Consenso Brasileiro

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Nódulo tireoidiano e câncer diferenciado de tireoide: atualização do consenso brasileiro.

Nódulo tireoidiano e câncer diferenciado de tireoide: atualização do consenso brasileiro.

Nódulos tireoidianos são muito frequentes, sobretudo quando se empregam métodos sensí- veis de imagem. Embora o câncer seja proporcionalmente raro, sua incidência vem aumen- tando, especialmente de tumores pequenos, cuja evolução clínica é incerta. A maioria dos pa- cientes com carcinoma diferenciado de tireoide evolui bem quando adequadamente tratada, com índices de mortalidade similares à população geral. Por outro lado, um percentual não desprezível apresenta recidivas e alguns eventualmente não respondem às terapias convencio- nais, evoluindo para óbito. Assim, o desaio é distinguir os pacientes merecedores de condutas mais agressivas e, ao mesmo tempo e não menos importante, poupar a maioria de tratamen- tos e procedimentos desnecessários. Atualizamos o Consenso Brasileiro publicado em 2007, ressaltando os avanços diagnósticos e terapêuticos que os participantes, de diferentes Centros Universitários do Brasil, consideram mais relevantes para prática clínica. A elaboração dessas diretrizes foi baseada na experiência dos participantes e revisão da literatura pertinente. Arq Bras Endocrinol Metab. 2013;57(4):240-64
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II Consenso Brasileiro sobre Helicobacter pylori.

II Consenso Brasileiro sobre Helicobacter pylori.

A฀ Federação฀ Brasileira฀ de฀ Gastroenterologia฀ e฀ o฀ Núcleo฀ Brasileiro฀ para฀ Estudo฀ do฀ Helicobacter,฀ em฀ 2004,฀ decidiram฀ promover฀ o฀ II฀ Consenso฀ Brasileiro฀ para฀Estudo฀do฀ H[r]

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Consenso brasileiro sobre câncer gástrico: diretrizes para o câncer gástrico no Brasil .

Consenso brasileiro sobre câncer gástrico: diretrizes para o câncer gástrico no Brasil .

RESUMO – Racional - No Brasil, o câncer gástrico é o quarto tumor maligno mais frequente entre os homens e sexto entre as mulheres. A causa é multivariada e os componentes de risco conhecidos. Ele tem seu prognóstico e tratamento definidos pela localização e estadiamento do tumor e número de linfonodos ressecados e acometidos. Objetivo - O Consenso Brasileiro sobre Câncer Gástrico foi idealizado pela ABCG com o intuito de emitir diretrizes que possam orientar os profissionais médicos no atendimento aos pacientes portadores desta afecção. Métodos - Foram respondidas e resumidas 43 questões refletindo consenso ou não sobre diagnóstico e tratamento que poderão ser empregadas como orientação para sua abordagem multiprofissional. O método envolveu três etapas. Inicialmente 56 cirurgiões do aparelho digestivo e médicos de especialidades correlatas reuniram-se para formular as perguntas que foram enviadas aos participantes para embasarem as respostas em evidências científicas e na experiência pessoal. Resumos aos temas foram apresentados, discutidos em plenário e votados em duas outras reuniões. Os temas abrangeram 53 perguntas envolvendo: diagnóstico e estadiamento (seis questões); tratamento cirúrgico (35 questões); quimioterapia e radioterapia (sete questões); e anatomopatologia, imunoistoquímica e perspectivas (cinco questões). Considerou-se consenso a concordância de mais de 70% dos votos em cada tema. Resultados - Todas as respostas foram apresentadas e votadas, e em 42 delas houve consenso. Conclusão - Pôde ser elaborado consenso na maior parte das questões que acompanham o atendimento dos pacientes com câncer gástrico, permitindo a elas serem encaminhadas para a confecção de Diretrizes sobre o tema.
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Consenso Brasileiro sobre a Terminologia dos Descritores de Tomografia Computadorizada do Tórax

Consenso Brasileiro sobre a Terminologia dos Descritores de Tomografia Computadorizada do Tórax

These initiatives incited the development of a more far-reaching project, aimed at adding the terminology developed by the Brazilian College of Radiology and Diagnostic Imaging to that established by the Departamento de Imagem da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (Brazilian Society of Pulmonology and Phthisiology Department of Diagnostic Imaging). The latter was charged with expanding the glossaries and incorporating them into a single, detailed document, with a descriptive narrative. The result was the 'Consenso Brasileiro sobre a Terminologia dos Descritores de Tomografia Computadorizada do Tórax' ("Brazilian Consensus on Terminology Used to Describe Computed Tomography of the Chest"), which has come to serve as a reference for both specialties.
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II Consenso Brasileiro em Doença de Chagas, 2015.

II Consenso Brasileiro em Doença de Chagas, 2015.

Grupo de especialistas que participaram da composição do Consenso Brasileiro em Doença de Chagas, 2015 – redação e responsabilidade pelo documento em termos de precisão e integridade: Dias JCP, Ramos Jr AN, Gontijo ED, Ostermayer AL, Shikanai-Yasuda MA, Coura JR, Torres RM, Melo JRC, Almeida EA, Oliveira Jr W, Silveira AC, Rezende JM, Pinto FS, Ferreira AW, Rassi A, Fragata Filho AA, Sousa AS, Filho DC, Jansen AM, Andrade GMQ, Britto C, Pinto AYN, Rassi Jr A, Campos DE, Abad-Franch F, Santos SE, Chiari E, Hasslocher-Moreno AM, Moreira EF, Marques DSO, Silva EL, Marin-Neto JA, Galvão LMC, Xavier SS, Valente SAS, Carvalho NB, Cardoso AV, Costa VM,
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IV Consenso Brasileiro para pesquisa de autoanticorpos em células HEp-2.

IV Consenso Brasileiro para pesquisa de autoanticorpos em células HEp-2.

dade de se acompanhar a evolução cientíi ca, foi realizado o IV Consenso Brasileiro para pesquisa de Autoanticorpos em células HEp-2. O evento reuniu em Vitória - ES 23 estudiosos do assunto, provenientes de diferentes regiões do Brasil, e novamente foram discutidas as dii culdades e os avanços na normatização do teste. O IV Consenso integrou à árvore de decisão o padrão em Anéis e Bastões, o padrão nuclear ponti- lhado quasi-homogêneo (QH) e o padrão misto observado com a presença de anticorpos anti-CENP-F. Discutiu-se ainda a ne- cessidade de atenção para a classii cação do padrão nuclear misto associado à presença de anticorpos anti-DNA topoiso- merase. 9 Foram sugeridas diretrizes no que se relaciona ao
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II Consenso Brasileiro em Paracoccidioidomicose – 2017

II Consenso Brasileiro em Paracoccidioidomicose – 2017

A paracoccidioidomicose (PCM) é uma micose sistêmica, relacionada às atividades agrícolas, com incidência e prevalência subestimadas, pela ausência de notificação em várias Unidades da Federação (UFs). A evolução insidiosa do quadro clínico pode ter como consequência sequelas graves se o diagnóstico e o tratamento não forem instituídos precoce e adequadamente. Ao lado do complexo Paracoccidioides brasiliensis (P. brasiliensis), a descrição de nova espécie, Paracoccidioides lutzii (P. lutzii), em Rondônia, onde a doença alcançou níveis epidêmicos, bem como na região Centro- Oeste e no Pará, constituem-se em desafios para a instituição do diagnóstico e a urgente disponibilização de antígenos que tenham reatividade com os soros dos pacientes. Este consenso visa atualizar o primeiro consenso brasileiro em PCM, estabelecendo recomendações para o manejo clínico do paciente, com base nas evidências conhecidas. São apresentados dados de etiologia, epidemiologia, imunopatogenia, diagnóstico, terapêutica e sequelas, enfatizando-se o diagnóstico e a terapêutica, bem como recomendações e desafios atuais nessa área do conhecimento.
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Primeiro consenso brasileiro para trombólise no acidente vascular cerebral isquêmico agudo.

Primeiro consenso brasileiro para trombólise no acidente vascular cerebral isquêmico agudo.

RESUM O – Est e t ext o apresent a a sínt ese das conclusões do I Consenso Brasileiro para Trombólise no Acident e Vascular Cerebral. Trat ou-se de reunião prom ovida e coordenada pela Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares, com neurologistas especializados em doenças cerebrovasculares, que analisaram e discutiram os requisit os assist enciais e profissionais, bem como as diret rizes e os prot ocolos clínicos, para o uso de t rombólise em pacient es com acident e vascular cerebral isquêmico agudo.

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Consenso Brasileiro sobre antipsicóticos de segunda geração e distúrbios metabólicos

Consenso Brasileiro sobre antipsicóticos de segunda geração e distúrbios metabólicos

Levando-se em conta este cenário, foi realizada, em São Paulo, em março de 2007, uma reunião para elaboração de um Consenso Brasileiro Sobre Antipsicóticos de Segunda Geração e Distúrbios Metabólicos. A reunião contou com especialistas da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO), Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Projeto Esquizofrenia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (PROJESQ), Programa de Esquizofrenia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e o Programa de Esquizofrenia do Serviço de Psiquiatria do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (PRODESQ). A reunião contou com a presença de um psiquiatra independente, contratado para ser o moderador. Cada participante do consenso apresentou um tema preparado com antecedência e, em seguida, o assunto foi discutido por todo o grupo. Este manuscrito foi redigido a partir das apresentações dos autores e de textos enviados pelos mesmos. Foi solicitado que cada um deles escrevesse sua parte com base nas melhores evidências disponíveis. Para a revisão da literatura, os autores fizeram pesquisa no MedLine.
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Consenso brasileiro sobre atividades esportivas e militares e herança falciforme no Brasil - 2007.

Consenso brasileiro sobre atividades esportivas e militares e herança falciforme no Brasil - 2007.

A reunião de consenso brasileiro sobre atividades esportivas e militares e herança falciforme foi realizada no dia 3 de setembro de 2007, no Rio de Janeiro, e reuniu especialistas, representantes das Forças Armadas e de associações de pacientes de doença falciforme. Questões relativas à prática de esporte amador e profissional e do serviço militar foram amplamente discutidas, tendo como base a literatura científica e a experiência de cada um dos participantes. Ao final, algumas recomendações foram assim definidas: 1. O indivíduo portador de traço pode fazer qualquer modalidade de esporte, já que não há dados epidemiológicos consistentes que impeçam a prática de qualquer esporte; 2. Não é necessário fazer triagem para hemoglobinopatias em indi- víduos que queiram praticar esportes, quer de natureza amadora ou profissional; 3. Para servir às Forças Armadas não é necessário fazer teste de triagem para hemo- globinopatias, o que equivale dizer que os portadores de traço falciforme podem servir às Forças Armadas; 4. É fundamental que se esclareça entre os mais diferentes seg- mentos da sociedade que a heterozigose para a hemoglobina S não confere ao seu portador maior risco que a população geral no que tange às atividades físicas, desde que atendidas as condições básicas de hidratação e de descanso. Rev. Bras. Hematol. Hemoter. 2008;30(6):488-495.
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Consenso brasileiro de ronco e apneia do sono: aspectos de interesse aos ortodontistas.

Consenso brasileiro de ronco e apneia do sono: aspectos de interesse aos ortodontistas.

falometria pode auxiliar na identificação de sítios obstrutivos faríngeos, assim como contribuir para a avaliação do espaço posterior da VAS, do com- primento do palato mole, posição do osso hioide, e na verificação do padrão de crescimento e posi- cionamento espacial da maxila e da mandíbula. O presente consenso estabeleceu que a cefalometria não deve ser um exame de rotina para avaliação do paciente com SAOS. Isso significa que não é obrigatória a solicitação de telerradiografia cefalo- métrica. Porém, indica que nos casos de suspeita de dismorfismo craniofacial (anormalidades mor- fológicas craniofaciais), o método preferencial de avaliação é a cefalometria 19 . Devemos lembrar
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I Consenso Brasileiro de Ecoendoscopia.

I Consenso Brasileiro de Ecoendoscopia.

RESUMO – Racional - Ainda que se reconheça a eficiência da ecoendoscopia para o diagnóstico e até mesmo para o tratamento de várias doenças do aparelho digestivo, a sua inclusão nos algoritmos de decisão clínica em gastroenterologia tem sofrido restrições. Este fato é comprovado indiretamente através da existência de vários estudos que se preocuparam em demonstrar o impacto do exame ecoendoscópio na mudança de condutas e na redução de custos. Outra evidência, esta direta e identificável em nosso meio, é a disponibilidade bastante limitada da ecoendoscopia no Brasil. Neste sentido, quiseram-se identificar as situações clínicas em que o exame ecoendoscópico é eficiente, através de revisões sistemáticas, graduando-se o grau da evidência e a força da recomendação, realizadas pelo grupo envolvido com o método em nosso país, apresentadas e votadas na forma de consenso. Método - O grupo de médicos que realiza ecoendoscopia foi formado a partir de informações obtidas junto às sociedades de especialidades e aos fabricantes de equipamentos. A lista de tópicos e perguntas relevantes foi formulada por dois membros do consenso (FMF, CMD), discutida com e distribuída aos consensualistas 5 meses antes da reunião de consenso. Foi solicitado que se realizassem, na medida do possível, revisões sistemáticas e que as respostas fossem apresentadas para a votação com o grau de evidência e a força da recomendação. Nos 2 dias da reunião de consenso, as respostas foram apresentadas, debatidas e votadas. Quando, no mínimo, 70% dos votantes concordaram com o texto da resposta, houve consenso. O relatório final foi submetido a apreciação e aprovado por todos os consensualistas. Resultados - Setenta e nove questões foram debatidas na pré-reunião do consenso, resultando 85 questões que foram então distribuídas. Nos 2 dias da reunião do consenso, 22 participantes debateram e votaram as 85 respostas. O impacto causado pelo exame ecoendoscópico foi comprovado por evidências do nível 1, gerando recomendações grau A e consenso entre os participantes nas seguintes situações: diagnóstico diferencial da lesão subepitelial do tubo digestivo e do espessamento de pregas gástricas, estádio e identificação de lesão irressecável no câncer do esôfago, sinais indiretos de carcinomatose peritonial no câncer gástrico avançado, estádio de linfoma gástrico tipo Malt e estádio do câncer de reto, diagnóstico da litíase da vesícula biliar e do colédoco, diagnóstico da pancreatite crônica, diagnóstico diferencial do nódulo sólido da pancreatite crônica, diagnóstico diferencial do cisto pancreático, resultados do tratamento endoscópico das varizes esofágicas, diagnóstico e estádio do câncer de pulmão não-pequenas células. Conclusão - Já há evidências do melhor nível na literatura médica justificando a utilização do exame ecoendoscópico em várias doenças do sistema digestório e, até mesmo, no câncer do pulmão.
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Consenso brasileiro do tratamento da fibromialgia

Consenso brasileiro do tratamento da fibromialgia

Group II was, therefore, composed by 30 specialists coming from the following societies: Brazilian Rheumatology Society, Brazilian Society for the Study of Pain, Brazilian Medi[r]

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Consenso Brasileiro de Espondiloartropatias: outras espondiloartropatias diagnóstico e tratamento - primeira revisão

Consenso Brasileiro de Espondiloartropatias: outras espondiloartropatias diagnóstico e tratamento - primeira revisão

últimos 20 anos, em virtude do crescente número de pa- cientes que apresentam um diagnóstico provável, mas que não conseguem preencher os critérios diagnósticos para uma doença d[r]

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II Consenso Brasileiro de Tuberculose: Diretrizes Brasileiras para Tuberculose 2004

II Consenso Brasileiro de Tuberculose: Diretrizes Brasileiras para Tuberculose 2004

O uso do BCG é consenso na grande maioria dos países, com diferenças em relação a orienta- ções acerca da faixa etária e número de doses. Apenas dois países (Estados Unidos e Holanda) não adotam seu uso na rotina. A Organização Mundial da Saúde recomenda dose única de BCG, ao nas- cimento. Esta recomendação se baseia na efetivida- de elevada da vacina BCG, para proteção de formas graves de tuberculose em crianças, demonstrados por meio de diversos estudos, sendo esta estraté- gia adotada pela maioria dos países em desenvol- vimento. O Reino Unido e alguns países europeus adotam o uso da vacina BCG em escolares, entre 12 e 13 anos de idade, não reatores à prova tu- berculínica. Baseia-se no fato de oferecer prote- ção contra tuberculose nas faixas etárias conside- radas ainda de baixa incidência. Outra estratégia tem sido o uso de doses repetidas da vacina BCG, variando de duas doses, a exemplo de Portugal e Suíça, até o uso de cinco doses, como Rússia e outros países do Leste europeu. Não há, entretan- to, evidências suficientes de proteção para reco- mendação dessa medida. (3)
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Consenso brasileiro para transplante de células-tronco hematopoéticas para tratamento de doenças autoimunes.

Consenso brasileiro para transplante de células-tronco hematopoéticas para tratamento de doenças autoimunes.

Dentre as dezenas de doenças autoimunes graves e refratárias que tiveram remissão induzida com transplante de células-tronco hematopoéticas (TCTH), autólogo ou alogê- nico, a Reunião de Consenso definiu a esclerose múltipla e a esclerose sistêmica como as únicas doenças, no momento, a merecerem indicação de TCTH em um contexto clínico. A primeira, por acumular uma experiência positiva de apro- ximadamente quinhentos pacientes transplantados em várias partes do mundo, inclusive no Brasil, como revisado a seguir, e a esclerose sistêmica (ES), pela falta de alternativas tera- pêuticas eficientes além do TCTH. O nível de evidência para as duas doenças seria I-B (forte recomendação por um grande número de estudos clínicos não randomizados), a qual poderá ser reforçada e se tornar I-A proximamente quando forem publicados os estudos randomizados que estão sendo condu- zidos na Europa e nos EUA. 1
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Consenso brasileiro de monitorização e suporte hemodinâmico - Parte V: suporte hemodinâmico.

Consenso brasileiro de monitorização e suporte hemodinâmico - Parte V: suporte hemodinâmico.

Supervisor CTI Hospital Israelita Albert Einstein (São Paulo-SP); Gilberto Friedman, Editor Chefe da Revis- ta Brasileira de Terapia intensiva; Médico do Hospital de Clínicas [r]

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Primeiro consenso brasileiro do tratamento da fase aguda do acidente vascular cerebral.

Primeiro consenso brasileiro do tratamento da fase aguda do acidente vascular cerebral.

O tratamento trombolítico exige controle rigoro- so da PA (vide sessão 3 deste consenso, Tabela 2). A infusão do rt-PA deve ser realizada segundo alguns preceitos estabelecidos. Após checar os critérios de inclusão e exclusão, conseguir dois acessos venosos periféricos. Evitar punção venosa central ou punção arterial antes da trombólise até após 24 horas des- ta. Evitar a sondagem vesical previamente a trom- bólise, até após 30 minutos. A passagem de sonda nasogástrica deve ser evitada antes e nas 24 horas após a trombólise. Estando todos os pontos em con- formidade, administrar o rt-PA na dose total de rt- PA = 0,9 mg/kg, até um total de 90 mg. Injetar 10% da dose em bôlus EV, e o restante em 60 minutos, se possível com bomba de infusão. Durante a infusão, o paciente deverá estar monitorado para quaisquer mudanças no quadro neurológico, sinais vitais, ou evidência de sangramento. Alguns cuidados são es- senciais após a infusão do rt-PA. O paciente deve ser monitorizado em unidade de terapia intensiva por 24 horas. Não se deve aplicar heparina, heparinóides ou antiagregantes plaquetários nas primeiras 24 horas (maior risco de sangramento). Não se deve puncionar artérias ou realizar procedimentos inva- sivos nas primeiras 24 horas. O tratamento e a in- vestigação devem prosseguir para que não se corra o risco de um novo AVC por não se identificar a etiologia do atual.
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Consenso brasileiro de ronco e apneia do sono: aspectos de interesse aos ortodontistas

Consenso brasileiro de ronco e apneia do sono: aspectos de interesse aos ortodontistas

Sleep-related respiratory disorders are clas- sified as follows: central sleep apnea syndrome (CSAS), obstructive sleep apnea syndrome (OSAS), sleep-related hypoventila[r]

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Tratamento da doença de Gaucher: um consenso brasileiro

Tratamento da doença de Gaucher: um consenso brasileiro

A doença de Gaucher (DG) é um erro inato do metabolismo do grupo dasdoençaslisossômicasde depósito, sendo a maisfreqüente do referi- do grupo. É de herança autossômica recessiva, portanto com risco de 25% a cada gestação de casal heterozigoto. A doença é resultante da deficiência da beta-glicosidase ácida ou beta-glicocerebrosidase, que leva ao acúmulo de glicolipídios nos macrófagos principalmente em baço, fígado, medula óssea e pulmão. As manifestações clínicas ou fenotípicas da DG vão depender do grau de deficiência da enzima, existindo três tipos: Tipo I, for ma não neuropática, afeta crianças e adultos com hepatoesplenomegalia, anemia, trombocitopenia, leuco- penia e lesõesósseas; Tipo II, for ma neuropática aguda, afeta crianças com 4-5 mesescom quadro neurológico grave, hepatoesplenomegalia e comprometimento pulmonar e o Tipo III, forma neuropática crônica, afeta crianças e adolescentes com quadro neurológico menos grave que o Tipo II e ainda pode comprometer fígado, baço e ossos. Um grupo de catorze médicoscom experiência no tratamento da DG com reposi- ção enzimática realizaram extensa revisão da literatura, confronta- ram com osdadosevolutivosdospacientesbrasileirosechegaram a um consenso quanto aos critérios para iniciar o tratamento, a dose da enzima efreqüência dasinfusões, do acompanhamento ambulatorial, laboratorial eradiológico. O Grupo Brasileiro deEstudosem Doença de Gaucher e outras Doenças de Depósito Lisossômico (GBDDL) tem o objetivo deestabelecer diretrizespara o diagnostico, tratamento eacom- panhamento depacientescom doença deGaucher no Brasil. Esta inicia- tiva pioneira visa uniformizar a conduta no paíscom relação ao trata- mento de DG com reposição enzimática, tratamento de alto custo po- rém de grande eficácia. Rev. bras. hematol. hemoter. 2003; 25 (2):89-95.
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