Algas vermelhas

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Estudo da incorporação e liberação de um extrato de algas vermelhas em membranas...

Estudo da incorporação e liberação de um extrato de algas vermelhas em membranas...

Observando a vida selvagem na região subártica do Atlântico, pesquisadores verificaram que as algas vermelhas resistiam às baixas temperaturas do inverno extremo, assim como a pouca luminosidade devido os dias serem mais curtos. Estas algas, como a Chondrus crispus, quando submetidas em situação de stress, como no inverno intenso, sintetizam em grande quantidade o dipeptídeo citrulil-arginina, que é utilizado como uma reserva energética (fonte de nitrogênio) para este período do ano (Christophe, 2006). Baseado nesses fatos foi estudado e desenvolvido um extrato natural padronizado desta alga vermelha do mar Ártico, o qual foi registrado como Arct’Alg ® . Este extrato é derivado da biomassa da Chondrus crispus que é
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Avaliação de extratos de macroalgas bênticas do litoral catarinense utilizando o teste de letalidade para Artemia salina.

Avaliação de extratos de macroalgas bênticas do litoral catarinense utilizando o teste de letalidade para Artemia salina.

Além dos resultados mais destacados entre as algas vermelhas, a tabela 1 evidencia toxicidades altas em extratos de algas pardas (Phaeophyta), como Ectocarpus breviarticulatus (CL 50 < 50 μg/mL) e Padina gymnospora (CL 50 < 50 μg/mL). Ara et al. (1999) avaliaram pelo ensaio de letalidade para larvas de Artemia salina 22 extratos etanólicos de macroalgas bênticas (13 algas pardas, 6 algas verdes e 3 algas vermelhas) provenientes da costa de Karachi, sendo que apenas 6 extratos apresentaram CL 50 abaixo de 50 μg/mL. Desses, 5 eram provenientes de algas pardas, levando aqueles pesquisadores a sugerir que extratos etanólicos provenientes de algas pardas eram os mais tóxicos, quando comparadas as suas concentrações letais médias com aquelas de extratos de algas verdes e vermelhas. No trabalho que deu origem a este artigo (Lhullier, 2005) quase 50% das amostras eram de espécies de algas vermelhas. Assim, evidencia-se a potencial infl uência do percentual relativo de espécies testadas de cada fi lo nos resultados obtidos (Tabela 2).
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Braz. j. oceanogr.  vol.58 número especial 4

Braz. j. oceanogr. vol.58 número especial 4

no trabalho Anticyanobacterial Assay (Manilal, Aseer et al. Bioatividade das algas vermelhas Asparagopsis taxiformis coletadas na costa sudoeste da Índia) está sendo agora iden[r]

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Efeito de polissacarídeos sulfatados de algas marinhas melhas em póslarvas do camarão Litopenaeus vannamei, submetidas ao teste de estresse salino

Efeito de polissacarídeos sulfatados de algas marinhas melhas em póslarvas do camarão Litopenaeus vannamei, submetidas ao teste de estresse salino

As algas vermelhas das espécies Champia feldmannii, Halymenia pseudoforesia e Gracilaria birdiae foram coletadas na Praia do Pacheco, município de Caucaia, litoral oeste de Fortaleza - Ceará. Em labo- ratório, as algas foram lavadas com água destilada, secas em estufa a 40 °C e cortadas em pequenos pe- daços. Para extração dos PS, cinco gramas de cada alga seca foram hidratadas com 250 mL de tampão acetato de sódio 0,1 M, pH 5,0 contendo 5 mM de EDTA e 5 mM de cisteína. Em seguida, o material foi submetido à digestão proteolítica através da adição de 17 mL de uma solução de papaína (30 mg.mL -1 ),
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Extração, caracterização e prospecção de atividades farmacológicas de polissacarídeos sulfatados da macroalga verde Caulerpa prolifera

Extração, caracterização e prospecção de atividades farmacológicas de polissacarídeos sulfatados da macroalga verde Caulerpa prolifera

A atividade imunomodulatória dos polissacarídeos sulfatados de C. prolifera foi avaliada através da dosagem de nitrito, um subproduto resultante da produção de óxido nítrico frente à estimulação de macrófagos da linhagem RAW 264.7. Duas frações polissacarídicas (CP-0.7 e CP-0.9) tiveram uma ação imunogênica bastante pronunciada, quando utilizadas em suas maiores concentrações (1,0 mg/mL), aumentando em 162 e 253 vezes, respectivamente, a produção de óxido nítrico, quando comparadas com o controle negativo. A literatura relata que polissacarídeos sulfatados, principalmente carragenanas de algas vermelhas, apresentam esse papel imunoestimulatório (WIJESEKARA et al., 2011). Um dos poucos exemplos desta atividade com polissacarídeos em algas verdes, é o de SP1, um polissacarídeo sulfatado obtido da alga Caulerpa lentillifera que foi capaz de aumentar a produção de óxido nítrico de maneira dose-dependente, alcançando um máximo de 115 vezes em relação ao controle negativo, na concentração de 5 µg/mL além de aumentar a expressão de genes relacionados a síntese de citocinas e atividade fagocítica de macrófagos (MAEDA et al., 2012). Portanto, os resultados obtidos por CP-0.7 e CP-0.9 são bastante motivadores, uma vez que além de atribuírem um grande valor biotecnológico a essas duas frações polissacarídeos ainda se torna um dos poucos relatos de ocorrência de polissacarídeos sulfatados imunoestimulatórios em algas verdes.
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Diana Mafalda Ferreira

Diana Mafalda Ferreira

O ágar, também conhecido como ágar-ágar ou agarose, é um biopolímero que pode ser extraído de várias espécies de algas vermelhas pertencentes à classe Rhodophyta, estando presente na parede celular das mesmas. Possui características bastante distintas face a outros biopolímeros e o seu teor nas algas vermelhas varia consoante o habitat onde se encontram. Esta espécie de algas desenvolve- se não só em zonas “selvagens” como também pode desenvolver-se nos tanques utilizados na produção piscícola em aquicultura, o que constitui um problema no período da pesca, havendo a necessidade da sua remoção periódica. Estas algas removidas constituem assim, um resíduo para esta atividade industrial. Com vista a contornar este problema ambiental, fez-se um estudo com a finalidade de valorizar este resíduo através da extração do ágar, produto este com bastante valor comercial. O ágar é caracterizado por ser insolúvel em água fria e por absorver grandes quantidades de água a temperaturas elevadas, formando um gel após o seu arrefecimento. Este gel, é um produto bastante utilizado para aplicações na indústria alimentar, sendo as algas do género Gracilaria a principal fonte de ágar para este sector industrial.
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Polissacarídeos sulfatados de rodofícea Hypnea musciformis como aditivos em apresuntados de tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus) e análise de estocagem sob refrigeração

Polissacarídeos sulfatados de rodofícea Hypnea musciformis como aditivos em apresuntados de tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus) e análise de estocagem sob refrigeração

As agaranas são biopolímeros que estão presentes no material intracelular das espécies de algas vermelhas e são divididos em duas partes: a agarose e a agaropectina, que pode ser considerada uma mistura de polissacarídeos, entretanto, a agaropectina possui baixo poder de gelificação e a agarose é um componente gelificante (FERRARIO; SAR, 1996). As agaranas são utilizadas na fabricação de gelatinas, pois apresentam um tipo de fibra que não é digerido e que possui propriedades laxativas, além de que, a gelatina com agarana se solidifica rápido em relação à gelatina de origem animal, por esse motivo, que este composto vem sendo utilizado em recheios de tortas, coberturas, glacês e produtos cárneos, em função de suas propriedades coloidais e gelificastes (ORNELLAS, 2006).
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Atividade  de Galactanas Sulfatadas de Algas Marinhas melhas do Gênero Halymenia C. Agardh (Gigartinales, Rhodophyta) e seu Efeito  no Camarão Marinho Litopenaeus vannamei

Atividade de Galactanas Sulfatadas de Algas Marinhas melhas do Gênero Halymenia C. Agardh (Gigartinales, Rhodophyta) e seu Efeito no Camarão Marinho Litopenaeus vannamei

As algas Rhodophyta possuem pigmentos acessórios denominados de ficobilinas, uma substância de reserva denominada de “amido das florídeas”, células reprodutivas femininas arranjadas em uma estrutura especial denominada de carpogônio e gametas masculinos chamados de espermácios (BOLD; WYNNE, 1978). ABBOTT; HOLLENBERG (1976) destacam também que as algas vermelhas são predominantemente marinhas dotadas de uma estrutura multicelular, filamentosa ou pseudoparenquimatosa, com ou sem ramos, podendo ocorrer talos na forma cilíndrica, comprimida ou foliácea e com diversos exemplares microscópicos. Na divisão Rhodophyta são encontradas duas classes de algas marinhas, a Bangiophyceae e a Florideophyceae. A primeira é caracterizada por uma estrutura reprodutiva não muito definida. Já a segunda classe, apresenta um ciclo de vida mais complexo que envolve plantas gametófitas e esporófitas (GRAHAM; WILCOX, 2000).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E BIOLOGIA MOLECULAR PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOQUÍMICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E BIOLOGIA MOLECULAR PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOQUÍMICA

RAW264.7, o que foi evidenciado pelo aumento da produção de nitrito (NO -), e os sobrenadantes desses macrófagos ativados foram capazes de inibir a proliferação de B16-F10. Além disso, foi detectado nos sobrenadantes de RAW264.7 um aumento, em relação ao controle negativo, de TNF- α, uma citocina pró-inflamatória associada a fenótipos antitumorais de macrófagos. A análise do efeito antiproliferativo por citometria de fluxo revelou uma diminuição da contagem de B16-F10, bem como uma redução do percentual dessas células na fase G2/M do ciclo celular, em relação ao controle negativo. Foram verificadas também alterações na morfologia (elevação das populações de células com tamanho reduzido e com granulosidade aumentada) de B16-F10 sem, no entanto, haver comprometimento da integridade da membrana plasmática. Dessa forma, concluímos que os PS das algas vermelhas G. cornea e S. filiformis apresentam efeito estimulante de macrófagos in vitro apresentando potencial para atuar sobre os TAMs no MAT ativando-os para fenótipos antitumorais. Mais estudos são necessários para compreender os mecanismos de ação envolvidos na ativação de macrófagos por PS e no efeito antiproliferativo destes contra células B16-F10.
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Efeito de polissacarídeos sulfatados de algas marinhas melhas em póslarvas do camarão Litopenaeus vannamei, submetidas ao teste de estresse salino

Efeito de polissacarídeos sulfatados de algas marinhas melhas em póslarvas do camarão Litopenaeus vannamei, submetidas ao teste de estresse salino

As algas vermelhas das espécies Champia fel- dmannii, Halymenia pseudoforesia e Gracilaria birdiae foram coletadas na Praia do Pacheco, município de Caucaia, litoral oeste de Fortaleza - Ceará. Em la- boratório, as algas foram lavadas com água desti- lada, secas em estufa a 40 °C e cortadas em peque- nos pedaços. Para extração dos PS, cinco gramas de cada alga seca foram hidratadas com 250 mL de tampão acetato de sódio 0,1 M, pH 5,0 contendo 5 mM de EDTA e 5 mM de cisteína. Em seguida, o material foi submetido à digestão proteolítica atra- vés da adição de 17 mL de uma solução de papaína (30 mg.mL -1 ), preparada com o mesmo tampão, e
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Granulados bioclásticos: algas calcárias.

Granulados bioclásticos: algas calcárias.

marinho, existe um, fundamental no plano biológico: “o fundo marinho, sobretudo a plataforma continental, é análogo a um solo no sentido pedológico”. Como regra geral a explotação dos granulados marinhos da plataforma não deve ser extensiva nos primeiros decímetros de sedimento do fundo marinho, e sim se concentrar nas camadas sub-superficiais. A pesca por rede de arrasto ou dragagem para extração de conchas pode ser impactante se afetarem a camada superficial do fundo marinho em grandes extensões. A liberação da pesca da lagosta no Brasil, através de redes de fundo, provocou polemica ao ser constatado que estes artefatos trazem grandes quantidades de rodolitos vivos, fixos às algas foliares e são destruídos para se desprenderem das redes. Os levantamentos do Programa REMPLAC deveriam em parte, ser direcionados para dar subsídios ao estabelecimento dos limites de áreas de extração e preservação ao longo da plataforma continental brasileira.
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Comportamento reológico de sistemas pécticos de polpas de frutas vermelhas.

Comportamento reológico de sistemas pécticos de polpas de frutas vermelhas.

Neste trabalho, o comportamento reológico de sistemas pécticos formulados com as pectinas extraídas das polpas de morango, amora-preta e framboesa foi investigado através de testes reológicos oscilatórios. Adicionalmente, as propriedades químicas dessas pectinas foram estudadas. Os sistemas pécticos das polpas de frutas vermelhas apresentaram um caráter de gel forte de acordo com os testes reológicos, sendo o gel de morango caracterizado como o mais forte. Os testes reológicos foram confirmados pelo experimento de Cox-Merz, grau de esterificação e peso molecular médio. O ácido galacturônico está diretamente relacionado com a formação da rede de pectina. Além disso, a diferença entre a força dos três géis pécticos pode ser atribuída aos valores do grau de esterificação e peso molecular médio desses biopolímeros. As pectinas extraídas das frutas vermelhas estudadas neste trabalho podem ser classificadas como pectinas de alta metoxilação, apresentado o grau de esterificação maior que 50%. Os três géis pécticos apresentaram uma boa estabilidade ao aumento da temperatura e ao tempo de cisalhamento oscilatório constante.
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Estudo do comportamento reológico de sucos combinados de frutas vermelhas

Estudo do comportamento reológico de sucos combinados de frutas vermelhas

2005), onde foi utilizado um sensor tipo cone-placa (C-60/2 o Ti, com abertura de 100m). Um banho termostático Haake DC-30 e um sistema de controle de temperatura universal Haake (Haake, Karlsruhe, Alemanha) foram utilizados para ajustar a temperatura das misturas ternárias nas temperaturas de 20 o C e 60 o C. Para a realização das análises reológicas, foi utilizado para cada medida 1 mL de amostra (de acordo com orientação do fabricante) sendo esta mantida por um minuto antes da análise para estabilização da temperatura. A amostra não foi reutilizada após o aquecimento, devido às mudanças nas propriedades reológicas (HAMINIUK et al., 2009). Para cada corrida experimental a curva ascendente teve uma duração de dois minutos (correspondente a 4,8 segundos x 25 pontos), com a taxa de cisalhamento variando de 0 a 300 s -1 e dois minutos para a curva descendente com a taxa de cisalhamento variando de 300 a 0 s -1 . Para ambas as curvas (ascendente e descendente), obtiveram-se 25 pontos de tensão de cisalhamento versus taxa de cisalhamento, resultando em 50 pontos, dos quais foi calculado o valor médio da tensão de cisalhamento para cada taxa de cisalhamento. Três corridas experimentais foram feitas para cada mistura ternária obtida pelo delineamento experimental, e a tensão de cisalhamento resultante foi à média de três valores experimentais (FONSECA et al., 2009). O efeito de tixotropia não foi observado nas misturas ternárias. Os dados reológicos de taxa de cisalhamento e tensão de cisalhamento dos sucos combinados de frutas vermelhas foram ajustados ao modelo de Casson.
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Caracterização das macroalgas nas comunidades marinhas da Área de Proteção Ambiental de Cairuçú, Parati, RJ: subsídios para futuros monitoramentos.

Caracterização das macroalgas nas comunidades marinhas da Área de Proteção Ambiental de Cairuçú, Parati, RJ: subsídios para futuros monitoramentos.

em ambientes expostos a um menor grau de distúrbios físicos e/ou biológicos. No entanto, visando a maior compreensão da distribuição dos organismos no litoral da APA Cairuçú, torna-se necessário pesquisar a influência da salinidade associada a outros fatores ambientais, tais como temperatura, turbidez da água, eutrofização e sedimentação, além de mudanças sazonais na comunidade, visto ser esta uma região com elevados índices de pluviosidade e aporte de águas fluviais. Outros aspectos, como a contribuição da serrapilheira proveniente da Mata Atlântica que bordeia o litoral (Oliveira et al. 2000), devem influenciar no enriquecimento da coluna de água. A competição entre espécies de algas e invertebrados sésseis e a influência da herbivoria também são fundamentais para a compreensão da estrutura e dinâmica das macroalgas nestas comunidades.
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VARIAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DE POPULAÇÕES DE HYPNEA MUSCIFORMIS (RHODOPHYTA, GIGARTINALES) NA BAÍA DE SEPETIBA E ARMAÇÃO DOS BÚZIOS, RJ, BRASIV

VARIAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DE POPULAÇÕES DE HYPNEA MUSCIFORMIS (RHODOPHYTA, GIGARTINALES) NA BAÍA DE SEPETIBA E ARMAÇÃO DOS BÚZIOS, RJ, BRASIV

seguinte, entre junho e agosto, houve nova diminuição da biomassa (ANOVA, F=5, 12,.. Táxons de algas coletados na praia Rasa. Táxons de algas predominantes na praia Rasa, em cada coleta[r]

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Metabolitos de frutas vermelhas para um envelhecimento saudável do cérebro

Metabolitos de frutas vermelhas para um envelhecimento saudável do cérebro

Para se ter a real dimensão de como os fenóis, ou usualmente designados (poli)fenóis 1 , afetam a saúde humana e quais os mecanismos biológicos através dos quais estes compostos têm [r]

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Oils and fats based biofuels: technological chalendges.

Oils and fats based biofuels: technological chalendges.

sempre a possibilidade de ataque de cepas de algas ou outros micro- organismos selvagens não produtores de óleos, ou que o produzem em menor quantidade ou com composição indesejada; necessidade de se manter constante os diversos parâmetros de processo, tais como temperatura, pH e concentração dos nutrientes, pois a alteração desses parâmetros pode levar a uma queda acentuada na produção e mesmo a uma morte total do cultivo; os nutrientes necessários para o crescimento das algas, além do CO 2 , são bastante caros; após o crescimento das algas, deve-se proceder à colheita, que significa separar esses organismos unicelulares e microscópicos do meio de cultura, não havendo ainda tecnologia adequada disponível para realizar essa operação em larga escala; após isolar as algas se deve extrair o óleo, sendo para isso necessário romper a parede celular das mesmas, não sendo possível utilizar os processos industriais usuais de extração; e, finalmente, o óleo produzido tem alto teor de água e de ácidos graxos livres, o que impede o seu uso direto em processos alcalinos tradicionais de obtenção de biodiesel (veja discussão sobre produção de biodiesel). Tais dificuldades fazem com que o custo de produção de óleo a partir do cultivo de algas seja hoje até 20 vezes superior ao custo a partir da soja, não havendo previsão para que nos próximos anos esta tecnologia possa ser usada em larga escala. 13 Ou
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Dieta e comportamento alimentar de Malacoctenus delalandii (Perciformes: Labrisomidae).

Dieta e comportamento alimentar de Malacoctenus delalandii (Perciformes: Labrisomidae).

Outros itens não apresentaram valores de densidade tão elevados na alga calcária Amphiroa beauvoisii, no entanto, foram muito abun- dantes nos conteúdos estomacais, podendo-se citar como exemplo, os itens Caprella scaura (anfípode) e Janaira gracilis (isópode). Isto indica que o consumo significativo desses itens pela espécie pode estar relacionado à alta qualidade nutricional dos mesmos (Gochfeld, 2004) ou à facilidade de captura das presas. Anfípodes caprelídeos, embora possam apresentar características crípticas em relação ao substrato em que se fixam, têm baixa mobilidade (Caine 1989), e são relativamente grandes, quando comparados a outros invertebrados associados a algas, o que poderia explicar a preferência de M. delalandii por esses peracáridos.
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Contribución al estudio de los Anélidos Poliquetos de la Costa de Guipúzcoa.

Contribución al estudio de los Anélidos Poliquetos de la Costa de Guipúzcoa.

Parece que la constante m es más baja en sustra- to rocoso y sobre algas calcáreas (Lithophyllum y Co- rallina) lo cual indica una clara predominancia de algunas especies (Fabricia sabella o Polyophthalmus pictus) sobre otras. El valor de m es más alto en los sustratos blandos y dentro de ellos es función inver- sa al tamaño del grano.

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Efeito da adição de rejeito na redução de coração negro em cerâmicas vermelhas.

Efeito da adição de rejeito na redução de coração negro em cerâmicas vermelhas.

fusão dos feldspatos, promovendo a sinterização por líquido reativo (Fig. Esse comportamento foi observado para os dois tipos de corpos de prova. O melhor resultado foi obtido com a a[r]

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