Controle químico

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CLODOALDO FADANI ANDRIOLLI CONTROLE QUÍMICO DA PODRIDÃO DE GIBERELA EM ESPIGAS DE MILHO PELA APLICAÇÃO DE FUNGICIDA NO

CLODOALDO FADANI ANDRIOLLI CONTROLE QUÍMICO DA PODRIDÃO DE GIBERELA EM ESPIGAS DE MILHO PELA APLICAÇÃO DE FUNGICIDA NO

1. Zea mays. 2. Gibberella zea. 3. Controle químico. 4. Grãos ardidos. I. Andriolli, Clodoaldo Fadani. II. Casa, Ricardo Trezzi. III. Universidade do Estado de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Produção Vegetal. IV. Título

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Controle químico de doenças foliares na cultura do arroz irrigado.

Controle químico de doenças foliares na cultura do arroz irrigado.

Diversos estudos têm sido conduzidos com o objetivo de verificar a resposta ao controle químico de doenças na cultura do arroz. A aplicação de fungicidas de parte aérea tem se mostrado uma medida eficaz para controle dessas doenças, como observado por Ottoni et al (2000), que obtiveram controle eficiente de mancha-parda pela aplicação de fungicidas na cultivar Maravilha. A aceitação dessa prática pelos produtores deve-se à maior estabilidade na produção, aumento da qualidade de grãos e ao consistente retorno econômico.

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Produtividade da batata em função da irrigação e do controle químico da requeima.

Produtividade da batata em função da irrigação e do controle químico da requeima.

Objetivou-se com esse trabalho determinar o efeito de diferentes níveis de irrigação e controle químico na produtividade e ocorrência de requeima na cultura da batata, cultivar “ Asterix” , em Santa M aria, RS. O s experimentos foram realizados no Departamento de Fitotecnia da U niversidade Federal de Santa Maria, o primeiro no verão de 2005/2006 e o segundo no outono de 2006. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, com quatro repetições. U tilizou-se o sistema Blitecast para determinar o momento da aplicação de fungicidas, através do acúmulo de valores de severidade (VS). A irrigação foi realizada por aspersão, utilizando-se a dotação de 1,0 ETm, 0,75 ETm, 0,50 ETm e sem irrigação (Test). Os resultados mostraram que em períodos relativamente secos, com temperatura alta, a produtividade foi aumentada pela irrigação, sobretudo quando a necessidade hídrica da cultura foi atendida plenamente com a reposição de 100% da ETm. Em períodos úmidos a produtividade foi influenciada pela eficiência no controle da requeima. O sistema Blitecast com acúmulo de 18 valores de severidade (Bli18) foi o mais eficiente para o controle da requeima da batata. A irrigação realizada em intervalos de pelo menos três dias, não exerceu influência significativa sobre a incidência e o desenvolvimento da requeima.
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Controle químico de nematoides em canaviais implantados com Tecnologia Plene

Controle químico de nematoides em canaviais implantados com Tecnologia Plene

Com relação à produtividade, as médias do segundo experimento, na Tabela 8, mostram que todos os tratamentos somaram incremento de produtividade em até 40 toneladas por hectare, mas somente o tratamento combinado com abamectina e carbofurano nas doses 75 e 1.050 g / ha, respectivamente, diferiu estatisticamente do tratamento-testemunha. Esses dados comprovam observações feitas por Dinardo-Miranda (1990), que constatou que a infestação de P. zeae promoveu reduções significativas de produção. Embora não diferente estatisticamente, esses incrementos de produtividade corroboram os resultados obtidos por Halbrent; James (2003), que afirmam que a utilização de controle químico é uma importante ferramenta para a manutenção produtiva em áreas infestadas.
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Controle químico de Typha subulata em dois estádios de desenvolvimento.

Controle químico de Typha subulata em dois estádios de desenvolvimento.

Em países como Estados Unidos, Canadá e Nova Zelândia, as plantas aquáticas e os métodos para o seu controle vêm sendo estu- dados há muitos anos. O controle químico, com uma grande variedade de herbicidas, já foi testado de maneira isolada ou associado a ou tras práticas, selecionando- se aqu eles produtos que proporcionaram controle sem acarretar prejuízos ao habitat natural dessas plantas ou mesmo a peixes e outros organis- mos aquáticos.

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Controle químico de Rottboellia exaltata em cana-de-açúcar.

Controle químico de Rottboellia exaltata em cana-de-açúcar.

O grau de interferência das plantas dani- nhas na cultura depende de diversos fatores relacionados à comu nidade infestante, à própria cultura, à época e à duração do período de convivência (Pitelli, 1985; Constantin, 1993; Kuva et al., 2000). O período crítico da cultura da cana-de-açúcar devido à concor- rência de plantas daninhas manifesta-se, em média, até 90 dias após a emergência (Kuva et al., 2003, 2001). O controle químico é mais eficiente nesse período através da utilização de herbicidas em pré-emergência, logo após o plantio e em área total, e/ou em pós-emer- gência, em aplicação dirigida ou em área total, conforme seletividade do herb icida (Mascarenhas et al., 1995).
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Controle químico da losna em plantio direto de trigo.

Controle químico da losna em plantio direto de trigo.

A losna (Artemisia verlotorum) é uma planta daninha com alta capacidade de rebrota de seus rizomas e tolerante à maioria dos herbicidas, principalmente os de contato, o que dificulta consideravelmente o seu controle químico e mecâ- nico. Areas naturalmente infestadas com essa planta foram tratadas com glifosate e 2,4-D, em diferentes doses combi- nadas entre si. O glifosate foi mais eficiente que o 2,4-D. O 2,4-D não apresentou efeito sobre a losna aos 90 dias após sua aplicação. O glifosate apresentou um efeito mais prolon- gado que o 2,4-D, reduzindo o número de plantas vivas até os 90 dias após sua aplicação. A aplicação das doses inter
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Controle químico da ferrugem alaranjada na cultura da cana-de-açúcar

Controle químico da ferrugem alaranjada na cultura da cana-de-açúcar

A cultivar SP813250 apresentou comportamento intermediário à expressão de sintomas, com indicações da sua viabilidade de emprego como estratégia de controle da ferrugem alaranjada da cana-de-açúcar. Entretanto, conforme relatado por Araújo (2013), como a severidade das ferrugens em cana-de-açúcar, incluindo a alaranjada, é favorecida não só pelas condições climáticas, mas também por solos mais pesados e férteis, adubação nitrogenada, fertirrigação com vinhaça, utilização de torta de filtro e colheita tardia, os genótipos de resistência intermediária, como a cultivar SP813250, podem, em muitos casos, apresentar níveis epidêmicos diferenciados, sendo recomendado, em algumas condições, o uso de controle químico. Além do mais, o cultivo desse genótipo deve ser evitado em condições de manejo que favoreçam a ocorrência da doença.
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Controle químico do aguapé (Eichhornia crassipes).

Controle químico do aguapé (Eichhornia crassipes).

Vários trabalhos realizados por diferentes pesquisadores têm comprovado a eficiência do controle químico e a sua segurança sobre orga- nismos aquáticos através do uso de diversos herbicidas: 2,4 D (Joyle & Sikka, 1977; Selvan & Lall, 1981; Martins et al., 1999), glyphosate (Van et al., 1987; Martins et al., 1999), diquat (Martins et al., 1999) e imazapyr (Martins et al, 1999). No entanto, no Brasil, onde não existem herbicidas registrados comercialmente para plantas aquáticas, poucas informações podem ser obtidas para o controle desta planta daninha aquática, como as de Martins et al. (1999).
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Controle Químico do Crestamento Gomoso do Caule em Melancia

Controle Químico do Crestamento Gomoso do Caule em Melancia

provocam danos e redução na produtividade e na qualidade dos frutos, haja vista que uma pequena mancha na casca leva ao descarte do fruto para o mercado, além de elevar o custo de produção com o uso excessivo de defensivos (César & Santos, 2001). Dentre as doenças, o crestamento gomoso do caule [Didymella bryoniae (Auersw) Rehm] é uma das principais (Santos et al. 2003). Os sintomas incluem cancro no caule, queima das folhas e também pode provocar apodrecimento de frutos (Schenck, 1968). A doença vem despertando preocupação também nos perímetros irrigados do nordeste (Dias et al. 1996), e em outros países como nos Estados Unidos (Schenck, 1960; Sitterly & Keinath, 1996; Keinath & Duthie, 1998; Everts, 1999) e no Caribe tropical (Bala & Hosein, 1986). O agente causal é o fungo D. bryoniae [=Mycosphaerella citrullina (C.O. Sm.) Gross.], anamorfo Ascochyta cucumis Fautrey & Roum [=Phoma cucurbitacearum (Fr.) Sacc.)], e tem como hospedeiro diversas espécies dos gêneros Citrullus, Cucumis, Cucurbita, e outros (Keinath, 1995). Figueiredo & Cardoso (1964) registraram a doença no Brasil. Existem poucas cultivares de espécies de cucurbitáceas com boa aceitação comercial resistentes a este patógeno (McGrath et al. 1993; Sumner & Hall, 1993; Wehner & Amand, 1993; Dias et al. 1996) e o controle da doença é feito principalmente com fungicidas (Keinath, 1995). A baixa eficiência do controle químico tem sido atribuída à rápida infecção das folhas por D. bryoniae (Van Steekelenburg, 1985; Arny & Rowe, 1991), ou à resistência a determinados princípios ativos (Malathrakis & Vakalounakis, 1983).
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Efeito de pontas de pulverização no controle químico da ferrugem da soja.

Efeito de pontas de pulverização no controle químico da ferrugem da soja.

RESUMO: O controle químico eficiente da ferrugem asiática da soja depende da correta seleção da ponta de pulverização. Este trabalho teve o objetivo de avaliar o efeito da utilização de diferentes pontas de pulverização na aplicação de fungicida para o controle da ferrugem da soja. O ensaio foi conduzido no delineamento em blocos ao acaso, com quatro repetições, em esquema fatorial (4 x 2) + 1: quatro tipos de ponta de pulverização (jato plano defletor duplo, jato plano duplo com pré- orifício e jato cônico vazio com e sem indução de ar), dois volumes de aplicação (150 e 200 L ha -1 ) e um tratamento adicional que não recebeu fungicida. Realizou-se a semeadura direta da cultivar de soja M-SOY 8008 (ciclo precoce), avaliando-se, após a aplicação do fungicida tebuconazole, a deposição de calda no dossel da cultura, a severidade da ferrugem, o grau de desfolha e a produtividade. Concluiu-se que não houve influência dos tipos de pontas de pulverização e dos volumes de calda no controle da ferrugem. Na parte inferior do dossel, a cobertura proporcionada com a utilização das quatro pontas foi inferior a 7% da área, sendo, portanto, necessário buscar estratégias que incrementem essa deposição. O fungicida reduziu a severidade da ferrugem da soja, o que refletiu na produtividade, que foi, em média, 157% superior à obtida na testemunha.
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Controle Químico do Trevo-Branco na Cultura da Soja

Controle Químico do Trevo-Branco na Cultura da Soja

RESUMO - O trevo-branco apresenta tolerância a diversos herbicidas, o que torna difícil o controle químico dessa espécie durante o estabelecimento da cultura da soja. Os objetivos desta pesquisa foram selecionar herbicidas utilizados em pós-emergência que controlam o trevo-branco na cultura da soja e conhecer os efeitos desse controle na produtividade da soja. Foram avaliados sete herbicidas aplicados em pós-emergência, com ou sem aplicação sequencial de glyphosate, e dois tratamentos testemunhas (sem controle e controle total do trevo-branco). Os herbicidas glyphosate (com duas aplicações sequenciais), fomesafen (com aplicação sequencial de glyphosate), chlorimuron-ethyl e lactofen apresentaram controle satisfatório do trevo-branco (acima de 80%). A menor eficiência de controle resultou em menor produção da cultura da soja.
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Controle químico de melão-de-são-caetano em área de cana-soca.

Controle químico de melão-de-são-caetano em área de cana-soca.

fornecedores depararam-se com algumas adversidades no controle de plantas daninhas nos últimos anos. Primeiro a palha, oriunda do corte sem queima da cana-de-açúcar, associada à aplicação de herbicidas residuais em pré-emergência e depois o aumento da infestação de espécies de trepadeiras, como melão-de- são-caetano e corda-de-viola (Ipomoea spp. e Merremia spp.). A dificuldade de manejo destas plantas não está na mortalidade da planta ou plântula tratada, mas, no efeito residual de controle do herbicida para que sejam impedidos novos fluxos de emergência da planta daninha. Nas infestações tardias, fora do período crítico de prevenção da interferência, a colheita mecanizada da cana é comprometida.
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Controle químico de brilhantina (Pilea microphylla) no cultivo de orquídeas.

Controle químico de brilhantina (Pilea microphylla) no cultivo de orquídeas.

A utilização de herbicidas no controle de plant as danin has em culti vo de orquídeas, aliada a outras práticas de controle, pode vir a ser uma alternativ a importante. Contudo, a lit era tur a car ece de tra balhos especí fic os. Avaliando a seletividade e a eficácia de diver- sos herbicidas para controle da brilhantina em cultivo de bromélias, Freitas et al. (2004) veri- ficaram que o oxyfluorfen controlou com efi- ciência as plantas de brilhantina em aplicação

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Controle químico de arroz-vermelho na cultura do arroz irrigado.

Controle químico de arroz-vermelho na cultura do arroz irrigado.

RESUMO - A ocorrência de arroz-vermelho (Oryza spp.) em áreas de arroz irrigado reduz a produtividade de grã os da lavo ura e a qualida de do produto colh ido. Em vista disso, desenvolveu-se um experimento com o objetivo de comparar duas ferramentas para controle do arroz-vermelho: uma usando o Sistema Clearfield e outra utilizando doses elevadas de clom azone em sementes tratadas com protetor para supress ão de arroz-v ermelho . Os tratamentos constituíram-se de uma testemunha, sem aplicação de herbicida, três referentes à aplicação da mistura formulada (75 g i.a. ha L -1 de imazethapyr + 25 g i.a. ha L -1 de imazapic)
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Controle químico de patógenos e desempenho fisiológico de sementes de amendoim

Controle químico de patógenos e desempenho fisiológico de sementes de amendoim

recomendado (SILVA, 1989). Este fato não é caracterizado pelo teste de emergência de plântulas em campo, pois sob condições naturais, ou seja, o solo como substrato e a presença e movimentação da água, colabora para reduzir a concentração do produto químico em contato com as sementes, que a princípio não ocorre no substrato de papel. Efeitos fitotóxicos do fungicida carbendazin + thiram (Vitavax-thiram) foram observados em sementes de milho quando o substrato para a condução dos testes foi o papel, enquanto no teste de emergência de plântulas em campo, a fitotoxidade não foi observada (CICERO et al., 1990).
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Controle químico dos restos culturais do algodoeiro resistente ao glifosato

Controle químico dos restos culturais do algodoeiro resistente ao glifosato

A eliminação dos restos culturais do algodoeiro após a colheita é fundamental para a qualidade fitossanitária e sustentabilidade da cotonicultura. A destruição mecânica geralmente não condiz com os princípios do sistema plantio direto, e o controle por meio de herbicidas é pouco estudado no Brasil. Objetivou-se com este estudo avaliar a eficiência da destruição química dos restos culturais do algodoeiro geneticamente modificado para resistência ao glifosato. O estudo foi conduzido em três ambientes do cerrado, sendo dois em Santa Helena de Goiás (SHGO), nos anos de 2013 e 2014, e um em Luís Eduardo Magalhães (LEM-BA), em 2014. Em cada um dos três ambientes foi instalado um experimento no delineamento de blocos ao acaso, com quatro repetições. Cada experimento constou de diferentes associações de herbicidas e uma testemunha sem controle. A porcentagem de rebrota variou entre os três ambientes. Duas aplicações sequenciais de 2,4-D amina, cada uma com 1.000 g ha -1
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CONTROLE QUÍMICO DO BIOFILME DENTAL

CONTROLE QUÍMICO DO BIOFILME DENTAL

Clorexidine, ainda considerado o grande trunfo no controle da placa, tem efeitos colaterais locais que contra-indicam seu uso a longo prazo (GAFFAR; AFFLITO; NAM, 1997) 0 dentifr[r]

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Tripés em roseiras: identificação, monitoramento e controle químico

Tripés em roseiras: identificação, monitoramento e controle químico

Os tripes (Thysanoptera) são importantes pragas em cultivos protegidos, principalmente de plantas ornamentais e hortícolas. Dentre os problemas enfrentados pelos produtores de roseiras, estão a dificuldade de seu controle com o uso de produtos fitossanitários devido à preferência pelas partes internas das flores e a evolução de resistência, pois há um número limitado de produtos registrados para a cultura. Objetivou-se avaliar a ação inseticida de produtos fitossanitários possíveis de serem utilizados para o controle de Frankliniella spp. em roseiras, sob cultivo protegido. O experimento foi conduzido na Empresa Reijers Produção de Rosas, Unidade São Benedito/CE, Fazenda Lagoa Jussara, durante maio de 2014, em plantio de roseiras pertencentes d a cultivar „Anna-Karenina‟ com 4 anos de idade. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com dez tratamentos e quinze repetições, incluindo a testemunha sem aplicação de produtos fitossanitários. Os tratamentos: T1: Óleo de Neem emulsionado (Azadiractina); T2: Espinosade; T3: Piriproxifem e xileno; T4: Tiametoxam e lambda-cialotrina; T5: Lufenurom; T6: Imidacloroprido e beta-ciflutrina; T7: Buprofezina; T8: Clorfenapir; T9: Cloridrato de formetanato; T10: Testemunha (água) foram aplicados com um pulverizador costal com capacidade de 50 L de calda. As avaliações foram realizadas 24, 48 e 72 horas após a aplicação dos tratamentos (AAT), por meio da contagem direta de ninfas e adultos em 30 botões florais (15 botões analisados direto no campo e 15 individualizados em copos plásticos de 300 mL e analisados em ambiente controlado) por tratamento. Os dados referentes à mortalidade dos insetos foram transformados em arco-seno [(x/100) 0,5 ] e submetidos à análise de variância (ANOVA), sendo as médias comparadas pelo teste Scott- Knott ao nível de 5% de probabilidade. De maneira geral, os produtos fitossanitários estudados causaram mortalidade em condições de extremas, ou seja, no interior dos botões florais fechados permitindo ampliar as alternativas (quando oficialmente registrados) para o controle de Frankliniella spp., em roseiras sob cultivo protegido.
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Controle químico de Panicum repens e Paspalum repens.

Controle químico de Panicum repens e Paspalum repens.

Para o imazapyr, as duas doses causa- ram redução inferior à proporcionada pelo glyphosate, caracterizando assim a inefi- ciência deste produto no controle das plantas de Panicum repens. As parcelas de Paspalum repens tratadas com o herbicida imazapyr apresentaram grande redução de biomassa, com resultados semelhantes aos do glyphosate, porém este apresentou controle mais rápido. Tal fato pode ser explicado pela ação mais Tabela 3 - Avaliações visuais de controle de plantas de Paspalum repens em diferentes épocas após aplicação de herbicidas.

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