neuromielite óptica

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Neuromielite óptica: estudo retrospectivo das características clínicas, radiológicas e análise do tratamento dos pacientes acompanhados no Setor de Neuroimunologia, Disciplina de Neurologia, da Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medici

Neuromielite óptica: estudo retrospectivo das características clínicas, radiológicas e análise do tratamento dos pacientes acompanhados no Setor de Neuroimunologia, Disciplina de Neurologia, da Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medici

Em 1870, Albutt descreveu na Inglaterra um caso de mielite associada a neurite óptica bilateral * , seguido de relatos semelhantes na França, Alemanha, Estados Unidos e Japão (Miyazawa, Fujihara et al. 2002). Em 1894, Eugéne Devic relatou o caso de uma francesa de 45 anos que apresentou paraplegia seguida de perda visual com edema de papila bilateral após três dias, que faleceu dois meses após o início dos sintomas ** . O estudo anatomopatológico desta paciente revelou lesões desmielinizantes com necrose, na medula espinhal e nervos ópticos, sem comprometimento encefálico. A lesão medular apresentava extensão de cinco centímetros. Devic avaliou mais 16 casos que, conjuntamente com seu caso inicial, foram apresentados e discutidos na tese de doutorado de seu aluno, Fernand Gault, “De La neuromyélite optique aiguë” (Gault 1894) (figura 1), em que o termo neuromielite óptica foi sugerido (neuro-myélite optique). O epônimo em homenagem a Devic foi proposto por Acchiote, em 1907 *** .
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Neuromielite óptica recorrente - aspectos clínicos, imunológicos e imagenológico...

Neuromielite óptica recorrente - aspectos clínicos, imunológicos e imagenológico...

INTRODUÇÃO: A neuromielite óptica (NMO) recorrente não foi completamente estudada em pacientes brasileiros após a descoberta do autoanticorpo sérico NMO- IgG e seu antígeno específico aquaporina-4. Neste trabalho, descrevemos os aspectos clínicos, imunológicos e de ressonância magnética (RM) de pacientes portadores de NMO recorrente. MÉTODOS: Foram estudados retrospectivamente vinte e oito pacientes portadores de NMO recorrente regularmente acompanhados no Ambulatório de Doenças Desmielinizantes do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e que preenchiam os critérios diagnósticos originalmente propostos em 1999. Foram analisados os dados relativos ao resultado da pesquisa sérica do NMO-IgG, características clínicas e de RM. RESULTADOS: Três homens e 25 mulheres foram estudados. A mediana de idade de instalação da doença foi 26 anos (intervalo: 7 –55); a mediana do tempo de seguimento foi de sete anos (intervalo: 2 –14). O tempo médio decorrido entre o primeiro e o segundo episódios clínicos foi de 17 meses (mediana: 8,5; intervalo 2 –88). A mediana da Escala Expandida do Estado de Incapacidade (EDSS) na última avaliação foi de 5,5 (intervalo de 2 a 10). Não houve diferença estatística entre o resultado do NMO-IgG e o grau de incapacidade medido pela EDSS (p = 0,03; teste de Mann-Whitney). O autoanticorpo NMO-IgG foi detectado em 18 pacientes (64,3%). A desordem associada mais comumente encontrada foi a disfunção da tireóide (quatro casos de hipotireoidismo e um caso de hipertireoidismo subclínico). A alteração laboratorial mais encontrada foi a presença do fator antinúcleo (FAN) em 13 pacientes (46,4%). Dois pacientes apresentaram positividade concomitante para o FAN e para o SSA/SSB (um paciente com positividade para o FAN e SSA e outro paciente para o FAN e o SSB. Não houve diferença estatisticamente significativa entre a prevalência dos autoanticorpos FAN, SSA e SSB entre os pacientes NMO-IgG positivos e NMO- IgG negativos (p = 0,52; teste exato de Fisher). Quatro pacientes faleceram por insuficiência respiratória secundária a mielite cervical (3 casos) ou a tromboembolismo pulmonar (1 caso). Em relação aos achados de RM, a maioria dos pacientes apresentou mielite cervical (36%) e cérvico-torácica (46,4%) na análise longitudinal. O padrão mais comum de acometimento no plano axial foi holoespinhal (50%). Não houve associação estatística entre a extensão longitudinal da mielite e o resultado do autoanticorpo NMO-IgG. CONCLUSÕES: Nesta série de pacientes brasileiros portadores de NMO recorrente foi encontrada uma idade mais precoce de instalação da doença do que aquela previamente relatada na literatura. Em contraste com séries internacionais, não houve correlação entre maior extensão longitudinal da mielite e positividade aumentada do anticorpo NMO-IgG..
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Análise do polimorfismo da região 3’não traduzida (3’NT) do gene HLA-G de pacientes com esclerose múltipla e neuromielite óptica da região noroeste do estado de São Paulo

Análise do polimorfismo da região 3’não traduzida (3’NT) do gene HLA-G de pacientes com esclerose múltipla e neuromielite óptica da região noroeste do estado de São Paulo

A esclerose múltipla (EM) e as desordens do espectro de neuromielite óptica (NMOSD) são doenças inflamatórias autoimunes com predileção pelo sistema nervoso central, sendo que a EM ocorre mais frequentemente em populações caucasianas, enquanto a NMO é mais frequente em indivíduos não caucasianos. O gene HLA-G codifica uma molécula com um importante papel na tolerância imunológica. Essa molécula foi primeiramente descrita na interface materno-fetal, onde foi associada ao sucesso da gravidez. Além disso, a expressão da molécula de HLA-G tem sido relatada em condições patológicas como câncer, infecções virais e doenças autoimunes, incluindo EM. O nível de expressão de HLA-G depende principalmente de fatores que modulam sua expressão transcricional e pós- transcricionalmente, tais como a região 3’não traduzida (3’NT) do gene através da manutenção da estabilidade do mRNA e da interação com microRNAs específicos. Alguns haplótipos de 3’NT foram associados a maior expressão de HLA-G, o que seria benéfico em desordens autoimunes. O objetivo deste estudo foi analisar os sítios polimórficos da região 3’NT do gene HLA-G de pacientes com EM e NMOSD. A região 3’ NT do gene HLA-G de 105 pacientes com EM, 54 pacientes NMOSD e 108 controles, foi sequenciada através do método Sanger. Foram identificados 10 sítios de variações, incluindo 14pb indel +3001C/T,+3003T/C, +3010G/C,+3027C/A, +3035C/T, +3142C/G, +3187G/A, +3196C/G, +3227G/A. Não foi encontrada qualquer associação desses alelos à EM quando comparada a controles saudáveis ou a NMOSD. Porém, comparado a controles, o alelo +3187A apareceu em maior frequência no grupo NMOSD e consequentemente o alelo +3187G e UTR- 1(DelCTGCCCGCG), único haplótipo que carrega esse alelo, foram sub-representados nesse grupo, particularmente no grupo de pacientes soropositivos para anticorpos anti-AQP4. Por outro lado, o grupo de pacientes NMOSD soronegativos para anti-AQP4 apresentou maior frequência de UTR-6 (DelCTGCCCACG) quando comparado a controles saudáveis. Considerando que: i) o alelo +3187A está associado a menor expressão de HLA-G e ii) o alelo +3187A e o genótipo +3187AA são mais frequentes no grupo NMOSD, principalmente nos pacientes anti-AQP4 positivos, a baixa expressão de HLA-G poderia estar contribuindo para a quebra da tolerância imunológica na patogenia de NMOSD.
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Fenomenologia clínica do espectro da neuromielite óptica com envolvimento de tronco encefálico

Fenomenologia clínica do espectro da neuromielite óptica com envolvimento de tronco encefálico

Hage et al., em 2011, descreveram quatro mulheres francesas das Índias Ocidentais com queixas de oscilopsia e distúrbios da motilidade ocular extrínsica. Três apresentavam diferentes tipos de nistagmo, três apresentaram anticorpos para NMO e três tinham anormalidades de tronco encefálico vistas ao exame de IRM. Duas pacientes preenchiam critérios para NMO definida, enquanto as outras duas foram diagnosticadas como síndrome de alto risco para o desenvolvimento de NMO. Foi realizado tratamento com doses elevadas de corticosteróides sistêmicos e plasmaférese, havendo desaparecimento da oscilopsia. Os autores sugerem que distúrbios da motilidade ocular sejam incluidos entre as manifestações neurológicas da neuromielite óptica (HAGE et al., 2011).
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Quantificação da perda neural retiniana na esclerose múltipla e na neuromielite óptica...

Quantificação da perda neural retiniana na esclerose múltipla e na neuromielite óptica...

Foi realizado um estudo observacional, transversal, descritivo, no qual foram incluídos pacientes com diagnóstico de mielite transversa aguda longitudinal extensa (MTALE), neuromielite óptica (NMO), esclerose múltipla (EM) com história prévia de neurite óptica (EM-NO), EM sem história prévia de neurite óptica (EM-sNO), além de pessoas normais usadas como controles. O estudo seguiu os critérios da Declaração de Helsinki e obteve aprovação da comissão de ética para análise de projetos de pesquisa (CAPPesq) da diretoria clínica do Hospital das Clínicas e da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em 06 de maio de 2009 (protocolo de pesquisa n° 0190/09).
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Perfil de pacientes com neuromielite óptica em tratamento com rituximabe

Perfil de pacientes com neuromielite óptica em tratamento com rituximabe

O estudo possibilitou um panorama acerca do atual perfil de pacientes com neuromielite óptica em tratamento com rituximabe. Em sua maioria, o perfil é composto por mulheres jovens, solteiras, provenientes do interior do estado, que buscam o serviço especializado em função de um quadro clínico incapacitante, caracterizado por diminuição de acuidade visual, disfunção vesical e paraparesia, associado a sorologia reagente para antiaquaporina 4; que fazem uso de psicofármacos e que dão prosseguimento ao tratamento para minimizar as recidivas e possíveis complicações clínicas. Os achados deste estudo reforçam a importância do diagnóstico e do início precoce da terapia imunossupressora.
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Neuromielite Óptica (Doença de Devic): Relato de Caso e Revisão dos Critérios Diagnósticos

Neuromielite Óptica (Doença de Devic): Relato de Caso e Revisão dos Critérios Diagnósticos

A classificação mais atualizada indica com mais precisão a distribuição espacial das lesões (nervo óptico, medula espinhal, cérebro) e utiliza a terminologia focal, multifocal e difusa, além de citar os diferentes cursos clínicos monofásico, recorrente e progressivo. É incluída a pesquisa do anticorpo IgG NMO para o apoio laboratorial ao diagnóstico da NMO e síndromes associadas (Neurite Óptica recorrente e Mielite Transversa recorrente) 2,3,4 .

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Arq. NeuroPsiquiatr.  vol.71 número5

Arq. NeuroPsiquiatr. vol.71 número5

Espasmos tônicos têm sido mais frequentemente associados com esclerose múltipla. Foram publicados até agora poucos relatos de série de pacientes com neuromielite óptica e espasmos tônicos. Métodos: Foram analisadas as características e a frequência de espasmos tôni- cos  em 19 indivíduos com neuromielite óptica. Os dados foram coletados por meio de um questionário semiestruturado para espasmos tônicos, mediante a avaliação retrospectiva dos prontuários e a análise dos dados clínicos Resultados: Todos os pacientes com neuromielite óptica exceto um apresentaram espasmos tônicos. Os principais fatores desencadeantes foram movimentos bruscos e fatores emocionais. Espasmos foram frequentemente associados a perturbações sensoriais e se agravaram durante a fase aguda da doença. A carbamazepina foi utilizada frequentemente para tratar os sintomas, com boa resposta. Conclusões: Os espasmos tônicos são manifestações clínicas fre- quentes em pacientes com neuromielite óptica.
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Doença de Devic: um relato de caso.

Doença de Devic: um relato de caso.

A doença de Devic, ou neuromielite óptica, é uma doença rara, de etiologia incerta, que está classificada na categoria de doenças desmielinizantes do sistema nervoso central 1 . Na maioria dos casos, uma etiologia específica não é identificada, mas um mecanismo imunológico de dano tecidual parece provável 2 . Estudos mostram a presen- ça de anticorpo antiEpstein Barr em pacientes com a doen- ça 3 e possível associação com tuberculose 4 . Ocorre princi-

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PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 4 7 portugues

PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 4 7 portugues

quais seis apresentavam neuromielite óptica, um mielopatia isolada e um neurite óptica, todos em associação com tuber- culose pulmonar, observaram que os padrões clínicos dos dois últimos pacientes eram similares àqueles com neuro- mielite óptica, sugerindo assim que essas condições repre- sentem formas frustras da síndrome completamente desen- volvida (4) .

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Necrose medular maciça após vacinação antirrábica.

Necrose medular maciça após vacinação antirrábica.

(sarampo, varíola, varicela, rubeola) preferem as vénulas; c) na esclerose múltipla, na encefalomielite disseminada, na neuromielite óptica e nos aci- dentes pela vacina antirrábica a p[r]

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Transformações quânticas e óptica clássica

Transformações quânticas e óptica clássica

O recente campo da física, usualmente chamado de informação quântica e computação quântica, tem como objetivo utilizar as propriedades não-clássicas da luz e da matéria para realizar tarefas que classicamente são ineficientes ou impossíveis. Recursos quânticos nos permitem, por exemplo, protocolos de criptografia fundamentalmente segura [3], ou o teleporte de estados quânticos [4]. Evidentemente as propostas teóricas trouxeram consigo as primeiras tentativas experimentais, onde então problemas de natureza prática (e outros fundamentais) começaram a dificultar a tão sonhada computação quântica. Nas primeiras propostas teóricas, o mundo ideal seria aquele em que fôssemos capazes de realizar transformações unitárias gerais em certos estados quânticos, e que o mesmo estaria livre de qualquer interação com outros sistemas que pudessem atrapalhar a evolução desejada. No entanto, como era de se esperar, isso dificilmente seria possível. Por menor que seja, sempre haverá alguma interação do sistema de interesse com outros graus de liberdade, o que levaria à chamada descoerência, que pode ser entendida como a perda das propriedades quânticas devido à interação sistema-ambiente. A teoria quântica da luz introduziu a noção de fótons – excitações do campo eletromag- nético – em substituição às ondas eletromagnéticas da óptica clássica. Tão cedo surgiram as propostas teóricas de computação quântica, os fótons apareceram como candidatos imediatos para codificar a chamada informação quântica. Em seu estado de polarização poderíamos, por exemplo, codificar um qubit, que é considerado a unidade fundamental de informação quân- tica. A vantagem de se utilizar a luz é a facilidade de manipulação e a fraca interação com ambiente, o que, teoricamente, minimizaria os efeitos de descoerência. No entanto, à medida que a complexidade das transformações aumenta e partimos para o uso de canais físicos mais úteis, do ponto de vista prático, a perda do chamado emaranhamento 2 torna-se inevitável.
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Tese Nanoantena óptica plasmonica

Tese Nanoantena óptica plasmonica

Nanofotônica é o campo surgido recentemente da ciência e da tecnologia destinada a estabelecer e utilizar as propriedades peculiares da luz e a interação luz–matéria em várias nanoestruturas, ou seja, a nanofotônica retrata a interação da luz com a matéria em escala nanométrica, chegando a dimensões inferiores ao comprimento de onda de luz utilizado [2, 3]. Essa interação é determinada pela natureza física, química e estrutural da matéria, sendo natural ou artificial. Além disso, pode–se definir nanofotônica como a ciência e a tecnologia de ondas de luz e elétrons confinados, uma vez que o confinamento espacial de ondas de luz em meios complexos e ondas de elétrons em diversos sólidos nanoestruturados determinam vários fenômenos físicos na nanofotônica. Esta caracterização pode ser dividida em quatro partes [2], a primeira é o efeito do confinamento de elétrons sobre as propriedades ópticas da matéria, principalmente de semicondutores. A segunda constitui fenômenos de confinamento de ondas de luz em dielétricos estruturados, incluindo o conceito de sólidos fotônicos em que a luz é controlada de uma maneira semelhante a ondas de elétrons em sólidos. A terceira trata–se da modificação da luz com a matéria modificada em nanoestruturas com ondas de luz confinadas. Por fim, a quarta trata da engenharia óptica baseada em nanoestruturas dielétrico–metal [2].
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Tomografia de coerência óptica broncoscópica.

Tomografia de coerência óptica broncoscópica.

Objetivo: Avaliar a viabilidade e o potencial do uso da tomografia de coerência óptica em conjunto com um broncoscópio convencional na avaliação das vias aéreas. Métodos: Estudo piloto baseado em um modelo experimental ex vivo com três animais: um coelho adulto da raça Nova Zelândia e dois suínos da raça Landrace. Um cateter de imagem de tomografia de coerência óptica foi inserido no canal de trabalho de um broncoscópio flexível para alcançarmos a traqueia distal dos animais. As imagens foram obtidas sistematicamente em toda a traqueia ao longo das paredes, partindo da porção distal para a proximal. Resultados: O cateter de imagem se adaptou com facilidade ao canal de trabalho do broncoscópio. Imagens em alta resolução de cortes transversais da traqueia foram obtidas em tempo real, sendo delineadas microestruturas, tais como epitélio, submucosa, cartilagem e camada adventícia nas paredes anteriores e laterais da traqueia. As camadas correspondentes do epitélio, mucosa e cartilagens foram claramente diferenciadas. Na parede posterior, foi possível identificar mucosa, submucosa e musculatura traqueal. Conclusões: O uso de tomógrafo de coerência óptica em conjunto com um broncoscópio flexível é viável. A tomografia de coerência óptica produz imagens de alta resolução que permitem visualizar a microanatomia da traqueia, inclusive estruturas que normalmente são visualizadas somente na histologia convencional.
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Atividades  para o ensino de óptica geométrica

Atividades para o ensino de óptica geométrica

Diante de um cenário de insatisfação e desinteresse no processo de ensino/aprendizagem de ciências na educação básica, apresentamos uma proposta para o ensino de alguns tópicos fundamentais de óptica geométrica, baseada em atividades investigativas que exigem reflexão e raciocínio. Nela, os estudantes são divididos em grupos e precisam debater ideias, construir hipóteses e encontrar meios para comprová-las. Ao final de cada aula, as conclusões dos grupos são confrontadas com o conhecimento formal, possibilitando a análise de discordâncias e concordâncias com a teoria já estabelecida. A metodologia é baseada nos conceitos de aprendizagem ativa, sociointeracionismo e ensino por investigação. O grande foco da proposta é despertar o interesse do aluno, torná-lo mais receptivo aos novos conhecimentos através da problematização e do debate com os colegas e com o professor. A partir de entrevistas com os alunos, observação da sala durante as práticas e análise de relatórios elaborados pelos próprios estudantes, foi possível constatar que eles conseguiram desenvolver, efetivamente, uma atitude científica ao longo das investigações. Com esse método, é possível fazer do estudante um agente no seu próprio processo de aprendizagem, desenvolvendo suas habilidades e capacidades em um processo de educação científica.
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Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ Instituto de Ciências Biomédicas – ICB Programa de Graduação em Histologia

Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ Instituto de Ciências Biomédicas – ICB Programa de Graduação em Histologia

microscopia óptica microscopia eletrônica de varredura eritrócitos na circulação... Eritrócitos2[r]

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A música por uma óptica neurocientífica.

A música por uma óptica neurocientífica.

Alegria Andamento rápido, intensidade entre média e alta, frequência fundamental alta, alta variação de frequência Tristeza Andamento lento, baixa intensidade, frequência fundamental bai[r]

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Pseudotumor cerebral sem edema de papila óptica.

Pseudotumor cerebral sem edema de papila óptica.

Como não obteve melhora da cefaléia, após 15 dias foi submetida a nova punção lombar que evidenciou pressão de 250 mm H20.. Acrescentamos à medicação acetazolamida por via oral na dose[r]

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Sistemas de comunicação quântica com óptica linear

Sistemas de comunicação quântica com óptica linear

No esquema da Fig. 2.1, o pulso óptico incidente com um único fóton polarizado no estado θ = α + β é transformado num qubit pelo interferômetro desbalanceado formado pelos dois primeiros PBS’s, a componente horizontal passa pelo caminho curto e a componente vertical passa pelo caminho longo, resultando no estado α + β , sendo S e L, respectivamente, as designações dos caminhos curto e longo no interferômetro desbalanceado. Depois, a célula de Pockels do transmissor é ligada de forma a atuar apenas na segunda parte do qubit time bin, provocando uma rotação da polarização de π/2. Assim, o estado quântico na entrada do canal é o estado α + β . Esse estado é enviado pelo canal quântico (fibra óptica). Como se considera o tempo de separação do time bin muito menor que o tempo de flutuação dos parâmetros do canal (birrefrigência da fibra óptica), ambas as componentes sofrerão as mesmas influências do canal quântico representado pela evolução unitária . Uma transformação unitária geral atua num estado com polarização horizontal da seguinte forma: | 〉=cos( ϕ )e λ | 〉+sen( ϕ )e ξ | 〉. As letras gregas ϕ λ e ξ representam parâmetros de uma transformação unitária geral 2x2. Assim, o estado que chega ao receptor é
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Alguns aspectos da óptica do olho humano.

Alguns aspectos da óptica do olho humano.

Como a superf´ıcie posterior da c´ornea coincide, muito aproximadamente, `a superf´ıcie do globo ocular usada no c´alculo da se¸c˜ao anterior, conclu´ımos que o ponto no qual a imagem es[r]

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