Gestão da qualidade em cadeia de suprimentos

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GESTÃO DA QUALIDADE NA CADEIA DE SUPRIMENTOS

GESTÃO DA QUALIDADE NA CADEIA DE SUPRIMENTOS

A definição de gestão da qualidade na cadeia de suprimentos envolve três dimensões: práticas de gestão da qualidade interna, interação da qualidade com fornecedores (à montante da cadeia) e interação da qualidade com clientes (à jusante da cadeia), o que a torna um conceito multidimensional (ZENG; PHAN; MATSUI, 2013). Para os autores, é necessário que os membros da cadeia implementem a gestão da qualidade interna e individualmente. A partir disso, as empresas devem olhar para além de sua organização interna e poderão verificar os benefícios de agir de forma colaborativa e integrada entre os seus parceiros, de modo que cada membro possa contribuir positivamente para o sucesso da gestão da qualidade na cadeia. Zu e Kaynak (2012) consideram que é inevitável que uma empresa esteja exposta a eventos imprevisíveis quando obtém mercadorias e serviços de fornecedores, devido ao processo natural de aquisição, entrega e uso. Assim, para Kaynak e Hartley (2008), os fornecedores desempenham um papel primordial à medida que assseguram que os materiais que oferecem estejam livres de defeitos. Nesse sentido, a qualidade do produto final é garantida a partir da qualidade das entradas, ou seja, das matérias-primas que foram utilizadas (ZU; KAYNAK, 2012).
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Avaliação multicritério da educação na gestão da cadeia de suprimentos

Avaliação multicritério da educação na gestão da cadeia de suprimentos

Quando se utiliza o AHP, existe a possibilidade do uso de ratings, ou medida absoluta, isto é, enquanto na aplicação do AHP compara-se cada alternativa com muitas alternativas, pelos ratings compara-se cada alternativa com uma alternativa ideal. Para a definição da alternativa ideal, é preciso criar níveis de intensidade ou graus de variação da qualidade sobre um critério, por exemplo, excelente, acima da média, média abaixo da média e pobre. Em seguida, pode-se compará-los para estabelecer prioridades e normalizar as prioridades dividindo pelo maior valor entre eles, de modo que, se excelente tiver um valor de 1, os outros serão proporcionalmente menores (SAATY, 2006).
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As atividades logísticas no contexto da Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM)

As atividades logísticas no contexto da Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM)

A segunda estratégia que pode direcionar a definição do serviço ao cliente e que representa a extensão do serviço básico é o Atendimento de Pedido Perfeito (ou simplesmente Pedido Perfeito), cujo objetivo é tornar a empresa o fornecedor preferencial de certo produto ou para certo cliente, fazendo tudo corretamente e tudo na primeira vez (filosofia do zero defeito, proveniente da Gestão da Qualidade Total). Tal estratégia está baseada no fato de que as expectativas dos clientes são crescentes, em que se contextualiza o comportamento chamado de “compressão da janela de tempo”. Este comportamento consiste na compressão do tempo de ciclo requerido pelo cliente e no aumento do índice de disponibilidade em direção a 100%. Sendo assim, o Pedido Perfeito pressupõe que todas as atividades do sistema logístico sejam realizadas de maneira correta na primeira vez, ou seja, a zero defeito, remetendo a um nível máximo de disponibilidade, de desempenho operacional e de confiabilidade (serviço premium). Tal estratégia acarreta um alto custo operacional e gerencial, o que evidencia a impossibilidade de seu oferecimento a todos os clientes, mas sim somente a clientes selecionados que possuem, geralmente, acordos altamente estruturados e relações mais próximas com o fornecedor (pois há a necessidade de expressivas trocas de informações entre eles).
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Gestão estratégica dos relacionamentos na cadeia de suprimentos da alface.

Gestão estratégica dos relacionamentos na cadeia de suprimentos da alface.

Portanto, a classificação, o uso de embalagens adequadas e de rótulos com perfeita identificação do produto podem evitar perdas, pois a alface é uma das hortaliças mais perecíveis, além de não tolerar congelamento (COMPANHIA..., 2007). Embora essa cadeia de suprimentos seja composta por produtos em sua maioria de baixo custo unitário, o setor já está sofrendo modificações em sua estrutura em virtude das exigências da nova demanda. No passado, os agentes que compunham toda a cadeia de suprimentos não priorizavam a qualidade de insumos e a eficiência no acondicionamento para evitar perdas no transporte. Agora a questão é em torno da garantia da qualidade, e a coordenação eficiente de todos os processos que integram a cadeia é crucial para atingir objetivos estratégicos e competitivos dentro desse novo ambiente mercadológico. Sendo assim, a diversificação se tornou uma das alternativas para os sistemas produtivos continuarem crescendo (PENROSE, 1959).
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Vantagem competitiva na gestão sustentável da cadeia de suprimentos: um metaestudo.

Vantagem competitiva na gestão sustentável da cadeia de suprimentos: um metaestudo.

Verifica-se como evolução dos estudos em Gestão Operacional, tendo como base o veículo pertinente à área: Production and Operations Management, um enfoque de preocupação com eiciência e qualidade nos movimentos com ênfase na Gestão da Qualidade Total - Total Quality Management (TQM), e na sequência o direcionamento dos estudos recai em operações em tempo real - just in time (JIT), ao inal da década de 1980. No início da dé- cada seguinte, o foco estava nos processos de reengenha- ria, com destaque para a criação de cadeia de valor, out- sourcing e inovação ao longo da cadeia de suprimentos. Nesse período, passou-se a dar uma maior importância ao alinhamento entre questões estratégicas com questões operacionais. Com a nova dinâmica econômica de globali- zação de mercados, os gestores passaram a entender que a lucratividade não representava mais o único elemento de sucesso para longo prazo. Preocupações mais amplas com pessoas e o meio ambiente passaram a representar variá- veis relevantes no processo operacional (KLEINDORFER, SINGHAL, VAN WASSENHOVE, 2005).
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Gestão da informação interorganizacional na cadeia de suprimentos automotiva.

Gestão da informação interorganizacional na cadeia de suprimentos automotiva.

Quanto ao uso das informações, normalmente as empresas as utilizam apenas para fornecer o suprimento, e não para previsões, programações das operações e controle de estoques. Com relação ao processo de avaliação da GIIO como um todo, as empresas normalmente não revelaram nenhum tipo ou métrica de avaliação. No caso da AGCO, o novo sistema foi implementado há um ano, devido às inúmeras deficiências do sistema antigo. E a empresa, apesar de não avaliar o sistema novo, já percebe melhorias em seu processo de compartilhamento, observando que os erros nas informações compartilhadas chegaram a cair 8 pontos percentuais, passando de 13,37% para 5,61% do total de notas recebidas pela empresa. Relatou-se que a GIIO, realizada com o auxílio do EDI, tem aumentado tanto a qualidade como a precisão das informações compartilhadas. No entanto, os benefícios são maiores para a AGCO.
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GESTÃO DE RISCO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS: UM ESTUDO DE CASO

GESTÃO DE RISCO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS: UM ESTUDO DE CASO

É possível identificar um agente a partir de cada fator de risco e elaborar uma árvore de falhas apontando os principais causadores das ameaças à cadeia (MATTOS, 2011, pp. 33-34). Nota-se que os atributos do fornecedor na figura 2 possuem maior amplitude em comparação com os fatores situacionais. Esses fatores de riscos desencadeiam eventos de rupturas e em consequência geram impactos. Por exemplo, se não há monitoramento do nível de estoque, qualidade e entrega do seu fornecedor principal como prevenir os riscos que podem gerar para o negócio se houver rupturas nesse processo? Será que a organização tem controle de todos os fatores de riscos que a cerca? E se ocorrer catástrofe, possuem segunda estratégia? Possuem resiliência mediante os riscos que estão envolvidos?
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BARREIRAS À GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS VERDE NA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA

BARREIRAS À GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS VERDE NA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA

O grau de influência dessas barreiras para a indústria automotiva brasileira foi obtido por meio da aplicação do método AHP junto a três representantes de um fornecedor de primeira camada. As prioridades foram sintetizadas em separado para cada decisor a fim de se conhecerem em profundidade os impactos das barreiras para cada área da empresa: Compras, Qualidade e Produção. Ao fim do processo, a hierarquia das barreiras foi alcançada por meio do cálculo da média geométrica das decisões. A barreira implicações de custos – B1 liderou o ranking de impedimentos à GCSV e foi avaliada com peso 22 vezes maior que o da décima terceira colocada, B21. O período de retração nas vendas vivido pela indústria automotiva brasileira desde 2009, bem como a instabilidade político-econômica que o País enfrenta nos dias atuais, pode ter tido particular influência na situação da empresa pesquisada e refletido na atribuição de prioridades. O método utilizado nesta pesquisa apresentou consistência e permite supor que possa ser replicado em cadeias de outros setores, devido à importância para a prática de qualquer gestão de se estar ciente das potenciais barreiras, sobretudo diante das pressões e demandas exercidas por stakeholders internos e externos, e da sociedade em geral a favor de melhores práticas ambientais.
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PROPOSTA DE UM FRAMEWORK PARA A GESTÃO ESTRATÉGICA DE CADEIA DE SUPRIMENTOS

PROPOSTA DE UM FRAMEWORK PARA A GESTÃO ESTRATÉGICA DE CADEIA DE SUPRIMENTOS

Considerando os direcionadores e as características que as abordagens devem ter, as abordagens selecionadas para a proposição do framework foram a análise estratégica das operações, a casa da qualidade e análise de filière (item 2). Escolheu-se a proposta de análise estratégica de operações oriunda da área de produção e operações para ter-se uma perspectiva estratégica da cadeia de suprimentos (item 2.1); para uma perspectiva operacional selecionou- se a abordagem da casa da qualidade que permite fazer a ligação entre a estratégia e os atributos e as atividades da cadeia de suprimentos o que possibilita uma perspectiva sistêmica entre os elementos (item 2.2); a análise de filière foi adicionada também com o objetivo de entender as atividades numa perspectiva interorganizacional da cadeia de suprimentos (item 2.3). A característica pluridisciplinar está na utilização simultânea dessas diferentes abordagens teóricas.
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Modelo para a gestão ambiental da cadeia de suprimentos: análise das empresas de linha branca

Modelo para a gestão ambiental da cadeia de suprimentos: análise das empresas de linha branca

Empresa A: a seleção de fornecedores se inicia com a cotação de preços realizada pelo departamento de compras. As empresas com os três menores preços passarão pelo processo de desenvolvimento em que serão analisadas quanto aos requisitos das seguintes áreas: logística, qualidade (que engloba a adequação ambiental), manufatura e compras. Os fornecedores são classificados em matéria-prima, químicos e ambientais. Todos os fornecedores devem responder um questionário relacionado às práticas de qualidade e ambientais. Os fornecedores de produtos químicos ou ambientais que forem aprovados na etapa do questionário ainda passarão por uma auditoria da qualidade e ambiental para serem homologados. Os fornecedores de matérias-primas somente passarão por uma auditoria da qualidade.
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Prioridades competitivas da produção e práticas de gestão da cadeia de suprimentos : uma survey no setor eletroeletrônico brasileiro

Prioridades competitivas da produção e práticas de gestão da cadeia de suprimentos : uma survey no setor eletroeletrônico brasileiro

As prioridades competitivas das empresas da amostra demonstram ser coerentes tanto com a realidade do setor eletroeletrônico brasileiro, como com os indicativos da literatura internacional (Quadro 5). O setor eletroeletrônico brasileiro tem como características: importação considerável de componentes estrangeiros, competição interna com itens importados e a não participação do ciclo completo de produção de seus produtos. Em função dessas características, as empresas brasileiras focam em qualidade, traduzida em redução de defeitos, requisitos técnicos e funcionalidade do produto, pois este setor gera produtos que lidam com uma série de padrões e normas nacionais e internacionais de segurança, e que para serem competitivos internamente e poderem pleitear a exportação, necessitam seguir essas condições sinequanou. Além do mais, funcionalidade do produto é a forma como as empresas brasileiras podem inovar nesse setor (GONÇALVES, 1997). E focam também em entrega, pois como as empresas do setor importam peças de outros países, uma forma de se diferenciar é ter peças em estoque para atender de forma confiável o pedido do cliente; afinal, a logística das importações requer prazos consideráveis de entregas. E conforme os indicativos da literatura internacional, a prioridade qualidade é a de maior relevância nas organizações, segundo as pesquisas de Laosirihongthong e Dangayach (2005); Pinjala, Pintelon e Vereecke (2006); Amoako-Gyampah e Acquaah (2008); Karim, Smith e Halgamuge (2008) e Phusavat e Kanchana (2008).
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Repositório Institucional UFC: Gestão da cadeia de suprimentos: um estudo de caso do setor siderúrgico

Repositório Institucional UFC: Gestão da cadeia de suprimentos: um estudo de caso do setor siderúrgico

Manutenção de informação é atividade que administra as bases de dados e o fluxo de informações, como localização de clientes, volumes de vendas, padrões de entregas e níveis dos estoques, por exemplo. Antigamente a logística atuava de forma limitada na gestão do fluxo de informações, com os avanços tecnológicos, o aumento da complexidade das interações entre organizações, as pressões de mercado e os programas de melhoria contínua na gestão da qualidade total a logística passou a gerenciar estrategicamente suas informações. Atualmente as empresas trabalham com sistemas de informação. As informações devem estar disponíveis para os usuários adequados, ter precisão, serem registradas em período que permitia correta tomada de decisão, ter flexibilidade para trabalhar com exceções e sofrer ajustes e fornecer informações no formato adequado. (BOWERSOX, 2007).
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Indicadores de desempenho da Aduana do Brasil: em busca de uma abordagem equilibrada.

Indicadores de desempenho da Aduana do Brasil: em busca de uma abordagem equilibrada.

Buscando contribuir com o debate exposto, este trabalho tem como objetivo apresentar, discutir e comparar a abordagem de indicadores de desempenho na aduana brasileira em contexto de cadeias de suprimentos internacionais. De natureza exploratória, este trabalho envolve pesquisa bibliográfica (Silva & Menezes, 2005), realizada por meio de uma revisão sistemática da literatura (Cook et al., 1997) nas seguintes bases de dados: Web of Science, Ebsco, Emerald, Elsevier, Sage, Wiley e Scielo, incluindo os termos “customs” (equivalente em português à “aduana” ou “alfândega”) “e” “performance indicators” (além de derivados, como “customs administration” “e” “performance measurement”. Os termos “aduana” e “alfândega” também foram pesquisados, cobrindo um horizonte de 15 anos (2000-2014). Além disso, o trabalho também envolve pesquisa documental (Silva & Menezes, 2005) junto à aduana brasileira feita por meio de consulta pública ao Ministério da Fazenda, utilizando-se da Lei de Acesso à Informação, além de Relatórios de Gestão da Receita do Brasil, órgão responsável pela administração tributária e aduaneira. A pesquisa documental também se estendeu a diversos relatórios publicados por organismos internacionais, incluindo a Organização Mundial das Aduanas, o Banco Mundial, o Fórum Econômico Mundial, a Organização Mundial do Comércio e a Câmara Internacional de Comércio.
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O que torna a gestão da demanda na cadeia de suprimentos possível? Um estudo multicaso dos fatores críticos de sucesso.

O que torna a gestão da demanda na cadeia de suprimentos possível? Um estudo multicaso dos fatores críticos de sucesso.

Os resultados mostram a necessidade de mudança nas práticas relacionadas à troca de informações, conforme defende Stank et al. (2001). Constata-se que a maioria dos agentes pesquisados compartilha informações em relações díades, principalmente entre atacadistas e manufaturas. Além disso, o compartilhamento de informação entre atacado e varejo somente ocorre quando este está associado a uma rede supermercadista que possui central de compras que pertence ao atacado. Sem a troca de dados, planos operacionais e informações financeiras, os agentes da cadeia de suprimentos não atingirão totalmente os benefícios da colaboração (Min et al., 2005). Informações estratégicas e operacionais permitem conhecimento: das dificuldades e potencialidades do parceiro (Vieira et al., 2009); de previsões de demanda e suprimentos (Esper et al., 2010); do objetivo de crescimento, obtenção de participação de mercado e melhoria dos serviços oferecidos (Min et al., 2005).
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Impacto da tecnologia da informação na gestão das cadeias de suprimentos: um estudo de casos múltiplos.

Impacto da tecnologia da informação na gestão das cadeias de suprimentos: um estudo de casos múltiplos.

A gestão da cadeia de suprimentos é reconhecida como uma importante área para a inovação e investimento em Tecnologia da Informação (TI). Os investimen- tos em TI continuam sendo questão estratégica central em empresas que buscam ganhar vantagem competitiva em um ambiente cada vez mais dinâmico, mesmo sabendo que o impacto não é completamente entendido. O objetivo da pesquisa é identificar e analisar os impactos da TI no processo de gestão da cadeia de supri- mentos e validar o conjunto de variáveis selecionadas na literatura de Sistemas de Informações (SI). Para isso é utilizado o estudo de casos múltiplos em empresas dos setores Metal Mecânico, Petroquímico e Varejo. As entrevistas com os executivos e observações revelaram a importância estratégica que a TI exerce no processo de gestão das cadeias de suprimento e também foram identificados impactos positivos da TI no conjunto de variáveis estratégicas selecionadas na revisão da literatura.
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Supply chain management: uma abordagem estratégica para a logística empresarial

Supply chain management: uma abordagem estratégica para a logística empresarial

Se o movimento da qualidade chamou a atenção para as perdas relacionadas a retrabalhos e refugos na produção, o (novo) foco na gestão logística mostra como as ineficiências são ainda maiores quando olhamos a cadeia como um todo. Não basta o fabricante ter buscado a excelência operacional se os distribuidores, os atacadistas e os varejistas continuam operando em condições precárias. Diante do consumidor final, o produto – e/ou serviço – deste fabricante será penalizado pela ineficiência geral do sistema.

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Gestão logística integrada à gestão de capital de giro de uma cadeia de suprimentos:...

Gestão logística integrada à gestão de capital de giro de uma cadeia de suprimentos:...

As demandas médias de produtos acabados da fábrica e distribuidor são iguais à demanda do varejista, como esperado. A demanda das matérias primas 1 e 2, do fornecedor 1 e 2, respec- tivamente, obedecem à composição de produto, conforme mostrado na tabela dos parâmetros do MRP dos fornecedores, (tabela 7). Se vê que a demanda de produtos acabados na fábrica exige 5 e 6 unidades de matéria prima para cada produto acabado. Logo, a demanda de matéria prima do fornecedor 1 é de 5 ∗ 350un = 1.750un, enquanto a demanda do fornecedor 2 é igual a 6 ∗ 350un = 2.100un. As diferenças em média das demandas decorrem do amortecimento exponencial praticando pelos elementos da cadeia de suprimentos bem como parte inicial da simulação, pois no início todos precisam comprar, esperar as matérias primas, produzir e entre- gar para seus clientes, até começar a atender à demanda do varejista, fazendo com que a média fique abaixo do esperado do ponto de vista teórico.
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Inovação e sustentabilidade na cadeia de valor: grupo de trabalho em gestão de fornecedores: ciclo 2014

Inovação e sustentabilidade na cadeia de valor: grupo de trabalho em gestão de fornecedores: ciclo 2014

uma atividade que gera grande valor para a organização, bem como permite chegar em soluções inovadoras para os destina- tários das compras sustentáveis, em espe- cial quando o fornecedor, por operar em lugares remotos ou com um insumo muito especíico, pode colocar em risco a cadeia produtiva inteira. Há uma grande sinergia, quando se trata de gestão de fornecedo- res, entre o pilar econômico e social, em es- pecial junto a setores com uma cadeia de suprimentos estendida, sendo estratégico que as organizações trabalhem com audi- toria para veriicar o cumprimento de crité- rios relativos à ética e direitos humanos. Do ponto de vista das compras empresa- riais, promover a sustentabilidade na cadeia de fornecimento envolve um conjunto de iniciati- vas, combinando ações internas na empresa, re- lacionadas à estratégia e políticas de gestão de fornecedores, e também ações de intervenção e melhorias na cadeia. As ações internas envolvem, por exemplo, revisões de processos de qualiica- ção, seleção, contratação e avaliação de fornece- dores para inclusão de critérios e indicadores de sustentabilidade (triple bottom line), ações como capacitação de compradores em sustentabilida- de ou elaboração de um código de conduta para fornecedores. As ações de intervenção na cadeia podem incluir, por exemplo, iniciativas de capaci- tação de fornecedores em gestão ou uma revisão da coniguração da cadeia.
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Dimensões do uso de tecnologia da informação: um instrumento de diagnóstico e análise.

Dimensões do uso de tecnologia da informação: um instrumento de diagnóstico e análise.

A situação do uso de TI e do desempenho empresarial no projeto de sistema de informa- ções para novo produto revela coerência. A proposta sugere que os benefícios oferecidos serão confirmados em indicadores que são diretamente relacionados com os processos e informa- ções a serem atendidos pelo sistema. O uso transacional de TI em geral afeta os indicadores de processos internos pelo aumento da produtividade. Os sistemas de informações gerenciais afetam tanto os indicadores de clientes pela melhoria da qualidade de informações necessá- rias para a gestão adequada dos produtos como os indicadores financeiros pela melhoria da gestão de suprimentos, estoques, comercialização etc. Cabe mencionar que os indicadores fi- nanceiros são resultados de um número grande de variáveis, na maioria de maior importância que o projeto em si.
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Gestão da informação de produtos: base para os relacionamentos na cadeia de suprimentos.

Gestão da informação de produtos: base para os relacionamentos na cadeia de suprimentos.

Alguns autores realizaram pesquisas de maior abrangência para analisar os impactos da estratégia de negócios eletrônicos na gestão da cadeia de suprimentos. Croom (2005) conduziu uma pesquisa exploratória em 92 empresas com o objetivo de analisar os impactos dos negócios eletrônicos na gestão da cadeia de suprimentos. A análise concentrou-se em três processos: suprimentos, gestão do relacionamento com os clientes e atendimento da demanda. Esse estudo concluiu que a implantação de sistemas que suportam os negócios eletrônicos pode atuar como um importante elemento de melhoria de cada um dos três processos analisados. Da mesma forma, Rai et al. (2006) realizaram uma pesquisa com 110 gerentes de logística e gestão da cadeia de suprimentos de empresas de manufatura e varejo. O intuito desse estudo foi verificar o impacto que as cadeias de suprimentos integradas por negócios eletrônicos apresentam no desempenho das organizações. As conclusões dessa pesquisa indicam que as competências relacionadas às cadeias de suprimentos integradas por meio da tecnologia de informação provêem para as empresas um ganho de desempenho significativo e sustentável, em particular nas dimensões de excelência operacional e aumento de receita.
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