Jovens com deficiência intelectual

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PROGRAMA “VIDA NA COMUNIDADE” PARA FAMILIARES DE JOVENS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

PROGRAMA “VIDA NA COMUNIDADE” PARA FAMILIARES DE JOVENS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

Para isto será realizada uma avaliação (Escala de Intensidade de Apoio – SIS), com o intuito de conhecer a necessidade de suporte que os jovens com deficiência intelectual têm nas atividades de vida no lar, vida na comunidade, aprendizado ao longo da vida, emprego, saúde e segurança, e social. E, os resultados obtidos nas atividades de vida na comunidade serão focos dessa pesquisa. Para esclarecimento, dentro das atividades de vida na comunidade estão: deslocar-se de um local para outro na comunidade, utilizando ou não transporte; participar em atividades de recreação e lazer na comunidade; usar serviços públicos na comunidade; visitar amigos e familiares; participar em atividades de sua preferência na comunidade (igreja, voluntariado, etc); ir às compras, adquirir produtos e contratar serviços; interagir com pessoas da comunidade; e frequentar locais públicos (parques, correios, bancos, lojas, etc). Posteriormente, será estruturado, a partir dos resultados obtidos, um programa de formação para pais e/ou familiares que será implementado durante aproximadamente seis meses, em duas sessões por semana de aproximadamente 1 hora e meia cada, nas quais deverão estar presentes o jovem e o familiar. A pesquisadora realizará o acompanhamento de todos os procedimentos e atividades desenvolvidas durante o trabalho. Durante e após a implementação deste programa serão aplicadas avaliações para verificar se há mudança ou não no comportamento tanto dos pais e/ou familiares quanto dos jovens com deficiência intelectual.
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Questões invisíveis e as histórias contadas por jovens: deficiência intelectual e vulnerabilidade ao HIV/aids

Questões invisíveis e as histórias contadas por jovens: deficiência intelectual e vulnerabilidade ao HIV/aids

Inicialmente, participaram desta pesquisa 14 jovens com deficiência intelectual, de ambos os sexos, com idades variando de 18 a 28 anos que frequentam duas instituições distintas da cidade de São Paulo, localizadas nas regiões norte e sul. A escolha das instituições foi intencional pela proximidade da pesquisadora com a equipe de coordenação, facilitando o acesso aos jovens para colher depoimentos sobre um tema considerado delicado que poderia não ser permitido em outros locais que atendem jovens com deficiência. Além de serem espaços com características diferentes (população atendida, tipo de deficiência, localização geográfica, nível socioeconômico e cultural), que enriqueceram os dados deste estudo.
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Os sentidos da escolarização na EJA: o que revelam os jovens com deficiência intelectual? :: Brapci ::

Os sentidos da escolarização na EJA: o que revelam os jovens com deficiência intelectual? :: Brapci ::

A partir do final do século XX, a modalidade da educação de jovens e adultos (EJA) assume nova identidade: “a juvenilização”, marcada pela presença expressiva de jovens com e sem deficiência, que buscam na escolarização os meios de dar continuidade ao seu desenvolvimento humano e social. Em face deste contexto, o presente artigo tem por objetivo compreender os sentidos da escolarização na EJA para os jovens com deficiência intelectual. De abordagem qualitativa, a pesquisa se utilizou de entrevista semiestruturada com jovens com deficiência intelectual matriculados em um Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA), no estado de Santa Catarina. Nas descobertas que envolvem as novas identidades na modalidade da EJA, constatou-se que os jovens entrevistados não buscam na escolarização somente a certificação, mas o aprendizado para atuação nos diversos cenários da vida social e do trabalho. Atrelado a esse aprendizado, eles projetam para si a inserção no mercado de trabalho, emergindo expectativas que envolvem a aquisição da autonomia e a inclusão social e econômica por meio do trabalho.
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Efeitos de um programa educacional para atendentes visando a independência de jovens com deficiência intelectual institucionalizados

Efeitos de um programa educacional para atendentes visando a independência de jovens com deficiência intelectual institucionalizados

Esta pesquisa teve como objetivo geral avaliar a eficácia de um Programa Educacional com atendentes capacitadas no ambiente de trabalho tendo por finalidade tornar jovens com deficiência intelectual institucionalizados independentes em atividades instrumentais de vida diária. Para desenvolvimento do trabalho optou-se por dividi-lo em dois estudos. O Estudo 1 teve como objetivo específico elaborar uma proposta de Programa Educacional para atendentes adaptado às contingências do ambiente de trabalho destas profissionais. Fizeram parte do primeiro estudo seis atendentes de jovens com deficiência intelectual institucionalizados. Foram realizadas entrevistas e observações para identificar as atividades cotidianas desenvolvidas e as dificuldades enfrentadas no manejo com os residentes. A partir dos resultados obtidos, foi elaborada uma proposta de Programa Educacional que visa amenizar as dificuldades levantadas, assim como favorecer a mudança comportamental dos participantes, fazendo com que as atendentes fossem capazes de ensinar aos residentes comportamentos que os tornassem independentes. O Estudo 2 teve como objetivo específico avaliar os efeitos da implementação do Programa Educacional para atendentes elaborado no Estudo 1. Fizeram parte do segundo estudo dez participantes, sendo cinco jovens com deficiência intelectual, moradores de uma instituição residencial e cindo atendentes que estavam em contato diário com os residentes. Foi utilizado o delineamento de múltiplas sondagens para verificar os efeitos da intervenção, uma vez que permite demonstrar a validade do controle experimental, já que a variável independente é seqüencialmente introduzida em diferentes momentos entre os participantes, e a variável dependente é medida antes, durante e após a implementação do Programa Educacional. O protocolo de registro
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Acessibilidade cognitiva para o letramento de jovens com deficiência intelectual

Acessibilidade cognitiva para o letramento de jovens com deficiência intelectual

A utilização, na atualidade, de diferentes tecnologias de escrita tem criado diferentes letramentos (Soares, 2002), que produzem determinados efeitos cognitivos e culturais, provenientes das múltiplas formas e contextos de interação com a palavra escrita, bem como com o próprio mundo. O conceito de “letramento”adotado no presente estudo é o de “alfabetização multimídia” ou “alfabetização múltipla”, pois compreende os diversos conteúdos “que se consideram como básicos e imprescindíveis para a comunicação, expressão e representação, utilizando diferentes linguagens e meios.” (Martín, 2003, p. 61). Tendo estes pressupostos em vista, o presente artigo se propõe a apresentar um recorte de uma pesquisa sobre o desenvolvimento de um ambiente virtual de aprendizagem para letramento de jovens com deficiência intelectual, descrevendo os
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O contributo do serviço social para a inserção profissional de jovens com deficiência intelectual e desenvolvimental ligeira

O contributo do serviço social para a inserção profissional de jovens com deficiência intelectual e desenvolvimental ligeira

O serviço social é uma área cujo principal objectivo de intervenção consiste em promover a mudança social, colaborando com aqueles que se encontram em situação de fragilidade ou desvantagem. Segundo este ponto de vista, este trabalho pretende reflectir sobre a forma como o serviço social intervém junto de uma população muito específica, os jovens com deficiência intelectual e desenvolvimental ligeira, procurando conhecer de que forma o serviço social contribui para diminuir a desvantagem desta população face ao mercado normal de trabalho. Para isso, são abordadas questões que se consideram pertinentes nesta área, tais como as relacionadas com a inserção social e profissional das pessoas com deficiência em geral, a definição e conceptualização da deficiência intelectual e desenvolvimental, as dificuldades de inserção profissional dos jovens com este tipo de deficiência, os pontos-chave relativos à intervenção do serviço social na área da deficiência e a forma como as famílias participam nesta intervenção. Para concretizar este estudo, optou-se pelo o método qualitativo, pois os objectivos a alcançar com o mesmo pressupõe um carácter exploratório da investigação. Numa fase de recolha de dados, foram contactadas instituições que trabalham na área da inserção profissional de jovens com deficiência intelectual e desenvolvimental ligeira, que possibilitaram a realização de entrevistas a jovens, profissionais e encarregados de educação. Através das técnicas de análise de conteúdo foi possível analisar a informação recolhida nas entrevistas, informação essa que conduziu às conclusões apresentadas no final.
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A inclusão/exclusão escolar : concepções de pais e jovens alunos com deficiência intelectual

A inclusão/exclusão escolar : concepções de pais e jovens alunos com deficiência intelectual

Esta dissertação investigou as concepções de pais e de adolescentes e/ou jovens alunos com Deficiência Intelectual - D.I -, matriculados em Centros de Ensino ou classes especiais do Distrito Federal, em regime de educação especial substituta da regular, sobre os motivos que levavam os estudantes a estar à parte da inclusão escolar. O referencial teórico utilizado foi a perspectiva da psicologia sócio- histórica, iniciada por Vigotsky. A pesquisa foi de natureza qualitativa e como instrumento para coleta de dados optou-se pela entrevista semi-estruturada, por constituir-se em um poderoso recurso de acesso aos processos psíquicos dos sujeitos. As respostas foram analisadas estabelecendo-se categorias temáticas por meio da análise dos núcleos de significação e sentidos, conforme Aguiar e Ozella (2006), Fonseca (2009) e Pereira (2009). Participaram da pesquisa 22 pessoas, sendo 10 alunos e 12 responsáveis: 11 mães e 01 avó. Os núcleos de significação foram delimitados e nomeados a partir dos seguintes temas: conhecimentos acerca do diagnóstico de D.I.; justificativas da escolarização apenas no ensino especial; potencialidades e dificuldades dos alunos; avaliação de pais e alunos acerca da educação especial; concepções acerca da inclusão escolar; concepções frente ao desempenho escolar dos alunos e, ainda, expectativas presentes e futuras com relação à vida dos estudantes. Os resultados apontaram que a maioria dos estudantes encontrava-se à parte da inclusão escolar por decisão de seus responsáveis, apesar do desejo da maioria de participar da educação regular, justificado pela vontade de estar com colegas de sua geração, pelo constrangimento ou por maiores expectativas de aprendizagem. Também foram percebidos fatores subjetivos e externos aos sujeitos, que podem ter influenciado nas atitudes das mães/avó entrevistadas, tais como equivocadas concepções acerca da D.I e da inclusão escolar. As mães/avó justificaram a escolarização apenas no ensino
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Ensino de leitura e de escrita a adultos com deficiência intelectual matriculados na Educação de Jovens e Adultos

Ensino de leitura e de escrita a adultos com deficiência intelectual matriculados na Educação de Jovens e Adultos

O presente estudo teve como objetivo avaliar a aquisição de repertórios de leitura e de escrita em adultos com deficiência intelectual (DI) que frequentavam a Educação de Jovens e Adultos (EJA) por meio de um procedimento de ensino de leitura e escrita informatizado. Participaram da pesquisa três adultos com DI, com idades entre 26 e 37 anos, residentes numa cidade do interior de São Paulo. Foi empregado um delineamento de pré- e pós-teste do repertório de leitura e de escrita. Os participantes foram expostos ao programa de ensino individualizado, realizando sessões de ensino intercaladas com avaliações periódicas de progresso. O programa de ensino era composto por cinco unidades de ensino. Cada unidade compunha quatro passos de ensino (exceto a primeira que continha cinco passos e a última, que continha três passos). Cada passo ensinava três palavras e as sílabas correspondentes. As palavras eram compostas por consoante-vogal. Os resultados mostraram, de modo geral, que os três participantes apresentaram ganhos significativos em leitura, escrita e nas relações entre figura e palavra impressa e palavra impressa e figura (relações de equivalência), tanto com palavras de ensino quanto com palavras novas (recombinadas), realizando poucas repetições de passos de ensino, ocorridas, principalmente, no início do procedimento. Na leitura de palavras, P1 e P2 apresentaram baixo desempenho e a participante P3 apresentou, aproximadamente, 70% de acertos. Na escrita, os dois participantes apresentaram desempenho nulo e a participante P3 apresentou baixo desempenho (27% e 33% de acertos no ditado por composição e manuscrito, respectivamente). No pós-teste, P1 demonstrou 100% de acertos em leitura e 100 e 93% de acertos na escrita por composição e manuscrita; o participante P2 apresentou 93,3% de acertos em leitura e 86,7 e 80% de acertos na escrita por composição e manuscrita; e P3 não realizou a avaliação final; entretanto, as avaliações ao longo do procedimento mostraram progresso da participante nas habilidades avaliadas. Os resultados mostraram que o programa de ensino empregado pode beneficiar adultos com DI matriculados na rede regular de ensino quanto à aquisição de um repertório inicial de leitura e de escrita. Estudos futuros devem investigar condições facilitadoras e favorecedoras para generalização deste conhecimento para diferentes situações e ambientes.
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Exclusão, assimilação e inclusão de alunos com deficiência intelectual em sala de aula da educação de jovens e adultos

Exclusão, assimilação e inclusão de alunos com deficiência intelectual em sala de aula da educação de jovens e adultos

Estariam excluídos gordos, cegos, surdos, cadeirantes e as pessoas com síndromes. Também poderiam estar fora os excluídos da sociedade “decente” que são os que não prestam ou seja, todos que não estão enquadrados na ordem ou que se recusam a seguir o modelo de vida imposto pelos padrões de consumo da sociedade dominante. É claro que estes fatores se sobrepõem. É o caso, por exemplo, de um jovem com deficiência intelectual de classe pobre, analfabeto que busca nas turmas de Educação de Jovens e Adultos concluir seus estudos.
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Adultos com deficiência intelectual incluídos na educação de jovens e adultos : apontamentos necessários sobre adultez, inclusão e aprendizagem

Adultos com deficiência intelectual incluídos na educação de jovens e adultos : apontamentos necessários sobre adultez, inclusão e aprendizagem

ainda são vistos e tratados como “eternas crianças” e é preciso reconhecê-los como adultos; inclusão, pois pondero que foram incluídos mais por exigências das leis do que por convicções e posturas realmente inclusivas; e, aprendizagem, no sentido de (re)conhecer quem é o aluno adulto com deficiência intelectual, seus déficits orgânicos, cognitivos e sociais, e principalmente quais suas potencialidades, respeitando-as e utilizando-as nas estratégias de ensino-aprendizagem, pois somente assim será possível pensar estratégias e possibilidades de aprendizagens e formação integral. Finalizo com a adequação e inadequação da Educação de jovens e adultos para as pessoas com deficiência intelectual, tecendo uma teia de ponderações a respeito de aspectos positivos e negativos. Ao abordá-los tenho a intenção de suscitar discussões e apontar elementos que, avalio, precisam ser repensados, outros que precisam sair do universo teórico e tornarem-se realidades práticas, possíveis de serem realizadas. A pesquisa foi desenvolvida em uma escola municipal de Educação de Jovens e Adultos de Porto Alegre. Busquei, através dos dados obtidos por observação, análise de documentos e entrevistas semiestruturadas, descrever qual a realidade da educação de jovens e adultos com deficiência intelectual incluídos na EJA. Os pressupostos que nortearam esta pesquisa são de cunho qualitativo.
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Compreensão da sexualidade por jovens com diagnóstico de deficiência intelectual.

Compreensão da sexualidade por jovens com diagnóstico de deficiência intelectual.

As descrições dos episódios 3 a 5 mostram diferentes níveis de compreensão e de adoção das normas socialmente prescritas do namoro. As ações de Jane indicam uma varia- bilidade, evidenciando um processo não linear, com idas e vindas. A proposta de orientação sexual para esses alunos, portanto, está de acordo com a airmação de Plaute e cols. (2002), de que o grau de deiciência não deve ser empeci- lho para a participação do jovem no grupo de orientação sexual. A atividade de encenação propiciou a expressão de diferentes formas de aproximação de práticas sociais referentes ao namoro e evidenciou modalidades de censura relativamente brandas. Dessa forma, foram trabalhados os aspectos emocionais e atitudinais envolvidos no desempenho da sexualidade, o que está de acordo com os autores acima citados. Vygotsky (1931/1997) também airma que o aluno com deiciência intelectual necessita, mais do que o aluno com desenvolvimento típico, que a escola desenvolva nele o embrião do pensamento, pois, abandonado à sua própria sorte, não chega a desenvolvê-lo. O autor defende que é papel da escola propiciar ao aluno com deiciência intelectual uma concepção cientíica do mundo, para que ele possa descobrir as relações entre os fenômenos fundamentais da vida e formar uma atitude consciente perante o futuro.
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Ensino da matemática a alunos com deficiência intelectual na educação de jovens e adultos.

Ensino da matemática a alunos com deficiência intelectual na educação de jovens e adultos.

Esse discurso justiica-se com inferências em pesquisas realizadas sobre tal temática. Estudo como de Brito e Campos (2013) teve o objetivo de investigar as produções cientíicas brasileiras sobre a educação de jovens e adultos com deiciência intelectual, em dissertações e teses defendidas no período de 1988 a 2008. Os resultados indicaram que a maioria dos estudos tinha como foco de investigação a aquisição da alfabetização pelos alunos, o que evidencia a escassez de pesquisas que contemplem outras áreas de ensino de interesse para estes alunos na EJA. Sendo assim, a presente pesquisa focaliza o interesse pelo ensino de Matemática direcionado aos alunos com deiciência intelectual que frequentam a EJA.
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Sexualidade e deficiência intelectual: um curso de capacitação para professores

Sexualidade e deficiência intelectual: um curso de capacitação para professores

Professores da educação especial costumam enfrentar dificuldades em sala de aula com a questão da sexualidade. O objetivo deste estudo foi planejar, aplicar e avaliar um programa de intervenção (curso) para 21 professores de jovens com deficiência intelectual de uma escola especial em uma cidade do interior de São Paulo. O curso durou dois meses e teve caráter teórico e prático, com discussões, dinâmicas de grupo, atividades de role-playing e de resolução de problemas, filmes e também uma atividade prática em sala de aula. Por meio de uma avaliação sobre o curso e de entrevistas, perceberam-se algumas mudanças na forma de os professores interagirem com os alunos quando o tema era a sexualidade, além de reflexões sobre a questão e revisão de sua postura como educadores sexuais.
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O processo de fossilização de conceitos em crianças com e sem deficiência intelectual

O processo de fossilização de conceitos em crianças com e sem deficiência intelectual

Resultados semelhantes foram alcançados por Abella e Da Ros (2003), em uma atividade pedagógica grupal, envolvendo uma mediadora e cinco jovens com deficiência intelectual. O estudo mostrou que, por meio das interações sociais, os sujeitos puderam refletir sobre suas vivências pessoais, atribuir sentidos a objetos e situações ausentes, extrapolar a denotação para ingressar em um nível de leitura simbólica mais complexo. A mediação permitiu aos jovens que participaram do estudo interpretar e atribuir sentidos à metáfora e suplantar a dimensão imediata e prática que eram as características do pensamento, antes da atividade que foi desenvolvida. As vivências compartilhadas por e na mediação semiótica compuseram cenas de relações interpessoais que permitiram aos sujeitos alcançar níveis de complexidade em suas maneiras de pensar, compatíveis com aqueles que se situam no processo de formação de conceitos, como uma forma superior de atividade mental.
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Aquisição de conceito de número por pessoas com deficiência intelectual

Aquisição de conceito de número por pessoas com deficiência intelectual

Participaram dois jovens adultos, recrutados em uma instituição especializada no atendimento de pessoas com deficiência intelectual, de uma cidade do Interior Paulista, deficientes mentais não avaliáveis e sem informação diagnóstica 2 , por emitirem respostas verbais e de execução incompatíveis com os requisitos do Wechsler Adult Intelligence Scale – WAIS III (Wechsler, 2002). P1 e P2 eram, respectivamente, do sexo masculino e feminino, com 16 e 20 anos no início do estudo, e frequentavam a escola havia oito e dez anos, respectivamente. Ambos apresentavam aprendizagem insatisfatória nas habilidades matemáticas, de acordo com os resultados do pré-teste (ver tabela 1), e também pelo relato das professoras; não identificavam os algarismos nem os nomeavam; não tinham noção de quantidade, tampouco realizavam operações matemáticas; apresentavam comportamento de seguir instruções simples e se comunicavam utilizando palavras ou expressões vocais; tinham dificuldades na comunicação funcional e não apresentavam em seu repertório diversos comportamentos adaptativos realizados de forma independente, como de autocuidados, de vida diária e de vida prática.
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O ensino do aluno com deficiência intelectual

O ensino do aluno com deficiência intelectual

Silva e Coelho (2014) falam sobre Maria Montessori, que trabalhou com psiquiatra em asilos e constatou que as formas como eram tratados não lhes permitiam desenvolvimento. Então investiu em estudos de outros pesquisadores, médicos-educadores e assim criou seu próprio método focado em objetos concretos. Seus estudos se concretizaram em um trabalho que realizou com jovens com DI onde identificou que as dificuldades advinham da pouca estimulação sensorial.

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Estratégias no ensino de geometria para uma estudante com deficiência intelectual

Estratégias no ensino de geometria para uma estudante com deficiência intelectual

Esse aspecto é importante, pois traz à reflexão que um indivíduo com deficiência intelectual não é menos desenvolvido que alguém sem deficiência, mas que pode ter seu desenvolvimento qualitativamente diferente. Nesse sentido, reforçamos que a qualidade das intervenções pedagógicas assume um papel fundamental para a aquisição de habilidades e competências esperadas através de atividades ricas em contextos desafiadores. Assim, novos processos podem surgir como contribuições para vencer os desafios, ativando funções que amenizem as dificuldades vindas da deficiência e busquem suprir as demandas que vem da sua relação com o mundo. As políticas de inclusão têm favorecido o aumento de jovens com deficiência no Ensino Médio, Técnico e Superior. Particularmente, os indivíduos com deficiência intelectual são estigmatizados como improdutivos, incapazes, sem autonomia e dependentes, o que provoca um ciclo de subdesenvolvimento cognitivo. O agir pedagógico com pré- conceitos estabelecidos impede o educador de explorar as potencialidades que esse sujeito possui, levando à privação de oportunidades acadêmicas e sociais, com efeitos contínuos e duradouros sobre o processo de desenvolvimento pessoal. Conforme Dias e Oliveira (2013, p.178),
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Educação Musical e Inclusão: um estudo sobre as práticas de professores de música no Ensino Fundamental

Educação Musical e Inclusão: um estudo sobre as práticas de professores de música no Ensino Fundamental

Notamos que a estrutura deficitária dificultava também a diversificação de metodologias e a utilização das tecnologias por parte dos professores. Nas aulas teóricas, PA sentia a necessidade de utilizar o datashow para apresentar figuras e vídeos que aperfeiçoassem a aprendizagem da aluna com deficiência intelectual, porém, o equipamento nem sempre funcionava ou já estava sendo utilizado por outro professor. Contudo, os professores valiam-se da criatividade para superar esses obstáculos: buscavam outros ambientes para ministrar suas aulas, como por exemplo, a biblioteca, e procuravam materiais alternativos que pudessem substituir os instrumentos musicais. Apesar de não haver instrumentos convencionais, a diversificação de material e meios sonoros enriquecia o fazer musical. O educador musical Koellreutter orientava seus alunos a trabalhar com os mais diversos objetos sonoros: utensílios de cozinha, sucata das oficinas, instrumentos de outros povos e instrumentos construídos pelas crianças e jovens (BRITO, 2001). Portanto, o bom desenvolvimento do ensino musical na escola depende também da criatividade do professor.
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Formação profissional e mercado de trabalho: entre expectativas e realidade!

Formação profissional e mercado de trabalho: entre expectativas e realidade!

A presente pesquisa é um recorte da tese de doutoramento que aborda a inserção de jovens e adultos com deficiência intelectual em atividades laborais, a partir da customização do trabalho, conceito que será discutido adiante. Para tal, participaram do treinamento, realizado na Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), quatro jovens (denominados como treinandos) de uma escola especial, matriculados em cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC), da rede pública de ensino da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro (FAETEC). Portanto, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com os treinandos para compreender as suas capacidades, desejos e dificuldades, além de entrevistas com os gestores da Faculdade de Educação da UERJ a fim de entender a demanda de mão de obra na instituição. A intenção era a de que os treinandos pudessem estagiar na Faculdade.
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A inclusão do aluno com deficiência em uma escola pública da cidade de Araguaína no Tocantins: um estudo de caso / Inclusion of the disabled student in a public school in the city of Araguaína in Tocantins: a case study

A inclusão do aluno com deficiência em uma escola pública da cidade de Araguaína no Tocantins: um estudo de caso / Inclusion of the disabled student in a public school in the city of Araguaína in Tocantins: a case study

Todavia, com o surgimento do cristianismo, do amor e generosidade como principal fonte vital, foram afrontadas essas atitudes com bebês e crianças deficientes. Pessoti (1984, p.4) afirma em seu exposto que: “No período da inquisição católica, milhões de pessoas (hereges, adivinhos, loucos e deficientes mentais) foram condenadas e mortas. Mas, com a moral cristã torna-se inaceitável a prática espartana e clássica do infanticídio”. Os cristãos com o passar do tempo, foram mudando a concepção da sociedade Romana nesse sentido, então, foram criados hospitais que atendiam pessoas com deficiência.
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