Banco de dados - Avaliação

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Uma avaliação quantitativa sobre métodos para modelagem conceitual de banco de dados

Uma avaliação quantitativa sobre métodos para modelagem conceitual de banco de dados

O modelo Entidade-Relacionamento Estendido (EER) e o Diagrama de Classes (DC) da Unified Modeling Language (UML) são as notações gráficas mais utilizadas para a fase de projeto conceitual de banco de dados. Neste contexto, considerando que existem diferenças entre estas notações e poucos trabalhos que as comparem a partir de uma avaliação quantitativa, este trabalho busca evidências empíricas, por meio da execução de um survey, sobre a compreensão e preferência de uso dessas notações. Como resultado, constatou-se que as duas notações cumprem os requisitos em um ambiente de desenvolvimento de banco de dados, variando sua utilização conforme o perfil do usuário. Contudo, apesar da notação do DC ser a mais compreendida, a notação EER foi a mais preferida.
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Avaliação dos impactos de um novo paradigma de virtualização de banco de dados

Avaliação dos impactos de um novo paradigma de virtualização de banco de dados

Na avaliação do processo de migração, utilizado para consolidar BD, foi utilizada apenas uma instância de BD ou VM por vez. Durante a migração, o volume das transações foi determinada pela execução de 10 warehouses de dados, com 10, 50, 100 e 200 conexões simultâneas. Em cada caso de teste, os recursos de arquitetura foram alocados em sua totalidade, ou seja, 100% de todos os recursos disponíveis, como memória e CPU. A avaliação consiste em migrar a instância de BD ou MV, com o benchmark em execução, monitorando os recursos, tais como memória, rede, CPU e TPM dos servidores durante o processo de migração. Os resultados são mostrados na Seção 5.2.3. Para avaliar o isolamento das instâncias de BD, foram realizados dois experimentos, quais sejam: o primeiro experimento avaliou os efeitos sobre o desempenho das instâncias ao diminuir o número de CPUs por instância durante a execução do benchmark. Inicialmente, a execução de uma instância de banco de dados iniciou com 16 núcleos de CPU e durante a execução, o número de CPUs foi alterado de 16 para 8, diminuindo os recursos disponíveis à instância de banco de dados. O objetivo deste experimento foi avaliar o tempo necessário para a consolidação da alteração dos recursos e, o impacto sobre o banco de dados causados por esta mudança.
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Avaliação do consumo de energia em sistemas de gerenciamento de banco de dados NoSQL

Avaliação do consumo de energia em sistemas de gerenciamento de banco de dados NoSQL

De forma geral, para os SGBDs NoSQL a ausência de um schema definido (Schema- less) permite maior flexibilidade. Outras características apoiam o gerenciamento de grandes dados, tais como: não partilham a mesma arquitetura, ou seja, em vez de utilizar um pool de armazenamento comum Storage Area Network (SAN) utiliza apenas o armazenamento local, permitindo que a velocidade de acesso seja apenas a de acesso ao disco rígido; sua elasticidade é uma importante característica, ou seja, quando um novo servidor é adicionado um subconjunto de dados deve ser replicado nesses novos servidores; Sharding, os registros podem ser divididos em fragmentos, que são pequenos o suficiente para serem gerenciados por um único servidor; replicação assíncrona, permite gravações mais rápidas e suaves uma vez que são independentes do tráfego de rede. No entanto, os dados não são instantaneamente replicados e podem ser perdidos em certas janelas; BASE em vez de ACID, o acrônimo BASE foi propositadamente escolhido por conta do contraste com o paradigma ACID, uma vez que NoSQL enfatiza a disponibilidade e o desempenho (CHANDRA, 2015).
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Projeto de Banco de Dados

Projeto de Banco de Dados

❏ Antes do início da avaliação dos artigos, o CP deve montar, um corpo de avaliadores externos, que irá ler cada artigo e emitir uma opinião sobre o artigo. Normalmente, mas não necessariamente avaliadores externos são pessoas que já participaram de congressos anteriores sobre o mesmo tema. Somente será cadastrado como avaliador de um congresso aquele que, após convidado para tal, o aceitar explicitamente.

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INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS

INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS

O exemplo evidencia a não representação de todos os possíveis agregados para as dimensões do modelo, o que seria impraticável, dada a grande quantidade de dados a ser administrada. Ainda assim, para os agregados escolhidos é necessária uma avaliação do tamanho do resultado a ser gerado, levando-se em conta a explosão do número de linhas e a dispersão das informações armazenadas no data warehouse. Uma tabela de fatos de nível básico, para o exemplo em tela, é normalmente bastante dispersa no preenchimento das chaves. Para entender este aspecto, lembre-se que apenas uma parte dos produtos é vendida por dia em cada uma das lojas. Porém, ao calcular o tamanho do conjunto de agregados, deve-se considerar que sua criação aumenta drasticamente a taxa de ocupação, aumentando substancialmente o tamanho do data warehouse. Para comprovar este fato, observe um exemplo prático em um data warehouse fictício. Suponha que no modelo exemplo em análise existem 10.000 itens produtos diferentes, 1.000 lojas e o período de tempo armazenado é de 2 anos, equivalente a 730 dias. Além disso, neste data warehouse exemplo, apenas aproximadamente 10 porcento dos produtos são vendidos em uma determinada loja em um determinado dia. Isto significa que a tabela de fatos ocupa apenas 10 porcento do que ocuparia caso todos os produtos fossem vendidos em todas as lojas, todos os dias. Entretanto, com a criação dos agregados esta taxa aumenta consideravelmente. Suponha ainda que, no caso de produtos, 10.000 itens levam a 2.000 categorias de produto e que as 1.000 lojas estão agrupadas em 100 cidades e o período de tempo total será sumariado em 24 períodos mensais. Além disso, vamos considerar a dispersão e o número de linhas a tabela de fatos, de acordo com a tabela apresentada a seguir:
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Como escolher os campos para um banco de dados

Como escolher os campos para um banco de dados

Pesquisa interna do Centro de Processamento de Dados (CPD) da FINEP concluiu pela avaliação do custo de cada novo termo (unidades de informação armazenadas em um campo) de seu banco de dados em cerca de Cr$ 0,19. Uma vez que a cada novo campo incluído no sistema corresponde um aumento de custo igual ao produto de Cr$ 0,19 pelo total de seus termos a serem indexados, o equilíbrio na definição do banco de dados deverá ser encontrado através do grau de utilização dos campos pelos usuários.

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Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

Construir uma base de dados é o processo de armazenar os dados em algum meio que seja controlado pelo SGBD. Manipular uma base de dados indica a utilização de funções como a de consulta, para recuperar dados específicos, modificação da base de dados para refletir mudanças no mini-mundo (inserções, atualizações e remoções), e geração de relatórios .

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Apostila de Banco de Dados e SQL

Apostila de Banco de Dados e SQL

De fato, quanto maior o n úmero de pessoas envolvidas no desenvolvimento de aplicações e gerenciamento do Banco de Dados, mais importante tornam-se estas duas caracter ísticas, pois cada novo sistema desenvolvido precisará sempre estar adequado ao Banco de Dados da Empresa e aderente aos padr ões de acesso utilizados nos sistemas concorrentes. As interfaces ISQL e WinSQL devem deixar muito claro ao estudante como uma interface pobre (no caso a existente no ISQL) perde muito, quando comparada a uma interface mais recursiva. A esquematiza ção existente no Banco de Dados é muito melhor do que aquela mantida em alguma pasta, em algum arquivo do CPD, que sempre est á “um pouquinho” desatualizada.
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Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

14) Obter a quantidade total de cada peça fornecida, somente para as peças com qtde total maior que 500: Select SUM (QTDE), cod-peça from fornecimento Group by cod-peça Having SUM (QTD[r]

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Uma arquitetura para monitoramento de banco de dados e recomendações utilizando sistema de banco de dados ativos

Uma arquitetura para monitoramento de banco de dados e recomendações utilizando sistema de banco de dados ativos

Também podemos listar outras limitações como: a) testes realizados somente sobre eventos DDL de CREATE TABLE (mas isso não significa que a arquitetura não possa ser ajustada para interagir com outros tipos de eventos DDL, como por exemplo, ALTER PROCEDURE, ALTER INDEX, etc.); b) testes somente sobre um algoritmo de recomendação e uma função de similaridade (mas também é possível utilizarmos outros algoritmos de recomendação e similaridade, pois como já mencionado, a arquitetura é genérica e pode ser adaptada ou modulada de acordo com outros algoritmos); c) um período curto de histórico de criações de tabelas (entretanto, isso não implica negativamente na análise dos resultados). 5.3 REPRESENTAÇÃO LÓGICA DO BANCO DE DADOS DA ARQUITETURA
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APLICAÇÃO HÍBRIDA DE BANCO DE DADOS

APLICAÇÃO HÍBRIDA DE BANCO DE DADOS

Segundo Costa (2011, p. 33) e Bonfioli (2006, p. 4) o modelo relacional foi apresentado primeiramente em um artigo de 1970, porém ele só foi implementado de fato nos anos 80. A pesquisa inicial consistia em um estudo teórico realizado por Codd (1970) e tinha como base a teoria dos conjuntos e álgebra relacional. O objetivo que a pesquisa propôs era suprir as seguintes necessidades: o aumento da emancipação de dados incorporado nos SGBDs, além de proporcionar um agrupamento de funções baseado na álgebra relacional para grandes volumes de dados, assim como proporcionar o encadeamento das redes ad hoc.
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BANCO DE DADOS DE ACESSO PÚBLICO

BANCO DE DADOS DE ACESSO PÚBLICO

vista como um produto comercializável, além de um bem social. Surgem as bases de dados online comercializadas nos Estados Unidos e na Europa, através de sistemas e serviços de armazenagem e recuperação de informação, dando início à indústria da informação, que vem tendo contínuo crescimento nos últimos 17 anos. A pesquisa em Ciência da Informação leva ao desenvolvimento de técnicas e tecnologias que permitem organizar a informação de modo a ampliar o poder intelectual do homem. Nesse sentido, essas técnicas de armazenagem e recuperação de informação encontram-se na fronteira entre a Informática e a Ciência da Informação; uma com o enfoque da aplicação e desenvolvimento dos recursos de computação a todos os setores, outra como enfoque do uso e da disseminação da informação e do conhecimento. É analisada a experiência dos Estados Unidos na indústria da informação, por ser este o país que ainda detém a hegemonia mundial no setor. São focalizadas as iniciativas do Brasil nessa área, os principais órgãos governamentais e privados envolvidos e serviços oferecidos. São sugeridas algumas medidas governamentais, visando a fomentar o desenvolvimento da indústria da informação no Brasil.
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ANÁLISE COMPARATIVA DE DESEMPENHO DE CONSULTAS ENTRE UM BANCO DE DADOS RELACIONAL E UM BANCO DE DADOS NÃO RELACIONAL

ANÁLISE COMPARATIVA DE DESEMPENHO DE CONSULTAS ENTRE UM BANCO DE DADOS RELACIONAL E UM BANCO DE DADOS NÃO RELACIONAL

A linguagem escolhida para o software foi .net, pois, além de ser uma linguagem orientada a objetos, gratuita e multiplataforma, é compatível com ambos os modelos de Banco de Dados, além de possuir uma representativa parcela do mercado, conforme estudo da BUSINESS 2 COMMUNITY, 2017. Entre os bancos de dados propostos para este estudo, optou-se pelo SQL Server, como Banco de dados Relacional, por ser gratuito e estar entre os 3 bancos de maior destaque no ranking mundial na sua categoria, segundo a DB-ENGINES, 2017. Como Banco de Dados NoSql, optou-se pelo MongoDB, também por ser gratuito e por ser bastante utilizado na comunidade, além de ocupar o primeiro lugar no ranking mundial de sua categoria, também segundo a DB-ENGINES, 2017.
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Projeto de Banco de Dados Relacional

Projeto de Banco de Dados Relacional

Isto é usado quando poucas instâncias do relacionamento existem, evitando valores nulos nas chaves estrangeiras... Regra 5: Relacionamentos N:M[r]

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Como Escolher os Campos para um Banco de Dados

Como Escolher os Campos para um Banco de Dados

Partindo de dados obtidos no Arquivo da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) e com a finalidade de montar um banco de dados sobre documentação típica de administração de projetos, duas metodologias de bases estatísticas são apresentadas para a definição de campos de informação. Uma, baseada na ordenação dos campos segundo sua freqüência nas consultas dos usuárias, seria cabível quando estes tivessem interesses e atividades comuns. A segunda metodologia — teste do x 2  — seria aplicável

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Um banco de dados para administração de projetos

Um banco de dados para administração de projetos

O crescimento da FINEP na sua fase independente, desde 1967, acarretara o aumento inesperado da documentação em seu arquivo, a par da maior necessidade de informações para administrar os contratos de financiamento a estudos e projetos, razão mesma da existência da empresa. A solução foi buscada através da criação de um banco de dados que armazenasse todos os fatos e informações referentes a cada um dos projetos financiados pela FINEP e que fornecesse, no momento preciso, os dados necessários à aná- lise e acompanhamento dos mesmos.
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TRANSFORME SUA INFRAESTRUTURA DE BANCO DE DADOS

TRANSFORME SUA INFRAESTRUTURA DE BANCO DE DADOS

do XtremIO cumprem a promessa de lógica analítica em tempo real e de data marts sob demanda, com snapshots e clones de desempenho integral que podem ser criados de modo instantâneo e excluídos rapidamente sem afetar a capacidade ou o desempenho da instância de banco de dado de produção. Acelere seus ciclos de suporte a decisões sem silos individuais de armazenamento, ETLs desnecessários e riscos de SLAs.

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Banco de Dados I Introdução

Banco de Dados I Introdução

Tendo em vista que necessitamos guardar dados da empresa, quais tecnologias baseadas em arquivos poderíamos aplicar?. • Elaboração de propostas.[r]

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Banco de Dados - Rede e-TEC

Banco de Dados - Rede e-TEC

Como já foi dito, existem diversos SGBD, e cada um apresenta um con- junto de características particulares, as quais não são objeto de estudo deste caderno didático. A escolha do SGBD que será utilizado deve ser feita baseada nas funcionalidades e características de cada um e no que foi definido no projeto de banco de dados, ou seja, naquilo que a empresa planejou e determinou como estrutura do seu banco de dados e tipo de informações que serão trabalhadas. Neste caderno, optou-se por trabalhar com exemplos e funções do MySql, por se tratar de um SGBD gratuito, leve, de fácil manuseio e que detém bastante ma- terial de apoio para estudos publicados em livros e em trabalhos de pesquisa na
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