Centro de Educação Infantil

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O perfil das famílias das crianças atendidas pelo Centro de Educação Infantil “São Domingos Sávio” da Universidade Católica Dom Bosco

O perfil das famílias das crianças atendidas pelo Centro de Educação Infantil “São Domingos Sávio” da Universidade Católica Dom Bosco

Também se demonstrou que 78% dos entrevistados, deixam seus filhos no Centro de Educação Infantil, pelo motivo de ne ces si da de, pois não contam com a ajuda de familiares, e os outros 22% deixam seus filhos no Centro Infantil, pois este está localiza do no ambiente de tra- balho ou estudo, e as mães podem ficar inteira men te despreocupadas. De acordo com a pesquisa, os entre vista dos possuem total confiança e acreditam no trabalho das funcio nárias e estagiárias, pois estas últimas em sua maioria estão realizando o curso de normal superior, na área de edu cação infan til.
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A gestão educacional em um centro de Educação Infantil de Dourados

A gestão educacional em um centro de Educação Infantil de Dourados

O presente trabalho tem como objetivo compreender a gestão educacional em um Centro Municipal de Educação Infantil (CEIM) do município de Dourados, denominado nesse estudo de CEIM Margarida, no intuito de aprender que concepção de “gestão educacional” apresenta e como ela vem sendo materializado na atuação dos docentes nessa instituição. Metodologicamente, este estudo está fundamentado na pesquisa bibliográfica, documental e de campo. Para a obtenção dos dados, aplicamos questionário com perguntas abertas e fechadas para um professor de cada turma do CEIM, no ano de 2015. Concluímos que há indicativos de que apesar de a normatização do CEIM Margarida apresentar como concepção de gestão educacional a democrática, a gestão materializada nesse CEIM não apresenta características e mecanismos dessa gestão, já que apresenta, dentre suas ações, iniciativas individualizadas dos professores e a centralização do poder nas mãos da coordenação pedagógica sobre as mesmas (reunião com pais, elaboração do planejamento coletivo e dos projetos da escola, elaboração do PPP e do Regimento Interno do CEIM), que não possibilita a descentralização do poder, o diálogo, a autonomia, o trabalho coletivo e a participação da comunidade escolar em todos os âmbitos do supramencionado CEIM, como requer a gestão democrática da educação.
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Avaliação e educação nutricional em um centro de educação infantil da rede municipal de ensino de Botucatu

Avaliação e educação nutricional em um centro de educação infantil da rede municipal de ensino de Botucatu

0202 - AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO NUTRICIONAL EM UM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE BOTUCATU - Renata Ferranti Estevam da Silva (Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu), Caroline de Barros Gomes (Instituto de Biociência, UNESP, Botucatu), Caroline das Neves Mendes Nunes (Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu), Luisa C.D. Dias (Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu) - renata.ferranti@gmail.com.

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PROJETO DE ENSINO DO REISADO EM AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA EM UM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE FORTALEZACE

PROJETO DE ENSINO DO REISADO EM AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA EM UM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE FORTALEZACE

Este estudo teve como objetivo propor uma metodologia possível de ensino do Reisado em aulas de Educação Física na Educação Infantil. Observando a falta de estudos na literatura com essa proposta, são necessários estudos mais aprofundados que contemplem a temática. Participaram deste estudo 6 crianças de uma turma de Infantil-V e 3 professoras de um Centro de Educação Infantil (CEI) da cidade de Fortaleza. A metodologia se estruturou em forma de projeto de ensino, assim, foi feito uma pesquisa de campo intervencionista com uma abordagem qualitativa; foram realizadas entrevistas com o objetivo de avaliar a importância das danças tradicionais e do projeto nas aulas da Educação Infantil. Os instrumentos de pesquisa foram os diários de campos, as rodas de conversas e a observação participante; a análise das entrevistas foi feita com base na análise temática. Foi observado que as crianças tiveram acesso a um elemento cultura local, no caso o Reisado. A partir dos resultados é visto que as danças tradicionais são importantes para o desenvolvimento e formação das crianças, ressaltando-se que é primordial a presença do professor de Educação Física nessa etapa da Educação Básica para auxiliar no desenvolvimento integral das crianças por meio do corpo e do movimento.
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Relato de Experiência: Atividade Educativa no Centro de Referência em Educação Infantil

Relato de Experiência: Atividade Educativa no Centro de Referência em Educação Infantil

Este é o relato de experiência vivido por alunas da graduação de Fisioterapia da Universidade Federal da Paraíba, na disciplina de Fisioterapia na Saúde Materno Infantil do departamento de Fisioterapia, sob a supervisão e a orientação da Professora Doutora Cristina Katya T. T. Mendes que ministra a disciplina, onde foi realizado uma intervenção no Centro de Referência em Educação Infantil Santa Clara (CREI), localizada no bairro Castelo Branco, na Rua Nevinha Raposo, s/n, próximo à igreja católica do Castelo Branco II.

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Cenas do cotidiano na educação infantil: desafios da integração entre cuidado e educação.

Cenas do cotidiano na educação infantil: desafios da integração entre cuidado e educação.

The purpose of this article is to discuss the routine of children in early childhood education, especially of those aged zero to four years, focusing on the moments of rest and feeding. At this stage of educational service, the dialogical relationships between adults and children and the integration between care and education are fundamental assumptions for a quality early childhood education, a condition to ensure the fundamental rights of babies and very young children. This qualitative investigation consisted of a case study of ethnographic nature, conducted in 2010 and 2011, in a Centro de Educação Infantil (CEI – Early Childhood Education Center) of the public school system of São Paulo city, Brazil, which serves children aged from 0 to 4 years. The methodological procedures included participant observation, documentary analysis and semi- structured interviews with the CEI team and children’s families. The investigation involved literature review, and the main references were Barbosa, Batista, Coutinho, Guimarães, Korczak, Tristão, and Wallon. The results evidenced that the emotions expressed by children at the times of meals and rest are, to a great extent, disregarded. I have also found contradictions between the propositions of integrating care and education included in the pedagogical project and teachers’ discourses and practices with the children. The study concluded that it is essential to include the topics of care of the body – food, hygiene, rest, and health – as part of continuing teacher education and the weekly planning conducted in institutions of early childhood education.
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O Projeto “Pequenos Sócios, Grandes Leitores” e a atuação dos profissionais bibliotecários no incentivo à leitura para crianças

O Projeto “Pequenos Sócios, Grandes Leitores” e a atuação dos profissionais bibliotecários no incentivo à leitura para crianças

Assim, há aproximadamente três anos, na Mário Quintana, teve início o projeto “Pequenos Sócios, Grandes Leitores”, baseado na proposta de desenvolver atividades de incentivo à leitura para as escolas municipais de ensino infantil (EMEI Dom Jose Gaspar e EMEI CEU Aricanduva), e creche CEI (Centro de Educação Infantil Dirce Migliaccio), existentes dentro do complexo CEU Aricanduva. As atividades propostas foram executadas com a colaboração da equipe da Biblioteca Mario Quintana, formada atualmente por quatro bibliotecários e uma assistente de gestão de políticas públicas (AGPP).
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Educ. Pesqui.  vol.43 número1

Educ. Pesqui. vol.43 número1

The purpose of this article is to discuss the routine of children in early childhood education, especially of those aged zero to four years, focusing on the moments of rest and feeding. At this stage of educational service, the dialogical relationships between adults and children and the integration between care and education are fundamental assumptions for a quality early childhood education, a condition to ensure the fundamental rights of babies and very young children. This qualitative investigation consisted of a case study of ethnographic nature, conducted in 2010 and 2011, in a Centro de Educação Infantil (CEI – Early Childhood Education Center) of the public school system of São Paulo city, Brazil, which serves children aged from 0 to 4 years. The methodological procedures included participant observation, documentary analysis and semi- structured interviews with the CEI team and children’s families. The investigation involved literature review, and the main references were Barbosa, Batista, Coutinho, Guimarães, Korczak, Tristão, and Wallon. The results evidenced that the emotions expressed by children at the times of meals and rest are, to a great extent, disregarded. I have also found contradictions between the propositions of integrating care and education included in the pedagogical project and teachers’ discourses and practices with the children. The study concluded that it is essential to include the topics of care of the body – food, hygiene, rest, and health – as part of continuing teacher education and the weekly planning conducted in institutions of early childhood education.
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Representações sociais de professores da educação infantil sobre criatividade: significações, importância

Representações sociais de professores da educação infantil sobre criatividade: significações, importância

Obrigada Sheila Saraiva e Marcio Rossini (diretores do Centro de Educação Infantil 04 de Taguatinga) pela colaboração. Obrigada Cássia Zanardes (coordenadora da educação precoce do CEI 04 de Taguatinga) e todos os colegas de trabalho no Centro de Educação Infantil 04 de Taguatinga pelas palavras e atitudes de incentivo que foram fundamentais na trajetória deste estudo. Obrigada meus alunos e seus pais. Obrigada à Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal pela oportunidade de realizar algumas das minhas aspirações no campo acadêmico.
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EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA – SP: UM ESTUDO COMPARATIVO DO DESEMPENHO DE ALUNOS DE CRECHES E PRÉ- ESCOLAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA – SP: UM ESTUDO COMPARATIVO DO DESEMPENHO DE ALUNOS DE CRECHES E PRÉ- ESCOLAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Este estudo discute a Educação Infantil no contexto da Rede Municipal de Ensino de Limeira buscando responder a duas questões principais: Haveria um descompasso de aprendizagem e desempenho entre alunos egressos dos Centros Infantis (Creches) e os das Escolas Municipais de Educação Infantil (pré-escolas), como apontado por gestores e professores do primeiro ano do Ensino Fundamental? A avaliação feita por esses profissionais realmente corresponderia ao quadro real de desempenho desses alunos? Para atender às duas questões de investigação, elegemos duas Escolas da Rede Municipal de Limeira - um Centro Infantil (Creche), e uma Escola Municipal de Educação Infantil – EMEI (pré-escola), orientando a pesquisa pelos seguintes objetivos: (i) realizar um estudo comparativo dos resultados de desempenho em avaliações somativas de Língua Portuguesa e Matemática, aplicadas bimestralmente pelas Escolas de Ensino Fundamental do Município aos estudantes egressos de EMEIs e Centros Infantis, com vistas a validar, ou não, a avaliação feita pelos docentes e gestores; (ii) investigar as possíveis causas responsáveis pela defasagem de aprendizagem anunciada, por meio de entrevistas semi- estruturadas com gestores de Educação Infantil e grupo focal com professores que lecionam em turmas de primeiro ano. Surpreendentemente, os achados do estudo exploratório revelaram que os alunos oriundos dos Centros Infantis apresentaram desempenho semelhante e, em alguns casos, até mesmo superior aos dos alunos egressos das EMEIs, diferentemente dos apontamentos feitos pelos professores e gestores do Ensino Fundamental. O estudo também indicou três principais causas para explicar tal avaliação equivocada: (1) a presença de diferentes concepções de Educação Infantil na rede, (2) a falta de articulação entre a Educação Infantil e o Ensino Fundamental, e (3) a falta qualificação dos profissionais que atuam na Educação Infantil (docentes e gestores). Tendo em vista os achados da pesquisa e as reflexões apresentados ao longo desse estudo, propomos um Plano de Ação Educativa (PAE) para a superação dos problemas identificados. Todo o trabalho foi acompanhado por levantamento e revisão bibliográfica sobre a influência do processo histórico e das adequações às legislações nas Creches e pré-escolas no âmbito nacional e municipal.
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ANTEPROJETO DE ARQUITETURA PARA CENTRO DE EDUCAÇÃO E RECREAÇÃO INFANTIL EM IPUAÇU (SC)

ANTEPROJETO DE ARQUITETURA PARA CENTRO DE EDUCAÇÃO E RECREAÇÃO INFANTIL EM IPUAÇU (SC)

A educação infantil tem início no interior da família de uma forma empírica sem conhecimento orientado, com os padrões culturais e valores constituídos, baseados em princípios específicos de cada grupo familiar, porém a vida da criança não se limita no seio ou no interior da família, passa para uma organização maior que é a sociedade onde existe, hábitos e costumes, regras e normas de comportamentos na qual a criança tem que romper com aquela educação particular sobre uma orientação própria, para se adaptar a um outro amplo universo cultural e social (VEIGA, 2005 apud MAIEL).
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CADERNO DE ATIVIDADES DA CRIANÇA

CADERNO DE ATIVIDADES DA CRIANÇA

As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (MEC/SEB, 2010), nos seus artigos 3º e 4º, postulam que “o currículo da Educação Infantil é concebido como um conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade ”; e “as propostas pedagógicas da Educação Infantil deverão considerar que a criança, centro do planejamento curricular, é sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura ” (pág. 12 e 13). Dessa maneira, as unidades de Educação Infantil devem planejar suas ações de maneira a organizar experiências que permitam que as crianças tenham vivências adequadas para elas e que também promovam interações em diversos níveis: com pessoas, conhecimentos e diferentes materiais.
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O Estatuto da Criança e do Adolescente e a função educacional da creche: projeto pedagógico do cuidar e educar, sem escolarizar

O Estatuto da Criança e do Adolescente e a função educacional da creche: projeto pedagógico do cuidar e educar, sem escolarizar

Eu compreendo que o projeto pedagógico de uma instituição, ele é o coração da instituição no sentido que ela vai definir as diretrizes, os objetivos, os procedimentos que vão ser desenvolvidos na ação a criança, aqui no Centro de Convivência Infantil o projeto pedagógico é elaborado por toda a equipe técnica juntamente com a supervisora e as educadoras, este projeto pedagógico, é elaborado anualmente e tendo assim claro quais são as nossas diretrizes em relação à formação das crianças quando cidadã, desenvolver a parte da participação em que realmente essas crianças possam, no espaço que ela tem de educação infantil, desenvolver a parte de estar convivendo em coletividade, desenvolver o respeito pelo outro juntamente com toda parte do que é da questão do desenvolvimento intelectual, da parte sociológica nós temos uma preocupação muito grande no projeto pedagógico com a formação social da criança também. Então eu considero o projeto pedagógico que deva englobar todas essas partes, não só da parte do desenvolvimento no que se refere mais a questão pedagógica no sentido do desenvolvimento intelectual das atividades pedagógicas, mas sim em um projeto que vai favorecer a formação da criança como um todo e seu desenvolvimento integral e a importância que a gente considera da participação da família, embora não haja uma participação efetiva da família na elaboração, mas as famílias compartilham da proposta este projeto pedagógico é apresentado anualmente para as famílias, é discutido e elas acompanham sistematicamente o desenvolvimento deste projeto através de reuniões periódicas com as educadoras, para que possam estar acompanhando quais são as atividades que estão sendo desenvolvidas pelas crianças, elas tem também acesso ao relatório semestral do desenvolvimento da criança naquele período em todos os sentidos, tanto na parte pedagógica, social, emocional e também a parte do desenvolvimento dentro da área da saúde que a gente considera o desenvolvimento físico e motor então elas acompanham efetivamente o desenvolvimento deste projeto embora não haja uma participação delas na elaboração, talvez seja uma coisa pra gente estar pensando também, estar proporcionando, que as famílias possam estar participando deste momento mas atualmente a elaboração do projeto pedagógico da instituição se dá dessa forma.
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Educação ambiental na educação da criança: análise de uma prática docente

Educação ambiental na educação da criança: análise de uma prática docente

A presente pesquisa de mestrado insere-se no Programa de Pós-Graduação em Educação Escolar, na linha de pesquisa Formação do Professor, Trabalho Docente e Práticas Pedagógicas e foi realizada com o objetivo central de investigar as práticas docentes de professoras direcionadas à Educação Ambiental. A pesquisa foi realizada no segundo semestre de 2013 em um Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI), localizado em um município no interior do Estado de São Paulo. As docentes atuam na fase 6, última fase da Educação Infantil, com crianças de 5 e 6 anos, antes do ingresso ao Ensino Fundamental. Esta pesquisa se enquadra na abordagem qualitativa e a opção metodológica adotada para realizar a coleta de dados foi o estudo de caso. Os instrumentos de coleta de informações mais adequados para obter as respostas aos questionamentos dentro dessa abordagem de pesquisa, foram a análise documental, a observação participante e a entrevista semi-estruturada. Na observação participante, um dos instrumentos de coleta de dados utilizados, os passos do método pedagógico propostos pela Pedagogia Histórico-Crítica, serviram de guia no momento da interpretação e análise dos dados. Como resultados da pesquisa, concluímos que há dificuldades em realizar os fundamentos teóricos no trabalho pedagógico em sala de aula, principalmente com relação aos encaminhamentos metodológicos.
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Políticas de Educação Infantil: conquistas, embates e desafios na construção de uma Pedagogia da Infância

Políticas de Educação Infantil: conquistas, embates e desafios na construção de uma Pedagogia da Infância

Sob tal perspectiva, o documento da BNCC (MEC, 2017) afirma que os direitos de aprendizagem devem ser garantidos a partir de um trabalho com os seguintes campos de experiências: 1) o eu, o outro e o nós; 2) corpo, gestos e movimentos; 3) traços, sons, cores e formas; 4) escuta, fala, pensamento e imaginação; 5) espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. Esses campos de experiências devem colocar no centro do projeto educativo os eixos das interações e das brincadeiras, definidos como estruturantes do currículo nas DCNEI (BRASIL, 2010). Os campos não são tratados como divisões de áreas ou componentes curriculares, mas colocam “[...] no centro do projeto educativo o fazer e o agir das crianças, tendo em vista as contínuas e participativas interações de meninos e meninas.” (FOCHI, 2015, p. 221). Ou seja, o modo como as crianças vivem, as situações que enfrentam e as trocas que estabelecem com tudo aquilo que as rodeia no cotidiano pode ser constituidor de experiências. Para tanto, é preciso que seja organizado e sistematizado um currículo que otimize as descobertas e as construções infantis, respeitando as crianças em suas especificidades.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL GIRLIANE CASTRO DE ALMEIDA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL GIRLIANE CASTRO DE ALMEIDA

Essas poucas lembranças me remeteram a enveredar pelas experiências relacionadas à matemática, como por exemplo, os momentos mais constrangedores e traumáticos que aconteceram sempre nas aulas de matemática da 6ª série (atual 7º ano), com um professor que chamávamos de “cavernoso”. Ele era um homem alto, com roupas velhas, largas e barba grisalha. Após corrigir as provas, ele as devolvia em sala, na frente de todos e chamando oralmente pelo nome e nota em ordem crescente. Ver meus amigos sendo chamados um a um por suas notas e torcer para que eu houvesse tirado acima de 7 (era a média da escola) eram momentos de verdadeira tortura. Meu coração “faltava sair pela boca” de tão nervosa que ficava. Quando ele avisava que entregaria as notas na aula posterior muitos colegas faltavam. Foi muito difícil aguentar todo o ano letivo com esse senhor, que se tornou inesquecível. Esse sentimento fez com que eu me distanciasse da matemática nos poucos anos que ainda me restavam na escola. Durante os quatro anos e meio em que cursei Pedagogia na Universidade Federal do Ceará/FACED me dediquei exclusivamente à carreira acadêmica, tive oportunidade de apresentar trabalhos em diferentes encontros, produzir artigos, estagiar em Instituições com Educação Infantil e ser bolsista de extensão do Programa de Alfabetização na Idade Certa (PAIC) no eixo de avaliação externa. A educação passou a ser meu principal assunto e Piaget, Wallon e Vygotsky meus melhores amigos. As aulas me levaram para dentro de mim e me fizeram refletir sobre a atitude de alguns de meus professores da Educação Básica.
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A educação infantil foi para a escola, e agora?: ensaio de uma teoria para a gestão institucional da educação infantil

A educação infantil foi para a escola, e agora?: ensaio de uma teoria para a gestão institucional da educação infantil

A partir da LDBEN (1996), o atendimento em creches e pré-escolas passou a ser regulamentado pela legislação educacional concernente à Educação Básica. O que se observou, desde então, foi que a integração desses estabelecimentos aos sistemas de ensino municipais desconsiderou a especificidade do trabalho pedagógico e administrativo dessas instituições educativas. Este estudo buscou verificar a viabilidade de se ensaiar uma teoria para a gestão de creches e pré-escolas públicas brasileiras, a partir da produção legal e científica do pensamento em gestão educacional e educação infantil. A relevância social deste trabalho justificou-se pela necessidade de ampliar o conhecimento para subsidiar a formação específica dos atores sociais envolvidos com a gestão de instituições da educação infantil no país e, além disso, aproximar dois campos teóricos, a gestão escolar e a educação infantil, ainda pouco explorados conjuntamente pela pesquisa educacional. O material analisado nesta pesquisa foi composto por publicações do Ministério da Educação sobre gestão educacional e educação infantil e por artigos científicos que trataram dessas mesmas temáticas, publicados nos periódicos: “Cadernos de Pesquisa”, “Educação e Sociedade”, “Educação e Pesquisa”, “Revista Brasileira de Educação” e “Pro-Posições”, no período de 1999 a 2009. Para a análise do material, utilizou-se a técnica desenvolvida por Bardin (1995), a Análise de Conteúdo, no modo das categorias temáticas. As abordagens teóricas da pedagogia histórico-crítica e da sociologia das organizações escolares orientaram os percursos de análise promovidos. Os resultados encontrados mostraram que o padrão de gestão presente em creches e pré-escolas brasileiras, na primeira década do século XXI, caracterizou-se pelo hibridismo entre as lógicas gerencial e democrática mostrando, desse modo, que a educação infantil promoveu uma gestão institucional semelhante à encontrada nas escolas dos demais níveis da educação básica. A partir de 2005, com a promulgação da Política Nacional de Educação Infantil, observou-se um movimento nas políticas educacionais de valorização da especificidade do trabalho em educação infantil, fundamentado na Pedagogia da Educação Infantil, defendida pelos pesquisadores desse nível da educação. No entanto, esse aperfeiçoamento em nível legal não foi constatado na prática social de creches e pré-escolas públicas analisadas por esses mesmos pesquisadores. Nesse cenário, concluiu-se que a teoria para a gestão democrática das unidades de educação infantil encontra-se inconclusa no Brasil. Além disso, apontou para a necessidade de maior investigação das relações no interior de creches e pré-escolas e, também, sobre os atores sociais envolvidos nessa prática.
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A Avaliação na Educação Infantil

A Avaliação na Educação Infantil

• Lei de Diretrizes e Bases da Educação (1996), na seção II, em seu artigo 31, inciso I, Lei nº 12.796/2013, referente à Educação Infantil, "(...) a avaliação mediante o acompanhamento e registro do seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental" e ainda no inciso V, sobre o registro da avaliação, “expedição de

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Educação Básica de Nível Médio

Educação Básica de Nível Médio

- 129 -.. A educação vai acontecendo entrelaçada às pressões por outro modelo de sociedade e pela humanização das condições de vida. Conseqüentemente, as políticas de educação deve- rão[r]

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ENTREVISTA COM RITA COELHO

ENTREVISTA COM RITA COELHO

Em junho de 2015, foi instituída portaria criando o Comitê de Assessores para coordenar o processo de elaboração da Base Nacional Comum Curricular. Neste comitê participam as professoras Zilma Ramos de Oliveira (USPRP) e Maria Carmem Silveira Barbosa (UFRGS) como assessoras da Educação Infantil. Simultaneamente, foi instituída portaria criando a Comissão de Especialistas e foram contratados 116 especialistas por área de conhecimento e etapas. Como na educação infantil não trabalhamos por áreas e disciplinas, foram contratados dois especialistas, a professora Silvia Helena Cruz (UFC) e o professor Paulo Sergio Fochi (Unisinos).
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