educação a distância

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A educação a distância e a formação de professores.

A educação a distância e a formação de professores.

universidades em torno do tema da educação a distância. Lembrou que essa febre já havia provocado males no passado, especialmente nos Es- tados Unidos, onde, em 1880, Thomas J. Foster criou a Internacional Correpondence Schools, uma escola por correspondência que recrutou mais estudantes do que os estabelecimentos de ensino superior e de formação profissional juntos e obteve rendimentos anuais superiores a setenta milhões de dólares. Tratava-se de uma instituição que vinha do meio comercial, mas o seu êxito não demorou a atrair a atenção das universidades. Várias delas iniciaram, em 1890, um processo seme- lhante, com justificativas de ordem pedagógica que poderiam constar nos textos de hoje sem provocar a mínima dissonância (uma ferramen- ta mais barata, de melhor qualidade, que respeita o ritmo individual dos alunos etc. etc. etc.). Depois de algumas décadas (sim, pois nesses projetos os problemas são realmente percebidos depois de algumas dé- cadas), essas iniciativas deixaram um saldo negativo composto por pu- blicidade enganosa, precarização do trabalho docente e mercantilização do ensino. O indicativo maior da falência do modelo foi uma taxa de evasão de aproximadamente 90%. Uma evasão que gerava lucros, pois os alunos eram obrigados a pagar, no todo ou em parte, adiantado.
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A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO BRASIL E NO MUNDO

A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO BRASIL E NO MUNDO

Vários estudos têm sido realizados para comparar a qualidade e os resultados da Educação a Distância com a educação presencial. Um amplo estudo de metanálise (MEANS et al, 2010), encomendado pelo Departamento de Educação dos Estados Unidos, desenvolveu uma pesquisa sistemática na literatura entre 1996 e 2008, identificando mais de mil estudos empíricos sobre aprendizagem on-line. A metanálise concluiu que, em média, os alunos em condições de aprendizagem on-line tiveram desempenho modestamente superior quando comparados àqueles que receberam ensino presencial.
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EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: A APRENDER ONLINE

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: A APRENDER ONLINE

Cada vez mais as informações são partilhadas online, de modo que cresce o número de profissionais que alimentam esse sistema e é expressiva a quantidade de pessoas em toda a parte do mundo que depende da informação digital para trabalhar e se comunicar com os outros. A economia da sociedade atual esta conectada online e é sob esse contexto que a Educação a Distância se redefine. Para Moran (2003, p.39), “A educação online está em seus primórdios e sua interferência se fará notar cada vez mais em todas as dimensões e níveis de ensino.”. De acordo com o autor, esse novo paradigma nos traz questões específicas com desafios novos, como por exemplo a formação a distância em locais aonde o presencial não dá conta, ou levaria muito tempo para atingir um número muito grande de alunos em pouco tempo. “É difícil organizar cursos presenciais simultaneamente para 7000 professores.” (MORAN, 2003, p.39).
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Resistência à educação a distância na educação corporativa.

Resistência à educação a distância na educação corporativa.

Embora a resistência às tecnologias seja um problema frequente nas empresas, as pesquisas nessa área são fragmentadas, não cumulativas e raras na literatura. O objetivo desta pesquisa foi identificar e analisar as principais dimensões de resistência à educação a distância (EAD) na educação corporativa (EC). Uma estrutura teórica que visou explicar a resistência à EAD na EC foi desenvolvida e testada. As hipóteses iniciais foram testadas e os resultados mostraram que, na amostra pesquisada, as dimensões Autoeficácia e Expectativa de Desempenho influenciam direta e positivamente a resistência à EAD na EC, e as dimensões Expectativa de Esforço, Condições Facilitadoras, Interatividade e Comunicação são construtos antecedentes à Expectativa de Desempenho. Este estudo poderá auxiliar a implantação e ges- tão de cursos a distância, principalmente em organizações do setor público, incluindo universidades.
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Resistência à educação a distância na educação corporativa

Resistência à educação a distância na educação corporativa

Embora a resistência às tecnologias seja um problema freqüente nas empresas, as pesquisas nessa área são fragmentadas, não-cumulativas e raras na literatura. Atualmente, a resistência à Educação a Distância [EAD] é um problema significativo, embora tal tecnologia de ensino tenha elevados índices de crescimento em vários países. O objetivo desta pesquisa foi identificar e analisar as principais dimensões de resistência à EAD na Educação Corporativa [EC]. Após revisão bibliográfica de temas como EC a Distância, Resistência às Tecnologias e Teoria Unificada de Aceitação e Uso de Tecnologias [UTAUT], foi desenvolvida e testada uma estrutura teórica que visou explicar a Resistência à EAD na EC. As hipóteses iniciais desta pesquisa defenderam que tal resistência é causada por oito fatores: Auto-Eficácia, Competência em TI, Expectativa de Desempenho, Expectativa de Esforço, Influência Social, Condições Facilitadoras, Interatividade e Comunicação Interna. A partir da técnica de Modelagem de Equações Estruturais, as hipóteses iniciais foram testadas e os resultados mostraram que, na amostra pesquisada, as dimensões Auto-Eficácia e Expectativa de Desempenho influenciam direta e positivamente a Resistência à EAD na EC, e as dimensões Expectativa de Esforço, Condições Facilitadoras e Interatividade são construtos antecedentes à Expectativa de Desempenho. Tais resultados podem servir de subsídio na tomada de decisões gerenciais sobre implementação e manutenção de cursos à distância. Do ponto de vista teórico, foi criada e validada uma escala de Resistência à EAD, bem como elaborada uma estrutura teórica de Resistência à EAD na EC – a estrutura READEC. Por fim, são apresentadas sugestões para futuras pesquisas.
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A interação na educação a distância: implicações da comunicação mediada por computadores

A interação na educação a distância: implicações da comunicação mediada por computadores

consenso entre os autores da educação a distância o fato de que a elaboração pedagógica do conteúdo é um elemento crítico para o sucesso de um programa a distância, isso não extingue os [r]

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A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO BRASIL E NO MUNDO

A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO BRASIL E NO MUNDO

Para Otto Peters (2001; 2004), a Educação a Distância, sobretudo nas décadas de 60 e 70, possuía características industriais, com divisão de trabalho, economia de escala e processos de produção tipicamente industriais. Os primeiros interessados no ensino a distância foram empresários que queriam lucrar, não necessariamente educar. Teria ocorrido, então, uma revolução nos métodos de ensino e aprendizagem, através da divisão e do planejamento do trabalho, tendo o ensino se tornado mecanizado (e mais tarde automatizado), padronizado, normatizado, formalizado, objetivado, otimizado e racionalizado. O ensino torna-se, em suma, industrializado, produzido e consumido em massa, através da alienação tanto do docente quanto do discente, e da utilização de uma linguagem não-contextualizada. Este modelo fordista, para Peters, deveria ser considerado ultrapassado.
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GESTÃO EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UM

GESTÃO EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UM

Uma prática gerencial que contribui para a qualidade do curso é a abertura e o incentivo para a realização de pesquisas que tenham como objeto de análise o curso sobalguma das suas múltiplas dimensões e aspectos. Até o momento, sobre o tema foram defendidas ao menos cinco teses e dissertações no PPEGC, sete dissertações no Programa de Pós- Graduação em Gestão Universitária (PPGAU) e mais de dez teses e dissertações no Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGA). Percebe-se que os gestores têm uma visão que vai além do ensino, e muitos deles seguem, como linha de pesquisa, a educação a distância no contexto da gestão universitária. O gestor A destaca que, embora poucas das sugestões de pesquisas sejam efetivamente implementadas, sempre há a alteração em algum processo ou mesmo na postura dos gestores diante de determinadas situações. Para ilustrar, ele relembra o caso de uma tese na qual ficava evidenciada a importância, para os alunos, de conhecer o tutor pessoalmente e como essa relação contribuiria para a permanênciado estudante no curso. Após assistir àdefesa do trabalho e conhecer esses dados, o gestor comenta que passou a incentivar a ida de tutores aos polos sempre que possível.
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A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO BRASIL E NO MUNDO

A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO BRASIL E NO MUNDO

A experiência do SENAC com EaD, entretanto, continua até hoje. Em 1976, foi criado o Sistema Nacional de Teleducação, centrado no ensino por correspondência, mas que realizou também algumas experiências com rádio e televisão. Em convênio com outras instituições, o SENAC desenvolveu também, a partir de 1983, uma série de programas radiofônicos sobre orientação profissional na área de Comércio e Serviços, denominados “Abrindo Caminhos”. A partir de 1988, o Sistema foi informatizado e, em 1995, foi criado o CEAD - Centro Nacional de Educação a Distância (CEAD).
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Com educação a distância se vai ao longe*

Com educação a distância se vai ao longe*

Ainda na década de 1980, a Escola adotou a mídia impressa para a oferta de cursos a distância. Em 2004, já com o advento da Internet, foi criada a Coordenação-Geral de Educação a Distância, com o início das atividades de sua Escola Virtual no mesmo ano. Entre os objetivos da EAD na ENAP encontram-se a democratização do acesso ao conhecimento, o autodesenvolvimento do servidor, o desenvolvimento de competências institucionais e a otimização de custos. Os números abaixo representam o desenvolvimento da EAD na Escola 4 .

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Momentos da educação a distância no Brasil

Momentos da educação a distância no Brasil

Se hoje a Educação a Distância é compreendi- da como modalidade que tem forma própria de fazer e intervir na educação, por outro lado não há por que negá- Ia como estratégia desenvolvida[r]

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A gestão da inovação na educação a distância.

A gestão da inovação na educação a distância.

Resumo: A reflexão sobre o processo de inovação no setor educacional envolve uma série de componentes que, da perspectiva da Engenharia de Produção, são sistematizados e possibilitam um considerável lucro e valor para as instituições. A sedimentação deste processo no planejamento estratégico e no modelo de negócio da instituição depende da postura dos gestores e da equipe de profissionais, que devem promover a quebra de paradigmas e a constituição de um novo modelo de negócio para a Educação a Distância (EAD). Descrevem-se, neste trabalho, alguns pontos fundamentais para a análise da inovação em EAD que envolve os subsistemas e componentes do planejamento estratégico, tais como: as fontes de conhecimento; a criação; a transmissão; a interação; o aluno; e o ambiente de aprendizagem. A inclusão da gestão da inovação nas instituições educacionais prevê a prospecção de algumas regras para a adequação do modelo de negócio, incentivado e balizado nos indicativos de proposição de valor, cadeia de suprimentos e nas características do cliente-alvo que garantem o sucesso de todo o processo. Além desses parâmetros de adequação, é necessário atingir um alto nível de envolvimento dos gestores e da equipe de docentes e técnicos para a implementação da inovação na organização. No Brasil, espera-se que os especialistas e as políticas públicas contemplem, em seus modelos de EAD, projetos de inovação com alto grau de flexibilidade e criatividade, que permitam a integração de saberes, a capacitação de equipes multidisciplinares e o uso racional de tecnologias de informação e comunicação para o compartilhamento igualitário do conhecimento.
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Educação a distância na ótica discente.

Educação a distância na ótica discente.

Este artigo apresenta parte das reflexões desenvolvidas durante uma pesquisa de doutorado que buscou respostas à questão: o que revelam os discursos de estudantes veteranos dos cursos de licenciatura em física e em pedagogia da Universidade Estadual de Maringá, Paraná, a respeito da modalidade de educação a distância e, mais especificamente, dos elementos constitutivos de cada curso? Para tanto, vinte e seis acadêmicos concederam entrevistas, que foram gravadas em áudio, transcritas e compreendidas segundo a teoria da Análise do Discurso de linha francesa, o que permitiu desvelar os sentidos que emanaram dos dizeres dos participantes da pesquisa, sem pretensão de generalizações. O objetivo foi compreender os discursos de estudantes quanto às suas experiências pessoais em cursos de graduação, na modalidade a distância, nos âmbitos estrutural, organizacional e pedagógico. Do resultado das análises, destacaram-se: a forte influência das imagens construídas ao longo da história pela escolarização na modalidade presencial; a facilidade de acesso ao ensino superior via educação a distância (EaD) e sua adequação às condições de vida dos alunos; a preferência dos estudantes pelo livro impresso e pelas videoaulas como suportes à aprendizagem; as resistências, as falhas técnicas e o uso limitado das tecnologias de informação e comunicação (TIC) como mediadores do processo de ensino e de aprendizagem; a presença de fragilidades no processo de comunicação entre tutores e alunos.
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EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UMA FERRAMENTA PARA EDUCAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UMA FERRAMENTA PARA EDUCAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES

A expansão da Educação a Distância (EAD) representou o principal crescimento das últimas décadas na área da educação. Além da geração desse novo sistema, também a sua implementação e o seu aperfeiçoamento colaboraram para uma melhoria do processo educacional. Desta maneira, o presente estudo tem por objetivos apontar a EAD como uma possibilidade concreta de aperfeiçoamento profissional do docente, fomentar uma discussão acerca do assunto e apresentar fatos que ratifiquem a necessidade de se buscar uma solução para a falta de disponibilidade dos docentes para dedicação à formação continuada através de uma metodologia tradicional. A pesquisa, partindo do ponto de vista dos procedimentos técnicos, é bibliográfica, já que foram utilizados livros e artigos científicos como base para o estudo. Logo, o estudo concluiu que é importante que se tenha a formação continuada para docentes como uma iniciativa emancipadora que representa uma possibilidade real de melhoria qualitativa para processo educacional.
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PRECONCEITO E EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

PRECONCEITO E EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Apesar de a educação a distância ocupar um espaço cada vez maior no país, ainda existe muita resistência e preconceito contra a EaD. Além disso, o estabelecimento do novo papel do professor como conteudista e/ou tutor, ou melhor, como intermediador do conhecimento e não mais o único responsável pela disciplina/curso que leciona, tem gerado confusões e impropriedades (SALGADO, 2003). Assume-se também que há muito preconceito em relação à EAD, que é vista, muitas vezes, como inferior, resultado de muitas iniciativas mal-sucedidas que marcaram o início da EaD no Brasil. Além do que, parte da comunidade acadêmica se incomoda com os novos parâmetros de ensino, nos quais o centro da aprendizagem desloca-se do professor para o aluno.
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Educação a distância online

Educação a distância online

O TelEduc é um ambiente de apoio a cursos desenvolvidos na modalidade de Educação a distância. O Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED) da UNICAMP trabalha com pesquisas voltadas com a formação de professores para Informática Educativa. Em consequência destas pesquisas, o NIED desenvolveu este ambiente de forma participativa, ou seja, à medida que seus usuários e pesquisadores perceberam a necessidade de algum recurso não existente ou de algum aperfeiçoamento dos recursos já existentes, trabalhos eram desenvolvidos a fim de criá-los ou depurá-los respectivamente. Sendo assim, ele difere dos demais ambientes de apoio a Educação a Distância disponível no mercado, uma vez que apresenta uma facilidade de uso por pessoas não necessariamente possuidoras de conhecimento em Informática tendo como características principais a eficiência de suas ferramentas e flexibilidade quanto a como usá-lo.
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DE-MAW: Um ambiente de Educação a Distância

DE-MAW: Um ambiente de Educação a Distância

Baseado na mudança de paradigma que envolve a educação a distância e em estudos de diversos ambi- entes de EAD existentes, foi desenvolvida a arquite- tura de um ambiente de educação a distância [Seno and Vieira 2001], de modo a contemplar, de uma maneira geral, as características consideradas básicas necessárias no processo de ensino/aprendizagem a distância. Além das características básicas, essa ar- quitetura contempla módulos com funcionalidades não muito exploradas nos ambientes de educação a distância. Este artigo tem por finalidade apresentar a arquitetura desse ambiente, denominado DE-MAW (Distance Education Supported by a Multimedia Application WebBuilder), e promover uma discussão sobre as funcionalidades que o diferenciam dos de- mais ambientes existentes.
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O quem da educação a distância.

O quem da educação a distância.

basicamente consagrada aos cursos técnicos ou de treinamento, e dos anos 1970-80, quando estava voltada para atender aos alunos que não haviam completado o segundo grau, a EAD informatizada, de meados dos anos 1990, visa essencialmente à formação do terceiro grau – justiicando, assim, o constante aumento de universidades a distância por todo o mundo. Em 2001, Börje (apud Peters, 2004) listou a existência de 26 países que ofereciam ensino a distância para o terceiro grau. Seis anos depois, 60 países já possuíam suas universidades abertas. Uma das pioneiras foi a Universidade Aberta do Reino Unido, a Open University, criada há mais de 30 anos e que atende atualmente a cerca de 200 mil alunos. Mas encontra-se na Índia a maior universidade aberta do planeta, a Universidade a Distância Indira Gandhi, que conta com 1,5 milhão de alunos. Otto Peters (2004) chama a atenção para o fato de existirem, além dessas duas universi- dades mencionadas, pelo menos mais oito com corpo discente de 200 mil estudantes. Ressalta, ainda, que essas universidades a distância tornaram-se bem maiores, quanto ao número de alunos, do que as universidades totalmente presenciais. O autor refere-se mais especi- icamente às seguintes instituições: a FernUniversität, na Alemanha: a Universidade Nacional de Educação a Distância, da Espanha; a Universidade do Ar, no Japão; a Universidade Aberta, em Portugal; a Télé-Université, no Canadá; a UNA, na Venezuela; a Universidade Payame Noor, no Irã; e a Universidade da África do Sul.
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A INTELIGÊNCIA LINGÜÍSTICA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

A INTELIGÊNCIA LINGÜÍSTICA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Nesse contexto de expansão das modalidades comunicacionais no qual a fala e a escrita mediadas se inserem, a de educação a distância via web tem tudo para crescer em velocidade praticamente exponencial; mas, como a inteligência que nela mais se explora é a lingüística, e as habilidades mais solicitadas são as de leitura e a escrita, instaura-se no contexto um paradoxo, pois não se executam bem essas atividades sem pausas estratégicas, sem um ritmo menos frenético de atuação. Nesse sentido, os relatos dos alunos e tutores é unânime: entra-se em EAD por falta de tempo para acompanhar o curso presencial e percebe-se que é necessário, no curso virtual, mais tempo do que naquele, para se realizar os estudos no nível desejado / esperado. A modernidade desse modo de ensinar-aprender encontra-se, dessa forma, com sua própria contradição, a qual deve ser encarada sem medo para que se encontre a solução do paradoxo.
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Estreitando relacionamentos na educação a distância.

Estreitando relacionamentos na educação a distância.

São muitos os atributos que podem estreitar relacionamentos. Ressalto aqueles definidos por Sennett (2005) para o desenvolvimento do caráter de uma pessoa, portanto, para sua educação: lealdade, comprometimento, confiança e ajuda mútua. Tais atributos podem servir como orientadores das ações em um curso de EAD. Responsáveis acadêmicos, técnicos e administrativos do curso devem ser leais e comprometidos não só com a organização que o oferece, como com os alunos. Estes, por sua vez, necessitam acreditar na idoneidade da organização, ter confiança nela, para que seus esforços de aprendizagem se robusteçam.Tradição, respeitabilidade acadêmica da instituição de ensino, práticas evidenciadas no dia-a-dia da interação, que sejam consistentes com os discursos da instituição, são alicerçadoras de relacionamentos profícuos.
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