Brasil - política de saúde

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Federalismo e política de saúde: comissões intergovernamentais no Brasil.

Federalismo e política de saúde: comissões intergovernamentais no Brasil.

O Brasil é uma federação populosa, territorialmente extensa e desigual, que compreende 26 estados, um Distrito Federal e mais de 5.560 municípios. Ainda que a questão federativa tenha sido historicamente relevante na saúde, ela assume maior importância a partir da Constituição de 1988, que instituiu o Sistema Único de Saúde (SUS), público e universal, orientado pela diretriz de descentralização político-administra- tiva, com comando único em cada esfera de governo. A implementação de uma política nacional de saúde nesse contexto requer estratégias de articulação inter- governamental, visando compatibilizar a descentra- lização político-administrativa com a organização regionalizada e hierarquizada de serviços de saúde, cuja abrangência pode extrapolar limites municipais e estaduais. A experiência nos 25 primeiros anos de criação do SUS revela a adoção de estratégias inova- doras de coordenação federativa, incluindo a institui- ção de comissões intergovernamentais em saúde no âmbito nacional e estadual. 3,9,17
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A política de saúde no Brasil nos anos 90.

A política de saúde no Brasil nos anos 90.

Ainda há espaços a defender e reconquistar na re-construção do SUS. A reorientação dos marcos da política macroeconômica do país é fundamental para que se liberem os meios e recursos econômicos, políticos e administrati- vos para a continuidade do esforço brasileiro de reforma setorial democrática. Igualmente deve ser retomada, dando cumprimento aos dispositivos ainda em vigor da Constituição brasileira, a construção da Seguridade Social, onde previdência, saúde e assistência social constituem-se braços integrados e articulados de uma política social abrangente. O sistema de saúde deve continuar a ser concebido e construído como um sistema nacional de saú- de, vale dizer que a totalidade de seus recur- sos, públicos e privados, deve subordinar-se a uma política nacional de saúde. Os sistemas privados devem estar submetidos aos dispo- sitivos regulatórios e normativos que orien- tam a implementação desta política e articu- lados com as instâncias subnacionais de ges- tão e submetidos ao controle social previsto na legislação. A reforma sanitária brasileira ainda é jovem e encontrará forças para avançar. A construção de um Brasil mais justo e saudável continuará ser a sua inspiração primordial.
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Uma política integrada de saúde para o Estado de São Paulo, Brasil.

Uma política integrada de saúde para o Estado de São Paulo, Brasil.

No âmbito interno da Secretaria, dada a multiplicidade de variáveis e de um nú- mero ainda maior de incógnitas quanto às características institucionais da Gran- de São Paulo, seria recom[r]

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Contribuições para análise da política de saúde auditiva no Brasil.

Contribuições para análise da política de saúde auditiva no Brasil.

Durante o período analisado foram identiicados 2.940.971 procedimentos, dos quais a maioria refere-se à realização de terapia fonoaudiológica (61,77%), ultrapassando a quantidade de adaptações de AASI a partir do ano de 2006 (Tabela 2). Por sua vez, nota-se a produção ambulatorial referente aos aten- dimentos de acompanhamento reduziu-se ao longo dos anos. Em relação à categoria tecnológica dos aparelhos auditivos dispensados pelos serviços de saúde auditiva, o Anexo IV da Portaria nº 587 estabelece o percentual de adaptação de 50%, 35% e 15% para o tipo A, B e C, respectivamente. Durante o período analisado pelo presente estudo 732.113 dispositivos foram fornecidos pelos serviços de saúde auditiva credencia- dos pelo SUS, sendo 41% do tipo A, 37% do tipo B e 22% do tipo C (Tabela 3).
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As contradições da política de saúde no Brasil: o Instituto Butantan.

As contradições da política de saúde no Brasil: o Instituto Butantan.

de Weimar celebrava o nascimento de uma nova era. Como semelhante a Atenas, o hino Criação, de Haydn, coroava Goethe como Júpiter Olímpico, interpretando sua peça que abria um novo século. Em sintonia com esse espírito, a ciência alemã produziu cientistas que figuram entre os principais responsáveis pela modernização da medicina, como Jacob Henle (1809-1885), que, apesar da vida tu- multuada por amores e pela atuação política (antagonis- mo a Bismarck e prisão em Berlin), revolucionou a ana- tomia e a patologia e descreveu, em termos modernos, que as doenças infecciosas eram causadas por microorganismos específicos. Sua profética visão das causas de doenças contagiosas, como a febre tifóide, a varíola e a escarlati- na, antes mesmo de qualquer caracterização dos microor- ganismos, coloca-o como o criador da bacteriologia. Uma geração mais tarde, seu discípulo, Robert Koch (1843- 1910), introduziu os métodos de fixação e coloração, per- mitindo visualizar e caracterizar bacilos. A despeito das grandes dificuldades financeiras, Koch pôde estudar me- dicina em Göttingen, onde Henle lecionava. Chegou a de- saparecer da vida acadêmica por dez anos devido às con- dições adversas, mas continuou a pesquisar com o microscópio que ganhou de sua esposa, mantendo o tra- balho até durante a guerra franco-prussiana, da qual par- ticipou como médico. Nesse período, Koch esclareceu a história completa da esporulação bacteriana e a etiologia
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Paracoctidioidomicose: atendimento a nível de assistência primária a saúde.

Paracoctidioidomicose: atendimento a nível de assistência primária a saúde.

Dentro de uma nova perspectiva de política de saúde, no Brasil, que vem sendo estruturada dentro dos princípios de assistência primária a saúde, o atendimento de uma afecção endêmica, co[r]

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Um modelo lógico da Rede Cegonha.

Um modelo lógico da Rede Cegonha.

Desde o surgimento do Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento (BRASIL, 2000), da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (BRASIL, 2004a) e do Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal (BRASIL, 2004b), diversas ações de saúde vêm sendo direcionadas a esses segmentos populacionais de forma mais sistemática no SUS, como parte dos esforços intergovernamentais para redução dos indicadores materno e infantil (BRASIL, 2011g). A partir do entendimento de que as morbimortalidades materna e infantil são eventos complexos e, portanto, multifatoriais, essas questões permanecem como um desafio para o país.
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Características do acesso e utilização de serviços odontológicos em municípios de médio porte.

Características do acesso e utilização de serviços odontológicos em municípios de médio porte.

Chaves SCL, Barros SG, Cruz DN, Figueiredo ACL, Moura BLA, Cangussu MCT. Política Nacional de Saúde Bucal: fatores associados à integralidade do cuidado. Rev Saude Publica 2010; 44(6):1005-1013. Medeiros E. Os Centros de Especialidades Odontológi- cas como suporte da atenção Básica: uma avaliação na perspectiva da integralidade [dissertação]. Natal: Uni- versidade Federal do Rio Grande do Norte; 2007. Lima ACS, Cabral ED, Vasconcelos MMVB. Satisfa- ção dos usuários assistidos nos Centros de Especi- alidades Odontológicas do Município do Recife, Pernambuco, Brasil. Cad Saude Publica 2010; 26(5): 991-1002.
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Fatores associados à qualidade de vida de Idosos de um Centro de Referência, em Belo Horizonte, Minas Gerais

Fatores associados à qualidade de vida de Idosos de um Centro de Referência, em Belo Horizonte, Minas Gerais

As iniciativas do Governo Federal em prol das pessoas idosas se iniciaram nos anos 70. Porém, apenas em 1994 foi instituída a primeira Política Nacional voltada para esse grupo. Assim, a Política Nacional do Idoso (PNI), promulgada em 1994 e regulamentada pelo Decreto n. 1948, de 03 de junho de 1996, assegura direitos sociais à pessoa idosa (BRASIL, 1999; FERNANDES; SOARES, 2012). Esta Política assume que o principal problema que pode afetar o idoso é a perda de sua capacidade funcional, isto é, a perda das habilidades físicas e mentais necessárias para a realização de suas atividades básicas e instrumentais da vida diária (SILVESTRE; NETO; MENEZES, 2003). Em 2006, a Portaria/GM nº 399 apresentou as Diretrizes do Pacto pela Saúde, nas quais estão contempladas três dimensões: pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão. A Saúde do Idoso aparece como uma das prioridades no Pacto pela Vida, como consequência da dinâmica demográfica do país (BRASIL, 2006). Espera-se que o idoso tenha condições de usufruir das conquistas trazidas pela longevidade, garantindo padrões de qualidade de vida, que permitam a sua autonomia e funcionalidade.
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Características da oferta de contracepção de emergência na rede básica de saúde do Recife, Nordeste do Brasil.

Características da oferta de contracepção de emergência na rede básica de saúde do Recife, Nordeste do Brasil.

No município do Recife, a atenção à saúde da mu- lher, baseada nos princípios da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Brasil, 2004), tem como uma das prioridades o acesso oportuno das mulheres aos serviços de saúde e à atenção aos direitos sexuais e reprodutivos (Recife, 2007). Seguindo essa orientação, ampliou-se o acesso à CE mediante a disponibilização do insumo na Estraté- gia de Saúde da Família (ESF), modelo de atenção primária preconizado pelo SUS, atual porta de entra- da do sistema (Brasil, 2002b). A ESF tem como pro- posta construir novas práticas de saúde, pautadas no estabelecimento de vínculo e acolhimento, como reordenador dos processos de trabalho, oferecendo à população uma participação mais ativa no cuidado com a saúde, recebendo atenção individualizada, integral e mais humanizada (Costa e col., 2008).
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Open Acidentes e violência envolvendo a população masculina: contribuições à Política Nacional de Atenção à Saúde do Homem.

Open Acidentes e violência envolvendo a população masculina: contribuições à Política Nacional de Atenção à Saúde do Homem.

Pode-se afirmar que várias estratégias tem sido implementadas como iniciativa do Ministério da Saúde para combater os acidentes e violências; e percebe-se que no atual cenário brasileiro tais fenômenos envolvendo homens tem se revelado como um importante problema de saúde pública em virtude não só dos aspectos biopsicossociais e econômicos que os envolve a vítima, agressor e familiares, mas sobre tudo pelos encargos ao Sistema Único de Saúde e ao Sistema Penitenciário. Ainda neste sentido, destaca-se a estratégia do Ministério da Saúde para minimizar/equacionar estes agravos ao definir, a partir da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH), ações estratégicas através do seu Plano de Ação Nacional - PAN (2009-2011) onde se observam o Eixo III: Informação e comunicação com o objetivo de sensibilizar os homens e suas famílias, incentivando o auto-cuidado e hábitos saudáveis, através de ações de informação, educação e comunicação (BRASIL, 2008a).
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Direitos humanos e saúde intercultural: análise da estrutura do sistema de saúde...

Direitos humanos e saúde intercultural: análise da estrutura do sistema de saúde...

Este documento tiene como objetivo analizar la estructura y el funcionamiento del sistema de salud para los pueblos indígenas de Bolivia y Brasil, como parte de una política de ciudadanía étnica y inclusiva para la promoción de la salud mediante el respecto a los derechos de los pueblos indígenas en adherencia a las orientaciones de los Derechos Humanos y los convenios internacionales. El trabajo muestra su importancia mientras estos sistemas de salud se presentan como alternativa efectiva contra las enfermedades y, principalmente, en la ruptura del círculo vicioso de la exclusión social y cultural que sufren los indígenas. Las políticas de salud para las poblaciones étnicas tienen, en acuerdo con las orientaciones del Derecho Internacional, el propósito de considerar los indígenas no sólo como simples usuarios del sistema de salud, sino como protagonistas de ello, como titulares de los conocimientos y prácticas tradicionales. Otros aspectos del análisis son los movimientos sociales indígenas y los avances constitucionales de los países latinoamericanos sobre la ciudadanía étnica, ya que, por medio de la presencia de estos movimientos en las diferentes fases de las políticas públicas, se busca la efectuación y el perfeccionamiento del derecho a la salud.
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Promoção da saúde: perspectivas avaliativas para a saúde bucal na atenção primária em saúde.

Promoção da saúde: perspectivas avaliativas para a saúde bucal na atenção primária em saúde.

A avaliação de ações de promoção da saúde é um de- safio metodológico e estratégico para a construção de evidências que possam apoiar processos de gestão em saúde. O emprego de métodos adequados de avalia- ção, baseado na análise participativa de processos e contextos locais, é indispensável ao sucesso das inter- venções e formulação e implementação de políticas. A Política de Promoção e Vigilância em Saúde Bucal no Brasil explicita a necessidade de aprimorar estratégias avaliativas de ações de promoção da saúde bucal de- senvolvidas no contexto da atenção primária que per- mitam avaliar não somente seus resultados e impacto, mas também o processo político e social para alcançar os objetivos estabelecidos. Este artigo se propõe a sis- tematizar a literatura no campo da avaliação da efe- tividade de estratégias de promoção da saúde, definir um modelo teórico e propor uma matriz de descritores, explorando a base referencial da promoção da saúde e práticas com potencialidade para reduzir situações de fragilidade de grupos populacionais, combater iniqui- dades e incorporar a participação na gestão da saúde.
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A rede de serviços de atenção à saúde do idoso na cidade de Barcelona (Espanha) e na cidade de São Paulo (Brasil).

A rede de serviços de atenção à saúde do idoso na cidade de Barcelona (Espanha) e na cidade de São Paulo (Brasil).

políticas públicas, mesmo considerando as diferentes realidades do nível local. No setor de saúde, a política vigente é o Sis- tema Único de Saúde, que vem sendo implementado no calor dos movimentos sociais dos últimos vinte anos. Por outro lado, Barcelona segue a orientação da Catalunha. Mesmo que a Espanha tenha um ministério responsável pelas questões de saúde, há uma supremacia da Comuni- dade Autônoma. Se de um lado o SUS se apresenta como uma das mais contempo- râneas propostas de saúde, tem difi culda- des de implementação, devido à heteroge- neidade de seu território e aspectos sociais, econômicos, políticos e culturais. Apesar disto, vive uma inovação importante, que é a descentralização por meio da respon- sabilização pelo fazer saúde por parte do município ou municipalização, situação não verifi cada em Barcelona, onde, apesar da descentralização federal, não há total descentralização da Comunidade Autôno- ma para os municípios.
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Interface (Botucatu)  vol.11 número22

Interface (Botucatu) vol.11 número22

O fascículo traz, ainda, novas contribuições à reflexão sobre temas da Saúde, em trabalhos que abordam a recente política nacional de promoção da saúde no Brasil, uma nova proposta no ensino de Psicopatologia, equipes de referência e a integração entre saberes e práticas nos serviços de saúde, a relação entre família e profissionais no cuidado e atividades de promoção da saúde de idosos e crianças.

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Cad. Saúde Pública  vol.31 número1

Cad. Saúde Pública vol.31 número1

Este artigo é um estudo de caso do processo de im- plementação da Política Nacional de Saúde Bucal (PNSB) – “Brasil Sorridente” – nos municípios do Departamento Regional de Saúde de Araraquara (DRS III), São Paulo, Brasil. Foram realizadas apli- cação de questionário estruturado aos coordena- dores municipais de saúde bucal, entrevistas com gestores e profissionais de saúde bucal, observação dos serviços e sistematização de estatísticas ofi- ciais do Ministério da Saúde, no sentido de avaliar as dimensões da PNSB: (i) Ampliação e qualifi- cação das ações; (ii) Condições de trabalho; (iii) Cuidado; (iv) Acesso; (v) Planejamento e Gestão. A articulação das análises quantitiva e qualitativa foi realizada na perspectiva da triangulação de métodos. A maioria (52,6%) dos municípios ob- teve classificação “boa” e 42,1% estão em uma si- tuação “ruim” de implementação da PNSB. Cerca de dez anos após o lançamento da PNSB, embora tenham sido identificados avanços no cuidado em saúde bucal e no acesso aos serviços dos diferentes níveis de atenção, os municípios ainda encontram dificuldades para implementar seus pressupostos.
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Silenciosa conveniência: mulheres e Aids.

Silenciosa conveniência: mulheres e Aids.

A elaboração do Programa de Atenção Integral de Saúde das Mulheres (PAISM), em 1984, fortalecia a estratégia de atuar nas proposições e controle social das políticas públicas de saúde, em uma iniciativa que se articulava com o SUS e a Constituição Brasileira de 1988. Apesar dos percalços de implementa- ção de uma política integral e de direito universal, as feministas seguiram com o propósito de implementar o PNAISM até a segunda gestão do governo Lula. Apesar dos esforços e avanços prático-conceituais relacionados ao PAISM, que traz a elaboração da saúde integral das mulheres, a avaliação do próprio movimento feminista informa que essa integralidade continua limitada aos aspectos da reprodução biológica, permeada por outras medidas de prote- ção à saúde das mulheres, mas que não concretiza o ideal de saúde integral. Tal campo de luta está inserido no contexto de disputa do SUS, que também não efetivou os princípios fundamentais de integralidade, univer- salidade e equidade, conforme elaborado inicialmente. Em que pese sua limitada implementação, o SUS ainda é de grande importância para o sentido democrático das políticas sociais no Brasil.
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Hist. cienc. saudeManguinhos  vol.3 número3

Hist. cienc. saudeManguinhos vol.3 número3

Uma política nacional de saúde pública no Brasil foi possível a partir do encontro da consciência das elites com seus interesses, e suas bases foram estabelecidas a partir de uma negocia[r]

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Identification of sources of information on nutrition assistance to people living with HIVAIDS and the importance to the role of health professionals

Identification of sources of information on nutrition assistance to people living with HIVAIDS and the importance to the role of health professionals

Os materiais foram cadastrados em planilha que permite a identificação e a recuperação por campos de autor, título, paginação e cabeçalhos de assunto indexados a partir de leitura técnica e de acordo com os descritores autorizados pela Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e pelo DECS - Descritores em Ci- ências da Saúde do Centro Latino-Americano e do Caribe em Ciências da Saúde (BIREME) -, a fim de identificar com a máxima precisão possível o conteú- do das fontes de informação.

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UNIVERSIDAD INTERNACIONAL DE ANDALUCÍA INSTITUTO DE SOCIOLOGÍA Y ESTUDIOS CAMPESINOS – ISEC PROGRAMA OFICIAL DE POSTGRADO AGROECOLOGÍA: UN ENFOQUE SUSTENTABLE DE LA AGRICULTURA ECOLÓGICA Sílvio Isoppo Porto

UNIVERSIDAD INTERNACIONAL DE ANDALUCÍA INSTITUTO DE SOCIOLOGÍA Y ESTUDIOS CAMPESINOS – ISEC PROGRAMA OFICIAL DE POSTGRADO AGROECOLOGÍA: UN ENFOQUE SUSTENTABLE DE LA AGRICULTURA ECOLÓGICA Sílvio Isoppo Porto

El objeto de análisis de esta investigación es el Programa de Adquisición de Alimentos (PAA), política pública instituida en Brasil en 2003, en el contexto de Fome Zero. Al realizar esta investigación, la pretensión fue evaluar los cambios normativos que vienen siendo implementados desde 2011 por aplicación de la ley n. 12.512/2011 y de las resoluciones publicadas en este mismo período por el Grupo Gestor del PAA. Esta investigación se centra en las operaciones ejecutadas por la Compañía Nacional de Abastecimiento (Conab), especialmente en la modalidad de Compra con Donación, teniendo en cuenta, el carácter asociativo de esta modalidad y el alto nível de capilaridad alcanzado en todo el territorio nacional. La investigación se divide en cuatro capítulos, siendo el primero destinado a la contextualización de las políticas agrícolas y de abastecimiento en Brasil, en especial lo acontecido con el auge del neoliberalismo de los años 1990 y los elementos que llevaron a la construcción de Fome Zero. El capítulo II presenta el Programa de Adquisición de Alimentos- PAA, analizando el contexto institucional en el que se encuentra inmerso, su formato de gestión inter-sectorial, sus modalidades de ejecución, sus fuentes de financiamiento y quiénes son los ejecutores del Programa. El capítulo III, presenta los dos talleres realizados para entender cómo las organizaciones sociales están reaccionando ante los cambios en curso. El capítulo IV consolida ese proceso de análisis al realizar una evaluación a partir de recopilación y análisis de material bibliográfico, en especial sobre el marco normativo del Programa y sus consecuencias en el mismo. Por ultimo, las consideraciones finales del autor.
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