Rede de distribuição de energia

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COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA DA LIGHT DISTRIBUIÇÃO

COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA DA LIGHT DISTRIBUIÇÃO

na sua soma não devem exceder a quantidade de 10, por vão, por OCUPANTE. Excepcionalmente, quantidades superiores podem ser avaliadas pela LIGHT, observando aspectos técnicos, de segurança, estéticos e operacionais da rede de distribuição de energia elétrica. Na sua instalação, os fios "fe" devem ser tensionados e agrupados (não necessariamente amarrados entre si), de modo a garantir uma mesma catenária, mantendo a uniformidade ao longo do vão.

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SISTEMA DE PROTECÇÃO DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA DA FEUP

SISTEMA DE PROTECÇÃO DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA DA FEUP

iremos focar mais a nossa atenção. O BJECTIVOS Como objectivos fundamentais desta investigação tem-se o querer dar resposta à pergunta/problema, percebendo desse modo em que consiste um sistema de protecção de uma rede de distribuição de energia, particularmente na FEUP; conhecer as protecções contra contactos directos e indirectos; quais as diferenças e semelhanças entre os principais mecanismos de protecção, a saber, disjuntores e fusíveis; quais as referências que um sistema de protecção deve apresentar para que seja eficaz. Como objectivos secundários, mas não menos importantes, quer-se com este trabalho aprender e assimilar os métodos de elaboração de um relatório em engenharia.
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Planejamento de Rede de Distribuição de Energia Elétrica com Restrições Geográficas

Planejamento de Rede de Distribuição de Energia Elétrica com Restrições Geográficas

CaixaPostal: 131, 74001-970, Goiânia, GO E-mail: geraldovalerianoribeiro@yahoo.com.br , brito@eee.ufg.br, pcesar@eee.ufg.br Resumo: Neste trabalho propomos um novo método de planejamento de rede de distribuição de energia elétrica (RDEE) com restrições geográficas de maneira ótima. Através dos possíveis caminhos fornecidos pela triangulação de Delaunay e considerando as restrições geográficas do local onde se deseja implantar a nova rede, com a metaheurística Simulated Anneling(SA) é possível encontrar uma boa solução para uma nova RDEE, em relação a heurística utilizada para encontrar a solução inicial.
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Rede de Distribuição de Energia Elétrica Monofásica em Área Rural

Rede de Distribuição de Energia Elétrica Monofásica em Área Rural

Tiago Gomes Cabral Rede de Distribuição de Energia Elétrica Monofásica em Área Rural Trabalho de conclusão de curso apresentado ao Programa de Pós-Graduação em Gerenciamento Ágil de Projetos do Instituto de Desenvolvimento da Amazônia (IDAAM) como requisito parcial para a obtenção do grau de Especialista em Gerenciamento Ágil de Projetos.

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O Problema de inspeções na rede de distribuição de energia elétrica: uma abordagem evolutiva

O Problema de inspeções na rede de distribuição de energia elétrica: uma abordagem evolutiva

O planejamento da manutenção preventiva é papel fundamental para o bom desempenho e qualidade dos serviços prestados de uma concessionária de energia. O controle da vegetação no processo de manutenção da rede de distribuição de energia elétrica é de grande importância para a melhoria contínua dos indicadores de qualidade do fornecimento de energia elétrica, acompanhado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O grau de criticidade da poda e produtividade das equipes são fatores críticos neste processo. Para resolver este problema foi proposto um algoritmo de roteirização, com o objetivo de atender todas as anomalias detectadas em inspeções prévias, garantindo a execução prioritária dos casos mais críticos, dentro do prazo do vencimento das anomalias e antes da ocorrência da falha. Um Algoritmo Genético foi desenvolvido e aplicado na resolução deste problema. A técnica proposta foi adaptada a um caso prático de uma concessionária de energia elétrica e contribuiu com uma boa economia e ganhos em produtividade, quando comparada a situação atual.
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Análise sistêmica dos benefícios da automação da rede de distribuição de energia elétrica

Análise sistêmica dos benefícios da automação da rede de distribuição de energia elétrica

A automação de sistemas elétricos de distribuição está cada vez mais ganhando força de mercado. A diretriz da Automação complementa outros três segmentos não menos importantes: Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. Como tentativa para a diminuição de falhas na rede de distribuição de energia é instalados equipamentos de proteção que possuem o objetivo principal de manter a integridade física da rede, dos consumidores, dos prestadores de serviços e dos equipamentos inseridos no sistema. Assim, este trabalho tem por objetivo fazer uma análise dos benefícios da automação dos sistemas de distribuição de energia elétrica utilizando os dados passados por uma concessionária de energia elétrica de Santa Catarina, buscando valores monetários para justificar os investimentos para tal segmento. Trata-se de uma pesquisa exploratória, prática, na forma de estudo de caso e com abordagem quantitativa sendo que a fonte de dados é primária. O custo total da operação anual de um sistema sem automação foi comparado a um sistema com automação para que fosse possível a verificação da atratividade do investimento, ou seja, o benefício adquirido. Os resultados evidenciam que o benefício trazido pela automação da rede foi de 62% representando o montante de R$ 214.892,38. A pesquisa desenvolvida neste trabalho auxilia as áreas de planejamento, operação e manutenção das concessionárias de energia elétrica na avaliação de seus investimentos em automação considerando os custos de forma sistêmica.
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Análise do impacto de veículos elétricos na rede de distribuição de energia elétrica

Análise do impacto de veículos elétricos na rede de distribuição de energia elétrica

Com o recente aumento da conscientização ambiental relacionada à emissão de gases de efeito estufa, veículos elétricos vêm ganhando cada vez mais espaço no mundo. Além de apresentar uma propulsão limpa, sem emissões, e serem mais eficientes, estes veículos também possuem a vantagem de poderem ser carregados na própria residência do propri- etário, pois sua fonte de energia é um banco de baterias. Um veículos elétrico pode ser carregado em uma tomada, assim como um telefone celular, a diferença está na potên- cia do carregador, sendo consideravelmente maior no caso do veículo. O propósito deste trabalho é avaliar o impacto que o carregamento destes veículos irá causar na rede de distribuição de energia elétrica, visto que o número de carros elétricos circulando tende a aumentar e isto representa uma nova carga conectada ao sistema elétrico. A avaliação deste impacto será realizada por meio de simulações computacionais a partir de um ali- mentador real da cidade de Brasília-DF. Além disto, também serão realizadas simulações para saber qual o impacto do carregamento do veículo elétrico na tarifa de energia do proprietário.
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IMPACTOS DA INSTALAÇÃO DE SISTEMAS FOTOVOLTAICOS NA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

IMPACTOS DA INSTALAÇÃO DE SISTEMAS FOTOVOLTAICOS NA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

A busca por energias renováveis e limpas é cada vez maior no Brasil e no mundo, sendo assim, a energia fotoelétrica é uma das que estão em ascensão e consequentemente a sua inserção em residências é cada vez mais comum. Devido a essa crescente instalação de sistemas fotovoltaicos, o estudo aprofundado dos impactos positivos e negativos causados à rede de distribuição de energia elétrica se torna primordial, para garantir, a boa qualidade da energia que chega a todos os consumidores conectados à rede da distribuidora.
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Método de Alocação de Reguladores de Tensão na Rede de  Distribuição de Energia Elétrica

Método de Alocação de Reguladores de Tensão na Rede de Distribuição de Energia Elétrica

Nosso sistema elétrico é composto por vários geradores conectados ao das linhas de transmissão do sistema nacional, além de uma complexa rede de distribuição de energia elétrica, chamada de indústria de rede, onde tal conexão a nível nacional exige constante equilíbrio entre geração-carga (VIEIRA, 2005). Na operação dos sistemas elétricos de potência são estabelecidos padrões adequados no suprimento da tensão de suprimento, de forma a garantir a QEE. Tais sistemas elétricos de potência tem como preceito fundamental o fornecimento ininterrupto de energia elétrica com confiança e com o menor número de interrupções.
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Sintomas musculoesqueléticos em eletricistas de rede de distribuição de energia.

Sintomas musculoesqueléticos em eletricistas de rede de distribuição de energia.

Contextualização: A presença de sintomas musculoesqueléticos em eletricistas deve ser caracterizada para auxiliar na identificação de fatores de riscos para os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT) e para possibilitar implementação de medidas preventivas. Objetivo: Avaliar a ocorrência de sintomas de DORT em eletricistas de uma regional de uma empresa de distribuição de energia elétrica, verificar se existiam diferenças entre as funções exercidas quanto à proporção de trabalhadores sintomáticos, e realizar um levantamento preliminar dos principais fatores de riscos presentes. Métodos: Foram avaliados 30 eletricistas do sexo masculino (38,1±5,5 anos), divididos em três equipes conforme a função exercida (ELV=Eletricistas Linha Viva; EEM=Eletricistas Emergência/Manutenção; EC=Eletricistas Comerciais). Sintomas musculoesqueléticos foram identificados em mapa corporal, qualificados pelo Questionário McGill e quantificados por escala numérica. O questionário DASH também foi aplicado para avaliar impacto dos sintomas nos ombros na performance dos trabalhadores. Resultados: 70% dos eletricistas apresentaram ao menos um sintoma musculoesquelético nos ombros, coluna ou joelhos. A equipe ELV apresentou sintomas musculoesqueléticos em 100% dos trabalhadores e maior pontuação no questionário DASH (28±15). A equipe EEM apresentou sintomas em 67% dos trabalhadores e pontuação DASH de 8±11, e a equipe EC apresentou sintomas em 50%, mas sem sintomas nos ombros. A proporção de trabalhadores sintomáticos nos ombros estava associada à função exercida (p=0.02). Conclusões: Eletricistas avaliados apresentaram alta proporção de trabalhadores sintomáticos, que variou conforme a atividade ocupacional. Intervenções são necessárias para reduzir os riscos de DORT dentre os eletricistas avaliados.
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Melhoria da confiabilidade da rede de distribuição de energia elétrica

Melhoria da confiabilidade da rede de distribuição de energia elétrica

A destinac¸˜ao de investimentos para melhoria da confiabilidade dos sistemas de distribuic¸ ˜ao de energia el´etrica encontra justificativa em dados que relacionam as causas de 80% das interrupc¸ ˜oes no fornecimento `as contingˆencias que ocorrem no setor de distribuic¸ ˜ao (Teng and Lu, 2002). Uma das estrat´egias difundidas para aumento da confiabilidade de um sistema de distribuic¸ ˜ao de energia el´etrica se refere `a criac¸˜ao de redundˆancias nos caminhos ligando os n´os fontes aos n´os de demanda, ou seja, investir em um fortalecimento topol´ogico. A instalac¸˜ao de chaves autom´aticas nos alimentadores principais e/ou de suporte permite uma reconfigurac¸ ˜ao em situac¸ ˜oes de contingˆencias, possibilitando melhor isolamento do defeito e reduzindo a porc¸˜ao da rede que sofrer´a interrupc¸˜ao no fornecimento. A limitac¸˜ao dos investimentos n˜ao permite que todos os alimentadores sejam contem- plados com a instalac¸˜ao de chaves autom´aticas, advindo da´ı a natureza multiobjetivo do problema: busca-se minimizar o custo de instalac¸˜ao das chaves e, ao mesmo tempo, maximizar a confiabilidade da rede.
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IMPACTOS DA GERAÇÃO DISTRIBUÍDA FOTOVOLTAICA NA QUALIDADE DE ENERGIA EM REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

IMPACTOS DA GERAÇÃO DISTRIBUÍDA FOTOVOLTAICA NA QUALIDADE DE ENERGIA EM REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

As concessionárias de distribuição de energia elétrica são responsáveis pela entrega da energia aos consumidores finais. No Ceará, a concessão para entrega desse produto é de responsabilidade da COELCE. A qualidade do produto energia elétrica é regulamentada e fiscalizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. Com a implantação da resolução N o 482/2012 da ANEEL, que estabelece condições para o acesso de micro e mini geração distribuída (GD) aos sistemas de distribuição de energia elétrica, é esperado um número crescente de fontes de geração de pequeno porte instaladas ao longo da rede de distribuição da concessionária. A conexão desses sistemas à rede pode causar impactos positivos e negativos ao funcionamento do sistema e à qualidade da energia elétrica. O objetivo deste trabalho é analisar e quantificar o impacto da penetração solar fotovoltaica de pequeno porte, tendo como referência o estabelecido na regulamentação da ANEEL. Com a ferramenta PSCAD, foram simulados diferentes cenários de operação de um alimentador real da concessionária local com característica predominantemente residencial. Foram estimados diferentes níveis de penetração de geração distribuída fotovoltaica (PV), e para cada cenário foram analisados os impactos dessa geração nos seguintes fatores: queda de tensão ao longo do alimentador, perdas elétricas, taxa de distorção harmônica, fator de desequilíbrio e carregamento do sistema. Os diferentes níveis de penetração PV permitem observar cenários de potência fluindo em sentido convencional (concessionária – cliente) e oposto (cliente – concessionária). A partir dos resultados obtidos, pode-se concluir que é possível injetar uma quantidade superior do que a estabelecida pela norma brasileira, sem que o sistema entre em sobrecarga. Foi necessária a injeção de 1,6 pu de potência PV para atingir a capacidade dos transformadores de distribuição e 2,06 pu para que o limite de condução do alimentador fosse atingido, tomando-se como potência de base a capacidade dos transformadores de distribuição. Quanto à qualidade da energia entregue, os limites estabelecidos pelo PRODIST foram respeitados mesmo nos cenários em que a carga foi inteiramente alimentada pela GD. Apesar disso, a injeção de potência PV causou impactos em relação ao desequilíbrio de tensão, com um aumento no fator de desequilíbrio de 1,44%, e à elevação de tensão, que chegou a 1,021 pu no ponto mais afastado da subestação.
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INDICAÇÃO DE FALTAS NA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA UTILIZANDO REDE DE COMUNICAÇÃO LORAWAN

INDICAÇÃO DE FALTAS NA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA UTILIZANDO REDE DE COMUNICAÇÃO LORAWAN

redução nas multas referentes à ultrapassagem. Já para o consumidor, é possível verificar um melhor fornecimento de energia, com a redução no tempo das interrupções. Motivação Atualmente, o processo de despacho da equipe de manutenção quando ocorre uma interrupção do fornecimento está representada na Figura 3. Quando o consumidor tem seu fornecimento de energia interrompido, ele deve recorrer aos meios de comunicação da concessionária para informar o ocorrido, seja por telefone, site ou aplicativo. Porém a concessionária costuma esperar a reclamação de diversos consumidores para despachar sua equipe de manutenção, tendo assim, uma localização aproximada do local da falta (Capelini, 2016). Cada etapa desse processo representa um tempo gasto, que inicia a contagem a partir da reclamação do primeiro consumidor, esse tempo é contabilizado pelo índice de duração de interrupção individual por unidade consumidora (DIC) e consequentemente, sendo possível a ultrapassagem dos limites impostos pela ANEEL, resultando em multas para a concessionária. Figura 3 - Sequência de eventos quando uma interrupção no fornecimento ocorre.
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Avaliação do impacto da microgeração fotovoltaica na rede de distribuição de energia elétrica

Avaliação do impacto da microgeração fotovoltaica na rede de distribuição de energia elétrica

As fontes que compõem a matriz energética global vêm se diversificando, devido ao surgimento de esforços para a substituição de fontes geradoras poluentes por fontes alternativas, tais como: a eólica, a fotovoltaica e a biomassa. No Brasil, a Resolução Normativa Nº 482 de 2012, da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), estabeleceu as condições gerais para o acesso da microgeração e minigeração distribuídas ao sistema elétrico de distribuição (SED) e o sistema de compensação de energia elétrica. A partir dessa resolução e de algumas políticas governamentais, a integração da Geração Distribuída Fotovoltaica (GDFV) no sistema elétrico começou a ser viabilizada e sua participação tende a aumentar nos próximos anos. Em 2015, a Resolução Normativa Nº 482 foi alterada pela Nº 687. Nesse cenário de expansão na instalação da GDFVs, é necessário estimar o seu potencial de entrada, bem como avaliar o impacto que causará no SED, para adequá-los e necessário e tornar os planejamentos mais confiáveis, refletindo na realidade do sistema. Desse modo, o objetivo desta dissertação é realizar a análise do comportamento da rede de uma distribuidora, no sul do Brasil, considerando a integração da GDFV na rede de distribuição. A modelagem dos elementos que compõem a rede, das cargas, das unidades de GDFV e as simulações, são realizadas no software OpenDSS. A avaliação da probabilidade e percentual de inserção de unidades de GDFV é feita através de um Sistema de Inferência Fuzzy (SIF). Esse SIF permite elaborar cenários de integração baseados na combinação de fatores que favorecem ou não a implantação da geração fotovoltaica (GFV), como: as tendências no setor elétrico (preço da energia), o custo dos Sistemas Fotovoltaicos (SFVs), quantidade de incentivos dados à GDFV, a atratividade da GDFV e o tempo de retorno
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Instalação de medidores inteligentes: uma análise de confiabilidade na rede de distribuição de energia

Instalação de medidores inteligentes: uma análise de confiabilidade na rede de distribuição de energia

Interrupções de energia podem ocasionar grandes prejuízos aos consumidores, especialmente para o comércio e indústria. Por isso, torna-se importante que as concessionárias realizem o atendimento as ocorrências emergenciais de forma mais rápida possível. Nesse contexto, é realizada a avaliação da redução do tempo de atendimento as ocorrências emergenciais através da troca de medidores convencionais por medidores inteligentes. Esses medidores proporcionam a informação instantânea das condições da rede de distribuição, inclusive no que se refere a interrupções de energia. Através dos novos medidores, a concessionária é informada imediatamente sobre a falta de energia, obtendo através disso a localização exata do defeito ocorrido na rede de baixa tensão (BT). Portanto, a troca de medidores proporciona a redução do tempo de localização do defeito, com consequente redução do tempo de atendimento às ocorrências, cujos valores são fiscalizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Como consequência dessa redução, tem-se a redução do indicador de continuidade individual - Duração Individual por Unidade Consumidora (DIC) - e coletivo - Duração Equivalente por Unidade Consumidora (DEC) – ambos limitados pela ANEEL. Além disso, ocorre redução da Energia Não Distribuída (END). Este trabalho realiza a análise de redução de DEC e END em uma Concessionária de Distribuição de Energia Elétrica do interior do Rio Grade do Sul, através de cenários de trocas de medidores definidos pelo Método de Monte Carlo (MMC). Os resultados demonstram que há redução de DEC e END, mas que possivelmente o local onde foi realizada a pesquisa colaborou para que essa redução não fosse tão significativa.
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Posicionamento e Dimensionamento de Geração Distribuída em Rede de Distribuição de Energia Elétrica

Posicionamento e Dimensionamento de Geração Distribuída em Rede de Distribuição de Energia Elétrica

O aumento no consumo de energia elétrica tem impulsionado avanços no uso de geradores de pequeno e médio porte conectados ao sistema de distribuição em contradição ao paradigma ante- rior, onde os centros de geração são concentrados e distantes das cargas. Longos alimentadores responsáveis pela conexão das subestações de suprimento aos centros de cargas estão associados a perdas inerentes aos componentes da rede elétrica. Nesse cenário, o uso da Geração Distri- buída (GD) pode contribuir com o suprimento da crescente demanda de energia e proporcionar melhorias em parâmetros importantes no fornecimento de energia, tais quais, redução das perdas do sistema e maior adequação do perfil de tensão. No entanto, a fim de garantir os benefícios do uso das GDs é necessário realizar estudos de posicionamento e dimensionamento destas. O posicionamento e o dimensionamento de GDs é um problema matemático não linear inteiro misto, que tem um conjunto de soluções susceptível a um crescimento acelerado à medida que se aumenta o número de barras no sistema ou de geradores. Nesse trabalho é proposto um algoritmo para avaliar o comportamento das perdas em função da quantidade, capacidade e posição das GDs, permitindo a análise da quantidade de unidades geradoras que fornece a maior redução das perdas elétricas. No algoritmo proposto é utilizada a meta-heurística Evolução Diferencial (ED) e, para representação da rede elétrica, é utilizado o conceito de lista de adjacências, pertencente ao estudo da Teoria dos Grafos. Escolhida a representação da rede de distribuição, é utilizado do Método de Varredura Direta e Inversa via Soma de Potencia (MSP) para cálculo do fluxo de potência e as perdas calculadas pelo método são utilizadas como função de aptidão para avaliar as soluções possíveis, representadas pelos indivíduos. O algoritmo proposto então realiza o posicionamento e dimensionamento das GDs e reinicia a sua execução atualizando o número de GDs que devem ser posicionadas. Os resultados obtidos são utilizados para traçar a curva de perdas e avaliar o seu comportamento. O algoritmo é implementado e, para comparar os resultados, são realizadas simulações em redes amplamente utilizadas na literatura, IEEE 33 barras e IEEE 69 barras. O posicionamento realizado pela ED obteve bons resultados na redução das perdas, sendo estes próximos aos valores encontrados em outros trabalhos. A curva traçada pela algoritmo, no entanto, demonstrou uma redução significativa das perdas nos valores iniciais, que estabilizava com o incremento no número de GDs.
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Um Modelo matemático utilizado em reparos para rede de distribuição de energia elétrica

Um Modelo matemático utilizado em reparos para rede de distribuição de energia elétrica

As Tabelas 3 e 4 mostram como se dá a distribuição das 17 equipes no primeiro dia do mês, com base na resolução do modelo matemático diário. O Layout da tabela caracteriza a distribuição das equipes com base nos resultados obtidos do modelo matemático. Nesta tabela, encontram-se também as seguintes informações: Di, o número de equipes necessárias em cada horário; Eqp, o número de equipes designadas pelo modelo para aquele horário; e Dif, a diferença que mede o excesso de equipes por horário (Eqp-Di). Veja que quando o Dif é maior que zero há excesso de equipe no horário, por exemplo: excesso de 3 equipes no horário das 03h00 as 04h00, conforme dados da Tabela 3. Não há equipes em excesso em 6 horários. As Tabelas 3 e 4 mostram a alocação das 17 equipes, sem levar em consideração o TMA, distribuídas nos 24 horários de entrada deste mesmo dia.
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Impacto da Microprodução na Forma de Onda de Tensão na Rede de Distribuição de Energia

Impacto da Microprodução na Forma de Onda de Tensão na Rede de Distribuição de Energia

Resumo Actualmente tem sido dada uma importância à energia de origem renovável. No entanto, o conceito de fonte de energia renovável não significa necessariamente que essas fontes sejam renováveis, para o que seria necessário considerar os impactos que a sua produção e utilização tem ao nível dos três pilares fundamentais da sustentabilidade: o social, o ambiental e o económico. Num mundo cada vez mais insustentável, a busca por melhorias ao nível da eficiência energética constitui uma prioridade. A dissertação que aqui se apresenta visa essencialmente analisar o problema que representa a produção distribuída de energia para a amplitude e forma de onda de tensão na rede de distribuição. Sendo do conhecimento dos especialistas que as cavas de tensão constituem um problema significativo, a questão das harmónicas ainda é uma área em desenvolvimento. No caso de estudo que é apresentado no âmbito desta dissertação, pretendeu-se analisar esta problemática ao nível da amplitude e forma da onda de tensão na rede de distribuição. Foi possível tirar algumas ilações relativas ao impacto que a microprodução a partir de fonte FV tem, através da utilização do equipamento de medição adequado. Conclui-se que existe, efetivamente, uma distorção da forma de onda, distorção essa que constitui não só uma desvantagem para os consumidores de energia, visto poder causar efeitos colaterais nos seus equipamentos, mas também um problema de eficiência energética, obrigando a que no futuro, e assumindo que estes sistemas vão proliferar em larga escala a nível global, exista uma exigência em termos de requesitos técnicos como o aumento da secção do cabo elétrico e a respectiva ramificação da rede para a distribuição de energia que por si só, é insustentável.
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Panorama geral da automação da rede de distribuição de energia da AES Eletropaulo

Panorama geral da automação da rede de distribuição de energia da AES Eletropaulo

Instalação de sistemas self-healing lógica de mercado na ETD Barueri e lógica co-criada na ETD Tamboré pelo Projeto SMART GRID. Automação (Rede de Distribuição Aérea).[r]

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CONEXÃO DE UM SISTEMA SOLAR FOTOVOLTAICO NA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

CONEXÃO DE UM SISTEMA SOLAR FOTOVOLTAICO NA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

No Brasil, a micro e minigeração tem papel muito importante devido à expansão demográfica e econômica que tem gerado um aumento constante no consumo. Por esta razão, e com o objetivo de reduzir as dificuldades fiscais, a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou a Resolução Normativa nº 482/2012, junto a seção 3.7 do Módulo 3 dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (PRODIST), que estabelece os procedimentos para acesso de micro e minigeração ao sistema de distribuição. Esses regulamentos determinam que esse tipo de geração deve ser feito, estritamente, por fontes renováveis, sendo a microgeração inferior ou igual a 100kW e a minigeração inferior ou igual a 1MW. Além disso, a Resolução Normativa 482/2012 da ANEEL possibilita que o fluxo de energia seja bidirecional, e estabelece que o consumidor que optar em fornecer energia para a rede receberá créditos em energia para serem consumidos em um período de até 36 meses.
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