Arquitetura de referência

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Uma arquitetura de referência para o desenvolvimento de sistemas interativos multiplataformas

Uma arquitetura de referência para o desenvolvimento de sistemas interativos multiplataformas

Na solução proposta, uma única arquitetura do sistema permite gerar interfaces de usuários dinamicamente para multiplataformas, obedecendo, portanto, ao princípio de portabilidade. O sistema implementado por um aluno utilizou as classes da instância da arquitetura de referência, descritas no capítulo 5. Esse sistema esta sendo utilizado para exemplificação do estudo de caso “Banco Rico”. O seu comportamento para o caso do cliente acessando o sistema para a consulta do saldo através de um desktop no estilo de interação GUI foi descrito no capítulo 5. Mostramos que a mesma estrutura do sistema, seguindo a arquitetura de referência utilizada, pode ser aplicada para o dispositivo celular no estilo de interação GUI e para celulares e desktops usando navegadores da WEB. Para esses últimos, o tipo de conexão entre os clientes e servidores difere, como também a forma como os clientes devem converter as interfaces concretas em interfaces finais.
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Arquitetura de referência para a formação e gerência de redes de cooperação e inovação...

Arquitetura de referência para a formação e gerência de redes de cooperação e inovação...

Chalmeta et al (2001) e Bernus et al (1996) consideram arquitetura de referência uma estrutura que auxilia na implantação e manutenção de sistemas integrados organizacionais. Por meio de uma metodologia organizada de formalização das operações e das ferramentas de apoio, afirmam que integração é a chave para atender às novas exigências de mercado, porque, em geral, existem diversos programas de melhoria organizacional, todavia, andam isolados e sem coordenação. Os autores destacam também que o conceito de integração tem que possuir foco global, não apenas tecnológico, pois com a inclusão de todas as atividades, cálculos de impactos, decisões, recursos e fluxos de informações, integradas e coordenadamente satisfazem os objetivos globais de uma rede e /ou organização. Se a integração é crucial para o sucesso da rede, os modelos e as arquiteturas de referência vêm com o intuito de diminuírem os problemas e a complexidade de implantação de SIG, como descreve Chalmeta et al (2001), que é o caso desta pesquisa.
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AO-OIL: um middleware orientado a aspectos baseado em uma arquitetura de referência

AO-OIL: um middleware orientado a aspectos baseado em uma arquitetura de referência

A arquitetura de referência foi pensada para atuar nas interfaces dos componentes de maneira não intrusiva, o que levou a definição de dois tipos de pontos de junção: call e execution. Porém, RE-AspectLua foi projetada para atuar em objetos (tabelas), funções e variáveis. Isso justifica o fato dela possuir um conjunto de pontos de junção mais rico do que o definido pela arquitetura de referência. Esse conjunto é formado pelos seguintes pontos de junção: call, para interceptar chamadas de funções, callone, para interceptar uma única vez uma chamada de função, intro- duction, para introduzir funções em objetos e, por fim, os pontos de junção get/set que atuam respectivamente na interceptação de escrita e leitura de variáveis. Sendo assim, o modelo de pontos de junção do RE-AspectLua é intrusivo, portanto os dois modelos diferem nesse sentido. Apesar das claras diferenças de projetos entre as duas linguagens, um mapeamento entre elas pode ser realizado. Os pontos de junção call e execution da arquitetura de referência são chamadas de funções cuja a única diferença está no local aonde ocorre a invocação. Portanto, esses dois tipos de pontos de junção podem ser mapeados para os pontos de junção call e callone do RE-AspectLua, pois os mesmos interceptam invocações de funções sobre qualquer objeto da linguagem Lua.
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Uma linguagem de descrição arquitetural baseada em uma arquitetura de referência para sistemas ubíquos

Uma linguagem de descrição arquitetural baseada em uma arquitetura de referência para sistemas ubíquos

Uma linguagem de descrição arquitetural baseada em uma arquitetura de referência para sistemas ubíquos / Carlos Alberto Nunes Machado.. Thaís Vasconcelos Batista.[r]

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SiMuS - Uma arquitetura de referência para sistemas multirrobóticos de serviço

SiMuS - Uma arquitetura de referência para sistemas multirrobóticos de serviço

No terceiro passo do ProSA-RA, os requisitos arquiteturais elicitados s˜ao utilizados como base para realizar o projeto da arquitetura de referˆencia. Como forma de melhor documen- tar a arquitetura sendo proposta, s˜ao apresentados os objetivos, stakeholders e interesses (Se¸c˜ao 4.4.1), al´em de cinco vis˜oes arquiteturais: duas para o ponto vista transversal (Se- ¸c˜ao 4.4.2), uma para o ponto de vista de implanta¸c˜ao (Se¸c˜ao 4.4.3), uma para o ponto de vista estrutural (Se¸c˜ao 4.4.4) e uma para o ponto de vista em tempo de execu¸c˜ao (Se¸c˜ao 4.4.5). Para cada vis˜ao ser´a apresentado: descri¸c˜ao; interesses capturados (dentre os lis- tados na Se¸c˜ao 4.4.1); e representa¸c˜ao prim´aria e secund´arias (se houver). Levando-se em conta o dom´ınio de aplica¸c˜ao da SiMuS, utilizou-se a SysML para representar a maioria das vis˜oes criadas, uma vez que essa linguagem ´e um perfil da UML que se preocupa com sistema complexos que podem envolver hardware, software, informa¸c˜ao, pessoas, procedimentos e instala¸c˜oes. ´ E importante destacar que os conceitos representados nas vis˜oes arquiteturais s˜ao independentes da abordagem de desenvolvimento, podendo ser implementados em diferentes linguagens de programa¸c˜ao e tecnologias.
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DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM ENGENHARIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA FACULDADE DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM ENGENHARIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA FACULDADE DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

Esta dissertação relaciona-se com os trabalhos apresentados pela proposição de técnicas para o processamento de Big Data, como todos os citados, entretanto a proposta apresentada diferencia-se de [22], por empregar, em uma arquitetura de referência, tecnologias para o processamento distri- buído do stream de dados. Difere de [48], por propôr uma arquitetura de referência independente de tecnologia, descrita em várias visões arquiteturais. Distingue de [40], pelo fato de fornecer uma arquitetura e modelo de processamento reutilizáveis em diferentes contextos de negócio. É dissí- mil de [17], por não precisar de dados históricos armazenados para o processamento de dados e suportar o processamento distribuído de streams de dados; E diferencia-se de [49], por propôr uma arquitetura para análise de dados sem necessidade de armazenamento prévio e em near real-time; A Tabela 2.1 faz um comparativo entre os trabalhos relacionados e esta dissertação, mostrando que o presente trabalho integra diferentes técnicas em uma arquitetura de referência reutilizável, apresentada ao longo desta obra.
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Arquitetura de processo aplicada na integração de fábricas de software

Arquitetura de processo aplicada na integração de fábricas de software

A integração entre processos é auxiliada por mediadores que atuam quando há distinções entre as definições nos modelos de processo, incluindo o vocabulário do domínio e do contexto da arquitetura de processo, e nos protocolos para comunicação entre os processos. O uso de mediadores permite que os modelos de processos padrão da arquitetura de referência sejam especializados de acordo com características e particularidades de cada fábrica de software. Os mediadores atuam para que a integração ocorra apesar das distinções entre a arquitetura operacional das fábricas de software integradas. Assim, a fábrica de software pode manter a sua cultura organizacional e utilizar o seu conhecimento histórico de projetos quando se integra com outras fábricas por meio da arquitetura de processo.
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Um ambiente multi-middleware para desenvolvimento de aplicações distribuídas

Um ambiente multi-middleware para desenvolvimento de aplicações distribuídas

Em [Chiang 07] é discutido um gerador automático de Wrappers CORBA, os quais escondem a complexidade do código do servidor para as aplicações cliente. Aplicado inicialmente para prover transparência de acesso a aplicações Mainframe, o gerador pode ser utilizado para integrar diferentes plataformas de middleware, porém nenhuma implementação especifica é discutida e não fica claro o nível de complexidade relacionado à geração desses wrappers, bem como desempenho dos mesmos. Essa proposta de utilização de wrappers segue a sistemática discutida em [IONA 01], onde CORBA Wrappers são construídos para permitir que clientes CORBA possam acessar componentes EJB sem precisarem se preocupar em lidar com objetos complexos que possam eventualmente ser retornados da execução de um método de negócio de um EJB. Essa solução gera uma quantidade enorme de arquivos, uma vez que o mapeamento CORBA-Java não é trivial, como visto na seção 2.3, além do mais é uma solução orientada a implementação, onde não é definida uma arquitetura de referência que permita uma eventual implementação por terceiros para outra plataforma de middleware.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS

Robôs móveis autônomos fazem parte de uma categoria especial de robôs projetados para realizar tarefas sem a intervenção de seres humanos. Alguns robôs são projetados para realizar tarefas em ambientes completamente inóspitos à vida humana como no subsolo terrestre, nas profundezas de oceanos ou na exploração espacial. Para que um robô seja considerado autônomo, uma premissa fundamental é possuir capacidades de autoadaptação. Nos últimos anos, os avanços da tecnologia possibilitaram o desenvolvimento de sistemas robóticos autoadaptativos, que são capazes de gerenciarem a si próprios, se recuperarem de falhas e também de alterarem seu comportamento e estrutura com o objetivo de otimizar e/ou manter a qualidade do serviço (QoS) oferecido. Uma questão crítica para a concepção e construção de qualquer sistema de software é sua arquitetura, isto é, sua organização estrutural em um conjunto de componentes que interagem. Nesse contexto, a utilização de arquiteturas de referência é uma abordagem conhecida atualmente por combinar as melhores práticas, padrões e estratégias para a construção e padronização de sistemas de software para um determinado domínio. Atualmente, nota-se uma carência de estudos que apresentem arquiteturas de referência para estruturar o software de robôs móveis autoadaptativos de forma a facilitar atividades de manutenção nesses sistemas. Muitos estudos apontam que sistemas autoadaptativos são baseados na teoria do controle e mais especificamente na utilização de loops de controle em sua arquitetura para realizar as adaptações. Diante disso, este trabalho propõe a arquitetura de referência SARA MR , uma arquitetura de referência baseada em
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

Uma arquitetura de referência é de extrema importância para o desenvolvimento de sistemas de alta performance, de fácil manuntenção e com alta capacidade de reúso. Dessa forma, o modelo de arquitetura de referência para construção de serviços de inte- gração sugerido nesse trabalho, foi baseado em estudos feitos pela equipe de tecnologia e desenvolvimento do Banco Triângulo. A escolha dos componentes foi fundamentada em uma variação do padrão de projeto Model-View-Controller (MVC) que é difundido em todo o mundo. Além disso, o modelo final só foi definido após um longo período de expe- rimentos e testes que avaliaram sua efetividade no processo de contrução, manutenção e reúso de recursos desse tipo.
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ARQUITETURA APLICADA PARA O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS EM PLATAFORMA SOA ANDRÉ AMARO TOFFANELLO ORIENTADOR: RICARDO STACIARINI PUTTINI

ARQUITETURA APLICADA PARA O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS EM PLATAFORMA SOA ANDRÉ AMARO TOFFANELLO ORIENTADOR: RICARDO STACIARINI PUTTINI

Camada 6 - Camada de Integração: Esta camada oferece a capacidade para os clientes de serviço possa localizar os prestadores de serviços e iniciar as invocações de serviço. Através de três capacidades básicas de mediação, roteamento e transformação de dados e protocolo, esta camada ajuda a promover um ambiente de serviços em que os serviços podem se comunicar uns com os outros enquanto é parte de um processo de negócio. Os principais requisitos não funcionais, tais como segurança, latência e qualidade de serviço entre as camadas adjacentes na arquitetura de referência são executadas pela estrutura apresentada na figura 3. As funções desta camada são normalmente e cada vez mais a ser coletivamente definido como o Enterprise Service Bus (ESB). Um ESB é uma coleção de padrões de arquitetura que utiliza padrões e protocolos abertos para implementar as três capacidades básicas desta camada e fornecer uma camada de ligação entre os clientes do serviço e o prestador do serviço, expondo os serviços somente através da ESB. Produtos ESB geralmente adicionar alguns recursos especializados para fornecer capacidades diferenciadas no mercado.
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Linha de produtos de testes baseados em modelos

Linha de produtos de testes baseados em modelos

De posse destas informações, é possível instanciar um produto da linha de uma forma inicial. Mas à medida que novas features necessitam ser inseridas na linha de produtos, alguns critérios precisam ser analisados. A inserção de novas features, basicamente seguem dois princípios: a inserção de um novo tipo de teste de software baseado em modelos e a inserção de uma nova feature nos tipos de testes já existentes na linha de produtos. Para a inserção de um novo tipo de teste, inicialmente deve-se analisar qual a natureza deste teste, se é estocástica ou determinística. De posse desta informação, verifica-se se as atuais features de modelos comportamentais (Rede de Petri EstocásticaGeneralizada e Máquina de Estados Finitos) são capazes de realizar o que este novo tipo de teste se propõe a fazer. Em caso afirmativo, aplica-se o reuso destas features, caso contrário, uma nova feature é inserida no modelo de features e um novo componente é inserido na categoria 3 da arquitetura de referência.
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Conceção de arquiteturas para Cloud Computing : casos de demonstração da utilização do modelo de referência do NIST

Conceção de arquiteturas para Cloud Computing : casos de demonstração da utilização do modelo de referência do NIST

A aplicação do modelo de referência do NIST para contextos de cloud computing foi utilizada no presente trabalho para auxiliar o processo de conceção das arquiteturas (conceptual e de interoperabilidade) para responder a contextos de cloud computing. No entanto, como se pôde verificar, a cobertura do modelo de referência não foi realizada na íntegra propositadamente pelo facto de não haver disponibilidade temporal, tendo sido dada prioridade apenas às componentes mais relevantes para os casos de demonstração em causa. Desta forma, será objetivo futuro aprofundar a utilização do modelo de referência para os componentes abordados no presente trabalho (Suporte ao Negócio, Aprovisionamento/Configuração, Interoperabilidade, Serviços Cloud SaaS), assim como, os restantes componentes do modelo que foram menos enfatizados, como a segurança, privacidade, a camada física e a camada de abstração de recursos. Dentro deste âmbito, serão ainda analisados outros modelos que possam servir de complemento ao modelo do NIST e que permitam completar esforços de cobertura do modelo na conceção de arquiteturas, assim como, modelos que permitam analisar os riscos associados à ausência de requisitos que cubram os componentes do modelo do NIST.
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Arquitetura da imersão: por uma arquitetura de verdade

Arquitetura da imersão: por uma arquitetura de verdade

No início do trabalho, quando comecei a desenvolver a idéia de estudar a sonoridade musical e misturá-la com a Arquitetura, eu pensava mais em utilizar as características fluidas do som, essa facilidade que ele tem de se movimentar livremente no ar e, por isso, se dispersar por entre as pessoas muito facilmente, chegando até elas a todo o momento, sem que nenhum empecilho físico o impeça de atingi-las. Então, sabendo da alta sensibilidade que os humanos têm ao som, devido à sua própria natureza estrutural vibratória, eu partiria para uma análise mais particular de como a Música poderia influenciar as pessoas em seu dia-a-dia, de como as pessoas reagem a certos sons. E então utilizar isso dentro da Arquitetura, seja na sua composição, seja na interação e vivência usuário-espaço.
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A Arquitetura entre as Artes. Reflexões sobre a Beleza Arquitetónica

A Arquitetura entre as Artes. Reflexões sobre a Beleza Arquitetónica

Uma estrutura em viga de aço prolonga-se para além do limite físico da fachada do hotel. Estende-se em linhas paralelas e perpendiculares formando uma quadrícula larga e tridimensional. Apesar da aparente abstração, esta estrutura propõe uma relação bastante concreta, não só com a arquitetura, mas também com os seus elementos construtivos. Recorrendo ao mesmo material que possivelmente terá sido utilizado na construção do edifício adjacente, Cabrita Reis consubstancia uma arquitetura entre o esquisso e a sua concre- tização. A composição em viga de aço sugere, simultaneamente, o que o edifício também poderia ter sido (…). A obra deste artista tem revelado um fascínio pela gramática visual relacionada com materiais de construção e a sua presença na paisagem urbana e natural. Neste sentido, tem valorizado o que tendemos a negligenciar: áreas de construção de novos edifícios; ou edifícios embargados que permanecem disfuncionais por longos períodos de tempo. Sem propor necessariamente uma leitura crítica sobre as razões desse abandono e consequente ruína, a sua obra sublinha o valor escultórico quer dos materiais que suportam as edificações, quer dos esqueletos arquitetónicos que são deixados ao abandono. Reposiciona, assim, o nosso olhar face a esse facto conhecido, potenciando a relocalização do que pensamos saber ver nas paisagens residuais do nosso quotidiano. (…)
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ARS (São Paulo)  vol.3 número5

ARS (São Paulo) vol.3 número5

Cursou arquitetura e, entre 1976 e 1986, foi professor na Faculdade. de Arquitetura e Urbanismo da PUC de Campinas[r]

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O edifício da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo na cidade universitária: projeto...

O edifício da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo na cidade universitária: projeto...

do homem, mas lhe impõe uma lei vital, uma moral que é sempre severa, quase puritana. Não é ‘vistosa’, nem se impõe por uma aparência de modernidade, que já hoje se pode definir num estilismo. As casas de Artigas não se exaurem na única impressão de prazer comunicada por uma boa arquitetura de exteriores; eliminada a sensação de aprazível novidade que sempre suscita uma obra moderna, depois da primeira volta em roda das paredes de fora o observador não sofre uma brusca interrupção por ter entrado na casa, mas aí ele tem a percepção exata de que a continuidade do espaço se produz, solidária com o rigor constante que as formas externas denunciavam. Essa harmônica continuidade de espaço é obtida por meios límpidos, claríssimos, sem recorrência a efeitos forçados, da forma livre, que como se pode observar em muita expressão arquitetônica contemporânea, especialmente na norte- americana, descamba para o decorativo. [...]. Cada casa de Artigas quebra todos os espelhos do salão burguês. Nas casas de Artigas que se veem, dentro tudo é aberto, por toda parte o vidro, e os tetos baixos, muitas vezes a cozinha não é separada [...]. As casas de Artigas são espaços abrigados contra as intempéries, o vento a chuva, mas não contra o homem, tornando-se o mais distante da casa fortaleza, a casa fechada, a casa com interior e exterior, denúncia de uma época de ódios mortais. A casa de Artigas, que um observador superficial pode definir como absurda, é a mensagem paciente e corajosa de quem vê os primeiros clarões de uma nova época: a época da solidariedade humana”. 45
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Referência: qual a referência e como evocá-la?.

Referência: qual a referência e como evocá-la?.

A reestruturação progressiva dos conceitos é muito bem ilustrada pelo estudo exaustivo de Dromi (1987) sobre perfis evolutivos de 276 palavras que ela coletou de uma criança dos 10 aos 18 meses. Partindo do pressuposto de que “a semelhança da forma não indica necessariamente a similaridade da referência, e de que a descrição do contexto nem sempre revela a referência de uma nova palavra da criança”, ela atacou o proble- ma “conduzindo análises de usos repetidos da mesma palavra em diferen- tes contextos ao longo do tempo” (Dromi 1987: 32). Ela pôde, então, projetar “um conjunto fechado de todos os perfis de extensão presentes nos dados” (Dromi 1987: 144). As conclusões de Dromi (1987: 145) são as de que “Existiam mais palavras na amostra que mostravam um com- portamento de extensão consistente do que aquelas que manifestavam mudanças”. Dentre as últimas, elas “eram regularmente estendidas ime- diatamente após”... “infra-extensões raramente foram constatadas depois de um período de superextensão”.
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A relação estética das artes plásticas na arquitetura de Miguel Saraiva

A relação estética das artes plásticas na arquitetura de Miguel Saraiva

Também Frank Lloyd Wright trabalhou a luz de uma forma harmoniosa e bela, provocando uma sensação de calmaria e de relaxamento, como se de uma sinfonia se tratasse. É bem exemplificativo destas sensações o edifício Johnson Wax Building em Racine Wisconsin – seduzido pela luz natural, inspirando-se nos nenúfares para a distribuição melodiosa da luz, promove um ambiente calmo e relaxante. E o Museu Guggenheim em Nova Iorque, onde criou a intensidade exata de luz para a contemplação e fruição das obras expostas no Museu. O próprio edifício que é uma obra a contemplar, a entrada de luz é como se fosse um jogo. A rampa contínua em espiral que liga os espaços de exposição é iluminada naturalmente através de um domo envidraçado que possibilita diversas vistas do interior e que permite a experiência da arte da arquitetura além das obras de arte expostas. A iluminação natural zénite é feita através de uma claraboia, em cúpula no cimo de um cone. Esta iluminação, com suas variações diurnas e sazonais, responde de um modo enriquecedor à perceção das formas internas. Como é referido por Montaner 117 , a proposta de Wrigth rompe
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LACCES: uma ferramenta para descrição da arquitetura de sistemas embutidos

LACCES: uma ferramenta para descrição da arquitetura de sistemas embutidos

Acme [20] é uma linguagem genérica e extensível, que tem como objetivos a descrição e o intercâmbio de uma arquitetura de software. Acme possibilita o intercâmbio de descrições entre uma grande variedade de projetos de arquitetura e ferramentas de análise. A idéia de desenvolvimento de uma nova linguagem surgiu devido à proliferação de LDAs que operam isoladamente, tornando difícil o compartilhamento de recursos entre elas. Além disso, existem muitas características em comum entre as LDAs que são reimplementadas a cada novo projeto de uma linguagem. Exemplos incluem: ferramentas gráficas para visualização e manipulação de estruturas da arquitetura, e certos tipos de análise independentes do domínio, tais como, verificar se existem ciclos, ou se algum conector está incorreto
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