Processo de desenvolvimento para ambientes virtuais

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PROCESSO DE CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE UM AGENTE PEDAGÓGICO ANIMADO 3D PARA AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

PROCESSO DE CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE UM AGENTE PEDAGÓGICO ANIMADO 3D PARA AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

Quando inserido em AVAs este personagem passa a ser chamado de agente pedagógico, focado em acompanhar o trabalho dos alunos, monitorar o desenvolvimento das tarefas, identificar dificuldades, trazer dicas, auxiliar na resolução de problemas, entre outros. Prola (2003) destaca que os agentes pedagógicos animados são considerados personagens vivos que coabitam o ambiente de ensino criando uma rica interação na aprendizagem face-a-face com o aluno. Essa interação explora a comunicação, criando um ambiente de feedback interativo e dinâmico. Reategui (2006) afirma:
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O PROCESSO DE COLABORAÇÃO NOS TRABALHOS DE COAUTORIA EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

O PROCESSO DE COLABORAÇÃO NOS TRABALHOS DE COAUTORIA EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

Capítulo IV – As experiências preliminares e o Estudo de Caso Múltiplo Neste capítulo foram apresentadas informações relevantes sobre os cursos estudados e as atividades desenvolvidas que serviram de escopo para a pesquisa. A partir da sistematização apresentada, foi possível compreender o universo onde os sujeitos estavam inseridos, o percurso realizado por eles no desenvolvimento dos trabalhos em coautoria e também as ações do pesquisador na análise das relações entre os pares. O Capítulo IV agrupou duas etapas da pesquisa: Etapa I na qual se utilizou a observação participante em dois experimentos – Wiki: “Comunicação em Debate” e Wiki: “Focas na área” como meio de identificar as relações estabelecidas entre os sujeitos e o uso das tecnologias e ferramentas de coautoria. Etapa II – Estudo de Caso Múltiplo que abrangeu duas edições do Curso EaD e Educação Musical elaborado pelo Projeto Guri e uma oferta da disciplina “A Cultura no espaço da Diversidade, Sustentabilidade e Inclusão – CEDSI-Pe” (oferta 2.2008) ministrada junto ao curso de Pedagogia na Universidade Aberta do Brasil da Universidade de São Carlos – UAB UFSCar. A Etapa II marcou o amadurecimento da pesquisa, uma vez que a cada experiência realizada novos elementos foram propostos com base nas análises realizadas, com a finalidade de se chegar a um conjunto de categorias existentes nas relações estabelecidas entre os atores para o desenvolvimento de trabalhos de coautoria.
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Interações contingentes em ambientes virtuais de aprendizagem

Interações contingentes em ambientes virtuais de aprendizagem

O propósito desta pesquisa consiste em desenvolver um sistema de análise para compreender as interações em AVA que favorecem a aprendizagem (interações contingentes). Os AVA constituem uma classe de softwares para a criação, oferta e gerenciamento de cursos baseados na Internet. Integram Tecnologias de Informação e Comunicação com a finalidade de criar um ambiente que possibilite o processo de interação e de produção de conhecimentos pelos participantes do cenário educacional. O presente estudo investigou o conceito de interação contingente no contexto de duas disciplinas de licenciatura, ministradas na modalidade a distância, dentro do Programa Universidade Aberta do Brasil (UAB), as quais encontram-se ligadas a áreas de conhecimento distintas (exatas e humanas) com públicos também distintos. Como parte da metodologia, observou-se a troca de mensagens em fórum e em chat pelos participantes da investigação, analisando-as à luz de parâmetros característicos de interações contingentes. A análise das mensagens foi confrontada com dados obtidos em entrevistas semi-estruturadas, realizadas com alguns alunos e seus respectivos professores-tutores. O desenvolvimento do Sistema de Análise das Interações Contingentes integrou diferentes domínios teóricos (a Educação, a Psicologia e a Linguistica) que apontam a interação como um fenômeno essencial em situações educacionais. As categorias foram construídas com base na literatura que discute o conceito de interação, e aplicadas tanto às comunicações síncronas quanto assíncronas, estabelecidas entre os interlocutores das disciplinas de exatas e humanas. O sistema de análise resultante encontra-se estruturado em quatro categorias gerais (Conversação, Textualização, Diálogo e Aprendizagem) e algumas sub-categorias, ligadas aos domínios teóricos que fundamentaram o seu desenvolvimento. Os resultados apontam a coerência interna do sistema e sua validade, ao constatar a presença das características de interações contingentes em todos os contextos analisados, podendo também ser aplicado em outros universos de investigação. O Sistema de Análise das Interações Contingentes traz contribuições teóricas e empíricas ao conceito de interação contingente, além de oferecer parâmetros para a realização de ações em Educação a Distância fundamentadas em uma perspectiva sociointeracionista. A pesquisa permite concluir que a emergência de interações com vistas ao aprendizado depende bem mais das pessoas envolvidas e do tipo de relação que estabelecem durante o ato educativo que de uma área específica ou de uma ferramenta de comunicação em particular.
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O Processo de Colaboração nos Trabalhos de Coautoria em Ambientes Virtuais de Aprendizagem

O Processo de Colaboração nos Trabalhos de Coautoria em Ambientes Virtuais de Aprendizagem

Neste ponto há a necessidade de se estabelecer uma base teórica sobre o conceito de colaboração. Neste ponto é possível perceber que alguns autores definem cooperação e colaboração como sinônimos, e que há outros, porém, que fazem distinção entre os dois conceitos. Para Ferreira [8] Colaboração é o trabalho em comum com uma ou mais pessoas ou cooperação e a Cooperação seria o ato, processo ou efeito de operar em conjunto, de cooperar. A cooperação é um processo dinâmico em que há mais de um agente executando uma única operação; uma aplicação conjunta das medi- das necessárias à obtenção de determinados objetivos. A cooperação também pode ser entendida como antô- nimo de competição. Johnson e Johnson [9] e Hiltz [10] corroboram com a visão de Ferreira e afirmam que há pouco benefício em tentar pontuar as diferenças entre os conceitos. Amoretti [11] e Simon [12], conceituam a colaboração como um trabalho conjunto, em que cada integrante do grupo realiza uma parte da tarefa de um trabalho específico que ao final são unidas e compiladas formando um todo. Já a cooperação é um trabalho em equipe em que todos os membros do grupo trabalham para construírem junto as suas ideias e desenvolverem determinado trabalho de forma coletiva. Por outro lado temos Maturana & Varela [13], Fiorentini [14] e Dillenbourg [15] que afirmam que a cooperação implica trabalhar em um projeto, no qual é feita a divisão de trabalhos, e cada integrante do grupo realiza uma parte da tarefa individualmente e no final são unidas as partes e concluído o projeto. Já a colabo- ração, vai além de um simples trabalho em grupo no qual existe apenas uma parcela de contribuição de cada pessoa para o desenvolvimento do mesmo, nele se compartilha ideias e estabelece-se uma constante inte- ração entre os membros do grupo.
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Evolução das variáveis teórico-empíricas interdisciplinares associadas ao design no contexto do desenvolvimento de interfaces para ambientes virtuais de aprendizagem | Evolution of the interdisciplinary theoretical and empirical variables associated with

Evolução das variáveis teórico-empíricas interdisciplinares associadas ao design no contexto do desenvolvimento de interfaces para ambientes virtuais de aprendizagem | Evolution of the interdisciplinary theoretical and empirical variables associated with the design in the development of interfaces for virtual learning enviroments

Em uma abordagem mais lúdica, Harthoom e Hughes (2011) propõem brincadeira com fantoches como mecanismo para aumentar a presença dos alunos em um ambiente virtual de aprendizagem, além de algumas preocupações relacionadas ao método. Barzegar, Shojafar e Keyvanpor (2009) voltam-se especificamente para a importância da interface nos ambientes virtuais de aprendizagem, sugerindo que, mesmo com a variedade destas plataformas, ainda existem dificuldades quanto ao desenvolvimento de interfaces adequadas, motivadas pela falta de familiaridade com os princípios fundamentais em design de interface centrado no usuário. Por fim, nesta mesma abordagem, pode-se mencionar Humprhies-Smith (2009), na incorporação de um conteúdo em AVA, analisando a eficácia do processo na aprendizagem do conteúdo abordado.
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A EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ATUA EM AMBIENTES VIRTUAIS

A EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ATUA EM AMBIENTES VIRTUAIS

O presente trabalho trata dos saberes da experiência na formação do professor que atua em ambiente virtual de aprendizagem. Mais especificamente, procura entender como os professores identificam as relações provenientes das experiências em ambientes virtuais vivenciadas nos papéis de aluno, professor, monitor, gestor ou tutor com a vivida no Projeto Gestão Escolar e Tecnologias e com o processo de formação profissional, tendo como sujeitos da pesquisa a equipe docente do Projeto Gestão Escolar e Tecnologias. A pesquisa qualitativa ocorreu pautada pelo princípio da experiência formadora na articulação do saber-fazer e conhecimento, funcionalidade e significação, técnicas e valores. Para a interpretação dos dados, foram utilizadas as teorias de Tardif, Dewey, Larossa e Josso. Os conceitos teóricos foram articulados para fundamentar as observações, bem como para entender o significado da aprendizagem pela experiência em ambientes virtuais. A articulação entre teoria e prática resultou em um conjunto de indicadores para programas de formação com maior evidência, do ponto de vista dos sujeitos, para os saberes que emergem da experiência, adquiridos e construídos na prática e na vivência de outros papéis, implicando a compreensão e orientação para o desenvolvimento da própria prática. A experiência no papel de aluno em ambiente virtual revelou-se como profícua fonte de conhecimento para a formação profissional. Entretanto, o conjunto de oportunidades e práticas que se apresentam no decorrer da vida articulados com bases teóricas é o que define e aprimora a formação. Por fim, esse estudo abre a possibilidade para se considerar a experiência como uma dimensão para a sustentação de propostas de formação de professor que atua em ambiente virtual interativo.
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A COLABORAÇÃO EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

A COLABORAÇÃO EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

A teoria construtivista contribuiu para a reconfiguração de um novo paradigma educacional assente na aprendizagem centrada no aluno, onde o enfoque reside na compreensão, e não na memorização. A chave da teoria desenvolvimentista de Piaget assenta na construção, sendo esta que permite o desenvolvimento da inteligência e da cognição. Com efeito, segundo Piaget (1997) na evolução mental jogam quatro factores essenciais: o crescimento orgânico, associado ao património genético que fornece gradualmente as funções biológicas necessárias, através de um processo de “amadurecimento orgânico”; a acção sobre os objectos, o que enfatiza o papel da experiência sobre o meio que envolve o aluno; as interacções e transmissões sociais; o mecanismo interno de equilíbrio que permita articular o amadurecimento orgânico, assim como a influência da acção sobre o meio e a acção no meio social. Piaget reforça a necessidade deste equilíbrio no desenvolvimento mental: “There are three distinct varieties of equilibration, reflecting different relationships between the subject and objects or between the subject`s schemes” (1985:144). Assim, a construção do conhecimento ocorre no decurso de um processo no qual o aluno contrapõe a informação antiga à nova o que despoleta a procura do equilíbrio entre as antigas e novas informações, experiências e percepções, ou seja, o conhecimento constrói-se segundo um conjunto de interacções contínuas. Destacam-se três premissas chave, designadamente:
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Desenvolvimento de um simulador para monitoramento de técnicas de direção econômica em caminhões com o uso de ambientes virtuais

Desenvolvimento de um simulador para monitoramento de técnicas de direção econômica em caminhões com o uso de ambientes virtuais

Este trabalho apresenta o desenvolvimento de um protótipo de simulador de caminhão voltado à avaliação do uso de técnicas de direção econômica. São descritas as técnicas de direção econômica e sua forma de monitoramento, bem como o processo de construção de um ambiente virtual e dos dispositivos de interação utilizados no simulador. A simulação é realizada utilizando um ambiente virtual desktop com configuração de hardware e software específicos para fornecer maior grau de imersão para o usuário. Através da realização de testes com motoristas e instrutores de direção econômica, pode- se perceber que o protótipo pode ser utilizado como uma ferramenta para avaliação de motoristas em treinamento e que o sistema desenvolvido é capaz de captar, de forma similar a um especialista humano, grande parte das violações do uso de técnicas de direção econômica ocorridas durante a simulação.
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Mediação pedagógica em ambientes virtuais de aprendizagem

Mediação pedagógica em ambientes virtuais de aprendizagem

Percebemos, a partir dos dados da pesquisa, que a busca por uma aprendizagem compartilhada, facilitadora, incentivadora, requer do professor mediador um atento olhar ao que está sendo discutido, monitorando, fazendo perguntas de sondagem, questionando permanentemente. Acrescentamos ainda como questão fundamental que esse professor ofereça uma educação que priorize o diálogo, a compreensão de dúvidas, a percepção das inquietações, das necessidades e expectativas, colocando-se como referência para ajustar, se necessário, o que foi anteriormente proposto, tornando o processo educacional acessível a todos. Para Morin (2000, p. 11), “uma educação só pode ser viável se for uma educação integral do ser humano”. Além disso, em ambientes on-line também é importante ter uma visão holística, levando-se em consideração todas as peculiaridades que envolvem o processo do aprender e ensinar. Na visão deste estudo, é muito relevante que o aluno perceba que ele faz parte do processo, e que este processo pode ser ajustado as diferentes realidades, respeitando-se as diferenças, propiciando reconstruções permanentes, contribuindo assim para o desenvolvimento da curiosidade e para o desejo de aprender.
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RELAÇÕES DA APRENDIZAGEM EM PROGRAMAS DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO POR MEIO DE AMBIENTES VIRTUAIS

RELAÇÕES DA APRENDIZAGEM EM PROGRAMAS DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO POR MEIO DE AMBIENTES VIRTUAIS

As inovações e a necessidade de uma gestão moderna, no que tange ao conhecimento e ao capital intelectual, levaram as empresas a buscar novas opções de treinamento e desenvolvimento de seus atores, mais do que isso, levou à busca de escala desprendendo-se das fronteiras do ambiente físico, para navegar em diferentes ambientes virtuais. Muitas destas empresas desenvolveram seus próprios ambientes virtuais de aprendizagem, focando assim no desenvolvimento continuados de seus colaboradores, de forma flexível e fiel à prática da empresa. Todavia, os resultados apresentados nos levam a outra dimensão, nos levam à relação deste novo modelo de gestão de pessoas, por meio do ambiente virtual, com a relação mais profunda de uma real aprendizagem, uma vez que este novo modelo se apresenta como uma formação continuada ou ainda como Universidade Corporativa. Estudos apresentados referenciam o descompasso, quando citam o foco da organização nas metas e no próprio processo, diferentemente de uma proposta de formação formal.
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Interação e comunicação em ambientes virtuais de aprendizado

Interação e comunicação em ambientes virtuais de aprendizado

Nesses ambientes, é importante perceber que o tutor tem o papel de instruir e promover a participação ativa dos alunos no aprendizado como forma de possibilitar que populações educacionalmente e geograficamente diversas atualizem os seus conhecimentos e tenham acesso às melhores práticas no seu campo de interesse. As intervenções do tutor/facilitador são importantes para aumentar o valor do aprendizado de forma interativa ao criar um ambiente favorável através do encorajamento das interações interpessoais. Para tal, é importante não perder de vista que existe a necessidade relevante de ajustar e inovar nas tarefas que desafiem e estimulem o processo de aprender. Isto requer um tempo maior de dedicação do tutor na preparação de material relevante que se coadune com as necessidades de desenvolvimento dos alunos. Como destaca Zhu (2004), “a partilha social e a construção do conhecimento não surgem naturalmente nos ambientes online, mas dependem de um planejamento cuidadoso das atividades de aprendizado e a facilitação durante o processo de aprendizado”. Apesar das limitações dos
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Análise da utilização de métodos ágeis no  de ambientes virtuais de aprendizagem: um estudo de caso do Solar 2.0

Análise da utilização de métodos ágeis no de ambientes virtuais de aprendizagem: um estudo de caso do Solar 2.0

Nas duas últimas décadas houve um considerável avanço no uso de Tecnologias da Informação e Comunicação Digitais no processo de ensino e aprendizagem, tanto na modalidade de Educação presencial quanto a distância. Neste contexto, o uso de Ambientes Virtuais de Aprendizagem - softwares criados para o suporte a cursos através da Internet - vêm crescendo e seu acesso se tornando cada vez mais diversificado, indo de computadores desktop a celulares smartphones. Desta forma, a complexidade de criação destes ambientes se torna cada vez maior e exige técnicas de Engenharia de Software e Gestão de Projetos cada vez melhores para garantir a qualidade do produto gerado e a satisfação do cliente. Tendo em vista tal cenário, o presente trabalho propõe o uso de Metodologias Ágeis tanto no desenvolvimento quanto na gestão de projetos de ambientes virtuais como uma solução mais interessante que a tradicional forma de criação de softwares baseada somente na qualidade do produto, esquecendo, muitas vezes, a satisfação do cliente e a motivação dos desenvolvedores. Este trabalho relata a adoção de metodologias ágeis no desenvolvimento do AVA SOLAR 2.0 , mostrando que é possível ter sucesso tanto no nível técnico quanto no organizacional quanto no pessoal com a adoção de práticas ágeis no desenvolvimento de AVAs que podem ser comprovados com os experimentos feitos através de pesquisas de satisfação com os usuários e desenvolvedores do projeto.
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Autoconceito académico em ambientes virtuais de aprendizagem

Autoconceito académico em ambientes virtuais de aprendizagem

O corpo de unidades de registo pertencentes a esta categoria mostram-nos assim, claramente, que os estudantes consideram que o ambiente online “desenhado” pelo professor foi um fator motivacional determinante para o seu desempenho escolar. Ao destacarem a presença constante do professor nos diferentes espaços de comunicação do ambiente e os diferentes papéis assumidos (motivador, mediador, moderador...), ao salientarem a interação social existente entre estudantes e professor e entre pares e ao assumirem que este ambiente gerou discussões e conflitos cognitivos estimulantes, os estudantes indiciam que o modelo pedagógico proposto, assente nas dimensões cognitiva, social e docente, cumpriu o seu principal objetivo, pois na realidade pensamos que nesta UC emergiu uma comunidade de investigação educativa tal como Garrison, Anderson e Archer [1] a definem. Na verdade, a estrutura teórica deste modelo representa um processo de criação de aprendizagem profunda e significativa, através da experiência colaborativa e construtivista. Tal é conseguido através do desenvolvimento dos três elementos interdependentes, embora o crescimento cognitivo dependa fortemente da interação social e do discurso, para partilhar opiniões e trocar informações [55].
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INTERFACES GRÁFICAS DIGITAIS EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: A USABILIDADE E EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO COMO FATORES DE MELHORIA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

INTERFACES GRÁFICAS DIGITAIS EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: A USABILIDADE E EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO COMO FATORES DE MELHORIA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

Como essa presença maciça das metáforas visuais no cotidiano contemporâneo se deve ao advento das mídias digitais, parece que as metáforas visuais são um fenômeno recente, fruto do desenvolvimento das novas tecnologias de computação e das pesquisas sobre interfaces gráficas. Entretanto guiando-se por meio de uma perspectiva histórica, onde a consolidação do conhecimento se adquire ao longo de anos dedicados aos estudos e fundamentações de conceitos, sabemos que a capacidade de expressão por meio de espaços informacionais datam de seis séculos antes de Cristo. Como bem podemos ver em Johnson (pág. 17, 2001), que explica que:
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Ambientes urbanos virtuais para a Web

Ambientes urbanos virtuais para a Web

Na área da arquitetura e da construção de edifícios, um projeto foi desenvolvido por Xiao et al.[14], que tem como objetivo, a partir da representação virtual de um ambiente, simular o processo de construção. A engenharia por trás da construção de edifícios consiste num processo complexo em que muitas variáveis devem ser tidas em conta. Atualmente, a otimização e organização dos métodos usados nesse processo baseiam-se na experiência humana. Acrescentar um sistema de simulação que permita, ainda na fase de planeamento, prever dificuldades e possíveis entraves ao desenvolvimento da construção, e depois, numa fase de desenvolvimento, acompanhar todo o processo de forma a verificar a segurança dos procedimentos, como por exemplo em situações de levantamento de objetos de enorme peso, provou-se como uma ferramenta de extraordinário valor, já que permitiu poupar tempo, evitar acidentes, garantir uma maior qualidade do edifício e claro, poupar muito dinheiro.
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G ESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO T RABALHOF

G ESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO T RABALHOF

Outro estudo que considero igualmente interessante e com uma enorme relevância para as Equipas Virtuais é relativo à forma de comunicar. Ao longo deste trabalho detetou-se a existência de um processo de descrença relativamente ao desenvolvimento de laços emocionais entre elementos das Equipas Virtuais, comparativamente às equipas ditas convencionais, tipicamente porque a interação presencial é impossível substituir, no entanto verifica-se a utilização regular de ferramentas de comunicação assíncronas, que não favorecem a proximidade, tais como o correio eletrónico ou síncronas mas pouco interativas como o Messenger, desta forma considero que seria interessante efetuar um estudo quantitativo constituído por duas amostras, no mesmo ambiente e no mesmo projeto, uma amostra utilizaria as ferramentas tradicionais de comunicação, tais como correio eletrónico, Messenger, telefone e vídeo conferencia, ao invés do outro grupo que representaria uma amostra que só iria utilizar vídeo conferencia e correio eletrónico. O objetivo do estudo seria perceber se existe algum tipo de correlação entre o uso predominante de ferramentas de comunicação síncronas e o nível de confiança e afinidade entre os elementos da equipa.
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Ambientes virtuais de aprendizagem: EAD e sua historia

Ambientes virtuais de aprendizagem: EAD e sua historia

A utilização de ambientes virtuais de ensino e apren - dizagem possibilita à mediação no ensino a distância, utili - zando ferramentas que permitem a interatividade e apren- dizagem entre os participantes, favorecendo a autonomia do aluno diante das atividades desenvolvidas durante o curso, como airma Jean Piaget que “o aluno é o foco e o professor desenvolve papel secundário no ensino”. A EaD é um sistema de educação baseada em procedimentos que permitem o es- tabelecimento de processos de ensino e aprendizagem mes- mo onde não há contato face a face — possibilita também um grau de aprendizagem de forma individualizada (CROPLAY e KAHAL, 1983).
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Ambientes virtuais de aprendizagem: implicações epistemológicas.

Ambientes virtuais de aprendizagem: implicações epistemológicas.

Com o advento da internet, surgiram aplicações, na web, para gerenciamento de atividades educacionais guiadas pela metáfora da parti- cipação que podem contribuir para a aprendizagem colaborativa. Os ambientes virtuais de aprendizagem oferecem espaços virtuais ideais para que os alunos possam se reunir, compartilhar, colaborar e aprender jun- tos. Vale ressaltar que, no Brasil, esses ambientes virtuais, ou plataformas para educação on-line, ficaram consagrados com o nome de ambientes vir- tuais de aprendizagem (de agora em diante AVAs), mas, além desta, rece- beram nomes e siglas diferentes, em inglês, tais como ambientes integra- dos de aprendizagem (Integrated Distributed Learning Environments – IDLE); sistema de gerenciamento de aprendizagem (Learning Management System – LMS); e espaços virtuais de aprendizagem (Virtual Learning Spaces – VLE).
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OS CONTROLES INTERNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA E A SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O PROCESSO DE GESTÃO E PARA A GOVERNANÇA INSTITUCIONAL

OS CONTROLES INTERNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA E A SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O PROCESSO DE GESTÃO E PARA A GOVERNANÇA INSTITUCIONAL

missão e visão, tende a proporcionar um eficaz atingimento das metas preestabelecidas. Certamente, a ausência desses valores ou a sua ineficaz divulgação ocasionam perdas para a qualidade dos serviços educacionais prestados ao cidadão e, sobretudo, comprometem as atividades de controle interno. Estas devem estar pautadas na definição clara das funções e dos objetivos de cada Pró- Reitoria, Diretoria, Coordenação ou Chefia Administrativa, dentro da concepção evidente da estrutura organizacional, para que possa gerar produtos e resultados observando os princípios da eficiência e da eficácia na Administração Pública. Arellano (2012) concede importância ao estabelecimento e à publicidade desses conceitos institucionais: ―Como se pode entender até agora, definir a missão, a visão e os objetivos estratégicos não pode ser simplesmente um esforço de escritório [...]‖. Notadamente, na UFJF, esses conceitos não são amplamente divulgados e são muito pouco debatidos, o que ocasiona perda da percepção do servidor, sobretudo aquele que atua nas unidades administrativas componentes da Reitoria, com relação à verdadeira vocação Institucional, isto é — ensino, pesquisa e extensão. E é exatamente nestas três macrofunções que os controles internos devem possuir um maior grau de eficiência e de eficácia para que possa garantir à gestão universitária parâmetros e nortes para uma governança efetiva dentro de um processo de prestação de contas do servidor.
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Informação nos ambientes virtuais de aprendizados (AVA)

Informação nos ambientes virtuais de aprendizados (AVA)

A presente pesquisa está inserida no cenário da Educação a Distância (EaD) no Brasil e é compreendida na interação com os princípios de organização da informação. Em decorrência desse ponto de referência os Ambientes Virtuais de Aprendizado (AVA), onde se realizam a mediação no ensino a distância, foi analisado numa perspectiva informacional. Com esse objetivo, buscou-se compreender as interações informacionais entre professores e alunos nos AVA’s. O trabalho foi organizado em torno da seguinte questão: Compreender as relações informacionais dos professores e alunos nos AVA's pode favorecer a organização da informação em tais ambientes? Neste sentido, através do estudo das relações informacionais de professores e alunos buscou-se situar a possibilidade de consolidação de um modelo de AVA pautado nos princípios de organização da informação. Para tanto, buscou-se reunir e problematizar os elementos que estruturaram os Ambientes Virtuais de Aprendizado. A pesquisa teve como referencial teórico os fundamentos da organização da informação em ambientes digitais, os estudos de uso e usuários da informação, bem como a teoria dos sujeitos da linguagem de Charaudeau (2008). Em termos metodológicos, desenvolveu-se um estudo de caso envolvendo professores e alunos vinculados ao curso de pós- graduação latu sensu a distância em Administração de Sistemas de Informação (ASI) da Universidade Federal de Lavras (UFLA). O estudo baseou-se na análise de entrevistas e questionários, aplicados a alunos e professores do curso, baseados em estudos de usuários de informação. Esses questionários exploraram a argumentação dos professores e alunos sobre: a) sua relação cotidiana com o uso de tecnologias de internet, b) relação cotidiana com o Ambiente Virtual de Aprendizado; c ) suas percepções sobre a Educação a Distância. Na análise de dados, adotaram-se as categorias propostas por Charaudeau (2008) com o objetivo de avaliar as possibilidades comunicacionais dos sujeitos professor/aluno no AVA. Foram determinadas quatro categorias de análise: a) Parceiros comunicacionais professor e aluno: condição para comunicação; b) Fatores comuns no ato de comunicação: conhecimentos comuns; c) Motivação e interesses de comunicação; d) Conseqüências das interações comunicacionais: AVA numa perspectiva informacional. Por fim, em articulação com essas categorias, chegou- se à proposição de um modelo de um Ambiente Virtual de Aprendizado (AVA) orientado pelos reconhecimentos das interações comunicacionais (reconhecimento do saber, do fazer e saber fazer) e pela perspectiva informacional oriunda dos fundamentos da organização da informação.ề
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