Educação para estágio supervisionado

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NARRATIVAS DE FORMAÇÃO DOCENTE: EXPERIÊNCIAS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

NARRATIVAS DE FORMAÇÃO DOCENTE: EXPERIÊNCIAS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

Assim, no conjunto do desenvolvimento dos semestres letivos aqui privilegiados, fizemos opção pela intervenção pedagógica nas aulas de Educação Física nas escolas-campo de estágio supervisionado com os esportes (atletismo, basquetebol, futebol, futsal, handebol, rugby, tênis, tênis de mesa, voleibol, fleg), ginásticas (rítmicas, circenses, de academia de ginástica), danças (populares, de salão, urbanas), lutas (capoeira, judô, taekwondo), jogos e brincadeiras (pré- desportivos, recreativos, cooperativos, populares), práticas circense (malabares, acrobacias, balangandã, pirofagia), práticas urbanas (grafismo, parkur), práticas de aventura (arborismo, slackline, falsa baiana), entre outros conteúdos, que percorreram diferentes contextualizações, imbricadas pelas experiências escolares, pelas orientações curriculares e pela produção acadêmica da área. Desse modo, compreendemos que:
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EXPERIÊNCIAS DE ENSINO NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO E AUTOEFICÁCIA PARA ENSINAR EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA.

EXPERIÊNCIAS DE ENSINO NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO E AUTOEFICÁCIA PARA ENSINAR EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA.

No referido curso de licenciatura, o estágio é concebido como disciplina com um corpo de conhecimento próprio, além de espaço de investigação e pesquisa, que busca promover a inserção do futuro professor no ambiente de trabalho, de forma que, progressivamente, participe das atividades de planejamento, implementação e avaliação da disciplina Educação Física nos diversos níveis do Ensino Básico (BENITES, 2012; SOUZA NETO et al., 2012). Especificamente, apresenta dois aspectos norteadores. O primeiro se relaciona à fundamentação teórica metodológica que privilegia a reflexão. Dentre as atividades realizadas estão a leitura e a discussão de pesquisas que versam sobre a prática de ensino e estágio supervisionado, legislação, prática pedagógica, saberes docentes, elaboração de planos e projetos de estágios, entre outros. Já o segundo aspecto, diz respeito ao planejamento e o desenvolvimento de um projeto de intervenção, o qual se apoia em três eixos: a) observação da realidade; b) planejamento/execução de um projeto a partir da realidade observada; e c) avaliação de estágio supervisionado (BENITES, 2012). É, portanto, sobre o último eixo que o portfólio reflexivo se apresenta como possibilidade concreta, não apenas de registro, mas, de reflexão final alicerçada nas experiências de ensino e de supervisão ao longo de todo o processo.
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Educação Física e Inclusão: experiências no Estágio Supervisionado na Educação Infantil

Educação Física e Inclusão: experiências no Estágio Supervisionado na Educação Infantil

Este estudo trata-se de um relato de experiência sobre o estágio supervisionado na educação infantil do curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Estadual de Roraima (UERR). O objetivo baseia-se na socialização de conhecimentos construídos através do conjunto de vivências ao longo da prática pedagógica e o papel da Educação Física na inclusão de alunos que apresentam deficiência. O referido estágio realizou-se em uma escola da Rede Municipal de Boa Vista-RR, no período entre março e abril de 2017, com alunos do 1 o e 2 o períodos, dividindo-se em três etapas: observação, coparticipação e regência. Durante
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Estágio supervisionado na educação física: a mobilização de saberes docentes

Estágio supervisionado na educação física: a mobilização de saberes docentes

Vale destacar que o Estágio Supervisionado da Universidade Pública, no curso de Licenciatura em Educação Física possui 420 horas destinadas ao estágio desenvolvido em dois anos divididos em quatro semestres. Durante esses dois anos, os estudantes entram em contato com as escolas para realizarem suas primeiras observações, constroem seus projetos de estágio e iniciam a docência propriamente dita em sala de aula, alternando-se papéis pré-estabelecidos no que diz respeito ao ensino. Porém, esse trabalho pode ser desenvolvido individualmente ou grupo de no máximo três estagiários com uma classe. Neste contexto, os saberes mobilizados pelos estagiários durante tais atividades são variados.
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Reflexões sobre o estágio supervisionado na educação de jovens e adultos em Bragança (PA)

Reflexões sobre o estágio supervisionado na educação de jovens e adultos em Bragança (PA)

Sendo assim, tanto a observação participante quanto a elaboração do questionário possibilitam identificar o universo das identidades dos alunos nesta turma de 2ª etapa da EJA. São eles: a) a faixa etária dos estudantes, entre 15 e 52 anos; b) as profissões e/ou ocupações dos alunos – estudante, vendedor/a assalariado/a, vendedor/a autônomo/a, trabalhador/a do lar, servente na construção civil, empregada doméstica; c) em sala de aula, os alunos possuem dificuldades de leitura e escrita, e se sentem cansados à noite, devido exercerem suas profissões no período diurno. Isto só foi possível devido à aplicação de questionários com os estudantes da 2ª etapa da EJA. Com base no universo da realidade desta turma da EJA, foi construído o projeto de intervenção e regência em classe. Este projeto foi constituído com base no letramento, mais especificamente, os gêneros textuais, construção iconográfica e socialização de atividades entre os alunos, tendo como principal resultado, a produção de duas cartilhas, contendo poesias e iconografias dos alunos. Neste ínterim, estes momentos permitiram tecer uma prática refletida teoricamente sobre o Estágio Supervisionado na Educação de Jovens e Adultos, na E.M.E.I.F. Profa. Theodomira Raimunda da Silva Lima, em Bragança-PA.
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O estágio supervisionado da educação infantil no curso de Pedagogia da FCT/UNESP: a práxis na visão dos alunos

O estágio supervisionado da educação infantil no curso de Pedagogia da FCT/UNESP: a práxis na visão dos alunos

O presente estudo, vinculado à Linha de Pesquisa Processos Formativos, Infância e Juventude, estrutura-se a partir da compreensão de que o estágio supervisionado na Educação Infantil deve ser visto como atividade que articule a teoria e a prática para aprimorar a formação inicial. Assim, o objetivo geral da pesquisa foi investigar como a teoria e a prática são abordadas no estágio curricular supervisionado na Educação Infantil, realizado no curso de Pedagogia da FCT/UNESP, campus de Presidente Prudente - SP. Os objetivos específicos desdobraram-se em: analisar o projeto do curso de Pedagogia para investigar a concepção, a organização e a estrutura do estágio, a fim de identificar seu papel no curso; identificar se incide no projeto do curso de Pedagogia investigado a intenção de se promover a articulação entre conhecimentos teóricos e práticos no decorrer do estágio, com o intuito de compreender como ela é feita, como os estágios são desenvolvidos e qual a natureza do trabalho realizado e investigar como e quando são promovidos os momentos de reflexão e de teorização da prática pedagógica no decorrer do estágio na Educação Infantil do curso de Pedagogia da FCT/UNESP. O referencial teórico assumido envolveu estudos sobre: formação docente para a Educação Infantil; curso de Pedagogia; estágio curricular supervisionado e teoria e prática no estágio curricular supervisionado da Educação Infantil. Esta pesquisa tem uma abordagem qualitativa. Os participantes são discentes do 4º ano do curso de Pedagogia referido, ano letivo de 2014, períodos vespertino e noturno. Para a obtenção dos dados foram realizados: análise documental do projeto político pedagógico do curso (2010-2014), análise documental de três relatórios de estágio (creche e pré-escola); questionário aplicado em 2013 para identificar o perfil dos graduandos e entrevistas semiestruturadas com dez
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EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: RELATOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO PRIMEIRO CICLO DO ENSINO FUNDAMENTAL

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: RELATOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO PRIMEIRO CICLO DO ENSINO FUNDAMENTAL

O Estágio Supervisionado foi realizado entre os meses de fevereiro a maio de 2013 com três turmas do 2º ano, em uma escola pública de ensino fundamental no município de Ariquemes Rondônia, totalizando 105 alunos, onde durante os meses de fevereiro e meados de março foram realizados observações das aulas ministradas pelo professor de Educação Física. Após a metade do mês de março e o mês de abril foi realizada uma coparticipação com o professor responsável, onde era de nossa responsabilidade a elaboração de algumas atividades: buscar os alunos em sala, formação para introdução da aula e aquecimento da aula. Durante o mês de abril fomos responsáveis por toda a estrutura da aula desde o planejamento, a execução das aulas tudo com supervisão do professor responsável das turmas. Durante todo o período do estágio foram utilizados os seguintes materiais: bola de futsal, bola de vôlei, bolas de borracha, corda, bandeiras, barbantes, bexigas, lenços, giz. Todas as atividades foram realizadas na quadra de esporte da escola.
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Ensino de História, estágio supervisionado e pesquisa histórica em Educação: lugares de convergência

Ensino de História, estágio supervisionado e pesquisa histórica em Educação: lugares de convergência

RESUMO: O presente artigo apresenta os resultados de uma das ações realizadas no Laboratório de Ensino de História - LABhis - , da Universidade Federal da Grande Dourados. Trata-se da articulação entre o ofício do historiador e a pesquisa em educação na perspectiva histórica, de modo a atender ao levantamento, sistematização e organização de documentação em apoio à consolidação da escola como lugar de memória, vinculando espaços desta natureza ao ensino e aprendizagem de História. Essa demanda surgiu no interior das atividades da disciplina de Estágio Supervisionado em História, na Escola Municipal Januário Pereira de Araújo, localizada na periferia de Dourados, Mato Grosso do Sul, a qual identificou, com base nos questionamentos de alunos estagiários, que não tinha elementos para “contar” a sua história, excetuando àqueles de origem oficial e normativa. Desde então, a partir de 2014, os trabalhos vêm sendo organizados em parceria com a equipe pedagógica e administrativa, pela via de professores ao lado dos alunos, em prol do levantamento de fontes relacionadas à memória (entrevistas e depoimentos), fotografias, publicações na imprensa periódica da região, para posterior organização, catalogação e análises visando ao registro e escrita da Memória de Instituições Escolares da cidade de Dourados e região.
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O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E A ESCOLA: LÓCUS E INSTÂNCIA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E A ESCOLA: LÓCUS E INSTÂNCIA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA

Entendemos que não só na Educação Física os projetos pedagógicos relativos ao estágio supervisionado careçam de conceitualização epistemológica. É possível observar uma lacuna entre a real situação de cumprimento do estágio exclusivamente como procedimento burocrático, e a sua concretização de forma a integrar profissionais (professores supervisores e orientadores) e espaços de formação (escolas) comprometidos com o desenvolvimento de uma atividade fundamental para a constituição do professor. Estes projetos precisam considerar as competências pedagógicas dos professores que dão suporte às aprendizagens para a docência, cotejando a problematização dos conhecimentos desenvolvidos na academia e sua adequação, às exigências do cotidiano escolar. Os professores supervisores das escolas precisam se enxergar como formadores, e a escola como espaço de formação.
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Relatórios de estágio supervisionado e a formação dos professores de música para a educação básica

Relatórios de estágio supervisionado e a formação dos professores de música para a educação básica

Este texto apresenta análises iniciais sobre a proposição de estágio obrigatório, registrado em relatórios, aos alunos do Curso de Licenciatura em Música, da Faculdade de Artes, Letras e Comunicação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, no período de 2014 a 2017. Estágio esse, realizado em escolas da rede pública e/ou privada de Campo Grande, nas três etapas que compõem a educação básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio). O recorte temporal justifica-se por ser posterior à aprovação da Lei 11.769/2008, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira, ao tornar a música conteúdo obrigatório na educação básica e, também, por tratar-se de período de vigência da reformulação do Projeto Pedagógico do referido curso. O objetivo das análises está orientado pela observação dos conteúdos das práticas propostas, como tradução da relação entre a objetivação do “professor de música” no espaço escolar e as “práticas de música”, que oferta/constrói para esse espaço. Para tanto, analisamos 230 relatórios, aproximando-nos do campo de escolhas para realização, dados dos planos de aulas propostos e suas seleções de conteúdos. Em conclusão, identificamos equívocos sobre as práticas musicais oferecidas, uma vez que há naturalização das escolhas por conteúdos curriculares próprios das escolas específicas de música (dos conservatórios, por exemplo), e a música permanece como produto autônomo, indiscutível, sem relação com a prática social dos estudantes, abstrata e a-histórica.
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AS CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA FORMAÇÃO DO DOCENTE-GESTOR PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA.

AS CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA FORMAÇÃO DO DOCENTE-GESTOR PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA.

Os alunos desenvolveram em todo estágio-gestão, no mínimo, dois projetos. Poderiam fazer um estudo descritivo-analítico de situações problemáticas ou realizar ações na escola, descrevê-las e refletir sobre as mesmas a partir da teoria educacional. Foram programadas reuniões coletivas tanto para discussão das vivências como para o estudo de temáticas emergentes. Trabalharam em duplas. Com relação ao processo avaliativo do estágio foi feita uma distribuição da pontuação entre os seguintes elementos: relatório da caracterização do contexto da escola e/ou unidade de gestão envolvida no projeto; apresentação de pelo menos um seminário temático nas reuniões coletivas; participação nas reflexões coletivas e orientações individuais; relatório final contendo a parte teórica, a descrição das atividades e análise dos resultados.
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O currículo e o estágio supervisionado na formação do professor de educação física na Amazônia

O currículo e o estágio supervisionado na formação do professor de educação física na Amazônia

Esses dados representam um número relevante de sujeitos que afirmam existir a influência do estágio para as suas práticas educativas. O aluno (A3) ressalta que o estágio curricular supervisionado “Influencia, pois é através dele que o profissional consegue conciliar todo o aprendizado ministrado pela universidade”. Outro pontua que “Sim, pois podemos ver a realidade do professor de Educação Física nas escolas e quais são seus maiores problemas” (A11). A dificuldade encontrada se mostra na justificativa do Aluno (A1) ao revelar sua preocupação com a profissionalização – “Na escola sentiremos as dificuldades de um profissional preparado para contornar as situações problemas”. Ao analisarmos os três relatos, podemos afirmar que o último mostra as marcas das contradições de ensino realizadas nos estágios curriculares supervisionados.
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Percepções de estagiários da educação física sobre o estágio supervisionado na Educação Infantil

Percepções de estagiários da educação física sobre o estágio supervisionado na Educação Infantil

A Educação Física (EF) é obrigatória em todas as fases da Educação Básica, entretanto na Educação Infantil (EI) não há obrigatoriedade de aulas ministradas por profissionais de EF. Mesmo com essa problemática o currículo das Licenciaturas proporciona o reconhecimento da realidade docente a partir dos estágios supervisionados curriculares (ECS). Esse estudo buscou analisar as percepções de estagiários de EF referentes às experiências positivas e negativas encontradas em seus ECS na EI, através de uma pesquisa documental e qualitativa. Os documentos utilizados neste estudo foram os relatórios finais do ECS na EI de discentes, de ambos os sexos, aprovados no primeiro semestre dos anos de 2015 (8 relatórios), 2016 (9 relatórios) e 2017 (11 relatórios), os quais realizaram este como o primeiro estágio. A técnica de análise utilizada para examinar os resultados foi a Análise de Conteúdo de Bardin. Os resultados foram analisados a partir de quatro categorias que identificaram 25 palavras-chave. Conforme a frequência apurada de cada palavra-chave as que tiveram maior frequência foram: Agitados (73); Participação dos alunos(156); e Controle da turma (37). A relação dessas palavras-chave permite concluir que as experiências classificam-se em negativas e positivas, contribuindo na formação acadêmica e pessoal de cada estagiário. Assim, concluiu-se que a interação entre Universidade e Escola abrange benefícios além da contribuição na formação acadêmica dos discentes, englobam novos conhecimentos e o desenvolvimento de todos os participantes das experiências dos estágios.
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Estágio supervisionado em educação de surdos na perspectiva da educação inclusiva: relato de experiência

Estágio supervisionado em educação de surdos na perspectiva da educação inclusiva: relato de experiência

Muitos são os desafios enfrentados pelas pessoas surdas no decorrer do processo educacional. Os aprendizes surdos comumente apresentam um histórico marcado por dificuldades na escolarização básica e por evasão dos espaços escolares. A esse respeito, Silva et al. (2006) relatam que, no Brasil, poucos são os alunos surdos que conseguem concluir o ensino médio de maneira exitosa ou entrar em cursos de graduação. Os índices de analfabetismo entre os surdos ainda são altos e, apesar de frequentarem a escola por vários anos, muitos concluem a educação básica sem saber ler nem escrever. Durante vários anos, acreditou-se que a surdez, no sentido fisiológico de ausên- cia da audição, era a causa dos fracassos escolares enfrentados pelos surdos. Por esse motivo, a educação dos surdos focou em métodos clínicos terapêuticos que buscavam superar o déficit auditivo e adaptar os surdos aos modelos ouvintes. Tais métodos vão ao encontro do que é denominada abordagem oral. Nesse tipo de abordagem, os obje- tivos são centrados no treinamento da fala, na leitura orofacial, no uso de dispositivos de amplificação sonora, no treinamento articulatório e na aprendizagem da leitura e da escrita a partir dessas técnicas.
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ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

RESUMO: Neste artigo discutimos sobre a importância do ensino de língua materna (FRANCHI, 1987, GERALDI, 1997, BEZERRA; REINALDO, 2019) com foco no planejamento de ensino (VASCONCELOS, 2002, LUCKESI, 2011, LIBÂNEO, 2013; MENEGOLLA E SANT’ANNA, 2014). Nesse contexto, a questão norteadora da pesquisa é: O que os alunos em estágio supervisionado entendem por planejamento? Para respondermos a esse questionamento, o objetivo geral desse artigo é analisar como os estagiários em Letras – Língua Portuguesa de uma instituição pública, planejam o ensino de língua. Para coleta e geração de dados foram realizadas entrevistas semiestruturadas com três estudantes do curso de Letras – Língua Portuguesa matriculados no com- ponente curricular Estágio Supervisionado; em seguida, foi realizada a coleta dos planos de ensino por eles elaborados; por fim, foi feita a coleta dos relatórios individuais de estágio supervisionado. Os resultados mostram que mesmo fazendo parte da mesma instituição, cursando os mesmos perío- dos e componentes curriculares, os colaboradores apresentam uma visão diferente sobre a relevância do planejamento enquanto documento de escrita praxiológica. Também é possível perceber que em determinados momentos o dizer afirmado na entrevista não é coerente com o registrado nos docu- mentos (relatórios e planos). Além disso, os dados revelam a tendência dos alunos a dissociarem a escrita da análise linguística, e aproximarem mais os eixos: leitura e análise linguística.
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A CONTRIBUIÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS ESTUDANTES DE CONTABILIDADE

A CONTRIBUIÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS ESTUDANTES DE CONTABILIDADE

No final da pesquisa foi constado que 52 pessoas responderam o questionário, destas respostas foi constatado que 63,5% dos alunos são do sexo feminino. Conforme gráfico 1. Segundo Davidson e Dalby (1993), até meados dos anos 60, praticamente, não existiam mulheres contabilistas. Porem tem se notado uma inversão de valores. Em 1991, o percentual de estudantes do sexo feminino no curso de Ciências Contábeis era, aproximadamente, 44%. Em 2004 atingiu 50% e, em 2008, alcançou 53%. De acordo com o Censo Nacional da Educação Superior de 2008 (BRASIL, 2008), o gênero feminino já ocupava 54,6% das matrículas no ensino superior presencial.
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Problematizando o estágio supervisionado de inglês.

Problematizando o estágio supervisionado de inglês.

Eu não estou lecionando no momento. Fiquei seis meses em uma escola da prefeitura, e estava gostando. Eu estava lecionando no EAJA [Educação para Adolescentes, Jovens e Adultos]. Estava fazendo um bom trabalho. Não dava pra fazer a mesma coisa que eu fazia no CEPAE, aquela aula em inglês do Communicative Approach. Eu até que tentei, mas acabei desistindo. Na minha opinião, há toda uma questão cultural e social que não permite que os professores da rede pública realizem esse trabalho com o Communicative. Os alunos não estão preparados pra isso, porque já foram moldados, condicionados pelos professores anteriores de maneira diferente, e não conseguem se adaptar. Eu, então, passei a mesclar as aulas com inglês e português, mas não abri mão dos passos e das atividades do Communicative, apesar de que os idosos muitas vezes se recusavam a fazer a parte oral, e
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Estágio Supervisionado e competências gerenciais

Estágio Supervisionado e competências gerenciais

Trata-se de um estudo qualitativo, exploratório, que tem por finalidade compreender a visão de três atores envolvidos no pro- cesso de ensino-aprendizagem - egressos, concluintes e docentes - tanto acerca da disciplina ECS, quanto sobre o desenvolvimento das competências gerenciais propostas pelas DCN para os CGE. O estudo contemplou duas instituições de ensino superior do CGE com cadastros ativos e credenciados junto ao Minis- tério da Educação, localizadas no interior de São Paulo. Uma instituição é de autarquia estadual, enquanto que a segunda IES possui natureza jurídica privada e sem fins lucrativos. Embora exista diferença entre a natureza jurídica das duas universida- des, estas foram selecionadas devido à similaridade de fatores concernentes à disciplina do ECS, sendo eles: a semelhança entre os projetos políticos pedagógicos e ementas da disciplina; o quadro de docentes qualificados; a realização do ECS tanto no contexto da atenção básica quanto no ambiente hospitalar e; por fim, o fato de que, em ambas as instituições, o ECS está igualmente pautado nas DCN.
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A CENTRALIDADE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM GEOGRAFIA

A CENTRALIDADE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM GEOGRAFIA

Essa posição referencial remete aos aspectos típicos dos Colégios de Aplicação que merecem destaque e resumidos: em primeiro lugar são nesses ambientes que temos construção de conhecimento, onde professor e licenciandos produzem, de fato, conhecimento; o segundo aspecto é a articulação entre as três dimensões em que o professor está inserido – saber de referência, conteúdos escolares enraizados nos currículos e as Ciências da Educação, importantes de serem consideradas no desenvolvimento do ensino- aprendizagem. Esse aspecto aponta para a possibilidade do licenciando colocar em prática seu conhecimento adquirido sem ficar restrito a parte teórica e refletindo sobre o saber de referência, os conteúdos curriculares tradicionais e as disciplinas das Ciências da Educação; o terceiro aspecto relacionado aos Colégios de Aplicação que chama atenção é a possibilidade do licenciando apreender com os diferentes níveis de ensino, entendendo que há fortes diferenças entre a práxis do Ensino Superior e Ensino Básico, considerando inclusive a diversidade existente dentro do próprio Ensino Básico (Ensino Fundamental e Médio); o quarto e último aspecto que merece reconhecimento é a inovação com ênfase no desenvolvimento de metodologias para o ensino-aprendizagem de conteúdos e valores que podem trazer, inclusive, benefícios para organização curricular da estrutura de ensino tanto das escolas quanto das universidades.
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Ensino e Aprendizagem em Estágio Supervisionado: Estágio Integrado em Saúde.

Ensino e Aprendizagem em Estágio Supervisionado: Estágio Integrado em Saúde.

Nessa perspectiva, o professor tem um papel extrema- mente importante como mediador entre o aluno e o conheci- mento, facilitando, incentivando e motivando a aprendizagem ao desenvolver um conteúdo de forma a permitir que o estu- dante colete, relacione, organize, manipule, discuta e debata as informações com seus colegas e com o professor, produ- zindo um conhecimento significativo que se incorpore ao seu mundo, possibilitando que o aluno compreenda a realidade humana e social onde está inserido e na qual pode interferir, proporcionando uma educação transformadora 28 .

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