ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

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Administração pública angolana: a estrutura organizativa à luz da Constituição de 2010

Administração pública angolana: a estrutura organizativa à luz da Constituição de 2010

2- Que o Direito Administrativo é constituído por um sistema de normas jurídicas de três tipos diferentes, conforme regulam a organização da Administração (normas orgânicas), o seu funcionamento (normas funcionais), as relações estabelecidas entre a Administração e outros sujeitos de direito (normas relacionais) 51 , ou de controlo 52 aquelas que visam o controlo da conformação da sua actividade com o primado da lei e jurisdicidade. Assim teremos as normas que regulam o auto-controlo, por exemplo a reclamação, inspecções, sindicâncias, etc e, normas de cuja essência é a regulamentação do hetero-controlo, por exemplo o controlo financeiro, no domínio da tutela e superintendência, além do jurisdicional dos actos de outra natureza. Os arts. 108º e 119º do D.L. 16A/95 de 15 de Dezembro, prevê no seu nº 1 que, o recurso tutelar tem por objecto actos administrativos praticados por órgãos de pessoas colectivas públicas sujeitas a tutela e superintendência. Ainda no âmbito das normas de controlo, o art. 17º do D.L. 9/03 de 28 de Outubro, para efeitos de prestação de contas, anualmente, com referência a 31 de Dezembro de cada ano, serão submetidos aos órgãos competentes do Ministério das Finanças, com conhecimento da entidade de tutela, o relatório anual de actividades, a conta anual de gerência, instruído com o parecer do Conselho Fiscal e os balancetes mensais e trimestrais.
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Teoria da Organização e Administração Pública

Teoria da Organização e Administração Pública

e os Ensaios sôbre a Ciências da Administração (1) basearam-se em conceitos sôbre como estruturar e programar a sociologia e a política da organização administrativa. Os Ensaios representaram uma integração importante de idéias, estudos e informações, dis­ poníveis na época, sôbre teorias de organização. Essa integração incluiu conceitos cuidadosamente articulados e desenvolvidos na administração pública, na administração de empresas, na socio­ logia industrial e na então proeminente escola do constituciona- lismo e responsabilidade, dentro da ciência política. Infelizmente, entretanto, os Ensaios não integraram conceitos teóricos concer­ nentes à política da estrutura informal em organização, tampouco incorporaram conceitos pertinentes à política sôbre as contribui­ ções de colaboradores de fora para o funcionamento das organi­ zações. Esta omissão deveu-se ao fato de que, tanto a sociologia quanto a política formulada para as organizações administrativas, segundo os Ensaios, eram baseados na concepção econômica que considerava como contribuidores para o funcionamento das orga­ nizações apenas os homens da economia.
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Infra-estrutura para a reengenharia das aplicações de um sistema de informação na administração pública

Infra-estrutura para a reengenharia das aplicações de um sistema de informação na administração pública

De acordo com a SOA-Reference Model Specification [12], SOA (Service Oriented Architecture) é um paradigma para organizar e utilizar capacidades distribuídas que podem estar sob controlo de diferentes entidades. Esta definição é baseada em torno do conceito de “necessidades e capacidades”, onde a SOA proporciona um mecanismo de ajustar as necessidades dos consumidores de serviços às capacidades dos fornecedores de serviços. A eficiência no desenho, implementação e utilização dos sistemas baseados em SOA permite que uma organização se adapte muito mais rapidamente às alterações de negócio que ocorram.
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Ministérios como 'barganha': coalizão de governo e organização do Poder Executivo

Ministérios como 'barganha': coalizão de governo e organização do Poder Executivo

No contexto do presidencialismo de coalizão com crescente número de partidos envolvidos, o poder de “barganha” do presidente para assegurar a governabilidade possui implicações sobre aspecto estrutural dos mandatos e, consequentemente, sobre a capacidade estatal na entrega de bens e serviços à sociedade. Pouco se discute quanto aos efeitos da distribuição de poder sobre a organização da administração pública. Este trabalho buscou, de modo exploratório, descrever possíveis correlações entre o tamanho das coalizões de governo e a dinâmica das transformações do gabinete. A análise comparativa aqui empreendida percorre 72 anos de história política e administrativa, contrastando períodos democráticos em diferentes contextos político-partidários. Os resultados da pesquisa indicam que as trajetórias das coalizões de governo e da estrutura do Poder Executivo federal estão correlacionadas. Em geral, o aumento do número de partidos na coalizão é acompanhado de expansão do número de pastas ministeriais. De outro lado, diminuições do número de partidos nas coalizões são paralelas à diminuição ou manutenção da composição do gabinete. Esses resultados suscitam o debate quanto às consequências dessas transformações sobre as condições e resultados da ação estatal.
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O desempenho individual de gestores intermédios da administração pública portuguesa

O desempenho individual de gestores intermédios da administração pública portuguesa

Baseando-se na investigação acerca dos comportamentos contextuais, de cidadania organizacional e pró-sociais, Borman e co- legas (2001) identificam as três subdimensões que compõem o desempe- nho contextual, cada uma delas com com- portamentos específicos. A primeira, Su- porte Pessoal, engloba os comportamentos dirigidos aos membros da organização, tais como “ajudar” (e.g. dar suporte emocio- nal a colegas), “cooperar” (e.g. aceitar su- gestões, privilegiar os objetivos de equi- pa), “cortesia” (e.g. ter consideração e tato nas relações) e “motivar” (e.g. incentivar os colegas). A segunda, Suporte Organiza- cional, engloba comportamentos dirigidos à organização, como “representar” (e.g. defender a organização), “lealdade” (e.g. permanecer na organização apesar de dificuldades temporárias) e “concordar” (e.g. concordar com regras e procedimentos). A terceira e última subdimensão, Iniciativa Conscienciosa, engloba comportamentos dirigidos para o posto de trabalho/a tarefa, tais como “persistir” (e.g. revelar esforço extra), “ter iniciativa” (e.g. fazer o que for necessário para concretizar objetivos) e “desenvolver-se” (e.g. realizar formações, utilizando o seu próprio tempo e recursos). Apesar da transversalidade desta dimen- são do DI, Borman e Motowidlo (1993) e Conway (1999, 2000) sublinham a necessi- dade de estudar esta dimensão nos postos de trabalho cujas atividades se revestem de especificidade, como é o caso do gestor, de forma a percebermos qual a sua estrutura nestes postos em particular.
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MÓDULO: PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA

MÓDULO: PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA

 No sentido Orgânico, subjectivo ou estático , encerra a ideia de estrutura, organização; é a Administração enquanto conjunto de órgãos e serviços que têm como finalidade assegurar a sa[r]

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As bases históricas da gestão da qualidade: a abordagem clássica da administração e seu impacto na moderna gestão da qualidade.

As bases históricas da gestão da qualidade: a abordagem clássica da administração e seu impacto na moderna gestão da qualidade.

matérias-primas e operações realizadas, entre outros custos nos quais se incorre quando há rejeições de produtos. Ao gerente exige-se que mostre, aos funcionários, os reflexos da má qualidade para a empresa (reclamações, devoluções, perda pura e simples de clientes e a queda nas vendas) e para o empregado (perda de promoção, descontos de salários e, até, demissão). Espera-se que os gerentes res- ponsabilizem os empregados por erros e faltas e informem a eles que serão utilizadas ações corretivas para eventuais erros. A abordagem clássica da motivação coloca em evidência bons e maus empregados. No primeiro caso, por processos de premiação e ampla divulga- ção dos prêmios recebidos; no segundo, por um processo de acompanhamento intenso e constante. Nota-se, assim, que a abordagem clássica da motivação faz valer a obediência e a disciplina, privilegiando a hierarquia formal da empresa. Há muitas identidades conceitu- ais entre esta estratégia de motivação e os mecanismos de implantação da Administração Científica. Procedimentos típicos de implan- tação desta abordagem (ênfase à disciplina; destaque à relação causa-efeito; apoio à estru- tura formal; contato mais direto; boa divulga- ção de informações; incentivo à especializa- ção e controle mais eficiente) são elementos que provêm quase que diretamente da escola clássica da administração, como também dela decorrem muitos de seus pontos negativos (motivação pela coação; indução pelo medo; limitação da criatividade; preferência pela hierarquia, não havendo chances iguais para todos; tendência à fraude e encobrimento de erros e insatisfação gerada pela perspectiva de punição). Há um aspecto importante a ser considerado: já havia dúvidas, na Adminis- tração Científica, sobre a validade destes mecanismos: “No século XIX, a própria idéia de demissão poderia ser suficiente para motivar, embora de forma negativa, a produ- tividade do empregado, mas já no início do século XX tornava-se necessário um sistema de incentivos positivos” (MOTTA, 1989).
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Charles Taylor: do reconhecimento à identidade docente no contexto organizacional escolar

Charles Taylor: do reconhecimento à identidade docente no contexto organizacional escolar

Quando se admira uma construção deste porte o que nos chama a atenção, além do aspecto estético, é o organizacional, uma metáfora da exploração do trabalho humano que glorificou alguns poucos. Compreende-se, com este processo, que na evolução histórica, o assalariado ocupa o lugar do escravo fazendo surgir, ao invés de feitores, os gerentes. Entretanto, o que não mudou foi a questão da busca dos objetivos de poucos com o trabalho de muitos. Desta forma, as organizações são compreendidas como dominação conforme assevera o autor, “E as diferentes formas de organização que se pode observar através da história e no mundo moderno são mais bem compreendidas como instrumentos que refletem variações em relação somente ao modelo de dominação empregado.” (MORGAN, 1996, p. 281).
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Absentismo na Secretaria-Geral da Educação e Ciência

Absentismo na Secretaria-Geral da Educação e Ciência

O Modelo Burocrático baseia-se na organização, na racionalidade, na legalidade e na impessoalidade. A organização burocrática caracteriza-se pela divisão do trabalho, esta é realizada de forma racional e adequada aos objetivos estabelecidos, de forma a atingir a sua eficiência. Cada um sabe exatamente qual o seu papel e as suas funções dentro da organização bem como os seus limites, e esta proporciona as condições necessárias para que o trabalhador possa cumprir os seus objetivos, não interferindo com os restantes trabalhadores. Tudo deve ser feito de forma imparcial, trata-se de organização, cargos e funções e não de pessoas e emoções (Chiavenato, 1995). Também para Rocha (2005) o modelo burocrático é caracterizado pela divisão do trabalho, conforme a sua especialização, e estruturado segundo o grau de complexidade de cada tarefa.
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O longo caminho: guerreiro ramos e a sociologia da administração antes de a nova ciência das organizações.

O longo caminho: guerreiro ramos e a sociologia da administração antes de a nova ciência das organizações.

ntes de se exilar nos EUA e elaborar suas construções teóricas em torno da administração na sociedade contemporânea – que culminou com a publicação de A nova ciência das organizações (em 1981) – Guerreiro Ramos percorreu longo caminho. Desde seus primeiros trabalhos sobre administração (no Departamento de Administração do Serviço Público, DASP, na década de 1940), até sua obra que precedeu o exílio, Adminis- tração e estratégia do desenvolvimento (em 1966), Guerreiro refletiu sobre a administra- ção, racionalidade e burocracia num contexto de busca pela modernização. Tais reflexões (e frustrações) subsidiaram sua formação intelectual, sua crítica posterior à racionalidade (instrumental) e suas considerações para uma visão humanista da administração, questão central nos seus esforços teóricos empreendidos em A nova ciência das organizações.
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A Teoria do Estado e a Eficiência da Administração Pública

A Teoria do Estado e a Eficiência da Administração Pública

• No cenário de adaptação burocrática, o que parece estar em relevo é a manutenção do que é essencial no modelo tradicional de organização centrado na noção de serviço público. Porém, ocorrem tentativas para nele introduzir mecanismos de eficiência organizacional no âmbito da redução das despesas.

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DESAFIOS DO ADMINISTRADOR HOSPITALAR

DESAFIOS DO ADMINISTRADOR HOSPITALAR

Galán Morera (1996), ao explanar sobre a fi- gura do gestor, informa que em alguns países foi determinado regras legais e mínimas para quem for exercer função de direção no hospital. O autor cha- ma atenção para as vantagens de se ter um gerente preparado em administração hospitalar, em vez de entregar essa gestão a um político ou a um leigo. Esse fato ocorre normalmente, em diversas institui- ções, tanto públicas quanto privadas. Ele afirma que, o hospital terá outro desempenho a partir do momento em que fizer a opção de contar com um gestor que tenha conhecimentos técnicos de ad- ministração, aliado ao domínio dos assuntos dos serviços de saúde.
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TEATRO POLÍTICO, FORMAÇÃO E ORGANIZAÇÃO SOCIAL Avanços, limites e desafios da experiência dos anos 1960 ao tempo presente Caderno 4

TEATRO POLÍTICO, FORMAÇÃO E ORGANIZAÇÃO SOCIAL Avanços, limites e desafios da experiência dos anos 1960 ao tempo presente Caderno 4

testemunha e ativa participante de importantes episódios que nos interessam. Para não ir muito longe, basta lembrar de seu papel no processo que resultou na organização daquele que possivelmente foi o primeiro grupo a produzir a forma Teatro Jornal no Brasil, o chamado “Núcleo 2” do Arena. Seguramente, quando for escrita a sua biografia, haverá nela o devido espaço para o papel fundamental que esta nossa companheira teve naquele experimento. Isto para não dizer nada do seu papel na preservação da vida física e mental do nosso saudoso Boal, quando da sua libertação em São Paulo e no exílio, a começar por Buenos Aires. Por último, os interessados na história completa do teatro político no Brasil já sabem o quanto lhe devem, por sua luta atual pela construção, entre nós, da figura e da memória completa de Augusto Boal, cuja importância para o desenvolvimento do trabalho teatral entre os militantes do MST já é amplamente reconhecida (e nunca demais reiterada).
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Empréstimos Compulsórios

Empréstimos Compulsórios

Em conseqüência, a Escola Superior de Administração Pública da Colômbia veio satisfazer uma necessidade fundamental, no pro­ cesso de reforma administrativa, pois que sua finalidade é exata­ mente a que acaba de ser mencionada, isto é, capacitar e treinar o elemento humano que já se encontra a serviço do Estado e os cidadãos que a êle pretendem incorporar-se. Dêste modo, os di­ versos serviços públicos, que cada dia tendem a aumentar em vo­ lume e em variedade, por efeito das próprias exigências do desen­ volvimento social e econômico, serão conduzidos e executados por pessoal hábil, destro, competente e, sobretudo, consciente de seus deveres para com a sociedade e unidos pelos fortes laços da capa­ cidade técnica posta a serviço do povo.
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DA CONFIANÇA ORGANIZACIONAL AO COMPROMETIMENTO COM O SUPERVISOR E COM A ORGANIZAÇÃO: UM MODELO INTEGRATIVO PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

DA CONFIANÇA ORGANIZACIONAL AO COMPROMETIMENTO COM O SUPERVISOR E COM A ORGANIZAÇÃO: UM MODELO INTEGRATIVO PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

22 As organizações estudadas da Administração Central são Ministérios, Direcções-Gerais, Institutos Públicos, que envolvem uma certa concentração do poder, mantendo um controlo centralizado pelo Governo. As organizações da Administração Autónoma Local analisadas são Autarquias Locais e Serviços Municipalizados (sem personalidade jurídica), que expressam uma certa descentralização administrativa, que apesar de ser subsidiada pelo Estado, “não é um instrumento da acção do Estado, como é o Governo” (p. 103), sendo por isso uma “entidade independente e completamente distinta do Estado” (Bilhim, 2013, p.103). As Câmaras Municipais para cumprir as suas obrigações organizam-se na maioria dos casos em Serviços Municipalizados (sem personalidade jurídica), permitindo uma maior liberdade, e autonomia administrativa e financeira do município (Rocha, 2001). Contudo, Rocha (1997) advoga que apesar dos governos locais terem autonomia, continuam amarrados à tutela administrativa e completamente dependentes sob o ponto de vista financeiro e legislativo. Assim sendo, a organizações estudadas da Administração Autónoma Local mantém a obrigatoriedade moral de seguir os mesmos valores que seguem as organizações da Administração Central do Estado (Alves, 2002). Este quadro institucional é de tal maneira forte que pode não afectar a relação individualizada entre o supervisor e o subordinado.
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Teoria da estrutura em organização

Teoria da estrutura em organização

As relações estruturais psicológicas se constituem o alicerce das organizações e a forma de elas se defenderem contra as forças desintegradoras não excluem o complemento da iniciativa e da interação extra-formal, que devem ser cultivadas em todo o grupo organizado. Para tanto, é de conveniência que se desenvolva em todos os elementos do grupo um interêsse pelas suas tarefas e pelo fim total do conjunto. As linhas de estrutura devem permitir uma permanente identificação de todos os componentes com os objetivos últimos do grupo. Quando são demasiado formais, essas linhas tendem a condicionar uma cômoda segurança que conduz implacà- velmente à rotina. Algumas vezes, a estrutura se petrifica e passa a constituir ela mesma um segundo objetivo a ser atin- gido: é a tirania da forma que predomina.
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A FORMAÇÃO DE TECNÓLOGOS EM GESTÃO PÚBLICA NO IFPR e UFPR- UMAANÁLISE COMPARATIVA FOCADA NA GESTÃO PATRIMONIAL

A FORMAÇÃO DE TECNÓLOGOS EM GESTÃO PÚBLICA NO IFPR e UFPR- UMAANÁLISE COMPARATIVA FOCADA NA GESTÃO PATRIMONIAL

Resumo: A crise econômica e política que assola o Brasil, a recessão e o desemprego gerando instabilidade nos vários segmentos econômicos, fazem com que organizações privadas e públicas busquem modelos que permitam gerir seus negócios com eficiência. Em tempo de crise, os administradores procuram gerenciar com precaução, utilizando-se de ferramentas apropriadas e eficazes no trato das questões econômicas. No setor público não é diferente, quando se vivencia períodos de grandes dificuldades, com os parcos recursos que as organizações públicas recebem para gerenciamento de suas atividades, discute-se sempre o tamanho e o papel do Governo. Com o contingenciamento dos recursos, exigem-se dos gestores mais habilidade, destreza, conhecimento e capacitação. Exige-se destes gestores mais e melhores conhecimentos dos mecanismos fundamentais para administrar a máquina pública de forma eficiente, visando o interesse público e a oferta de bons serviços à sociedade. Com base nesta premissa, este estudo teve como objetivo principal analisar os projetos pedagógicos do curso de Tecnologia em Gestão Pública, ofertados no IFPR e UFPR, a partir da caracterização de ambas as Instituições e focando a análise na perspectiva da formação para a gestão e controle patrimonial. Para tal, a metodologia empregada foi a pesquisa bibliográfica em livros, revistas, dissertações e teses, e a pesquisa documental que possibilitou uma análise comparativa entre os conteúdos oferecidos nos cursos, especialmente os de gestão e controle patrimonial nas organizações públicas. A análise dos projetos políticos pedagógicos de cursos - PPCs demonstraram que os conteúdos propostos são amplos e abrangentes, dando suporte teórico e prático aos estudantes, tornando-os aptos para a gestão das instituições públicas, tanto em seus recursos materiais quanto humanos, em especial nas relativas à administração dos bens patrimoniais públicos.
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SOCIEDADE DE CONTROLE E CONDUTAS ÉTICAS:DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA A ATUAÇÃO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA.

SOCIEDADE DE CONTROLE E CONDUTAS ÉTICAS:DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA A ATUAÇÃO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA.

O texto objetivou discutir os campos de atuação profissional em educação física, abordados em seus limites e perspectivas, enfocando a atuação profissional a partir do ponto de vista da ética. Parte-se do entendimento de que as tendências e sutilezas da atual sociedade de controle, cuja forma de organização da vida pública se estrutura por dispositivos sobre o corpo e atuam diretamente nos processos de conformação subjetiva, colocam inúmeros desafios e armadilhas para todos nós no cenário social contemporâneo. Tais desafios estão presentes também quando pensamos a atuação crítica e criativa do profissional da Educação Física e do lazer. É neste sentido que este profissional é chamado a oferecer resistências à ideologia da saúde e do corpo perfeito, a se instrumentalizar para se contrapor aos ditames e esquemas da indústria cultural e a assumir como necessário um enfrentamento diário dos condicionamentos sociais que nos são impostos, além de uma permanente busca pelas “linhas de fuga” que nos permitam esquivar-se desse estado de coisas.
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Levantamento das patologias e dos custos decorrentes de afastamentos para tratamento de saúde dos servidores da Secretaria de Estado da Saúde

Levantamento das patologias e dos custos decorrentes de afastamentos para tratamento de saúde dos servidores da Secretaria de Estado da Saúde

Em 17 de abril de 1991, a lei n.° 8.245, que dispõe sobre a organização da administração pública estadual e sobre as diretrizes para a reforma administrativa do Poder Executivo, exti[r]

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Avanços e desafios na gestão municipal do SUS: um retrato das contratações de pessoas e serviços no estado de São Paulo

Avanços e desafios na gestão municipal do SUS: um retrato das contratações de pessoas e serviços no estado de São Paulo

É nesse sentido que Ibanez e Vecina (2007) chamam a atenção para a necessidade de aprimoramento da capacidade de controle estatal pelos órgãos responsáveis (Tribunal de Contas, Ministério Público, Secretarias de Controle Interno, entre outros). Segundo os autores esses órgãos atuam quase exclusivamente no controle de meios e não de resultados, por não possuir um adequado preparo para esse tipo de controle estabelecido pelo contrato de gestão. Além disso, é importante considerar o grau de autonomia que a lei define para cada tipo de organização, ou seja, se a contratação de pessoas deve ou não ser mediante concurso público, se os processos de compras devem ser realizados por meio de processos licitatórios de forma a garantir que os recursos públicos sejam utilizados conforme a lei.
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