Remodelação ventricular

Top PDF Remodelação ventricular:

A administração precoce de hormônio de crescimento resulta em efeitos deletérios na remodelação ventricular após o infarto agudo do miocárdio.

A administração precoce de hormônio de crescimento resulta em efeitos deletérios na remodelação ventricular após o infarto agudo do miocárdio.

O nosso estudo indica que a administração precoce de hor- mônio de crescimento foi acompanhada de aumento da massa e das dimensões da cavidade ventricular esquerda em ratos com infarto do miocárdio. Essas alterações foram acompanhadas por piora de algumas variáveis funcionais cardíacas, como a queda na fração de encurtamento e na fração de ejeção. Assim, o conjunto de nossos resultados sugere que o uso precoce de hormônio de crescimento pode resultar em efeitos adversos no processo de remodelação ventricular após o infarto agudo do miocárdio. Deve- mos destacar que a piora da remodelação no grupo hormônio de crescimento ocorreu sem que o hormônio tivesse tido influência no tamanho do infarto.
Mostrar mais

7 Ler mais

Efeito da exposição à fumaça de cigarro no processo de remodelação ventricular em ratos

Efeito da exposição à fumaça de cigarro no processo de remodelação ventricular em ratos

Dois possíveis mecanismos podem ser considerados para explicar a presença da remodelação ventricular em animais expostos à fumaça de cigarro: ação indireta da EFC, devido a sobrecarga de pressão, ou ação direta da EFC nas células do miocárdio. O presente estudo mostrou que a EFC induziu aumento da pressão sistólica, em comparação ao grupo controle. Esse fato reforça dados anteriores que mostraram que a administração de nicotina em ratos conscientes resultou em vasoconstrição. Na tentativa de explicar esse achado, a simpactomia aboliu os efeitos vasoativos da nicotina (Marano et al., 1999). No mesmo modelo, à fumaça de cigarro causou elevação dos níveis de endotelina 1 (Haak et al., 1994) e a administração de antagonista seletivo dos reseptores A da endotelina atenuaram a resposta pressórica induzida pela nicotina (Tanus-Santos et al., 2000). Em outro estudo, a administração de nicotina diminuiu a síntese de prostaciclina pelo endotélio vascular (Klein, 1984). Outro fato que pode contribuir para os efeitos vasculares da EFC é a vasopressina, já que a administração de antagonista da vasopressina atenuou a vasoconstrição induzida pela nicotina nos vasos sanguíneos da pele (Khosla et al., 1994). Dessa forma, existem diversas evidências indicando que a EFC induz vasoconstrição, em conseqüência de desequilíbrio neuro-humoral.
Mostrar mais

71 Ler mais

Metaloproteinases 2 e 9 são preditoras de remodelação ventricular esquerda após o infarto do miocárdio.

Metaloproteinases 2 e 9 são preditoras de remodelação ventricular esquerda após o infarto do miocárdio.

O volume do átrio esquerdo foi obtido utilizando o método de Simpson pelos cortes apicais de duas e quatro câmaras. A função sistólica ventricular esquerda foi avaliada a partir da medida da fração de ejeção de acordo com o método de Simpson. A função diastólica do ventrículo esquerdo foi avaliada a partir da seguinte medida: velocidade da onda protodiastólica (onda E) e telediastólica (onda A) do fluxo mitral; relação E/A; tempo de desaceleração da onda E (TDE); tempo de relaxamento isovolumétrico (TRIV); velocidades proto e telediastólicas do anel mitral (ondas E’ e A’) (a média das paredes septais e laterais) utilizando Doppler tecidual; e relação E/E’. A remodelação ventricular foi definida com um aumento de pelo menos 15% no volume sistólico final do ventrículo esquerdo ou no volume diastólico final por um período de seis meses 30 .
Mostrar mais

7 Ler mais

Tratamento da insuficiência cardíaca terminal através da correção da insuficiência mitral secundária e remodelação ventricular.

Tratamento da insuficiência cardíaca terminal através da correção da insuficiência mitral secundária e remodelação ventricular.

O inconveniente do implante de uma prótese valvular é a nosso ver irrelevante, pois provavel- mente a expectativa de vida do paciente é menor que a vida da bioprótese e se isto não ocorresse seria a confirmação de um sucesso extraordinário. A correção da insuficiência mitral e a remodelação ventricular proposta neste trabalho demonstraram melhoria significativa da classe funcional pré-operató- ria de pacientes terminais. Esta melhora clínica teve apoio objetivo através da melhora do volume ejetivo do ventrículo esquerdo, apesar da melhora descrita da fração de ejeção. Isto significa que a eliminação da fração regurgitante foi a responsável por esta melhoria. São necessários estudos futuros para analisar melhor a modificação da geometria ventricular ob- tida com esta técnica operatória e, para tanto, es- tudos prospectivos com aplicação de ressonância nuclear estão sendo realizados.
Mostrar mais

9 Ler mais

A exposição à fumaça de cigarro intensifica a remodelação ventricular após o infarto agudo do miocárdio .

A exposição à fumaça de cigarro intensifica a remodelação ventricular após o infarto agudo do miocárdio .

Após o infarto agudo do miocárdio (IAM), podem ocorrer complexas alterações da arquitetura ventricular envolvendo tanto a região infartada como a não-infartada. Após a oclusão coronariana, pode ocorrer dilatação ventricular aguda, caracterizada por adelgaçamento e distensão da região infartada. Essa alteração é denominada expansão do infarto e resulta do deslizamento de grupos musculares necróticos em conseqüência da desintegração do colágeno interfi brilar 1 . Na fase tardia,

7 Ler mais

Preditores ecocardiográficos de remodelação ventricular após o infarto agudo do miocárdio em ratos.

Preditores ecocardiográficos de remodelação ventricular após o infarto agudo do miocárdio em ratos.

Results: The infarction induced increase in the left chambers, associated with changes in systolic and diastolic functions. The variables body weight, left ventricular wall stress index (LVWSI), systolic area (SA), diastolic area (DA), LVDD, left ventricular systolic diameter (LVSD), area variation fraction (AVF), ejection fraction (EF), percent of endocardial shortening (%Short), posterior wall shortening velocity (PWSV) and infarct size assessed five days after infarction were predictors of LVDD after three months. At the multivariate regression analysis, we included the size of infarction, the LVWSI and PWSV. The LVWSI (coefficient: 4.402, standard error: 2.221, p = 0.05), but not the size of infarction and PWSV, was a predictor of remodeling after three months of infarction.
Mostrar mais

5 Ler mais

A exposição à fumaça de cigarro intensifica a remodelação ventricular após o infarto agudo do miocárdio

A exposição à fumaça de cigarro intensifica a remodelação ventricular após o infarto agudo do miocárdio

After acute myocardial infarction (AMI), complex changes in ventricular architecture may take place involving the infarcted and the non-infarcted region alike. After coronary occlusion, acute ventricular dilatation may occur, characterized by the thinning and distension of the infarcted region. This change is called infarction expansion, and results from the slippage of necrotic muscle bundles as a consequence of the disintegration of interfi brillar collagen 1 . In the late phase, different degrees of cavity

6 Ler mais

Avaliação das metaloproteases 2 e 9 séricas como preditoras da remodelação ventricular seis meses após o infarto agudo do miocárdio

Avaliação das metaloproteases 2 e 9 séricas como preditoras da remodelação ventricular seis meses após o infarto agudo do miocárdio

AE, átrio esquerdo; E, pico precoce da velocidade de fluxo transmitral; A, pico tardio da velocidade de fluxo transmitral; TDE, tempo de desaceleração da onda E; TRIV, tempo de relaxam[r]

74 Ler mais

Avaliação do padrão do supradesnivelamento do segmento ST como preditor de remodelação ventricular após infarto agudo do miocárdio

Avaliação do padrão do supradesnivelamento do segmento ST como preditor de remodelação ventricular após infarto agudo do miocárdio

Variáveis Remodelação (n=38) Sem remodelação (n=28) Valor de p DDVE (mm) 48,4 (45,0-53,0) 50 (49,0-51,9) 0,114 DSVE (mm) 32,3 (29,2-37,0) 32,8 (31,0-35,5) 0,508 Aorta (mm) 32,1 (30,0-34,7) 32,0 (31,3-33,0) 0,428 AE (mm) 41,3 (37,0-45,6) 40,5 (38,0-43,5) 0,668

72 Ler mais

Efeitos da administração de beta-bloqueador na remodelação ventricular induzida pelo tabagismo em ratos.

Efeitos da administração de beta-bloqueador na remodelação ventricular induzida pelo tabagismo em ratos.

Finalmente, nossos resultados devem ser analisados considerando-se potenciais limitações. Em primeiro lugar, as variáveis analisadas foram apenas parâmetros ecocardiográficos e de peso. Nosso trabalho não avaliou outras variáveis envolvidas no processo de remodelação como, por exemplo, conteúdo de colágeno intersticial. Outro aspecto é que apenas algumas das variáveis analisadas foram estatisticamente diferentes. Esse fato se deu, provavelmente, em decorrência do pequeno número de nossa amostra. Entretanto, apesar dessas limitações, acreditamos que as variáveis analisadas foram suficientes para caracterizar o processo de remodelação induzido pelo tabagismo e mostrar efeitos biológicos com o propranolol.
Mostrar mais

5 Ler mais

Efeitos do betacaroteno e do tabagismo sobre a remodelação cardíaca pós-infarto do miocárdio.

Efeitos do betacaroteno e do tabagismo sobre a remodelação cardíaca pós-infarto do miocárdio.

Uma das condições caracterizadas por aumento do estresse oxidativo é o hábito de fumar. Devemos considerar, entretanto, que poucos estudos analisaram os efeitos do tabagismo no processo de remodelação ventricular após o infarto do miocárdio. A nicotina promoveu dilatação do ventrículo esquerdo em ratos submetidos ao infarto do miocárdio. Aparentemente, esse fenômeno ocorre à custa do aumento da expansão do infarto, já que se detectou parede infartada mais delgada nos animais tratados 25 . Em

7 Ler mais

Impacto do padrão geométrico ventricular na remodelação cardíaca após o infarto do miocárdio.

Impacto do padrão geométrico ventricular na remodelação cardíaca após o infarto do miocárdio.

Resultados: Quatro pacientes foram a óbito. Dos sobreviventes, 41 apresentaram remodelação (R+), enquanto 39 não remodelaram (R-). Considerando-se o padrão geométrico, houve a seguinte distribuição: 24 pacientes com padrão normal, 13 com remodelação concêntrica, 29 com hipertrofia concêntrica e 14 com hipertrofia excêntrica. Os pacientes que remodelaram apresentaram maiores tamanhos de infarto analisados pelo pico da CPK (R+ = 4.610 (1.688 - 7.970), R- = 1.442 (775 - 4.247), p < 0,001) e da CK-MB (R+ = 441 (246 - 666), R- = 183 (101 - 465), p < 0,001), tendência a maior prevalência de remodelação concêntrica (R+ = 10, R- = 3, p = 0,08) e menor prevalência de hipertrofia excêntrica (R+ = 2, R- = 12, p = 0,006). Na análise de regressão multivariada, o tamanho do infarto foi preditor (OR = 1,01; p = 0,020) e a hipertrofia excêntrica foi fator protetor (OR = 0,189; p = 0,046) de remodelação ventricular após a oclusão coronariana.
Mostrar mais

6 Ler mais

Papel da lipoperoxidação na intensificação da remodelação causada pelo betacaroteno após o infarto.

Papel da lipoperoxidação na intensificação da remodelação causada pelo betacaroteno após o infarto.

Contrariamente à nossa hipótese original, a suplementação de betacaroteno não modificou as variáveis que procuraram avaliar a lipoperoxidação. De fato, a relação GSH/GSSG, e os níveis de GSH, GSSG e lipoperóxidos do grupo suplementado com betacaroteno não foram diferentes dos animais infartados sem suplementação. Devemos considerar que as concentrações de GSH e GSSG, bem como a relação entre elas, indicam o quanto da GSH foi utilizada para manter o equilíbrio antioxidante/oxidante. Ou seja, a GSH é convertida em GSSG para impedir a ação de espécies reativas no organismo. Considerando que não houve diferença nas concentrações de GSH, GSSG e em sua relação, nossos resultados não confirmam a possível atividade pró-oxidante do betacaroteno. Pelo contrário, desde que o betacaroteno por si só pode apresentar efeito antioxidante, não haveria necessidade de consumir GSH, formando GSSG, para manter o equilíbrio redox. Portanto, se considerarmos que, apesar desses fatores, houve uma consistente intensificação da remodelação cardíaca com o betacaroteno, podemos sugerir que a lipoperoxidação provavelmente não teve participação na intensificação da remodelação ventricular.
Mostrar mais

5 Ler mais

Análise da ação do embrião e dos hormônios ovarianos na regulação da matriz extracelular...

Análise da ação do embrião e dos hormônios ovarianos na regulação da matriz extracelular...

Durante a gestação, em varias espécies de mamíferos, os fibroblastos endometriais são alvos de profundas modificações morfofuncionais que levam a aquisição de um fenótipo epitelial e à expressão de novas moléculas, formando uma nova estrutura no útero denominada decídua. Em camundongos, a reação decidual pode ser estimulada artificialmente (na ausência de embrião), resultando na formação do deciduoma, um modelo de grande relevância para a identificação de fatores oriundos ou não do embrião necessários para a promoção da decidualização. A decidualização também promove uma profunda remodelação da matriz extracelular (MEC) do endométrio, e ambos os processos são fundamentais para o sucesso da gestação. Existem evidencias, muitas das quais são oriundas dos estudos do Laboratório de Biologia da Reprodução e Matriz extracelular (LBR-MEC), mostrando que a remodelação da MEC do útero não grávido é modulada pelos hormônios ovarianos estrógeno (E2) e progesterona (P4). Faltam, entretanto, na literatura, estudos consistentes sobre a regulação da MEC endometrial na ausência de sinais parácrinos provenientes do embrião. Além disso, não se conhece detalhes sobre a ação dos hormônios ovarianos sobre a produção de componentes da MEC por células deciduais. Nesse contexto, o presente estudo teve dois objetivos centrais: (i) caracterizar por imuno-histoquímica a composição e organização da MEC durante o desenvolvimento do deciduoma, (ii) estudar por qPCR, Western blot, e imunolocalização o efeito dos hormônios E2 e Medroxiprogesterona (MPA) na dinâmica da expressão de RNAm, síntese e secreção de moléculas da MEC em culturas primárias de células obtidas de deciduoma. Observamos que, a distribuição do colágeno tipo I, III, IV, V e dos proteoglicanos decorim, biglicam e versicam no deciduoma, foi semelhante ao já observado na decídua. As análises in vitro, mostram que o hormônio E2 aumenta a expressão gênica, a síntese e a deposição de decorim enquanto o MPA tem como alvo o biglicam. Ambos hormônios modulam a expressão de desmina, um marcador de decidualização. O presente estudo também mostra que o padrão de remodelação das moléculas alvo do presente estudo, é similar ao observado durante a decidualização da gestação normal, Conclui-se, portanto, que a remodelação da MEC é um evento intrínseco do processo de decidualização quer na gestação quer na pseudogestação. Ou seja, não foram identificadas diferenças que indicassem a existência de controle pelo embrião. Mostramos ainda que, in vitro, os hormônios Eβ e MPA regulam de modo específico a expressão gênica e a secreção do proteoglicanos decorim e biglicam.
Mostrar mais

46 Ler mais

 Jose Barata Sousa

Jose Barata Sousa

Atendendo à necessidade de alteração das instalações existentes, é essencial proceder à elaboração de projetos de remodelação. Durante a realização do estágio, uma das tarefas desenvolvidas no segundo semestre de dois mil e onze foi a elaboração de projetos de remodelação e orçamentação. O primeiro projeto de remodelação foi elaborado para a Unidade de Saúde Familiar Invitro, localizada na Marinha Grande (este projeto foi efetuado em parceria com o Engenheiro Pascoal Faísca), enquanto o segundo correspondeu à Unidade de Saúde Familiar Araseti, localizada em Arazede (este projeto de remodelação teve uma opinião favorável do Engenheiro Pascoal Faísca). Para os dois projetos realizados foram elaborados os desenhos, utilizando o pacote de programas computacionais AutoCAD 2010 da Autodesk, as memórias descritivas e justificativas, sendo igualmente elaborados os orçamentos (após formação ministrada pelo Engenheiro Pascoal Faísca).
Mostrar mais

156 Ler mais

BREVÍSSIMO ENSAIO SOBRE DISCURSO DE GÊNERO E MÉTODO SOB AS LENTES DA FILOSOFIA POLÍTICA E DA MENTE MODERNAS

BREVÍSSIMO ENSAIO SOBRE DISCURSO DE GÊNERO E MÉTODO SOB AS LENTES DA FILOSOFIA POLÍTICA E DA MENTE MODERNAS

remodelação da matéria dos corpos como efeito de uma dinâmica do poder, de tal forma que a matéria dos corpos será indissociável das normas regulatórias que governam sua materialização e a significação daqueles efeitos materiais; (2) o entendimento da performatividade não como o ato pelo qual o sujeito traz à existência e aquilo que ela ou ele nomeia, mas, ao invés disso, como aquele poder reiterativo do discurso para produzir os fenômenos que ele regula e constrange; (3) a construção do sexo não mais como um dado corporal sobre o qual o construto do gênero é artificialmente imposto, mas como uma norma cultural que governa a materialização dos corpos; (4) repensar o processo pelo qual uma norma corporal é assumida, apropriada, adotada: vê-la não como algo, estritamente falando, que se passa com um sujeito, mas, ao invés disso, que o sujeito, o "eu" falante, é formado em virtude de ter passado por esse processo de assumir um sexo; e (5) uma vinculação desse processo de "assumir" um sexo com a questão da identificação e com os meios discursivos pelos quais o imperativo heterossexual possibilita certas identificações sexuadas e impede ou nega outras identificações. Esta matriz excludente pela qual os sujeitos são formados exige, pois, a produção simultânea de um domínio de seres abjetos, aqueles que ainda não são "sujeitos", mas que formam o exterior constitutivo relativamente ao domínio do sujeito” (ibidem, p. 151 e seguintes).
Mostrar mais

12 Ler mais

Análise comparativa in vitro do efeito da osteoporose no comportamento de células...

Análise comparativa in vitro do efeito da osteoporose no comportamento de células...

A osteoporose pós-menopausa foi descrita pela primeira vez em 1940 pelo endocrinologista Fuller Albright, que a definiu como uma condição de formação óssea prejudicada devido à deficiência de estrógeno (Albright, Bloomberg e Smith, 1940), uma vez que este hormônio regula a remodelação óssea por modular a produção de citocinas e fatores de crescimento a partir da medula e células ósseas (Pacifici, 1996). De fato, segundo Simon (2007), células ósseas como os osteoblastos e osteoclastos estão sob o controle de hormônios sistêmicos e citocinas; a deficiência de estrógeno afeta os níveis de citocinas específicas que circulam no organismo, aumentando sua concentração, o que favorece a reabsorção óssea por aumentar o recrutamento, a diferenciação e a ativação de células osteoclásticas (Horowitz, 1993; Manolagas e Jilka, 1995).
Mostrar mais

87 Ler mais

O conceito de reabsorções dentárias ou As reabsorções dentárias não são multifatoriais, nem complexas, controvertidas ou polêmicas!.

O conceito de reabsorções dentárias ou As reabsorções dentárias não são multifatoriais, nem complexas, controvertidas ou polêmicas!.

Os mecanismos das reabsorções dentárias são conhecidos e suas causas bem definidas. Cli- nicamente são assintomáticas e não induzem alterações pulpares, periapicais e periodontais, sendo geralmente consequências delas. As reabsorções dentárias são alterações locais e ad- quiridas e não representam manifestações dentárias de doenças sistêmicas. As reabsorções dentárias ocorrem quando as estruturas de proteção dos dentes em relação à remodelação óssea são eliminados, especialmente os cementoblastos e restos epiteliais de Malassez. Resumo

6 Ler mais

Efeito do carbonato de cálcio e do carbonato de sevelamer na remodelação óssea e...

Efeito do carbonato de cálcio e do carbonato de sevelamer na remodelação óssea e...

Estudo brasileiro com 101 pacientes em HD, onde 97 pacientes realizaram biópsia óssea e 41% apresentavam depósito ósseo de alumínio, demonstrou que a maioria dos pacientes com PTH na f[r]

153 Ler mais

Efeitos da estimulação ventricular convencional em pacientes com função ventricular normal.

Efeitos da estimulação ventricular convencional em pacientes com função ventricular normal.

33. Silva LB, Ferreira CA, Blacher C, Leães P, Haddad H. Peptídeo natriurético tipo-B e doenças cardiovasculares. Arq Bras Cardiol. 2003; 81 (5): 529-34. 34. Albertsen AE, Nielsen JC, Pousen SH, Mortensen PT, Pedersen AK, Hansen PS, et al. Biventricular pacing preserves left ventricular performance in patients with high-grade atrio-ventricular block: a randomized comparison with DDD(R) pacing in 50 consecutive patients. Europace. 2008, 10: 314-20. 35. Fleischmann KE, Orav EJ, Lamas GA, Mangione CM, Schron E, Lee KL, et

7 Ler mais

Show all 1301 documents...