Novo código civil

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A RESPONSABILIDADE CIVIL DO PROFISSIONAL CONTÁBIL DEPOIS DE SANCIONADO O NOVO CÓDIGO CIVIL

A RESPONSABILIDADE CIVIL DO PROFISSIONAL CONTÁBIL DEPOIS DE SANCIONADO O NOVO CÓDIGO CIVIL

Atualmente, na esfera global da contabilidade o Novo Código traz melhorias e sensíveis mudanças para classe contábil, tanto em matéria de aplicação contábil, hábitos e cobranças no que diz respeito à organização e a ética, conceitos e princípios, como de responsabilidades. O Código Civil, promulgado pela Lei 10.406 em 10 de janeiro de 2002, deixa com mais clareza as responsabilidades do contabilista classificando-as em atos culposos ou dolosos, levando em consideração a forma como esse ato for praticado. Tem como problematização saber: Qual é a responsabilidade civil do contador no desempenho da sua função profissional de acordo com Novo Código Civil?
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A empresa, o empresário e o novo código civil brasileiro

A empresa, o empresário e o novo código civil brasileiro

Resumo: O presente artigo tem por objetivo revisar a literatura e apresentar as transformações conceituais, com breve descrição da evolução histórica, que atingiu a atividade econômica empresarial em decorrência da mudança do direito comercial para a formação do direito empresarial apresentado pelo novo Código Civil Brasileiro de 2002. Ao apresentar estas mudanças procura-se encontrar a conceituação atual válida juridicamente para a empresa e sua personalidade jurídica, o empresário, bem como suas implicações sobre a sociedade civil. Foi realizada uma ampla pesquisa bibliográfica que demonstrou ser o novo código civil brasileiro uma evolução quanto ao tratamento das empresas brasileiras e seus sócios proprietários.
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A responsabilidade civil frente ao Novo Código Civil

A responsabilidade civil frente ao Novo Código Civil

O antigo Código Civil brasileiro (1916) dedicou poucos dispositivos à Responsabilidade Civil, pelo fato de não estar muito desenvolvida e difundida tal matéria à época de sua elaboração. Entretanto, o surto industrial que ocorreu após a 1.ª Grande Guerra e a multiplicação das máquinas com o conseqüente aumento de acidentes, de todos os tipos, por influência da Jurisprudência francesa, acabou por desenvolver o tema. Hoje, no Novo Código Civil, dedica-se um título especial e autônomo à Responsabilidade Civil.

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Obrigações empresariais no Novo Código Civil.

Obrigações empresariais no Novo Código Civil.

Assim, sem almejar traçar panorama prévio acerca das regras de interpretação do Direito e do Direito Empresarial (ou Direito Comercial, aqui e adiante utilizados como sinônimos), passei a buscar “como” explicitar a relação entre a interpretação dos novos dispositivos do Código Civil quanto às obrigações advindas de relações empre- sariais e a jurisprudência. Isso porque, como alguns dos dispositivos do Código Civil são propositalmente vagos (cláusulas gerais), a um certo ponto, passei a crer que a jurisprudência demonstrará ter um papel importantíssimo na construção ou confir- mação do já construído, ao atuar como base sólida para que os agentes econômicos possam pautar suas condutas, conforme será visto adiante. Em razão disso, para este trabalho, ainda que sejam mencionados os deveres do “juiz” (de maneira singular), dever-se-á entender o vocábulo “jurisprudência” 2 como aquele que exprime o conso-
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OS PODERES DO JUIZ NO NOVO CÓDIGO CIVIL

OS PODERES DO JUIZ NO NOVO CÓDIGO CIVIL

Esse exemplo, bastante ilustrativo, tem inteira aplicação nos dias atuais, sendo comuns na praxe forense, situações como esta. Com efeito, pelo princípio da boa-fé objetiva, não é admissível que um dos contratantes recuse o cumprimento de sua obrigação de pagar pelas mercadorias que encomendou e recebeu somente quando cobrado judicialmente. Ainda que verdadeira a alegação do comprador quanto à existência de vício nas mercadorias entregues, deverá honrar com o pagamento do preço entabulado, pleiteando posteriormente, em ação própria, eventual ressarcimento pelos danos sofridos. Nesse caso, o standard a ser observado pelo juiz na colmatação e aplicação dos termos vagos probidade e boa-fé, constantes no art. 422 do Código Civil, é novamente a exigência de etização das relações contratuais, que in casu se traduz no dever de comunicação imediata acerca de eventuais vícios
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Obrigações empresariais no novo Código Civil

Obrigações empresariais no novo Código Civil

Tais ensinamentos encontravam-se em consonância com o título VIII do Código Comercial de 1850, ao tratar da compra e venda mercantil, que trazia o seguinte artigo: “Art. 220. A rescisão por lesão não tem lugar nas compras e vendas celebra- das entre pessoas todas comerciantes; salvo provando-se erro, fraude ou simulação”. Ainda hoje, não faz sentido que o dispositivo, tal como apresentado pelo Código Civil vigente e ilustrado por Caio Mário da Silva Pereira, seja aplicado às relações empresariais, uma vez que, muitas vezes, o agente celebra contratos em que aufere menos vantagens do que o padrão de mercado para “não perder o negócio”, dimi- nuindo sua vantagem propositalmente, mas por meio de uma jogada desejada. Outras vezes o próprio segmento de mercado ou a grandeza de um contratante impõe ao outro uma desvantagem contratual e este não deixa de celebrar o contrato em razão disso, já que sabe que a prática o impede de impor outras condições. 60
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PAUTAS  E LIMITES À RESOLUÇÃO  Wilson Alexandre Dés Essarts Barufaldi

PAUTAS E LIMITES À RESOLUÇÃO Wilson Alexandre Dés Essarts Barufaldi

acolhido pelo STJ – parece deixar de ser uma opção e passa a ser uma condição para a concepção e interpretação que contemple a totalidade da relação contratual no contexto social e econômico do século XXI. Quanto ao tema, ver: MARQUES, Cláudia Lima. Superação das antinomias pelo diálogo das fontes: o modelo brasileiro de coexistência entre o código de defesa do consumidor e o código civil de 2002. In: JUNQUEIRA DE AZEVEDO, Antonio; TÔRRES, Heleno Taveira; CARBONE, Paolo (Coord.). Princípios do novo Código Civil Brasileiro e outros temas: homenagem a Tullio Ascarelli. 2. ed. São Paulo: Quartier Latin, 2010. p. 129-168.
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Responsabilidade Civil Ambiental : a composição de interesses a contar da identificação de condutas lesivas

Responsabilidade Civil Ambiental : a composição de interesses a contar da identificação de condutas lesivas

FACCHINI NETO, Eugênio. Da Responsabilidade Civil no Novo Código, in O Novo Código Civil e a Constituição, organizado por Ingo Wolfgang Sarlet, Livraria do Advogado, 2006) a responsabilidade civil é a obrigação que incumbe a uma pessoa de reparar um dano causado a outrem por ato seu, ou pelo ato de pessoas ou fato de coisas que dela dependam. E quando se analisa a manualística, a qual aqui se utiliza para demonstrar consonância doutrinária, não difere no que concerne a essa função embrionária da Responsabilidade Civil. Rodolfo Pamplona Filho e Pablo Stolze Gagliano (2005) entendem que a responsabilidade civil deriva da “[...] a atividade danosa de alguém que, atuando a priori ilicitamente, viola uma norma jurídica preexistente (legal ou contratual), subordinando-se, dessa forma, às consequências do seu ato (obrigação de reparar)”. Segundo esses autores, classicamente, as funções do instituto se resumem em compensar o dano à vítima, punir o ofensor e desmotivar socialmente qualquer conduta lesiva. É fato, as duas primeiras funções são bem mais presentes na doutrina clássica, todavia isso não afasta a terceira função que, em verdade, mostra-se bastante pontual.
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O FIM DA JURISPRUDÊNCIA DEFENSIVA PELO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL?

O FIM DA JURISPRUDÊNCIA DEFENSIVA PELO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL?

Nos países tradicionalmente estruturados no regime de Civil Law, como é o caso do nosso, a jurisprudência fixada pelos tribunais, sejam eles de segundo grau ou superiores, não funcionam como fonte primária ou originária de direito. Na interpretação e aplica- ção da lei, no entanto, cabe-lhe um exímio papel, quer no preen- chimento das lacunas legislativas, quer na uniformização da inte- ligência dos enunciados das normas, regras e princípios, que for- mam o ordenamento jurídico brasileiro. Com esse sistema, o direi- to processual prestigia, acima de tudo, a segurança jurídica, um dos pilares sobre que assenta, constitucionalmente, o Estado De- mocrático de Direito. 4
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O novo Código de Processo Civil e a extinção dos embargos infringentes

O novo Código de Processo Civil e a extinção dos embargos infringentes

Como quase todas as problemáticas no direito, principalmente aquelas que apresentam ideias de inovação e mudança da sistemática jurídica, o tema ora estudado no presente artigo científico apresenta posicionamentos diversos, com interpretações valiosas de aplicação, não se podendo de nenhuma maneira dis- tinguir que um posicionamento está correto e o outro não. O que se vê são especulações, que deverão ser comprovadas nos próximos anos, a partir da im- plementação do novo Código de Processo Civil.

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O ativismo judicial à luz do novo código de processo civil

O ativismo judicial à luz do novo código de processo civil

No terceiro capítulo expõem-se as inovações trazidas no Novo Código de Processo Civil, iniciando pelo seu processo de construção, passando para a abordagem da constitucionalização do processo, analisando, ainda, a diferença entre os três principais modelos de sistema processual, dando-se ênfase ao cooperativo por ter sido o modelo escolhido pelo legislador para nortear o NCPC. Por fim se analisa inovações pontuais, como a extinção do processo cautelar e as medidas substitutivas trazidas na nova legislação, a regra da ordem de julgamento baseada em um critério cronológico e os poderes concedidos aos juízes com a flexibilização do procedimento.
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A tutela provisória de evidência no novo Código de Processo Civil

A tutela provisória de evidência no novo Código de Processo Civil

The current study aims at analyzing the institute of provisional injuction of evidence, in the way it is set and ruled in the new Brazilian Civil Procedure Code (CPC), covering concepts, hypotheses of its incidence and legal discipline. The provisional injunction of evidence is a technique that aims to the isonomic redistribution of time in the process, giving enforceability, regardless of urgency, to the main or side effects of the final injuction, prior to the beginning of its natural effectiveness. In the course of this research, will be approached the fundamental procedural institutes related to the topic, the general aspects of the provisional injunction, the constitutional basis of the measures and its functional profile, analyzing the burden of time in the process and the possibility of redistribution through the anticipation technique. Shall be searched the concept of evidence and injuction of evidence, and be examined the four hypotheses set out in article 311 of the new CPC, as well as those set out in special procedures. Finally, the various aspects related to their discipline will be analyzed, beginning by those who apply the guidelines relating to the provisional injunction of urgency and ending with those in which the discipline is in some modified because of the absence of urgency. From the analysis of these aspects, it aims to draw up a general framework concerning provisional injuction of evidence, positioning it opposite to other theoretical categories of civil procedural and outlining the practical aspects of its application.
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A AÇÃO COMUNICATIVA COMO FUNDAMENTO DA MEDIAÇÃO NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL  Angela Issa Haonat, Murilo Braz Vieira

A AÇÃO COMUNICATIVA COMO FUNDAMENTO DA MEDIAÇÃO NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Angela Issa Haonat, Murilo Braz Vieira

As soluções alternativas de conflitos judiciais como a mediação, a conciliação e arbitragem são temas que há muito tempo são debatidos nos estudos desenvolvidos para melhorar a prestação jurisdicional e para garantir o direito fundamental de acesso à justiça. Este artigo destacou o tema mediação que foi inserida expressamente no texto do novo Código de Processo Civil aprovado em dezembro de 2014 e publicado no Diário Oficial da União em 17/03/2015 convertido na Lei nº 13.105, pretendendo ser um instrumento processual para a efetiva solução de conflito que tramitam perante o Poder Judiciário.
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A MEDIAÇÃO DE CONFLITOS E SEUS EFEITOS À LUZ DO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL  Vanessa Cruz de Carvalho, Carmen Lucia Sarmento Pimenta

A MEDIAÇÃO DE CONFLITOS E SEUS EFEITOS À LUZ DO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Vanessa Cruz de Carvalho, Carmen Lucia Sarmento Pimenta

PERSPECTIVAS E DESAFIOS PRÁTICOS A PARTIR DA LEI DE MEDIAÇÃO (LEI Nº 13.140/2015) E DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL (LEI 13.105/2015) de Thais Borzino Cordeiro Nunes e Joaquim Leonel De Rezende Alvim focado em pesquisa em andamento sobre o campo de trabalho do mediador judicial no Brasil, a partir da publicação do Código de Processo Civil e da Lei de Mediação (2015); O MARCO LEGAL DA MEDIAÇÃO NO BRASIL: APLICABILIDADE NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA de Juliana Ribeiro Goulart e Paulo Roney Ávila Fagúndez averiguando a aplicação do marco legal da mediação de conflitos na seara pública tendo como escopo uma virada cultural que exige um novo comportamento do Estado, que envolva a consensualidade; OS INSTITUTOS DA MEDIAÇÃO E A CONCILIAÇÃO À LUZ DO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL: MEIOS ALTERNATIVOS E ADEQUADOS NA SOLUÇÃO DOS CONFLITOS de Taise Rabelo Dutra Trentin e Carina Deolinda Da Silva Lopes, tratando ainda a respeito da mediação e conciliação previstas no novo Código de Processo Civil, trazendo sua evolução legislativa, bem como suas atualidades. A grande amplitude dos debates e das questões objeto de discussão no GT demonstraram a importância dos temas apresentados por todos os pesquisadores e pesquisadoras desse grupo. Assentou-se a necessidade de aprofundar nas instituições de ensino e na prática jurídica o estudo e a compreensão adequada das formas consensuais de solução de conflitos, expondo-as como importantes instrumentos para a concretização de justiça, que devem ter sua utilização cada vez mais ampliada. Gostaríamos que as leituras dos trabalhos pudessem reproduzir, ainda que em parte, a riqueza e satisfação que foi para nós coordenar este Grupo, momento singular de aprendizado sobre o tema. Assim, é com muita felicidade que apresentamos a toda sociedade jurídica a presente obra, que certamente será bastante importante para futuras pesquisas a partir dos inúmeros ensinamentos aqui presentes.
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A limitação da penhora online no novo código de processo civil

A limitação da penhora online no novo código de processo civil

O presente estudo se propõe a analisar a utilização do instrumento da penhora online dentro do processo de execução, em face das mudanças propostas pelo novo código de processo civil. Visa demonstrar que o contexto de evolução da sociedade reflete diretamente na necessidade de melhoria substancial na prestação jurisdicional. A sedimentação do instituto da penhora online ocorreu no contexto da crescente busca de direitos e dos avanços tecnológicos, que exigem do judiciário uma resposta mais rápida e eficaz. Tal ferramenta consiste em um ato de constrição judicial de dinheiro, com o objetivo de satisfazer o crédito exigido no processo de execução. Inicialmente, faz-se uma análise das tutelas de urgência e de seus pressupostos dentro da realidade do código de processo civil vigente e do novo código de processo civil. Em seguida se analisa a possibilidade de utilização do instituto da tutela antecipada dentro do processo de execução. Nesse momento se insere a análise dos conflitos dos princípios que norteiam o processo de execução. Em seguida, passa-se a analisar a utilização do instituto da penhora online dentro do processo de execução e a possibilidade de o mesmo ser concedido em tutela antecipada. Para a compreensão do instituto e de sua funcionalidade, cumpre realizar a abordagem de conceitos que envolvem a penhora online, convênio do banco central com os tribunais (sistema Bacen-Jud). Será demonstrada a importância da utilização desse instituto para concretização do direito fundamental à tutela tempestiva e da maneira mais próxima à realidade que espera o credor no processo executório, realizando a prestação jurisdicional executiva da maneira mais adequada e eficiente. Por fim, faz-se uma análise da emenda proposta pelo projeto do Novo CPC que visa limitar a utilização da penhora online em dois momentos processuais, em sede de tutela antecipada no processo de execução quando houver risco de dilapidação do patrimônio ou como forma de cumprimento provisório das decisões antecipatórias.
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UTOPIA OU APLICAÇÃO REBERADA DA JUSTIÇA  Ivan Aparecido Ruiz, Caroline Christine Mesquita

UTOPIA OU APLICAÇÃO REBERADA DA JUSTIÇA Ivan Aparecido Ruiz, Caroline Christine Mesquita

2 - Dos Sujeitos do Processo (Livro III): A FIGURA DO AMICUS CURIAE NO ORDENAMENTO JURÍDICO PÁTRIO E A POSSIBILIDADE DE SUA ATUAÇÃO EM DEFESA DE DIREITOS DA PERSONALIDADE FRENTE AO NOVO PROCESSO CIVIL BRASILEIRO (Pedro Augusto De Souza Brambilla e José Sebastião de Oliveira): Os autores examinam o instituto jurídico do amicus curiae, com o principal objetivo de desvendar os enigmas para sua implantação no sistema judicial brasileiro; DA INTERVENÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NOS ATOS JUDICIAIS ENVOLVENDO INCAPAZES (Alexandre Bahry Pereira e Denise Hammerschmidt): Os autores abordam a função do Ministério Público, com foco na fiscalidade legal como uma de suas atribuições, com destaque aos casos envolvendo incapazes e o saneamento de eventuais nulidades;
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POR UMA CULTURA DA CONCILIAÇÃO E MEDIAÇÃO NO SEMIÁRIDO POTIGUAR.  José Albenes Bezerra Júnior

POR UMA CULTURA DA CONCILIAÇÃO E MEDIAÇÃO NO SEMIÁRIDO POTIGUAR. José Albenes Bezerra Júnior

O presente artigo pretende abordar a cultura judiciarista como um fator responsável pela ineficiência na solução dos conflitos. Para isso, visa analisar os novos instrumentos legais, resolução 125 do CNJ e o novo código processual civil, bem como discutir o papel dos cursos de Direito nesses casos. Além disso, pretende abordar o projeto "Das sementes aos frutos", desenvolvido pelo curso de Direito da Universidade Federal Rural do Semiárido - UFERSA, atividade que visa, através de pesquisas e práticas, o fomento à cultura da mediação e da conciliação, colhendo, assim, os frutos compatíveis com as sementes plantadas.
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1037

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Na realidade, o entendimento adotado pelo Tribunal de origem não dissente da jurisprudência desta Corte Superior, que já se manifestou reiteradamente no sentido de que, tratando-se de documento comum entre as partes e, sobretudo, ante a evidên- cia de que os contratos caderneta de poupança configuram tí- pico contrato bancário, vinculando depositante e depositário nas obrigações legais decorrentes, a obrigação da instituição finan- ceira de exibir a documentação requerida decorre de lei, já que se trata de relação jurídica tutelada pelas normas do Código do Consumidor, de integração contratual compulsória, não po- dendo ser objeto de condicionantes -, tais como a prévia recusa administrativa da instituição financeira em exibir o documento e o pagamento de tarifas administrativas pelo correntista -, em face do princípio da boa-fé objetiva. No ponto, é importante deixar assente ser pacífica a compreensão jurisprudencial desta Corte no sentido de que, em ações em que se pleiteiam exibição de documentos, não pode a instituição financeira condicionar a apresentação dos extratos ao pagamento de tarifas administra- tivas pelos correntistas, tampouco à prévia recusa administra- tiva da instituição financeira em exibir os referidos documen- tos. Nesse sentido, citam-se os seguintes precedentes: "Recurso Especial. Processual Civil. Instituição bancária. Exi- bição de documentos. Custo de localização e reprodução dos documentos. Ônus do pagamento. - O dever de informação e, por conseguinte, o de exibir a documentação que a contenha é obrigação decorrente de lei, de integração contratual
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Análise prospectiva de  da usucapião extrajudicial no novo código de processo civil

Análise prospectiva de da usucapião extrajudicial no novo código de processo civil

não são empregadores e que jamais estiveram vinculados nessa qualidade a qualquer instituto de previdência social, estando assim, isentos das restrições da lei previdenciária; b)- não existe contra eles até esta data, nenhuma ação real, pessoal ou reipersecutória que possa de qualquer forma atingir o imóvel objeto desta escritura, tudo para os fins e efeitos da Lei n. 7.433/85, regulamentada pelo Decreto-Lei n. 93.240/86; As partes declaram que se responsabilizam por eventuais débitos de tributos, taxas e contribuições, incidentes sobre o imóvel ora transacionado.- Será emitida declaração sobre operações imobiliárias, conforme IN/SRF. Consultada a Central das Indisponibilidades de Bens sendo negativas; em nome das partes com o código HASH sob nº ____________ de acordo com o Provimento CG n. 13/2012, fato este que as partes têm pleno conhecimento e se responsabilizam; 5º) Nada mais foi pedido pelo solicitante e seu advogado. - Para constar, lavro a presente ata com as fotos impressas em colorido, arquivei as fotos em arquivo digital deste tabelionato, para os efeitos do art. 364 do código de Processo Civil Brasileiro, e de acordo com a competência exclusiva, que me confere a Lei n. 8.935 de 18/11/1994, em seus incisos III dos arts. 6º e 7º.- Ao final esta ata foi lida em voz alta por mim, pelo advogado e pelo solicitante, achada conforme e assinada pelo solicitante, advogado, testemunha se houver, e por mim Tabelião. Eu, _______________, Tabelião a digitei, conferi, subscrevi, dou fé e assino; (a.a.) _____________ /// TABELIÃO.- Emolumentos R$ _____; Ao Estado R$ _____; IPESP R$ ____; Ao Registro Civil R$ ____; Tribunal de Justiça R$ ____; STA. CASA R$ ____; TOTAL R$ ______.- Custas e contribuições recolhidas através de guias próprias.- NADA MAIS.- TRASLADADA NESTA MESMA DATA, do que dou fé.- Eu,_______, _______, Tabelião,
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