico da Produção;

• Nível Tático: são estabelecidos os planos de médio prazo para a produção, onde se desenvolve o Planejamento Mestre da Produção (PMP);

• Nível Operacional: são preparados os programas de curto prazo de produção, onde o PCP prepara a Programação da Produção e executa o Acompanhamento e Controle da Produção.

Para TUBINO (2010) o Acompanhamento e Controle da Produção procura garantir por meio da coleta e análise dos dados que o programa de produção seja bem executado, fala ainda que as atividades desenvolvidas pelo PCP tem como função de acompanhamento e controle da produção dar suporte a produção, assim garantindo que atividades programadas e planejadas sejam cumpridas de acordo com o tempo estabelecido. Já para RUSSOMANO (2000), o Planejamento e Controle consiste em uma “função de apoio de coordenação das várias atividades de acordo com os planos de produção, de modo que os programas preestabelecidos possam ser atendidos nos prazos e quantidades".

KAIZENS

A ferramenta Kaizen segundo TAIICHI OHNO (1997) é de origem japonesa que tem como significado melhoria continua na vida pessoal, familiar e no trabalho. O Kaizen (do japonês, mudança para melhor) para IMAI (1994) tem como objetivo a melhoria contínua, tal ferramenta preza para que nenhum dia possa passar sem que alguma melhoria tenha acontecido seja ela na estrutura da empresa ou no indivíduo. Sua metodologia traz resultados em um curto espaço de tempo e sem grandes investimentos onde conseguimos cada vez mais resultados, apoiados no trabalho e cooperação entre um grupo determinado pela direção da empresa com propósito de alcançar as metas.

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Em relação ao Lean Construction, essa ferramenta auxilia na discriminação do espírito da melhoria continua entre todos os participantes da construção, entre eles pedreiros, encarregados e engenheiros, sempre priorizando o ciclo PDCA (do inglês

Plan= Planejar, Do= Fazer, Check= Checar e Act= Agir), para a implementação e

controle das melhorias apresentadas.

METODOLOGIA DE PESQUISA

As metodologias de pesquisa utilizadas nesse trabalho foram uma revisão bibliográfica em artigos nacionais e internacionais sobre o assunto e um estudo de caso aplicado em uma obra de construção civil, evidenciando a utilização de algumas ferramentas Lean Construction em seu ambiente de gestão e operacional.

As expectativas em torno do trabalho se deram pelo fato da possibilidade da aplicação o Lean Construction de maneira efetiva obtendo ganhos em redução de processos, custos e tempo.

GERENCIAMENTO VISUAL

Para HALL (1987) a comunicação visual é definida como algo “sem palavras e sem voz”, não apenas das condições do chão de fábrica para os trabalhadores, mas também sendo um verdadeiro mapa das condições da empresa para todos aqueles que podem ler sinais físicos. Para ele, a Gestão Visual segue os seguintes objetivos: • Oferecer informações acessíveis e simples, capazes de facilitar o trabalho

diário, aumentando o desejo de se trabalhar com maior qualidade;

• Aumentar o conhecimento de informações para o maior número de pessoas possível;

• Reforçar a autonomia dos funcionários, no sentido de enriquecer os relacionamentos e não enfraquecê-los;

• Fazer com que o compartilhamento das informações passe a ser uma questão de cultura da empresa.

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Já para AHLSTROM (2004), a Gestão Visual, é uma ferramenta capaz de transformar o local de trabalho em uma imagem representativa da realidade, uma vez que o local onde existe a Gestão Visual comunica-se por si mesmo.

Ou seja, quando o tema é Lean Construction, o principal objetivo do gerenciamento visual consiste em informar de forma prática, funcionários e gestores sobre problemas e condições anormais, tornando os processos mais visíveis e informar o real estado das obras para os engenheiros, construtores e ate o próprio cliente.

KANBAN

A definição de Kanban para PILKINGTON (2009) e PEINADO (2007) é: “O sistema

Kanban de abastecimento apresenta algumas características na forma de controlar

os estoques de material, que lhe confere uma verdadeira mudança na filosofia de trabalho quando ele é comparado com o sistema tradicional de abastecimento.” De acordo com TUBINO (2000), o sistema de Kanban foi desenvolvido na década de 60 pelos engenheiros da Toyota Motors Cia. Com o objetivo de tornar simples e rápida as atividades de programação, controle e acompanhamento de sistemas de produção em lotes. Já para GHINATO (1995), Taiichi Ohno - proprietário da Toyota - observou em um supermercado nos Estados Unidos que as mercadorias eram organizadas e distribuídas em uma prateleira, onde havia um pequeno cartão com as informações necessárias, de maneira que o próprio consumidor retirava a mercadoria, e a reposição da mesma na prateleira era realizada conforme a demanda do produto. A este sistema de cartões foi dado o nome de Kanban, que em japonês quer dizer “Cartão de Reposição”.

Fazendo-se uma analogia ao Lean Construction, pode-se dizer que essa ferramenta pode ser usada para priorizar a compra de algum produto ou terceirização de um processo de acordo com a sua criticidade na evolução da obra ou também, ser priorizada devido ao atraso.

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PROGRAMA 5S

Para CAMPOS et al. (2012), o 5S surgiu no Japão em meados do século XX e consiste basicamente no empenho das pessoas em organizar o local de trabalho por meio de manutenção apenas do necessário, da limpeza, da padronização e da disciplina na realização do trabalho, com o mínimo de supervisão possível. Ainda segundo o autor, é notório que modificar o espaço físico, buscando gerar um ambiente agradável e eficiente de trabalho através do descarte de coisas desnecessárias, alterações de layouts, ou mesmo alterar os processos (aspecto intelectual), é mais rápido e menos complexo que prover mudanças de valores, crenças e hábitos dos indivíduos.

Segundo LAPA (1998), o 5S é definido conforme abaixo:

• SEIRI – Senso de utilização, arrumação, organização, seleção; • SEITON – Senso de ordenação, sistematização, classificação; • SEISO – Senso de limpeza, zelo;

• SEIKETSU – Senso de asseio, higiene, saúde, integridade; • SHITSUKE – Senso de autodisciplina, educação, compromisso.

Voltado ao Lean Construction, esse programa é fundamental para a implementação de uma gestão de qualidade em qualquer área, se tornando uma estratégia organizacional que busca transformação ao longo do tempo, conscientizando a importância da qualidade e organização dentro dos processos, implantando mudanças na rotina e obtendo melhorias contínuas em todos os níveis hierárquicos da construtora.

COMPARATIVO: APLICAÇÃO DO LEAN CONSTRUCTION X MÉTODO CONVENCIONAL

A seguir será apresentado um comparativo com as melhorias em se aplicar o Lean na construção civil versus o método convencional de trabalho.

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Mangote de Bombeamento (Tabela 1):

Atividade: Segurar o mangote utilizado no bombeamento de concreto

Tipo de Método Descrição do Processo

Número de Operários Necessários Método Convencional Operário segura o mangote de bombeameno de concreto 1 Lean Construction Suporte para o bombeamento de concreto, eliminando assim a necessidade de um operário dedicado 0

Tabela 1 - Fonte: O autor

Método Convencional (Figura 1):

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Método Lean Construction (Figura 2):

Figura 2 - Fonte: O Autor

Vibrador de Imersão Portátil (Tabela 2):

Atividade: Despejar o Concreto Tipo de Método Descrição do Processo Número de Operários Necessários Método Convencional Despejamento do concreto de forma manual 2 Lean Construction Utilização do vibrador de imersão portátil 1

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Método Convencional (Figura 3):

Figura 3 - Fonte: O Autor

Método Lean Construction (Figura 4):

Figura 4 - Fonte: O Autor

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Método Convencional (Figura 5):

Figura 5 - Fonte: O Autor

Método Lean Construction (Figura 6):

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Analisando de forma especifica, segue abaixo uma caracterização geral entre as duas formas de gestão, onde Abdelhamid & Salem (2005) propõem uma lista de diferenças práticas entre as abordagens tradicionais da gestão da construção civil:

Tabela 3: Comparação construção enxuta com a gestão convencional da Construção Fonte: Adaptado (ABDELHAMID & SALEM, 2005).

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CONCLUSÃO

Nesse estudo conclui-se que existem diversos benefícios quanto à otimização de recursos e eliminação de desperdícios por meio da implantação dos conceitos, métodos e ferramentas da produção enxuta nos empreendimentos civis. Em relação à aplicabilidade das ferramentas, apesar de se caracterizarem com conceitos simples, fáceis e de baixo custo para serem implementadas, o principal obstáculo é a sua continuidade, pois é uma metodologia recente, de pouca adesão entre as construtoras e sofrem ampla resistência organizacional, pois necessita do envolvimento e engajamento de todos os participantes, desde a alta gerência, exercendo a liderança, até as equipes de funcionários dentro das obras.

Por fim, recomenda-se que para trabalhos futuros seja realizada uma expansão do campo de estudo, ao utilizar uma maior base de dados e ampliar as ferramentas que podem ser aplicadas nas obras civil através de novos estudos de caso.

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REFERÊNCIAS

ABDELHAMID, T. & SALEM, O. (2005). Lean Construction: A New Paradigm for

Managing Construction Projects. The International Worskshop on Innovations in

Materials and Design of Civil Infrastructure, Cairo, Egito.

AHLSTROM, P. (2004) – Lean service operations: translating lean production

principles to service operation. International Journal of Sevice Technology and

Management. Vol. 5, n. 5/6, p.545-564.

ARRUDA, Victor. Os 7 princípios da Construção Enxuta (Lean Construction), 2017. Disponível em: < http://www.inovacivil.com.br/principios-construcao-enxuta/> Acesso em: Agosto/2018.

CASTILLO, G. et al. Implementing Lean Production in Copper Mining

Development Projects : Case Study. Journal of Construction Engineering and

Management, v. 141, n. 1, p. 1=11, 2015.

FERRO, José R. O Movimento Lean no Brasil e no mundo. Artigo extraído da Lean Institute Brasil. São Paulo, 2008. Disponível: <www.lean.org.br/artigos> .Acesso em: Abril/2018.

GAO, T. et al. Proactive Productivity Management at Job Sites: Understanding

Characteristics of Assumptions Made for Construction Processes during Planning Based on Case Studies and Interviews. Journal of Construction

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GHINATO, P. Sistema Toyota de produção: mais do que simplesmente

Just-In-Time. Revista Produção, v. 5, n. 2, Belo Horizonte, Brasil, 1995.

HALL, R. W. Attaining Manufacturing Excellence – Just in Time, Total Quality,

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IMAI, Masaaki. Kaizen, A estratégia para o sucesso competitivo. São Paulo: Editora Imam, 1994.

KOSKELA, L. Application of the new Production Philosophy in Construction.

Stanford Technical Report, n. 72, Center of Integrated Facility Engineering (CIFE),

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LAPA, R. Programa 5S. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998

OHNO, T. O Sistema Toyota de Produção: além da produção em larga escala. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1997.

PENEIROL, N.L.S. (2007). Lean Construction em Portugal – caso de estudo de

implementação de sistema de controlo da produção – Last Planner. – Instituto

Superior Técnico, Universidade Técnica de Lisboa. Lisboa, Portugal.

PILKINGTON, A.; MEREDITH, J. The evolution of the intellectual structure of

operations management—1980–2006: A citation/co-citation analysis. Journal of

Operations Management, v. 27, n. 3, p. 185–202, jun. 2009.

RUSSOMANO, V. H.. Planejamento e controle da produção. 6ª ed. São Paulo: Pioneira, 2000.

TUBINO, Dalvio Ferrari. Manual de Planejamento e Controle da Produção. São Paulo: Editora Atlas, 2000.

WOMACK, J.P.; JONES, D.T. (1996). Lean thinking: banish waste and create

wealth in your corporation. New York, Simon & Schuster.

WOMACK; J. P.; JONES, D. T; ROSS, D. A Máquina que mudou o mundo. Elsevier, Rio de Janeiro, 1992.

WANG, C. et al. Key Relational Contracting Practices Affecting Performance of

Public Construction Projects in China. Journal of construction engineering and

Referências

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