Actividade Física

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Actividade física e sucesso escolar : estudo em crianças e adolescentes institucionalizados e não institucionalizados

Actividade física e sucesso escolar : estudo em crianças e adolescentes institucionalizados e não institucionalizados

Bento (1999) alude à importância da educação como tentativa de reparar ou corrigir os problemas das ditas doenças de civilização, e portanto, problemas sociais. Estudar os comportamentos de saúde, nomeadamente entre a actividade física das crianças e jovens e os factores que os influenciam, é essencial para o desenvolvimento de políticas de educação para a saúde, para a promoção da saúde e para programas e intervenções dirigidas a crianças e jovens. A saúde dos adolescentes tem de ser considerada num contexto mais alargado tendo em conta o bem-estar físico, emocional e social, como defende a Organização Mundial de Saúde (OMS, 2007). Como refere Mota (1997), “uma percepção de liberdade, de competência, de satisfação e de qualidade de vida é provavelmente, experimentar um estado satisfatório de saúde”.
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A influência da actividade física diária na força muscular do idoso

A influência da actividade física diária na força muscular do idoso

é capaz de induzir alterações que promovam um acréscimo sobre a força muscular dos membros inferiores. Esta autora afirma que as sessões de ginástica de manutenção, que consistiam numa actividade generalizada (utilizando-se movimentos necessários para actividade diárias), não induziram melhorias na força dos músculos flexores e extensores do joelho. Este facto pode ser justificado pela insuficiente intensidade e especificidade do protocolo de treino. Esta explicação poderá também ser válida para o nosso estudo, já que as características da amostra de Carvalho (2002) são idênticas às da nossa. Os sujeitos da amostra de Carvalho (2002) eram independentes na sua vida quotidiana, possuíam um nível de força muscular relativamente elevado para a média do seu escalão etário e apresentam níveis de actividade física diária semelhantes aos nossos (apesar da nossa amostra não participar em nenhum protocolo de treino). Assim, no estudo de Carvalho (2002), os níveis de actividade física diária antes de iniciar o programa de treino generalizado de ginástica de manutenção era de 5.21± 2.3 (semelhante ao nosso grupo B), sendo o seu valor após 3 meses do início do programa de 8.24 ± 2.1 (semelhante ao nosso grupo C). Não foram encontradas alterações significativas entre os valores de força muscular nos diferentes momentos de avaliação do estudo de Carvalho (2002), nem nos valores de força muscular entre os grupos avaliados no nosso estudo. Este facto poderá ser justificado com o facto dos valores de actividade física diária apresentados não serem o suficientemente elevados para promover alterações significativas na força muscular deste grupo de idosos.
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Actividade física, obesidade e saúde : uma perspectiva evolutiva

Actividade física, obesidade e saúde : uma perspectiva evolutiva

Podemos concluir que os actuais níveis de actividade física para a população em geral são menores do que foram no passado, sobretudo porque raramente é absolutamente necessário ao ser humano ser fisica- mente activo para estar vivo. Esta ausência de activi- dade física na nossa sociedade é particularmente grave quando consideramos a importância da activi- dade física ao longo da evolução humana (Eaton et al.,1988a; Eaton et al.,1988b). Os níveis de aptidão aeróbica das populações das nações industriais, medidas pelo consumo máximo de oxigénio, são substancialmente menores do que em pessoas que têm estilos de vida mais activos (por exemplo, caça- dores-recolectores e agricultores «rudimentares») (Eaton et al., 1988a; Blair et al., 1991; Cordain et al., 1997). As pessoas que têm um estilo de vida «oci- dental» são muito inactivas, particularmente quando comparadas com aquelas que continuam a ter estilos de vida compatíveis com a evolução humana. Esta elevada prevalência de sedentarismo contribui signi- ficativamente para a prevalência actual de obesidade e de outros problemas de saúde (Barlow et al.,1995). Isto significa que os níveis de actividade física neste momento dependem de decisões voluntárias, e, uma vez que parece não existir um motor «inato» no homem para promover a actividade, para além de modestos passos, os níveis de actividade física vão, provavelmente, permanecer baixos para muitas pes- soas. Num ambiente sócio-económico onde os ali- mentos estão disponíveis em abundância e onde fisiologicamente as pessoas não têm necessidade de um controle efectivo do seu apetite, existem, obvia- mente, perigos concretos para a saúde relacionados com este estilo de vida.
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Actividade física e alimentação na prevenção da doença cardiovascular

Actividade física e alimentação na prevenção da doença cardiovascular

Em termos práticos, a gestão de factores de risco nutricionais/alimentares deverá ter como objectivo major a promoção de alimentos variados e densos nutricionalmente a par da motivação para a prática da actividade física. Assim aconselha-se a que a ingestão energética total deverá ser ajustada com objectivo de prevenir o excesso de peso. Com este propósito, alimentos como frutos e vegetais, produtos elaborados com cereais integrais, peixe gordo, carne e lacticínios magros deverão ser promovidos.

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ACTIVIDADE FÍSICA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA NA TERCEIRA IDADE

ACTIVIDADE FÍSICA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA NA TERCEIRA IDADE

Um dos objectivos da população idosa que pratica desporto deverá ser a conservação da in- dependência, o que permitirá a vivência dos seus dias com maior alegria e dignidade. A este propó- sito, Farinatti (1995) confirma a ideia de que as pessoas são mais felizes enquanto membros acti- vos da sociedade, situação esta que decorre da construção de condições que lhes permitam agir de uma forma independente. Geis (1994) reforça esta afirmação ao referir que o ser humano deve estar em constante relação, pois vive numa socie- dade à qual se deve sentir unido por diferentes vínculos e razões: a actividade física proporciona a possibilidade de criação desses vínculos.
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A actividade física e o bullying em crianças com excesso de peso-obesas

A actividade física e o bullying em crianças com excesso de peso-obesas

Após verificarmos o conceito de obesidade e tudo o que envolve o mesmo, verificamos que a actividade física (AF) surge neste contexto com um papel fundamental, pois será a realização de AF regular que irá contribuir em larga escala para atenuar esta epidemia mundial, não podendo ser encarada como uma fórmula mágica que funcionará para todo o mundo, acabando com a obesidade. Ajudará de um modo gradual e seguro na manutenção de um peso corporal apropriado a cada pessoa e, isso sim, é o mais importante num momento destes (Nahas, 1999).
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Actividade física no período pós-parto

Actividade física no período pós-parto

Não existem estudos específicos no que concerne aos efeitos do exercício de força no primeiro ano após o parto. No entanto, poder-se-á assumir que, dado que este tipo de exercício em níveis moderados é benéfico durante a gravidez, também o será durante o período pós-parto (Artal e Buckenmeyer, 1995, cit. in Du Bois, 2002). Devem-se evitar pesos muito elevados dada a persistência de alterações músculo-esqueléticas após o parto. O exercício isométrico é uma boa forma, conveniente e efectiva, de iniciar a actividade física no período pós-parto, dado que não requer material e pode ser executado facilmente em casa, enquanto cuida do bebé (Du Bois, 2002). Segundo Pagano (2005), se está a começar a exercitar ou a reiniciar os treinos após um período de inactividade, o melhor será realizar exercícios que usem apenas o peso do corpo como resistência.
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Actividade Física e Desportiva para indivíduos com esquizofrenia ou transtorno esquizoafetivo.

Actividade Física e Desportiva para indivíduos com esquizofrenia ou transtorno esquizoafetivo.

A população com Esquizofrenia ou Transtorno Esquizoafetivo tem saúde debilitada e capacidade funcional abaixo do recomendado. Diferentes tipos de intervenções psicossociais estão sendo reconhecidas na reabilitação desse grupo populacional, entre elas a atividade física. Uma vez que o 6MWT compõe a bateria de teste do programa técnico a ser adotado pelo Projecto Impacto da Actividade Física e Desportiva em Pessoas com Doença Mental Grave e que não há registro na literatura especializada da aplicação deste teste para usuários com Esquizofrenia ou Transtorno Esquizoafetivo em território português, julgou-se necessário avaliar a aplicabilidade do 6MWT no contexto do projeto. Para esta análise, definiu-se por avaliar I) tempo médio gasto na aplicação; II) capacidade de execução do teste sem adaptação do protocolo; III) capacidade de percepção do esforço durante o teste. A amostra foi composta por 10 participantes e a intervenção teve duração de 3 meses Verificou-se nos resultados que a amostra teve capacidade de executar o 6MWT em dois momentos diferente, com melhorias significativas na média da distância percorrida entre os dois momentos de aplicação do teste. Não foram identificadas diferenças significativas nas médias de tempo gasto para aplicação de teste nos dois momentos de aplicação. Verificou-se a dificuldade da amostra na percepção do esforço durante o teste. Conclui-se que o Six- Minutes Walk Test pode ser aplicado no contexto do Projecto Impacto da Actividade Física e Desportiva em Pessoas com Doença Mental Grave. Contudo, sugerem-se, para aplicação do mesmo no contexto do projeto, estudos mais aprofundados de metodologia educativa para o desenvolvimento da percepção subjetiva do esforço, estudos de confiabilidade e de validade do teste para o grupo populacional com as características clínicas como a do projeto.
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Actividade de enriquecimento curricular - actividade física e desportiva : procedimentos para a sua implementação : estudo realizado nas escolas do 1º ciclo do ensino básico do concelho de Braga

Actividade de enriquecimento curricular - actividade física e desportiva : procedimentos para a sua implementação : estudo realizado nas escolas do 1º ciclo do ensino básico do concelho de Braga

O referido Programa determina a existência de uma actividade física regular e contínua nas escolas do 1.º CEB, sendo que esta deverá realizar-se num clima de exploração, descoberta e confirmação das possibilidades de cada um (Bom et al., 1990). Delineia-se, desta forma, um continuum de desenvolvimento, concretizado através de experiências formativas, valorizadas pelo próprio sujeito, apresentando como referência o seu contexto social. Assinale-se, além disso, que o fundamental da proposta cultural da Educação Física é conduzir a que cada um se aproprie da prática das actividades físicas, de modo a que saiba utilizá-las ao longo da escolaridade e da vida. Nesta perspectiva, o que importa, antes de mais nada, é formar pessoas que possam vir a ser actores e não meros espectadores.
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Determinantes da actividade física nos estudantes de medicina da Universidade da Beira Interior

Determinantes da actividade física nos estudantes de medicina da Universidade da Beira Interior

Incidindo sobre a existência ou não de relação directa entre os benefícios e barreiras à prática de exercício físico e o nível de actividade física, averiguou-se que, independentemente de serem as questões em que os alunos concordam ou discordam com mais intensidade relativamente aos benefícios percebidos do exercício físico, os alunos do 1º ano que têm uma média mais elevada de benefícios percebidos da prática de exercício físico são os que têm actividade física vigorosa, comparativamente aos sedentários. O mesmo se comprova entre os alunos de 6º ano. De uma forma geral, independentemente de serem as questões em que os alunos concordam ou discordam com maior força relativamente às barreiras à prática de exercício físico, os alunos do 1º ano que têm uma média de barreiras à prática de exercício físico inferior praticam actividade física vigorosa relativamente aos sedentários. A excepção verificou-se para os seguintes itens: “Requer muito tempo”, “Sinto cansaço quando pratico exercício físico” e “ Entrada para a faculdade”. O mesmo se confirma entre os alunos do 6º ano para as barreiras à prática de exercício físico, cujas excepções foram os itens “Outros indivíduos desencorajam-me a exercitar” e “Tenho magreza excessiva”.
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A actividade física na prevenção da osteoporose

A actividade física na prevenção da osteoporose

Todavia, embora a prática de actividade física seja aconselhada ao idoso, continuam a ser mais os idosos sedentários que aqueles praticantes, e segundo Ocarino & Sekarides (2006), esta inactividade física relaciona-se com diversos tipos de doenças crónicas, entre as quais, doenças cardiovasculares, diabetes, alguns tipos de cancro, algumas doenças pulmonares, e também com a perda óssea e consequentemente osteoporose senil. Boonen (2007) atenta que os indivíduos acamados ou muito sedentários sofrem uma diminuição da massa óssea em cerca de 1%/semana. Adicionalmente o CBO (2002) explica que apesar de o osso responder tanto ao aumento quanto à diminuição da actividade física, é mais fácil perder osso pela inactividade do que ganhar através do aumento de carga, sendo que um idoso acamado pode perder 1% na DMO da coluna numa única semana, necessitando quase de um ano para ganhar esta mesma percentagem, com o aumento da actividade física.
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A Actividade física, as autopercepções físicas, a felicidade e os afectos de adultos idosos

A Actividade física, as autopercepções físicas, a felicidade e os afectos de adultos idosos

Acrescentado a estes problemas, Berger (2001) salienta que a relação entre actividade física e bem-estar subjectivo é complexa. Contribuindo para essa complexidade está o facto de existirem um número variado de tipos e formas de actividade física. Segundo Berger (2001) exercício e desporto pode referir- se a uma actividade colectiva ou individual, competitiva ou recreativa, a uma actividade aeróbia ou anaeróbia, a um exercício agudo ou crónico e a actividades realizadas por indivíduos que diferem entre si, ao nível da capacidade e condição física. Desta forma, é possível que os benefícios psicológicos a partir da actividade física, como muitos benefícios físicos, difiram de acordo com as modalidades e entre exercícios e desportos. Até dentro da mesma actividade, variam múltiplos factores incluindo as características e o envolvimento da prática, os participantes e professores. Outro contributo para esta complexidade é que o tipo e amplitude de benefícios psicológicos também pode diferir em grupos específicos de pessoas, incluindo participantes com variações na idade, com problemas psíquicos, entre outros.
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A actividade física e o desenvolvimento psicomotor de um indivíduo com Síndrome de Down em regime inclusivo : estudo de caso de uma aluna com Síndrome de Down, incluída na Escola Regular

A actividade física e o desenvolvimento psicomotor de um indivíduo com Síndrome de Down em regime inclusivo : estudo de caso de uma aluna com Síndrome de Down, incluída na Escola Regular

As mais recentes recomendações dos E.U.A. e do Reino Unido são para a prática regular de actividade física de intensidade moderada. Este tipo de actividade física, equivalente à marcha rápida, é supostamente realizável por uma percentagem muito maior da população, pois pode ser facilmente incorporado nas actividades diárias, além de ser fisicamente menos exigente. Um passeio diário de 20 minutos em marcha rápida conduz a uma melhoria da aptidão cardiovascular, além de proporcionar outros benefícios para a saúde física e mental na grande maioria das pessoas.
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ACTIVIDADE FÍSICA E ENVELHECIMENTO ACTIVO

ACTIVIDADE FÍSICA E ENVELHECIMENTO ACTIVO

Para optimizar este processo de decisão foram desenvolvidas as sessões individualizadas de Consultoria, uma vez que os conselhos dos profissionais de saúde podem ser um forte estímulo externo para a acção preventiva em saúde (Wthitlock et al., 2002, cit. in Jacobson et al., 2005). Apesar das evidências que sugerem que o aconselhamento é eficaz ainda serem insuficientes para generalizar a conclusão em relação à sua eficácia (Eden et al., 2002), os profissionais de saúde primária deveriam reforçar a importância da Actividade Física regular junto dos seus pacientes (Jacobson et al., 2005). Neste panorama, os psicólogos em Unidades de Saúde Familiar assumem cada vez mais um importante papel ao garantirem e melhoraram a saúde individual, familiar e comunitária ao nível da promoção da saúde (adesão a comportamentos preventivos em diversas fases do ciclo de vida), da prevenção da doença, da assistência e da reabilitação (Trindade, 1997).
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Actividade física e aptidão física funcional dos idosos

Actividade física e aptidão física funcional dos idosos

Na sociedade actual à medida que se envelhece, o sedentarismo começa a fazer parte integrante da vida do indivíduo. Deste modo, é considerado um dos factores predominantes de inactividade, acarreta grandes danos para a saúde do idoso, tanto ao nível da perda de funcionalidade física e aparecimento de doenças, como em termos psicológicos e sociais, pela perda de contactos e relações interpessoais. Acredita-se, que na velhice o sedentarismo possa ser mais acentuado, do que num adulto jovem (Cardoso, 2002). Este pensamento deve-se, não tanto à incapacidade física, mas fundamentalmente, à crença popular de que com a senescência se deve diminuir a intensidade e quantidade das actividades físicas. Contudo, verificamos que o sedentarismo, atinge todas as camadas sociais e faixas etárias. Pensa-se que esta redução pode surgir devido ao receio que os idosos têm em prejudicar a sua saúde, bem como, pelo medo que sentem da morte (Mazo, et al., 2001).
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A Influência da actividade física, na qualidade de vida relacionada com a saúde e índice da massa corporal, em indivíduos com mais de 65 anos

A Influência da actividade física, na qualidade de vida relacionada com a saúde e índice da massa corporal, em indivíduos com mais de 65 anos

De acordo com a intensidade da AF dos indivíduos incluídos no nosso estudo, quando comparamos a AFT com a percepção do estado de saúde (SF- 36) verificamos que existe uma relação positiva entre estes dois parâmetros, quanto maior for a AFT melhor será a percepção do estado de saúde. Para confirmar esta afirmação Sirduso et al (2001), no seu estudo de revisão de literatura acerca de estudos transversais e longitudinais, conclui que os níveis de aptidão física em adultos idosos estão positivamente relacionados com o bem-estar e que os idosos que são fisicamente activos apresentam valores mais elevados de bem-estar e aptidão física.
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DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTO MESTRADO EM ACTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTO MESTRADO EM ACTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

Embora a relação entre desporto e actividade económica, seja intuitiva o significado do mesmo esta ainda sujeito a debate. No âmbito da Carta Europeia do Desporto, o Conselho da Europa define desporto como “todas as formas de actividades físicas que, através de uma participação organizada ou não, têm por objectivo a expressão ou o melhoramento da condição física e psíquica, o desenvolvimento das relações sociais ou a obtenção de resultados na competição a todos os níveis”. Pereira (2006) acrescenta, a este propósito, que o desporto se tornou no maior fenómeno cultural deste virar de século. O desporto constitui, assim, um factor acrescido quando falamos de oferta turística, por conferir qualidade e diversidade a essa oferta, ou, pensando concretamente nas necessidades e mas motivações dos turistas, por possibilitar captar ou fidelizar os seus aderentes. Desde o final dos anos sessenta até ao início dos anos oitenta do século XX, surgiram novas tendências, no que diz respeito ao lazer e ao tempo de férias. Os conceitos de actividade e prazer passaram a ocupar um lugar cada vez mais importante. As pessoas passam a desejar, participar e desfrutar de forma activa; tornava- se, por isso, popular praticar desporto durante as férias. Essa prática passava maioritariamente por caminhar, nadar e praticar “novos desportos”, como a vela e o ténis, bastante populares na época.
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A actividade física adaptada numa unidade de intervenção especializada em multideficiência.

A actividade física adaptada numa unidade de intervenção especializada em multideficiência.

Na sala de actividades permanece muito tempo adormecida, sendo escassos os tempos de vigília. Quando está desperta e activa manuseia objectos (ex: legos) e permanece a brincar com eles durante algum tempo, tenta ainda agarrar objectos que estão a alguns centímetros de distância fazendo várias tentativas. Reage ao contacto com substâncias e texturas (como por exemplo: digitinta, gelatina, espuma) e faz movimentos amplos com os membros superiores, em cima da mesa, mão na mão. Permanece algum tempo neste tipo de actividade. Segue com o olhar um objecto que se move no seu campo visual, mas por breves períodos. O mesmo se passa relativamente ao contacto visual com os pares e adultos.
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A experiência vivida da pessoa com amputação através do corpo: influência da prática de actividade física

A experiência vivida da pessoa com amputação através do corpo: influência da prática de actividade física

no seu envelhecimento e, consequentemente, na experiência de ser corpo do sujeito. No caso específico deste estudo, a amputação de um membro nos sujeitos por nós entrevistados, constitui-se como evidência deste facto. Com efeito, como refere Seymour (2002), uma deficiência física, ainda mais evidente sob o ponto de vista corporal enquanto alteração definitiva no corpo do sujeito, é revelação clara da ruptura face ao progresso natural do tempo sobre o corpo. Esta alteração corporal implica um processo de reabilitação que se caracteriza, entre outros aspectos, pela reintegração do tempo no corpo e do corpo no tempo, processo este que a autora designa de incorporação do tempo e que dá à pessoa com deficiência a oportunidade de adaptar-se face à vida anterior, no caso das pessoas com amputação por causa adquirida. Na realidade, da mesma forma que a deterioração do corpo e a morte estão relacionadas directamente com a passagem do tempo, a deficiência representa uma descontinuidade no processo de envelhecimento do corpo e que se apresenta como oportunidade única para confrontar a fragilidade do corpo humano e a natureza efémera do tempo. A deficiência coloca, assim, ao sujeito a necessidade de recapturar o corpo através do tempo, pois só incorporando o tempo no corpo este conseguirá abrir novas oportunidades, repensando as expectativas face à sua vida e a projectos futuros (Seymour, 2002). E incorporar o tempo significa, também, não se esquecer de que o corpo é construído socialmente, como tal, reflecte a cultura e o meio no qual se envolve, pelo que os valores e as normas sociais são também factor de influência neste processo e não podem ser esquecidos.
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